Reclamações públicas
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Reclamação – Exercício do Direito de Livre Resolução
Empresa reclamada: Cortelec (Portugal) Encomenda: n.º PTCEPT982500 Data da compra: 2 de janeiro Data do primeiro pedido de devolução: 4 de janeiro No dia 2 de janeiro, efetuei uma compra à distância à empresa Cortelec Portugal, através do respetivo website, correspondente à encomenda n.º PTCEPT982500. No dia 4 de janeiro, ou seja, apenas dois dias após a compra e antes de receber o produto, comuniquei por escrito à empresa a minha intenção de exercer o direito de livre resolução, por arrependimento, dentro do prazo legal de 14 dias, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, aplicável aos contratos celebrados à distância. Em resposta a esse primeiro pedido, a empresa informou o seguinte (transcrição relevante): “Lamentamos informar que a sua encomenda já foi enviada e, portanto, não pode ser cancelada. (…) uma vez que a encomenda tenha sido enviada, não podemos modificá-la ou cancelá-la.” Esta resposta é juridicamente incorreta, uma vez que o facto de a encomenda já ter sido expedida não elimina nem limita o direito de livre resolução, que pode ser exercido após a receção do bem, dentro do prazo legal, sem necessidade de justificação. Posteriormente, a empresa voltou a responder, propondo apenas uma compensação de 5% do valor do pedido e solicitando que eu aceitasse a entrega da encomenda. Tal proposta não foi aceite, por não substituir nem limitar um direito legalmente consagrado. Reforcei então, novamente por escrito, a minha intenção de resolver o contrato, solicitando: Indicação clara sobre se deveria recusar a entrega no ato de receção ou aceitar a encomenda e proceder à devolução; A morada correta para a devolução do produto; Informação sobre o procedimento e o prazo para o respetivo reembolso. Até à presente data, a empresa não forneceu instruções claras nem adequadas, limitando-se a recusar o cancelamento com base em alegadas restrições logísticas e a tentar condicionar o exercício de um direito legal à aceitação de uma compensação parcial, o que considero abusivo e contrário à legislação de defesa do consumidor. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, o consumidor tem direito a resolver livremente o contrato no prazo legal e ao reembolso integral dos valores pagos, não podendo o vendedor criar entraves, impor compensações alternativas ou recusar o exercício desse direito com base no estado logístico da encomenda. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO, no sentido de: Ver reconhecido o meu direito de livre resolução relativamente à encomenda n.º PTCEPT982500; Ser a empresa instada a fornecer instruções corretas e legais para a devolução do produto (ou recusa da entrega, caso aplicável); Ser assegurado o reembolso integral do montante pago, dentro dos prazos legalmente estabelecidos. Anexo à presente reclamação cópia das comunicações trocadas com a empresa, que comprovam a data da compra, a data do primeiro pedido de devolução e o teor das respostas recebidas.
Televisão danificada
Fiz uma compra de uma smart TV Xiaomi no dia 23/10 na Castro Eletrónica, e foi enviada no dia 31/10. Quando me chegou, ao abrir a embalagem, verifiquei que a televisão estava toda estalada. Fiz imediatamente reclamação no site e entretanto foram trocados vários emails. Foi-me dito que a transportadora VASP iria recolher o artigo para averiguar os danos, e com isto passou-se mais de um mês.. Liguei várias vezes para a Castro, nunca me atenderam. Liguei para a transportadora Vasp e nunca me conseguiram dar uma resposta em condições sobre o estado da reclamação. Fui bastante paciente durante todo o processo, mas passado mais de 2 meses da compra, recebo email da Castro a dizer que a reclamação foi recusada, porque não foi feita nenhuma reserva sobre danos aquando da recepção do artigo feito pela transportadora, o que é manifestamente lesivo dos direitos do consumidor, porque obviamente apenas se consegue verificar o produto após a abertura da embalagem. Há duas semanas atrás enviei um email a expor a minha indignação, exigindo provas da aplicação da etiqueta frágil (algo que a embalagem não trazia), o parecer da transportadora que fundamenta a decisão deles, e também a devolução do artigo caso a decisão se mantenha. Não me responderam mais.. Já fiz queixa no livro de reclamações online e no portal da queixa e continuam sem dar uma resposta, e por isso peço a vossa ajuda. Só quero a devolução do dinheiro, pois não pretendo lidar mais com esta empresa.. Em anexo envio todo o histórico de emails trocados com a Castro. Obrigado
Violação direitos do consumidor
No dia 11/02/2024, adquiri na Rádio Popular uma máquina de lavar roupa que se encontra dentro do período de garantia legal e que avariou recentemente. Há mais de duas semanas que aguardo contacto do serviço de assistência técnica para a simples recolha do equipamento, sem que até à data tenha sido prestada qualquer informação concreta ou solução, apesar dos vários contactos efetuados para a linha de apoio ao cliente da Rádio Popular. Uma máquina de lavar roupa constitui um bem essencial, sendo a sua indisponibilidade altamente prejudicial e causadora de transtornos significativos, especialmente num agregado familiar com crianças. A demora excessiva e a ausência total de resposta por parte do serviço de reparação revelam uma falha grave no serviço pós-venda e um incumprimento das obrigações legais associadas à garantia. É inadmissível que, após mais de duas semanas sem qualquer contacto para recolha do equipamento, não exista previsão para a sua reparação e devolução. Esta situação demonstra falta de diligência e desrespeito pelos direitos do consumidor. Face ao exposto, exijo a resolução imediata desta situação. Caso a recolha e reparação não sejam efetuadas num prazo razoável, solicito a devolução integral do valor pago, nos termos da legislação aplicável, de modo a poder adquirir outro equipamento sem mais prejuízos. Caso esta situação não seja resolvida com urgência, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para defesa do consumidor. Sem outro assunto,
Encomenda não entregue
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à encomenda com o número CNPRT47702071234003829394, sob a vossa responsabilidade. De acordo com a informação disponível, ocorreu uma primeira tentativa de entrega no dia 24 de dezembro, a qual não foi bem-sucedida pelo facto de o destino ser uma loja comercial que se encontrava encerrada nessa data, situação perfeitamente compreensível. No entanto, desde esse dia até ao momento presente, não foi efetuada qualquer nova tentativa de entrega, nem foi disponibilizado qualquer contacto, atualização de estado ou esclarecimento por parte da Ecoscooting relativamente à situação da encomenda. Considero esta falta de informação e de acompanhamento totalmente inadequada.
Encomenda não entregue e ausência total de resposta ao cliente
No dia 01-12-2025, efetuei uma encomenda na loja online da Tommy Hilfiger, com entrega prevista antes do Natal. A encomenda nunca foi entregue, apesar de ter sido paga na totalidade. Após vários contactos efetuados por email para os endereços oficiais da marca — nomeadamente store@mailing.tommy.com , contact.eu@service.tommy.com e contact.pt@service.tommy.com — não obtive qualquer resposta até à data, o que considero completamente inadmissível. Fui informado anteriormente de que a situação estaria a ser analisada em conjunto com a transportadora (UPS), no entanto continuo sem o artigo, sem reembolso e sem qualquer tipo de acompanhamento ou comunicação por parte da Tommy Hilfiger. A falta de resposta reiterada demonstra um claro desrespeito pelo consumidor e uma gestão muito deficiente da situação, incompatível com a reputação de uma marca desta dimensão. Venho assim solicitar uma resolução imediata, nomeadamente: O reenvio do artigo, ou O reembolso total do valor pago Caso esta situação não seja resolvida com brevidade, reservo-me no direito de avançar com outros meios legais ao meu dispor.
Encomenda não recebida, falta de atendimento e problemas na devolução.
Na primeira semana de dezembro de 2025, fiz uma encomenda online no site da aquário eletrónica, optando pelo pagamento de correio mais caro e, de igual forma, o mais rápido, dado a urgência do mesmo. Havia sites mais baratos, mas optei por esta visto ser a loja que me entregava mais rápido. Passado 1 semana e já passando o prazo de entrega, tentei ligar para lá inúmeras vezes e ninguém atendia. A chamada ia automaticamente abaixo, em cada uma das 6 opções de telefone. Posto isso, pedi então a devolução, onde obtive uma mensagem por email a pedir o número de telemóvel. Enviei o meu iban no dia 30 de dezembro e, até hoje, ainda não consegui reaver o dinheiro para poder fazer a compra noutro sítio. Já mandei email e ninguém me responde, e é uma extrema falta de consideração não dar para ligar pelo telefone visto que a chamada vai abaixo. Estou entretanto ainda á espera do reembolso.
Encomenda com produto trocado
Exmos senhores, Fiz uma compra no site glowshopt no entanto a encomenda entregue nada tem a ver com o produto encomendado. Infelizmente não conferi antes as avaliações do site em questão, só após a chegada da encomenda errada é que fui pesquisar e há imensas queixas do mesmo e da qual não se obtém respostas. Queria obter a devolução do dinheiro ou pelo menos os produtos que paguei. E que não voltem a enganar mais ninguém.
Tommy Hilfiger - Qualidade de serviço ao cliente
Fiz uma encomenda a 09/12/2025 de um casaco tamanho M, o qual foi rececionado no dia 18/12/2025. Logo após a receção da encomenda, verifiquei que o tamanho do artigo recebido não correspondia ao tamanho pretendido, sendo mais pequeno do que o esperado. De imediato iniciei contactos com o apoio ao cliente com o objetivo de proceder à troca do artigo. A encomenda terá sido entregue numa embalagem um pouco danificada, sendo que, por esse motivo, ou até mesmo por descuido meu, perdi a etiqueta de retorno para efetuar a devolução. No entanto, apesar de várias tentativas insistentes de contacto, tanto por telefone como por email, nunca obtive qualquer resposta. As chamadas não foram atendidas e os emails enviados ficaram sem qualquer resposta, demonstrando uma total falta de acompanhamento e de respeito pelo consumidor. As chamadas telefónicas ficam sempre no atendedor a dizer "Welcome to Tommy Hilfiger Costumer Service" insistentemente sem qualquer resposta do outro lado. Após horas e horas de tentativas de contacto, nunca obtive uma resposta. Mesmo no site, não é possível imprimir a etiqueta, pois não aparece a opção, sendo que o produto é legível para troca. Serviço ao cliente paupérrimo.
Encomenda não entregue - possível burla
Exmos. Senhores, No dia 09/12/2025 realizei uma encomenda no site newfeet.pt, com pagamento efectuado no valor de 79,93€. No momento da compra, o site indicava um prazo de entrega de 1 a 3 dias úteis. Até á data de hoje, passado um mês, não recebi o artigo, nem qualquer número de tracking. Após esta situação, encontrei diversas reclamações online de outros consumidores a relatar exatamente o mesmo problema: encomendas pagas, não entregues, o que levanta fortes suspeitas de prática fraudulenta. Entretanto, já contactei o meu banco, que abriu uma reclamação forma por não prestação do serviço. Venho, assim, expor esta situação para alertar outros consumidores e exigir o reembolso total do valor pago, no prazo legal. Caso não haja resolução, irei avançar com denúncia junto das entidades competentes. Cumprimentos, Rita Colaço
MAU SERVIÇO
Serve o presente para solicitar ajuda de V. Exas. relativamente à actuação da Comp. Seguros Ageas, perante um sinistro, que passo a enquadrar.. No dia 15 de Novembro de 2025, estando a minha viatura BL30QI devidamente estacionada (e desocupada), foi embatida pela viatura BN13QA, que se despistou (batendo, também, numa outra viatura BS13QA). Não houve qualquer dano pessoal, tão só danos materiais de relevo. A causadora do embate chamou a PSP, Divisão de Trânsito de Lisboa, que lavrou o respectivo Auto e me informou que a companhia de seguros iria buscar cópia quando necessário. Por tal, foi também indicado que não seria necessário haver lugar a Declaração Amigável. A minha viatura foi retirada do local através dos meios despoletados pela companhia de seguros Ageas, contactada para a linha própria de assistência em viagem. Por ser sábado, a viatura foi removida para as instalações da empresa rebocadora, a qual foi devidamente informada acerca de qual seria a oficina reparadora, para que a viatura fosse para aqui deslocada, o que foi efetivado. A partir deste momento, apesar de ter sido (aparentemente) aberto um processo, uma vez que foi desde logo atribuído o código transcrito em epígrafe, seguiu-se a troca de mails, que se juntam em anexo, bem como inúmeros contatos telefónicos gravados (e, esperemos, que mantidos em arquivo para os efeitos pertinentes) nos termos que a legislação preconiza, acrescida de uma deslocação à Sede da AGEAS, em 15 de dezembro, onde foram dados (de novo) todos os esclarecimentos solicitados e preenchida uma Declaração Amigável (só com a minha assinatura, claro, atendendo às circunstâncias acima descritas) que, só neste momento, foi solicitada. Note-se que tinha passado um mês da ocorrência, tendo há muito decorrido, portanto, as 48H previstas para a intervenção das seguradoras, segundo julgo saber. As iniciativas enunciadas não tiveram resposta concreta para o esclarecimento/resolução do assunto ou outro tipo de indicações ou apoio apenas uma sucessiva indicação genérica de que o caso iria ser avaliado. A pergunta mais premente para mim - O que fazer para resolver a questão? - continuou (continua) sem resposta! Só numa mensagem enviada para o telemóvel do marido da titular do seguro, em 23 de dezembro último, pareceu haver algum desenvolvimento, uma vez que é dito (sic) " 25AAUO681266: confirmamos participação sinistro da viatura BL30QI. vamos entrar em contacto consigo para marcação de peritagem. Ageas Seguros". Uma vez mais, nada aconteceu e, desta feita através de outro telefonema da signatária, foi respondido que a companhia da causadora do acidente, a Generalis, não tinha dado autorização para que a AGEAS prosseguisse o assunto. Foi, por fim, sugerido que acionasse os danos próprios, mas sem que houvesse garantia de ser ressarcida dos custos inerentes. Não tive esclarecimento das razões da contradição óbvia, haveria peritagem ou um descartar de toda a responsabilidade?. Entretanto, contactei a Generali, em desespero de causa para tentar resolver a questão, prestei as informações que me foram pedidas e aguardo resposta desta seguradora (há cerca de uma semana). Em suma, nada foi feito pela AGEAS para ajudar a resolver o problema daqueles que todos os meses cumprem o seu dever de pagar o montante estipulado, considerando que este seguro faz parte integrante de um contrato de financiamento para aquisição de viatura. Passou já muito tempo, sem qualquer vislumbre de quando terei o meu carro reparado, com prejuízos significativos para a minha vida pessoal e familiar e despesas acrescidas pela necessidade de alugar uma viatura. Agradecendo a V/atenção para a questão, coloco-me ao dispor para qualquer esclarecimento, através deste mail ou do telemóvel 961510272 Subscrevo-me atenciosamente Maria Paula Morais
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