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Não é ar condicionado
Boa tarde. Comprei online um produto que estava anunciado como ar condicionado, mas na verdade trata-se apenas de um climatizador. Assim que percebi esta situação, solicitei de imediato o cancelamento da compra, mas mesmo assim a encomenda foi enviada. Como não estava presente no momento da entrega, a encomenda foi aceite por outra pessoa. Quero proceder à devolução e receber o reembolso do valor pago. Já tentei contactar a empresa por vários números de telefone e por e-mail, mas não obtive qualquer resposta. Peço que resolvam esta situação rapidamente, caso contrário, terei de procurar outras soluções. Obrigado.
Faturação em desacordo com valor confirmado por escrito pela Vodafone
Venho apresentar reclamação relativamente à faturação do meu contrato. Em 18 de dezembro de 2025, na sequência da ocorrência n.º 6607376, a Vodafone reconheceu expressamente a existência de uma divergência na faturação a meu favor e comunicou, por escrito, o seguinte: "Assim, procedemos à correção do valor de desconto da velocidade de Internet (serviços suplementares na fatura), ficando a partir de agora o valor da mensalidade em € 41,20 (com IVA)." Na mesma comunicação, a Vodafone informou ainda que tinha sido solicitado o acompanhamento da fatura seguinte "de forma a verificar que o valor já vem correto, com o desconto adicionado". Perante esta comunicação, ficou inequivocamente estabelecido pela própria Vodafone que o valor mensal a cobrar passaria a ser de 41,20€ (IVA incluído), tendo sido inclusivamente emitida nota de crédito para regularização da situação. Contudo, a Vodafone continua a recusar a aplicação deste valor, alegando que o montante atualmente faturado resulta do aumento tarifário aplicado em 09-01-2026 e comunicado em novembro de 2025. Esta justificação é contraditória com a comunicação enviada pela própria Vodafone em 18-12-2025. Com efeito, essa comunicação é posterior à alegada informação sobre o aumento de preços enviada em novembro de 2025, pelo que o valor de 41,20€ já deveria refletir todas as condições comerciais e atualizações tarifárias conhecidas e aplicáveis nessa data. Acresce que a Vodafone não comunicou que o valor de 41,20€ seria temporário, provisório ou sujeito a novo recálculo decorrente do aumento tarifário. Pelo contrário, afirmou expressamente que "a partir de agora o valor da mensalidade" seria 41,20€, criando uma legítima expectativa de que esse seria o valor contratualmente devido. Assim, solicito: 1. A correção imediata da mensalidade para o valor de 41,20€ (IVA incluído), conforme comunicado pela Vodafone em 18-12-2025; 2. A devolução ou crédito de todos os montantes cobrados em excesso desde essa data; 3. A apresentação de fundamentação documental que justifique por que motivo a Vodafone desconsidera a comunicação escrita enviada ao cliente em 18-12-2025, na qual definiu expressamente o valor mensal a cobrar. Importa ainda referir que, ao longo dos últimos meses, procurei resolver esta situação de forma amigável através de diversos contactos com o apoio ao cliente da Vodafone. No entanto, as respostas recebidas limitaram-se, de forma reiterada, a justificar o valor faturado com o aumento tarifário de janeiro de 2026, sem que fosse devidamente analisada a questão concreta que apresentei. Em várias ocasiões, ficou a clara perceção de que a reclamação não estava a ser efetivamente apreciada, sendo utilizadas respostas padronizadas e genéricas sobre o aumento de preços, ignorando por completo o facto de a própria Vodafone ter comunicado posteriormente, em 18/12/2025, que a mensalidade passaria a ser de €41,20. Esta postura inviabilizou a resolução do problema e motivou a presente reclamação que apresentei também no livro de reclamações.
Reclamação por falha na prestação do serviço de transporte e pedido de reembolso
Venho apresentar reclamação relativamente a uma viagem de autocarro que adquiri entre Évora e Vila Real de Santo António, incluindo ida e volta. No dia da viagem de regresso, o motorista informou-me que deveria sair em Beja para efetuar a ligação para Évora. Essa informação constava igualmente no bilhete adquirido, pelo que segui as instruções fornecidas e saí em Beja. Contudo, após a chegada a Beja, verifiquei que o autocarro de ligação para Évora não apareceu. Perante a situação, contactei telefonicamente um funcionário da bilheteira de Évora, que me informou que, segundo o seu conhecimento, nem sequer existia um autocarro de ligação de Beja para Évora naquele horário. Como consequência direta desta falha da transportadora, fiquei impossibilitado de concluir a viagem até ao destino final indicado no bilhete. Além da perda do valor pago pelo serviço contratado e não prestado, tive ainda despesas adicionais, uma vez que foi necessário que me viessem buscar de automóvel para regressar a Évora, originando custos de combustível. Considero que a transportadora incumpriu as condições do transporte contratado, ao vender um bilhete com uma ligação que não foi assegurada e ao não disponibilizar alternativa adequada para concluir a viagem. Assim, solicito: O reembolso integral do valor correspondente aos bilhetes afetados; A compensação pelos custos adicionais suportados com o transporte alternativo necessário para regressar a Évora; Um esclarecimento formal sobre os motivos que levaram à inexistência da ligação indicada no bilhete.
Atraso excessivo na reparação em garantia e mau atendimento ao cliente
Exmos. Senhores, Concessionário: Carby Alfragide Marca: Dacia website: dacia.carby.pt numero telefone: 21 765 2762 morada: Av. Marconi, 2720-413 Amadora Venho apresentar uma reclamação formal contra a Carby/Dacia relativamente à forma como o meu processo de garantia está a ser tratado. O meu veículo Dacia tem menos de um ano de utilização e cerca de 30.000 km. Quando ocorreu a avaria, contactei a oficina e fui informado de que deveria entregar o veículo e que a situação seria analisada e resolvida no prazo aproximado de uma semana. Com base nessa informação, entreguei o veículo na oficina. No entanto, após mais de duas semanas de espera, fui informado de que o veículo apenas será aberto para diagnóstico no dia 23 de julho. Foi-me ainda comunicado que essa data serve apenas para o diagnóstico inicial e que, caso seja necessária a encomenda de peças, a reparação poderá demorar mais um ou até dois meses. Se me tivesse sido comunicado desde o início que não existia disponibilidade para analisar ou reparar o veículo num prazo razoável, teria optado por outra oficina autorizada. Neste momento, além do tempo já perdido, poderei ainda ter de suportar custos adicionais de reboque para transferir o veículo para outro local. Foi também referido que apenas após a desmontagem do veículo será decidido se a avaria está abrangida pela garantia. Foi-me indicado que, caso a garantia não seja aceite, poderei ter de suportar um custo superior a 2.000 euros. Esta situação deixa-me extremamente preocupado, tendo em conta que se trata de um veículo praticamente novo e ainda dentro do período de garantia. O veículo pertence à minha empresa e é essencial para a atividade profissional. A sua imobilização durante um período tão prolongado está a causar prejuízos significativos. Desloquei-me pessoalmente à oficina para pedir ajuda e solicitar uma solução mais rápida. Infelizmente, senti falta de disponibilidade para colaborar e fui tratado de uma forma que considerei desrespeitosa e pouco profissional. Após mencionar a intenção de apresentar uma reclamação formal devido aos atrasos verificados, fiquei com a perceção de que a situação se tornou ainda mais difícil, tendo sido mantida a data de 23 de julho para o início do diagnóstico. Esta situação aumentou a minha preocupação quanto à imparcialidade e à correta gestão do processo. Neste momento, sinto-me desprotegido enquanto cliente e preocupado com os custos que me poderão ser apresentados, bem como com a forma como a reparação será conduzida. Peço, por favor, a vossa intervenção e ajuda para que esta situação seja resolvida de forma justa, transparente e célere. Solicito: 1. A análise urgente do veículo; 2. Uma posição clara e imediata sobre a cobertura da garantia; 3. A reparação do veículo num prazo razoável; 4. Uma solução de mobilidade alternativa ou compensação pelos prejuízos causados pela imobilização do veículo; 5. A análise da forma como fui atendido durante este processo. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e colaboração para resolver esta situação. Com os melhores cumprimentos.
Cobrança indevida de valores
Tive várias cobranças no meu cartão da amazon. com a referência de ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 com cobrança no total de -45,65 no dia 20/06/2026. E foi feita várias cobranças assim: ANU AUT 8195 AMAZON 20260619 -1,01 ANU AUT 8195 AMAZON 20260619 +1,01 ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 -43,63 ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 - 1,01 ANU AUT 8195 AMAZON 20260620 +1,01 Dizem que foi por causa da minha conta de vendas da amazon, mas eu NUNCA USEI A CONTA DE VENDEDOR, NUNCA VENDI NADA. E mesmo assim me cobraram estes valores. Cobraram 26,85€ e 43,63€. Quero meu dinheiro de volta, já entrei em contacto com meu banco, já mandei mensagem para a amazon, mas tratam com descaso. Esses valores são indevidos. E não autorizei nenhum deles.
Exclusão injustificada de garantia e falta de fundamentação técnica
Exmos senhores, Em janeiro de 2026 adquiri na FNAC Coimbra um monitor Samsung Odyssey G5 32", vendido como artigo de exposição. No momento da compra foi-me indicado que o equipamento se encontrava em exposição há poucos dias. Por precaução, adquiri também uma extensão de garantia FNAC/SPB. Após cerca de três meses de utilização normal e cuidada, o monitor apresentou subitamente linhas verticais e horizontais verdes/amareladas e acabou por deixar de funcionar. Não sofreu qualquer queda, impacto, pressão ou utilização indevida. Tirei fotografias da avaria no próprio dia em que esta surgiu (24/03/2026), ficando assim registado o estado do equipamento antes da sua entrega para assistência. O monitor foi posteriormente entregue na FNAC Coimbra. No momento da receção foi efetuada uma pré-avaliação presencial pelos colaboradores da loja, tendo sido registada apenas a anomalia descrita por mim ("riscas verticais e horizontais verdes, sem razão aparente"). A base e os cabos foram desmontados pelos próprios colaboradores. Não me foi comunicado qualquer dano físico relevante no painel. Após semanas sem equipamento, recebi um orçamento de reparação de 252,95€, valor superior ao preço pelo qual o monitor foi adquirido. A garantia foi recusada com a indicação genérica de que o LCD se encontrava danificado internamente. Solicitei repetidamente fundamentação técnica detalhada, fotografias e esclarecimentos sobre a origem do alegado dano. Foi-me inicialmente enviada apenas uma fotografia desfocada e um documento muito resumido. Mais tarde, após várias insistências, foi-me entregue um "relatório técnico" de três páginas que, na prática, apenas repete que o LCD se encontra danificado e que se aplica orçamento para substituição do ecrã. Em nenhum momento me foi explicado: - qual a causa do alegado dano; - como foi determinado que o mesmo é imputável ao consumidor; - se existe ponto de impacto ou pressão identificável; - ou qual a fundamentação técnica concreta para excluir a garantia legal. Não contesto que o LCD esteja danificado, uma vez que foi precisamente por esse motivo que entreguei o equipamento para reparação. O que contesto é a inexistência de fundamentação técnica que demonstre que esse dano resulta de utilização indevida da minha parte e justifique a exclusão da garantia. Acresce que o equipamento foi vendido como artigo de exposição, situação que considero relevante para avaliação do caso. Após mais de dois meses de processo, o monitor foi-me devolvido sem reparação, continuando eu sem compreender os fundamentos técnicos que levaram à exclusão da garantia. Solicito apoio na análise desta situação e esclarecimento sobre os direitos que me assistem enquanto consumidora.
Acidente com objeto metálico presente na via da auto estrada
No dia 23-06-2026, cerca das 18:20h , circulava na A1 no sentido Sul – Norte, km 289.4 , quando a minha viatura embateu num objeto metálico de grandes dimensões que se encontrava na faixa de rodagem. O embate foi inevitável e provocou danos significativos na parte inferior da viatura, tendo sido necessário imobilizar o veículo imediatamente após a ocorrência por questões de segurança. Posteriormente, foi possível verificar que o objeto em causa aparentava ser um disco de travão pertencente a um veículo pesado, facto que foi igualmente observado no local pelo colaborador da Brisa que prestou assistência. Na sequência do impacto, a viatura sofreu danos visíveis relevantes, incluindo perfuração do piso do habitáculo e danos estruturais na parte inferior do veículo e possivelmente outras não visíveis no local . De momento, não é ainda possível determinar a totalidade dos danos causados, uma vez que a viatura foi entretanto encaminhada para oficina, encontrando-se em avaliação técnica para apuramento completo dos componentes afetados e respetivo orçamento de reparação. A ocorrência foi comunicada de imediato à Brisa, tendo uma equipa de assistência comparecido no local e efetuado o respetivo registo da ocorrência. Foi igualmente acionada a Guarda Nacional Republicana, que tomou conta da ocorrência e efetuou o respetivo registo no local. Venho por este meio solicitar a abertura do processo de averiguação e responsabilização relativamente aos danos causados na minha viatura, resultantes da presença deste objeto perigoso na faixa de rodagem da autoestrada concessionada. Tenho os elementos e registos fotográficos atualmente disponíveis, ficando desde já reservado o envio posterior de informação complementar relativa à avaliação mecânica e aos danos totais apurados pela oficina. Aguardo o vosso contacto e indicação dos próximos procedimentos.
NISS
Assunto: Reclamação – Atraso na atribuição de NISS com proteção temporária Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao meu pedido de atribuição de NISS com proteção temporária junto da Segurança Social. No dia [data do pedido], foi submetido o pedido de NISS com proteção temporária, destinado a permitir a regularização da minha situação e acesso aos respetivos direitos associados. No entanto, até à presente data, já foram efetuados vários pedidos, não tendo sido ainda prestado um esclarecimento concreto sobre o estado do processo ou sobre a previsão de conclusão. Esta situação está a causar-me constrangimentos significativos, uma vez que dependo da regularização deste número para efeitos de trabalho. Tentei obter informações através dos canais disponíveis, nomeadamente Segurança Social e atendimento, sem que tenha sido possível obter uma resolução ou indicação clara sobre o andamento do processo. Face ao exposto, solicito a regularização urgente do meu pedido de NISS com proteção temporária, bem como informação detalhada sobre o motivo do atraso e previsão de conclusão do processo. Sem outro assunto, apresento os meus melhores cumprimentos.
Máquina de lavar roupa avariada
Exmos. Senhores, Comprei uma máquina de lavar roupa, marca Candy, Modelo CBW 48TWME-S, na Worten Online, em 14 de agosto de 2025. Está dentro do prazo de garantia, mas já foi reparada duas vezes, por técnico enviado pela Worten, mas o problema não ficou resolvido. Continua avariada, apresentando o erro 08 (que segundo o que pesquisei não representa um problema simples de resolver). Já apresentei reclamação no livro de reclamações online e carta formal pedindo a devolução do preço pago pelo aparelho, pois continuo há muito tempo a pagar lavagens de roupa fora de casa. Contudo recebi esta resposta da Worten: “Está o processo de reparação em curso com o nº de ID 3321173 pelo que deverá aguardar a respetiva análise por parte da marca, sendo que a decisão quanto ao procedimento a adotar resulta sempre da apreciação técnica efetuada pela marca, em conformidade com as normas e critérios legais e técnicos aplicáveis”. Penso que nos termos do Decreto Lei n.º 84/2021, a responsabilidade pela conformidade do bem é do vendedor, não podendo este remeter o consumidor para o fabricante (de acordo com o n.º1 do artigo 12). Perante a persistência do defeito após reparações, e despesas adicionais arcadas por mim, com lavagens de roupa pagas no exterior, julgo que não posso ser obrigado a aceitar a presença sucessiva de técnicos em minha casa e terei direito à devolução do valor da compra sem custos.
Produtos podres
Venho apresentar reclamação relativamente a uma encomenda efetuada no Continente Online, na qual recebi diversas frutas em condições inadequadas para consumo, encontrando-se amassadas, podres e com presença de bolor. As frutas nestas condições foram os pêssegos, uvas e cerejas. Após a entrega, entrei em contacto com o apoio ao cliente por diversas vezes, reportando a situação e solicitando uma solução. Contudo, já decorreram cerca de duas semanas sem que tenha recebido qualquer resposta ou resolução por parte da empresa. É uma situação inaceitável, não só pelo prejuízo financeiro sofrido, mas também por se tratar de géneros alimentícios destinados ao consumo familiar. Recordo que, nos termos do artigo 14.º do Regulamento (CE) n.º 178/2002, é proibida a colocação no mercado de alimentos que não sejam seguros ou que sejam impróprios para consumo humano. Adicionalmente, o artigo 17.º do mesmo Regulamento estabelece que os operadores do setor alimentar são responsáveis por garantir o cumprimento dos requisitos legais de segurança alimentar. Solicito, com caráter de urgência, a devolução do meu dinheiro, bem como um esclarecimento para a ausência de resposta às minhas reclamações anteriores.
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