Reclamações públicas
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Encerramento imediato da conta e contestação de taxas
Assunto: Reclamação formal — Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao encerramento da minha conta, que tento concluir há mais de três meses. Durante este período, já entrei em contacto convosco inúmeras vezes, efetuei o pedido através do vosso site e segui as indicações que me foram dadas. Apesar de tudo isso, a conta continua aberta e, a cada contacto, recebo novas justificações sem que o problema seja efetivamente resolvido. Mais grave ainda é o facto de continuarem a ser cobradas e acumuladas taxas mensais durante um período em que venho expressamente solicitando o encerramento da conta. Considero esta situação inaceitável e contesto essas cobranças, uma vez que o prolongamento da situação não resulta da minha falta de iniciativa. Solicito, portanto, o encerramento definitivo e imediato da conta, a revisão e anulação das taxas cobradas/acumuladas desde o meu primeiro pedido de encerramento e uma confirmação por escrito de que a conta se encontra encerrada e sem qualquer saldo ou dívida pendente. Caso esta situação continue sem resolução, apresentarei reclamação formal junto das entidades competentes, anexando o histórico dos pedidos e contactos já efetuados. Aguardo uma resolução definitiva, e não mais instruções para repetir procedimentos que já realizei diversas vezes. Com os melhores cumprimentos, Piero Prendin
Faturas Não Pagadas
Exmos. Senhores: Repetidamente, a empresa de cobrança de dívidas Intrum tem demonstrado que as suas práticas são antiéticas e, possivelmente, até ilegais. Inúmeras queixas contra a empresa destacam frequentemente táticas agressivas de cobrança de dívidas e erros administrativos. As queixas sobre a Intrum e as suas táticas podem ser encontradas em várias plataformas: No Livro de Reclamações: https://portaldaqueixa.com/brands/intrum-justitia-servicos-de-gestao-e-recuperacao-de-credito/complaints No Deco Proteste: https://www.deco.proteste.pt/reclamar/empresas/intrum-portugal/87C498E1-928B2A617 No TrustPilot: https://www.trustpilot.com/review/intrum.pt?languages=all No Reddit: https://www.reddit.com/r/PortugalExpats/comments/1tqvsqq/has_anyone_dealt_with_intrum/ Os consumidores relatam frequentemente receber chamadas telefónicas e mensagens de texto incessantes relativas a dívidas antigas ou desconhecidas, que, por vezes, remontam a mais de uma década. Queixam-se de que a Intrum tenta cobrar dívidas legalmente prescritas ou cujo prazo de prescrição já expirou, recorrendo frequentemente a linguagem intimidatória. Várias avaliações referem terem sido cobrados por montantes que já tinham sido pagos, liquidados ou resolvidos através de acordos legais. Os clientes descrevem uma equipa de apoio pouco prestável ou rude ao tentarem resolver discrepâncias, a par da dificuldade em contactar o operador. Depois de me ter separado da MEO (outra empresa que acumula queixas de consumidores), fiquei contente por a minha provação com este gigante das telecomunicações ter chegado ao fim. Tinha cópias de e-mails da MEO a responder às minhas reclamações anteriores, apresentadas através do Deco Proteste e do Livro de Reclamações, sobre a impossibilidade de rescindir o meu contrato após o período de «fidelidade» exigido. Os e-mails da MEO confirmavam que o meu contrato tinha sido rescindido, que todo o equipamento tinha sido devolvido e que não tinha qualquer saldo em dívida na minha conta. Meses mais tarde, no entanto, comecei a receber diariamente cartas de cobrança da agência de cobranças Intrum, ameaçando tornar a minha vida num inferno se eu não respondesse às suas mensagens enviadas pelo WhatsApp. É de salientar que as suas mensagens estavam marcadas como «Sem resposta» e que era impossível contactar os funcionários da Intrum através do número de telefone fornecido, apesar de mais de 20 toques, quanto mais contactar alguém que falasse inglês. Assim, recorri novamente ao Livro de Reclamações e ao Deco Proteste, onde registei as minhas reclamações online. A resposta da Intrum às minhas reclamações tinha sido repetida vezes sem conta a outras pessoas numa nota padrão que afirmava, em essência: «Não nos culpem… somos apenas os mensageiros», uma resposta antiética, imprecisa, irresponsável e totalmente incorreta. Conforme documentado na correspondência da MEO que acompanhava a minha reclamação, quaisquer problemas que a gigante das telecomunicações tivesse tido comigo já estavam resolvidos. A minha reclamação não era dirigida à MEO; era dirigida à Intrum e às suas mensagens. Com base em dados questionáveis e sem fundamento, presumivelmente fornecidos pelos seus clientes (a MEO, no meu caso), a Intrum ameaçou-me, assediou-me e intimidou-me repetidamente, utilizando informações privilegiadas e privadas (ou seja, o meu número de telefone) para me bombardear com spam indesejável. Recorri novamente às autoridades competentes através do portal oficial de reclamações de Portugal, solicitando que a Intrum fosse sancionada pelos seus abusos e repetidas violações da proteção do consumidor. Espera-se que as empresas ajam de boa-fé. Através das suas ações, a Intrum demonstrou a sua culpabilidade. Se eu não fosse um estrangeiro com residência legal e fiscal em Portugal, levaria a Intrum a tribunal e convidaria todas as outras pessoas que foram vítimas das suas indignidades a juntarem-se a mim naquilo a que se chama uma «ação coletiva».
Resolução do serviço
Boa tarde Por motivos pessoais pretendo cancelar qualquer processo de adesão com efeitos imediatos e exercer o meu direito de livre resolução. Como o processo não foi iniciado, apenas foi feita a analise dos meus dados solicito: Cancelamentos imediato e o arquivamento de qualquer processo de adesão ou proposta iniciada em meu nome; que não seja emitido nem enviado qualquer cartão de crédito para a minha morada; pretendo a eliminação definitiva de todos os meus dados pessoais facultados. Aguardo confirmação por escrito do cancelamento deste processo. Utilizo este meio pois nos emails recebidos da Wizink são todos ‘no reply’ pelo que não tenho nenhum outro meio para solicitar o cancelamento de todo o processo. Cumprimentos
Reclamação sobre contrato de crédito credibom
Venho solicitar o apoio da DECO relativamente ao meu contrato de crédito Credibom n.º 80004430489, associado à compra de uma máquina Rainbow no valor de 3.495 €. Gostaria de explicar de forma cronológica o que aconteceu, uma vez que considero que a forma como a compra e o financiamento nos foram apresentados não corresponde ao que a Credibom afirma atualmente na sua resposta. No dia 06/02/2026, comerciais da Rainbow deslocou-se à minha residência para apresentar a máquina. A compra foi feita por mim e pela minha esposa. Durante a apresentação, os vendedores falaram principalmente do valor das prestações e disseram-nos que o financiamento seria sem juros. Informaram-nos que, depois dos primeiros seis meses, o valor das prestações iria aumentar, mas não nos explicaram de forma clara que existiam juros associados ao financiamento, qual seria o valor desses juros, a TAEG ou qual seria o custo total do crédito. Na mesma ocasião, foi-nos apresentada uma oportunidade de negócio ligada à Rainbow. Disseram-nos que poderíamos ganhar dinheiro, ter acesso a viagens e cumprir determinados desafios e objetivos. Um dos aspetos que mais influenciou a nossa decisão foi terem-nos explicado que poderíamos conseguir um crédito/“cheque” no valor da máquina, através da atividade que nos estavam a apresentar, e que esse valor poderia servir para pagar a própria máquina. Ficámos com a ideia de que, se conseguíssemos esse “cheque”, a máquina poderia ficar paga. Foi com base nessas informações que decidimos comprar a máquina e participar na formação e nas atividades da empresa. Eu e a minha esposa participámos efetivamente nessa formação e nessas atividades. O contrato foi assinado na minha residência no dia 06/02/2026. No dia 07/02/2026, recebi uma SMS com um código para validação do processo. Essa mensagem não continha qualquer link para consultar o contrato ou as condições do financiamento. Recebi apenas o código e passei-o à vendedora para que o processo pudesse continuar. Posteriormente, a Credibom afirmou que a documentação relativa ao crédito me tinha sido enviada por email antes da assinatura. No entanto, eu não tive acesso efetivo a essa documentação antes de assinar e não me recordo de ter recebido ou consultado esses documentos nessa altura. Só no dia 21/02/2026 recebi por email o plano de pagamentos. É importante esclarecer que não foi nessa altura que percebi o verdadeiro custo do crédito. O plano apresentava uma tabela de 84 meses. As primeiras seis prestações eram de 42,35 € e, a partir da prestação n.º 7, passavam para 67,26 €. No topo do documento aparecia apenas “Valor solicitado: 3.495,00 €”. O plano não apresentava, para mim, de forma clara e direta, o valor total que iria pagar pelo financiamento. Como a máquina nos tinha sido apresentada como sendo financiada sem juros, e existia também toda a questão do alegado “cheque/crédito” que poderíamos conseguir através da atividade da Rainbow, não fizemos nessa altura a soma de todas as prestações. Só em setembro de 2026, quando quis saber quanto ainda faltava pagar e decidi fazer as contas por minha iniciativa, somei as prestações e percebi o verdadeiro custo do financiamento. Foi nessa altura que descobri que o total a pagar chegava aos 5.500,42 €. Ou seja, uma máquina cujo preço era de 3.495 € acabaria por representar um pagamento total de 5.500,42 €, correspondendo a uma diferença de 2.005,42 € relativamente ao preço. O que aconteceu foi que os juros e o verdadeiro custo do financiamento não nos foram explicados de forma clara. Eu não compreendi que os valores e percentagens constantes da documentação correspondiam a um custo final tão elevado. Se me tivesse sido explicado claramente, antes da contratação, que uma máquina de 3.495 € iria acabar por representar um pagamento total de 5.500,42 €, eu não teria aceite o financiamento nessas condições. Existe ainda outro aspeto que considero relevante. Em março de 2026, eu e a minha esposa decidimos não continuar com a formação e com a atividade que nos tinha sido apresentada pela Rainbow. A partir desse momento, os vendedores/comerciais da Rainbow começaram a contactar-nos repetidamente, tanto a mim como à minha esposa. Houve um dia em que recebemos muitas chamadas seguidas, chegando a acontecer mais de 10 chamadas no mesmo dia. Os vendedores/comerciais também chegaram a deslocar-se à nossa residência. Numa dessas situações, recebemos uma mensagem que dizia: “Estamos à vossa porta (…) Vimos pequenina na janela. Por favor atende nós ou Abram”. A expressão “pequenina” referia-se à nossa filha menor, que se encontrava dentro de casa, que eles viram pela janela e forçou a gente ter que falar com eles. Sendo que eu ja havia mandado uma mensagem a explicar que não gostaria mais de participar do curso de agente. Esta situação foi muito desagradável para nós e deixou a minha esposa muito nervosa e emocionalmente esgotada. Houve momentos em que ela chegou a chorar perante os vendedores devido à pressão que estava a sentir. Entretanto, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico. Na resposta, a Credibom afirmou que considera o contrato válido e que os deveres de informação foram cumpridos. A Credibom afirma também que os documentos me foram enviados antes da assinatura. É precisamente essa afirmação que pretendo esclarecer. Já solicitei à Credibom que me apresente a prova dessa alegada disponibilização prévia da documentação, nomeadamente quais os documentos enviados, quando foram enviados e de que forma foram disponibilizados. No entanto, até ao momento, não obtive resposta aos meus emails sobre este assunto. Considero também importante que seja analisada a forma como os vendedores da Rainbow apresentaram a compra, o financiamento e a oportunidade de negócio. Por um lado, foi-nos transmitido que o financiamento seria sem juros. Por outro, foi-nos apresentada a possibilidade de obter um alegado “cheque/crédito” no valor da máquina através da atividade da empresa, dando-nos a entender que, se conseguíssemos esse valor, a máquina poderia ficar paga. Foi neste contexto que tomámos a decisão de comprar a máquina e aderir à formação. Não estou a negar que existe uma assinatura digital nem a afirmar que não existe um contrato. O que estou a dizer é que, antes da contratação, não tive uma explicação clara e compreensível sobre a existência dos juros, o seu impacto no custo do financiamento e o verdadeiro custo final do crédito, e não compreendi que iria pagar mais de 2.000 € acima do preço da máquina. Por este motivo, venho solicitar o apoio da DECO na análise desta situação e, através do procedimento de reclamação, que a minha exposição seja encaminhada à Credibom para que possa apresentar a sua posição e esclarecer os pontos aqui referidos, nomeadamente: * a alegada disponibilização da documentação antes da assinatura; * quais os documentos que alegadamente me foram disponibilizados; * quando e de que forma esses documentos foram enviados; * e a informação que me foi prestada relativamente aos juros e ao custo total do financiamento. Pretendo, nesta fase, tentar esclarecer a situação e encontrar uma solução de forma amigável. Tenho disponíveis para apresentar à DECO a resposta da Credibom no Livro de Reclamações Eletrónico, o plano de pagamentos, os emails trocados com a Credibom, as comunicações relacionadas com a Rainbow e outras provas que tenho na minha posse. Caso, após a resposta da Credibom e a análise da situação, não seja possível chegar a uma solução, gostaria também de saber se poderei nessa altura contar com apoio jurídico da DECO e quais seriam os próximos passos. Agradeço desde já a vossa análise e orientação.
Spread
Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº 1021362 e conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que houve lugar ao agravamento spread do meu contrato de (introduzir spread anterior) para (introduzir spread com agravamento). Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade, bem como a reposição do spread. Cumprimentos.
Fui burlado numa transferência de titular água de Coimbra
Exmos. Senhores, Ao tentar fazer mudança de titular de um contrato de contador das águas de coimbra entrei num site falso. Fiz um pagamento com referência multibanco. Cumprimentos.
Benefício Uber One do Revolut Premium e ausência de resposta à reclamação
Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação que tive com a Revolut. Recentemente subscrevi o plano Revolut Premium, tendo como um dos principais motivos para a subscrição a inclusão do benefício Uber One. Este benefício foi um fator decisivo na minha decisão de contratar o plano, uma vez que, em conjunto com os restantes benefícios, tornava o custo da subscrição compensador. Após a subscrição, descobri que o benefício Uber One apenas está disponível para clientes que nunca tenham subscrito anteriormente o Uber One. Esta condição, que considero material para a decisão de contratação, não estava apresentada de forma clara e visível na informação comercial principal que me levou a subscrever o plano, encontrando-se apenas nos Termos e Condições. Apresentei entretanto uma reclamação formal à Revolut, solicitando que o benefício fosse honrado ou, em alternativa, que fosse efetuado o reembolso da subscrição, uma vez que esta condição teria alterado a minha decisão de contratar o serviço. Até ao momento, já passaram 7 dias sem qualquer resposta da Revolut. Gostaria, por isso, de saber se a DECO Proteste considera que a forma como esta limitação foi apresentada poderá constituir uma prática comercial inadequada ou uma insuficiência de informação pré-contratual, e quais os meios que tenho ao meu dispor para exigir uma solução. Posso disponibilizar os comprovativos da subscrição, capturas de ecrã da oferta apresentada, os Termos e Condições aplicáveis e a reclamação enviada à Revolut. Agradeço desde já o vosso apoio e orientação relativamente aos próximos passos.
Contrato de factoring não reconhecido – suspeita de usurpação de identidade
Venho apresentar reclamação relativamente a uma responsabilidade de crédito comunicada pela COFIDIS (código 0921) que consta no meu Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. No mapa consta uma operação identificada como “Factoring”, iniciada em 24/12/2025, no valor de 1.215,66 €, com entrada em incumprimento em 30/04/2026. Não reconheço esta operação, nunca celebrei este contrato e não autorizei qualquer pessoa a contratar ou assumir esta responsabilidade em meu nome. Contactei a Cofidis para esclarecer a situação e fui informado de que o processo foi encaminhado para uma empresa de cobrança, tendo-me sido fornecido o respetivo contacto. Tentei contactar essa empresa várias vezes, sem conseguir ser atendido ou obter acesso ao processo. Solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de obter da Cofidis esclarecimentos sobre a origem desta operação e cópia de toda a documentação utilizada para a contratação, incluindo contrato, identificação utilizada, assinatura ou método de autenticação e documentação que justifique a dívida. Suspeito que os meus dados pessoais possam ter sido utilizados indevidamente por terceiros. Solicito ainda que, caso se confirme que não fui eu a celebrar o contrato, a Cofidis proceda à correção da informação comunicada ao Banco de Portugal. Não reconheço a dívida nem a existência deste contrato.
Pedido de reabertura da candidatura n.º 078989 – PAES 2023
Exmos. Senhores, Venho solicitar a reapreciação da decisão de anulação da candidatura n.º 078989 ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis (PAES 2023). Adquiri o imóvel em janeiro de 2023, realizei a substituição das janelas em outubro de 2023 e submeti a candidatura enquanto era legítimo proprietário. Embora a Caderneta Predial Urbana (CPU) apresentada tivesse cerca de oito meses, posteriormente foi-me solicitada uma CPU atualizada. Nessa altura, o imóvel já tinha sido vendido, em janeiro de 2025, tornando-se impossível obter uma CPU atualizada em meu nome. Perante essa situação, solicitei à Autoridade Tributária uma certidão oficial que comprova a minha titularidade do imóvel em 30/10/2023, data da intervenção, e apresentei-a no processo, de boa-fé, por entender que constituía prova oficial suficiente da titularidade na data relevante. Segundo esclarecimento prestado pelo Fundo Ambiental através do e-Balcão, a anulação não resultou da ausência de prova da titularidade, mas do facto de, na fase de contestação, não ter explicado expressamente que a impossibilidade de apresentar uma CPU atualizada decorria da posterior venda do imóvel. Reconheço que esse esclarecimento poderia ter sido feito de forma mais explícita, mas a documentação oficial comprovativa da titularidade já constava do processo e toda a documentação solicitada foi apresentada dentro dos prazos. Acresce que, durante o procedimento, manifestei disponibilidade para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais, mas não fui questionado sobre a razão da substituição do documento. A situação poderia ter sido facilmente esclarecida mediante a apresentação da documentação relativa à venda do imóvel. Neste contexto, considero que a decisão deve ser reapreciada, nomeadamente à luz dos princípios do inquisitório, colaboração, participação, proporcionalidade, justiça, razoabilidade e boa-fé previstos no Código do Procedimento Administrativo. Importa ainda considerar a não realização de audiência prévia antes da decisão e o facto de a respetiva notificação não indicar os meios de impugnação nem os respetivos prazos. Assim, solicito a reapreciação da decisão de anulação, considerando que a minha titularidade à data da intervenção se encontra comprovada por certidão da Autoridade Tributária, que a impossibilidade de apresentação de uma CPU atualizada resultou exclusivamente da venda posterior do imóvel e que a questão formal apontada poderia ter sido facilmente suprida mediante esclarecimento ou documentação complementar. Agradeço, por isso, a revisão da decisão à luz da documentação já constante do processo e dos esclarecimentos acima prestados.
Financiamento liquidado, ausência de baixa e tentativas de débito – Contrato n.º 1960119400
Reclamação urgente – Financiamento liquidado, ausência de baixa e tentativas de débito – Contrato n.º 1960119400 Exmos. Senhores, Venho apresentar nova reclamação formal, na sequência da reclamação anteriormente apresentada relativamente ao contrato de financiamento automóvel n.º 1960119400, uma vez que, até à presente data, a situação permanece sem resolução e, entretanto, tornou-se ainda mais grave. Para que fique devidamente registado todo o histórico da situação, importa esclarecer que, na sexta-feira anterior 11/09/26, entrei em contacto telefónico com o Banco BPI precisamente para saber qual seria o procedimento mais rápido para proceder à liquidação do financiamento e obter a respetiva baixa. Expliquei ao banco que o veículo já se encontrava vendido e que tinha necessidade urgente de concretizar a transferência de propriedade para os compradores. Durante essa chamada, fui informado pelo BPI de que, para que o processo fosse tratado da forma mais rápida possível, deveria dirigir-me presencialmente a uma agência BPI, efetuar o pagamento do financiamento e, dessa forma, o banco procederia à baixa ali junto ao gestor de forma imediata onde já me disponibilizaria a documentação necessária para permitir a transferência do veículo no mesmo dia. Confiando nas informações que me foram transmitidas pelo próprio banco, combinei com os compradores que nos encontraríamos na segunda-feira, às 8h30, na agência BPI de Vila Verde. Importa esclarecer que os compradores residem em Vila Verde, enquanto eu resido em Apúlia. Por esse motivo, desloquei-me de Apúlia até Vila Verde para realizar todo o procedimento juntamente com os compradores, tendo combinado encontrarmo-nos diretamente na agência BPI. Na segunda-feira, encontrei-me com os compradores em Vila Verde e, juntamente com eles, dirigi-me à agência BPI de Vila Verde, com o objetivo de efetuar o pagamento conforme as instruções recebidas na sexta-feira, obter a baixa do financiamento e concluir a venda e a transferência do veículo. Contudo, quando chegámos à agência BPI de Vila Verde e fomos atendidos pelo gestor, fomos confrontados com uma informação completamente diferente daquela que me tinha sido transmitida telefonicamente. Foi-nos informado, nessa ocasião, que a baixa do financiamento poderia demorar até 10 dias úteis, impossibilitando a concretização imediata da transferência do veículo. Esta situação colocou-me numa posição extremamente complicada perante os compradores, que também se deslocaram comigo à agência, de boa-fé e acreditando que o procedimento indicado pelo próprio banco permitiria concluir a operação. Apesar de todo este transtorno, o financiamento foi efetivamente pago. O valor devido foi liquidado, pelo que o contrato deveria ter sido imediatamente reconhecido como quitado e encaminhado para a respetiva baixa. No entanto, o problema não só permanece como se agravou. Até hoje, o BPI não efetuou a baixa definitiva do financiamento e, apesar de o valor já ter sido pago, o banco continua a tentar efetuar o débito desse mesmo valor na minha conta bancária. Ou seja, tenho um financiamento que já foi liquidado, mas o banco continua a apresentar tentativas de cobrança relativamente a um valor que já recebeu. Esta situação é particularmente grave porque, em consequência destas tentativas de débito e da situação que permanece pendente, estou impossibilitado de utilizar normalmente a minha conta bancária, ficando condicionado na movimentação dos meus próprios fundos por uma situação que não deveria existir, uma vez que o financiamento já se encontra pago. Não existe, portanto, qualquer incumprimento da minha parte relativamente ao financiamento. O pagamento foi efetuado. O que permanece por resolver é exclusivamente a regularização interna do processo, a baixa definitiva do financiamento e a emissão/disponibilização da documentação necessária. Não considero aceitável que, depois de ter contactado previamente o banco para saber qual seria a forma mais rápida de resolver a situação, ter seguido as instruções que me foram transmitidas, ter efetuado o pagamento e ter-me deslocado de Apúlia a Vila Verde para tratar pessoalmente de tudo juntamente com os compradores, continue até hoje sem uma solução. Mais grave ainda é o facto de o banco continuar a tentar debitar na minha conta um valor que já foi pago, causando-me constrangimentos adicionais e impedindo a utilização normal da conta bancária. Esta situação está também a prejudicar diretamente a venda do veículo, uma vez que continuo sem conseguir concluir todos os procedimentos necessários para a transferência de propriedade para os compradores. Desta forma, solicito, com caráter de máxima urgência, que o Banco BPI: 1. Confirme imediatamente o recebimento do valor pago referente ao contrato n.º 1960119400; 2. Efetue a baixa definitiva do financiamento, sem mais atrasos; 3. Cesse imediatamente qualquer tentativa de débito relativa ao valor que já foi liquidado; 4. Proceda à imediata regularização da situação da minha conta bancária, permitindo a sua utilização normal; 5. Disponibilize a documentação necessária para permitir a transferência de propriedade do veículo; 6. Me informe formalmente sobre o motivo pelo qual, apesar do pagamento já efetuado, continuam a ser realizadas tentativas de débito; 7. Indique, por escrito, a data concreta em que toda a situação ficará definitivamente regularizada. Solicito ainda que esta reclamação seja encaminhada imediatamente para a área responsável e que seja tratada com caráter prioritário, considerando que esta é uma situação que já foi anteriormente comunicada ao banco e que continua sem resolução. Reforço que procurei antecipadamente o BPI para obter orientação sobre o procedimento mais rápido, tendo seguido exatamente as instruções que me foram dadas pelo banco. Desloquei-me de Apúlia a Vila Verde, encontrei-me com os compradores que residem naquela localidade e os mesmos acompanharam-me à agência BPI, tendo eu efetuado o pagamento na expectativa legítima de que a baixa seria processada conforme me havia sido informado. Apesar disso, continuo sem a baixa do financiamento e, inexplicavelmente, continuam a ser efetuadas tentativas de cobrança de um valor que já foi pago. A situação está a causar-me prejuízos, transtornos e, neste momento, impede-me inclusive de utilizar normalmente a minha conta bancária, pelo que solicito uma resolução imediata e definitiva. Aguardo resposta formal e a regularização urgente de toda a situação. Com os melhores cumprimentos
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