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Garantia não assumida
No dia 8 de Julho levei o carro da minha esposa à Carclasse porque o Ar Condicionado não funcionava. Ao início da tarde foi-me comunicado que a viatura precisava de carregar o ar condicionado. Perguntei se o mesmo estava abrangido pela garantia pois a viatura foi comprada num stand oficial na Smart / Mercedes. Foi-me confirmado por e-mail que a intervenção estava abrangida pela garantia e que eu teria que pagar os 471,83€ e remeter a fatura à Smart/Mercedes alemã para o reembolso. A Smart/Mercedes da Alemanha nega-se a pagar a intervenção dizendo que a mesma não está abrangida pela garantia. Confrontei a Carclasse com a situação à qual ( pasme-se) referiram que não têm nada a ver com o assunto. Primeiro, a Carclasse escreve que a intervenção está abrangida pela garantia e que tenho que enviar a fatura para a garantia da Smart/Mercedes alemã. Como a Smart/Mercedes alemã não assume , a Carclasse diz que não é nada consigo. Se a Carclasse tivesse escrito que a reparação não estava abrangida pela garantia, jamais teria autorizado que a mesma se fizesse. Pretendo que a Carclasse assuma o que escreve e reembolse o cliente, dado que confirmou que a intervenção estava abrangida pela garantia.
Serviço internacional que só permite cartões portugueses
Tentei subscrever à Max de todas as formas permitidas pelo app, porém além de não aceitarem o cartão Visa internacional (tentei com um emitido no Brasil e um emitido na UE), também oferecem a possibilidade de pagar com PayPal (pagamento internacional), mas recebo a notificação de que apenas cartões dos EUA são aceitos. O suporte informou-me que na verdade somente cartões emitidos em Portugal são aceitos, o que diverge da informação dita no site. Em nenhum lugar do site é informado que apenas cartões portugueses são aceitos. Atualmente até as pastelarias do bairro aceitam cartões internacionais, mas uma das maiores plataformas de streaming do mundo não aceita. Surreal.
cobrança de valor indevido
Exmos. Senhores, No último dia 27/07/2024, alugamos um automóvel na Tangerine, Porto, Rua Pedro Hispano, 1379, contrato 35126033 para viagem familiar de férias à Ponte da Barca, com o atendente Pedro Costa. No dia seguinte, dia 28/07/2024, realizamos um passeio ao Parque Nacional Peneda-Gerês. O percurso sugerido pelo próprio hotel onde estávamos hospedados, Tempus Spa, indicava o caminho mais curto e seguro para a entrada Portela do Homem, bem na fronteira com a Espanha. Assim, por alguns quilômetros - e alguns minutos - andamos, conforme pode-se comprovar pelo GPS do automóvel, pelo território espanhol. E assim que passamos pela entrada acima citada, voltamos novamente para o território português. Qual não foi nossa surpresa quando descobri que a empresa Tangerine cobrou 120€, a título de “cross border”. No momento do levantamento do automóvel, em nenhum momento o senhor Pedro Costa perguntou-me ou falou sobre a possibilidade do que aconteceria se cruzasse a fronteira para a Espanha. A minha viagem com a minha família foi para Ponte da Barca, com objetivo de conhecer Parque Nacional Peneda-Gerês. Não tínhamos nenhum desejo de viajar para a Espanha. Se assim fosse teria falado para o senhor Pedro Costa da minha intenção. Até pelo fato de saber se o Via Verde funcionaria na Espanha, serviço que também foi contratado. Como pode-se também confirmar pelo uso das portagens, nossa viagem restringiu-se ao território português, com estadia de 3 noites em Ponte da Barca. O argumento do senhor Pedro Costa de que o contrato prevê a possibilidade de “cross border” é frágil porque mesmo na suposta cláusula do mesmo, quando há referência do ocorrido (cláusula 12ª/7), não há qualquer menção ao valor que seria cobrado por tal suposta infração, em desrespeito ao direito da informação que deve ser garantido ao consumidor. Pergunto: a empresa Tangerine realmente acredita que iria descumprir alguma cláusula do contrato se soubesse que a pena por tal infração seria de mesmo valor que a locação do automóvel? Assim, solicito que o valor de 120€ fosse reembolsado, mesmo que a título de bônus para futuras locações. Anexo no corpo do email o roteiro sugerido pelo hotel e a estadia de 4 noites em território português para comprovar que não houve intenção ou má fé por parte da minha pessoa. Se soubesse que o caminho mais curto para a entrada do Parque Nacional Peneda-Gerês teria o custo de 120€, com certeza teria feito o mais longo para o parque. Fico no aguardo de uma breve resposta positiva sobre a questão acima mencionada e já adianto minha forte intenção de acionar o Tribunal pelo transtorno e aborrecimento em momento de descanso familiar. Cumprimentos. Edmundo Caetano
Garantia Recusada para Fones
Exmos. Senhores, Bom dia. Gostaria de recorrer ao meu direito de acionar e usufruir da garantia do produto que comprei. No dia 8 de abril comprei, através do portal de vendas online da FNAC, o artigo "Auscultadores Bluetooth JBL Tune 510 | Rosa ( Auscultadores Hi Fi )", número da encomenda 1PBFT3PPM71RY. Fui utilizar o mesmo normalmente, e ao colocá-lo na minha cabeça, sem fazer nenhuma força extra ou forçar demais o objeto, o arco se partiu (e posso afirmar que tenho um tamanho de cabeça dentro da normalidade). Posso afirmar que o produto veio de fábrica com alguma fragilidade ou rachadura na parte do arco que se partiu, porque possuo um outro fone preto da JBL idêntico a esse, porém com fio, que já uso há mais de um ano, sem nenhum problema ou defeito. Contactei o setor responsável na FNAC, que me disse que nada poderiam fazer e que a responsabilidade deveria ser inteira da empresa parceira. Então, através do portal da FNAC, contactei a equipe de apoio da empresa parceira (Digital Depot - https://www.digitaldepot.co.za/) para me orientar sobre como acionar a garantia, e recebi uma resposta negativa do fornecedor, que alega que o produto se partiu por atos de mau-uso do mesmo, mesmo que eu tenha afirmado que não foi o que ocorreu. Independente disso tudo, pelo que pesquisei, por lei, aqui em Portugal “O comprador não precisa de provar que o defeito já existia no momento da entrega do artigo. Para acionar a garantia, basta apresentar o talão de compra (fatura). Mas há algumas exceções. No caso de bens móveis (novos e recondicionados), se o defeito se manifestar no terceiro ano de garantia, o consumidor tem de provar que aquele já existia à data da compra. No caso de bens usados, a presunção de conformidade também é de dois anos. Contudo, caso a garantia tenha sido reduzida por acordo entre as partes para 18 meses, a presunção é de um ano (ou seja, findo o primeiro ano, o consumidor tem de provar que o defeito já existia). Tratando-se de bens com elementos digitais, a presunção de falta de conformidade é, por norma, de dois anos.” (informação retirada do site da Deco Proteste). Logo, como a compra do fone foi realizada em 09 de abril de 2024, o produto ainda se encontra, pela lei, dentro do período de garantia ao qual não é obrigatória a comprovação que o defeito já existia no momento da entrega do artigo - por mais que eu esteja afirmando que o mesmo tenha, sim, ocorrido. Outra informação retirada do site da Deco Proteste: “Responsabilidade por produtos defeituosos: Se, durante o período de garantia legal, o produto vendido se revelar defeituoso ou não tiver a aparência ou não funcionar como publicitado, o vendedor é responsável. Em alguns países, essa responsabilidade também pode recair sobre o fabricante ou importador.” Além disso, acabamos por nos encontrar em um impasse no qual temos como critérios de análise a minha palavra, como cliente, contra um protocolo padrão praticado pelo fornecedor baseado em uma "impressão". Nesses casos, até onde sei, a verdade alegada pelo cliente deve prevalecer e ser respeitada. Se for necessário, envio fotos do produto partido. Ainda estou no aguardo de novas orientações por parte da DIGITAL DEPOT, que me ofereceu um reembolso parcial de 40% (ou seja, 15,60), porém não aceitei, afim de recorrer a decisão negativa e ter meus direitos, como consumidor, respeitados. Cumprimentos.
Comunicação errada
Exmos. Senhores, Venho por meio desta fazer uma reclamação contra a empresa referente a um acordo de faturas que fiz. No começo do mês de julho eu passei a leitura da fatura para EDP e vem uma fatura muito alta com valor de 280 € e ligando lá para reclamar porque geralmente eu pago 130 € na fatura foi realmente constatado que eu passei a leitura para numeração errada por isso vem esse valor porém mesmo fazendo ajuste foi me cobrado 212 € de fatura mensal no mês de julho aonde eu achou nem muito referente a ao valor que é o valor ainda mesmo assim o dobro do que eu já costumo pagar. Foi-me informado que esse valor era porque o acordo de uma fatura minha que tava em atraso passada já estava incluso nesse valor então fiquei sossegada porém essa semana me chega uma mensagem me cobrando o valor dessa desse acordo falando que se eu não pagar assim eu iria ter o meu fornecimento de energia desligado. Mesmo eu tendo falado que falei com a atendente e ela me garantiu que estava correto que não teria mas a nada a pagar naquele mês .me foi cobrado Peço ajuda para resolver essa questão. Pois tive de pegar dinheiro emprestado com medo de desligar a minha luz a ligação foi gravada por parte da EDP. Cumprimentos.
Desalfandegamento - Erro no sistema CTT
Exmos. Senhores, Tenho uma encomenda enviada com urgência de Inglaterra no dia 13 de Julho 2024 que ao chegar em Portugal foi retida pelo CTT para desalfandegamento. Desde o dia 25 de Julho; quando recebi a notificação para desalfandegamento da encomenda, tenho entrado diversas vezes no site do CTT para concluir o mesmo, sem sucesso. Aparentemente, há um erro no sistema que impossibilita alterar a designação da mercadoria e código pautal Já liguei para o atendimento ao cliente cinco vezes desde então, e o atendentes dizem que o problemas está a ser resolvido pelos técnicos informáticos e que eles não podem fazer nada. Me pergunto, para que serve um atendimento ao cliente, quando os funcionários aparentemente teem as mesmas ferramentas e acessos que nós, clientes. De acordo com os cinco diferentes funcionários com quem falei ao telefone; eu tenho que aguardar e ir verificando diariamente qualquer alteração. Como mencionado acima, uma taxa de urgência foi paga para essa encomenda chegar o mais cedo possível, e devido a um erro de sistema do CTT o produto não chegará as minhas mãos dentro do tempo estimado; o que irá causar transtornos e gastos desnecessários. além do trabalho escusado de constantemente ter que verificar se o site está a trabalhar corretamente. Cumprimentos.
Transferência não realizada
Exmos Wester Union Desde o dia 11, os senhores estão com conversa dizendo que vão realizar a transferência e não fazem. Já se passaram 20 dias. Quero solicitar o cancelamento que também ninguém consegue fazer. O chat de vocês é sempre a mesma história e enganação : " Elder, I can understand what you have been through, as I will feel the same if I was there in this situation. Let me help you out with this. I'm reopening your case to the team for the investigation. It's disheartening to hear that you're feeling this way " Façam o cancelamento, por favor. Cumprimentos.
Cartão TVDE em questão
Exmos. Senhores, Estou com dificuldade em receber meu cartão TVDE ou quaisquer comprovativo que me possibilita a informação do mesmo para submeter aos registos as plataformas digitais , em vista que meu processo ja faz alguns dias na inércia e não sei até quanto tempo preciso aguardar, levando em consideração que alguns colegas que concluiram o curso comigo ja estão trabalhando. Qual seria o critério adotado para a entrega dos cartões? aguardo uma posição sobre o Pedido em Processamento [ID Pedido: 43563849] Julio Oliveira NIF 301032114 Cumprimentos.
Pagamento de subsidio não recebidos
Exmos. Senhores, O meu nome é Cláudia Carvalho Dias vaz. Eu comecei a trabalhar na empresa Café Pans no dia 23 de abril com um contrato sem termo. No segundo mês tive que ficar em casa devido doença (celula falcimorme). Quando voltei a para trabalhar depois de 1 semana mais ou menos, a minha chefe me deixou trabalhar e so no final do trabalho, me exigio assinar o despedimento. No final do mês, recebi apenas o meu salario dos dias trabalhados e mais nada. Não me deram mais nada. Nem subsidio de natal e nem férias. Gostaria de ter os meus direitos. Visto que por causa da minha doença, é que me impossibilitou. Apenas quero uma explicação Cumprimentos.
ENTREGA DE COLCHÃO DE CASAL OU INVÉS DE COLCHÃO DE SOLTEIRO 90x190cm
Encomenda nº. 0015-BZ4BV9. Encomendei online, no dia 22/07/24, um colchão de solteiro com as dimensões de 90x190cm. No entanto, no dia 24/07/24, foi-me entregue um colchão de casal. Devido a este erro nas dimensões, cometido pela empresa Emma, solicitei várias vezes por e-mail ao serviço de apoio ao cliente que me enviassem o colchão com as medidas correctas. Até ao momento, não obtive resposta nem solução para o problema. Já passaram 7 dias desde o ocorrido e ainda não recebi qualquer comunicação ou ação da vossa parte. Solicito, portanto, que a empresa resolva esta situação o mais rapidamente possível.
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