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Filinto Mota - Reclamação formal – aquisição de viatura mitsubishi canter
Em nome de Sousa Loureiro & Loureiro Lda., vimos apresentar reclamação formal contra o Grupo Filinto Mota, relativa à aquisição de uma viatura Mitsubishi Canter FEB01E 3C15 D (7 lugares), negociada com o comercial Sr. Paulo Silva (FILINTO MOTA Paredes - Usados) . Em 26/11/2025 questionámos expressamente se o vídeo enviado correspondia à viatura anunciada, tendo sido confirmado por escrito que "é essa mesma". Com base nessa confirmação, acordámos o valor e pagámos 134,94 € para reserva, devidamente confirmada por escrito pelo comercial. Ao analisar o contrato de financiamento, verificámos que a matrícula não correspondia à viatura reservada. Questionamos o comercial e só nesse momento é que fomos então informados de que a viatura inicial teria sido vendida após o pagamento da nossa reserva. Foi apresentada alternativa por fotografias, mas, após verificação presencial, constatámos que o estado não correspondia ao anunciado. Foram prometidos trabalhos de recondicionamento que não foram integralmente cumpridos (recondicionamento da caixa de carga e colocação dos taipais). Durante este período, a nossa empresa ficou privada de viatura essencial à atividade, suportando custos de aluguer junto da FirstRent (empresa do mesmo grupo) e desistindo de outra aquisição, mantendo-se até à data sem viatura e com prejuízo económico. Confirmámos ainda junto do Instituto dos Registos e do Notariado que a viatura inicial reservada apenas foi registada como vendida em 19/01/2026 à FirstRent (empresa do mesmo grupo), sentimos enganados porque reservamos a carrinha no dia 26/11/2025. Perante a nossa insistência no cumprimento do acordado, foi comunicada a resolução unilateral do contrato pelo Sr. Sérgio Carvalho, com proposta de devolução em dobro do sinal. Consideramos existir prática suscetível de induzir em erro, violação da boa-fé e incumprimento contratual com prejuízo. Requeremos apreciação formal, apuramento de responsabilidades e solução integral para os prejuízos causados. Um grupo com praticamente 92 anos de história não pode ser representado por comportamentos desta natureza. Atitudes como estas desvirtuam os valores que sempre os caracterizaram e prejudicam seriamente a imagem construída ao longo de gerações. [Maria Leonor de Sousa Loureio] [Sócia-Gerente] Sousa Loureiro & Loureiro Lda.
Renovação não autorizada eDreams Prime
No dia 15 de fevereiro de 2026 foi-me debitado via PayPal o valor de 89,99 €, referente à renovação automática da subscrição eDreams Prime, a qual não autorizei. Não recebi qualquer notificação prévia com antecedência adequada a informar sobre a renovação automática da subscrição, conforme exigido pela legislação de proteção do consumidor. Verifiquei todas as pastas do meu correio eletrónico, incluindo spam e lixo eletrónico, e confirmo que não recebi qualquer aviso antes do débito. A primeira comunicação que recebi por parte da empresa foi apenas a confirmação de que o pagamento já tinha sido processado e a subscrição renovada, não me tendo sido dada oportunidade de cancelar previamente. Considero esta prática abusiva e contrária aos meus direitos enquanto consumidor. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente do artigo 4.º relativo ao dever de informação prévia clara e completa, dos artigos 10.º e 11.º que consagram o direito de livre resolução no prazo de 14 dias e do artigo 24.º que estabelece que o consumidor não é responsável por pagamentos não autorizados. A subscrição foi cancelada no próprio dia em que o débito foi realizado e solicito expressamente que o estorno do valor de 89,99 € seja efetuado para o mesmo cartão ou meio de pagamento utilizado. Caso o montante não seja restituído num prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação formal e de contestar o pagamento junto da minha instituição bancária por se tratar de uma cobrança não autorizada. Aguardo a vossa resposta e confirmação do cancelamento e do reembolso com caráter de urgência.
03 meses sem faturas
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º AG-251028-3100924 comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde (Dezembro de 2025). Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
Falta de luz
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato a que corresponde o CPE PT0002000012069931 EV, comunico que estou sem serviço de eletricidade há mais de 48 horas. Reportei uma avaria na segunda feira dia 16/02/2026 de madrugada na qual deixei claro que a mesma viria do quadro dentro de casa que estava a dar sinal de curto circuito, foram alterando a hora para a suposta reparação, ás 00:42 de terça feira tinha uma notificação na aplicação a dizer que o problema estava resolvido o que tal não aconteceu. Voltei a reportar a avaria é uma vez que tive a mesma resposta de estarem a alterar o horário de hora a hora chamei um eletricista a casa o qual constatou que a voltagem que está a ir do contador para dentro de casa é muito superior ao permitido por lei e que me informou que após eu ter reportado a avaria o piquete teria que no prazo máximo de 2 horas de estar em minha casa o que é certo é que estou á espera até agora e a informação disponível na aplicação é de que previam resolver o problema até às 00:00 de hoje. É inadmissível que a linha de apoio ao cliente não tenha acesso aos técnicos que andam no terreno. Solicito o restabelecimento imediato da eletricidade e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos.
Recusa de indemnização adequada por cadeira auto de bebé após acidente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTeste relativamente à atuação da seguradora Tranquilidade – Companhia de Seguros, S.A., no âmbito da regularização de um sinistro automóvel do qual o seu segurado foi responsável. Na sequência do acidente, ficou comprometida uma cadeira auto de bebé (Sistema de Retenção Infantil) que se encontrava instalada no meu veículo. De acordo com as orientações técnicas do fabricante e do representante autorizado da marca em Portugal, qualquer cadeira auto envolvida num acidente rodoviário deve ser obrigatoriamente substituída, independentemente da gravidade do embate ou da existência de danos visíveis, por inexistir método fiável que permita garantir a integridade estrutural interna após impacto. Essa orientação foi formalmente comunicada à seguradora através de declaração técnica emitida pelo representante da marca, bem como mediante apresentação da fatura de aquisição da cadeira. Apesar disso, a Tranquilidade: • recusou a reposição integral do dano; • exigiu de forma reiterada uma avaliação técnica individual da cadeira, documento que não é tecnicamente possível nem emitido para este tipo de equipamento, precisamente por razões de segurança; • apresentou sucessivas propostas parciais (200 €, 300 € e, por fim, 450 €), todas insuficientes para permitir a aquisição de uma cadeira nova equivalente. A seguradora mantém a sua posição, afirmando que não pagará valor superior a 450 €, aplicando critérios de desvalorização comercial a um equipamento que não pode ser equiparado a um bem comum, por se tratar de um dispositivo de segurança infantil. Esta atuação contraria o princípio da reconstituição natural do dano, previsto no artigo 562.º do Código Civil, uma vez que, se o acidente não tivesse ocorrido, a cadeira continuaria a ser utilizada. A necessidade de substituição resulta exclusivamente do sinistro, não existindo qualquer enriquecimento da minha parte. Entendo que a posição da seguradora: • é tecnicamente infundada; • é juridicamente incorreta; • e coloca em causa a segurança de uma criança, ao tratar um Sistema de Retenção Infantil como um bem sujeito a simples depreciação económica. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste para: • analisar a legalidade da atuação da seguradora; • intervir junto da entidade reclamada; • e promover a correta regularização do sinistro, assegurando uma indemnização compatível com a natureza do bem danificado e com a legislação aplicável. Cumprimentos.
Encomenda paga e não entregue
Em 07/05/2025 efetuei uma compra no valor de 51,67€, como o material passados quase 30 dias não era entregue, questionei a empresa sobre o atraso tendo sido informado que não havia em stock e que só teria duas alternativas, esperar ou cancelar a encomenda, tendo opta pela última. Fui informado que a devolução do valor seria efetuada passados 14 dias úteis, o que não veio a acontecer. Após várias trocas de mensagens, em 21/07/2025 fui informado que o reembolso iria ser efetuado, inclusivamente enviaram a referência (SOW25/5939) e até este momento não recebi rigorosamente nada, pelo que aconselho a não comprarem qualquer equipamento nesta loja (eurobikes.pt) porque podem ser burlados.
Alteração contador trifásico para monofásico
Exmos senhores, Na sequência do pedido de alteração de contador de monofásico para trifásico efetuado no dia 9/2 via telefone e com posterior envio do certificado solicitado para o e-mail da Repsol no mesmo dia 9/2 para clientes_reygpt@repsol.com, sendo que no dia 11/2 voltei a ligar para a linha de apoio ao cliente para saber o ponto de situação e a operadora disse-me que já tinham remetido o meu pedido de alteração para a ERedes. No dia 18/02 liguei para a ERedes para confirmar a informação da Repsol e disseram-me que não tinham recebido nenhum pedido por parte da Repsol, pelo que se conclui que a Repsol não é credível nas suas informações e que me enganaram ao dizer que já tinham remetido o pedido a ERedes. Face ao exposto, solicito que apresentem esta minha reclamação junto da Repsol. Muito obrigada, Sílvia Sousa
Faturas
Venho por este meio dizer que é uma vergonha pois tou dês do dia 23 de janeiro sem serviços, sempre a mandar mensagens que estão a arranjar o problema agora tem um maior e por cabos . E a fatura veio igual para pagar, tou na Marinha Grande onde foi tudo com a tempestade e a nós ainda quer faturar os serviços que nós não temos ? Liguei para eles deram me créditos de 20 € e outro de 30 que só pode ir para a faturação de abrir . Não estou a entender? Tenho de pagar para não ter serviços ?
Encomenda não recebida
Bom dia! O meu nome é Lara Ferreira. Fiz uma encomenda que deveria ter sido entregue no dia 13/02. O número da encomenda é 02692H208099 e o estado de envio não é atualizado até agora, indicando que ainda se encontra retida em Parada de Cunhos. Entrei no site do Portal da Queixa e há inúmeras queixas semelhantes desta empresa. Agradecia apenas uma atualização ou pelo menos saber se posso ir lá buscar a minha encomenda. Muito obrigada!
cobrança indevida
ola em 2024 precisei retornar ao Brasil por motivos de saude de meu pai,motivo esse muito jussto pois meu pai se encontrava numa situaçao mnuito grave .precisei entregar meu carro que era financiado de forma amigavel a Credibom e foi dito que estava tudo certo agora vejo meu nome no banco de Portugal pela divida .preciso voltar para Portugal para resolver assuntos pessoias e nao consigo pois meu nome esta no banco de Portugal e um IUC nas finanças gostaria de esclarecimentos e resolver de uma forma tranquila essa questao com a Credibom Gostaria de respostas e soluçao para meu problema Roseliton Temoteo
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