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Não comunicação de taxa de desalfandegamento
Venho proceder à reclamação contra a Fedex devido à situação em que me encontro relativamente a uma dívida de desalfandegamento que não me foi informada. Recebi uma comunicação de pagamento por carta, no entanto, a mesma não incluía qualquer informação clara sobre a origem ou detalhe da dívida, dizendo que já me tinham tentado contactar para pagar a fatura pendente, quando eu nunca tinha antes recebido qualquer informação, nem por carta nem encontrava qualquer email com informação, apenas tinha um email cerca de 3 meses antes de uma suposta encomenda que iria receber pela Fedex, que nem conseguia identificar o que era. Em momento algum fui previamente informado de que teria sido pago um valor de desalfandegamento em meu nome, nem de que existiria posteriormente um valor a liquidar. Tendo em conta também que esta dívida dizia respeito a um envio efetuado há cerca de 2 a 3 meses, do qual eu nem conseguia localizar nada sobre essa encomenda ou pagamento, procurei pelo nome que aparecia nesse único registo de Janeiro 2026 em todo o lado e não tinha referencia de nada, assumi que a comunicação poderia tratar-se de uma tentativa de fraude, motivo pelo qual não procedi ao pagamento. No entanto, enviei um email à Fedex a pedir informação sobre o que seria. Durante mais uns meses não obtive qualquer resposta e esqueci-me completamente deste assunto, como qualquer mãe com um filho pequeno para cuidar e um trabalho muito exigente, até ao dia em que recebo uma carta de uma empresa de cobrança a pedir um valor já bastante mais elevado referente a esta dívida à Fedex. Após a qual voltei a pedir mais informações e verifiquei que realmente tinha enviado um email a pedir esclarecimentos e não tinha obtido qualquer resposta. Só após mais uns emails me enviam documentação sobre as taxas e documentos sobre a encomenda, e apesar de continuar sem saber que artigo foi esse, supostamente tratava-se de uns artigos de plástico que terias custado 2 euros, e que se soubesse que por uma compra de 2€ iria pagar 19€ de taxas nunca a teria aceite. Mesmo assim eu informei em resposta ao email que pagaria esse valor se me enviassem como pagar, pois não conseguia fazê-lo, mas sem resposta. Continuo sem resolução da Fedex pela falta de informação deles em relação a este assunto e continuo a receber cartas da empresa de cobrança com valores cada vez mais elevados, já vai em cerca de 60€. Deparo-me agora com um valor significativamente superior para pagamento, o que considero inadequado, uma vez que não foi prestada informação clara e atempada sobre a situação. Considero que é responsabilidade da empresa garantir que os clientes recebem informação detalhada e transparente relativamente a quaisquer valores em dívida, de forma a evitar situações como esta. Adicionalmente, este tipo de comunicação contribui para aumentar o risco de os clientes desconsiderarem notificações legítimas, precisamente pela falta de clareza, o que pode facilitar a ocorrência de esquemas fraudulentos.
Apoio ao Cliente
O serviço de apoio ao cliente é péssimo. Tenho um problema com o Mbway pulse, enviei uma reclamação através de email não obtive resposta. Hoje, pela manhã, liguei para o apoio ao cliente, esperei perto de 30 minutos, como ninguém atendeu desisti. Estou a tentar novamente agora, a primeira chamada foi desligada automaticamente pouco depois de ultrapassados os 30 minutos com uma mensagem gravada em inglês a informar que o serviço estava indisponível. Voltei a ligar de seguida e já lá vão perto de 20 minutos e nada.
Proposta concreta de regularização – N/Ref. USC20260207184 / USC20260207267 -URGENCIA NA RESOLUÇAO
Assunto: Proposta concreta de regularização – N/Ref. USC20260207184 / USC20260207267 -URGENCIA NA RESOLUÇAO Exmos. Senhores, AT: Sr. Fernando Correia, Agradeço a resposta apresentada pela Comissão Executiva e os esclarecimentos prestados. Na sequência da comunicação anteriormente remetida, e considerando que a presente mensagem contém documentação comprobatória complementar relevante anexada, solicito que esta comunicação seja considerada para efeitos de apreciação da proposta de regularização apresentada. Tomo conhecimento da posição do Banco relativamente à existência da responsabilidade associada ao cartão de crédito e reitero que não me recuso a regularizar a dívida. Pelo contrário, mantenho desde o início uma proposta concreta, proporcional e sustentável para a sua regularização. Reconheço a existência da dívida indicada pelo Banco e, precisamente com o objetivo de resolver a situação de forma célere e consensual, proponho que o Millennium BCP mantenha a retenção de €50 mensais até à liquidação integral do valor em dívida. O que solicito é que, mediante a aceitação desta proposta, seja, restituído de imediato o montante remanescente que exceda os €50 destinados à regularização da dívida, valor esse que representa €50 mensais, correspondente a aproximadamente 11% do valor mensal que recebo a título de subsídio de desemprego, considerando portanto que o valor retido na conta tem origem em subsídio de desemprego/prestação social destinada à minha subsistência verba destinada à minha subsistência, e despesas básicas de subsistência, incluindo alimentação, medicamentos e demais necessidades essenciais. Relativamente as comunicações mencionadas pelo Banco, reconheço que possa ter existido um desencontro de informação e de canais de contacto. Contudo, à data dos acontecimentos, já não dispunha do número de telefone anteriormente utilizado pelo Banco, razão pela qual não tive conhecimento das comunicações por SMS ou contacto telefónico referidas na resposta. Por outro lado, o Banco dispunha do meu endereço de correio eletrónico atualizado, rwinter@sapo.pt, bem como , dispõe, de canais digitais ativos do proprio banco, como meu e mail e WEB mail Millennium , utilizados para outras comunicações diversas, dos quais tem realizado outras comunicações comigo.(EM ANEXO), Assim, considero importante que esta circunstância seja igualmente ponderada na apreciação global da situação. Consta nos anexos comprobatórios. A título complementar, junto igualmente uma comunicação recente de outra instituição de crédito com a qual mantenho responsabilidade financeira. Conforme se verifica no documento anexo, a instituição utiliza o correio eletrónico como canal de comunicação e apresenta, por escrito, alternativas concretas de regularização, incluindo condições especiais e possibilidade de plano de pagamentos. Apresento este documento apenas como elemento demonstrativo da minha situação financeira atual e da minha efetiva disposição para regularizar as minhas obrigações por via consensual. Não pretendo deixar de cumprir a obrigação. Pretendo regularizá-la. A minha proposta é simples: 1. retenção de €50 mensais; 2. manutenção desse valor até à liquidação integral da dívida; 3. restituição do montante remanescente atualmente retido, na medida em que exceda o valor destinado à regularização; 4. formalização do acordo por escrito, caso o Banco considere necessário. Esta solução permite ao Banco recuperar integralmente o valor em dívida e, simultaneamente, permite-me dispor dos recursos mínimos necessários à minha subsistência enquanto me encontro sem rendimento profissional em Portugal e atualmente no Brasil. Considerando a resposta agora apresentada e o facto de a situação já se encontrar igualmente submetida aos mecanismos de reclamação e mediação competentes, manifesto novamente a minha disponibilidade imediata para celebrar este acordo, evitando o prolongamento desnecessário da situação. Anexos: print/documento mostrando o e-mail atualizado; exemplos de comunicações efetivamente enviadas pelo Millennium para esse e-mail; evidência do Webmail/app/canal digital utilizado pelo banco para se comunicar comigo, extrato mostrando a origem do dinheiro como subsídio e o débito realizado. Comprovativo proposta por e-mail de outra instituição bancaria, Comprovativo extrato e retirada de subsidio desemprego. Solicito, assim, que a presente proposta seja apreciada no âmbito do processo em acompanhamento e que me seja comunicada, por escrito, a decisão do Banco. Conto com vossa compreensão e colaboraçao, Com os melhores cumprimentos, Ricardo Vieira Winter NIF 311201172 TEL: +55 12 988142078
Zurich recusa sinistro de embarcação, invoca confidencialidade da perícia e mantém barco imobilizado
Em 27/01/2026, a minha embarcação segurada pela Zurich sofreu danos na antena VHF, antena GPS e sistema GPS/Chartplotter, na sequência de condições meteorológicas adversas. O seguro inclui cobertura de Danos Materiais à Própria Embarcação, com capital seguro de 30.000 €. A Zurich recusou a indemnização invocando uma exclusão relativa a “acessórios e equipamentos”. Contestei a decisão, uma vez que os equipamentos danificados se encontram instalados de forma fixa e permanente e integrados no sistema de navegação da embarcação. Em 12/03/2026, apresentei reclamação à Zurich e à Provedoria. Posteriormente, a Zurich realizou uma perícia através da Risco Invert, com o objetivo comunicado de esclarecer definitivamente o sinistro. A vistoria ocorreu em 18/05/2026 e, em 15/06/2026, foram-me comunicadas conclusões segundo as quais os componentes seriam “acessórios e equipamentos” abrangidos pela exclusão. O problema é que nunca me foi disponibilizado o relatório pericial integral nem a fundamentação técnica que permite perceber como essa conclusão foi alcançada. Continuam sem resposta questões como: • que metodologia foi utilizada; • quais os critérios técnicos para classificar os equipamentos como “acessórios/equipamentos”; • que medições, verificações, normas ou documentação técnica foram analisadas; • quem é o perito, qual a sua formação e se possui especialização em eletrónica naval e sistemas de navegação marítima. Não afirmo que o perito não possua essas qualificações. O problema é que, apesar de as ter solicitado, não me foi fornecida informação que permita verificá-las. Em 03/08/2026, a Zurich manteve a recusa. Quando posteriormente solicitei o relatório pericial e os elementos que fundamentaram a decisão, a Zurich respondeu expressamente que se tratava de “documentação interna e confidencial da seguradora e/ou dos prestadores de serviços por si contratados”, recusando a sua disponibilização. Considero particularmente preocupante que uma perícia seja utilizada para fundamentar uma recusa de indemnização e que, simultaneamente, o segurado não possa conhecer os elementos técnicos que sustentaram essa conclusão. Acresce que, aquando da contratação, foram fornecidas à Zurich fotografias da embarcação onde eram visíveis vários dos equipamentos posteriormente danificados. Desde 27/01/2026, permaneço também privado da utilização normal da embarcação, situação que poderá ter provocado custos e prejuízos adicionais relacionados com a sua imobilização. Reservo expressamente o direito de reclamar esses prejuízos, para além dos danos materiais, caso se conclua que a recusa ou atuação da seguradora não tinha fundamento. O processo encontra-se atualmente também na Provedoria da Zurich. Pretendo que a DECO PROteste analise esta situação, me informe sobre os direitos que me assistem e, caso considere existir fundamento, me ajude a procurar uma solução junto da Zurich. Faço igualmente este relato público para que outros proprietários de embarcações possam conhecer esta experiência e verificar cuidadosamente as coberturas e exclusões dos seus seguros de embarcação, particularmente no que respeita a equipamentos de navegação.
Seguro Habitaçao
Tive um sinistro na habitaçao em Março de 2026, onde existia em várias zonas da habitaçao. Foi aberto sinistro com a seguinte descriçao: "GRM 1527119: Após a passagem deste inverno, é possivel verificar em diferentes pontos da habitaçao, a existencia de "humidade/infiltraçao" (?!). Em diferentes áreas da habitaçao, o teto encontra-se escurecido, havendo a necessidade de ter de se pintar novamente a habitaçao nessas mesmas zonas." Este sinistro prolongou-se até Julho de 2026, com várias insistências da minha parte para saber em que fase estava o referido sinistro. Tive uma primeira peritagem, sendo enviado a 02/06/2026, comunicado por parte da Mapfre a assegurar o sinistro, referindo isto: " Nesse sentido autorizámos reparação aos técnicos nomeados pela companhia, devendo aguardar contactodos mesmos para agendamento dos trabalhos. Em breve poderá receber um email com um questionário de satisfação, através do qual poderá partilhar asuaexperiência com os nossos serviços. Caso não o receba, estaremos igualmente disponíveis para ouvir asuaopinião por outros meios." AInda estive algum tempo à espera. Recebi visita por parte dos técncios (equipa de pintura), que referiram que só podiam fazer as obras de pintura, aquando a chaminé da habitaçao tivesse arranjada. QUestionei quem iria pagar o arranjo, ao qual a equipa referiu para entrar novamente em contacto com a Mapfre. Assim o fiz, tendo recebido mais tarde um novo perito, que me pediu fotos da chaminé. Enviei as fotos, ao qual a 30/07/2026, a Mapfre enviou novo comunicado a declinar o sinistro, ou seja, alegou que os danos na chaminé que levaram às infiltraçoes, nao sao assegurados, tendo em conta as clausulas contratuais. Assim, 1º Numa primeira peritagem, com o referido comunicado, asseguram sinistro 2º Recebo visita da equipa de obras (que iria pintar) referindo que so iniciavam as obras após arranjo da chaminé 2.1: A equipa sabia da existencia de danos na chaminé 2.2 A equipa sabendo deste dano, supostamente a Mapfre também o sabia 3º REcebo nova visita de perito 4º Mapfre declina sinistro porque os danos na chaminé, que levaram às infiltraçoes, nao estao incluidos no contrato Os danos na chaminé foram provocados pelo mau tempo, que levou às infiltraçoes Envio várias mensagens ao Gestor do sinistro, que faz questão de nao responder, (verifico que a mensagem foi vista e tratada, porque aparece no corpo da mensagem "tratado por-.....") é lamentavel toda esta situaçao. Desde Março de 2026 a tratar deste sinistro. Inicialmente demoraram imenso tempo para fazer uma primeira peritagem. De referir que confundiram este sinistro com outro sinistro do passado (que já estava encerrado) e com outro sinistro que tinha aberto mais tarde. A falta de resposta por parte do Gestor do caso, quando peço "respostas" é lamentável Referirem que cobrem os danos e depois dizem que não, é lamentavel Todo este tratamento do caso, faltas de resposta, gestao do caso em si, entre outros é lamentável
Cobrança indevida e falta de resolução no cancelamento de cartões de crédito (Auchan e IKEA Family)
Venho por este meio expor e apresentar uma reclamação formal contra o Oney Bank (Sucursal em Portugal), relativamente a cobranças indevidas que têm sido aplicadas nas minhas contas associadas aos cartões de crédito Oney Auchan e Oney IKEA Family. Recentemente, detetei a cobrança de montantes com os quais não concordo e que considero totalmente injustificados nas referidas contas. Nos termos do regime jurídico dos contratos de crédito aos consumidores, exijo: 1. A anulação imediata de todas as taxas, comissões ou juros que tenham sido cobrados indevidamente e o respetivo reembolso/estorno caso algum valor tenha sido debitado na minha conta bancária; 2. A emissão do documento de distrate / encerramento definitivo de ambos os contratos (Cartão Auchan e Cartão IKEA Family), sem a aplicação de qualquer penalização ou custo adicional de rescisão. Aguardo uma resposta célere e a devida retificação desta situação no prazo legal, sob pena de recorrer a instâncias adicionais de resolução de litígios, nomeadamente o Banco de Portugal.
Atraso para entrega de documento de circulaçºao de viatura superior a 6 meses
Sou cliente do Banco Montepio e possuo um contrato de financiamento automóvel associado à minha viatura. Quando adquiri o veículo, foi-me entregue pelo stand um documento provisório para circulação, com validade de aproximadamente três meses. Esse documento encontra-se atualmente expirado. Contactei hoje o Banco Montepio para esclarecer onde se encontra o Documento Único Automóvel (DUA)/Certificado de Matrícula da viatura. Durante o atendimento fui informado de que o Banco Montepio apenas me disponibilizará o DUA aproximadamente 14 dias após a liquidação integral do financiamento. Questionei então expressamente qual é o documento válido que devo utilizar para circular com a viatura durante a vigência do financiamento, uma vez que o documento provisório fornecido pelo stand já expirou. Não obtive uma resposta objetiva. Fui apenas encaminhado para contactar o stand. Durante o mesmo atendimento foi ainda mencionado o facto de algumas das minhas prestações terem sido pagas com aproximadamente cinco dias de atraso. Não contesto que eventuais atrasos possam produzir as consequências contratualmente previstas relativamente ao financiamento. No entanto, não me foi explicado qual a relação jurídica ou contratual entre esses atrasos e a retenção do DUA/Certificado de Matrícula. A minha questão permanece sem resposta: Qual é o documento legalmente válido que devo apresentar neste momento caso seja fiscalizado pelas autoridades enquanto conduzo a viatura? Não considero aceitável que um consumidor permaneça durante a vigência de um financiamento sem saber qual documento comprova, para efeitos de circulação, a situação da viatura. Assim, solicito formalmente ao Banco Montepio: Que informe se o DUA/Certificado de Matrícula da minha viatura já foi emitido; Caso tenha sido emitido, que informe em poder de quem se encontra atualmente o documento; Que indique o fundamento contratual e/ou legal para o DUA apenas ser disponibilizado aproximadamente 14 dias após a liquidação integral do financiamento; Que esclareça qual documento válido devo apresentar atualmente numa fiscalização rodoviária, considerando que o documento provisório entregue pelo stand já expirou; Que esclareça qual é a relação entre eventuais atrasos de aproximadamente cinco dias no pagamento de prestações e a disponibilização ou retenção do DUA; Caso exista alguma irregularidade documental ou de registo da viatura, que indique concretamente qual é, quem é responsável pela sua resolução e quais medidas serão tomadas; Que me seja disponibilizado, com urgência, documento válido que permita comprovar a situação da viatura e circular legalmente com a mesma. Saliento que não estou a solicitar a extinção de qualquer reserva de propriedade ou garantia associada ao financiamento. Estou exclusivamente a solicitar que seja esclarecido e regularizado o documento que me permite circular com a viatura durante a vigência normal do contrato. Considero particularmente grave que, após contactar diretamente o Banco para esclarecer esta situação, não me tenha sido possível obter uma resposta objetiva sobre qual documento devo apresentar às autoridades. Solicito resposta escrita e urgente.
Acidente auto não resolvido
Ola bom dia sou Paulo Sérgio Alves Sousa. No dia 15-02-2026 aconteceu um sinistro na Assomada ilha da Madeira ,chamei a polícia porque a rapariga é Ucrâniana e nao falava inglês nem português e quando a polícia chegou preenchemos o documento amigável , a polícia vio que eu tinha razão depois mandei o documento para a seguradora. Fui a peritagem no dia 2-03-2026 o período tirou fotos e me mandou aguardar ! Até hoje 5 meses depois tou esperando uma resposta que nunca vem. Já liguei várias vezes e so me pedem para aguardar mandei email também não tive resposta! Seguradora do culpado do sinistro é Fedelidade S,A. Matricula BL-78-QC N° do sinistro 26AA044942 N° Apólice 960889277 Data do sinistro 2026-02-15 Matricula do meu veículo 11NT49 Meu nome. Paulo Sérgio Alves Sousa. Obrigado Matrícula 11-NT-49
Deliberação sobre sinistro
Exmos. Senhores, Participei um sinistro no âmbito de um seguro de habitação em casa secundária localizada no Concelho de Santarém, contratado com a Companhia de Seguros Generali Tranquilidade, por danos causados pelas tempestades em Fevereiro passado. Fiz a participação no dia 25/02/2026. Enviei, a pedido da seguradora, fotografias e orçamentos em tempo útil. A seguradora manteve-se em silêncio absoluto até ao dia 22 de maio, data em que marcou uma peritagem que teve lugar no dia 25 de maio. Enviei, a pedido do perito, os documentos solicitados (orçamentos, factura de uma reparação que já tinha feito a minhas expensas e IBAN) entretanto, passadas várias semanas recebo um SMS para uma marcação de uma peritagem, a qual nunca veio a acontecer, por motivos óbvios (já tinha sido efectuada). Estes factos, só por si, revelam a má gestão do sinistro. Os danos referiam-se a cobertura de piscina que ficou destruída, abatimento do pavimento de um alpendre e danos em parede provocadas pela humidade. Decisão da seguradora. cobertura da piscina paga. Os restantes danos consideram não ter relação directa com a tempestade. O abatimento do pavimento resulta de má compactação do terreno subjacente e, portanto defeito de construção (este pavimento está construído desde 1998 e nunca abateu). Quanto aos danos na parede interior (que está virada para sul) o fenómeno que provocou danos na pintura (a parede ficou como que descascada) resultou de infiltração por capilaridade por os terrenos subjacentes estarem saturados por água resultante da tempestade e por mau isolamento quando da construção em 1998. Esta parede tinha sido pintada, como o resto da habitação em 2023, sem que até à tempestade tenham ocorrido problemas na pintura. Contestei a decisão por email e a seguradora persistiu no mesmo parecer. Considero que esta decisão é tomada de má fé. A Generali parece ter tomado esta decisão com base num modelo de IA (sem alma), não reconhecendo a excepcionalidade da situação ocorrida. Quando contratei o seguro, não me foi questionado o ano de construção, nem vieram fazer nenhuma peritagem (foram só facilidades). A decisão também não me surpreendeu de todo já que ela reflecte a opinião que o perito tinha manifestado quando se deslocou ao local. Portanto parece-me que a decisão esteja enviesada. Obviamente que com uma tão má gestão de sinistros considero que houve uma quebra de confiança na empresa e mudei o seguro para outra seguradora. Ao longo destes longos meses a comunicação da Genarali resumiu-se à participação num passatempo relacionado com o campeonato do mundo, o que obviamente não me interessava, de todo. Cumprimentos.
Falta de profissionalismo e mal atendimento
Eu Carlos reis fiz uma simulação. Nesta empresa apara simular uma crédito consignado. Quem me enviou um e-mail foi Patrícia Lopes aonde já havia mandado todos meu documento. E ela. Insiste que que ainda faltava fiz perguntas que tinha dúvida não me esclareceu nada. Meu doc foram todos enviado e no e-mail seguinte mandou para mim sem esclarecer dúvidas nem nada que por falta de doc. Será encerrada. A minha solicitação já que havia mandado os documentos e ela não se quer foi profissional em esclarecer nada. Não teve um pingo de profissionalismo e não deixou nem se quer eu ter o tempo de. Enviar o que faltava já que avia mandado todos os doc e não me avisa nunca qual os o que faltava não me deu nem tempo de respirar e já encerrou a solicitação Acho o cúmulo de falta de profissionalismo
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