Reclamações recentes

A. M.
17/04/2026

tenis novos que abriram rasgo

A dez de Março do presente ano de 2026, adquiri um par de ténis na loja ECCO do Norte Shopping. Ao fim de duas ou três utilizações, apareceu um rasgo ao longo de uma costura lateral, como pode ver-se nas fotos. Uma vez que resido a cerca de 100 km da referida loja, entrei em contacto telefónico com a mesma a fim de, numa próxima visita minha, terem preparada a troca ou, não sendo possível, a devolução do valor pago (110 €). Foi-me então referido que o assunto deveria ser reportado ao departamento de qualidade da fábrica. Solicitei a indicação de e-mail ou outro meio pelo qual eu pudesse enviar fotos do ténis deficiente a fim de que, a partir da loja, as submetessem ao referido departamento de qualidade. A sete de Abril, compareci na loja ECCO do Norte Shopping, onde havia adquirido os ténis, na legítima expectativa de ter resolvida a situação. Para minha surpresa, as atendentes transmitiram-me que o departamento de qualidade da fábrica estava persuadido de que o referido rasgo não resultaria de defeito de fabrico mas de algum acidente ocorrido no uso e, portanto, da responsabilidade da cliente. Na opinião da ECCO eu teria rasgado o calçado e, oportunisticamente, tentava obter um novo par a fim de colmatar um prejuízo decorrente da minha imprevidência. Fiquei perplexa. Ao longo da minha vida, já longa, nunca havia sido acusada de desonestidade. Contive a revolta (quem não se sente não é filho de boa gente) e sugeri que encaminhassem os ténis ao departamento de qualidade para exame mais seguro do que aquele que teriam efectuado baseado nas fotos que eu havia enviado. Para o efeito, os ténis foram deixados na loja, que os recebeu. Foi registada reclamação em suporte papel. Junto a fatura de compra bem como um cartão que me foi entregue como comprovativo de ter deixado os ténis na loja. Ao fim de uma semana desde aquela visita à loja, foi-me comunicado, em diálogo telefónico entabulado por minha iniciativa, que o departamento de qualidade da ECCO continuava a não reconhecer o defeito de fabrico como causa do mencionado rasgo. Foi por mim solicitado que me fosse enviada por escrito, através de e-mail, a referida posição do departamento de qualidade, sendo retorquido que o não fariam. O que não se entende! Não é necessário ser grande especialista em sapataria para perceber que um rasgo que ocorre exatamente abaixo e ao longo de uma costura indica que a agulha danificou as fibras do material durante a produção ou que a tensão do fio era excessiva. Por outro lado, o material não apresenta escoriações, sujidade ou outros sinais de que "prendeu" em algo no curso de um acidente durante o uso. Ora, cabe ao vendedor provar que o defeito foi causado por mau uso, e não ao comprador provar o contrário. Entretanto, estou sem os ténis e sem o dinheiro que entreguei na compra. Solicito pois a devolução dos 110 € ou o envio para o meu endereço de um novo par idêntico ao adquirido. Aguardo notícias da Ecco, através do meu e-mail ou telemóvel , solicitando a maior urgência. Ana Moreira

Encerrada
V. F.
03/03/2026

Negado o direito de devolução

Exmos. Senhores, No passado domingo, dia 1 de março, efetuei na loja ECCO do Braga Parque a encomenda de um par de botas com a referência ECCOSARTORELLE25WCHELSEA, no valor de 170,00 euros. Hoje, terça-feira, dia 3 de março, ou seja, apenas 48 horas após a realização da encomenda, desloquei-me pessoalmente à loja com o intuito de solicitar o cancelamento da mesma e a devolução do montante pago. Contudo, fui informada de que não são efetuadas devoluções, indicação essa que, de facto, consta na fatura entregue após o pagamento. Permitam-me, no entanto, salientar que essa informação apenas é disponibilizada ao cliente depois de concluída a transação via fatura, quando já não existe possibilidade de reconsiderar a decisão. Considero que teria sido adequado que essa política fosse claramente comunicada antes do momento do pagamento, à semelhança do que acontece noutros estabelecimentos com políticas específicas de não devolução. Acresce que não me encontro sequer na posse das botas encomendadas, não tendo tido qualquer contacto com o artigo. Assim, não compreendo a recusa em permitir o cancelamento da encomenda dentro de um prazo tão curto e antes mesmo da entrega do produto. Considero que me está a ser negado o direito ao arrependimento, pelo que venho, por este meio, apelar ao bom senso de V. Exas. para que seja autorizada a anulação da encomenda e a consequente devolução do valor pago. Saudações Cordiais

Encerrada
M. S.
01/04/2024

pedido identificação funcionário

Tendo feito uma compra e pretendendo fazer uma reclamação, solicitei a identificação da funcionária, que se negou a fazê-lo. Logo, isto configura um incumprimento que deverá merecer ser corrigido.

Encerrada

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