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Reclamação – Devolução de portátil e falta de reembolso
No dia 25-02-2026, adquiri um computador portátil da Lenovo pelo valor de 2.800€. Após a receção do equipamento, verifiquei que não estava satisfeito com a qualidade e o desempenho do mesmo. Por esse motivo, decidi exercer o meu direito de livre resolução dentro do prazo legal. Iniciei o processo de devolução através do website da Lenovo, tendo recebido um e-mail em 10-03-2026 com instruções para proceder à devolução. Nesse e-mail, foram-me apresentadas duas opções: entrega do equipamento num ponto indicado ou agendamento de recolha ao domicílio através de um link fornecido. Optei pelo agendamento de recolha ao domicílio. O equipamento foi recolhido na minha morada no dia 13 de março de 2026. Posteriormente, recebi confirmação de que o mesmo foi entregue no armazém local da transportadora no dia 16 de março de 2026, tendo sido recebido pela Sra. Flávia Cunha (conforme comprovativo em minha posse). Desde então, tenho contactado repetidamente o apoio ao cliente da Lenovo, sendo-me indicado que o equipamento terá chegado apenas a um armazém local e que necessitaria de até 15 dias para chegar ao armazém principal. Contudo, até à presente data (17 de abril de 2026), o equipamento não chegou ao armazém principal, e a Lenovo afirma não saber do paradeiro do mesmo. Adicionalmente, após vários contactos, foi-me solicitado o envio de toda a documentação por e-mail sx5@lenovo.com, o que fiz prontamente. Foi-me garantido que a situação seria resolvida no prazo de 5 dias, prazo esse que já foi ultrapassado sem qualquer resolução ou contacto adicional por parte da Lenovo. Neste momento, encontro-me sem o equipamento e sem o reembolso do valor pago, não havendo qualquer esclarecimento sobre o paradeiro do portátil. Face ao exposto, solicito a resolução urgente desta situação, com o reembolso integral do valor pago (2.800€), uma vez que cumpri todos os procedimentos de devolução dentro dos prazos legais e de acordo com as instruções fornecidas pela própria Lenovo. Com os melhores cumprimentos
Instalação mal executada
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação. No âmbito da compra de uma máquina de lavar roupa à Worten, foi efetuada a respetiva instalação por técnicos ao serviço da referida empresa. Essa instalação foi realizada de forma incorreta, nomeadamente ao nível da colocação da mangueira de escoamento, o que originou uma inundação na minha cozinha e corredor, causando danos materiais significativos. Após o sucedido, efetuei várias reclamações sem qualquer resposta, tendo sido posteriormente obrigado a recorrer ao Livro de Reclamações da loja, após o qual fui finalmente contactado. Nessa ocasião, fui informado de que: 1. Iria ser realizada uma deslocação técnica para verificação da instalação; 2. Posteriormente, seria enviado um perito para avaliação dos danos causados. Os técnicos deslocaram-se à minha residência e reinstalaram corretamente a mangueira, reconhecendo implicitamente que a instalação inicial estava incorreta, uma vez que existia fuga de água. Contudo, nunca foi enviado qualquer perito para análise dos danos. Após vários dias de espera, fui surpreendido com um contacto da Worten a informar que os danos existentes “não estariam correlacionados com uma instalação incorreta”, decisão esta tomada sem qualquer peritagem no local, o que considero inaceitável. Importa ainda referir que: - Possuo fotografias e vídeos, inclusive solicitados pela própria Worten, onde é possível verificar claramente a saída de água pela mangueira; - Os segundos técnicos que se deslocaram à minha residência identificaram de imediato a instalação defeituosa, chegando inclusive a demonstrar receio em intervir, comentando que nestas situações “a culpa recai sempre sobre os mais fracos”; - Existe uma testemunha presencial, a minha funcionária, que detetou a inundação da cozinha e do corredor durante a minha ausência; - Estive mais de uma semana impedido de utilizar o equipamento, exclusivamente devido à incorreta instalação inicial. Não faz qualquer sentido alegar que a instalação estava correta, quando a mesma teve de ser corrigida posteriormente, nem compreender porque motivo um cliente apresentaria reclamações sucessivas se não existisse efetivamente um problema. Sou cliente Worten há vários anos e nunca antes me vi numa situação semelhante. Considero absolutamente inadmissível que, perante danos comprovados e provas documentais, a Worten conclua pela inexistência de responsabilidade sem uma avaliação técnica e pericial séria. Face ao exposto, exijo a reavaliação imediata do processo, com envio de perito independente para análise dos danos e consequente assunção de responsabilidades por parte da Worten. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e justa, informo que avançarei para os Julgados de Paz, conforme orientação do meu advogado.
Colchao
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um colchão modelo HULDA FIRM (150x190), adquirido no dia 10/11/2025 na loja JYSK de Matosinhos, o qual apresenta defeito evidente, nomeadamente rasgo na espuma, sem qualquer utilização indevida. Após contacto com a loja, foram solicitadas fotografias e vídeos do produto, os quais enviei conforme pedido. Posteriormente, fui informado de que o caso seria analisado pela fábrica e, mais tarde, de que a substituição do colchão seria efetuada ao abrigo da garantia. Contudo, de forma contraditória, fui posteriormente informado de que a substituição já não seria realizada, alegando a perda dos ficheiros enviados e uma nova análise que não reconhece o defeito. Esta situação é inaceitável, uma vez que: * Os elementos solicitados foram devidamente enviados; * A própria loja confirmou previamente a substituição do produto; * A eventual perda de ficheiros é da responsabilidade da loja, não podendo prejudicar o consumidor. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, os bens de consumo têm garantia de 3 anos, sendo que, nos primeiros 2 anos, presume-se que qualquer defeito já existia à data da entrega. Assim, tenho direito à reposição da conformidade do bem, nomeadamente através da sua substituição sem quaisquer custos. Face ao exposto, solicito a resolução imediata da situação, com a substituição do colchão por um novo em conformidade. Com os melhores cumprimentos, [O seu nome]
Mesa de jantar de papel
Comprei uma MESA DE JANTAR na loja Up Móveis e tive uma experiência MUITO NEGATIVA. Logo no primeiro jantar, coloquei uma simples jarra de sumo em cima da mesa. Quando a retirei, passei um pano seco para limpar — algo completamente normal. Para meu espanto, parte do revestimento da mesa saiu, como se o material fosse extremamente frágil (como papel!). Entrei em contacto com a loja para reportar a situação, mas recusaram-se a assumir qualquer responsabilidade, alegando “mau uso” e dizendo que a garantia não cobria o sucedido. Sinceramente, custa aceitar esta justificação. Uma mesa de jantar deve estar preparada para o contacto com líquidos — isso não é mau uso, é a utilização mais básica que se pode fazer de um produto destes. Fica aqui o alerta para quem estiver a pensar comprar: tenham atenção à qualidade dos materiais e ao apoio pós-venda, porque no meu caso deixou muito a desejar. Jamais comprarei qualquer artigo na UP Móveis. Muito fraco mesmo! Deixo a fotografia para comprovarem.
tenis novos que abriram rasgo
A dez de Março do presente ano de 2026, adquiri um par de ténis na loja ECCO do Norte Shopping. Ao fim de duas ou três utilizações, apareceu um rasgo ao longo de uma costura lateral, como pode ver-se nas fotos. Uma vez que resido a cerca de 100 km da referida loja, entrei em contacto telefónico com a mesma a fim de, numa próxima visita minha, terem preparada a troca ou, não sendo possível, a devolução do valor pago (110 €). Foi-me então referido que o assunto deveria ser reportado ao departamento de qualidade da fábrica. Solicitei a indicação de e-mail ou outro meio pelo qual eu pudesse enviar fotos do ténis deficiente a fim de que, a partir da loja, as submetessem ao referido departamento de qualidade. A sete de Abril, compareci na loja ECCO do Norte Shopping, onde havia adquirido os ténis, na legítima expectativa de ter resolvida a situação. Para minha surpresa, as atendentes transmitiram-me que o departamento de qualidade da fábrica estava persuadido de que o referido rasgo não resultaria de defeito de fabrico mas de algum acidente ocorrido no uso e, portanto, da responsabilidade da cliente. Na opinião da ECCO eu teria rasgado o calçado e, oportunisticamente, tentava obter um novo par a fim de colmatar um prejuízo decorrente da minha imprevidência. Fiquei perplexa. Ao longo da minha vida, já longa, nunca havia sido acusada de desonestidade. Contive a revolta (quem não se sente não é filho de boa gente) e sugeri que encaminhassem os ténis ao departamento de qualidade para exame mais seguro do que aquele que teriam efectuado baseado nas fotos que eu havia enviado. Para o efeito, os ténis foram deixados na loja, que os recebeu. Foi registada reclamação em suporte papel. Junto a fatura de compra bem como um cartão que me foi entregue como comprovativo de ter deixado os ténis na loja. Ao fim de uma semana desde aquela visita à loja, foi-me comunicado, em diálogo telefónico entabulado por minha iniciativa, que o departamento de qualidade da ECCO continuava a não reconhecer o defeito de fabrico como causa do mencionado rasgo. Foi por mim solicitado que me fosse enviada por escrito, através de e-mail, a referida posição do departamento de qualidade, sendo retorquido que o não fariam. O que não se entende! Não é necessário ser grande especialista em sapataria para perceber que um rasgo que ocorre exatamente abaixo e ao longo de uma costura indica que a agulha danificou as fibras do material durante a produção ou que a tensão do fio era excessiva. Por outro lado, o material não apresenta escoriações, sujidade ou outros sinais de que "prendeu" em algo no curso de um acidente durante o uso. Ora, cabe ao vendedor provar que o defeito foi causado por mau uso, e não ao comprador provar o contrário. Entretanto, estou sem os ténis e sem o dinheiro que entreguei na compra. Solicito pois a devolução dos 110 € ou o envio para o meu endereço de um novo par idêntico ao adquirido. Aguardo notícias da Ecco, através do meu e-mail ou telemóvel , solicitando a maior urgência. Ana Moreira
Tinta de cabelo altetada
Exmos. Senhores, Meu nome é Natália, tenho 29 anos e sou residente em vila real. No último dia 10 de abril de 2026 comprei uma tinta da marca Garnier na loja Primor do Nosso Shopping. No outro dia fiz a aplicação do produto como diz na caixa, finalizei com o produto que vinha na caixa também. Na hora de lavar o cabelo notei meu cabelo cair aos montes, achei “estranho” mas pensei que talvez fosse normal por ser uma tintura. Quando me sentei à penteadeira meu cabelo seguia caindo aos montes cada vez que passava a escova, comecei a me desesperar. Entrei em contato com a minha Cabelereira e depois de verificar todos os produtos que eu normalmente uso ela me aconselhou a entrar em contato com a loja que comprei e também com a marca pois algo estava de errado. Entrei em contato com a Garnier e eles me informaram que o lote estava tudo ok e não havia nenhuma reclamação do mesmo. Dito isso fui até a primor para ver o que mais poderia ter acontecido. Lá a gerente Patrícia me disse que ia entrar em contato com o supervisor, tal esse que ainda não sei nem o nome, para ver o que podia ser feito. Nisso passaram-se 6 dias do acontecido e nada de respostas. Hoje dia 17 de abrir de 2026 fui até a loja para questionar o supervisor e o mesmo me disse que na há nada que possa fazer uma vez que não pode garantir que eu usei a tinta corretamente. Também frisou que eu deveria ter feito algum tratamento antes de aplicar o produto e também ter feito um teste de mechas de 48h!!! Questionei então o armazenamento da loja, uma vez que aquilo está sempre um “forno” de tão quente e os produtos lá dentro estão todos expostos a isso e o mesmo me garantiu que as tintas são vendidas diariamente em grande quantidade. Sendo assim existe uma rotatividade grande e não havia hipótese de essa ser a causa da queda do meu cabelo. Ainda nessa linha de raciocínio peço encarecidamente que verifiquem a temperatura da loja e se de fato for necessário façam um teste aos produtos. Pois tenho a plena certeza de que essa não é a primeira e nem a única reclamação em respeito a temperatura dos produtos. Algo de errado aconteceu com este produto e vários outros que vejo pela internet a reclamarem. Isso afetou a minha auto estima, tenho os cabelos quebrados e ralos. Estou custeando (da forma que posso) vários cremes e tratamentos para que meu cabelo volte a crescer. Isso me magoou e levando esta queixa a loja e vendo o supervisou caçoar da minha cara e até insinuar que a culpa era minha me deixou ainda mais magoada. Sai de lá desolada, triste e em prantos chorando. Peço que por favor deem atenção a este pedido, pois é realmente constrangedora a forma como o meu cabelo se encontra. Seguem fotos do produto, da fatura e do meu cabelo. Atenciosamente Natália Freitas Cumprimentos.
Encomenda não recebida / reembolso não efetuado
Exmos srs. Passo a apresentar a cronologia dos factos: • 27/10/2025 – encomenda/pagamento, através do Marketplace da empresa GINOVA, de umas sapatilhas Adidas Superstar, sendo que o parceiro responsável pela entrega seria a empresa SMOOTH SATURDAY LDA. A entrega deveria ser efetuada até ao dia 26/11/2025. • 2/12/2025 – expirado o prazo para a entrega, pedi esclarecimentos, via mail, a SMOOTH SATURDAY LDA • 3/12/2025 – a SMOOTH SATURDAY LDA justificado o atraso com problemas logísticos mas que seria contactado logo que a encomenda fosse enviada. • 26/12/2025 – novo contacto com a SMOOTH SATURDAY LDA solicitando o novo prazo de entrega da encomenda ou, na sua falta, o reembolso imediato do valor já pago (77,49€). • 29/12/2025 - A SMOOTH SATURDAY LDA responde, referindo que a encomenda seria entregue no prazo de 5 a 15 dias úteis. • 22/1/2026 – expirado o prazo anterior, contactei a SMOOTH SATURDAY LDA, exigindo a devolução imediata do valor pago para o IBAN indicado em documento anexo. • 26/1/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA informa que o meu IBAN já se encontra na posse do departamento responsável pelo procedimento. • 2/2/2026 – recebo uma notificação do Marketplace da empresa GINOVA, dando conta do cancelamento da encomenda, pelo que solicito novamente à SMOOTH SATURDAY LDA o reembolso do valor da mesma. • 2/2/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA informa que o meu pedido de reembolso já foi “sinalizado internamente, encontrando-se atualmente em análise, com vista à sua resolução com a maior brevidade possível” • 12/2/2026 – reitero o meu pedido de reembolso junto da SMOOTH SATURDAY LDA • 12/2/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA refere que não tem qualquer intenção de retenção indevida do montante e assume que “o atraso verificado decorre de procedimentos internos e validações administrativas que, infelizmente, ultrapassaram o prazo inicialmente previsto” • 11/3/2026 – contacto a SMOOTH SATURDAY LDA informando iria efetuar as diligências legais e judiciais ao meu dispor contra a empresa • 11/3/2026 - a SMOOTH SATURDAY LDA diz que “o caso foi novamente reforçado junto do departamento responsável, de modo a que a regularização possa ser concluída com a maior brevidade possível” • 13/3/2026 – novo contacto com a SMOOTH SATURDAY LDA a dar conta do meu profundo desagrado com a situação. • 13/3/2026 – a SMOOTH SATURDAY LDA refere que os constrangimentos “everam-se a um volume excecional de encomendas e a algumas dificuldades logísticas pontuais, que acabaram por afetar os prazos inicialmente previstos. Informamos que a sua situação está atualmente a ser analisada e tratada com a maior brevidade possível pelo nosso departamento responsável” Até à data nunca mais voltei a ser contactado pela SMOOTH SATURDAY LDA, não recebi a encomenda, nem tão pouco o reembolso do valor já pago.
Cobrança Indevida Worten Resolve
No passado dia 6 de abril, contratei através da plataforma Worten Resolve o serviço de fixação de duas prateleiras pelo valor tabelado de 30€. No entanto, a execução do serviço e o posterior tratamento por parte do apoio ao cliente da Worten foram pautados por diversas irregularidades que passo a expor: 1. Coação ao Pagamento Adicional Ao chegar ao local, o técnico Gustavo Costa alegou incorretamente que o valor pago cobria apenas uma prateleira. Perante a evidência na aplicação de que o serviço incluía as duas unidades, o técnico contactou o seu superior, que admitiu o erro, mas impôs o pagamento extra de 20€. 2. Justificações Contraditórias e Abusivas O técnico justificou o valor de 20€ como sendo relativo a "deslocação" e "material (buchas e parafusos)", alegando que a Worten não cobria a sua deslocação. Note-se que: O serviço contratado pressupõe a deslocação ao domicílio; O valor de 20€ por meia dúzia de buchas e parafusos standard é manifestamente exorbitante e desproporcional, configurando um enriquecimento sem causa. 3. Falta de Transparência e Omissão de Informação Após apresentar reclamação junto da Worten no próprio dia 6, fui informada por uma operadora que o valor era, de facto, absurdo e que a deslocação era responsabilidade da Worten. A operadora assegurou-me que o processo seria breve e eu seria contactada assim que houvesse uma decisão. No entanto: No dia 17 de abril, no segundo contacto da minha parte por falta de feedback, a colaboradora Ana do Carmo informou que o processo fora encerrado a 14 de abril sem que eu tivesse sido notificada. A colaboradora Ana do Carmo alegou que a colega se esqueceu de me notificar. A Worten decidiu dar razão ao técnico, escudando-se no facto de este ter faturado o valor apenas como "material", ignorando o relato de que o técnico utilizou o material como pretexto para cobrar a deslocação por fora A Worten Resolve está a validar uma prática comercial abusiva, onde o técnico fixa preços discricionários de material para compensar custos que deveriam ser acordados entre ele e a Worten, e não cobrados diretamente ao cliente final à margem do contrato inicial. É inadmissível que a Worten considere "normal" a cobrança de 20€ por material básico de fixação, ignorando a má-fé do prestador de serviço.
Impossível realizar devolução
Exmos. Senhores, venho por este meio enviar reclamação à cerca de uma encomenda realizada no site Diana Lisboa. Deste modo, realizei a encomenda no dia 31/03/2026, encomenda à qual lhe foi atribuída o número #15953, tendo a mesma sido entregue a 14/04/2026. No próprio dia enviei um email a pedir a devolução para info@dianalisboa.com. Um dia após o envio do pedido de devolução e reembolso da encomenda, recebo um email diretamente do serviço de envio do Gmail (Mail Delivery Subsystem) em como é impossível realizar o envio do meu email. Enviei também para este email dianalisboashop@gmail.com. Efetivamente, obtive resposta em como o meu pedido seria reencaminhado para o departamento de devoluções, mas ate agora não obtive qualquer outra resposta ou informação de como proceder à devolução do meu artigo. Sinto-me engana, sendo que artigo enviado muito diferente daquilo que é apresentado no site. De constar que no site fala em devolução de 30 dias mas depois não fazem a devolução. Solicito assim ajuda às entidades competentes na resolução deste problema (devolução e reembolso do valor da minha encomenda).
Saldo promocional expirado por falta de informação clara sobre validade
Exmos. Senhores, No dia 10 de fevereiro de 2026, efetuei uma compra no site da Worten (encomenda n.º 82082250) no valor de 469,98€, tendo sido atribuído um saldo promocional de 45,99€, no âmbito de uma campanha em vigor à data. A presente reclamação prende-se com o facto de esta condição (nomeadamente a validade extremamente reduzida do saldo) não ter sido apresentada de forma clara, visível e destacada no momento da compra. Trata-se de uma condição que, caso tivesse sido devidamente destacada, teria influenciado a minha decisão de compra. A consulta das condições da campanha exigia o acesso a um regulamento através de elementos pouco evidentes na página do produto, o que não garante uma comunicação transparente para o consumidor médio, especialmente tratando-se de uma condição essencial para a decisão de compra. Considero, por isso, que a comunicação destas condições não cumpre o princípio de transparência exigido nas práticas comerciais. A situação foi já exposta junto do apoio ao cliente da Worten e através do Livro de Reclamações, tendo sido recusada a reposição do saldo, com base na existência do regulamento, sem resposta concreta ao argumento da falta de destaque da informação no momento da compra. Tenho ainda conhecimento de situações semelhantes reportadas por outros consumidores, o que reforça a necessidade de maior clareza neste tipo de campanhas. Considero, assim, que não foi assegurado um nível adequado de transparência na comunicação da campanha, nomeadamente no que respeita à limitação temporal do saldo atribuído. Face ao exposto, solicito a intervenção no sentido de ser reapreciada a situação e promovida uma solução adequada. Mesmo que não venha a ser reposto o saldo, considero importante apresentar esta queixa e dar a conhecer esta situação a outros consumidores, por uma questão de princípio. Com os melhores cumprimentos
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