Reclamações públicas
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Artigo com defeito
Prezados, Venho por este meio expressar o meu desagrado com a forma como está a ser tratado o meu pedido de troca/substituição de um colchão adquirido da pikolin, o qual apresenta deformação/covas, claramente caracterizando um defeito de fabrico, visto ser o segundo colchão da mesma gama com o mesmo problema, já admitido pela empresa e pelo que vejo, com imensas queixas do mesmo. Contactei o atendimento ao cliente da pikolin para solicitar a devida análise e substituição, uma vez que o colchão se encontra dentro do prazo de garantia. Contudo, fui surpreendida com a alegação de que o problema é do estrado da cama, isentando-se assim da responsabilidade. Informo que o estrado encontra-se em condições (também dito pela pessoa que veio fazer as medições, que estava na zona verde do medidor) e é compatível com o colchão, conforme as recomendações de uso da garantia pikolin. Além disso, a existência de defeito no colchão não pode ser descartada apenas com base em suposições/ fotos. De acordo com o Decreto-Lei n.º 67/2003, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 84/2008, os bens móveis (como colchões) vendidos em Portugal têm garantia legal de dois anos (a garantia pikolin são de 3 anos, sendo que tenho uma extensão dessa mesma garantia de 5). É obrigação do vendedor assegurar a conformidade do bem com o contrato durante esse período, reparando, substituindo ou reembolsando o consumidor, conforme o caso. Desta forma, peço a substituição imediata do colchão defeituoso, sob pena de levar a situação às entidades competentes, como a DECO – Defesa do Consumidor e o Livro de Reclamações Eletrónico. Aguardo uma resolução rápida e justa para este problema, antes de proceder com reclamações formais. Com os melhores cumprimentos. CM1171016020000 Colchão AMELIE CM 11710 - 160x200 Data de compra: 19/02/2024
Alteração de voo
Fiz a compra de uma passagem de Lisboa a Chapecó no dia 18/06 para partida e chegada no mesmo dia, e hoje 7/07 fui olhar no App e a azul alterou para o segundo voo do dia fazendo com que chegue no outro dia e a escala fique enorme, sabendo que quando comprei a passagem já paguei mais caro porque queria estes horários, sem avisar nem nada trocaram e o Mesmo já aconteceu no voo de ida que tive que pagar hotel e alimentação sem necessidade por simplesmente alterarem. Tentei contato via chat e via telefone nenhum obtive sucesso, quero que cancelem a minha passagem ou que volte o horário que comprei! Realmente um descaso com o cliente, 1 vez até tolerei agora 2 é ser burro! Aguardando resolução! Segue número de reserva e fotos do acontecido!…
Má qualidade no produto e atendimento pós venda
No dia 19/06/2025 estive na loja Zippy no Parque Nascente Shopping para a entrega de um carrinho de passeio que estava com problemas, que claramente eram de origem de má qualidade. Problemas esses como: os botões do cinto descosturaram, a fivela responsável por manter o encosto sentado não segura, fazendo com que a bebê permaneça a todo tempo deitada/reclinada, a borracha da roda traseira esquerda sai do sítio conforme anda e o chassi está frouxo, sempre a balançar como se fosse desmontar (já é o segundo carrinho que compro da marca que possui avaria. O anterior teve o parafuso quebrado e ao levar na loja, devolveram-me o dinheiro, onde usei para comprar o atual que também apresenta avarias.); O carrinho foi enviado para a assistência e foi aberto o processo de número PAT2865, onde não foram mencionados todos os problemas e tive que enviar um e-mail solicitando os demais detalhes, reabriram o processo com o número PAT2885. A assistência me retornou informando que as avarias eram devidas a MAU USO do produto, algo INADMISSÍVEL, uma vez que não há possibilidade de usar de maneira indevida uma fivela de encosto, uma borracha de roda, um chassi de carrinho infantil, uns botões de cinto. As avarias são claramente por MÁ FABRICAÇÃO, FALTA DE QUALIDADE. Um carrinho que custou-me caro. Tive que comprar um carrinho novo, de outra marca, pois não posso ficar sem para a minha filha. Um prejuízo enorme por falta de qualidade de uma marca tão grande. Disseram que a culpa das avarias eram minhas e que eu podia paga-los para consertar. Inaceitável e inadmissível. Já não tenho interesse no carrinho, apenas em receber de volta o valor que gastei no mesmo que só me trouxe dores de cabeça. Péssima assistência, péssima análise, péssimo atendimento ao consumidor.
Corte indevido do serviço
Venho por meio desta, deixar minha reclamação mais uma vez . Há 2 meses deixei todos os equipamentos de Internet na loja nos em espinho,pois ja não utilizava a meses mas continuava a pagar, e quero cancelar esse plano. Pois minha nova morada não ter como passar a fibra,já enviaram 2 tecnicos que confirmaram a impossibilidade de instalação,sendo assim pedi um kanguro. Mas pedi o cancelamento da Internet residencial e telefone fixo,pretendendo ficar somente com os celulares e o kanguru. Pois bem me enviaram fatura de multa e cortaram minha internet ,linha de celular etc,sem aviso prévio. Já faz 1 semana fui até a loja de espinho na semana passada fiz a reclamação e até agora nada. COBRAR POR UM SERVIÇO QUE NÃO ULTILIZO A MESES É BURLA .
Nao satisfeita
Boa tarde eu fiz duas encomendas na wual nao fiquei satisfeita ainda contactei o apoio ao cliente da temu na qual fui tratada como um lixo e nada o fizeram mas sempre recebi saldo credito e últimamente tenho fiacado desiludida com a forma que sou yratada mas se nao me resolverem o problema eu e o meu advogado ira apresentar uma queixa na policia
Artigo com defeito troca negada
Venho por meio deste canal de reclamação, apresentar minha indignação a respeito do atendimento prestado na loja JD sport no Guimarães shopping. Efetuei a compra de uma legging na loja, não fiz uso do artigo, retirei a etiqueta e logo identifiquei um defeito no artigo, estava descosido na parte traseira; impossível de ser usada ! Fui à loja e a funcionária não teve nenhuma empatia, logo ao pegar no artigo me perguntou a etiqueta? E disse q não iria fazer a troca por estar sem etiqueta e que ela não poderia vender logo após o produto sem a etiqueta. A minha dúvida é como se vende um produto com defeito ? O produto tem menos de 30 dias e esta com o talão ! Para além o produto é DEFEITO! Tem q existir uma garantia mínima independentemente de uso, estar com etiqueta ou não ! E a funcionária ainda me disse que seu quisesse eu fizesse uma reclamação ao fabricante! A loja é que tem q assumir a situação e fazer a reclamação junto ao fabricante e seu fornecedor ! Não entro e não compro mais nesta loja e não recomendo até q algo a respeito disto seja feito! É um imenso absurdo!! Falta de bom senso e respeito com cliente ! Aguardo uma posição da JD sport a respeito do que ocorreu.
Reclamação contra a PCDIGA – Publicidade enganosa relacionada com campanha de cashback MSI
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA – Lojas de Informática, com base numa situação em que considero ter sido lesado enquanto consumidor, através de uma prática comercial enganosa por omissão, conforme o disposto no Decreto-Lei n.º 57/2008, artigo 10.º. 📌 Enquadramento: No dia 26 de abril de 2025, adquiri uma fonte de alimentação MSI MAG A850PCIE5 através da loja online da PCDIGA (fatura n.º ZFAT BZA1/9181077067). A compra foi feita com base numa campanha de cashback de 20€ divulgada no próprio site da loja, e promovida pela marca MSI. Após o período de 14 dias exigido pela MSI, submeti o pedido com todos os documentos solicitados (fatura, número de série, comprovativo). O pedido foi recusado com a justificação de que o produto era "inválido" para a campanha, mesmo tendo sido claramente promovido como participante na loja onde foi comprado. Contactei a PCDIGA com todos os dados e comprovativos, mas a empresa recusou qualquer responsabilidade, alegando que a campanha era da MSI e que apenas “divulgou” a promoção. ⚖️ Fundamentação jurídica: O consumidor tem direito a receber informação clara, completa e verdadeira sobre as condições de qualquer promoção ou campanha comercial. A ausência de informação clara sobre a não elegibilidade do modelo vendido configura, em meu entender, uma omissão intencional ou negligente de facto relevante, nos termos do Art. 10.º do DL n.º 57/2008, constituindo publicidade enganosa. Além disso, o facto de o pedido de cashback só poder ser feito após 14 dias (prazo legal de devolução) agrava ainda mais a posição do consumidor, pois impede qualquer reação imediata em caso de problema — o que considero uma prática desleal e desequilibrada. ✅ O que pretendo: Solicito à DECO o apoio na mediação deste caso, com o objetivo de: 1. Obrigar a PCDIGA a assumir responsabilidade pelo produto vendido no âmbito da campanha; 2. Solicitar a devolução do valor prometido (20€) ou, em alternativa, permitir a devolução ou troca do produto por outro elegível. Trata-se de um princípio, não de um valor. Considero que o consumidor foi induzido em erro, e que o retalhista tem responsabilidade pela informação veiculada nas suas plataformas, especialmente quando está diretamente ligada à decisão de compra. Agradeço desde já a atenção e apoio jurídico nesta questão. Com os melhores cumprimentos, José Carlos Tavares Almeida
Passagem cancelada se descer em um trecho
Boa tarde, venho por meio deste abrir uma reclamação, pois comprei uma passagem na tap na tarifa discount gig x opo 13/07 e opo x gig em 19/07, ambas com escala em Lisboa, ou aeja são 4 voos gigxlis, lisxopo, opoxlis, lisxgig. Liguei para a tap porque na ida a escala demora e vi que seria melhor se tudo correr bem na entrada na imigração de lisboa que não sei quanto tempo demorará (sou portuguesa com cartão cidadão valido, mas com passaporte vencido) seria melhor descer em Lisboa já que irei para Aveiro. Não terei bagagem de porão. Mas a tap diz que se eu fizer isso o sistema cancela minha passagem de volta. Não concordo com essa resposta, já que comprei uma passagem com quatro voos e quero desistir somente de um, o que seria até benéfico para a tap. Solicito que tenha minha opção de descer em Lisboa garantida sem perder o voo de volta.
Solicitação de cancelamento sem penalização – erro do agente comercial
Exmos. Senhores, No dia 20 de junho de 2025, recebi uma chamada telefónica de um colaborador da MEO, Sr. Rui Alexandre, com a proposta de adesão a um serviço de internet no valor de 56,99€. Durante essa chamada, informei expressamente que tinha um contrato em vigor com a operadora NOS e que poderia estar sujeito a um período de fidelização. O vendedor pediu-me que verificasse o final de uma fatura da NOS e, após eu confirmar que estava escrito “não aplicável”, garantiu-me diversas vezes que não tinha qualquer fidelização ativa, o que me levou a aceitar o novo contrato com a MEO. Dias depois, quando surgiram problemas técnicos com a ativação do número, fui contactado pela NOS, que me informou que afinal existia fidelização, e que o erro na fatura não alterava o que constava no contrato, sendo necessário o pagamento de 160€ para cancelamento. Confrontei o vendedor e o seu superior hierárquico, que reconheceram o erro, mas recusaram qualquer tipo de ajuda para resolver a situação ou para suportar os custos da rescisão. Além disso, informaram que a MEO não procede ao cancelamento unilateral do serviço, mesmo quando existe responsabilidade da empresa. As chamadas encontram-se gravadas pela MEO. No dia 04/06/2025, contactei novamente a MEO para solicitar o cancelamento, tendo-me sido indicado que teria de pagar 105€ mais um mês de mensalidade, sugerindo-me inclusive que pagasse os 160€ à NOS para resolver o problema. No dia 05/06/2025, voltei a ligar, mas fui informado de que o departamento de cancelamentos não estava disponível. No dia 07/06/2025, fiz novo contacto e comunicaram-me que teria de pagar 480€ para cancelar, ao mesmo tempo que tentavam vender-me um novo pacote em vez de me apresentar uma solução. Face ao exposto, venho por este meio exigir: 1. O cancelamento imediato do contrato com a MEO sem qualquer custo associado; 2. O reconhecimento da responsabilidade da empresa pelo erro do vendedor, que me induziu em erro ao garantir que eu não tinha fidelização ativa com a NOS; 3. Que seja respeitado o direito de cancelamento no prazo de 30 dias com base em informações falsas prestadas no momento da celebração do contrato, conforme previsto na legislação atual e nas orientações da ANACOM. Caso não obtenha uma resposta favorável num prazo razoável, reservarei o direito de apresentar reclamação junto da ANACOM, do Livro de Reclamações e de outras entidades de defesa do consumidor, como o Centro de Arbitragem e a DECO. Com os melhores cumprimentos, Manuel Rodríguez NIF: 264143698 Telemóvel: 910123720 Morada: Rua Francisco Costa 120 1 dto Vila nova de Famalicão
Cobrança indevida
No dia 5 de junho de 2025, adquiri um curso individual de Fusion 360 na plataforma Domestika, com a conta associada ao e-mail yuri.freri@gmail.com, sem qualquer intenção de subscrever um plano de adesão. Contudo, ao realizar essa compra, foi aparentemente activado um período experimental gratuito da subscrição Domestika Plus, sem o meu consentimento claro e informado. No dia 7 de julho de 2025, fui surpreendida com uma cobrança no valor de 229,77 € relativa à renovação automática da subscrição Domestika Plus, a qual nunca autorizei conscientemente nem pretendi contratar. Assim que tive conhecimento da cobrança, cancelei de imediato a subscrição. Importa ainda referir que não usufruí de qualquer conteúdo ou funcionalidade do serviço durante o período experimental gratuito, e sequer havia efetuado login na Plataforma até a data da cobrança, o que reforça que não houve intenção de adesão voluntária nem utilização efectiva do serviço. De acordo com o Direito de Livre Resolução previsto na legislação portuguesa de defesa do consumidor (transposição da Diretiva 2011/83/UE), o consumidor tem o direito de resolver livremente qualquer contrato celebrado à distância no prazo de 14 dias, mesmo sem necessidade de justificação, e com especial razão quando o serviço não foi utilizado. A empresa recusou-se a efectuar o reembolso, invocando a sua política interna, apesar do cancelamento imediato e da não utilização do serviço. Considero esta prática pouco transparente, desleal e lesiva dos direitos do consumidor. Solução pretendida: Solicito o reembolso integral do montante cobrado 229,77 €, com base no meu direito legal de livre resolução e no facto de não ter usufruído do serviço.
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