Reclamações públicas
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Documentos não emitidos!
Assunto: Pedido de documentação e esclarecimentos sobre dívida Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com carácter de urgência, o envio de toda a documentação relativa à dívida que se encontra a ser gerida por V. Exas., originalmente associada à Cetelem e atualmente sob gestão da Servdebt. Solicito concretamente: • Cópia do contrato de crédito original • Documento comprovativo da cessão da dívida para a vossa entidade • Valor inicial da dívida • Discriminação detalhada de juros, encargos e eventuais comissões aplicadas • Plano de pagamentos acordado • Extrato atualizado com o histórico de pagamentos efetuados e valor em dívida Mais informo que, até à receção e validação da documentação acima referida, reservo-me o direito de suspender ou reavaliar os pagamentos em curso. Agradeço resposta por escrito no prazo máximo de 10 dias. Com os melhores cumprimentos.
Reclamação – Pedido de Reembolso por Incumprimento Contratual
Reclamação – Incumprimento Contratual e Pedido de Reembolso Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Indie Campers, relativamente a um serviço de aluguer de autocaravana que não chegou a ser prestado, apesar de ter sido integralmente pago. Efetuei uma reserva de uma autocaravana (n.º 485O6Q), no valor de 491,92 €, com levantamento agendado para as 14h30 do dia 27 de janeiro de 2026. Importa desde logo referir que, antes mesmo da deslocação ao local, fui informada de uma alteração unilateral da autocaravana reservada para um modelo de categoria superior, sem qualquer pedido de consentimento da minha parte. No entanto, ao chegar ao parque, verifiquei a existência de várias viaturas disponíveis do modelo originalmente contratado, o que demonstra que essa alteração não só foi indevida como injustificada. Após a chegada ao local, e ao longo de cerca de 3h30 horas de espera, fui confrontada com uma sucessão de situações graves, reveladoras de total falta de organização, transparência e respeito pelo consumidor: Em primeiro lugar, foi-me comunicado que não seria possível adicionar um segundo condutor por ambos termos menos de 25 anos, informação essa que nunca me foi prestada no momento da reserva. Esta limitação é particularmente grave num aluguer deste tipo, onde a existência de um condutor alternativo é uma questão básica de segurança. De seguida, foi levantada a questão das correntes de neve, que tinham sido previamente pagas como extra. A colaboradora indicou que teriam de verificar se existiam correntes disponíveis e que, caso não existissem, seríamos nós a ter de as adquirir. Para além de tal ser inadmissível, é do conhecimento geral que este tipo de equipamento é extremamente difícil de encontrar para veículos desta dimensão, especialmente de forma imediata. A situação agravou-se significativamente quando, ainda sem sequer termos visto a autocaravana, a colaboradora afirmou que a viatura apresentava vários danos, justificando tal com o facto de, no ano anterior, os veículos terem sido “bastante danificados devido ao ano difícil que tiveram”. Esta abordagem gerou desde logo uma enorme desconfiança quanto ao estado real do veículo e à eventual responsabilidade que poderia vir a ser imputada ao cliente. Posteriormente, fomos informados de que a autocaravana não incluía gás, sendo que este é um elemento absolutamente essencial para o funcionamento de equipamentos básicos como frigorífico, fogão e aquecimento. Quando questionei onde poderia adquirir esse gás, já sabendo que se tratava de um tipo específico e de difícil acesso, foi-me dito que sendo pouco provável encontrá-lo na zona. Ou seja, estavam a disponibilizar uma viatura sem condições mínimas de utilização. Quando questionei como seria feita a verificação do estado do veículo (nomeadamente os equipamentos a gás), foi-me indicado que, por norma, essa verificação não é realizada na presença do cliente, apenas podendo ser feita connosco se insistíssemos. Esta prática é totalmente inaceitável e coloca o consumidor numa posição de extrema vulnerabilidade. Após todas estas situações, já estava bastante desconfortável com o aluguer e questionei sobre a caução, no valor de 2.500 €, ao qual foi-me explicado que, após a devolução, a viatura seria sujeita a uma auditoria interna e que só posteriormente seria decidido se existiriam danos a imputar, podendo este processo demorar vários dias, seguido de um prazo adicional para reembolso. Ou seja, não existe qualquer validação imediata e transparente no momento da entrega, ao contrário do que é prática comum noutras empresas do setor nas quais já aluguei este tipo de veiculos. Importa reforçar que toda esta situação ocorreu sem que tivéssemos sequer tido oportunidade de ver a autocaravana, sendo-nos pedido que aceitássemos condições altamente desfavoráveis, com riscos evidentes e sem quaisquer garantias. Perante este conjunto de circunstâncias — alteração indevida da viatura, omissão de informações essenciais, falta de condições básicas de utilização, ausência de transparência na verificação de danos e incerteza total quanto à devolução da caução — considerei que não estavam reunidas as condições mínimas de confiança e segurança para prosseguir com o aluguer. Assim, solicitei o cancelamento imediato da reserva, antes da entrega da viatura, por motivos exclusivamente imputáveis à empresa. Posteriormente, recebi comunicação por parte da Indie Campers a indicar que a reserva tinha sido cancelada e que caso fosse elegivel para reembolso, o mesmo seria processado no prazo de 7 dias. No entanto, decorridos mais de dois meses desde essa comunicação, o valor pago (491,92 €) continua por devolver, sem qualquer justificação plausível ou atualização concreta sobre o estado do processo. Para além da evidente frustração e perda de tempo, esta situação causou prejuízos adicionais, nomeadamente a perda de uma viagem planeada, bem como custos associados a reservas previamente efetuadas, incluindo equipamentos e forfaits de ski. Considero que estamos perante um caso claro de incumprimento contratual e violação dos direitos do consumidor. Assim, venho por este meio solicitar: - A devolução integral do montante pago (491,92 €), sem qualquer penalização; - Um esclarecimento formal, detalhado e urgente relativamente ao atraso no reembolso. Face à ausência de resolução após múltiplas tentativas de contacto, vejo-me obrigada a recorrer a meios formais para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidora.
incumprimento da cetelem -pagamento da perda total pendente
Assunto: Cetelem não envia documentação à Fidelidade, impedindo pagamento de perda total da viatura BD-17-PS Venho por este meio apresentar reclamação contra a Cetelem, relativamente à falta de envio da documentação necessária à seguradora Fidelidade para a regularização da perda total da viatura com matrícula BD-17-PS, sobre a qual existe reserva de domínio a favor da Cetelem. A seguradora Fidelidade encontra-se a aguardar o envio, por parte da Cetelem, da certidão/documentação comprovativa de titularidade e demais elementos necessários para proceder ao pagamento da indemnização de perda total diretamente à entidade financeira, bem como à regularização do salvado. No entanto, apesar de múltiplos contactos efetuados ao longo de vários meses, a Cetelem não tem enviado a documentação solicitada. Em diversos contactos telefónicos, a Cetelem informa que irá enviar a documentação, o que posteriormente não se verifica. Por sua vez, a Fidelidade confirma que o pagamento não foi efetuado exclusivamente por falta dessa informação por parte da Cetelem. Esta situação tem provocado um atraso injustificado na regularização do processo. Entretanto, continuamos a suportar o pagamento das mensalidades do financiamento da viatura, apesar de existir já uma situação de perda total e de o pagamento da indemnização depender apenas da atuação da Cetelem. Este atraso está a causar prejuízo financeiro direto e desnecessário. Adicionalmente, verifica-se falta de comunicação eficaz entre a Cetelem e a Fidelidade, bem como ausência de acompanhamento e atualização do processo, mantendo-se a situação bloqueada há vários meses sem justificação válida. Assim, solicito: O envio imediato da documentação necessária pela Cetelem à Fidelidade A regularização urgente do processo de perda total A suspensão das mensalidades enquanto o processo se encontra pendente por motivo imputável à Cetelem A análise de eventual devolução/ajuste de valores pagos durante o período de atraso injustificado A presente situação revela falta de diligência, atraso injustificado e prejuízo para o consumidor, pelo que solicito a intervenção para resolução urgente do processo. Com os melhores cumprimentos, Predileto e Ousado unipessoal Lda 933608040
Cancelamento Prime
No dia 26 de fevereiro subscrevi o Prime e cancelei no dia seguinte, aparecendo na minha conta que a subscrição tinha sido cancelada, no entanto, está-me a ser cobrado o valor mensal. No site da eDreams está escrito que o período experimental gratuito é destinado a novos membros Prime e que a subscrição pode ser cancelada a qualquer momento, sendo que sou um novo membro (nunca tinha utilizado a eDreams e o Prime) e que cancelei a subscrição no dia seguinte, não percebo porque me continua a ser cobrado o valor mensal. Para além disso, uma amiga minha fez o mesmo e não ficou a pagar nada. Venho, por estes motivos, pedir que pare de ser cobrado o valor mensal da subscrição pPrime. Agradeço rápida resposta por parte da eDreams.
Aumento da mensalidade
Boa noite, Uns meses atrás perto do fim do período de fidelizacao comecei a ser inundada por chamadas telefónicas por parte dos colaboradores da Nos. Fizeram uma redução de mensalidade de forma a assinar novo contrato. Transitado o ano para 2026, aumentaram o valor da mensalidade e a resposta que obtive foi que é um aumento imposto pela lei atual. Não entendo como é que eu renovei um contrato com X termos não podendo no prazo de 2 anos mudar de operadora, mas depois alegando uma lei que desconheço a operadora em causa aumenta a mensalidade. Até que ponto isto é legal. Atentamente, Alexandra Dias
Artigo diferente do que eu encomendei
Exmos. Senhores, Em adquiri uma câmara 100% alimentada a energia solar- sem cabos por 64€. A referência da encomenda é 18639632. A 10-04-2026 recebi uma vossa encomenda, mas em vez do que tinha encomendado. Recebi uma câmara nada haver com a que eu tinha encomendado. Exijo que me entreguem o objeto que vos encomendei, e que levantem o que me entregaram por engano. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem o que encomendei nos próximos 5 dias, considerarei o contrato como incumprido e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos
Veículo com defeito grave de segurança – pedido de resolução do contrato
No mês de janeiro de 2026 adquirimos uma viatura Peugeot E-2008 GT junto do Stand Rocha Green, com financiamento bancário, tendo sido assegurado pelo vendedor João Loureiro que o veículo seria entregue em perfeitas condições após revisão na Peugeot. A viatura apenas foi disponibilizada em março de 2026, após sucessivos atrasos e falta de comunicação por parte do vendedor, que não prestava esclarecimentos adequados sobre o estado do veículo. No dia 14 de março de 2026, imediatamente após a saída do stand, verificámos que a viatura apresentava falha grave no sistema de travagem, sendo necessário pressionar o pedal até ao fundo para obter resposta, colocando em risco a segurança dos ocupantes. A situação foi reportada de imediato ao funcionário Pedro e posteriormente ao vendedor João Loureiro, tendo sido inicialmente desvalorizada como sendo uma característica da viatura, o que é manifestamente incorreto. No dia 20 de março de 2026 a viatura foi novamente entregue ao stand para verificação e reparação. Durante este período, foi-nos atribuída uma viatura de substituição pela própria empresa, o que demonstra o reconhecimento de que o veículo adquirido não se encontrava em condições de utilização. No dia 07 de abril de 2026 fomos informados de que a viatura estaria pronta, tendo procedido ao levantamento no dia 09 de abril de 2026. Contudo, ao testar a viatura no próprio local, verificámos que o problema no sistema de travagem se mantém, não tendo sido resolvido. Foi ainda apresentado um documento de intervenção onde não consta qualquer verificação ou reparação do sistema de travagem, que foi o motivo principal da entrega da viatura. Acresce que, durante o período em que a viatura esteve indisponível, a empresa assumiu o pagamento das prestações de fevereiro e março, reconhecendo implicitamente a falta de condições do veículo. No entanto, a prestação de abril não foi assumida, apesar de a viatura apenas ter sido disponibilizada no dia 09 de abril de 2026 e ainda com o defeito por resolver, causando prejuízo adicional ao consumidor. A empresa recusa-se atualmente a assumir responsabilidade, bem como a proceder à substituição da viatura ou resolução do contrato. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente dos artigos 5.º, 12.º e 13.º, o consumidor tem direito a que o bem esteja conforme com o contrato, sendo que, em caso de falta de conformidade, pode exigir a reposição da conformidade, a substituição do bem ou a resolução do contrato. Tratando-se de um defeito grave que compromete a segurança do bem e não tendo sido o mesmo resolvido após tentativa de reparação, assiste-nos o direito à resolução do contrato ou substituição da viatura. Assim, vimos por este meio solicitar: – A resolução do contrato com devolução integral dos valores ao banco financiador ou, em alternativa, – A substituição da viatura por outra em perfeitas condições de segurança e funcionamento Caso não haja resolução célere da situação, serão tomadas as devidas diligências junto das entidades competentes e vias legais aplicáveis.
Cancelamento de hotel
Exmos. Senhores, fiz uma reserva de um hotel em Roma em janeiro que pelos vistos já tinha encerrado em outubro. A edreams deixou-me fazer a reserva sem nunca mencionar que o hotel já não existia e descontou-me o valor. Recebo, há dois dias, um email, um mês antes da viagem a confirmação que o hotel já não existe. Neste email não estão os termos de cancelamento (efetuado por eles) não há referência a reembolsos apenas a referência a um outro hotel mas clicando no link do mesmo só abre o Google maps. Não atendem nunca as chamadas dos números que oferecem para apoio ao cliente. Sou cliente prime ainda por cima (já que também é impossível nos desvincularmos a essa subscrição). Quero o meu reembolso
voucher e-lar
No dia 14 de março de 2026, dirigi-me à loja Worten de Ponte de Lima com um voucher do programa E-Lar,com o objetivo de adquirir uma placa de indução em representação do meu pai que é o beneficiário do voucher, mas por dificuldades de locomoção não lhe foi possível dirigir- se à loja. O voucher era válido até ao dia 24 de março de 2026. Nessa data, iniciei o processo de compra, tendo sido informado pelos colaboradores de que deveria aguardar contacto por parte do departamento responsável pelo programa, não sendo necessária qualquer ação adicional da minha parte. No dia 27 de março de 2026 recebi um e-mail a informar que o voucher tinha caducado por não ter sido utilizado dentro do prazo. Ao deslocar-me novamente à loja, foi-me comunicado que não existia qualquer solução. Após contacto com o Fundo Ambiental, foi-me transmitido que a responsabilidade pela não utilização do voucher dentro do prazo é da Worten, uma vez que o mesmo não foi devidamente ativado dentro do período de validade pelos seus serviços. Dirigi-me novamente à worten e efetuei uma queixa no livro de reclamações, à qual obtive a mesma resposta, que não podiam resolver a minha situação. Considero que atuei dentro do prazo e segui todas as instruções fornecidas, tendo sido prejudicado por uma falha que não me é imputável.
Encomenda nao entregue
Exmos. Senhores, Em 04/03/2026 adquiri tres camisolas do Brasil pelo valor de 84,78€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, e numero de encomrnds n° PT#124134. Sendo que nao consigo se quer encontrar no site. Na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até 30/03/2026ao Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços via email nos dias 10/03,11/03,12/03,16/03,30/03, 02/04e em 10/04 obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
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