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Falta de transparência, comportamento hostil e insolente, cobranças arbitrárias e má-fé contratual -
Gostaria de expor a DECO uma situação inacreditável de desrespeito pelos direitos do consumidor e de total falta de civismo por parte da rent-a-car Final Rentals (DeluxeJourney LDA) no Porto. Planeei uma viagem com 9 amigos de Portugal para Espanha. Reservámos tudo e, por precaução, ligámos antes para o funcionário da rent-a-car (Sr. Miguel) para confirmar os limites do cartão para a caução. Foi-nos dito que seriam 4.200€. Um valor alto, mas ajustámos os nossos cartões para isso. O problema é que o "maravilhoso" sistema desta empresa funciona à base de surpresas de última hora no balcão. À chegada, fomos informados de que a cobertura total do agregador não servia e que tínhamos de pagar mais 500€ pela deles. E para melhorar a situação, decidiram aplicar IVA sobre a caução! O depósito passou a ser quase mais 1.000€ do que o combinado. Isto aconteceu num fim de semana à noite, sem hipótese de contactar o banco. Ficámos reféns da empresa: ou aceitávamos ou ficávamos na rua sem viagem e sem reembolso. Durante todo o processo, o comportamento da equipa foi absolutamente vergonhoso: fomos tratados com arrogância, grosseria e fomos alvo de insultos diretos apenas por estarmos a defender os nossos direitos. Um atendimento completamente hostil e inaceitável. Como não cedemos à pressão dos 500€ da cobertura, a empresa decidiu "vingar-se" mais tarde: cobraram-me no cartão uma penalização de 1.000€ que alegam estar escondida nas condições gerais no verso do documento. Condições essas que estão escritas numa letra tão microscópica que desafia qualquer capacidade de leitura humana! Para além disso, recusaram-se a dar-me uma cópia do contrato assinado no balcão e ignoraram o meu protesto escrito na folha de devolução do carro. Como associado/utente da DECO, peço o vosso apoio e mediação para travar este tipo de comportamento abusivo com os clientes e reaver o dinheiro que foi retirado arbitrariamente da minha conta.
demora reparação oculos
No dia 24/06/2026, fui à loja Mais Óptica do Parque Nascente para acionar a assistência/garantia dos meus óculos de grau, cujo parafuso de uma das hastes (que é fixo à perna) se encontrava partido. Hoje, passados 16 dias,ao ligar para a loja, fui informado que a peça necessária poderá apenas chegar na próxima semana, prevendo-se um tempo total de reparação de quase 30 dias para a substituição de uma peça. Gostaria de recordar que os óculos de grau são um dispositivo médico de uso essencial. A privação prolongada deste bem está a causar-me graves transtornos diários, incluindo dificuldades severas de visão e dores de cabeça constantes, afetando diretamente a minha saúde e qualidade de vida. O que acho absurdo é que, se hoje eu for a ótica e comprar os mesmos óculos, irei recebe-los com as lentes em menos de 10 dias. É inadmissível que o processo de venda seja imediato, mas que o pós-venda demonstre total incapacidade de resolução atempada. Fui informado de que a loja que fica no shopping Parque Nascente não tinha estes óculos em stock, o que seria mais um motivo para o atraso, mas na loja onde comprei, que é do norte shopping, se tivessem um modelo igual, poderiam simplesmente trocar a armação. Se sabem disso, por que motivo não comunicam com outra loja da Mais Óptica para viabilizar esta solução? Ou, pelo menos, deveriam ter orientado o cliente de que a loja do NorteShopping seria mais ágil. Na hora de vender os óculos ao cliente, não falam deste tipo de inconveniente. Espero que resolvam esta situação o quanto antes, pois não posso continuar mais tempo sem os meus óculos.
FRAUDE, FALSIFICAÇÃO DE ASSINATURA E VIOLAÇÃO DE DADOS (Evitem a todo o custo!)
Fiz uma compra nesta empresa e os artigos nunca me foram entregues. Após mais de dois meses a arrastarem o processo e a recusarem devolver o meu dinheiro, fui forçado a abrir um processo de chargeback junto do meu banco para recuperar o valor.O que se seguiu é de uma gravidade extrema e configura crime: para contestar a devolução e reter o meu dinheiro, a empresa submeteu ao banco uma Guia de Transporte falsificada (alegadamente da transportadora Kuehne Nagel), com uma assinatura forjada que não é minha, indicando que eu teria recebido a encomenda no dia 26/05/2026. Contactei imediatamente a transportadora em causa, que me confirmou por escrito que não valida o referido documento. Ou seja, a empresa recorreu à falsificação de documentos para enganar o banco e cometer fraude.Como se isto não bastasse, durante as minhas tentativas de resolver a situação a bem, a empresa divulgou publicamente os meus dados pessoais sem o meu consentimento, numa clara e grave violação do RGPD.O caso já não se trata apenas de uma encomenda perdida. Já avancei com uma Queixa-Crime nas autoridades por Falsificação de Documentos e Burla, reportei a fuga de dados à Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) e o processo cível está a ser acompanhado pela DECO.Deixo este aviso detalhado para alertar qualquer pessoa que esteja a pensar comprar aqui. As provas são irrefutáveis. Protejam-se e evitem esta empresa a todo o custo.
Reparação não autorizada
No dia 4 de junho de 2026 desloquei-me à loja Decathlon para solicitar um orçamento de reparação da minha bicicleta. Foi-me apresentado um orçamento no valor de 173 €. Após analisar esse valor e compará-lo com o custo de aquisição de uma bicicleta nova, concluí que a reparação não era economicamente vantajosa. Embora me tenha sido informado que o prazo previsto para a reparação seria de cerca de duas semanas, no próprio dia, pelas 16h00, contactei telefonicamente a loja para cancelar a reparação. Durante essa chamada foi-me confirmado que o cancelamento era possível e foi-me dito que poderia levantar a bicicleta, uma vez que esta já não iria ser reparada. Contudo, na segunda-feira, dia 8 de junho de 2026, recebi um e-mail da Decathlon a informar que a bicicleta tinha sido reparada e que deveria proceder ao respetivo pagamento. Perante esta situação, contactei imediatamente a loja para informar que a reparação tinha sido cancelada no próprio dia em que foi entregue a bicicleta e antes do início dos trabalhos. Apesar desse contacto, até à presente data continuo sem qualquer resposta ou resolução por parte da Decathlon. Considero esta situação totalmente inaceitável. Cancelei a reparação dentro de poucas horas após a entrega da bicicleta, tendo recebido confirmação telefónica de que o cancelamento tinha sido aceite e de que poderia levantar a bicicleta sem que fosse efetuada qualquer intervenção. Ainda assim, a Decathlon decidiu avançar com uma reparação que já não estava autorizada, pretendendo agora cobrar um serviço que expressamente cancelei. Solicito que a Decathlon reconheça o erro cometido, anule a cobrança da reparação efetuada sem a minha autorização e disponibilize a bicicleta nas condições acordadas após o cancelamento, sem qualquer encargo para mim. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e amigável, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Bragauto não entrega meu carro
Venho apresentar uma reclamação contra a oficina Bragauto – Machico devido ao incumprimento do serviço contratado e ao prejuízo que me tem causado. No mês de fevereiro de 2026, entreguei o meu veículo na oficina para reparar um problema de aquecimento do motor. Foi-me apresentado um orçamento de 1.600 €, tendo eu pago um adiantamento de 700 €. Desde então, o veículo permanece na oficina, sem me ser entregue. Ao longo destes meses foram-me dadas várias promessas de conclusão do serviço e de entrega do carro, mas nenhuma foi cumprida. O prazo inicialmente indicado foi sucessivamente adiado, sem qualquer justificação aceitável. Atualmente, já passaram vários meses desde a entrega do veículo, o que me causou inúmeros prejuízos, transtornos e despesas, além de me privar do uso do meu automóvel durante todo este período. Considero que houve um claro incumprimento contratual e uma falta de respeito pelos meus direitos enquanto consumidor. Solicito que a DECO Proteste intervenha para que a oficina resolva imediatamente esta situação, entregando o veículo devidamente reparado ou apresentando uma solução adequada, bem como para que sejam apuradas as responsabilidades pelos prejuízos que me foram causados devido ao atraso excessivo.
Verificação conta
Venho manifestar a minha profunda insatisfação em relação ao processo de validação de conta e à retenção dos meus fundos nesta plataforma. Enviei todos os documentos solicitados, de acordo com as indicações dadas sobre legibilidade e formato, mas até ao momento o envio tem sido ignorado. Se esta situação não for resolvida rapidamente, terei de avançar com uma reclamação junto do SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos). Aguardo uma resposta célere e definitiva, e não mais uma mensagem automática. O apoio ao cliente é zero. Não existe.
Bagagem com Danos
No dia 23 de junho de 2026, viajei no voo TP1697 entre Lisboa (LIS) e o Funchal (FNC). A minha bagagem é uma mala da Paco Martínez adquirida pelo valor de 250€ que foi entregue para transporte em perfeito estado de conservação. A TAP perdeu a minha bagagem, tendo apenas procedido à sua entrega na minha residência aproximadamente 36 horas após o voo, conforme comprovado pelo PIR emitido no aeroporto. Este atraso causou-me transtornos significativos, incluindo a impossibilidade de aceder a bens pessoais essenciais durante esse período. Quando a bagagem foi finalmente entregue, verifiquei que apresentava danos materiais graves e evidentes que não existiam no momento do embarque, nomeadamente: - Suporte da base inferior partido, tornando a mala instável e inutilizável em posição vertical; - Rasgo e furo na face principal da mala; - Deterioração acentuada dos reforços de couro nos cantos superiores e inferiores. Todos os danos foram devidamente fotografados no momento da receção e submetidos à TAP como prova. Apresentei reclamação formal à TAP em 25/06/2026. A resposta recebida em 29/06/2026, foi completamente insatisfatória: a TAP limitou-se a classificar os danos como “menores” e resultantes de “desgaste natural durante o transporte”, recusando qualquer indemnização. Esta decisão é inaceitável e carece de qualquer fundamento, pelos seguintes motivos: 1. A mala foi entregue em perfeito estado de conservação: os danos são posteriores ao transporte e da exclusiva responsabilidade da TAP; 2. A própria TAP perdeu a bagagem durante 36 horas, o que é prova inequívoca de mau manuseamento e tratamento negligente: como pode a mesma transportadora que perdeu a mala alegar que os danos são de desgaste natural? 3. Os danos não são superficiais: comprometem estruturalmente a integridade e funcionalidade da bagagem; 4. A TAP não realizou qualquer peritagem objetiva nem solicitou documentação adicional antes de encerrar o caso unilateralmente.
Cruzeiro cancelado pela Costa Cruzeiros
Em janeiro de 2027 teria início um cruzeiro no navio Costa Pacífica, com embarque e desembarque no Funchal, associado às reservas n.º 35496266, 35496088 e 35496158 (7 passageiros). A Costa Cruzeiros alterou unilateralmente o navio, prometendo um crédito de 100€ por passageiro como compensação. Posteriormente informou que o novo navio não faria escala nem embarque no Funchal, tornando a viagem impraticável a partir do porto de origem acordado. A compensação prometida nunca foi cumprida. O valor da reserva foi reembolsado através da agência de viagens, mas este reembolso não cobre os danos reais causados: despesas adicionais com reorganização das férias, meses de coordenação entre 7 pessoas, perda de datas e planos importantes, desgaste emocional e impossibilidade prática de reorganizar uma viagem desta dimensão. Apresentei reclamação formal à Costa Crociere, ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1177/2010, exigindo indemnização proporcional aos danos materiais e morais sofridos. A resposta da empresa foi considerar o assunto encerrado apenas por ter havido reembolso pela agência, ignorando por completo o incumprimento contratual, a alteração unilateral das condições essenciais e a falta de cumprimento da compensação prometida. Considero a resposta da Costa Cruzeiros insatisfatória e desproporcional à gravidade da situação.
Encomenda não efetuada entregue à cobrança
Efetuei uma encomenda à cobrança de um par de sapatos online no site https://nenenver.com/?country=PT. Posteriormente, a empresa foi-me enviando por e-mail pretensas atualizações do estado do envio da encomenda e, nos últimos dias, avisando-me de que a encomenda estava prestes a chegar. Ontem, os CTT entregaram-me à cobrança (55 euros) uma encomenda que prontamente recebi e paguei, sem ter reparado no remetente da mesma, dado que estava à espera da entrega da encomenda acima referida. Quando abro a embalagem verifico que não contém o par de sapatos que encomendei, mas qualquer coisa como um casaco. Verifico de seguida que o remetente da encomenda é a "empresa" Integrity Supermarket que desconheço por completo e à qual não fiz qualquer encomenda, nem à cobrança, sei apenas que a encomenda foi entregue em CTT Express Madrid, Centro Operacional, Avenida da Europa, nº 9, Coslada, Cod. Postal 28821, Madrid. Deveria ser obrigatório os CTT revelarem a identidade do remetente para o trazerem à responsabilidade. Entretanto, consultando o Portal da Queixa na internet, verifico que recentemente abundam queixas de casos semelhantes ao meu. Não posso deixar de associar as duas encomendas -- a que me foi entregue e não fiz, com a dos sapatos, que ainda não me foi enviada -- como parte do mesmo esquema para me venderem algo que não pretendia comprar.
Cessação de contrato
Prezados(as), Venho, por meio desta, apresentar formalmente a minha reclamação relativamente ao contrato de formação que celebrei com a CEAC. A contratação ocorreu após a visita de um vendedor à minha residência, ocasião em que me foi apresentada uma realidade completamente diferente daquela que encontrei ao iniciar a formação. Durante a venda, foi-me garantido que o curso teria conteúdos constantemente atualizados, acompanhamento frequente por parte dos professores e uma experiência de aprendizagem de elevada qualidade. No entanto, após iniciar o curso, verifiquei que essas informações não correspondiam à realidade. O curso de Barbeiro Profissional apresenta conteúdos claramente desatualizados, incluindo aulas referentes à pandemia da COVID-19, com informações de 2020, sem qualquer atualização relevante para a prática profissional atual. Tal situação contraria diretamente aquilo que me foi prometido durante a contratação. Outro ponto que considero extremamente grave diz respeito ao acompanhamento pedagógico. Foi-me transmitido que teria acompanhamento contínuo ao longo da formação. Contudo, as poucas comunicações que recebi ocorreram praticamente até ao término do prazo legal para exercer o direito de cancelamento. Posteriormente, esse acompanhamento deixou de existir na forma como havia sido prometido. Além disso, para avaliar a qualidade do apoio da professora, realizei deliberadamente uma avaliação com diversas respostas incorretas. A resposta recebida limitou-se a uma recomendação genérica para "melhorar a leitura", sem qualquer análise das questões erradas, explicação dos erros ou orientação pedagógica adequada. Essa experiência demonstrou a ausência do acompanhamento personalizado que me foi garantido no momento da venda. Também me foi explicado que, à medida que utilizasse a plataforma, os módulos seriam desbloqueados progressivamente. Na prática, isso fez com que apenas tivesse acesso aos conteúdos mais avançados após o prazo de cancelamento. Se tivesse podido visualizar antecipadamente o conteúdo do terceiro módulo, teria cancelado o contrato dentro do prazo, pois teria percebido que a formação não correspondia ao que me foi vendido. O curso é composto por oito módulos, tendo eu interrompido a formação no quarto módulo, precisamente por considerar que o conteúdo não corresponde às expectativas criadas pelo vendedor nem ao serviço anunciado pela CEAC. Desta forma, entendo que houve uma clara divergência entre as condições apresentadas durante a venda e o serviço efetivamente prestado. Solicito, por isso, que a CEAC analise a atuação dos seus vendedores, uma vez que a venda realizada na minha residência criou expectativas que não foram cumpridas pela formação disponibilizada. Reitero que não me recuso a assumir a responsabilidade pela parte da formação que efetivamente utilizei. Estou disponível para pagar apenas o valor correspondente ao período e aos conteúdos de que usufruí. Contudo, considero injustificado e desproporcional exigir o pagamento da totalidade do contrato, tendo em conta que o serviço prestado não correspondeu ao que me foi apresentado no momento da contratação. Solicito, assim, uma análise cuidadosa do meu caso e uma solução justa, baseada no efetivo consumo da formação e nas circunstâncias acima descritas. Com os melhores cumprimentos
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