Reclamações públicas

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J. L.
06/07/2026

Reclamação

EX senhores .venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao registo de um crédito alegada dívida em meu nome comunicada ao banco de Portugal.tive conhecimento da existência deste registo porém desconheço a origem da referência dívida uma vez que nunca fui devidamente informada da sua existência nem reconheço qualquer obrigação de pagamento relacionado cm a mesma.Assunto solicito que me seja facultada com a maior brevidade possível seguinte informaçao.identicaçao da origem da alegada dívida cópia do contrato ou documentação q comprove a existência da obrigação data da dívida comunicada ao banco de Portugal .caso verifique registo foi efetuado por erro ou sem fundamento legal solicito imediata retificação ou ilustração junto banco de Portugal como confirmaçao pr escrito dessa regularização agradeço q presente reclamação seja respondida dentro prazo legal de 20 dias.Com os melhores cumprimentos

Encerrada

Multicare - Cobrança de valores indevidos e falta de esclarecimento em alteração de plano de seguro

Bom dia, Fiquei sem seguro de saúde em abril de 2026, devido à rescisão do contrato de trabalho. No dia 19 de maio de 2026, solicitei a adesão a um novo seguro de saúde Multicare (a mesma seguradora que tinha anteriormente), com a expectativa de poder beneficiar da isenção de período de carência, já que passou pouco tempo desde o cancelamento do seguro anterior. Apenas a 9 de junho é que recebi um e-mail com as condições do novo seguro, incluindo as exclusões, e pediram-me para clicar no botão 'Aceitar'. Não o fiz de imediato porque tinha dúvidas que precisava de esclarecer, por isso respondi ao e-mail com as minhas questões. Como não obtive resposta, voltei a enviar um e-mail no dia 18 de junho. No dia 22 de junho, cobraram-me indevidamente a primeira mensalidade mais 5€ de adesão, apesar de eu não ter autorizado qualquer débito direto, não ter assinado nada, nem ter aceite as condições. Estava agendado o débito de mais uma mensalidade nesse dia, mas consegui cancelar o débito direto a tempo. No mesmo dia, finalmente, responderam ao meu e-mail e disseram que poderiam analisar a possibilidade de alterar a data de início do seguro (de 20 de maio para até 5 de junho, para manter a isenção da carência, pois para isso não poderia ultrapassar os 60 dias entre o anterior e o novo seguro). No entanto, continuei com dúvidas relativamente às exclusões e aos valores que teria de pagar em consultas ou exames. Para não esperar mais tempo, liguei para a linha de apoio ao cliente, que supostamente teria o histórico de tudo o que tinha acontecido. Perguntei se era possível alterar a data, conforme tinha sido sugerido por e-mail, e disseram-me que afinal não era possível. Decidi então baixar o plano do seguro. Informaram-me que teria de pagar mais 5€, porque não era possível apenas alterar o plano na mesma apólice, só criando uma nova. Não me parece justo, mas aceitei porque já estava cansada da situação. Alguns dias depois (1 de julho) recebi um SMS a informar que teria de pagar mais 8,02€ pelo cancelamento da apólice anterior, e que em breve receberia o aviso de pagamento, mas essa informação nunca me foi dada durante a chamada ao apoio ao cliente. Curiosamente, hoje ao verificar a aplicação myFidelidade, está a fatura dos 8,02€ com data limite de pagamento a 30 de junho, apesar de só ter recebido o SMS, ainda sem recibo, a 1 de julho. Enviei novo e-mail no dia 1 de julho, resumindo todas estas questões para ter prova escrita, mas até hoje, 6 de julho, continuo sem resposta. Gostaria de saber se é mesmo legítimo cobrarem os 5€ pela alteração do plano e os 8€ pelo cancelamento da apólice anterior, sendo que só estou a alterar o plano. Tenho todos os meus seguros na Fidelidade e nunca tive uma experiência tão má como esta.

Em curso
A. H.
06/07/2026

BURLA PAGAMENTOS

Exmos. Senhores, Assim como muitos, fui contactada pela GO Bravo acerca do pagamento/acordo das minhas dívidas. Estou com a go bravo ha cerca de dois anos, tenho vindo a pagamentos mensais para a empresa go bravo para resolver as minhas dívidas, que até hoje nunca foram tratadas. Reclamação por Incumprimento de Serviço e Pedido de Reembolso Integral ​Venho por este meio expor a minha reclamação contra a GoBravo, devido ao sistemático incumprimento das obrigações contratuais por parte desta entidade. ​Contratei os serviços da GoBravo com a premissa de que a mesma atuaria como intermediária na negociação direta com os meus credores. No entanto, a atuação da empresa tem sido nula, baseando-se nos seguintes factos: ​Inexistência de diligências: Até à data, a GoBravo não apresentou qualquer prova documental de contactos ou negociações efetuadas junto das instituições de crédito em meu nome. ​Transferência de responsabilidade: Contrariamente ao que foi acordado, a referida empresa tem limitado a sua atuação ao envio de instruções para que eu própria contacte e negoceie com os credores, demitindo-se das funções para as quais foi paga. ​Ausência de apoio prático: Perante a inércia da GoBravo, vi-me obrigada a resolver a minha situação financeira diretamente com os credores, sem que houvesse qualquer intervenção ou auxílio por parte da equipa da empresa. ​Face ao exposto, e uma vez que a GoBravo não prestou o serviço contratado, omitindo na prática a proposta de valor que apresentou no momento da venda, exijo a rescisão imediata do contrato e a devolução integral de todas as mensalidades pagas até ao momento.

Em curso
J. S.
05/07/2026

Fraude pela parte da Gobravo

Boa noite ! Em 2024 a GoBravo entrou na minha vida , onde pensei que me iria ajudar a juntar os meus creditos e revolver a minha situação porque por mes era um valor muito grande. E com eles ficaria a pagar metade. Desde de 2024 ate a uns meses atrás pagava a eles 217 euros todos oa meses. Pediram para mudar de conta de banco, para nao comprir oa comprimentos com as devidas entidades para chegarmos a uma negociação. Tanto eu como o meu companheiro caimos na musica deles. Fiz tudo o que eles me mandaram. Cheguei a ir para hospital com ataques de panico e ansiedade derivado as chamada a fazerem pressão pelas devidas entidade. Confiei na gobravo cegamente e foi enganada. Sim duas dividas de cartao de crédito que eram pequenas ficaram reaolvidas as outras da caixa geral e cetelem nao. Diziam que tinham entrado em contacto com a caixa geral e nunca o fizeram . Foi burlada e enganada. Quando recebi a primeira carta do tribunal por causa da caixa geral eles disseram para ter calma que jamais iriam me penhorar o meu ordenado w bens. Mas fui tudo mentira este ano a minha entidade patronal recebeu um email com a ordem de penhora se ordenado. Tenho estado em medicaçao e ganhei uma depressão. Penhoram me ordenado e a Gobravo nao se quer responsabilizae pelos danos causados. Fiquei com 3 mil euros de juros e com problemas na minha vida e tenho uma menina de 4 anos ao meu encargo que é a minha filha. Ligo para a go bravo dizem que nao podem falar e que voltam a ligar e nunca ligam. Tenho sofrido imenso e fiquei doente. A gobravo burla os clientes e compre com a palavra nem os contratos so destrui vidas . So queria o meu dinheiro de volta

Em curso
A. R.
05/07/2026

Fraude

ANTONIO RODRIGUES Para: Resolvasuadivida/Gobravo Número de caso - 12545308 22/04/2025 Exmos. Senhores, Desde 11/06/2024, entreguei os meus créditos bancários à empresa: RASD Resolva sua divida- Portugal, GOBRAVO, pensando que o Consultor Bruno Thomaz,(bruno.thomaz@gobravo.pt), me iriam ajudar a resolver os créditos, como publicitado, na redução de 50% da divida e renegociando as prestações mensais. Até 30-06-2024, não estava em incumprimento das minhas obrigações mensais sendo que o Srº Diogo Fernandes do serviço a clientes me indicou para não efectuar mais qualquer mensalidade às 3 ( três ) entidades COFIDIS, BANKINTER e UNIVERSO.. No inicio de 2025 e após questionar em que situação se encontravam as negociações indicaram-me que os processos estavam entregues ao Drº Pedro Silva (pedro.silva@gobravo.pt) o negociador. Entrei em contacto com o Pedro e iria ver os meus processos e que posteriormente me ligava até hoje nada. No inicio de Abril 2025 por email desvendei que a Empresa RASD / Gobravo não está autorizada e habilitada à concessão de créditos intermediação de créditos e à consultoria sobre contratos de crédito, pelo que pedi de imediato o reembolso do valor que exigiram no valor de 421,34€ X 6 meses= 2.528,04€ o que até hoje nada fizeram. Solicitava a vossa ajuda. Cumprimentos António Rui Alves Rodrigues NIF 160945798 Número de identificação fiscal (NIF): 516391720 Anexos: Sem anexos Ver menos

Em curso
P. M.
05/07/2026

Compra realizada através online ,sem minha autorização

Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 10158656 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 49,38euros, em 04/06/26 Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.

Resolvida
S. S.
04/07/2026

Vales de Eficiência - 2ª Fase][Questão] - Fornecedor – Procedimentos e Prazos INC-617969-X3D3M3

Destinatário da Reclamação: Fundo Ambiental / ADENE (Programa Vale Eficiência - 2.ª Fase)Assunto: Reclamação Formal – Ausência de Resposta Individualizada e Atraso Grave na Atribuição de Facilitador Técnico – Candidatura N.º 008193Exmos. Senhores Responsáveis pelo Fundo Ambiental e ADENE,Na qualidade de beneficiária da Candidatura n.º 008193 do Programa Vale Eficiência (2.ª Fase), conforme consta do registo oficial no vosso portal com o estado "Atribuição de Facilitador Técnico", venho por este meio apresentar o meu veemente protesto face à resposta padrão recebida e reforçar os fundamentos legais que obrigam esta entidade pública a uma atuação célere, face aos inúmeros e-mails de pedido de esclarecimento anteriormente enviados por mim e que permanecem sem resposta concreta.A justificação apresentada por essa entidade de que "não é possível ser mais célere" e que cumpre aguardar que a plataforma "atinja o ID da candidatura" não é legalmente aceitável à luz do ordenamento jurídico português, pelos seguintes fundamentos:Do Incumprimento do Prazo Geral de Decisão e Resposta (Artigo 128.º do CPA): O Código do Procedimento Administrativo estipula que os procedimentos administrativos devem ser decididos e concluídos num prazo máximo legal. A manutenção de um processo aprovado em "paragem forçada" por tempo indeterminado, sem a efetiva atribuição do Facilitador Técnico (FT), configura uma omissão ilegal por morosidade excessiva.Da Violação do Dever de Decisão e Resposta (Artigo 13.º do CPA): Como beneficiária, enviei múltiplos e-mails solicitando esclarecimentos sobre o ponto de situação. A ausência de uma resposta individualizada e a emissão de minutas genéricas violam o dever de os órgãos administrativos se pronunciarem sobre todos os assuntos que lhes sejam apresentados pelos particulares.Do Princípio da Boa-Fé e da Proteção da Confiança (Artigo 10.º do CPA): Ao emitir a aprovação da candidatura, a Administração Pública gerou na cidadã uma expectativa jurídica legítima de ver as condições de habitabilidade da sua casa melhoradas. Reter a eficácia desse direito por tempo indeterminado, sujeitando o beneficiário a uma plataforma síncrona sem calendarização pública, destrói a confiança legítima dos cidadãos nas instituições.Do Princípio da Proporcionalidade e Justiça (Artigos 7.º e 8.º do CPA): Sendo a contratação e a gestão da bolsa de Facilitadores Técnicos da exclusiva competência do Fundo Ambiental/ADENE, o ónus da escassez de recursos humanos ou técnicos não pode, em caso algum, ser transferido para o cidadão. Esta demora excessiva penaliza gravemente o beneficiário, que continua exposto a graves problemas de isolamento térmico e infiltrações de água da chuva no imóvel enquanto aguarda.O facto de as etapas seguintes (identificação de tipologias, orçamentação e execução da obra de substituição de janelas) estarem legalmente dependentes da figura do Facilitador Técnico exige, por força da lei, que o agendamento desta prioridade seja urgente.Pelo exposto e nos termos legais, solicito com caráter de urgência através da mediação da DECO:A atribuição imediata e prioritária do Facilitador Técnico para a Candidatura n.º 008193, de forma a avançar o processo para a Etapa 3;Uma resposta formal e individualizada, subscrita pelo responsável do departamento, que indique expressamente qual o número atual de ID de candidatura em processamento e a data estimada (mês/ano) para o agendamento do meu contacto técnico, sob pena de ser forçada a imputar responsabilidade civil à entidade pelos danos derivados da demora.Com os meus cumprimentos,Sandra Santos N.º de Candidatura: 008193

Em curso
R. P.
03/07/2026

Desmarcação de escritura na véspera e falha no dever de informação

Venho denunciar publicamente a conduta negligente e a falta de transparência desta instituição bancária no âmbito do meu processo de crédito à habitação, que resultou em danos financeiros significativos para mim. Após a aprovação definitiva do financiamento e a emissão da respetiva Ficha de Informação Normalizada Europeia (FINE), a escritura pública de compra e venda foi formalmente agendada. Contudo, menos de 24 horas antes do ato, o banco informou-me que não iria emitir as minutas nem comparecer, desmarcando a escritura sem uma explicação satisfatória. A justificação dada apontou para um erro informático interno relacionado com a inclusão de uma fração autónoma de garagem na garantia hipotecária, mesmo quando a avaliação bancária e o cálculo de risco incidiram apenas sobre o apartamento. Considero absurdo que a operação tenha sido bloqueada por causa de uma fração não financiada, o que demonstra uma falha grave por parte do departamento de formalização. Garantiram-me a marcação de uma nova escritura para a semana seguinte, mas, desde então, todo o processo foi marcado por uma passividade que considero inaceitável. O banco limitou-se a pedir-me documentos que não eram necessários e nunca mostrou um real empenho em resolver os prejuízos logísticos e financeiros que esta desmarcação me causou. O exemplo mais flagrante de amadorismo aconteceu quando, após conseguir coordenar uma nova data entre todas as partes envolvidas, o banco não conseguiu garantir essa marcação junto do notário, deixando o processo novamente num impasse. É evidente que o banco não tem mecanismos de recurso eficazes para proteger o cliente em situações de quebra de confiança e de falhas nos seus deveres de diligência. A linha de apoio limita-se a adiar respostas e, apesar de múltiplos contactos, nunca me conseguiram encaminhar para uma estrutura com poder de decisão acima do balcão. Junte-se a isso o Provedor do Cliente, que não responde em tempo útil e é praticamente impossível de contactar pela linha de apoio. Considero inaceitável que um cliente com um processo aprovado seja deixado nesta situação, totalmente dependente da inércia de um balcão que não resolve e de uma estrutura central inacessível. Exijo uma resolução imediata e que sejam apuradas responsabilidades pela má gestão deste processo. Esta experiência deixa claro que existe uma cultura de desrespeito pelos clientes e de falta de mecanismos para acompanhar e resolver falhas graves por parte do banco

Em curso

Contestar decisão

Venho expressar o meu descontentamento com a decisão desta seguradora em relação a um acidente em que estive envolvido. No momento do acidente, eu já tinha terminado a manobra de marcha-atrás e estava a endireitar o carro para colocar a primeira mudança e arrancar, quando subitamente um veículo colidiu com o meu. O outro condutor, assim que se aproximou de mim, reconheceu a culpa e disse: "Pronto, temos que ser sinceros, temos que admitir, eu vinha a olhar para a minha mulher e não vi o seu carro". A Guarda Nacional Republicana foi chamada ao local, registou a ocorrência e confirmou na participação que o outro condutor se tinha distraído a olhar para a esposa, tendo escrito exatamente aquilo que foi dito no momento. No entanto, mais tarde, na versão apresentada à seguradora, o outro condutor alterou o seu relato e deu a entender que a culpa seria minha. Não compreendo nem aceito esta decisão, ainda para mais quando a GNR ouviu e registou a confissão dele no local do acidente. É incompreensível que, tendo o próprio condutor admitido a culpa e explicado que não prestou atenção à estrada por estar distraído, a responsabilidade me tenha sido atribuída, especialmente quando eu já não estava a fazer marcha-atrás. Não embati em ninguém, foi o outro veículo que colidiu com o meu. Considero a decisão da seguradora injusta e gostaria de ver a situação revista, tendo em conta todos os factos.

Em curso
M. S.
03/07/2026

Acesso a conta e entrega de capital

Exmos. Senhores, Não consigo verificar a minha conta da Binance, a password foi inclusive alterada. Não me transferem o capital, alegando sempre que falta pagar um valor para desbloquear a situação, independentemente de já ter pago por varias vezes o que eles alegavam estar em falta para desbloquear. Assim, neste momento nem tenho acesso à conta nem ao capital e também não consigo qualquer tipo de resposta, desde o momento em que lhes disse que era uma situação de fraude e burla e que ia fazer denuncia da situação! Cumprimentos. H.S.

Em curso

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