Reclamações públicas
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Encomenda não chegou
No passado mês de Abril entrei em contacto com esta empresa afim de adquirir uma casa modular após várias mensagens e ser informado do valor foi feita a transferência do valor indicado que junto em Anexo. Após várias mensagens e após informação do valor que me disseram ter que ser pago no acto da compra efectuei transferência para o NIB indicado conforme comprovativo que anexo . Após a mesma foi-me solicitado o valor do IVA o qual nunca me foi informado sendo que após a mesma efectuei a nova transferência para outro NIB conforme indicado no comprovativo anexo . Após a confirmação dos pagamentos foi combinadaa data de entrega. Sucede que na data de 06-05-26 me foi solicitado via WatsApp novo pagamento de 315€ porque o camião estaria alegadamente retido na fronteira entre Portugal/ Espanha. Perante a minha recusa e a solicitação de reembolso total imediato foi-me solicitado para o efeito novo pagamento no valor de 205€, o que naturalmente recusei tendo insistido na minha solicitação de reembolso ao que a empresa voltou a pedir o mesmo valor de pagamento. Por se tratar de uma burla solicito reembolso imediato dos valores pagos .
Atendimento
Maria Inês Trindade de Barros, Utente do SNS nº 278049319, sofreu um traumatismo do pé esquerdo no dia 23.05.2026. Apesar das dores intensas, não recorreu a qualquer serviço de saúde, tendo ficado no domicílio a fazer gelo e repouso, com elevação do membro. No dia 25.05.2026, como a situação não melhorasse, com edema do pé e dores intensas, decidiu recorrer aos serviços de saúde, motivo pelo qual telefonou para a Linha SNS 24 às 08:18 h. Após 55 minutos de espera, a chamada foi atendida, tendo sido respondidas todas as questões colocadas, nomeadamente o número do telefone de contacto. Em seguida foi informada que iriam passar a chamada a outro colega e após mais algum tempo (total da chamada 1 hora 0 minutos 8 segundos), a chamada foi desligada. Não foi feita qualquer tentativa de voltar a contactar a signatária. A utente acabou por se dirigir ao hospital de Viseu tendo sido diagnosticada uma fratura do pé esquerdo
Não reembolso num produto estragado
Nos dias 25 e 26 de maio, tive dois problemas seguidos com os meus pedidos na Uber Eats. No dia 25 de maio, o produto enviado vinha trocado. No dia 26 de maio, a refeição encomendada vinha com bolor. Infelizmente, só reparei no bolor depois de já ter comido uma parte da comida, o que representa um risco real para a minha saúde. Consigo provar a veracidade de ambas as situações através de fotografias claras. Ao contactar o apoio ao cliente da Uber Eats para reportar a comida estragada, o reembolso foi recusado. A empresa justificou a decisão dizendo que recebeu um grande número de pedidos de reembolso nas minhas últimas compras. Esta resposta é inaceitável, pois os dois problemas aconteceram por falhas exclusivas da plataforma e dos seus parceiros em dias seguidos. Cada encomenda é um serviço independente e eu apresentei provas fotográficas de todos os erros. A Uber Eats não pode usar uma regra automática para rejeitar a devolução do dinheiro quando o produto entregue está estragado e põe em causa a segurança alimentar do consumidor. Por isso, exijo uma resposta adequada à situação atual do dia 26 de Maio.
Suspensão indevida de abono para menores por atraso da AIMA
Exmos. Senhores,Venho por este meio expor e reclamar da atuação da Segurança Social relativamente à suspensão do Abono de Família dos meus filhos, ocorrida em maio de 2026.No passado dia 16 de maio, constatei que o pagamento do abono não foi efetuado. Submeti de imediato uma exposição através da plataforma e-Clic, tendo recebido como resposta que a reposição da prestação está dependente da apresentação do Cartão de Residência físico dos menores e que "nada podem fazer por ser a lei".Contudo, a não apresentação do referido cartão deve-se exclusivamente ao atraso administrativo da AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo) na emissão do título de Reagrupamento Familiar, um processo que corre os seus termos e do qual possuo todos os comprovativos legais de submissão e regularidade.Os menores não podem ser privados de um direito fundamental de subsistência por falha de articulação e atrasos crónicos dos organismos do próprio Estado. Nos termos do Artigo 15.º da Lei n.º 23/2007, os cidadãos estrangeiros que residam legalmente ou tenham processos de regularização em curso gozam de igualdade de tratamento perante a Segurança Social.A exigência estrita de um documento físico que o próprio Estado tarda em emitir, ignorando os comprovativos de proteção jurídica emitidos pela AIMA, constitui uma violação do princípio da proteção do superior interesse do menor.Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTE junto da Segurança Social para que:Seja aceite o comprovativo de processo pendente da AIMA como documento provisório idóneo.Seja levantada de imediato a suspensão do Abono de Família.Sejam pagos os valores retroativos devidos.Com os meus melhores cumprimentos,
A Motosserra desapareceu na loja
Perderam a minha motosserra em reparação há 3 anos Deixei uma motosserra [ Motosserra MS 194T] para reparação na loja vrr comercio de acessorios lda no dia 14/07/2023 Durante 3 anos disseram-me para aguardar enquanto "procuravam a máquina". Na semana passada fui á loja e informaram que não sabem onde está e que, segundo um regulamento interno, após 6 meses deitam os bens fora sem avisar. Nunca fui notificado nem assinei nada a aceitar isso. A loja tinha a obrigação de guardar e devolver o bem. Exijo a devolução ou o pagamento do valor da motosserra + indemnização pelos 3 anos sem a máquina. Durante este tempo tive que comprar outra motosserra para poder trabalhar. Cada vez que ia á loja fazer alguma compra perguntava sempre pela motosserra tal como os meus colegas e sempre disseram que andavam á procura dela. Fico aguardar á resposta desta situação. Qualquer dúvida disponham Cumprimentos
Erro da lojista no número do calçado embalado e não trocam
No dia 18 de maio comprei um par de ténis adidas na loja Seaside do Freeport. Depois de experimentar os ténis optei pelo número 41,5 paguei e fui para casa em Santarém. Dois dias depois calcei os ténis para usar e achei um pouco largos mas pensei tratar-se de falta de aperto e apertei mais os atacadores. Andei com os ténis no meu logradouro e à volta da casa até concluir que algo não estava bem com o calçado. Verifiquei então que o número que me foi entregue na loja foi um 43,5. Descalcei os ténis e dirigi-me à loja no dia 25 de maio para trocar, em mais uma viagem desde Santarém apenas com este propósito. Na loja disseram não podiam fazer a troca pois a sola estava marcada de uso na parte de baixo. Os ténis estavam absolutamente imaculados porém com alguma tonalidade menos branca na parte de baixo da sola e apenas nesta parte. Apresentei queixa no livro de reclamações. Considero inaceitável que um erro da lojista que me atendeu não seja admitido pela loja ainda que tivessem de limpar a sola dos ténis que relembro apenas estava ligeiramente marcada na parte de baixo em em zona alguma na lateral. Não admito razoável este tipo de postura de uma loja e de uma marca com a reputação da Seaside onde tenho comprado imenso calçado. Espero uma resposta conciliadora e satisfatória da marca para resolução da situação.
Reclamação leon.bet
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e expor publicamente a situação abusiva e de contornos fraudulentos que estou a vivenciar na vossa plataforma. O meu filho criou uma conta no vosso site (associada ao e-mail: tomas.sa@outlook.com) e efetuou um depósito inicial avultado no valor de 10.000€ (dez mil euros) de capital inteiramente próprio. Após realizar apostas em conformidade com as regras da plataforma, obteve lucros legítimos na ordem dos 1.680€ em abril e 470€ em maio, totalizando um saldo atual de 12.150€. No momento em que foi solicitado o levantamento dos valores ganhos e do capital depositado, a vossa plataforma bloqueou a operação sob o pretexto de que a conta se encontra "em verificação". Desde então, têm exigido sucessivos dados e documentos pessoais que extravasam o bom senso e o habitual controlo de segurança, numa clara manobra de diversão e tática de desgaste para adiar e evitar o pagamento do montante que nos pertence. A retenção do valor depósito inicial (10.000€) distribuído por vários depósitos constitui uma apropriação indevida de fundos. O capital depositado não pertence à vossa empresa e exijo a sua devolução imediata, bem como dos lucros obtidos. Informo que, caso o saldo total de 12.150€ não seja libertado para levantamento no prazo de 48 horas, irei avançar com queixas formais junto das autoridades criminais e de regulação de jogo, tanto a nível nacional como internacional. Exijo uma resposta célere e a resolução imediata deste bloqueio. Atenciosamente, Vitor Sá
Cancelamento da Nos
Exmos. Srs. , Venho apresentar reclamação relativamente à cobrança indevida de mensalidade após cancelamento dos serviços NOS, efetuado dentro do prazo e conforme instrução dada por colaborador da NOS. Factos: 1. O meu contrato com a NOS terminaria a 10/05/2026. 2. Em Abril/2026, dias antes de 30/04/2026, fui informada por um colaborador da NOS em loja, de que para evitar cobrança adicional deveria solicitar o cancelamento até ao último dia de Abril/2026. Segui essa indicação. 3. A 30/04/2026 solicitei o cancelamento e entreguei os equipamentos a 02/05/2026. Tenho comprovativos de cancelamento e devolução. 4. Paguei a fatura de 01/04/2026 a 30/04/2026 no valor de 73,57€, com prazo até 28/05/2026. 5. A 05/05/2026 o meu número fez portabilidade para a Vodafone. A própria NOS enviou-me SMS no dia 06/05/2026 já para o número Vodafone, o que confirma que a portabilidade estava concluída. O número da minha filha ficou inativo desde 10/05/2026, com cartão de outra operadora. 6. Recebi SMS da NOS a 04/05/2026 a confirmar o desligamento dos serviços na conta S961765721. 7. Apesar disso, a NOS manteve o contrato ativo e exige pagamento até Junho/2026. Fui aconselhada a não fazer alterações sob pena de renovar fidelização por 2 anos. 8. No dia 21/05 dirigi-me á loja NOS da Guia para tratar da portabilidade do cartão da minha filha e fui informada que o cancelamento do contrato fora cancelado. Motivo da reclamação: - O cancelamento foi solicitado e efetivado a 30/04/2026, com devolução de equipamentos a 02/05/2026. - A partir de 05/05/2026 deixei de ter serviço NOS por portabilidade. Não houve prestação de serviço em Maio. Pedido: Solicito a anulação de todas as cobranças posteriores a 30/04/2026, o encerramento definitivo do contrato, e a autorização para proceder à portabilidade do número da minha filha sem penalizações ou renovação de fidelização. Atenciosamente,
Encomenda nao recebida
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual relacionada com uma encomenda efetuada através do website Ginova, em regime de marketplace, sendo a empresa vendedora a Smooth Saturday, Lda. A encomenda foi realizada no dia 26 de novembro, tendo sido indicado como prazo máximo de entrega o dia 22 de dezembro. A encomenda nunca foi entregue. Após ultrapassado o prazo de entrega, contactei a empresa Smooth Saturday e procedi à resolução do contrato por incumprimento. Posteriormente, a empresa solicitou o meu IBAN para efeitos de reembolso, reconhecendo dessa forma a existência da situação pendente, contudo o reembolso nunca foi efetuado. Ao longo dos meses seguintes fui recebendo respostas genéricas e sucessivos adiamentos, alegando atrasos internos, elevado volume de pedidos e necessidade de análise por parte da equipa financeira, sem nunca apresentarem uma data concreta para devolução do valor pago. Mais recentemente, deixei inclusivamente de obter qualquer resposta aos meus contactos, mantendo-se a situação totalmente por resolver até à presente data. O pagamento da encomenda foi efetuado através da Klarna. Inicialmente a Klarna colocou o pagamento em pausa após comunicação do problema, contudo posteriormente retomou e efetuou o débito do valor, apesar de: - a encomenda nunca ter sido entregue; - o contrato já se encontrar resolvido; - existir reclamação formal apresentada; - e não ter sido efetuado qualquer reembolso. Foi igualmente apresentada reclamação no Livro de Reclamações Online contra a Smooth Saturday, mantendo-se a situação sem resolução até à presente data. Considero que existe incumprimento claro dos direitos do consumidor, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma vez que o produto não foi entregue e o valor pago não foi restituído após resolução legítima do contrato. Pretendo o reembolso integral do valor pago e solicito a intervenção da DECO Proteste na mediação e acompanhamento desta situação. Com os melhores cumprimentos, Jéssica Nunes
Burla
Exmos Senhores Exijo a devolução do valor pago 81,49€ por falta de entrega da encomenda referida nos documentos anexos, sob pena de queixa no ministério público!
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