Reclamações públicas
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CARTÃO PRESENTE
Comprei uma blusa com um cartão presente físico no website da MANGO. Como não gostei da blusa, troquei a blusa na loja MANGO das Amoreiras. O valor da blusa foi enviado de volta para um cartão presente, que nem sei qual é porque quando comprei a blusa, utilizei todo o plafond do cartão físico, destruí e joguei-o no lixo. Resumindo, não consigo utilizar o cartão presente enviado por mail na devolução porque enviaram um número de cartão e não enviaram o CVV. Assim sendo, fui à loja tentar resolver o meu problema e me disseram que eu deveria entrar em contacto com o website porque eles não conseguiam resolve-lo. Entrei em contacto com o chat do website mas mais uma vez não consegui resolver o meu problema. Então entrei em contacto com a MANGO por mail e expliquei o meu problema. Para a minha surpresa a resposta foi de que não havia solução, se eu não tenho o CVV do cartão, o dinheiro fica "perdido" e obviamente para a MANGO (imagino quanto dinheiro fica "perdido" por questões relacionadas com cartões presentes na MANGO). Após cerca de uma dezena de mails trocados com a MANGO sem sucesso, pedi que me enviassem um link para fazer uma reclamação formal e o mesmo me foi negado. Me disseram que a única maneira de reclamar seria através destes mails e que não poderiam fazer mais nada para resolver o problema. Assim sendo, venho por este meio fazer esta reclamação formal, de modo a ver se algum superior me resolve o problema. Obviamente poderiam resolver a questão, transferindo este valor (que me pertence e cujos comprovativos tenho todos) para um novo cartão presente com CVV, mas pelos vistos não o querem faze-lo.
Encomenda enviada pela DPD ,dada como entregue no dia 21 de Dezembro (domingo),quando não foi entreg
Exmos.Srs. Depois de várias tentativas de esclarecimento à transportadora da Primor (DPD),não esclarecem onde para a encomenda uma vez que dá como entregue no dia 21 de Dezembro (domingo). Esta encomenda nunca foi entregue na morada da encomenda. Falei com várias pessoas e nenhuma delas me dá esclarecimento sobre o assunto. Ainda por cima dizem que o cliente e a Primor e não eu(Cláudia Sofia Fernandes Silva). Negam a dar o nome do estafeta e tambem do superior deles. Peço encarecidamente que tratem deste assunto ,uma vez que tinha coisas importantes na encomenda. Dizem que entregaram à Sofia,uma vez que eles não entregam ao domingo e eu não estava em casa. Pedi a guia de remessa da entrega e nada . Peço que me ajudem com este problema. Cumprimentos Cláudia silva
Atraso Entrega
Exmos. Senhores, encomenda : C01547438613 No dia 29/11/2025 adquiri umas sapatilhas, da marca Nike, pelo valor de 185.99 euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 09/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços várias vezes e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega das sapatilhas , sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
"Garantia" e substituição de equipamento
Reclamação formal – Incumprimento da garantia legal e ausência de solução em prazo razoável (Decreto-Lei n.º 84/2021) Entidades reclamadas: AEG / Electrolux Portugal Maquivolt – Assistência Técnica Autorizada Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa ao incumprimento dos deveres legais de reparação ou substituição de um equipamento de refrigeração da marca AEG, ainda dentro do período de garantia legal, bem como à ausência de uma solução em prazo razoável, em clara violação dos direitos do consumidor. 1. Enquadramento da situação No dia 2 de dezembro de 2025, o referido equipamento, com 1 ano e 8 meses de utilização, avariou subitamente, deixando de funcionar por completo. Nesse mesmo dia, solicitei assistência técnica através do site oficial da marca, tendo sido criado o respetivo boletim e confirmada online uma visita técnica, com possibilidade de escolha de data. Selecionei o dia 4 de dezembro, por ser o mais próximo disponível. Foi-me igualmente indicado que a assistência seria prestada pelo Grupo Electrolux, através da empresa Maquivolt. Contudo, no dia 3 de dezembro, véspera da data indicada para a visita, não fui contactada por qualquer técnico. Após cerca de seis tentativas de contacto telefónico sem sucesso, fui informada por uma colaboradora da marca de que, contrariamente ao que constava no site, não existia qualquer visita agendada para o dia 4 de dezembro, sendo apenas possível que a equipa de reparação entrasse em contacto comigo a partir dessa data para eventual agendamento. Esta situação evidenciou uma grave falha de comunicação entre a marca e a assistência técnica. Após contacto direto com a Maquivolt, foi-me comunicado que o boletim se encontrava aberto, mas que não sabiam quando teriam um técnico disponível para a minha área de residência. À data, encontrava-me já no segundo dia sem equipamento de refrigeração. 2. Desenvolvimento do processo de assistência Na sexta-feira, dia 5 de dezembro, após nova insistência, foi finalmente agendada uma visita técnica para terça-feira, dia 9 de dezembro, às 15h, o que implicou permanecer todo o fim de semana sem frigorífico. No dia 9 de dezembro, o técnico deslocou-se ao local, confirmou a avaria do equipamento, mas informou que não estava preparado para proceder à recolha ou reparação, sendo necessário agendar uma nova intervenção para eventual recolha, avaliação da possibilidade de reparação e, apenas posteriormente, equacionar uma substituição. Assim, nenhuma solução foi apresentada, apesar de já ter decorrido uma semana desde o primeiro contacto. Entre os dias 10 e 12 de dezembro, efetuei inúmeros contactos telefónicos tanto com a marca como com a assistência técnica, sem qualquer resposta eficaz. A marca alegava aguardar resposta da assistência técnica, enquanto esta alegava aguardar instruções da marca. Em todas as comunicações reforcei tratar-se de um bem de primeira necessidade, sendo-me repetidamente respondido que o assunto estava a ser tratado “com a maior brevidade possível”, quando já se encontravam decorridos mais de 10 dias sem frigorífico. Na sexta-feira à tarde foi-me prometido um contacto por parte da Maquivolt, o qual não ocorreu. 3. Informação contraditória e novos atrasos Na segunda-feira, dia 16 de dezembro, 14 dias após a avaria, voltei a contactar na sequência de um email da assistência técnica a informar que o boletim se encontrava concluído. Nesse contacto, foi-me então comunicado que seria atribuído um equipamento novo, devendo passar a tratar do assunto diretamente com a marca. Após novo contacto com a AEG, permaneci em espera durante toda a manhã, tendo apenas recebido retorno da parte da tarde, por um colaborador identificado como Rui, que voltou a informar que deveria aguardar novo contacto, reiterando que o processo estava a ser tratado com brevidade. De forma contraditória, nesse mesmo dia recebi um email a informar da abertura de um novo boletim de reparação, o que causou natural estranheza, uma vez que horas antes me tinha sido indicada a substituição do equipamento. Após novo contacto com a assistência técnica, foi-me explicado que se tratava de um “erro” na designação, esclarecendo que, por se tratar de um equipamento encastrado, seria necessária uma equipa para proceder à recolha do equipamento antigo e instalação do novo. 4. Situação atual Apesar de tudo o exposto, três semanas após a avaria, continuo sem qualquer equipamento de refrigeração, sem data concreta, sem solução efetiva e sem qualquer contacto proativo por parte da marca ou da assistência técnica. Todas as informações obtidas resultaram exclusivamente de insistência reiterada da minha parte. Foi-me indicado que o novo equipamento chegaria à equipa de reparação numa sexta-feira, o que não aconteceu. A equipa de reparação não dispunha de qualquer informação sobre o número de rastreio nem sobre a transportadora. Após novo contacto com a marca, foi-me comunicado que a empresa de transporte seria a XPO, mas que não existiam mais informações sobre o andamento do processo. Contactei diretamente a transportadora, que me informou que o equipamento apenas chegaria à equipa de reparação no dia 26 de dezembro. Em novo contacto com a Maquivolt, fui informada de que apenas no início de janeiro teriam vagas para a montagem do equipamento novo e recolha do antigo. Assim, perfaz-se cerca de um mês, incluindo o período de Natal e passagem de ano, sem equipamento de refrigeração, sem soluções proativas, sem contactos céleres e com uma atuação que considero desrespeitosa por parte de ambas as entidades. Acresce ainda o facto de ter sido destratada telefonicamente por colaboradores da marca, que demonstraram total desvalorização da situação. 5. Prejuízos causados e enquadramento legal Durante este período, sofri perda de alimentos, custos acrescidos com refeições fora de casa e uma forte perturbação da vida doméstica. Sugeri por diversas vezes a disponibilização de um equipamento de substituição temporário, não tendo obtido qualquer resposta. A situação descrita constitui um grave incumprimento do disposto no artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, que determina que a reparação ou substituição deve ser efetuada num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, sendo o frigorífico um bem essencial. Nestes termos, considero estarem a ser claramente violados os meus direitos enquanto consumidora, aguardando uma solução imediata, concreta e adequada à gravidade da situação. Com os melhores cumprimentos, Maria de Sá Cabrita
Instalação de equipamento de ar condicionado
Exmos. Senhores, No dia 20 de Novembro desloquei me à Rádio Popular de Abrantes, onde comprei um ar condicionado com instalação de oferta. O equipamento foi me entregue logo no dia 22 de Novembro. Mas a instalação faz-me pensar que andam a gozar com consumidor, neste caso comigo. Marcaram para dia 12 de Dezembro o que eu achei muito tempo, mas compreendi porque os serviços nem sempre correm como queremos. No início da semana desse dia ligaram-me a dizer que tinha de ser desmarcado por estar a chover, embora ficar triste compreendi. Achei que me marcassem logo de seguida e nada, liguei onde não tinham data prevista. Ligaram-me no dia 17 de Dezembro a dizer que só tinha vaga para 16 de Janeiro de 2026. É um absurdo, comprei o equipamento dado o frio que tem estado na minha localidade, tive de pedir aos meus sogros para uma pessoa da família lá ficar, dado não ter condições por causa da temperatura. Agora dois meses ou quase isso é abusarem. No meu pensar a empresa não quer é vir da Covilhã à sertã e passam outras pessoas a minha frente. Assim a empresa de instalação colocou férias até janeiro e a Radio popular não arranja solução.
Artigos não entregues
Exmos. Senhores, Em 7/12/2025 adquiri vários artigos de roupa, da marca Stradivarius, pelo valor de 83,96euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 10/12/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e da transportadora "correos express" e na stradivarius não obtive qualquer resposta ainda e da Correos Express a dizer que lamentavelmente não sabem da encomenda e que tenho que contatar a empresa onde comprei os bens. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido, da encomenda que está em falta ou que devolvam o valor da mesma, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Garantia
Exmos. Senhores No dia 26-04-2021 foi me entregue uma viatura nova na Renault de Telheiras situada na Av. Professor Francisco Gama Caeiro com o código postal 1600-830 em Telheiras no concelho de Lisboa com entrada de capital da minha parte e financiada parcialmente pela Mobilize Financial Services mas que já se encontra completamente liquidado , o carro apresenta a matricula AG-16-MS sendo o modelo TWINGO versão MK5UA1L12000 variante 2BE2 com o valor estimado de 16142,66€ e na altura dei o meu veículo para retoma e uma reserva de 500€ . A viatura em questão desde a sua entrega até a data de hoje salientado que apenas se encontra conta com um histórico pouco favorável já apresentado vários defeitos pondo assim em questão o contrato celebrado e causando vários inconvenientes para mim consumidora e salientado a falta de conformidade da marca Renault pois até hoje já teve 5 incidências a garantia. A viatura deu entrada na Renault de Telheiras no mês de Julho de 2022 para substituição na garantia da forra do tejadilho, no mesmo ano no mês de Novembro de 2022 durante a noite o carro após várias horas imobilizado e sem razão visível e aparente este não liga e não dá sinais de arranque mas com sinais visíveis no painel de informação e com um alarme intermitente do computador de bordo da viatura, no dia seguinte volta a ligar e contato os serviços telefonicos da Renault e sou direccionada para falar com o responsável da oficina da Renault de Telheiras na qual me indica que poderia ser alguma descarga da bateria. No dia 31/01/2023 volto me a deparar com a mesma situação, viatura imobilizada várias horas volta a não ligar na qual volto a contatar a Assistencia da Renault e me é dito novamente que poderia ser da bateria e mandam um assistente para verificar a viatura no local e que procede á carga da bateria, no mês de Abril de 2023 volta a acontecer exatamente a mesma situação e uns dias depois dirijo me pessoalmente a oficina da Renault de Telheiras dias antes da revisão anual agendada e após verificação de um assistente da oficina no local sem entrada efetiva na oficina me indica que seria da bateria novamente e desvaloriza a situação em que a viatura se encontra porque esta se encontra em funcionamento aparentemente normal, no dia 21/04/2023 deparo me novamente com a mesma situação e acciono a Assistencia da Renault para envio de um Reboque para transportar a viatura para verificação na qual o assistente enviado por vós liga a viatura e sem ser necessária a carga na bateria no veiculo em questão. Desloco me ás vossas instalações da Renault de Telheiras com a viatura no dia 27/04/2023 para manutenção e verificação da mesma dando a indicação na altura da marcação online e posteriormente telefónica e também no dia 27/04/2023 os vários problemas apresentados pela viatura até esse dia, painel informativo da viatura com erro de pressão dos pneus da viatura e o suposto problema da bateria. Nesse mesmo dia sou contactada pelos vosso serviços e é me comunicado que o carro apresenta defeito no motor de arranque apresenta defeito e teria que ser accionada a garantia do veículo para substituição do mesmo, posteriormente no dia 23/05/2023 volto as instalações para proceder a substituição do mesmo. No dia 19/07/2023 apenas 56 dias depois da suposta substituição e verificação da vossa responsabilidade volta a acontecer a mesma situação mais uma vez e refiro a quantidade de constrangimentos na minha vida pessoal e profissional devido a esta situação sendo que adquiri uma viatura nova, refiro que contato novamente a Assistencia da Renault e me é informado que não podem proceder á recolha do veiculo imobilizado na zona de Ourém no distrito de Santarém e do seu envio para Telheiras para a oficina da Renault por ser fora da zona especificada por vocês, na qual não faz sentido nenhum até porque mais uma vez me deparo com esta situação e a sua desvalorização pelos vossos serviços e não iria deixar a viatura na zona de Santarém para verificação da mesma. Mais uma vez procedem a ativação da garantia e é substituída a bateria. Em Agosto de 2025 a viatura volta a dar problemas ficando novamente com a viatura imobilizada e esta volta a ir à garantia em Novembro e a Renault assume a avaria e informa me me que o problema já é conhecido pela marca, em Dezembro volto a ter a viatura imobilizada novamente faço uma reclamação á marca e á garantia e sou informada que é o sensor que supostamente tinham trocado em Novembro. Tenho mais uma vez a viatura na oficina na qual esta situação se tornou insustentável e indico a falta de conformidade da vossa parte dos contratos celebrados relativos esta viatura mencionada e do reaparecimento do mesmo problema mesmo após a sua substituição e de outro defeitos. Cada vez que tenho que lidar com a Santogal não me informam devidamente e não me enviam o histórico da viatura, por parte da Renault recusam se a prestar esclarecimentos não atendem as chamadas nem respondem aos meus mails e ás minha dúvidas. Pretendo esclarecimentos relativos a esta situação e futura substituição da viatura, devolução do valor investido por mim, pois neste momento não detenho qualquer interesse em continuar em ter na minha posse uma viatura defeituosa que desde que foi adquirida até a data de hoje só me trouxe inconvenientes e constrangimentos que afetam a minha vida pessoal e profissional e que continua a aumentar os prejuízos constantes ao longo destes 4 anos.
Desumidificador funciona muito mal
O aparelho desumidificador que aparece em sites supostamente fidedignos como sendo a melhor escolha e com um desempenho e classificação energética A não passa de uma grande mentira. Vivo em Sintra e estou numa casa com bastante humidade. Depois de experimentar durante 60h (com interrupções) em full power não tenho mais do que 4 dedos de altura de água. Ou seja 1/3 do depósito. Tenho as roupas frias de humidade, os móveis a criar bolor, a humidade a escorrer pela janela e porta, etc... E depois tenho respostas de um comercial, que atira com areia aos olhos a dizer para aumentar a temperatura do quarto para 28°(para que precisaria eu de um desumidificador com essa temperatura num país como Portugal?!) e ventilar o quarto. Quando além de não fazer o mínimo sentido o que diz, não é isso que vem no manual. No manual pede para ter portas e janelas fechadas, e falam numa temperatura ideal para funcionamento de 15°. Ora em termos de temperatura variou entre os 12-17. Mas a maior parte do tempo entre os 15-17. E percentagem de humidade entre 88 e 90 e pouco. Nunca foi abaixo disso. Ou melhor, apenas 1 vez por pouco tempo, esteve a 79%. Já por várias vezes pedi para devolver o aparelho e ser ressarcida do valor e esse senhor vem sempre com a mesma conversa que contradiz o que vem no manual. Uma resposta previamente feita, de quem nem sequer se dá ao trabalho de ler os mails dos clientes. E ridiculamente sugeriu primeiro uma devolução de 5% do valor de um aparelho que não vou usar mais, pois não serve, e agora 7%. Apenas serve para gastar dinheiro em eletricidade e ocupar espaço. Pretendo enquanto consumidora exercer o meu direito de devolução do aparelho e ser ressarcida do valor que paguei pelo mesmo.
Recusa de Garantia
A marca Whirlpool recusou a reparação ao abrigo da garantia legal de uma máquina de lavar roupa, alegando “excesso de carga” como causa da avaria, sem apresentar qualquer prova técnica objetiva que sustente essa conclusão. O relatório técnico apenas refere “não despeja a água / água bloqueada / erro F06”, situação que não é tecnicamente compatível com excesso de roupa, uma vez que o equipamento dispõe de sensores de carga e de segurança que impedem o funcionamento em sobrecarga. Acresce que o equipamento é utilizado por pessoa idosa, sendo abusiva a imputação de mau uso baseada em mera suposição, sem identificação de objeto estranho, dano físico comprovado ou outra evidência material que demonstre responsabilidade do utilizador. Nos termos da legislação aplicável à garantia legal, compete ao fornecedor provar a existência de mau uso, o que não foi feito. Solicito, assim, a reparação do equipamento ao abrigo da garantia legal, ou, em alternativa, a apresentação de prova técnica concreta e documentada que fundamente a exclusão da garantia. Atuo na qualidade de familiar direto e representante do consumidor.
Veículo danificado
No dia 28 de novembro, deixei o meu veículo automóvel, matrícula 60-NI-93, na empresa roady santa iria da azóia, para realização de uma revisão normal, pela qual paguei 102+1,99. No momento em que fui buscar o carro e ao ligá-lo ainda nas instalações da oficina, surgiu de imediato a luz de avaria do motor no painel, situação que não existia antes da revisão. Informei imediatamente o funcionário que estava no balção, tendo-me sido dito posteriormente que existia uma "observação" interna que o veículo ja teria entrado com essa avaria, o que não corresponde à verdade, pois tal seria acrescentado por mim aquando da entrega do carro, caso existisse. Perante a situação e a tentativa de me ser cobrado um valor acerca de 600 euros por alegados problemas mecânicos que eu mesma comuniquei, optei por levar o carro comigo. Dois dias depois, levei o carro a um mecânico, que verificou que as fichas do motor encontravam-se desligadas. Apesar de inicialmente o problema estar resolvido, a luz de avaria voltou a surgir tendo sido posteriormente detetado que o motor principal se encontrava danificado. Até ao momento, já tive um prejuízo de 290 euros referentes a diágnostico, mão de obra e reparações efetuadas por outro mecânico, e fui ainda informada da necessidade de uma reparação adicional de 600 euros, prejuízos estes que surgiram exclusivamente após a intervenção indevida e falta de profissionalismo, resultando em danos no meu veículo em elevados prejuízos financeiros, motivo pelo qual solicito averiguação da situação e a responsabilização da empresa pelos danos causados. Aguardo resposta e resolução adequada.
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