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Telemóvel Substituição
Exmos. Senhores, Tenho um seguro, que o iniciei na WORTEN, por uma compra que fiz lá de um Iphone 17 pro. Entretanto, o meu Iphone estragou e na Worten não me deram um telefone de substituição. Liguei ao seguro (que pago mensalmente) para pedir um e disseram que não tenho direito. Como faço, não tendo um telefone extra para me comunicar durante o tempo que não o terei? Trabalho com necessidade de estar contactável e não faz sentido nenhum contratanto um seguro, que não é barato não ter direito a isto. Fico sem palavras realmente, e sem saber o que fazer. Para além de que tenho os meus cartões virtuias sem os poder usar. Agradeço a resposta, Uxue
contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem
Reclamação contra conduta de funcionários e cobrança indevida de bagagem Local: Aeroporto de Budapeste (BUD) Data do Incidente: [18-02-2026] Voo: [W62393] Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao tratamento humilhante e à cobrança indevida de que fui alvo no Aeroporto de Budapeste por parte de duas funcionárias [da companhia aérea/da empresa de handling] no portão de embarque. 1. Cobrança Indevida e Abuso de Poder Fui impedido(a) de levar dois casacos no braço, tendo sido obrigado(a) a colocá-los dentro da mala de cabine, o que resultou numa cobrança suplementar por excesso de volume/peso. De acordo com as normas da IATA e as práticas comuns de aviação civil, vestuário transportado junto ao corpo ou nos braços não deve ser contabilizado como volume de bagagem extra. A exigência foi arbitrária e sem fundamento regulamentar claro. 2. Conduta Antiprofissional e Falta de Civilidade As funcionárias em questão demonstraram uma total ausência de profissionalismo, agindo com extrema rudeza. A postura adotada foi agressiva, com modos rudes e ordens autoritárias, assemelhando-se a um ambiente militar e não a um serviço de apoio ao cliente. Tal comportamento ultrapassou todos os limites do respeito e da dignidade humana. 3. Recusa de Identificação Ao solicitar a identificação das funcionárias para verificar se o número de funcionário constante no recibo era verídico, ambas recusaram exibir os seus cartões de identificação. Recordo que, por normas de segurança aeroportuária e transparência no atendimento ao público, qualquer funcionário em zona restrita deve estar devidamente identificado e não pode recusar o acesso a esses dados quando solicitado por um passageiro em litígio. Conclusão e Pedido Este incidente revela uma grave lacuna na formação destas funcionárias, que desconhecem tanto as regras europeias de transporte como as normas básicas de etiqueta no atendimento. Face ao exposto, exijo: O reembolso imediato do valor pago pela bagagem (150€), uma vez que a cobrança foi forçada pela recusa ilegal de transporte de vestuário no braço; O apuramento de responsabilidades e a aplicação de medidas disciplinares/formação às funcionárias envolvidas. Aguardo uma resposta célere sobre as medidas tomadas.
Encomenda não recebida
Dia 7 de janeiro fiz uma compra no AliExpress no valor de 56.77euros. A encomenda tem o número de CNPRT47104891234004368555 Para meu espanto estamos quase no fim do mes de fevereiro e estou sem encomenda e sem o dinheiro !!! Andei em emails com o AliExpress que diz que quer uma declaração carimbada com o número do rastreio e com o meu email e que se responsablizam pela perda ... A empresa ecoscouting envia me senpre o mesmo email que não foi aceite pelos vários recursos que fiz no AliExpress... Agora até já nem me respondem mais !!! Pior é que a encomenda diz entregue ... Mas a mim foi tudo menos entregue .... E continuo aqui eu sem o dinheiro e sem a encomenda !!!
Pedido de Reavaliação – Artigo com Defeito ao Abrigo da Garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de incumprimento dos meus direitos enquanto consumidora. No mês passado adquiri um anel à empresa Tesouros da Júlia (loja online). Pouco tempo após a entrega, o artigo deixou de apresentar a cor preta original, verificando-se uma alteração significativa no acabamento, o que demonstra falta de conformidade com as características apresentadas no momento da compra. Contactei o fornecedor, enviei comprovativo de compra e fotografias do artigo, solicitando reparação, substituição ou acionamento da garantia. Contudo, a empresa recusou o pedido alegando que foi ultrapassado o prazo de 30 dias previsto na sua política de devoluções. Considero que esta resposta é inadequada, uma vez que não se trata de uma devolução por desistência, mas sim de um defeito do produto, situação que está abrangida pela garantia legal dos bens de consumo. Assim, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me esclarecer sobre os meus direitos e, se possível, mediar esta situação junto do fornecedor. Anexo envio: • Comprovativo de compra • Fotografias do artigo • Cópia da troca de emails Com os melhores cumprimentos, Sonia Pinto
Pedido de devolução
Exmos. Senhores, Em 22.01.2026 comprei-vos, através do vosso site, uma camisola por 34,99€. A referência da encomenda é #1349. Em 04.02.2026, portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda em processamento
Fiz a encomenda dia 12/02/26 logo em seguida recebi um e-mail dizendo que a encomenda foi confirmada, e o dinheiro saiu da conta. Mas já se passaram 7 dias e a encomenda ainda mostra em processamento. Gostaria de atualizações sobre a encomenda. Não foi enviado nenhum número de rastreio.
Portabilidade e mau atendimento
Boa noite venho por este meio mostrar o meu desagrado pois quero fazer a portabilidade e não há meio de aceitarem o meu cvp wtf e já me instalaram a NET na loja e preciso urgentemente de fazer a portabilidade...hoje liguei por volta das 21 h e fui atendido por uma pessoa MT arrogante deixou me em espera várias vezes não respondia ao que perguntava e sempre mt arrogante e acabou por não me ajudar e ainda era irónica espero sinceramente que auditem esta chamada pois isto não é um comportamento normal e está senhora tem que ser chamada atenção para que mais alguém não seja tratado desta forma
Burla
Venho por este meio expor, de forma detalhada, toda a situação que vivi enquanto cliente da CENTURY21 Arquitectos, sediada na Avenida da Carvalha, 564, em Gondomar, por entender que os factos ocorridos merecem ser conhecidos e devidamente ponderados por quem esteja a considerar recorrer aos serviços desta agência. Sou cliente desta empresa e a minha esposa, além de cliente, exerce funções como designer gráfica na mesma há mais de seis anos. Em 2019 vendi a minha primeira habitação com a consultora Carla Silva e todo o processo decorreu dentro da normalidade, razão pela qual mantive confiança na profissional e na agência. Em 2021 equacionei vender novamente a minha casa e voltei a contactar a consultora Carla Silva. Foi realizada uma reportagem fotográfica ao imóvel, mas acabei por não avançar com a venda nessa altura. Já em 2025 decidimos efetivamente colocar o imóvel no mercado. A consultora Carla Silva informou-nos que não seria necessária nova sessão fotográfica, uma vez que as imagens anteriores permaneciam em sistema. Esclareci que, entretanto, tinham sido feitas pequenas alterações, nomeadamente pintura de paredes e outros ajustes que, apesar de não estruturais, alteravam o aspeto do imóvel. Ainda assim, foi-nos transmitido que tal não constituía problema e avançámos com a comercialização. A divulgação online teve enorme adesão: realizámos mais de dez visitas num único dia e recebemos várias propostas, algumas acima do valor anunciado. A consultora Carla Silva aconselhou-nos a aceitar a proposta de um comprador que, segundo nos foi indicado, pretendia adquirir o imóvel para arrendamento. Foi-nos transmitida a ideia de que se tratava de alguém com capitais próprios, o que aumentaria a probabilidade de concretização célere e segura do negócio. Posteriormente verificámos que o comprador recorreu a crédito bancário. A proposta aceite resultou de partilha interna da mesma agência, sendo o comprador representado pela consultora Rosana Costa. Durante o pagamento do sinal relativo ao contrato-promessa de compra e venda, o comprador não cumpriu a data inicialmente estipulada, embora tenha regularizado posteriormente o valor. Optámos por não levantar qualquer questão quanto a esse atraso, mantendo a boa-fé no processo. Entretanto encontrámos a casa que pretendíamos adquirir, a qual incluía todo o recheio. Tendo isso em conta, a minha esposa questionou as colegas responsáveis pela transação se poderíamos deixar alguns móveis no imóvel vendido, explicando que o sofá e o colchão não se encontravam em excelente estado. Foi-nos dito que não haveria inconveniente. A consultora Rosana Costa referiu que, sendo o imóvel destinado a arrendamento, o comprador decidiria posteriormente se aproveitaria ou não o mobiliário. Desde o início, a mesma deu a entender tratar-se de alguém do seu círculo de conhecidos, circunstância que poderá ser demonstrada se necessário. A escritura realizou-se a 5 de novembro de 2025, pelas 9h00, na Caixa Geral de Depósitos, na Rua Gonçalo Cristóvão, no Porto. Às 10h49 desse mesmo dia, o comprador contactou-me diretamente — sem que eu tivesse autorizado a cedência do meu contacto — solicitando que nos deslocássemos ao imóvel, alegando que já tinha falado com o advogado e que iria pedir a revogação da escritura. Perante tal afirmação, eu e a minha esposa dirigimo-nos de imediato ao local. Encontravam-se presentes o comprador e outras pessoas da sua parte. Foi-nos dito que a casa estava suja, que não correspondia às fotografias e que o sofá e o colchão estavam em mau estado. Importa referir que o comprador não tinha visitado pessoalmente o imóvel, tendo sido representado por uma senhora na visita prévia, facto confirmável pela consultora Carla Silva. Propusemos limpar integralmente a casa e contratar um contentor para recolha dos móveis, explicando que a permanência do mobiliário tinha sido validada pela consultora Rosana Costa. Quando esta chegou ao local, o comprador afirmou, na sua presença, que teríamos de entregar 5.000€, sob pena de avançar com a revogação da escritura. Foi-nos transmitido de forma expressa que, caso não pagássemos esse montante, a escritura seria alvo de revogação. Desconhecendo naquele momento o enquadramento jurídico aplicável e temendo consequências graves para o negócio já celebrado — incluindo a compra da nossa nova casa — sentimo-nos sob forte pressão. O pagamento dos 5.000€ foi efetuado exclusivamente por receio da ameaça proferida, e não por reconhecimento de qualquer dívida ou obrigação contratual. Posteriormente, após consulta jurídica, foi-nos esclarecido que não existia fundamento legal que nos obrigasse a qualquer pagamento adicional após a escritura, nem seria juridicamente viável proceder à sua revogação nos moldes invocados. A consultora Rosana Costa não nos prestou qualquer esclarecimento jurídico, referindo tratar-se de um “ato de boa-fé”. Informámos que assumiríamos a limpeza e ficou acordado que nos seria apresentado orçamento. Contudo, no dia seguinte, foi enviado e-mail à minha esposa a solicitar 250€ para limpeza e recolha, informando que os trabalhos já tinham sido iniciados pela mãe da consultora, sem orçamento prévio ou comunicação antecipada. No próprio dia da escritura, como o valor da venda ainda não se encontrava disponível na nossa conta, informámos que não dispúnhamos de saldo para transferir os 5.000€. Foi-nos dito que o pagamento teria de ser feito até às 12h. A própria consultora Rosana Costa transferiu temporariamente 5.000€ para a nossa conta para que pudéssemos transferir o valor ao comprador, montante que lhe devolvemos posteriormente. A minha esposa expôs toda a situação por e-mail à sócia-gerente Joana Resende. A resposta desvalorizou os factos, sugerindo que aproveitássemos a nova casa e não nos preocupássemos mais com o assunto. Relativamente aos 250€, e apesar de entendermos não existir obrigação de pagamento, a consultora Carla Silva referiu que o tema estava a ser comentado internamente e que a minha esposa precisava do trabalho, sugerindo que aceitássemos pagar, indicando inclusive o teor do e-mail a enviar. Sentimo-nos novamente pressionados. Solicitámos por diversas vezes comprovativo dos 5.000€ recebidos pelo comprador, inclusive por carta registada, sem qualquer resposta. A consultora Rosana Costa informou não possuir recibos nem da limpeza nem da recolha. A 11 de fevereiro de 2026 apresentámos queixa no Livro de Reclamações. A resposta da sócia-gerente afastou responsabilidade da empresa quanto a factos posteriores à escritura, alegando que a consultora já não se encontrava como prestadora de serviços. Tal posição causou-nos perplexidade. Cerca de uma hora após essa resposta, recebi mensagem do comprador informando que tinha duas cartas na minha morada antiga. Estranhei a coincidência temporal, dado que o único contacto anterior tinha ocorrido no dia da escritura. Sem retirar conclusões definitivas, considerei a situação incomum. A minha esposa ficou profundamente abalada, sentindo-se desvalorizada enquanto colaboradora e cliente, tendo recorrido a baixa médica por motivo psicológico. Todos os factos descritos encontram-se suportados por documentação: e-mails, registos bancários, mensagens e áudios. A situação está a ser analisada pelos meios legais competentes. Partilho este testemunho em portais públicos para que outras pessoas possam conhecer a nossa experiência e agir com prudência nas suas decisões.
GINOVA - Encomenda não entregue nem reembolsada – compra efetuada a 9 de novembro 2025
Exmos. Senhores No dia 9 de novembro 2025 efetuei a compra de umas sapatilhas através do site da Ginova, utilizando o telemóvel. Já tinha realizado compras anteriormente na mesma loja online, motivo pelo qual confiei na marca e avancei com a aquisição. Apenas após a conclusão da compra fui informada, por email, de que a mesma tinha sido realizada através de um marketplace, sendo a venda assegurada por uma empresa parceira. Essa informação não era clara nem devidamente visível antes da finalização da encomenda, sobretudo na versão móvel do site. Passados mais de 3 meses, continuo sem receber o artigo e sem o reembolso do valor pago. A Ginova não responde aos contactos efetuados, e a empresa parceira (SMOOTH SATURDAY LDA.), embora responda aos emails, fá-lo sem apresentar qualquer solução concreta ou previsão de resolução. Considero inaceitável que uma compra efetuada através do site oficial da Ginova resulte numa total ausência de responsabilidade, independentemente de se tratar de marketplace. Exijo a resolução imediata da situação, com o reembolso integral do valor pago.
Sem internet
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º (A858869031), comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: (estou desde dia 7/02 sem serviço. Desde essa data tenho feito contato via telefone para o numero 16209 quase todos os dia para em busca de uma marcação técnico e em todas as vez não o give successo. A reclamação a respeito da caixa optica foi concludes , a empresa fechou a caixa, tendo assim a resoluçao, entretanto, fecharam a caixa e não corrigiram o problema técnico do meus servicos ou seja, continuo sem internet. No dia 17/02 liguei novamente e consegui um agentamento para hoje dia 18/02 entre o horario das 14:00 ate 17:30 mas o técnico não apareceu e a meo não me informou o por que e nem finalize reagendameto. Ainda hoje 18/02 as 17:00 liguei para linha de apoio técnico que me deixou na fila de espera por exatamente 1 hora ate ser atendido pela senhora que me informou que o técnico iria vir ate as 21:00 horas, mas não veio ate agora 21:55. Depois de 1 hora a espera para ser atendido. nao ligo mais para linha de apoio. pois é uma falta de respeito com o cliente. Quando é hora de pagar o serviço tem que ser na data que escolhem mas na hora de resolver um problema tenho que ter paciencia. Estou a 13 dias sem internet. Espero Que este problema seja resolvido ate 21/02, caso nao Cora, vou pedir um cancelado do contrato do serviço segundo a lei do consumidor. Quero informant que farei essa mesma reclamação na ANACOM e também no Centro de Arbritagem de Conflitos de consumo. Cumprimentos. Lorena lemos fagundes
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