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Encomenda não recebida / ausencia total de resposta do serviço de apoio ao cliente
Exmos Senhores Concluimos nossa encomenda em referenci no dia 17/12. Desde o dia 18/12, a encomenda permanece no estatuto "Em preparação". Desde o dia 22/12, estamos a tentar entrar em contato com o Apoio ao Cliente para, incialmente ter informações sobre o que acontecia, e depois pedir o cancelamento da compra e o reembolso. Infelizmente, a pesar de varios emails e tentativos de ligar por telefone, não recebemos nenhum retorno do Hipermercado, nem conseguimos falar com o SAC ja que ninguem atende!!
Objeto estragado
Bom dia, venho por este meio informar que procedi a uma compra, de um samsung Galaxi A17, na loja online sa Samsung Portugal, no mês de Novembro, que chegou ás minhas mãos no dia 3 de Dezembro. Assim que recebi, retirei da caixa com o maior cuidado, e verifiquei que a caixa interna estava toda amassada, Ao pôr o telemovel a carregar, verifiquei que este não mostrava qualquer sinal de carregamento, Esperei duas horas a carregar e este continuava morto. Observando o aparelho ao pormenor vi que trazia um risco quase imperceptivel no vidro. Alem de tentar carregar não mexi mais no telemovel. E liguei imediatamente para a linha de apoio da Samsung, reportando o estado morto do aparelho, o risco no vidro e a caixa amassada, que me pediram fotos da caixa. Tentei tambem enviar fotos do vidro mas não consegui tirar nenhuma em que se visse o risco com nitidez. Recebi um mail da Samsung, a explicar-me como proceder com a devolução, o que segui escrupulosamente, tendo devolvido o mesmo no fia 4/12. Após o que se seguiu um longo silencio por parte da Samsung. Como o tempo passou, liguei novamente para a linha de apoio ao cliente, que me informaram que o mesmo nào tinha chegado ao armazem em Madrid. Entretanto, comecei a ser pressionada pela Klarna, por cuja forma de pagamento optei, Liguei novamente para Samsung que me informou que estavam em contato com a Klarna, fato que não é verdadeito. Posteriormente soube pelo traking da transportadora, que o aparelho chegou a Madrid dia 18/12, e informei a Klarna. Ao contrario do que me disse a Samsung, que mal recebessem o aparelho entrariam em contato para proceder ao reembolso, os dias passaram e nem uma comunicação da parte da Samsung recebi, até ao dia 30/12 quando eu mesma entrei novamente em contato com Samsung, que depois de 2 horas ao telefone e várrios setores, me disseram que receberia o reembolso até dia 31/12, quando recebi um telefonema a dizer-me que no meu caso o reembolso não seria possivel visto que o vidro tinha um risco, e que EU, teria danificado o aparelho. Expliquei novamente que o aparelho veio com a caixa amassada, que nunca carregou ou ligou, que já trazia o risco no vidro, sobre o qual os informei por telefone, uma vez não ter conseguido mostrar por fotografias. Que para alem, de o tentar carregar, não lhe mexi mais, nem sequer para pôr o cartão sim, e que imediatante no mesmo dia reportei o estado do telemovel. Nào voltei a receber qualquer comunicação da parte da Samsung, estou sem o telemóvel ou o reembolso, e ainda tenho 2 prestações do mesmo para pagar. Peço a vossa ajuda porque ja não sei o que fazer.... Atenciosamente Matia Costa
Encomenda nao recebida
Fiz uma encomenda a 3 de Dezembro de uma esfregona a vapor no valor de 27,90€ + 4,20€ de envio, num total de 32,10€. Não recebi qualquer encomenda nem recebi qualquer esclarecimento sobre a razão de não a ter recebido. Pelas restantes queixas recebidas sobre a Razu neste site dá para perceber que é uma burla. Como é possível que se permita que uma burla assim continue a atuar em Portugal?
Interrupções no fornecimento de eletricidade
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a E-Redes devido a interrupções prolongadas e reiteradas no fornecimento de eletricidade na minha habitação. Encontro-me sem eletricidade desde o dia 31, sendo que hoje é dia 2 e a situação mantém-se sem resolução eficaz. Importa ainda referir que estas falhas têm ocorrido com frequência nos últimos meses, não se tratando de um episódio isolado, mas sim de um padrão recorrente de prestação deficiente do serviço. Esta interrupção prolongada teve impactos significativos a vários níveis. Para além dos prejuízos materiais, tive de cancelar a passagem de ano que tinha programado realizar na minha habitação, onde iria receber familiares e amigos, o que não foi possível devido à ausência total de eletricidade. Verificam-se ainda danos patrimoniais diretos, nomeadamente: Deterioração de alimentos congelados e refrigerados; Impossibilidade de exercer a minha atividade profissional em regime de teletrabalho, comprometendo o cumprimento das minhas obrigações laborais. Acresce que as constantes falhas no fornecimento elétrico representam um risco sério de avaria de eletrodomésticos e equipamentos eletrónicos, como frigorífico, congelador, equipamentos informáticos e outros aparelhos sensíveis, aumentando a insegurança e os potenciais prejuízos futuros. Nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço, aprovado pela ERSE, os operadores das redes de distribuição estão obrigados a assegurar níveis mínimos de continuidade e qualidade no fornecimento de energia elétrica, bem como a compensar os consumidores em caso de interrupções prolongadas ou reiteradas. Adicionalmente, de acordo com a Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à prestação de serviços adequados, eficazes e seguros, bem como à reparação dos danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes da prestação defeituosa do serviço. Face à duração da interrupção, à sua recorrência e aos prejuízos já verificados, considero estarem reunidas as condições legais para indemnização pelos danos causados. Nestes termos, exijo: A devida indemnização pelos prejuízos materiais, profissionais e pessoais sofridos; Esclarecimentos formais sobre as causas das falhas recorrentes; Informação sobre as medidas concretas a adotar para evitar a repetição desta situação.
Entrega Incompleta
Realizamos a compra de uma porta dupla através do site da Leroy Merlin através do pedido número 333152. Após o recebimento, contratamos um instalador que, ao verificar a encomenda, constatou que a porta estava incompleta (faltavam um dos blocos de porta e outras peças). Após inúmeros contactos nos canais de atendimento da loja nos foi informado que um novo pedido havia sido criado com previsão de entrega para 20/01/2026, o qual pude conferir na minha conta na plataforma (pedido número 346946). Hoje entretanto, ao checar o status do pedido, verifiquei que o referido pedido se encontra com status cancelado. Verifiquei ainda que um novo pedido foi criado no dia 17/12/2025, número 347527 e que também se encontra cancelado. Reitero que não recebi nenhum contacto adicional a informar sobre modificações quanto ao acordo da nova data de entrega inicialmente agendada para o dia 20/01/2026. É inconcebível tamanha falta de comprometimento com o consumidor. Solicito entrega do artigo na data acordada ou restituição total do valor pago.
Recusa de embarque injustificada no voo FR5485 – Regulamento CE 261/2004
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamacao contra a companhia aerea Ryanair DAC, relativa a uma recusa de embarque injustificada ocorrida no voo FR5485, na rota Porto-Madrid, com partida prevista para o dia 27/12/2025, as 18h10. No referido dia apresentei-me atempadamente no Aeroporto do Porto para efeitos de embarque. Por motivo de perda da minha carteira, nao dispunha do Cartao de Cidadao fisico, tendo apresentado como identificacao a aplicacao oficial do Governo Portugues ID.GOV.PT, a qual contem os meus dados de identificacao validos e e legalmente reconhecida em territorio nacional. Apesar da apresentacao deste documento oficial, o staff da Ryanair recusou-se a proceder a qualquer verificacao do mesmo e negou o embarque exclusivamente com base na ausencia do documento fisico, sem qualquer tentativa de validacao da identificacao digital apresentada. Em consequencia direta desta decisao, fui impedido de embarcar no voo contratado e obrigado a adquirir um novo bilhete com outra companhia aerea, partindo cerca de duas horas depois, o que originou custos adicionais, atraso significativo e transtornos relevantes. Considero que a situacao descrita configura uma recusa de embarque contra a vontade do passageiro, nos termos do artigo 4 do Regulamento CE n. 261/2004, sendo juridicamente irrelevante a inexistencia de atraso ou cancelamento do voo. Solicito, assim, a intervencao da DECO PROteste para efeitos de mediacao do presente conflito, com vista ao reembolso do voo nao utilizado, ao reembolso das despesas adicionais incorridas e ao pagamento da compensacao legalmente devida.
Andai me a tirar dinheiro da conta sem minha
Supostamente pagava dois euros por um presente até hoje nunca recebi nada e hoje tiraram me 8 euros e tal da conta quero a devulao e cancelar que me tirem mais Dinheiro
Comparticipação recusada
Exmos. Senhores, No dia 29/11/2025 apresentei pedido de reembolso de uma ortótese anexando prescrição do meu ortopedista. Esta ortótese foi adquirida no site amazon.es que tem a sua sede em Espanha. No dia 12/12/2025 a Multicare enviou-me e-mail com a seguinte argumentação: "Após análise da despesa ref.ª 13989748, verificámos que não é passível de comparticipação, visto que a aquisição de produtos no estrangeiro não se encontram abrangidos pelas tabelas do plano de saúde. No entanto, este valor irá constar da declaração de valores não reembolsados para efeitos de IRS." Argumentei junto da Multicare com o conteúdo abaixo e não aceito a recusa pelo que recoloco a exposição: 1 -A recusa de comparticipação por parte da Multicare para uma ortótese comprada no estrangeiro, neste caso em Espanha, está em violação da livre circulação de serviços consagrada no Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE) e na Diretiva dos Cuidados de Saúde Transfronteiriços. De acordo com o Princípio da Livre Circulação (Artigo 56.º TFUE), o mercado único da União Europeia (anteriormente estabelecido pelo Tratado de Roma) garante a livre circulação de pessoas, bens e serviços entre os Estados-Membros. Isto significa que os cidadãos da UE, onde se incluem os cidadãos portugueses, têm o direito de procurar e receber tratamento ou adquirir produtos de saúde (como ortóteses) noutros países da UE, sem autorização prévia, desde que o tratamento ou produto seja elegível para cobertura no seu país de origem. Enquanto paciente tenho o direito ao reembolso até ao nível dos custos que seriam cobertos se a mesma aquisição fosse realizada em Portugal, de acordo com o sistema de saúde nacional (SNS e por extensão quaisquer seguros de saúde que funcionem como complemento ao SNS, o que é ocaso sendo eu beneficiário do Serviço Nacional de Saúde). 2 - Não faz sentido que as seguradoras se furtem ao cumprimento de uma lei que o Estado português não só aceita para si (SNS), como obriga entidades terceiras a cumprir. Seria no mínimo estranho que o Estado português tivesse de assumir a totalidade da comparticipação porque a seguradora o não quer fazer, como aliás consta da resposta da seguradora. 3 - Acrescento ainda que a ortótese que adquiri em Espanha custou menos de metade do preço de artigos similares à venda em Portugal, tendo eu ido a 2 lojas e vários sites online. Creio ser objetivo da implementação das diretivas europeias garantir uma efetiva concorrência para beneficiar o consumidor e não manter barreiras à livre circulação de bens. Solicito que façam chegar esta reclamação à entidade supervisora de seguros, uma vez que não posso recorrer diretamente à justiça europeia, que dar-me-ia certamente razão, conhecendo a jurisprudência que tem sido emanada nos últimos anos. Cordiais Cumprimentos
Devolução de cauções
Tinha um contrato de arrendamento com a empresa Norfin/Neptunecategory que terminou a 9/11/25 e o qual fiz a entrega da chave e liquidei os valores ate à referida data a 13/8/25. Ate ao momento ainda não me devolveram as cauções no valor de 1600 euros . Conforme estipulado no contrato o senhorio tinha um prazo de 30 dias seguintes a devolução do imóvel para devolver as cauções. Entretanto já passaram mais de 120 dias após a entrega do imóvel e depois de várias tentativas de contato continuo sem obter qualquer resposta.
Duolingo - Publicidade Enganosa (60% Desconto) e Cobrança Indevida - Recusa de Resolução
No dia 28 de dezembro de 2024, a aplicação Duolingo apresentou-me uma oferta explícita de renovação do Plano Família com "60% de Desconto" (Campanha "Start 2025 with 60% off"). O valor, com o desconto, deveria ser de aproximadamente 33,60€. No entanto, ao tentar processar a renovação, o sistema tentou cobrar o valor total de tabela (83,99€), ignorando completamente a promoção anunciada na própria app. Trata-se de uma prática de "Bait-and-Switch" (Isca e Troca), violando o Decreto-Lei n.º 57/2008 sobre Práticas Comerciais Desleais. Para evitar o débito indevido, fui forçado a cancelar a subscrição. Contactei o suporte (Ticket #14768361) exigindo um meio de pagamento pelo valor publicitado (33,60€), mas a empresa limita-se a enviar respostas automáticas (bots) e recusa-se a honrar o preço anunciado. Exijo a reposição do serviço "Super Duolingo Family Plan" pelo valor da promoção (33,60€), conforme me foi proposto contratualmente pela publicidade. Esta conduta configura uma violação grave dos direitos do consumidor. A empresa atraiu o cliente com uma promessa de preço que não tinha intenção ou capacidade técnica de cumprir via App Store. Solicito a intervenção da DECO para que a empresa Duolingo disponibilize um método de pagamento alternativo (Stripe/Web) que honre os 60% de desconto prometidos, sob pena de denúncia às autoridades competentes por publicidade fraudulenta.
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