Reclamações públicas
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Cobrança indevida
Prezados Srs., Com base no disposto na Lei n.º 27/2007, de 30 de Julho, com a redação que lhe foi conferida pela Lei n.º 74/2020, de 19 de Novembro, cancelei meu serviço com a MEO por justa causa, durante a fidelização, porque retiraram canais importantes da grelha (Clubbing TV, Traveixp HD e Traveixp 4), porém a MEO debitou de minha conta corrente o valor de 252,10 euros, a título de multa, sem meu consentimento e ferindo a lei acima mencionada, inclusive tendo sido informada da situação por carta enviada em 07/08/2025 (carta em anexo). Venho por meio dessa pedir o ressarcimento desse valor. Obrigada.
Perda do Vale de Desconto
Exmos. Senhores, Recebi recentemente um vale de desconto por atingir a pontuação estipulada no vosso Programa de Fidelização, o qual utilizei numa compra de um par de sapatos. Infelizmente tive de realizar a devolução do mesmo, tendo em conta que constatei não ser confortável o suficiente para uma utilização longa, por exemplo, para um dia de trabalho. Apesar de ser cliente frequente há muitos anos e ter realizado outras compras com vales, nunca ocorreu a situação de uma devolução integral do objeto da compra. Entranhei o facto de após a devolução, não ver na minha página a restituição do vale. Contactei o apoio ao cliente por correio eletrónico, e recebi um contacto telefónico a explicar que neste caso o vale não é devolvido. Ou seja, só devolvem o vale se: i) a compra não for entregue ou ii) se trocar o mesmo produto por outro tamanho, por exemplo. Fiquei bastante indignada, afinal, o vale de desconto foi adquirido num programa de pontos, ou seja, preenchi critérios para o receber. Não se tratava de um desconto para todos os membros plus, como frequentemente ocorre. Na página do Programa de Fidelização, encontrei a seguinte explicação: ***Se fizer uma devolução, serei reembolsado com o meu vale de desconto? Os vales de desconto não serão reemitidos se fizer uma troca ou devolução. O valor do vale de desconto é distribuído equitativamente por todos os artigos da sua compra, por isso, se devolver um ou vários artigos, ser-lhe-á reembolsado o valor pago por cada um dos artigos. As trocas apenas se podem realizar nas lojas físicas e, nesse caso, poderá trocar o artigo devolvido por outro de valor igual. Bom, percebo perfeitamente e considero justo que num contexto de uma devolução parcial não cabe o retorno do vale, exatamente pelo facto de que os demais produtos estão a se beneficiar do vale, e o comprador manteve a posse desses e consequentemente dos seus benefícios. Agora, e neste caso em específico? Apenas o par de sapatos recebeu o benefício do vale. Não se aplica uma situação de distribuição do benefício. No momento em que houve a devolução, qualquer vantagem adquirida pelo cliente se perdeu. Esta reclamação não é sobre o valor em si. É sobre um direito adquirido por mim, mas que me foi tirado sem qualquer base para isso. Afinal, nitidamente o meu contexto de devolução não se enquadra no que está descrito acima. Pensem, é contraproducente! Premeiam um cliente por escolher a H&M em detrimento a tantas outras opções — uma forma de valorizar a sua escolha. Mas nesta situação o cliente fica sem nada, nem produto, nem prémio… Basicamente "um tiro no pé". A única pessoa penalizada nesse processo fui eu, pelo simples facto dos sapatos não serem confortáveis. Com os melhores cumprimentos.
Reclamação – Encomendas danificadas Shein
Venho apresentar reclamação contra a empresa Shein, relativamente às encomendas GSO1WJ23U002N0X, GSO1WJ23U0023J1 e GSO1WJ23U0023JN, que chegaram danificadas e com mau odor, tornando os produtos inutilizáveis. Tentei resolver diretamente com a Shein, mas a única solução apresentada pela empresa foi a devolução dos produtos. No entanto, os artigos estão estragados e com mau cheiro, tornando-os inutilizáveis, pelo que não é possível efetuar a devolução. Solicito reembolso imediato sem necessidade de devolução." Para além disso, os pontos de entrega recusaram receber os artigos devido ao mau cheiro e ao estado danificado dos produtos. Em anexo, envio fotografias que comprovam a situação. Por fim, solicito reembolso imediato sem necessidade de devolução, uma vez que os produtos se encontram estragados e inutilizáveis, e serão descartados caso fossem devolvidos.
Burla - não fazem devoluções
Este site https://anasofia.pt/ é enganoso. Anunciam liquidação por mudança de instalações e dizem que fazem devoluções mas é tudo falso. Os artigos vêm da China e são de baixa qualidade. No dia 25 de Agosto 2025 solicitei o formulário de devolução dos artigos ; só me responderam no dia 27 de Agosto com o seguinte texto: "Agradecemos o seu contacto e lamentamos saber que o produto não correspondeu às suas expectativas. O nosso objetivo é garantir que tem uma experiência positiva com os nossos produtos. Para solucionar este problema, gostaríamos de oferecer uma opção alternativa: 10% de reembolso parcial no seu pedido 20% de desconto no seu próximo pedido Não precisa de devolver o artigo que possui atualmente. Desta forma, evitamos o custo adicional de envio de devolução para a China, indicado no nosso website no Artigo 6 dos Termos de Serviço - Direito de Rescisão https://nereida-lisboa.pt/pages/allmanna-villkor. Se estiver aberto a esta alternativa, informe-nos e providenciaremos os ajustes necessários." Respondi voltando a pedir o formulário para devolução. E despois desse já enviei vários emails e nunca responderam. Conclusão: este site não é mais do que uma loja chinesa disfarçada com o nome "Ana e Sofia"; anunciam descontos e liquidações, mas na verdade o que fazem é mandar vir da China artigos de baixa qualidade e não têm intenção nenhuma de fazer devoluções.
REEMBOLSO
A experiência com a vossa agência tem sido extremamente desagradável. Além de não devolverem o valor pago antecipadamente por uma mala de 23kg, não disponibilizam um canal de contato direto nem um número de telefone no qual alguém competente possa atender e resolver o problema.Informo que paguei R$ 1.259,00 por uma mala despachada de BPS (Porto Seguro) ao OPO (Porto, Portugal), serviço que não foi realizado. Essa ausência de suporte adequado aumenta ainda mais o transtorno e a sensação de desrespeito ao cliente. Conforme já informado, no extrato da minha conta bancária a tentativa de devolução consta com erro de código 2009 – "registro não existe na base de dados", o que comprova que a transação não foi concluída. Como consequência, fui obrigada a pagar novamente pela mesma mala em todos os aeroportos de conexão, mesmo já tendo efetuado o pagamento antecipadamente. Reitero a exigência de reembolso imediato do valor na minha conta bancária. Ressalto que cabe à vossa empresa enviar o comprovativo/recibo da devolução, demonstrando de forma clara que o reembolso foi devidamente processado. Se não houver solução em prazo razoável, informo que tomarei as medidas legais cabíveis, incluindo ação judicial para reaver o montante pago, acrescido de todos os prejuízos e danos causados, sem necessidade de novo aviso. Aguardo a regularização imediata desta situação. Cumprimentos,
Reclamação a wistestar
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de dívida antiga que se encontra ainda registada na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC) do Banco de Portugal, apesar de já se encontrarem decorridos muitos anos desde o incumprimento. 👉 Situação em causa: Contrato de crédito pessoal atribuído inicialmente pela Cofidis (posteriormente transmitido à Hefesto/Whitestar). Valor registado em incumprimento: cerca de 289,81 € + 75,77 €. Data de início dos contratos: 2008 e 2009. O incumprimento ocorre desde 2009 (ou seja, há mais de 15 anos). 👉 O que já fiz: 1. Solicitei à Whitestar a prescrição e eliminação do registo. 2. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal, que respondeu que não encontrou infração mas reconheceu os limites da sua intervenção. 3. Consultei o portal dos tribunais e confirmo que não existe qualquer processo judicial associado à Cofidis/Whitestar em meu nome. 4. Apesar disto, continuo com registos negativos na CRC que me estão a prejudicar no acesso a crédito e contratos. 👉 Pedido à DECO: Gostaria de solicitar o vosso apoio jurídico para: Confirmar se a dívida se encontra efetivamente prescrita nos termos do art. 310.º do Código Civil; Apoiar na exigência de remoção imediata do registo da CRC; Avaliar se existe lugar a uma queixa adicional ou ação judicial contra a Whitestar por manutenção indevida do registo. Em anexo junto: Relatório atualizado da CRC do Banco de Portugal; Cópias da correspondência trocada com a Whitestar; Resposta do Banco de Portugal; Print da consulta de processos judiciais no portal Citius/Tribunais (sem ações da Cofidis). Agradeço desde já a vossa atenção e todo o apoio possível neste processo. Com os melhores cumprimentos, Estela Carina Martins Fernandes NIF: 241453976 Email
Encomenda não entregue
Exmos. Senhores, Em 29/08 efetuei uma encomenda no continent online, pelo valor de 181 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 02/09. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei contactos junto dos vossos serviços nos dias 4 e 5 de setembro e obtive a resposta de que o pedido estava na equipa de transporte a analisar. Sem nenhuma outra informação adicional. Dia 08/09 efetuei um novo contato e foi me dito que a encomenda foi retornada pois foi danificada e que iriam expedir novamente. Continuo sem prazos ou previsão para absolutamente nada. Sendo assim, exijo a devolução da taxa de entrega, pois foi pago 6,99€ para ser entregue dia 02/09, o que não aconteceu. Exijo também previsões realistas de entrega e uma estimativa, se não que seja devolvido algum valor em créditos para ressarcir todo esse atraso. Cumprimentos.
Compra Matrizauto Loures
Reclamação – Matrizauto Loures No dia 21 de abril de 2025 comprei um MAZDA MX-30 na Matrizauto Loures, através do vendedor Filipe. Durante a venda, foi-me garantido que o carro tinha 260 km de autonomia, fator determinante na decisão de compra. Pouco depois da entrega, em maio, testei o carro numa viagem de 193 km de Lisboa até à Sertã e, para meu espanto, a autonomia não correspondeu ao prometido: tive de parar em Santarém para carregar, sem sequer usar rádio ou ar condicionado. Contactei o vendedor ainda dentro do prazo dos 30 dias de devolução (tinham passado apenas uns poucos quilómetros acima dos 1.000). Nessa altura, em vez de assumirem a informação enganosa, foi-me dito que: • o carro já tinha perdido 12.000 € de valor numa possível troca; • e que, no caso de entrega, teria ainda de pagar quase 7.000 € à credora, ficando sem carro. Apesar da gravidade da situação, e da promessa do vendedor em falar com os responsáveis e apresentar uma solução, até hoje (8 de setembro) não obtive qualquer resposta, tendo sido sempre eu a ter de insistir pelo contacto. Sinto-me enganado(a) por informação falsa e enganosa no momento da venda, acrescida de práticas desleais e falta de resposta da Matrizauto. Exijo uma solução imediata e justa, caso contrário avançarei com queixa formal junto da ASAE, DECO e demais entidades competentes. Rafaela Ramos
Má, deficiente e persistente Prestação de Serviço de Internet
Exmos. Senhores, Esta é a segunda vez que entro em contacto com vocês por este meio. A primeira vez foi no dia 4, tendo nesse mesmo dia obtido, por email, a seguinte resposta, e passo a citar "Vamos analisar a situação que nos apresentou e em breve voltaremos a contactá-la" (em anexo segue esse email). A verdade é que até hoje não obtive qualquer contacto vosso. A situação continua exatamente da mesma forma: todos os dias há constantes falhas no serviço de internet e televisão. Por via telefone entro praticamente todos os dias em contacto, sendo a resposta sempre a mesma: vamos enviar um Técnico a casa para resolver a situação. Realmente, após desligar a chamada recebia uma mensagem a confirmar esse agendamento. Após uns minutos recebia sempre uma outra mensagem a dizer que havia uma avaria generalizada e como tal o agendamento ficava sem efeito, recebendo ainda uma outra mensagem a dizer que a avaria se encontrava resolvida (tal com as mensagens que envio em anexo o comprovam). Ontem, no último contacto telefónico efetuado (atendeu-me a operadora Carla Costa), ficou agendado para dia 10/09/2025 entre as 08:00 e as 12:30 a reparação do serviço (mensagem recebida às 21:49 como comprovativo enviado em anexo). Já no dia de hoje recebo uma outra mensagem a dizer "Verificámos uma avaria generalizada na sua zona que já estamos a tratar. Assim, não precisaremos de ir à sua morada para repararmos o serviço..." (mensagem recebida às 08:02 (como comprovado em anexo). Espero obter uma resposta clara, objetiva, justa e adequada, e acima de tudo merecida.
Cobrança indevida
Queixa contra a DAZN No dia 06/08/2025 foi-me cobrado pela DAZN o valor de 16,99 € por um alegado plano anual com pagamentos mensais. Quero deixar claro que nunca contratei esse plano, nunca aceitei qualquer contrato anual nem me foi apresentada qualquer prova de subscrição. Desde então, a empresa recusa: Cancelar o serviço antes de 06/08/2026; Reembolsar o valor já cobrado; Mostrar documentos ou comprovativos que justifiquem esta cobrança. Em vez disso, limita-se a enviar respostas automáticas e genéricas, ignorando o meu pedido e a minha posição enquanto consumidor. Sinto-me lesado e desrespeitado. Estou a pagar por um serviço que não subscrevi conscientemente e a DAZN não demonstra transparência nem vontade de resolver o problema. Peço: cancelamento imediato da subscrição, devolução do valor cobrado e garantia de que não voltarei a ser cobrado sem o meu consentimento
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