Reclamações públicas

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J. C.
20/03/2026

Reembolso 1.900 € de Transferência Indevida

Email enviado em 12.Março.2026,para: Santander Totta- Fraudes e Incidências Gestora de Conta MBWAY/SIBS Polícia Judiciária Porto "Exmos Senhores Hoje (12.Março.2026), perfaz dez (10) dias, em que efetuaram uma operação de pagamento não autorizado, retiraram da minha conta 08298726001 - Banco Santander Totta, em 01.Março.2026, pelas 01:17, o valor de 1.900,00 euros, para o Número de telemóvel 915 932 326, associado ao nome de Mário Morais. Tanto o nome como o número de telemóvel, são me desconhecidos e não fazem parte dos meus contactos pessoais/telefónicos. A transferência foi realizada com a aplicação MBWAY, desconhecendo os meios como o fizeram, sem o meu telemóvel e sem os meus cartões. Nunca forneci a quem quer que seja, as minhas credenciais / palavra-passe, dos meus cartões de débito/crédito, da App Santander Totta e do Net Banco e no meu telemóvel, não acedi a links e a mensagens fraudulentas. Solicitado pelo Santander Totta - FRAUDES, fiz uma vistoria técnica ao meu equipamento - telemóvel, informando a situação tanto no Balcão como FRAUDES do Santander Totta. Nos termos do N°1 Art° 796 do Código Civil e do Art° 114 do DL 91/2018, as perdas resultantes de operações de pagamento correm por conta e risco do banco, quando não realizadas e não autorizadas pelo utilizador/titular do serviço homebanking, mas por terceiros. Os pagamentos eletrónicos estão regulados pelo Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica. No próprio dia 01.Março.2026, pelas 01:41, houve outra tentativa de fraude, que o Banco não me comunicou e só vim a saber, quando acedi à APP em 09.MARÇO.2026 , em transferir 1.950,55 euros, da minha conta para o IBAN PT50 0010 0000 6259 9180 0016 4, mas não conseguiram efetuar, porque o Banco Santander Totta através do seu sistema informático, talvez foi alertado para o facto, ou, talvez por mecanismos técnicos a funcionar, impediram que a operação fosse realizada. Isto para dizer o seguinte, significa que a operação de pagamento não autorizada e realizada em 01.Março.2026, pelas 01:17, foi causada, ou, por avaria técnica, ou, deficiência do sistema informático, ou, por outros meios. É ao banco que cabe assegurar que o sistema informático utilizado funcione e que garanta a confidencialidade dos dados. Sou cliente do Banco Santander Totta, desde a sua origem, tratando-se desde sempre do meu principal banco onde realizo toda a minha gestão financeira familiar, a minha pensão de reforma e da minha esposa, 'caiem' na conta, bem como as rendas recebidas de dois imóveis alugados, pago as contas da água, luz, gás, seguros e telecomunicações e também as contas dos supermercados, bem como todas compras realizadas noutros estabelecimentos. No que respeita a operações com a aplicação MBWAY, raramente a utilizei e quando fiz alguma operação foi sempre de pequenos montantes e praticamente entre familiares diretos. Tive conhecimento deste FRAUDE/BURLA BANCÁRIA, quando acedi no dia 02.Março.2026 à Aplicação Santander Totta, onde verifiquei que existia um movimento não realizado, nem autorizado por mim. Telefonei de imediato para o Banco Santander Totta - FRAUDES e dei conhecimento do sucedido. Bloquearam a minha conta e cancelaram todos os cartões. Colocaram-me uma série de questões, às quais eu respondi. Entretanto aconselharam-me a apresentar Queixa-Crime na PSP/GNR mais próxima. Nesse mesmo dia, apresentei Queixa-Crime na PSP - Esquadra de Valadares, que por sua vez encaminhou o processo para Polícia Judiciária. Trouxe da PSP uma DECLARAÇÃO, com as minhas declarações e relato dos fatos. De seguida, entreguei a mesma no Balcão Santander Totta de Valadares - Gaia e enviei, via email para FRAUDES - Santander Totta. Estive sem acesso à minha conta bancária, desde 02.Março.2026, até 08.Março.2026 e sem poder fazer qualquer movimentação de conta tanto pelo NETBANCO, como pela APP Santander e sem cartões de débito e crédito. Em 09.MARÇO.2026, acedi à APP SANTANDER TOTTA, com nova palavra passe e nome de utilizador. Na mesma data , pelas 13h30 recebi um cartão de débito, em meu nome, Castro Santos. Já o utilizei e mudei o código de acesso. Em 11.Março.2026, recebi o cartão de crédito em nome de José Santos, ficando a faltar o cartão de débito em nome da minha esposa, Isolina Santos. À noite recebi emails (Anexo)da SIBS - MBWAY a informar que o Banco Santander Totta, tem os dados da minha conta e recai sobre o Banco toda a responsabilidade. Até à presente data, ainda não me foi reembolsado o valor de 1.900,00 euros, retirado indevidamente da minha conta, sem o meu consentimento e por meios que desconheço. Para além de todos os transtornos familiares, tive de recorrer a empréstimos para gerir o dia a dia da família e tudo isto, gerou um clima de desconfiança e medo, visto a vida familiar girar em torno do banco, pagamentos / recebimentos. Cabe ainda referir que à data, tanto eu como a minha esposa estamos num quadro desolador, tristes e alarmados, visto a minha esposa sofrer de Doença Crónica 'Dor Neuropática e Depressão Severa' sendo portadora de uma Incapacidade 66%, atestado por AMIM e eu ser um Doente Oncológico 'AMIM 60%' tendo terminado no dia 05.Março.2026, (33) sessões de Radioterapia no IPO - Porto, fazendo ainda parte do agregado familiar uma pessoa com 91 anos de idade. Por fim, atendendo ao email, rececionado em 11.Março.2026 MBWAY / SIBS: "Tendo em conta que a nossa empresa é responsável pelo sistema de pagamentos e que, qualquer questão relacionada com a gestão das informações relativas a operações de cartões bancários cai no foro exclusivo da competência do respetivo Banco emissor do cartão, sugerimos que apresente a sua situação junto do seu Banco no sentido de tentar obter a informação de que necessita e esclarecer a possibilidade do mesmo reverter a transação em causa. O Banco Emissor tem à sua disposição todos os dados relativos às respetivas transações e os seus dados..." e a todos os fatos relatados/confirmados, solicito, o reembolso dos 1.900,00 euros o mais urgente possível, de acordo com o Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento, o banco é responsável por reembolsar imediatamente o cliente em caso de operações de pagamento não realizadas e autorizadas, pelo titular da conta. Com os meus respeitosos cumprimentos, José Manuel Castro Santos " .... (*) Hoje 02.Março.2026, ainda não foi reembolsado nem obtive resposta do Santander Totta, apesar de quase diariamente presionar via telefone o Banco Santander Totta e a minha Gestora de Conta.

Em curso
D. O.
20/03/2026

Falsos seguros

Venho por este meio mostrar o mais profundo desagrado com os vossos serviços, será certamente o último seguro que faço com vocês. No dia 16 procedi ao pagamento da franquia de 150€ relativo ao meu seguro de telemóvel, liguei para o suporte e foi-me dito que era esse pagamento que tinha de fazer para procederem a substituição do equipamento e demorava 72h devido ao seguro contratado "premium" que não faziam reparações e era logo "indemnizado". Hoje dia 20 recebo um email que tenho de fazer o pagamento da totalidade do seguro. Seguro esse que nao tem fidelização e já está ativo a 2 anos e tal sem nenhuma reclamação de sinistro. É lamentavel não informarem o consumidor na altura da compra. Para isso não colocariam franquia já que o cliente tem de pagar franquia e contrato. Agradeço resolução ou quero a devolução do meu equipamento e da franquia já paga.

Em curso
L. E.
20/03/2026

Sem acesso a conta

Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº (introduzir número de contrato) e foi-me cobrada uma comissão indevida por reembolso antecipado nos termos do Artigo 19.º do Decreto-Lei n.º 133/2009. Sendo que já reclamei junto dos vossos serviços e a situação permanece inalterada, solicito a vossa resposta com a maior brevidade. Cumprimentos.

Em curso
M. B.
19/03/2026

Tentativa de cobrança de dívida liquidada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Intrum Portugal relativamente a uma tentativa de cobrança de uma alegada dívida associada à MEO. Informo que a referida dívida foi integralmente liquidada há vários anos, tendo o pagamento sido efetuado presencialmente nas instalações da Intrum por mim própria através de cartão bancário. Desde então, nunca mais fui contactado sobre qualquer valor em dívida, pelo que considero a presente tentativa de cobrança totalmente indevida e injustificada. De momento, encontro-me fora de Portugal, o que me impede de obter com a brevidade desejada o comprovativo do pagamento realizado, uma vez que o mesmo foi efetuado presencialmente e não tenho acesso imediato ao respetivo registo bancário. Ainda assim, tal não invalida o facto de a dívida ter sido regularizada na íntegra. Face ao exposto, solicito: 1. A imediata cessação de qualquer tentativa de cobrança associada a este processo; 2. A verificação interna dos vossos registos relativamente ao pagamento efetuado; 3. A confirmação por escrito de que não subsiste qualquer valor em dívida em meu nome; 4. A eliminação dos meus dados de quaisquer listas de cobrança relacionadas com esta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos 927606906 mayahbranco@yahoo.com

Em curso
J. V.
19/03/2026

aumento exorbitante da anuidade da ocupação dos ossários

Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa à alteração abrupta e desproporcional do valor das taxas de anuidade de ocupação aplicadas aos ossários no Cemitério do Feijó, gerido pela Câmara Municipal de Almada. Os ossários neste cemitério foram construídos há décadas. São um espaço com aproximadamente 40cmx40cmx60cm feitos em fibrocimento ou semelhante onde pode permanecer uma pequena urna com os ossos da pessoa defunta, sendo paga uma anuidade pela ocupação. Até ao ano transato (2025), o valor liquidado por este serviço era de 6.52€. No entanto, este ano, fui confrontado com uma fatura no valor de 78,77€. Trata-se de um aumento de 1208%, aplicado sem qualquer aviso prévio ou comunicação direta aos munícipes. Os valores das taxas previstas na tabela de taxas municipais deverão ter em conta o Índice de preços ao consumidor (IPC), e o valor pago não corresponde aos custos suportados pelo município com a prestação do serviço. Considero que esta atuação da autarquia carece de fundamentação e razoabilidade, pelas seguintes razões: Um aumento desta magnitude não parece corresponder a um acréscimo equivalente no custo do serviço ou na manutenção das infraestruturas (infraestruturas existentes há décadas com nenhuma ou insignificante manutenção, vou com muita regularidade ao cemitério) . Ou seja, a autarquia deve cobrar, pela prestação de um determinado serviço ou utilização de um bem, uma taxa equivalente ao custo associado à realização ou manutenção do mesmo, não no caso em apreço, não há proporcionalidade A grande maioria dos ossários são possuídos por pessoas idosas, cujo aumento é muito significativo para as reformas que muitas auferem . A alteração radical de um valor histórico sem um período de transição, progressividade ou justificação clara fere a confiança do cidadão nas instituições públicas. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção junto da Sr.ª presidente da Camara Municipal de Almada no sentido de averiguar da conformidade deste brutal aumento, e de como pode ser revertido Grato pelo tempo dispensado

Em curso
T. H.
19/03/2026

Cobrança reiterada e desproporcional de encargos por devolução de débito direto

Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a uma situação que considero lesiva e potencialmente abusiva no âmbito de um contrato celebrado com a empresa Radius Fuel Solutions. A referida empresa tem vindo a aplicar encargos no valor de 80€ por alegadas devoluções de débito direto. No entanto, importa esclarecer que tais devoluções não resultam de incumprimento efetivo das obrigações financeiras, mas sim de um desfasamento recorrente entre o momento em que os débitos são processados e o ciclo normal de entradas de caixa da empresa. Os débitos são efetuados na madrugada de domingo para segunda-feira, período em que, por funcionamento regular do sistema bancário, a conta ainda não se encontra provisionada. Os valores em causa são, contudo, sempre regularizados no próprio dia, poucas horas depois, não havendo qualquer prejuízo financeiro efetivo para a entidade credora. Apesar deste contexto, a empresa procede à cobrança sucessiva de encargos fixos de valor elevado, sem que: * exista previsão clara e expressa do valor no contrato celebrado; * seja apresentada qualquer justificação objetiva ou demonstração dos custos efetivamente incorridos; * seja proposta qualquer solução operacional que evite a repetição de uma situação que é, manifestamente, previsível. Acresce que, após contacto direto com a empresa, esta limitou-se a imputar integralmente a responsabilidade ao cliente, sem responder de forma concreta às questões levantadas sobre proporcionalidade, transparência e adequação dos encargos aplicados. Entendo, assim, que esta prática pode configurar uma aplicação desproporcional de encargos e uma possível violação dos princípios aplicáveis às cláusulas contratuais gerais, designadamente no que respeita à transparência e equilíbrio entre as partes. Face ao exposto, solicito a análise desta situação e eventual apoio na mediação com a entidade em causa, no sentido de: * promover a revisão ou anulação dos encargos aplicados; * assegurar a adoção de um modelo de cobrança mais adequado e transparente. Junto documentação de suporte, incluindo contrato, faturas e comunicações trocadas com a empresa. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
D. G.
19/03/2026

Falecimento do meu pai/ credito

Boa tarde No passado dia 19/12/2025 o meu pai faleceu , ele tinha dois créditos com a Cetelem , nos quais pagava um seguro cuja seguradora é a Cardiff. Entrei em contacto com a Cetelem e posteriormente com a Cardiff , foi me pedido uma série de documentação , documentação essa que enviei . Entre essa documentação seguiu a habilitação de herdeiros , o relatório do médico legista que indica a causa de morte , cancro. Posteriormente pedi um relatório médico á médica de familia no qual se lê que lhe foi diagnosticado o mesmo em 2025 bastante posterior á celebração dos créditos, no mesmo relatório indicava mais um ou outro problema irrelevante para a causa de morte . Neste momento estão me a pedir um relatório médico relevante para a causa de morte . Ora se o médico legista indica causa de morte cancro e no relatório o cancro foi diagnosticado em 2025 isto não seria suficiente para fechar o processo sem magoar mais as pessoas envolvidas ? Ando numa ansiendade com isto tudo , a minha mãe que tem um principio de demência anda muito pior , para além do luto sermos expostos a estas artimanhas para fugir a uma responsabilidade inequivoca é legal? não seria suficiente tudo o que enviei? agradecia um esclarecimento sff obrigado

Em curso
C. V.
19/03/2026

Atendimento

Srs, os serviços da Sucursal de Cascais do Millenium BCP são péssimos, demoram muito para responder às solicitações e, pior, não resolvem demostram qualquer interesse em resolver as questões colocadas.

Em curso
F. P.
19/03/2026

reclamação divida as finanças

Muito bom dia, Sou a reclamar mais uma vez a restituição dos pagamentos dos IUC.S bem como os respetivos encargos. Obrigado

Em curso

Reembolso de viagem não pago pela Fidelidade

Boa noite, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à recusa de reembolso por parte da Fidelidade – Sinistros, no âmbito de um seguro de viagem por mim e pelo meu companheiro. Tínhamos uma viagem para as Filipinas agendada para o dia 6 de fevereiro, adquirida através de uma agência de viagens com acordo com a Fidelidade. Contudo, fomos obrigados a cancelar a viagem, uma vez que o meu companheiro, Guilherme, foi internado com pneumonia antes da data de partida, ficando clinicamente impedido de viajar. Adicionalmente, sendo eu a única pessoa que coabita com o mesmo, tive necessidade de prestar assistência durante o período de doença, o que igualmente me impossibilitou de realizar a viagem. Assim, e de acordo com as condições do seguro (que junto em anexo), ambos temos direito ao respetivo reembolso. Importa esclarecer que a viagem foi paga por um amigo nosso que era um dos passageiros da viagem, José, que efetuou o pagamento junto da agência de viagens (atuando esta apenas como intermediária, sendo a responsabilidade do reembolso da seguradora). A fatura foi emitida em nome da empresa do José, enquanto o recibo foi emitido em nome individual. Foram entregues todos os documentos solicitados pela Fidelidade, nomeadamente: Comprovativo de internamento hospitalar; Bilhetes de viagem; Recibo de pagamento; Fatura; Comprovativo de IBAN do pagador. Ainda assim, a Fidelidade recusa proceder ao reembolso, alegando que existe uma incongruência entre o nome constante no recibo (José) e na fatura (empresa do José), exigindo a alteração da fatura para nome individual — o que não é uma solução viável. Salienta-se que: Tal exigência não consta de nenhuma cláusula das condições contratuais do seguro; O pagamento foi aceite pela própria entidade nos moldes apresentados; Foi inclusivamente proposta solução alternativa (comprovação de vínculo entre o José e a empresa), a qual foi indeferida sem fundamentação adequada. Do ponto de vista jurídico, cumpre referir que, nos termos do artigo 102.º, n.º 1 do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 de abril), “o segurador deve pagar a prestação devida ao segurado ou ao beneficiário, conforme os casos”. Acresce que, tratando-se de um seguro de danos, é aplicável o princípio indemnizatório consagrado no artigo 128.º do mesmo diploma, segundo o qual a prestação do segurador está limitada ao dano efetivamente sofrido, até ao montante do capital seguro. Nestes termos, sendo eu e o meu companheiro os titulares do interesse seguro e os efetivos lesados, assiste-nos o direito ao reembolso, independentemente da entidade em nome da qual foi emitida a fatura, desde que se encontre comprovada a ocorrência do dano — o que foi amplamente demonstrado. Apesar das inúmeras tentativas de resolução através de contactos telefónicos e trocas de e-mails com a colaboradora Telma Caetano, que foi quem esteve com o nosso processo, a atuação da mesma tem-se revelado pouco colaborante e manifestamente insuficiente na análise do processo. As respostas prestadas têm sido sistematicamente padronizadas, sem qualquer esforço de apreciação concreta do caso nem apresentação de fundamentação legal ou contratual minimamente adequada. Face ao exposto, solicitamos a reapreciação urgente do processo e o cumprimento das obrigações contratuais por parte da Fidelidade. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Barros

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