Reclamações públicas

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F. B.
20/12/2025

Multa Cobrada Indevidamente

Exmos. Senhores, No passado dia 19/12/2025, recebi uma notificação via e-mail referente a um suposto estacionamento indevido de trotinete, tendo verificado que foi debitado diretamente da minha conta bancária o valor de 85€. Venho assim por este meio apresentar reclamação formal contra a cobrança indevida de uma multa no valor total de 85€, debitada diretamente da minha conta bancária pela vossa empresa, sem prévia autorização expressa para o caso específico e sem que me fosse facultado o direito de defesa. Conforme comprovam os anexos (histórico de viagem e fotografia de fim de viagem), estacionei o veículo na Avenida Miguel Torga n.º 4. Ao analisar a fotografia submetida no encerramento da viagem, e aprovada pelo vosso sistema, verifica-se que: - A trotinete foi deixada num local onde já se encontravam outros veículos da mesma marca/frota - A Aplicação Bolt validou o estacionamento: O vosso software exige a aprovação da fotografia para concluir a viagem. Ao permitir o encerramento sem qualquer aviso de "zona proibida" ou "estacionamento incorreto", a Bolt validou a conduta do cliente. Não é admissível que o sistema aprove o estacionamento num momento e penalize o cliente financeiramente no momento seguinte. O auto refere que o veículo foi removido por estar "em cima do passeio". Contudo, a fotografia comprova que o veículo não se encontrava nem em cima do passeio, nem a obstruir a passagem de peões e encontrava-se junto a outros veículos da Bolt, criando uma legítima expectativa de que aquele local era uma zona de estacionamento aceite pela vossa operadora. Fui informado pelo vosso apoio ao cliente que o valor de 85€ corresponde a taxas administrativas/remoção já pagas por vós. Contudo, efetuar este débito automático sem me facultar a notificação original da autoridade (para que eu pudesse, por exemplo, contestar a remoção junto da ANSR/EMEL) e sem me dar direito de defesa prévio, configura uma prática abusiva. Todos os factos descritos têm base legal no Artigo 60.º da Constituição da República Portuguesa, onde é constituído o Direito à qualidade de bens e serviços e à proteção dos interesses económicos dos consumidores; Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) mais especificamente, artigos 4.º e 9.º que remetem para o Direito à informação, proteção dos interesses económicos e prevenção de práticas abusivas; no Código Civil, especificamente artigos 406.º e 762. que remetem para o Princípio da boa fé nas relações contratuais; no Código de Processo Penal, nomeadamente artigo 32.º que remete para o Direito de defesa, aplicável por analogia a sanções e penalidades contratuais. A responsabilidade por falhas na georreferenciação ou validação de estacionamento da App não pode ser imputada ao consumidor final desta forma automática. Face ao exposto, venho requerir: 1. A devolução imediata do valor de 85€, através do mesmo método de pagamento; 2. O envio do comprovativo oficial da autoridade (Auto de Notificação completo) onde conste a infração e o valor pago pela remoção, caso pretendam manter qualquer imputação de responsabilidade; 3. A anulação de quaisquer valores pendentes relativos a coimas associadas a este processo, dada a validação do estacionamento pela vossa App. Aguardo deferimento no prazo de 5 dias úteis, findo o qual recorrerei ao Livro de Reclamações Eletrónico e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
G. M.
20/12/2025

Serviço prestado sem autorização, sem nenhum contacto após escritura no livro de reclamações

No dia 21/10/2025, entreguei o veículo na Leimarauto – Oficina apenas para diagnóstico de uma pequena fuga de líquido de refrigeração (cerca de 100 ml por mês), deixando expressamente claro que queria ser contactado antes de qualquer reparação, para me apresentarem o diagnóstico e um orçamento, e só depois eu decidir se autorizava ou não a intervenção. Nesse momento, perguntei também o preço de um eventual polimento de faróis (foi indicado 25 €), mas igualmente deixei claro que isso só seria feito se eu confirmasse depois, quando me ligassem. Nesse dia não recebi qualquer contacto até ao final da tarde. Pelas 18:00, liguei várias vezes para o número público da oficina e tive dificuldades em obter resposta; quando finalmente consegui falar, foi-me dito de forma vaga que o carro ficaria “só para amanhã” e que “em princípio é a bomba de água”, sem explicação técnica, sem orçamento e sem me pedirem autorização para avançar. No dia 22/10/2025, fui contactado a dizer que o carro estava pronto, o que me surpreendeu porque nunca me tinham apresentado orçamento nem pedido consentimento. Ao questionar sobre os faróis, senti confusão na resposta e foi alegado que tinham dado “uma polidela”, mas quando levantei o carro verifiquei que os faróis estavam inalterados (até com poeiras), pelo que não consegui confirmar qualquer trabalho real nesse ponto. Ao levantar a viatura, foi-me apresentada uma fatura de 691,22 €, em papel, com o tempo de mão-de-obra corrigido à mão, o que considero grave e pouco transparente. Além disso, foi-me dito que optaram por substituir um kit completo (distribuição com bomba) em vez de apenas a bomba, por “compensar mais”, mas essa alteração de escopo foi tomada unilateralmente, sem a minha autorização, aumentando de forma significativa o custo e impedindo-me de procurar alternativa/segunda opinião. A origem exata da fuga também não me foi demonstrada com segurança, ficando a justificação técnica pouco clara. Perante o fecho iminente da oficina e a necessidade de reaver a viatura, senti-me pressionado a pagar para poder retirar o carro, apesar de discordar da reparação feita sem autorização e do valor cobrado. No dia 23/10/2025, voltei à oficina para esclarecimentos e pedi documentação e identificação das peças aplicadas (marcas/referências). A informação disponibilizada foi insuficiente: apenas me foi indicada uma referência do fornecedor e, ao contactar o fornecedor, foi-me dito que não podiam dar detalhes porque a fatura estava em nome da oficina. Também tentei resolver a situação por acordo, mas a resposta foi que “não podia fazer nada” além de descontos em futuras mudanças de óleo, o que não é aceitável para mim, até porque perdi confiança e não pretendo voltar à oficina. Assim, considero que existiram várias irregularidades, nomeadamente: execução de reparação sem orçamento e sem autorização prévia, falta de contacto conforme combinado, alterações manuscritas na fatura sem clareza, falta de transparência sobre as peças instaladas e ausência de justificação técnica robusta do diagnóstico, bem como a referência a um serviço (polimento) que não foi efetivamente realizado. Perante isto, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico em 23/10/2025, solicitando resposta formal e documentação (ordem de serviço/reparação, orçamento discriminado e identificação completa das peças aplicadas). Contudo, a empresa não respondeu no prazo legal, não tendo apresentado qualquer resposta até ao momento. Face à ausência total de resposta, contactei também a ASAE, reportando o incumprimento do prazo de resposta e os factos essenciais (reparação sem autorização, alterações manuais na fatura, falta de identificação de peças e alegação de serviço não realizado). Apesar desse contacto, não obtive qualquer resposta ou retorno.

Encerrada
v. C.
20/12/2025

Encomenda dada como entregue que não foi entregue

Fiz uma encomenda on-line no dia 19 de dezembro, com entrega prevista para o dia 23 de dezembro. No entanto, quando vou consultar o estado do pedido, vejo que foi entregue dia 20 ás 9:41h. Não recebi nada nem tenho a encomenda em minha posse, apesar de no site da Seur indicar como entregue. Provavelmente foi entregue noutra morada, como engano! Não consigo que me atendam na linha de apoio e já enviei email, mas sem resposta! Exijo o reenvio da encomenda ou o respetivo reembolso

Resolvida

Aluguer viatura a hora

Na passada sexta-feira, aluguei a carrinha da hertz no leroy merlin em Aveiro por perido de 1h entre o 12h30 e as 13h30.. levantei o carro pouco de depois da hora agendada e também perto do 13h30, seja o teu que usufruí da viatura foi a hora estipulada. Quando entreguei a carrinha, deixei a chave no dispositivo no porta luvas e até tirei fotos pela app da hertz para validarem o estado da viatura e tranquei a mesma pela app. Não vendo qualquer funcionalidade na mesma para terminar o aluguer, achei que estava assim, encerrado.. No entanto foi cobrado um valor bem acima da hora que utilizei realmente a viatura.. indicaram que o aluguer terminou por volta das 15h.. foi a reposta dada que me deram quando pedi para reverem a situação.. só esperava que fossem sérios e cobrassem o valor em que realmente utilizei o serviço!! Eles têm dados que compravam que só utilizei a viatura durante o tempo que reservei.. as fotos e acredito que dispositivo da chave registe a hora..

Encerrada
J. S.
20/12/2025

Reclamação – Problemas de entrega | Perfumerías Primor

Efetuei uma encomenda no site da Perfumerías Primor no dia 13/12, com prazo de entrega indicado de 3 a 5 dias úteis e opção de levantamento em loja (Alma Shopping – Coimbra). Até à presente data, a encomenda permanece sem qualquer informação de envio, atualização de estado ou rastreamento, apesar de o prazo máximo anunciado já ter sido ultrapassado. Adicionalmente, uma encomenda posterior, realizada no dia 16/12, já se encontra em preparação e com rastreamento atribuído, o que demonstra uma falha clara na gestão e priorização das encomendas. Contactei o apoio ao cliente da empresa por email e formulário, sem obter qualquer esclarecimento concreto até ao momento. Considero a situação inaceitável, sobretudo tratando-se de uma encomenda de valor elevado e realizada em época natalícia, e solicito esclarecimento imediato, indicação de data real de entrega ou, em alternativa, a resolução adequada da situação. Encomenda 2004019058

Encerrada
R. R.
20/12/2025

Avaria no motor e recusa na reparação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Consilcar, relativamente ao veículo que adquiri nesse stand, o qual se encontra ainda ao abrigo da garantia, que termina dentro de aproximadamente 6 meses. Desde a compra do veículo, têm ocorrido problemas recorrentes relacionados com a falta/consumo anormal de óleo, situação que considero grave e anormal. O carro já esteve na oficina três vezes devido a este problema, tendo sido sempre apenas reposto o óleo, sem resolução definitiva da causa da avaria. Numa dessas intervenções, a Oficina António Alcobia identificou a necessidade de substituição do motor, diagnóstico que demonstra a gravidade da situação. No entanto, a entidade seguradora da garantia, WTW NSA – Willis Towers Watson NSA Portugal, S.A., apenas se disponibilizou a suportar metade do custo da reparação, proposta que recusei por considerar que se trata de um problema pré-existente à compra do veículo. Após essa recusa, a posição da seguradora passou a ser a de que não existia qualquer avaria, decidindo que o veículo não seria reparado, apesar dos registos repetidos de falta de óleo e das idas à oficina. Saliento ainda que a Consilcar, enquanto stand vendedor e responsável pela garantia do bem vendido, não se pronuncia nem assume qualquer responsabilidade, limitando-se à articulação com a seguradora, sem apresentar solução concreta para o problema. Acresce que já enviei carta registada, à qual não obtive qualquer resposta, o que considero uma falta de respeito pelos meus direitos enquanto consumidor. Encontro-me, assim, com um veículo que apresenta uma avaria séria no motor, sem reparação efetuada, com a garantia a aproximar-se do fim e sem qualquer resposta ou solução por parte da Consilcar.

Encerrada
D. D.
20/12/2025

Impossibilidade de cancelamento e retenção de fundos sem garantia de entrega

Exmos. Senhores, Hoje, há cerca de 3h, dia 20 de dezembro de 2025, efetuei a compra de bilhetes para um concerto através da plataforma Viagogo (pedido n.º 631899092). Apenas após a conclusão do pagamento tomei conhecimento de que a entrega dos bilhetes não é garantida antes da data do evento, estando dependente de terceiros (plataformas de venda primária e do vendedor). Esta informação, sendo essencial, não foi apresentada de forma clara e destacada antes da compra. Quando solicitei o cancelamento imediato (poucas horas após a compra e sem qualquer entrega efetuada), o mesmo foi recusado com base na política de “todas as vendas são finais”. Foi-me apresentada como única alternativa a revenda dos bilhetes, tendo sido igualmente confirmado por escrito que: o pagamento dessa revenda só ocorreria após a realização do evento (outubro de 2026); até lá, os fundos permanecem retidos pela plataforma, sem garantia de entrega dos bilhetes. Adicionalmente, o único link de contacto fornecido pela Viagogo para comunicação escrita não funciona, e o atendimento via chat não gera número de processo nem assegura um canal formal de seguimento. Assim, caso o banco não intervenha, o consumidor fica sem um meio eficaz de contacto e resolução do problema, o que considero particularmente grave. Considero que existe: -falta de clareza pré-contratual sobre condições essenciais; -desequilíbrio contratual em prejuízo do consumidor; -ausência de canais funcionais de contacto pós-compra para registo formal das questões apresentadas, existindo apenas atendimento via chat, sem disponibilização de número de processo nem acesso ao histórico da conversa por parte do consumidor. Solicito a análise desta situação e o apoio na resolução do conflito, nomeadamente no sentido da anulação da compra e devolução do valor pago.

Encerrada

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores, Em 13 de dezembro adquiri um/uma s25 ultra, da marca samsung, pelo valor de 600€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia . Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 13 e 17 de dezembro e obtive a resposta de que o bem está para entrega. (verifiquei tambem que a mesma pessoa ja tinha historico de burlas) Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Encerrada
A. F.
20/12/2025
FEWER

Encomenda propositadamente trocada

Para: FEWER ypcomplaints@outlook.com Assunto: ENCOMENDA DS950300136PT da FEWER Recebi ontem a citada encomenda, que paguei (70,00€) e a exemplo de casos semelhantes, constatei que a mesma constitui uma BURLA. Senão vejamos: No Instagram constava no anúncio do produto um dispositivo que através de laser permitia até 15 leituras diferentes de vários itens em termos de saúde, nomeadamente glicemia, ureia, tensão arterial, PSA, etc. Quando abri a embalagem deparei-me um um vulgar aparelho - marca SINOCARE -para medir a glicemia utilizando acessórios: picador, lancetas para recolha da amostra de sangue para analisar e ainda a ponta tipo agulha para o mesmo picador (inexistente!). No entanto, a embalagem não continha nem lancetas de recolha da gota de sangue, nem as 2 pilhas AAA 1,5V indispensáveis. Além disso, as instruções vinham apenas em dialeto chinês, evidenciando uma total falta de respeito pelo cliente (português). Dado o logro, solicito o envio imediato do aparelho que de facto foi encomendado (duvido que exista), ou então a devolução do dinheiro gasto com a aquisição. Note bem: Para assegurar que o caso não fica esquecido, este email será também enviado quer para as autoridades portuguesas, quer para as espanholas. Por último, lamento a quantidade de anúncios similares, que apenas visam o lucro fácil, com total desrespeito pelos clientes.

Encerrada
c. c.
20/12/2025

ambiente mau

Chegaram também a passar amigas a fazer tarefas de chefias e tomar decisões, sem o serem, mas o problema aqui é que estas decisões não são de modo abrangente para TODOS e só aquele grupo restrito de amigas e frontliner que gostam, podem fazer estas funções. Chefias que falam de modo ríspido, ofensivo com os colaboradores, gritam, ameaça, e manipulam. Quando um colaborador demostra descontentamento ou aponta os problemas, passa automaticamente pelas chefias a ser rotulado de “problemático” sendo culpabilizado pela situação em vez de ser ouvido. Também é pratica comum na Ikea e principalmente a partir do momento em que chegou a todos, a informação e todos falaram disto, de situações de que o S.O, chefias e direções começaram para se defenderem a criar situações e como tem um grupo onde a Ikea PAGA para que estas pessoas tenham uma opinião sempre a favor da IKEA, então criaram uma imagem negativa de colaboradores e Ex colaboradores, falando mal deles internamente para influenciar a opinião dos outros, o que destrui a reputação de muitos colaboradores que passam a ser mal vistos e criou-se um clima tóxico. Em alguns casos colaboradores foram chamados para salas, com chefias e responsáveis, pressionados psicologicamente e elevados a assinar acordos contra a sua vontade. Isto é assédio laboral, claro. Mas apesar de várias queixas tudo é sempre negado e a Ikea arranja chefias que lhes paga, para que digam sempre que nada disto é verdade. A imagem que a Ikea passa é que é correta e preocupada com os seus colaboradores, quando a realidade vivida por muitos colaboradores exatamente o oposto. Espero sinceramente que a Ikea deixe só de ouvir chefias mentirosas, desculpe mas são e oiça e verifique as situações e finalmente corra com a Barbara Graf, Lélia Ponte e mude chefias da secção, BAC, IKEA FOOD, SALES E LOGISTICA principalmente equipas teams leader e a responsável de secção de CAIXAS, SAC, VENDAS E LOGISTICA que são tendenciosas.

Encerrada

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