Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reclamação Braseira Exterior 5601452572470
Exmos. Senhores, No dia 01/04/2026 adquiri uma braseira exterior na loja Espaço Casa do Atlantic Park, Ovar, pelo valor de 34,99€. O produto permaneceu fechado dentro da embalagem original desde a data da compra e apenas foi aberto recentemente para primeira utilização. No momento da abertura, a 21/05/2026, verifiquei que a braseira apresentava um nível elevado de ferrugem solta, libertando resíduos de oxidação de forma imediata ao toque e ao simples manuseamento. Importa esclarecer que a minha reclamação não se prende com o aspeto visual oxidado do artigo. Compreendo que se trate de um acabamento decorativo “efeito ferrugem” ou “ferrugem real”. O problema é que o produto liberta continuamente partículas e resíduos de ferrugem para o exterior: a ferrugem transfere-se para as mãos; cai e escorre para o chão;mancha imediatamente superfícies como cerâmica, pedra, azulejo e pavimento exterior; deixa resíduos em tudo aquilo com que entra em contacto. Esta consequência prática do produto não se encontra indicada de forma clara, explícita ou visível na embalagem, etiquetas ou informações disponibilizadas ao consumidor no momento da compra. Em nenhum local é referido que: o artigo liberta resíduos contínuos de ferrugem; mancha permanentemente superfícies; necessita obrigatoriamente de proteção inferior; não deve ser colocado diretamente sobre determinados tipos de pavimento. Considero esta informação essencial para uma decisão de compra informada, especialmente tratando-se de um artigo destinado a utilização exterior em terraços, varandas e zonas pavimentadas. A empresa respondeu alegando que este comportamento é “natural” devido ao material e acabamento do produto. No entanto, precisamente por ser algo supostamente expectável para o fabricante/vendedor, deveria existir um aviso claro ao consumidor antes da compra. Enquanto consumidora, não tenho obrigação de presumir conhecimentos técnicos sobre oxidação ativa de ferro/aço nem de antecipar que um produto novo, ainda embalado e nunca utilizado, vá libertar ferrugem ao ponto de manchar superfícies apenas pelo contacto normal. Adicionalmente, o facto de o produto ter permanecido fechado e nunca utilizado explica igualmente porque a situação apenas foi detetada após o prazo interno de devolução da loja. Solicitei a devolução do artigo e respetivo reembolso, pedido que foi recusado exclusivamente com fundamento no prazo interno de 15 dias, sem consideração pela ausência de informação adequada relativamente ao comportamento real do produto. Pretendo, assim, que a situação seja analisada pelas entidades competentes enquanto questão de informação ao consumidor e adequação do produto às expectativas legítimas de utilização.
Bloqueio de Conta
Bom dia venho por este meio efetuar a reclamação dos serviços da Moey pois desde março que me encontro com a conta bloqueada sem nenhum tipo de aviso, já efetuei vários contactos nomeadamente pela linha telefónica e e-mail, ao que sempre obtive a mesma resposta, "Não podemos prestar informação nenhuma em relação ao exposto", o atendimento via telefone é péssimo pois os profissionais que atendem não tem qualquer tipo de qualificações para ajudar, já pedi o cancelamento da conta mas também não me deixam cancelar, contactei com o Banco de Portugal para me tentar informar sobre o assunto e aconselharam me a fazer uma reclamação no livro de reclamações online, mesmo após a reclamação a resposta foi a mesma de sempre continuando à mais de 2 meses sem ter acesso, nem à minha conta, nem ao meu dinheiro, tenho contas para pagar como toda a gente e não tenho maneira de o fazer por causa desta situação, exijo o desbloqueio urgente da conta bem como alguma maneira de compensação pelo transtorno causado. Com os Melhores Cumprimentos.
Instalação aparelhos de ar condicionado deficientes
Exmo Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Empresa Fabisgaz, aa qual anexo o NIF 505467003. Comprei 2 aparelhos de ar condicionado a 30.8.2023, a referida empresa apresenta-se como representante da empresa Vulcano/Bosch, vende os equipamentos e procede à instalação dos mesmos. Este ano em Fevereiro de 2026, quando ligava o ar condicionado o quadro elétrico desligava, ficava sem eletricidade em casa. Esta situação já se tinha passado anteriormente, no entanto eu ligava o quadro algumas vezes e acabava por funcionar. Em fevereiro de 2026 deixou mesmo de funcionar, ou seja, os aparelhos de ar condionado deixaram de ligar. Contactei a empresa Fabisgazdia 2 de fevereiro, uma vez que a garantia é de 3 anos, reportei o acontecido e ficaram de ir ver. Entretanto houve as tempestades e foi-me dito que só iriam quando o tempo melhorasse, compreendi. No fim de Fevereiro, deslocaram-se a minha casa verificaram os aparelhos e disseram que provavelmente tinha havido avaria na unidade exterior e que iriam contactar a Vulcano. Após várias dias eu contactei a Vulcano e um técnico deslocou-se a minha casa para verificarem os aparelhos, que segundo o técnico e o relatório que me enviaram, não havia qualquer problema nos aparelhos, mas sim na instalação dos mesmos, s ligações estavam mal feitas. Paguei a deslocação do técnico, 98.40€. Contactei então a empresa que instalou os aparelhos, a Fabisgaz, pois uma vez que o problema deriva de problemas na instalação, admiti que o valor que paguei, a empresa cobrisse e posteriormente fizessem as ligações corretamente. Nada disso aconteceu, ao que disseram não eram eletricistas e portanto tinham instalado e ligado os aparelhos na tomada pedida por mim! Como é que eu iria dizer à empresa que instala o ar condicionado onde deviam fazer a ligação? É só ridículo! Ou seja demitem-se de qualquer responsabilidade! Neste momento tenho um orçamento da empresa Vulcano/Bosch para fazerem a devida ligação dos aparelhos, no valor de280€. Envio toda a documentação do referido acima. Peça a vossa colaboração no sentido de me indicarem como posso responsabilizar a empresa Fabisgaz para que assumam o erro e procedam ao pagamento dos valores que irei gastar. Uma outra situação e que consta da fatura que paguei à Fabisgaz é que as taxas de IVA cobrados foi de 23%, e ao que sei até ao final de 2023, o governo decretou que o IVA dos aparelhos de ar condicionado era de 6%, confirmam por favor de foi cobrado 23% indevidamente? Atenciosamente , Ana Teresa Marques
Encomenda não chegou
No passado mês de Abril entrei em contacto com esta empresa afim de adquirir uma casa modular após várias mensagens e ser informado do valor foi feita a transferência do valor indicado que junto em Anexo. Após várias mensagens e após informação do valor que me disseram ter que ser pago no acto da compra efectuei transferência para o NIB indicado conforme comprovativo que anexo . Após a mesma foi-me solicitado o valor do IVA o qual nunca me foi informado sendo que após a mesma efectuei a nova transferência para outro NIB conforme indicado no comprovativo anexo . Após a confirmação dos pagamentos foi combinadaa data de entrega. Sucede que na data de 06-05-26 me foi solicitado via WatsApp novo pagamento de 315€ porque o camião estaria alegadamente retido na fronteira entre Portugal/ Espanha. Perante a minha recusa e a solicitação de reembolso total imediato foi-me solicitado para o efeito novo pagamento no valor de 205€, o que naturalmente recusei tendo insistido na minha solicitação de reembolso ao que a empresa voltou a pedir o mesmo valor de pagamento. Por se tratar de uma burla solicito reembolso imediato dos valores pagos .
Atendimento
Maria Inês Trindade de Barros, Utente do SNS nº 278049319, sofreu um traumatismo do pé esquerdo no dia 23.05.2026. Apesar das dores intensas, não recorreu a qualquer serviço de saúde, tendo ficado no domicílio a fazer gelo e repouso, com elevação do membro. No dia 25.05.2026, como a situação não melhorasse, com edema do pé e dores intensas, decidiu recorrer aos serviços de saúde, motivo pelo qual telefonou para a Linha SNS 24 às 08:18 h. Após 55 minutos de espera, a chamada foi atendida, tendo sido respondidas todas as questões colocadas, nomeadamente o número do telefone de contacto. Em seguida foi informada que iriam passar a chamada a outro colega e após mais algum tempo (total da chamada 1 hora 0 minutos 8 segundos), a chamada foi desligada. Não foi feita qualquer tentativa de voltar a contactar a signatária. A utente acabou por se dirigir ao hospital de Viseu tendo sido diagnosticada uma fratura do pé esquerdo
Não reembolso num produto estragado
Nos dias 25 e 26 de maio, tive dois problemas seguidos com os meus pedidos na Uber Eats. No dia 25 de maio, o produto enviado vinha trocado. No dia 26 de maio, a refeição encomendada vinha com bolor. Infelizmente, só reparei no bolor depois de já ter comido uma parte da comida, o que representa um risco real para a minha saúde. Consigo provar a veracidade de ambas as situações através de fotografias claras. Ao contactar o apoio ao cliente da Uber Eats para reportar a comida estragada, o reembolso foi recusado. A empresa justificou a decisão dizendo que recebeu um grande número de pedidos de reembolso nas minhas últimas compras. Esta resposta é inaceitável, pois os dois problemas aconteceram por falhas exclusivas da plataforma e dos seus parceiros em dias seguidos. Cada encomenda é um serviço independente e eu apresentei provas fotográficas de todos os erros. A Uber Eats não pode usar uma regra automática para rejeitar a devolução do dinheiro quando o produto entregue está estragado e põe em causa a segurança alimentar do consumidor. Por isso, exijo uma resposta adequada à situação atual do dia 26 de Maio.
Suspensão indevida de abono para menores por atraso da AIMA
Exmos. Senhores,Venho por este meio expor e reclamar da atuação da Segurança Social relativamente à suspensão do Abono de Família dos meus filhos, ocorrida em maio de 2026.No passado dia 16 de maio, constatei que o pagamento do abono não foi efetuado. Submeti de imediato uma exposição através da plataforma e-Clic, tendo recebido como resposta que a reposição da prestação está dependente da apresentação do Cartão de Residência físico dos menores e que "nada podem fazer por ser a lei".Contudo, a não apresentação do referido cartão deve-se exclusivamente ao atraso administrativo da AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo) na emissão do título de Reagrupamento Familiar, um processo que corre os seus termos e do qual possuo todos os comprovativos legais de submissão e regularidade.Os menores não podem ser privados de um direito fundamental de subsistência por falha de articulação e atrasos crónicos dos organismos do próprio Estado. Nos termos do Artigo 15.º da Lei n.º 23/2007, os cidadãos estrangeiros que residam legalmente ou tenham processos de regularização em curso gozam de igualdade de tratamento perante a Segurança Social.A exigência estrita de um documento físico que o próprio Estado tarda em emitir, ignorando os comprovativos de proteção jurídica emitidos pela AIMA, constitui uma violação do princípio da proteção do superior interesse do menor.Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTE junto da Segurança Social para que:Seja aceite o comprovativo de processo pendente da AIMA como documento provisório idóneo.Seja levantada de imediato a suspensão do Abono de Família.Sejam pagos os valores retroativos devidos.Com os meus melhores cumprimentos,
A Motosserra desapareceu na loja
Perderam a minha motosserra em reparação há 3 anos Deixei uma motosserra [ Motosserra MS 194T] para reparação na loja vrr comercio de acessorios lda no dia 14/07/2023 Durante 3 anos disseram-me para aguardar enquanto "procuravam a máquina". Na semana passada fui á loja e informaram que não sabem onde está e que, segundo um regulamento interno, após 6 meses deitam os bens fora sem avisar. Nunca fui notificado nem assinei nada a aceitar isso. A loja tinha a obrigação de guardar e devolver o bem. Exijo a devolução ou o pagamento do valor da motosserra + indemnização pelos 3 anos sem a máquina. Durante este tempo tive que comprar outra motosserra para poder trabalhar. Cada vez que ia á loja fazer alguma compra perguntava sempre pela motosserra tal como os meus colegas e sempre disseram que andavam á procura dela. Fico aguardar á resposta desta situação. Qualquer dúvida disponham Cumprimentos
Erro da lojista no número do calçado embalado e não trocam
No dia 18 de maio comprei um par de ténis adidas na loja Seaside do Freeport. Depois de experimentar os ténis optei pelo número 41,5 paguei e fui para casa em Santarém. Dois dias depois calcei os ténis para usar e achei um pouco largos mas pensei tratar-se de falta de aperto e apertei mais os atacadores. Andei com os ténis no meu logradouro e à volta da casa até concluir que algo não estava bem com o calçado. Verifiquei então que o número que me foi entregue na loja foi um 43,5. Descalcei os ténis e dirigi-me à loja no dia 25 de maio para trocar, em mais uma viagem desde Santarém apenas com este propósito. Na loja disseram não podiam fazer a troca pois a sola estava marcada de uso na parte de baixo. Os ténis estavam absolutamente imaculados porém com alguma tonalidade menos branca na parte de baixo da sola e apenas nesta parte. Apresentei queixa no livro de reclamações. Considero inaceitável que um erro da lojista que me atendeu não seja admitido pela loja ainda que tivessem de limpar a sola dos ténis que relembro apenas estava ligeiramente marcada na parte de baixo em em zona alguma na lateral. Não admito razoável este tipo de postura de uma loja e de uma marca com a reputação da Seaside onde tenho comprado imenso calçado. Espero uma resposta conciliadora e satisfatória da marca para resolução da situação.
Reclamação leon.bet
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e expor publicamente a situação abusiva e de contornos fraudulentos que estou a vivenciar na vossa plataforma. O meu filho criou uma conta no vosso site (associada ao e-mail: tomas.sa@outlook.com) e efetuou um depósito inicial avultado no valor de 10.000€ (dez mil euros) de capital inteiramente próprio. Após realizar apostas em conformidade com as regras da plataforma, obteve lucros legítimos na ordem dos 1.680€ em abril e 470€ em maio, totalizando um saldo atual de 12.150€. No momento em que foi solicitado o levantamento dos valores ganhos e do capital depositado, a vossa plataforma bloqueou a operação sob o pretexto de que a conta se encontra "em verificação". Desde então, têm exigido sucessivos dados e documentos pessoais que extravasam o bom senso e o habitual controlo de segurança, numa clara manobra de diversão e tática de desgaste para adiar e evitar o pagamento do montante que nos pertence. A retenção do valor depósito inicial (10.000€) distribuído por vários depósitos constitui uma apropriação indevida de fundos. O capital depositado não pertence à vossa empresa e exijo a sua devolução imediata, bem como dos lucros obtidos. Informo que, caso o saldo total de 12.150€ não seja libertado para levantamento no prazo de 48 horas, irei avançar com queixas formais junto das autoridades criminais e de regulação de jogo, tanto a nível nacional como internacional. Exijo uma resposta célere e a resolução imediata deste bloqueio. Atenciosamente, Vitor Sá
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
