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Cobranças irregulares
Esta instituição está sempre a cobrar dinheiro a mais e agora tenho que pagar para a.minha.filha deixar o ginasio... portanto pago quando ela nao vai usufruir mais ate porque tem ja outro... cobram multas inexistentes. Nao tiram a quinzena e depois nem avisam e cobram a dobrar com multa... sao umas atras das outras... uma vergonha de ginasio
Encomenda cancelada sem pré-aviso ao fim de 69 dias
Exmos senhores , após diversas tentativas por email e telefone , que até ao momento não surtiram qualquer efeito, venho por este meio e mais uma vez tentar resolver o meu problema da melhor maneira . A 6 de Março comprei online um Controlador Pionner ( PVP € 1249,99 ) , com 15% de desconto direto mais 15% de desconto em talão, que no momento da compra informava que previam entregar até 6 de Abril. No entanto essa data foi ultrapassada e desde aí tenho pedido informaçoes semanalmente ás quais me têm respondido que estão a tentar resolver a situação e á qual eu tenho aguardado pacientemente. No entanto , passado 69 dias da compra cancelaram a encomenda e devolveram o dinheiro sem mais nem menos enviando-me apenas um email a informar que como ainda não tinham informaçoes sobre o artigo cancelaram a encomenda porque tinham passado mais de 30 dias ( que na realidade já tinham passado 69 ) . Situação esta que eu não aceito de modo algum e que pretendo ver resolvida de maneira justa.
Atraso na entrega da encomenda da Pull&Bear e pela Paack
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atraso de uma encomenda da Pull&Bear, transportada pela Paack. A encomenda tinha data prevista de entrega para o dia 18/05/2026, no entanto, até à presente data, 21/05/2026, continua sem ser entregue. Desde o primeiro atraso que tenho tentado obter informações e uma solução concreta junto do apoio ao cliente da Pull&Bear, mas sem sucesso. As únicas respostas fornecidas foram que “estão a contactar a transportadora” e que “mais tarde entram em contacto”, sem qualquer atualização útil ou previsão real de entrega. Além da falta de resolução, o atendimento prestado foi inconsistente e pouco profissional. Uma assistente chegou mesmo a dizer que seria eu a ter de contactar diretamente a transportadora para obter informações, enquanto outro colaborador afirmou posteriormente que essa responsabilidade pertence à própria Pull&Bear. O que também cheguei a contactar a transportadora e não me atenderam. Considero inaceitável: * O atraso excessivo da entrega sem explicações claras; * A ausência de acompanhamento eficaz da situação; * A falta de transparência relativamente ao estado real da encomenda; * O atendimento contraditório e, em alguns momentos, pouco educado. Enquanto cliente, espero um serviço minimamente organizado, com acompanhamento adequado e respeito pelo consumidor. Até ao momento continuo sem a encomenda nem uma solução concreta apresentada pela Pull&Bear. Solicito que esta situação seja analisada e que seja dada uma resolução rápida, seja através da entrega imediata da encomenda ou de outra solução adequada ao transtorno causado.
Cancelamento não solicitado de viagem
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma nova reclamação relativa ao cancelamento indevido de um voo Cidade do México – Lisboa, previsto para o dia 18 de abril de 2026, após múltiplas tentativas de resolução diretamente com a Iberia. A reserva estava programada para 2 passageiros com uma viagem marcada para o dia 1 de abril de 2026, com partida de Lisboa para a Cidade do México. No entanto, por motivos laborais, um dos passageiros teve necessidade de viajar para o Brasil, impossibilitando assim a realização do voo de ida, mas não do voo de regresso. Por esse motivo, no dia 31 de março de 2026, entrei em contacto com a Iberia para informar que um dos passageiros não poderia realizar o voo de ida (Lisboa - Cidade do Mexico). No entanto, deixei expressamente claro que ambos os passageiros realizariam o voo de regresso (Cidade do México - Lisboa). Solicitei APENAS o cancelamento do voo de ida do segundo passageiro. Em três chamadas posteriores com agentes diferentes, realizadas com o objetivo de confirmar que tudo se encontrava regularizado, fui sempre informado de que o voo de regresso permanecia confirmado para ambos os passageiros. Contudo, no dia 16 de abril de 2026, fui notificado de que a reserva do segundo passageiro tinha sido cancelada, o que nos obrigou a adquirir um novo voo de emergência no valor de 1.245,06€, acrescido de despesas de deslocação do aeroporto (80€) para tentar resolver presencialmente esta situação. Foram já apresentadas várias reclamações junto da Empresa Iberia, com os seguintes números de seguimento: 1. 20260331-72243013 2. 72798895 3. 2026041772815781 4. P20260420-72892762 5. P20260420-72893219 6. 47392-2025 (Presencial Aeroporto Barajas - Madrid) 7. E14509-202604 (ANAC - Portugal) No dia 25 de abril de 2026, a Iberia respondeu a uma das reclamações alegando que fatores “externos” afetaram as operações do voo, motivo pelo qual não existiria direito a compensação económica. Esta resposta é manifestamente inadequada e demonstra claramente tratar-se de uma resposta automática, sem qualquer análise efetiva da situação apresentada, uma vez que a reclamação não está relacionada com perturbações operacionais do voo, mas sim com o cancelamento indevido da reserva de um passageiro. As chamadas telefónicas para a Iberia têm-se revelado igualmente inúteis. Em cada contacto, os agentes informam que a reclamação terá seguimento no prazo de 24 a 72 horas, o que, até à presente data, nunca aconteceu. Deste modo, exigimos a devolução integral do valor pago pelo voo de emergência necessário para garantir o regresso do segundo passageiro (1.245,06€), bem como o reembolso das despesas de deslocação associadas à tentativa de resolução desta situação (80€). Continuaremos a insistir até que a Iberia apresente uma resposta adequada e efetiva relativamente a este caso. Se a Iberia continuar a ignorar esta situação e a limitar-se ao envio de respostas automáticas, reservamo-nos o direito de divulgar este caso em diferentes plataformas públicas e entidades de defesa do consumidor, por considerarmos tratar-se de uma situação claramente lesiva dos direitos do consumidor. Em anexo toda a documentação relacionada com o caso. Com os melhores cumprimentos,
Encomendas nao Enviadas
No dia 30 de abril efetuei uma encomenda (#PO-163-13737288666232630), no valor de 27,44€, com data limite de entrega ate dia 20 de Maio! Fui recebendo atualizaçoes de envio sendo que a ultima dizia estar na alfandega aguardar desalfandegamento. Dia 19 questionei alfandega pelo que informaram nao ter dado entrada sequer no circuito dos ctt! Portanto, estive 19 dias a receber informacoes de rastreio falsas e sem a encomenda sequer enviada! Foi feito o reembolso mas estou sem a encomenda! No dia 19, repeti a encomenda com mais alguns artigos, no valor de 31,95€, com o ID N.: PO-163-03772962049912630, ainda sem comunicaçao de envio! Dia 20 recebo email sobre a encomenda anterior, (#PO-163-13737288666232630), a dizer: Recolhido pela empresa de desalfandegamento"! Como esta encomenda foi reembolsada e substituida por outra e a recolha nao é feita por empresas de desalfandegamento, venho por este meio , apresentar a minha reclamação pelas falsas informações que recebi e sem esclarecimentos concretos por parte do apoio ao cliente que se limitam a responder de forma muito automática! Pretendo saber que encomenda vou receber e se vou receber, porque parece-me que nao querem vender!!
Devolução não recebida
Exmos senhores, Venho por este meio contactar-vos porque ainda não recebi o valor referente a uma devolução efetuada numa das lojas físicas da Pull and Bear há algum tempo. A devolução refere-se a umas calças no valor de 25,99€. A compra original foi realizada no dia 28/03/2026 , na vossa loja do Fórum Madeira , sob a Fatura Simplificada n.º FS FS005229012026/007289. Posteriormente, dirigi-me à loja Pull & Bear do Centro Comercial Colombo no dia 16/04/2026 para efetuar a devolução presencial deste artigo. Na altura, foi-me entregue a Nota de Crédito n.º NS NS000920342026/001184 e foi dada indicação de que o reembolso de 25,99€ seria processado para o cartão Multibanco. Acontece que, até à data de hoje, o montante ainda não deu entrada na minha conta bancária, o que me parece um prazo já excessovamente alargado. Para facilitar a vossa análise, envio em anexo a fotografia do talão de compra e também o comprovativo da nota de crédito/devolução. Já contactei o apoio ao cliente cerca de 5 vezes, ao que me respondem sempre que está a ser tratado pelo departamento designado para estes casos, porém sendo que já passou um mês desde a devolução acho completamente desproporcional! Estou farta de receber mensagens automáticas da parte do apoio ao cliente sem obter nenhuma resposta pertinente.
800 Gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO
O 800 sentido gondomar que passa no campo 24 de agosto pelas 8:03 tornou a falhar, juntamente com o autocarro das 8:13h. Dois seguidos. Já quase todos os dias. Já foram feitas varias reclamações e as respostas são sempre as mesmas sem ajudar nem cumprir os horários. Já reclamo há meses e continua tudo igual. Vergonha.
Reclamação por cobrança indevida de subscrição Prime
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma cobrança indevida efetuada pela eDreams. No dia 19/05/2026 foi retirado da minha conta o valor de 89,99€, identificado como referente a uma subscrição “Prime”, subscrição essa que eu nunca realizei nem autorizei. O único serviço que adquiri junto da eDreams foi a compra de um bilhete há cerca de um mês. Em nenhum momento subscrevi qualquer plano, adesão ou serviço adicional que justificasse esta cobrança. Assim, considero este débito totalmente indevido e solicito: * O cancelamento imediato de qualquer subscrição associada aos meus dados; * O reembolso total do valor de 89,99€; * Um esclarecimento sobre a origem desta cobrança não autorizada. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, reservarei o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta urgente. Cumprimentos, Joana Reis
Cobrança Indevida de Caução
1. IDENTIFICAÇÃO Empresa reclamada: WHome Portugal (gestora) / Booking.com (plataforma) Propriedade: WHome Peaceful River Views in Algés perfect for Families Reclamante: Cliente Booking Check-in: 01/05/2026 — aprox. 20h30 Check-out: 05/05/2026 — aprox. 09h30 Valor reclamado: €250,00 (caução) 2. DESCRIÇÃO DOS FACTOS 2.1 Coação no pagamento da caução Antes do check-in, a gestora da propriedade (WHome Portugal) exigiu o pagamento de uma caução no valor de €250,00 como condição obrigatória para liberação dos códigos de acesso ao imóvel. O hóspede recusou inicialmente, por considerar a exigência desproporcional e por ter conhecimento de situação idêntica ocorrida com outro hóspede em 2023 (conforme registo público de avaliação na plataforma Booking.com). A gestora manteve a condição de forma expressa: sem o pagamento, o acesso ao imóvel não seria concedido. Sob coação, o pagamento de €250,00 foi efetuado pelas 18h20 do dia 01/05/2026, com comprovativo de pagamento emitido pela instituição financeira do hóspede com o valor de €250,00. Importa sublinhar que o valor integral da estadia havia sido pago antecipadamente através da Booking.com, não existindo qualquer justificação para nova cobrança condicionada ao acesso. 2.2 Ausência de vistoria conjunta no check-in No momento da entrada no imóvel, a gestora não compareceu para realização de vistoria conjunta, não forneceu qualquer documentação sobre o estado de conservação da propriedade e não identificou quaisquer danos ou avarias pré-existentes. O acesso foi feito de forma autónoma pelo hóspede através de código numérico enviado por mensagem. Por precaução, o hóspede procedeu ao registo fotográfico de avarias e danos detetados no imóvel nas primeiras horas de ocupação. 2.3 Prova fotográfica de dano pré-existente Às 22h05 do dia 01/05/2026 (menos de duas horas após a entrada no imóvel que ocorreu após as 20h30) o hóspede fotografou a placa vitrocerâmica do fogão com dano visível e já consolidado. As fotografias possuem marcação automática de data e hora gerada pelo dispositivo móvel, constituindo prova objetiva e irrefutável de que o dano era pré-existente à ocupação. Adicionalmente, o hóspede dispõe de comprovativos documentais que demonstram a sua localização antes da entrada no imóvel: registo de compra efetuada em Óbidos às 18h29 do dia 01/05/2026 e registo de portagem Via Verde no troço Bombarral–Queluz PV entre as 19h28 e as 20h02 do mesmo dia tornando materialmente impossível que o hóspede tenha causado qualquer dano antes do horário de check-in. 2.4 Acusação infundada após o check-out Três dias após o check-out (ocorrido em 05/05/2026), a gestora contactou o hóspede através da plataforma Booking.com, acusando-o de ter partido a placa do fogão e declarando que o depósito de segurança não seria devolvido. Este foi o primeiro contacto da gestora após a saída do imóvel, imediatamente acusatório, sem apresentação de qualquer prova fotográfica ou documental do estado da placa imediatamente antes do check-in do hóspede com data/hora, e sem abertura para diálogo. A gestora não dispõe de qualquer registo que demonstre que a placa se encontrava em bom estado imediatamente antes da chegada do hóspede. Em contrapartida, o hóspede possui fotografia datada e com hora exata provando o estado do equipamento nas primeiras horas de ocupação. 2.5 Tentativas de resolução Perante a recusa de diálogo da gestora que não atende chamadas telefónicas em nenhum dos números disponibilizados (Booking.com, WhatsApp e website oficial WHome), o hóspede contactou diretamente a Booking.com, despendendo aproximadamente 50 minutos em atendimento. A plataforma confirmou que o único dano alegado pela gestora se refere à placa do fogão e instruiu o hóspede a aguardar até 14 dias para resolução. A Booking.com respondeu posteriormente por e-mail informando que havia solicitado à acomodação que verificasse o caso e entrasse em contacto com o hóspede, transferindo assim a responsabilidade de mediação sem tomar qualquer posição ou providência efetiva. 2.6 Antecedente documentado Existe registo público de avaliação na plataforma Booking.com, datado de 25 de julho de 2023, de hóspede que relata situação similar: pagamento de caução de €250,00 e posterior recusa de devolução por parte da mesma propriedade WHome, tendo o caso sido denunciado à Booking.com e ao PayPal. Este antecedente demonstra um padrão de conduta da gestora. 3. FUNDAMENTOS DA RECLAMAÇÃO A retenção da caução é indevida pelos seguintes fundamentos: - Coação no ato do pagamento: o hóspede foi obrigado a pagar como condição de acesso ao imóvel, configurando prática comercial abusiva e violação dos direitos do consumidor. - Ausência total de prova por parte da gestora: a WHome Portugal não apresentou qualquer evidência fotográfica ou documental do estado da placa do fogão imediatamente antes do check-in do hóspede. - Prova documental em sentido contrário: o hóspede dispõe de registo fotográfico com datação automática (01/05/2026, 22h05) e comprovativos de localização que demonstram inequivocamente que o dano era pré-existente. - Omissão de vistoria conjunta: a gestora não realizou vistoria no momento do check-in, não podendo invocar danos sem base documental prévia (em flagrante analogia com o dever de entrega documentada em contratos de arrendamento e aluguer). - Atuação de má-fé e padrão reincidente: o primeiro contacto pós-checkout foi uma acusação direta sem provas; existe antecedente público similar com outro hóspede em 2023. - Falha da plataforma intermediária: a Booking.com, ao atuar como intermediária e ao oferecer garantias de segurança ao hóspede, tem responsabilidade de mediação efetiva, que não está a cumprir. 4. PEDIDO O reclamante solicita à DECO: 1. Mediação junto da WHome Portugal e/ou Booking.com para obtenção do estorno integral e imediato de €250,00;2. Análise da conduta da WHome Portugal face às normas de proteção ao consumidor em vigor em Portugal, nomeadamente quanto à prática de cobrança de caução condicionante de acesso ao alojamento;3. Caso aplicável, participação às entidades reguladoras do alojamento turístico em Portugal (Turismo de Portugal / ASAE). 5. DOCUMENTAÇÃO DISPONÍVEL (anexo) - Fotografia com data e hora automáticas (01/05/2026, 22h05) da placa do fogão danificada - Comprovativo de pagamento da caução (€250,00 / R$1.576,09 — 01/05/2026, 14h BR) - Comprovativo de compra em Óbidos (01/05/2026, 18h29) - Registo de portagem Via Verde Bombarral–Queluz PV (01/05/2026, 19h28–20h02) - Registo do atendimento com a Booking.com (aprox. 50 minutos) - Avaliação pública de hóspede anterior com problema similar (julho 2023) Declaro que todas as informações prestadas são verdadeiras e que os documentos disponíveis constituem prova suficiente para a resolução justa do presente litígio.
Bloqueio Total sem Aviso Prévio
No dia 20 de maio, entre as 20h30 e as 20h55, na A10 logo após a entrada de Arruda dos Vinhos no sentido Sul, assisti a uma situação absolutamente inadmissível e revoltante causada pela gestão dos trabalhos na autoestrada. Durante vários quilómetros, um veículo da Brigada de Trânsito e outro da Brisa circularam lado a lado a cerca de 10 km/h, bloqueando completamente as três vias da autoestrada e obrigando centenas de condutores a avançar praticamente parados, criando uma fila interminável de vários quilómetros. O mais grave é que não existia qualquer aviso prévio, nem antes da entrada na autoestrada nem ao longo do percurso, que alertasse para este condicionamento extremo. As pessoas entravam na A10 sem qualquer informação e ficavam presas numa situação absurda, sem possibilidade de evitar o trânsito. Esta falta de planeamento e de respeito pelos condutores é vergonhosa. Há pessoas que têm horários, compromissos importantes, consultas, trabalho e voos para apanhar — exatamente o meu caso. É inaceitável que uma entidade responsável por gerir uma autoestrada trate os utilizadores desta forma, sem qualquer consideração pelo tempo e pelas consequências causadas. A pergunta que fica é simples: porque razão não foi apenas encerrada uma via desde o início, permitindo a circulação normal nas restantes, em vez de bloquearem completamente as três vias durante quilómetros para depois, perto das obras, mandarem todos os carros encostar à direita? A sensação transmitida foi de total desorganização, incompetência e desprezo pelos condutores que pagam para utilizar a autoestrada e esperam um mínimo de eficiência e respeito. Exijo que esta situação seja analisada e que sejam dadas explicações sobre a gestão deste condicionamento, bem como medidas para impedir que algo semelhante volte a acontecer.
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