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Voo alterado e subsequente voo de ligação perdido
Boa noite, A minha família tinha um bilhete de avião reservado com a TACV para o dia 14 de Abril, de São Vicente para Lisboa (de onde iríamos apanhar outro voo, com a TAP, para Manchester, e daí para o nosso destino final). A reserva (13C5JD) foi efetuada no final de janeiro! No dia 24 de Março, dois meses depois, e quando estávamos quase prontos para viajar para Cabo Verde, fomos informados que a viagem não seria possível no dia 14 e que só havia um voo no dia 15, com partida da Praia. Considerando todos os transtornos que previa, enviei um e-mail a solicitar uma solução para a situação (Anexo 1). Seguiu-se uma série de e-mails meus a pedir que assumissem a responsabilidade por todos os prejuízos financeiros causados (nem sequer mencionei o transtorno psicológico, pois, até que a situação seja resolvida, as férias – que deveriam ser agradáveis – serão repletas de angústia e desconforto). As respostas que nos dão soam como de um robô e dizem quase sempre a mesma coisa: "Pedimos desculpa pelo incómodo..." Deram-nos 3 opções, nenhuma das quais funciona: - 16 de abril, o que parece ridículo porque se o dia 15 já significa duas pessoas a faltar ao trabalho e uma criança a faltar à escola, o dia 16 é ainda pior; - 10 de Abril, o que encurtaria as férias em 4 dias e teríamos de ficar 4 dias em Lisboa (para manter o bilhete da TAP). Além disso, pretendemos - e já pagámos - ficar do dia 12 ao dia 14 em São Vicente (vindo de Santo Antão, o nosso destino final); - 15 de Abril, com partida da Praia, o que significa perder o voo da TAP e o comboio de Manchester, tudo já pago. Como teremos de comprar novos bilhetes de avião (mais bagagem de porão) e bilhetes de comboio, o que implicaria uma despesa substancial que não posso suportar, considerando o esforço financeiro já feito para ir de férias, insisto em perguntar quem assumirá as consequências. Não só não respondem, mesmo depois de eu ter escrito, indignado, após muita calma (Anexo 2), como, mesmo que paguem, gostaria de receber esse valor antecipadamente, pois, caso contrário, não tenho condições para suportar uma quantia tão elevada em despesas totais. Se me puderem ajudar ou indicar algum caminho, ficarei muito grato. NOTA: O meu contacto é +44 7385 8765 05 mas (como no campo do celular diz-me que é invalido) usei outro, apenas para poder publicar minha reclamacao.
Cobranças Indevidas Repetidas
Venho expor linha indignação , após o cancelamento via chamada gravada em dezembro de 2025 no dia 26, tenho recebido faturas todos os meses mesmo não tendo o serviço instalado na minha morada , tendo sempre que perder tempo a ligar e me explicar varias vezes , o cancelamento foi feito por ter mudado de morada e segui tudo que me foi indicado, tenho os comprovativos , HJ recebo uma fatura no valor de 592 euros dizendo ser cancelamento do pagamento a prestações do aparelho , sendo que não recebi as faturas Apenas com o valor do equipamento , recebendo apenas este mês uma fatura no valor de 87 euros referente às prestações em aberto ( já foi pago ). E empresa se mostra mesmo desrespeitosa para com o cliente mesmo estando em erro com o próprio , próximo passo será acionar um advogado já que a empresa Nos , não dá a mínima para o cliente .
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em (08/03/2026) adquiri um/uma produto, da marca Primor, pelo valor de 57,26 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 3 a 5 dias. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e não obtive. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido produto. Cumprimentos.
Fraude sobre subscrição prime
No dia 24/02/26, fiz a reserva de uma viagem e na altura autorizei a pagar apenas o meu bilhete de passagem. Para meu espanto, hoje, dia 27/03/26, entro na minha conta bancária e deparo-me com a retirada de 89,99€ da minha conta, sem a minha autorização. Liguei para a operadora de apoio ao cliente e o assistente disse-me que a partir do momento em que selecionei o bilhete de passagem ao menor preço, automaticamente subscrevi uma assinatura que oferece avisos de bilhetes promocionais. E ainda afirmou que a mensagem de adesão vinha escrita no fim dos termos e condições da compra do bilhete de passagem em letras minúsculas (ou seja, para que o cliente não se aperceba do absurdo). Eu exijo o reembolso imediato dos valores. Entrei no APP Portal da Queixa onde apresentam opiniões mistas. Verifiquei que existem muitos clientes que estão a passar por essa fraude de subscrição eDreams Prime...
Entrega irregular de máquina de lavar e recusa de responsabilidade por produto danificado
Apresentei previamente duas reclamações no Livro de Reclamações Eletrónico (n.º ROR00000000045550283 e n.º ROR00000000045551103), tendo a segunda incluído elementos adicionais e documentação comprovativa. Venho agora solicitar apoio na análise da situação, por considerar que os meus direitos enquanto consumidor não foram respeitados. Adquiri uma máquina de lavar roupa à empresa ATD-RM, entregue em 25/03/2026. A entrega não foi efetuada na morada indicada nem ao destinatário previsto, apesar de terem sido fornecidas duas moradas acessíveis a veículos pesados. O transportador solicitou que o destinatário se deslocasse para outro local, tendo a entrega ocorrido em via pública (Rua do Viso, perto do Mini Mercado Mesquita), sob pressão de que, caso não fosse aceite naquele ponto, a encomenda seria devolvida. Esta situação impediu a verificação adequada do equipamento no momento da entrega. A inspeção apenas foi possível posteriormente, já na residência, tendo sido detectado dano (vidro partido). O problema foi comunicado de imediato à empresa vendedora e ao transportador, existindo registos de chamadas e e-mails que comprovam essa comunicação atempada. Apesar disso, a empresa recusou assumir responsabilidade, alegando incumprimento de prazos e condições de verificação no momento da entrega. No entanto, essas condições tornaram-se impraticáveis devido à forma como a entrega foi realizada, em local inadequado e sob pressão. Importa ainda referir que: A transportadora foi contratada pela empresa vendedora, não sendo da responsabilidade do consumidor; A entrega não ocorreu em condições normais nem no local acordado; Existem testemunhas das circunstâncias da entrega; A comunicação do dano foi feita de forma imediata após a sua detecção; Estão reunidas provas documentais (fotografias, e-mails e registos de chamadas). Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, considero que o bem não foi entregue em conformidade e que não me foram assegurados os meus direitos enquanto consumidor. Pedido: Solicito apoio na defesa dos meus direitos, nomeadamente no reconhecimento da falta de conformidade do bem e na responsabilização da empresa vendedora, com vista à reparação, substituição ou resolução da situação.
falta de internet e dados móveis em casa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à interrupção dos vossos serviços. Na sequência da tempestade Kristin, ocorrida no dia 27 de janeiro, a cidade de Leiria sofreu danos graves nas infraestruturas de comunicação. Contudo, passados dois meses (estamos a 27 de março), a Digi continua sem restabelecer o serviço, ao contrário de todas as outras operadoras da região. Encontro-me sem rede móvel e sem dados móveis, o que me impossibilita de efetuar chamadas (que caem constantemente) ou enviar mensagens. Fui informado por funcionários da Digi que a situação apenas seria verificada mediante reclamação individual. É inadmissível que, após 60 dias e várias tentativas de contacto, o problema persista. Exijo a resolução imediata desta avaria e o respetivo crédito na faturação pelo período em que estive sem serviço. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Mariana Fernandes
QUEIXA e Denuncia
Em meados de setembro de 2025, depois de uma breve sondagem às plataformas de investimento disponíveis no mercado online, decidi abrir uma conta base (superior a 5 mil€) na Mercado-Portals, ( mercado-portals.com) por me ter parecido a mais vantajosa em termos de lucros de acordo com os investimentos nas respetivas contas e montantes. Foi-me atribuído um gestor de conta, Luís dos Santos Magalhães( luis.d@monotrade-group.com). Com o auxílio da APP anydesk e do gestor de conta. Em novembro a minha conta tinha em depósitos acima dos 15 mil€, e com os lucros gerados, rondava os 24mil euros. Quando comecei a falar dos levantamentos e perceber o funcionamento dos mesmos, pareceu-me haver alguma hesitação quer nos passos e autonomia para os fazer, quer na disponibilidade por parte da plataforma e do gestor. Entretanto, foi-me proposta uma operação de investimento muito lucrativa com pacotes de (tesla-coin), com todas as garantias dadas sobre o lucro e sucesso no depósito dos mesmos. Como não tinha dinheiro disponível, por estar investido na minha conta de alto rendimento, duas pessoas de família muito próximas de grande confiança (mãe e tia), emprestaram-me 20 mil euros para o investimento, e a plataforma “ofereceu-me “mais um pacote, por ter adquirido dois. Tudo correu “bem” até à retirada do montante avultado (120 mil US). Ficou pendente na plataforma e foi-me dito que todo o capital tinha sido bloqueado pela Blockchain no valor de 32% (38.400€) por motivos de “Suspeita de atividade / Lavagem de dinheiro / Patrocínio de terrorismo” …o email com um doc. pressupostamente forjado e “falso” foi-me enviado pelo técnico( leo.b@monotrade-group.com), o hacker lá do sitio!!! …a partir daqui começaram outros bloqueios e exigência de pagamento de resgates sobre o capital, mas sempre com a garantia de que todo o capital seria desbloqueado e depositado na minha conta ou ficando liberto. Na carteira Atomic (21.100€ + ou -) e por fim na minha conta na Kraken. Ficamos sem dinheiro eu a minha mãe, e a minha tia bastante lesada. Tive ainda que pedir em crédito pessoal ao meu banco de 15mil € para ajudar no desbloqueio da Atomic… Na Kraken recusei. Em finais de dezembro, uma colaboradora ligou insistentemente dizendo que tinham conseguido negociar o valor na Kraken para 5 mil€, recusei! Em fevereiro de 2026 passou a ser o pagamento de SUAP no valor de 17,800 USDT…QUE É ISTO?! A conta continua a funcionar “mal”, mas ainda não foi bloqueada, mas será, estou certo! Crimes presumivelmente cometidos – Abuso de confiança – Ocultação de informação e informação falsa, burla e fraude fiscal, captação, aprisionamento e desvio de capital… Intervenientes com quem falei neste pesadelo e desgraça - André Mendonça - andre.m@monotrade-group.com ▪ Gonçalo - goncalo.d@monotrade-group.com ▪ Luís dos santos Magalhães - luis.d@monotrade-group.com, e algumas colaboradoras. Naturalmente que, todos estes nomes podem ser falsos. Os números de telefone gerados eletronicamente pelo sistema do portal, mudam sistematicamente, e não é possível retribuir chamadas – 442030265789, 442036956703, 442036956703… Todas as informações e documentação correspondente, serão apresentadas na Polícia Judiciária em mão e na CMVM…se as entidades depois da análise de todo o histórico e documentos encontrarem matéria para a instauração de um processo, pois terá que ser!
Reclamação e pedido de resolução urgente – viatura com defeitos graves
Segue a reclamação formal enviada via e-mail para a empresa em questão: Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura Renault Clio 1.5 DCI, matrícula 19-FO-76, adquirida no passado dia 19-01-2026 através do vosso stand no Virtualcar Auto, em Santo António, Ilha da Madeira. Numa fase inicial, a viatura aparentava estar em condições normais. No entanto, passadas apenas algumas semanas, comecei a verificar um comportamento anómalo e preocupante: o carro “jogava” significativamente ao travar. Paralelamente, o pisca do lado esquerdo encontrava-se avariado, situação que já tinha sido identificada na inspeção. Perante estes problemas, dirigi-me à vossa oficina em fevereiro, onde a viatura permaneceu durante uma manhã inteira. Contudo, após essa intervenção, o carro foi-me devolvido exatamente nas mesmas condições, sem qualquer resolução dos problemas reportados, incluindo o pisca avariado. Foi-me informado pela receção que o comportamento ao travar se devia à qualidade das pastilhas de travão, tendo inclusive sido apresentado um orçamento para manutenção/substituição das mesmas por outras de melhor qualidade, garantindo que, com essa intervenção, o problema ficaria resolvido. Ainda assim, foi também referido que, de resto, o carro não apresentava qualquer outra anomalia. Antes de recorrer a um diagnóstico mais aprofundado, decidi dirigir-me à oficina Vulcanizadora 25 de Abril, na Cancela, para realizar o alinhamento da direção. No entanto, o relatório técnico obtido evidenciou desalinhamentos significativos na suspensão dianteira, nomeadamente diferenças relevantes entre os valores da roda esquerda e direita (sopé, avanço e KPI), incompatíveis com um simples desgaste de utilização. Estes resultados são consistentes com a existência de componentes danificados ou mal montados, nomeadamente manga de eixo empenada, problemas nos amortecedores e falhas na geometria da suspensão, o que explica diretamente o comportamento instável do veículo, especialmente em travagem. Ou seja, o próprio relatório de alinhamento já indicava que não se tratava de um problema de pastilhas, mas sim de uma anomalia estrutural. Dado o agravamento da situação — o carro passou a apresentar instabilidade mesmo sem travagem — recorri posteriormente a um mecânico independente, cujo diagnóstico segue em anexo (documento de peritagem). De acordo com essa avaliação técnica detalhada, a viatura apresenta múltiplos defeitos graves, nomeadamente: Carroçaria: - Falhas na montagem e desalinhamentos; - Falta de molas de fixação no para-choques frontal e resguardos; - Entupimento dos tubos de escoamento de águas pluviais; - Reservatório de água dos vidros em mau estado e com fuga. Mecânica: - Derrames de óleo em juntas secundárias; - Perdas de compressão na admissão; - Fugas de óleo pelos retentores da cambota. Sistema elétrico: - Pisca dianteiro esquerdo sem funcionamento; - Conectores em mau estado no farol; - Suporte de lâmpada inadequado; - Ligação da ficha do ABS danificada no lado esquerdo. Suspensão e travagem (situação crítica): - Amortecedor dianteiro esquerdo danificado, sem pressão, com má fixação e montagem incorreta; - Cabeça do amortecedor danificada; - Foles de proteção danificados e rotos; - Manga de eixo empenada, com camber negativo; - Pastilhas de travão com desgaste acentuado; - Discos de travão com desgaste superior a 60%; - Componentes de travagem de diferentes marcas e qualidades; - Falha no sistema ABS na travagem do lado esquerdo; - Diferença entre amortecedores esquerdo e direito (marca/modelo distintos). Importa salientar que estes danos não são compatíveis com um desgaste de apenas três meses de utilização. Mesmo com uso intensivo, seria impossível causar este nível de degradação em tão curto período de tempo, o que indica claramente que a viatura já apresentava estas anomalias à data da venda. Acresce ainda que, tratando-se de uma viatura comercializada por um stand, seria expectável e exigível que tivesse sido realizado um check-up completo antes da sua venda, de forma a garantir as condições mínimas de segurança e conformidade — o que, face ao diagnóstico apresentado, não se verifica. Face ao exposto, causa-me ainda maior preocupação o facto de, após avaliação nas vossas instalações, ter sido transmitida a inexistência de problemas relevantes, quando, conforme agora se comprova, estão em causa falhas graves que comprometem diretamente a segurança do veículo. Esta situação levanta sérias reservas quanto ao rigor técnico, diligência e transparência no processo de verificação inicialmente realizado. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, a viatura encontra-se abrangida pela garantia legal, sendo da responsabilidade do vendedor assegurar a conformidade do bem. Acresce que, tratando-se de defeitos que se manifestaram nos primeiros meses após a compra, presume-se que os mesmos já existiam à data da entrega, cabendo ao vendedor a sua reparação sem quaisquer encargos para o consumidor. Atualmente, encontro-me sem viatura, sendo esta essencial para o meu dia a dia, sobretudo por ter uma avó dependente a meu cargo. Desta forma, e procurando uma resolução célere e amigável, apresento as seguintes opções: 1. Assumirem o custo total do material necessário para a reparação da viatura, conforme diagnóstico apresentado (valor superior a 500€); ou 2. Garantirem, com caráter de urgência, a reparação completa da viatura numa oficina vossa parceira, assegurando vaga imediata (não sendo aceitável aguardar até maio). Caso optem pela reparação, solicito expressamente que sejam utilizados materiais de qualidade adequada e homogénea, evitando a aplicação de componentes de diferentes marcas ou qualidade inferior, garantindo assim a segurança e fiabilidade da viatura. Informo ainda que, após a conclusão da reparação, irei proceder a uma nova verificação independente da viatura, através de outro diagnóstico técnico, de forma a confirmar a resolução integral dos problemas identificados. Adicionalmente, durante o período em que a viatura estiver imobilizada, solicito que seja assegurada uma solução de mobilidade alternativa (viatura de substituição), mesmo que através de rent-a-car e acionamento do vosso seguro. Peço que analisem esta situação com a máxima urgência, tendo em conta que estou perante um veículo potencialmente perigoso e instável, o que coloca em risco a minha segurança. Caso não obtenha resposta no prazo de 48 horas, reservarei o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor enquanto consumidora. Informo ainda que a oficina responsável pelo diagnóstico consta no documento enviado, estando disponível para qualquer contacto direto da vossa parte. Aguardo uma resposta célere e uma solução adequada à gravidade da situação. Com os melhores cumprimentos, Elisa Mara Pacheco Viríssimo
Reclamação por interrupção prolongada de serviço com impacto profissional
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela MEO, cuja interrupção se verifica desde o passado dia 28 de janeiro de 2026, na sequência de uma tempestade. Apesar de já terem sido aplicados descontos proporcionais à indisponibilidade do serviço, a situação mantém-se sem resolução há cerca de dois meses, o que é manifestamente inaceitável. Importa salientar que o serviço de internet é essencial para o exercício da minha atividade profissional, sendo utilizado diariamente para trabalho. A sua ausência prolongada está a causar prejuízos reais, condicionando significativamente a minha capacidade de cumprir as minhas obrigações profissionais. Durante este período, contactei o apoio técnico diversas vezes (praticamente semanalmente), tendo solicitado repetidamente uma intervenção urgente. No entanto, continuo sem qualquer explicação concreta sobre a origem do problema, nem uma previsão credível para a sua resolução. Assim, venho exigir: A resolução imediata da avaria e reposição do serviço; A apresentação de uma explicação clara sobre a causa do problema; A indicação de um prazo concreto e definitivo para a resolução; A possibilidade de rescisão contratual sem penalizações, caso a situação não seja resolvida com urgência. Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Rafael Fonseca
Falta de profissionalismo e desrespeito
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pelo ginásio Fitness UP da Trofa, no seguimento de uma situação extremamente grave, marcada por desinformação, falta de profissionalismo e total ausência de sensibilidade. No momento da inscrição da minha esposa, realizada ainda na fase final da gestação, foi-nos garantido de forma clara que, após o nascimento do bebé, seria possível suspender os pagamentos durante o período de puerpério. No dia 10 de fevereiro de 2026, entrei em contacto telefónico com o ginásio para confirmar o procedimento necessário, tendo sido orientado de forma simples e objetiva a “enviar um email a informar a situação”. Cumprimos exatamente o indicado, enviando o respetivo email acompanhado da declaração de nascimento. Para nosso espanto, não obtivemos qualquer resposta. Mais grave ainda, os débitos continuaram a ser efetuados. Perante esta situação, realizei várias tentativas de contacto telefónico e desloquei-me inclusive ao ginásio, onde fui informado de que a pessoa responsável apenas se encontrava até às 18h, sem qualquer solução concreta apresentada. Após insistência prolongada, apenas no dia 20 de março foi dada resposta ao email, sendo então exigida uma baixa médica — requisito que nunca foi mencionado anteriormente, nem no ato da inscrição, nem no contacto telefónico inicial. Trata-se de uma exigência impossível de cumprir retroativamente, colocando o cliente numa posição de total desvantagem. No dia 24 de março, desloquei-me pessoalmente ao ginásio para esclarecer a situação, tendo sido confrontado com um atendimento inaceitável da sra Isabel Lopes, desrespeitoso, desprovido de qualquer empatia ou profissionalismo. Foi alegado, de forma incorreta, que o ginásio teria entrado em contacto connosco e que teria falado com a minha esposa — o que é completamente falso, sendo que o contacto associado à conta é o meu. Ainda mais grave, foi a insistência nessa versão, com uma postura inaceitável por parte da responsável, e tentativa de distorção dos factos, colocando em causa a minha palavra e insinuando que estaria a mentir. Esta postura é absolutamente inadmissível, sobretudo tendo em conta que estamos a lidar com uma situação de puerpério, um período particularmente sensível que exige compreensão e respeito. Face a todo este contexto — desinformação inicial, ausência de resposta atempada, alteração de condições sem aviso prévio, cobranças indevidas e um atendimento profundamente desrespeitoso — considero que houve uma falha grave na prestação do serviço, para além de evidenciar uma prática de desresponsabilização por parte da entidade. Desta forma, venho exigir o cancelamento imediato de ambos os contratos, sem qualquer penalização ou pagamento de taxas de rescisão, uma vez que a própria entidade não cumpriu com o que foi inicialmente acordado e prestou um serviço inadequado. Adicionalmente, considero lamentável a tentativa de intimidação ao sugerir que o cancelamento seria mais prejudicial financeiramente do que aceitar a perda dos valores já cobrados, o que demonstra uma postura pouco transparente e desrespeitosa para com o cliente. Trata-se de um caso de claro desrespeito pelos direitos do consumidor, que merece a devida atenção e resolução.
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