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Aspirador que ao aspirar se partiu a escova
Exmos. Senhores, Em 22/03/2025 adquiri um/um aspirador vertical 2 em 1 por 69.99. Sucede que este quando aspirava normalmente, se arte a escova na zona que vascula ara realizar as aspiração. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 21/10/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que a garantia não cobre a substituição da escova, o que desrespeita a legislação aplicável, uma vez que o sucedido nada tem a ver com má utilização/semelhante, mas sim com a qualidade do material. Exijo a substituição da escova, pois a utilização do aspirador é aspirar e não é suposto a escova partir quando o faço. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
TV quebrada
Exmos. Senhores, No dia 12/10/25 fiz uma compra na rádio popular de vila do conde. Comprei uma TV TCL 75”P, marquei a entrega para o dia 15/10/25 e até então tudo ok. No dia 15/10/25 às 11:13h recebi uma mensagem em meu telemóvel dizendo que a transportadora não ia conseguir fazer a entrega, sendo que eu faltei no trabalho para receber a televisão. Liguei para a rádio popular e disseram que foi um problema na logística, que eles não conseguiram entregar a TV a tempo para a transportadora. Na mensagem dizia que a TV iria ser entregue no dia 16/10/25 (inclusive a funcionária da rádio popular disse que eu deveria ter recusado essa alteração de data, se eu tivesse escolha obviamente eu escolheria por entregar em outro dia para não ter que faltar serviço pelo 2° dia consecutivo). Chegou dia 16/10/25 e o entregador me ligou dizendo que em 5 minutos chegaria na minha morada, como eu estava no trabalho e não conseguia sair eu liguei para o meu marido, que conseguiu sair rápido do trabalho para receber a TV, pois bem, na hora da entrega os entregadores da empresa Rhenus (que por sinal é uma PÉSSIMA terceirizada da rádio popular) deixaram a TV cair, não quiseram esperar o meu marido verificar a TV e quando meu marido questionou o amassado da TV e os arranhões foi lhe dito que era película da TV. Os entregadores pediram para ele assinar e foram embora depressa pois tinham outras entregas (o que é mentira, pois a minha era a última). Meu marido foi ligar a TV e ela estava TODA quebrada, por sinal. Ele pediu para os entregadores voltarem para buscar a TV e eles disseram “para de me ligar que vou bloquear o seu número”, eu liguei para a rádio popular assim que pude, pois fiquei sem sinal e estava em horário de trabalho, porém foi cerca de 10/15 minutos após o ocorrido. Eles bloquearam o meu número e eu mandei SMS e eles disseram que entrariam em contato mais tarde. Por fim o entregador atendeu meu marido e ele CONFESSOU que a TV realmente estava quebrada e que faria a recolha no dia seguinte, o que nunca aconteceu. No dia seguinte meu marido voltou a ligar e ele disse que seria outro motorista que iria fazer a recolha, mas que iriam pegar sim por que foi um erro DELES e não nosso. Desde o dia 16/10/25 estamos tentando fazer uma troca amigável com a rádio popular, que está ciente de todas as provas, mas mesmo assim se recusam a fazer a troca ou devolver o dinheiro. Se o próprio entregador assume o erro, nós que devemos pagar por isso? Loja péssima, atendimento pior ainda. Eles não tem argumentos pois sabem que estão errados, a partir do momento que podemos provar que a culpa não é nossa, tinha que ser nosso direito trocar a televisão por outra. E para piorar a situação a loja disse que não tem contato com a transportadora, então quem deveria ter? Nós clientes? A transportadora não atende, a loja não tem contato deles. Fica difícil! Exijo que me enviem outro objeto em vez deste, e que levantem o que chegou danificado. Se não puderem levantá-lo, indiquem-me como posso devolvê-lo, sendo que então terão que me compensar pelo incómodo e custos de devolução. Caso não me resolvam a situação e não me entreguem novo/a TV TCL 75” nos próximos 7 dias, considerarei o contrato como não cumprido, e terão que me devolver o valor que paguei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Encomenda não recebida/ valor não restituído
Fiz uma encomenda (855554) de ração para cão no dia 11/08/2025, no dia 13/08 recebo um email a informar que a encomenda está brevemente atrasada e que estavam a aguardar a recebidos mesmos, quando online dizia que a entrega seria efetuada em 24/48h, no dia 18 envio email a solicitar a previsão da entrega visto não obtive mais nenhum feedback, no dia 20 volto a enviar email e no dia 22/08 obtenho resposta a informar que a previsão de reposição pelo fornecedor é na próxima semana, no dia 31 volto a solicitar informação relativamente ao estado do pedido e no dia 01/09 voltam a informar que a reposição pelo fornecedor é no final da semana, pelo que solicito o cancelamento da encomenda e restituição do valor pago visto que não existe stock e não têm a certeza de quando voltarão a ter stock, a partir deste momento já enviei diversos emails a solicitar a devolução do valor pago mas nunca mais obtive qualquer resposta, pelo que basicamente quando a questão é devolver dinheiro não respondem porque não lhes interessa. Fiquei lesada visto que gastei o dinheiro e não recebi o produto que tive de adquirir noutro local. Apenas gostaria de receber o valor pago visto que não recebi o produto pelo qual paguei.
Entrada negada
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa ao voo EJU7663, de Lisboa para o Luxemburgo, no dia 23 de outubro de 2025, referente à reserva KB8STLJ, em nome dos passageiros João Coelho e Maria Coelho. Descrição dos acontecimentos No hotel onde estávamos hospedados, o placard informava que o voo se encontrava atrasado para as 07h00. Chegámos ao aeroporto pelas 04h20 e, ao verificar o placard, constava que a porta de embarque seria atribuída às 06h15. Sentámo-nos a aguardar e, precisamente às 06h15, a passageira Maria João Coelho deslocou-se novamente ao placard, constatando com surpresa que este indicava “porta fechada”. De imediato, dirigimo-nos à respetiva porta, onde se encontravam dois funcionários identificados apenas pelos apelidos Mutengo e Varela. Quando solicitámos a identificação completa, uma das funcionárias escondeu o cartão, virando-o ao contrário, e recusou-se a identificar-se, o que consideramos uma atitude inaceitável. Chegámos à porta às 06h20, altura em que esta já se encontrava encerrada. Acreditávamos que ainda não tivesse aberto, uma vez que o horário de partida anunciado era 07h00. No entanto, a funcionária informou-nos de que as portas fecham 30 minutos antes da partida, o que não faz sentido, visto que estávamos lá 40 minutos antes. Posteriormente, fomos informados de que o voo teria sido inicialmente atrasado por falta de tripulação, mas que entretanto essa situação se resolveu e o embarque começou antes do previsto, sem que houvesse comunicação clara aos passageiros. Situação de outros passageiros Não fomos os únicos afetados — pelo menos mais três passageiros ficaram igualmente em terra (dois cidadãos brasileiros e uma cidadã portuguesa), todos presentes no aeroporto desde as 04h00 e nenhum de nós recebeu qualquer mensagem ou notificação da easyJet sobre alterações no horário ou no embarque. Considerações finais Acreditamos que houve falha grave de comunicação** e erro no controlo de embarque, uma vez que é altamente improvável que vários passageiros, devidamente presentes no aeroporto, percam o voo sem qualquer aviso. É provável que a equipa de embarque tenha encerrado a porta prematuramente e sem confirmar a presença de todos os passageiros. Solicitamos, assim, que esta situação seja devidamente analisada e que nos seja apresentada uma explicação formal e uma compensação adequada, conforme os regulamentos aplicáveis (Regulamento CE n.º 261/2004). Além do mais, fomos forçados a comprar voo para o dia seguinte. Com os melhores cumprimentos, João Coelho
Quarta Reclamação sobre Falta de Serviço e Cobrança Indevida – Digi Portugal
Prezados, Venho por meio deste registrar a quarta reclamação referente ao serviço da Digi Portugal. Inicialmente, tivemos um problema com o envio do chip: ele nunca chegou à nossa residência, mesmo após um mês de espera. Cansados dessa situação, nos dirigimos a um shopping para retirar o chip pessoalmente, com suporte da própria Digi. Porém, mesmo assim, o chip veio para casa sem funcionar, ficando inativo. Agora já estamos há quase mais um mês tentando ativar o chip, fazendo diversas reclamações e ligações, sem que o problema seja resolvido. As pessoas que nos atendem não trazem uma solução definitiva e não retornam com um desfecho para o caso. Além disso, recebemos uma fatura para pagamento de um serviço que não foi prestado, já que o chip nunca funcionou. Solicito, portanto, o estorno desta fatura imediatamente, pois não usufruímos do serviço. Também solicitamos que a Digi resolva a ativação do chip o quanto antes, para que possamos finalmente utilizar o serviço e só então pagar por ele nas próximas faturas. Agradeço a atenção e aguardo uma solução rápida e definitiva. Atenciosamente, Diego Eduardo dos Santos
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Ginova , relativamente ao incumprimento do prazo de entrega da encomenda n.º Nº142287, efetuada em 12-09-2025, através da respetiva plataforma online. Decorridos quase dois meses desde a realização da compra, a empresa não cumpriu o prazo de entrega acordado, nem apresentou uma solução adequada ou alternativa viável. Apesar de vários contactos, apenas recebi comunicações genéricas, sem previsão concreta para a resolução da situação. informei a empresa de que pretendo exercer o meu direito à resolução do contrato, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância. Nos termos do artigo 10.º, n.º 1, alínea b) do referido diploma, quando o fornecedor não cumpre o prazo acordado para a entrega do bem, o consumidor tem direito a resolver o contrato e ser reembolsado integralmente do montante pago, no prazo máximo de 14 dias após a comunicação dessa resolução. Apesar de ter solicitado o reembolso diretamente à empresa, não obtive qualquer devolução até ao momento. Anexo à presente reclamação a comunicação enviada à empresa, bem como o comprovativo do pagamento efetuado, de forma a comprovar os factos aqui relatados.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 08/01/2025 adquiri um sofá e uma poltrona, da marca Divani Star, pelo valor de 3.037,00€. O pagamento do sinal no valor de 2.126,00€ foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 08/05/2025. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos e obtive a resposta de que não me vão conseguir entregar o sofá nem a poltrona e que me vão proceder ã devolução do sinal pago. Até à data de hoje não tenho sofá, nem poltrona, nem dinheiro. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado e a devolução total do sinal, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
A reparação do seu equipamento foi cancelada
Ecrã de 49", curvo, apresentou um estalo durante a utilização diária e ficou com uma faixa preta de cima a baixo. Abri uma reclamação junto ao atendimento online da Samsung que encaminhou o caso para a assistência técnica. A assistência técnica entrou em contacto via WhatsApp a dizer que o equipamento não poderia ser reparado na garantia, pois o equipamento havia sofrido um dano físico. Tentei explicar que tal afirmação não procedia, porém, foram irredutíveis e logo já apresentaram valores para reparação particular, fora da garantia, mas nem mesmo recolheram o equipamento para vistoria. Voltei a tentar contacto com a Samsung para reclamar sobre a prática da assistência, no entanto, não obtive mais qualquer retorno e o pedido de garantia foi cancelado.
taxas adicionadas muito elevadas
EXMOS.SRS.: Venho por este meio reclamar de taxas praticadas por um serviço de compras urgentes como sacos de fraldas e pensos de incontinência e do qual aproveitei e adicionei mais um ou outro produto. nesse dia estava tempo de chuva fraca e o resultado foi o seguinte: -taxa de entrega base -2,02£ -sobretaxa por mau tempo -0,89£ -TAXA DE SERVIÇO -2,15£ - TOTAL EXCL.IVA - 5,07£ - MONTANTE IVA - 1,16£ - TOTAL FATURA 6,23£ E pergunto se é permitido praticar todas estas taxas?
Reclamação contra o stand Motor Premium – carro com defeito e recusa de responsabilidade
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra o stand Motor Premium, onde adquiri um veículo Renaut, megane, BZ-08-DV, financiado através do Celetem. O veículo foi entregue recentemente, encontrando-se ainda dentro do período de garantia legal. Poucos dias após a entrega, começaram a surgir problemas mecânicos graves, nomeadamente falhas no travão aonde gerou desgaste nos discos, frontais e traseiros e não funcionamento do ar condicionado, onde o mesmo foi utilizado de forma indevida de varias falhas, bem como no condensador, válvulas, entre outras, assim sendo, tornando o carro inseguro para circular. Informei de imediato o senhor Tiago, mesmo sendo dono do stand e com quem fora assinado a documentação por varias ligações mensagens no whatzap, que reconheceu a situação e solicitou a recolheu do carro por reboque para reparação onde foi deixado na empresa loja da matricula. No entanto, até à data, o veículo continua parado, e o stand agora alega que um pequeno acidente ocorrido posteriormente (que causou apenas riscos e a quebra parcial do farol, sem impacto mecânico) é a razão da imobilização e do atraso, tentando assim eximir-se da responsabilidade pelos defeitos iniciais, como como sem nenhuma ação para com o consumidor uma vez que o bem em questão não esta sendo utilizado. Ressalto que possuo mensagens, fotos e comunicações que provam que os defeitos mecânicos existiam antes do acidente, e que o carro já estava impossibilitado de circular quando o sinistro ocorreu. Com todas estas questões a segurada a qual utilizo, efetuou a vistoria e informou ainda que o carro poderá ficar cerca de 30 dias imobilizado, o que considero um prazo manifestamente excessivo e abusivo, sobretudo tratando-se de defeitos cobertos pela garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021. Deste modo, solicito a intervenção da DECO no sentido de: 1. Garantir que o stand cumpra as suas obrigações de reparar os defeitos mecânicos sem custos para o consumidor; 2. Assegurar que o acidente não seja usado como pretexto para se furtar à responsabilidade da garantia; 3. Avaliar a possibilidade de compensação pelos dias sem o carro, uma vez que estou a pagar o financiamento por um bem que não posso utilizar. Agradeço a atenção e fico a aguardar o vosso apoio e orientação sobre os passos seguintes. Com os melhores cumprimentos, Mario Ferreira e Eliane da Luz 📞 912292994 ou 927256200 📧 elianefortes16@gmail.com
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