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Incoerência na aplicação de saldo Continente nas faturas de energia Galp
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO face à ausência de resolução e de esclarecimentos coerentes por parte da Galp relativos à aplicação de saldos do Cartão Continente nas minhas faturas. Até à data, efetuei os seguintes contactos sem obter uma justificação fundamentada para a anomalia: 20 de fevereiro: contacto telefónico com a duração de 12 minutos e 21 segundos. 09 de março: submissão de formulário no site às 17h42. 10 de março: contacto telefónico. 23 de março: contacto telefónico com a duração de 14 minutos e 50 segundos. No dia 20 de março, recebi uma mensagem escrita da Galp com a seguinte informação: "Caro Cliente, no seguimento do contacto de 10/03/2026, respeitante ao contrato n.º (XXXX), informamos que a modalidade Cashback prevê a utilização do valor acumulado na APP Mundo Galp, com limite máximo de 80% mais IVA 23%, sobre o valor faturado. O desconto no valor de 2,09 €, encontra-se aplicado na fatura n.º 345656522289. O desconto no valor de 12,58 €, encontra-se aplicado na fatura n.º 361616112771. O valor remanescente, será descontado na próxima fatura." Não consigo conciliar os valores referidos nesta mensagem (2,09 € e 12,58 €) com os movimentos registados no meu saldo, nem os consigo identificar nas respetivas faturas como sendo aplicação do saldo do Cartão Continente. A prestação de dados avulsos e sem correspondência factual impossibilita o acompanhamento da situação. Acresce que, na fatura Galp n.º 332727245415, constato a aplicação de dois descontos sob a rubrica "Utilização de Saldo Cartão Continente": um no valor de 19,42 € (IVA a 6%) e outro de 4,62 € (IVA a 23%). Também não é possível reconciliar estes montantes com o saldo efetivamente acumulado e visível na aplicação Mundo Galp, que perfaz o total de 117,36 €, resultante das seguintes transações: 23/03/2026 às 14h23: 14,00 € 08/02/2026 às 20h40: 1,02 € 01/02/2026 às 18h49: 7,07 € 29/01/2026 às 06h48: 3,88 € 26/01/2026 às 09h28: 14,91 € 07/12/2025 às 15h33: 6,80 € 01/12/2025 às 20h50: 28,97 € 20/11/2025 às 14h54: 40,71 € As condições da Galp estipulam que o saldo acumulado deve ser descontado na fatura seguinte, com um limite máximo de 80% sobre o valor faturado, acrescido de IVA. A fatura n.º 361616112771 (mencionada na mensagem da Galp como tendo recebido um desconto de apenas 12,58 € - que não consegui identificar) teve um valor superior a 300,00 €. Sendo este montante suficientemente elevado, a totalidade do meu saldo de 117,36 € deveria ter sido integralmente descontada nesse documento. Dois meses afiguram-se como tempo mais do que suficiente para o esclarecimento e resolução definitiva deste tema. Pretendo que a Galp seja instada a: Esclarecer a que transações exatas do histórico correspondem os descontos aplicados nas várias faturas mencionadas. Aplicar o montante em falta, apresentando a respetiva reconciliação contabilística de forma clara. Com os melhores cumprimentos, André Mota
Produto defeituoso - sem resposta da Cecotec
A 17/12/2025 encomendei o robot aspirador Conga Y100 Spin AI (por 249€). O produto chegou a 27/02/2026. O produto veio com vários defeitos: o robot não esfrega; as esfregonas não baixam, não sobem, nem rodam; o robot não volta a trabalhar, depois de ir recarregar; o robot não consegue aspirar o apartamento inteiro (55m2), quando deveria aspirar 220m2, segundo informação do produto; o robot não consegue voltar à estação de carregamento. A 27/03, solicitei troca de produto, mas a empresa quer trocar o atual produto por um produto com características inferiores e também mais barato (CONGA Y100 X-TREME), sem mencionarem devolução da diferença do valor. Enviei vários emails, mas sem qualquer resposta da parte da empresa. Neste momento, encontro-me com um produto que não funciona devidamente, sem o meu dinheiro e sem qualquer perspectiva de ver o caso resolvido.
Etiquetas trocadas
09866088289644N encomenda de arielle.cruard mikycc999 encomenda 09868645060823 Vendas na vinted Houve troca de etiquetas no posto de envio da dpd. Um artigo de 100€ foi entregue por erro a quem pagou 6,50€ por um pó solto Laura mercier que tem o nome de mikycc999 na plataforma Vinted, esta recebeu a compra e não comunicou o engano, bloqueou me na plataforma e colocou os artigos à venda na plataforma individualmente, eu tinha vendido como um kit caudalie, 5 produtos. E o comprador de nome Arielle Cruard do kit caudalie no valor de 100€ recebeu a sua compra um mês depois do envio e por isso só agora faço a reclamação, porque só demos com o erro quando esta recebeu a encomenda. A encomenda de Arielle Cruard andou "desaparecida" a transportadora DPD não sabia onde estava, por isso levou um mês a chegar ao comprador e por isso só fiz queixa agora. Envio fotos do envio que esteve um mês em parte incerta, fotos do comprador dos 6,50€ com os meus produtos à venda, esta ainda escreve num dos meus artigos "recebi presente indesejado-", vocês estão a gozar comigo? Eu estou com depressão grave, vocês não imaginam o que esta situação tem feito na minha saúde, já perdi a cabeça com raiva e sou bem capaz de , não se admite ficarem com os meus produtos e os meus 100€, preciso de pagar consultas e tratamentos. Exijo o reembolso de 100€ por enriquecimento sem causa de terceiros facilitado pelos vossos serviços. Caso não resolvam em 48h, farei queixa na ANACOM e na Polícia. Eu Laudina Maria Dias Cecilio dou autorização para acederem as minhas conversas entre mim, Arielle Cruard e mikycc.999 na plataforma vinted, sendo eu a ultilizadora com o nome kiko1975.
Reembolso não realizado
Venho por este meio demonstrar o meu mais profundo desagrado para com uma situação que já vem a arrastar-se há pelo menos três meses. No ano de 2024, em novembro, adquiri um telemóvel na Radio Popular e efetuei um seguro do mesmo em que tirariam por débito direto mensalmente o valor de 13.49€. A seguradora com a qual foi realizado o seguro é a Domestic and General. No entanto, no dia 8 de janeiro de 2025 decidi cancelar esse seguro e contactei a seguradora para que rescindisse esse mesmo contrato. Mandaram-me um formulário para digitalizar com o meu cartão de cidadão e assinatura para efetuar o cancelamento do mesmo, tendo eu ainda em minha posse esse mesmo e-mail que comprova a anulação. Posteriormente, voltei a adquirir outros produtos na mesma loja, criei de novo um seguro a mesma seguradora, Domestic and General, a mesma do seguro efetuado anteriormente. No entanto quando quis dar baixa desse mesmo seguro informam-me que o primeiro seguro ainda estava ativo e que todas as prestações tinham sido realizadas, 11 meses depois de ter feito o cancelamento do mesmo. Aqui até pode ter sido erro meu, por mesmo passando algum tempo, nunca ter dado conta de que esse debito era realizado, mas como a conta de onde a mensalidade era retirada não era a minha principal conta, visto que comprei casa e tive que criar outra conta no banco que se tornou a minha principal, tendo inclusive desativado essa mesma primeira conta, não tendo nenhum acesso à mesma. Na altura, disseram-me que iriam fazer o reembolso de todas as prestações que foram retiradas depois da secessão do contrato, contudo avisei logo de que se iriam fazer o reembolso para a conta que estava associada esta já não existia porque eu já a tinha desativada e disseram-me então que facultasse o novo IBAN. Assim o fiz e aguardei. Qual é o meu espanto quando recebo o e-mail a avisar de que a transferência tinha sido, de facto, realizada mas para o cartão desativado. Entrei em contacto com o apoio ao cliente da seguradora contei de novo a situação e disseram que iriam então de novo voltar a fazer a transferência. Contudo, o mesmo voltou a acontecer, a transferência foi sim realizada, mas para o cartão antigo. Entrei de novo em contacto, enviei inclusive o comprovativo do meu banco de que a minha conta tinha sido inativada e que eu não tive acesso a nenhuma transferência, é-me sempre garantido que iriam tomar conta da situação, mas o que é quase anedótico é que esta situação já se sucedeu mais de 4 vezes, entre varias ligações, e-mails e vários comprovativos em que insistem em fazer a devolução para uma conta que não existe. Tentei sempre ser paciente e cordial, mas ao fim de quase mais de três meses, como se diz e bem a paciência tem limites. o único contacto telefônico que existe dizem que não trabalham diretamente com o departamento financeiro e que não podem solucionar o problema, mas que a informação é passada. Quanto à troca de e-mails parece mesmo que ninguém se designa a ler convenientemente os meus e-mails que dizem explicitamente com documentos em anexo de que a transferência não pode ser realizada para um cartão que já não existe. Cheguei assim, ao meu limite e venho por este meio reclamar e demonstrar o meu descontentamento, em que não bastava continuarem a fazer débitos de um seguro que já tinha sido inativado, bem como quando deviam solucionar o problema, transformam esta situação nesta parábola em que que só mesmo contado porque ninguém acredita, como é que é possível uma situação se alastrar durante tanto tempo em que a solução era simplesmente compreenderem de que aquela conta já não existe e que a transferência tem que ser realizada para o novo IBAN já facultado. Aguardo desde o dia 23 de março por uma resposta desde a ultima vez que entrei em contacto com a seguradora e até hoje dia 12 de abril não foi feita nenhuma transação em entraram em contacto comigo. Espero que assim, tendo chegado ao limite e depois de várias vezes avisar de que iria de facto fazer a reclamação uma solução seja encontrada finalmente.
Denúncia de publicidade potencialmente enganosa – LG WashTower
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação de publicidade potencialmente enganosa verificada numa loja da Darty Portugal. No estabelecimento, encontrava-se exposto um equipamento identificado como “LG WashTower”, com um alegado preço promocional de 1889,99€, sendo indicado como preço anterior o valor de 2699,99€. Após análise e comparação com o mercado, verifiquei que: • O valor apresentado como “preço anterior” (2699,99€) aparenta estar inflacionado e não corresponde ao preço normalmente praticado para este modelo específico; • Existem indícios de que esse preço poderá referir-se a outro modelo diferente, induzindo o consumidor em erro quanto ao desconto real; • O preço atualmente apresentado como promoção (1889,99€) corresponde, na prática, ao valor habitual de mercado, não representando uma verdadeira redução. Adicionalmente, o anúncio destaca a possibilidade de pagamento em “10x sem juros”, contudo: • É mencionada uma TAEG de 19% associada ao cartão de crédito, bem como comissões adicionais; • Esta apresentação pode induzir o consumidor em erro, ao sugerir ausência de custos quando, na realidade, existem encargos associados ao financiamento. Considero que esta prática poderá configurar publicidade enganosa, nomeadamente por: • Indicação de um desconto baseado num preço de referência não realista ou não aplicável ao produto em causa; • Comunicação pouco clara e potencialmente enganadora relativamente às condições de pagamento. Solicito, assim, a análise desta situação e eventual encaminhamento para as entidades competentes, caso se verifique incumprimento das normas legais aplicáveis à publicidade e defesa do consumidor. Anexo fotografias do produto e da informação apresentada em loja como prova. Com os melhores cumprimentos,
Pagamento indevido
Ex.mos senhores, A minha esposa (no nome de quem estava o contrato com a MEO - serviço: 1704423138) cancelou os vossos serviços a 09.02.2026. Acontece que não foram adicionados quaisquer custos referentes a fidelização uma vez que tinham passado já mais de dois anos de utilização do serviço. No entanto, após pagarmos tudo o que estava para trás, reclamam ainda o pagamento de 276,37 euros. Segundo os senhores, referente a uma assinatura extra adicional que eu fiz com o comando, com a SPORT TV (anual) e a BTV (também anual). Acontece que na nossa ótica essa cobrança é ilegal uma vez que esses dois contratos foram adicionados diretamente na TV há uns meses atrás, mas não foi com a MEO mas sim com a SPORT TV e a BTV. E sempre pagamos enquanto nos foi possivel ver os canais. Pergunto porque razão tenho agora que pagar esse montante referente ao restante do ano se agora sou cliente de outra operadora (onde pago a SPORT TV e a BTV) e já cessámos o contrato com vcs...então digam-me: como é que posso usufruir do vosso serviço se já não operam mais por cessação do contrato? Acho injusto e ilegal e também acho abusivo a forma como "ameaçam" intervir judicialmente. veja-se o teor da carta em anexo. Aguardo esclarecimentos e a ajuda da DECO da qual sou o sócio: 6751721-36. Com respeitosos cumprimentos, aguardo vosssa reação e reação dos serviçlos juridicos da DECO. Muito obrigado - Saul
Venda de iPhone 15 Pro Max recondicionado com peças não originais
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à aquisição de um iPhone 15 Pro Max 512GB – Titânio Preto, encomenda n.º 71002154, vendido pelo comerciante "smrtek" através da plataforma Back Market, entregue a 26 de setembro de 2025 com grau classificado como "Excelente". Desde a receção, o equipamento apresentou anomalias no ecrã (coloração verde/roxa), tendo sido submetido a duas tentativas de reparação sem sucesso. Atualmente encontra-se inutilizável, com desligamentos constantes e falha no reconhecimento da bateria. Análise técnica independente confirmou que o dispositivo contém múltiplos componentes não originais, nomeadamente uma bateria de marca "HS" (não Apple), e apresenta marcações internas em chinês indicativas de intervenções não certificadas anteriores à venda — em clara contradição com o grau "Excelente" publicitado. A Back Market foi contactada e propôs uma compensação de 80€, proposta que recuso por ser manifestamente desadequada face ao valor do equipamento e à gravidade da situação. Estamos perante falta de conformidade do bem nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, sendo o defeito pré-existente à venda e da responsabilidade do vendedor. Solicito o reembolso integral do valor pago ou substituição por equipamento genuinamente conforme. Anexo: registos fotográficos do interior do equipamento, histórico de reparações e comunicações com a plataforma. Com os melhores cumprimentos, Maria Lindeza Raúl Mpuisa
Falta de comprovativo de revisão e necessidade de intervenção imediata
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à viatura que adquiri à Matrizauto Montijo no início de janeiro do corrente ano. Trata-se de uma Renault Mégane Sport Tour, que me foi entregue com cerca de 75.000 km. No momento da entrega, solicitei expressamente o comprovativo da revisão alegadamente efetuada pela vossa empresa, nomeadamente no âmbito dos “120 pontos de verificação”, incluindo mudança de óleo, filtros e restantes procedimentos associados. No entanto, esse documento nunca me foi entregue. Até à presente data, apesar de já ter contactado a loja para obter esse comprovativo, não obtive qualquer resposta. Acresce que a situação se torna ainda mais preocupante pelo facto de, após ter percorrido apenas cerca de 2.000 km (com uma média de utilização de aproximadamente 500 km por mês), o sistema da viatura indicar que faltam apenas 23 dias para a realização de uma nova revisão. Esta situação levanta sérias dúvidas quanto à efetiva realização da revisão antes da entrega da viatura, colocando em causa a confiança no serviço prestado. Assim, venho por este meio reclamar/solicitar: O envio imediato do comprovativo detalhado da revisão alegadamente efetuada antes da entrega da viatura; Esclarecimentos formais sobre o motivo pelo qual a viatura indica necessidade de revisão num prazo tão curto após a aquisição; Caso se confirme que a revisão não foi devidamente realizada, exijo que a mesma seja efetuada sem qualquer custo para mim, de forma urgente. Considero inaceitável que uma empresa com a dimensão e reputação da vossa marca entregue viaturas nestas condições, obrigando o cliente, poucos meses após a compra, a suportar ou gerir uma situação que deveria ter sido previamente assegurada. Aguardo uma resposta célere a esta reclamação, sob pena de recorrer aos meios legais e entidades competentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos,
BURLA SMOOTH SATURDAY LDA
Através do site Ginova em novembro de 2025 realizei uma compra (encomenda nº 144955 no valor de 80,96 Euros) a ser entregue pela empresa Smooth Saturday. Absurdo que após várias reclamações respondem mas sem solução, e ao solicitarem IBAN não fazem a devolução como mencionado por outros reclamantes. Parece que a solução será judicial requerendo a insolvência da empresa.
Falta de reembolso e ausência de resposta
Em julho de 2025, adquirimos dois vouchers de batismo de voo em parapente, no valor total de 240€, através da empresa FlyTime. Numa primeira fase, após a compra, foram feitos vários contatos com o objetivo de agendar a atividade (via email e telemóvel). No entanto, não obtivemos qualquer resposta ou proposta de marcação por parte da empresa. Após a ausência de resposta mencionada acima, decidimos voltar a contactar a FlyTime em outubro, enviando novamente os vouchers e solicitando o reembolso do valor pago. Após esse contacto, foram enviados mais quatro e-mails de seguimento, pedindo atualização sobre a situação. Apenas obtivemos resposta ao último e-mail, no qual nos foi referido que não era possível dar resposta à situação, sem qualquer previsão ou contacto posterior. Atualmente, continuamos sem o reembolso nem possibilidade de usufruir do serviço contratado, apesar das várias tentativas de contacto e da nossa total compreensão perante a situação da empresa. Porém, não é justo que os clientes fiquem sem qualquer solução durante tantos meses, sobretudo tratando-se de um serviço já pago. Entretanto, optámos por fazer um registo no Portal da Queixa. Apesar das várias tentativas de contacto e prolongamento da reclamação, continuamos sem respostas.
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