Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. R.
29/04/2026

Retirada de valor da Conta Bancária

Boa noite Venho por este meio comunicar que a Domestic and General Insurance é uma empresa fraudulenta que me debitou 10.99€ da conta sem autorização. Agora quero que me reembolsem por completo até ao fim do dia de amanhã e que me garantam que nunca mais iram cobrar nada da minha conta, caso contrário irei tomar as medidas legais necessárias para terminar por completo esta empresa.

Encerrada

credito inexistente

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar esclarecimentos detalhados relativamente a um registo de incumprimento em meu nome na Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, associado à entidade Hefesto/Whitestar Asset Solutions,S.A. Atendendo a que não reconheço a existencia de qualquer dívida atual para com esta identidade, e verificando que a mesma terá origem no ano 2007.

Em curso

Divida não contraída

Ex.mo(s), Existe uma dívida lançada por vós que me aparecia no CRC e há um tempo atrás, talvez uns 4 ou 5 anos, contactei-vos sobre a mesma, pedindo esclarecimento. Não me souberam explicar que dívida era, qual a sua natureza, não tinham documentação assinada por mim e indicaram-me que a mesma iria ser removida. Para meu espanto, verifico que a mesma dívida, supostamente contraída em 2012, continua no meu mapa. Em 2012 eu estava desempregado e a estudar, pelo que é impossível eu ter contraído qualquer dívida com qualquer instituição financeira, de modos que pretendo que honrem o que me garantiram sobre a extinção desta dívida, caso contrário terei de fazer reclamação juntamente com o BdP.

Em curso
J. S.
29/04/2026

Cobrança indevida da entidade Bancária

Na qualidade de cliente, venho por este meio, fazer mais uma tentativa para resolver a situação, e regularizar a cobrança indevida da entidade bancária NOVO BANCO. Na data de 25-01-2026 o banco depósitou pelo representante bancário, um cheque para saudar o valor da Hipoteca, do contrato número 000355428080, no qual de acordo com o extrato bancário, o cheque entrou e saiu da conta no dia seguinte, deixando um valor devedor de juros cobrado indevidamente. Uma vez que o cheque estava coberto e endereçado em nome do primeiro titular da conta acima mencionado, não existe justificação para a cobrança de juros. Já recorri inúmeras vezes ao balcão de Tomar, a pedido de resolução do problema, mas ainda sem efeito até a data. A situação já foi reportada ao Banco de Portugal, também para a gerência geral do próprio banco e ninguém resolve o problema. Pesso encarecidamente uma atenção especial, para este caso. Atenciosamente Janaina Bertucci de Souza

Encerrada
V. P.
29/04/2026

Cobrança indevida e frase inapropriadas do colaborador

Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente, apresento reclamação formal por incumprimento contratual, manutenção de cobranças indevidas e falta de cumprimento dos deveres de informação e boa-fé por parte dessa entidade. Existe um acordo previamente celebrado que não está a ser devidamente respeitado, mantendo-se, ainda assim, contactos e cobranças que extravasam o estipulado. No âmbito das comunicações efetuadas, o colaborador “Nuno” adotou comportamento inadequado, com respostas pouco claras e uso de expressões como “o senhor gosta de confusão”, “o senhor gosta de conflito” e “o senhor gosta de reclamar”, “seus histórico é só de reclamações” “deixe de reclamar e pague o que deve” as quais considero impróprias, desrespeitosas e totalmente desqualificadas. Nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), solicito: 1. Cumprimento integral do acordo em vigor; 2. Cessação imediata de cobranças e contactos indevidos; 3. Esclarecimento formal sobre a situação; 4. Averiguação interna da conduta do colaborador identificado. Mais informo que a chamada de 29/04, através do número 214 138 535, encontra-se registada.

Resolvida
C. A.
28/04/2026

Cobrança indevida!

No dia 28 de Abril, a Domestic and General insurance debitou 6,49€ da minha conta SEM QUALQUER AUTORIZAÇÃO. Como outras pessoas a quem aconteceu o mesmo, exigo que me devolvam o valor debitado o quanto antes, senão serei obrigado a resolver esta questão ativando os meios legais para tal.

Em curso

SINISTRO NÃO PAGO

Exmos Senhores, Na data de 07/02 devidos as chuvas em Cascais , minha cave inundou. Dessa forma solicitamos a vistoria do perito para avaliar os danos ocorridos no edifício e conteúdo. Após a visita recebemos valores possiveis de credito para cobrir as despesas de reparo. Na data de 18/03 enviamos os dados bancários e de acordo com proposta. Desde então tento contato por email e telefone sem sucesso. Restando essa a unica maneira de obter uma resposta

Resolvida

Recusa de responsabilidade (Fidelidade))

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio dessa entidade na resolução de uma situação relacionada com um sinistro automóvel, no âmbito do processo n.º 26AA030602/081, envolvendo o meu veículo, um Volkswagen Passat com matrícula 39-LQ-60. Após o acidente, em que o meu veículo se encontrava devidamente estacionado e foi atingido por uma viatura em manobra de marcha-atrás, foi realizada a respetiva peritagem por parte da seguradora Fidelidade. Importa referir que estive presente no momento da peritagem e alertei expressamente para a existência de ruídos no veículo, bem como para a intensidade do embate, confirmada por testemunhas que relataram que o veículo chegou a deslocar-se com o impacto. Solicitei, inclusivamente, que fosse efetuada uma verificação mais aprofundada da componente mecânica, o que não foi considerado, tendo essa possibilidade sido desvalorizada. O processo de reparação revelou-se moroso, tendo decorrido cerca de um mês até à chegada das peças à oficina SOAUTO de Carnaxide. Após esse período, o veículo foi finalmente reparado e entregue. Contudo, no momento do levantamento da viatura, verifiquei que o ruído anteriormente reportado se mantinha, evidenciando que a reparação efetuada não tinha resolvido integralmente o problema. De imediato, tentei contactar quer a oficina quer a seguradora, tendo enviado comunicações formais a ambas as entidades. Posteriormente, solicitei uma nova avaliação, tendo enviado à SOAUTO e à Fidelidade um pedido de reavaliação da situação, acompanhado de um orçamento da oficina independente Feu Vert, onde foi identificado o problema na pendural da barra estabilizadora, localizada precisamente na zona do embate. Apenas a SOAUTO respondeu, informando que a intervenção realizada se limitou às indicações da seguradora, tendo sido autorizada apenas a reparação da carroçaria (para-choques), não abrangendo qualquer componente mecânica. A seguradora Fidelidade não apresentou qualquer resposta até à data. Perante a ausência de resposta e a necessidade de utilizar o veículo, vi-me obrigada a proceder à reparação por minha iniciativa, suportando integralmente o custo da mesma. Considero que a situação resulta de uma avaliação incompleta dos danos no momento da peritagem, uma vez que os sinais de possível dano mecânico foram por mim devidamente reportados desde o início. Assim, pretendo que a seguradora Fidelidade assuma o pagamento do valor correspondente à reparação efetuada, por se tratar de um dano diretamente relacionado com o sinistro. Face ao exposto, venho solicitar o apoio da DECO no sentido de: Mediar esta situação junto da seguradora; Apoiar na obtenção do ressarcimento do valor despendido; Orientar sobre eventuais diligências adicionais a adotar. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação comprovativa, incluindo fotografias, testemunhos, comunicações trocadas, orçamento e fatura da reparação efetuada. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo orientação. Com os melhores cumprimentos, A.M.

Resolvida
A. S.
28/04/2026

Vale Eficiência -Reclamação – Prejuízo e exclusão após aprovação de candidatura ao Programa Vale E.

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à minha candidatura ao Programa Vale Eficiência, inicialmente submetida em janeiro de 2024. Após a submissão, aguardei cerca de um ano sem qualquer evolução significativa. Quando solicitei esclarecimentos sobre o estado do processo, fui informada de que deveria continuar a aguardar e foi-me solicitado o envio de elementos adicionais, os quais forneci prontamente. Cerca de seis meses depois, voltei a ser contactada para apresentação de novos elementos, que também submeti conforme solicitado. Posteriormente, a minha candidatura foi finalmente aprovada e aceite em julho de 2025. Após essa aprovação, continuei a aguardar pela atribuição de Facilitador Técnico e emissão dos respetivos Vales Eficiência, tendo sido sempre informada, ao longo desse período, de que o processo estava em curso e que deveria apenas aguardar, por se tratar de um procedimento demorado. Importa salientar que, durante mais de dois anos, foi criada uma expectativa legítima de que iria beneficiar do apoio, nunca tendo sido alertada para qualquer risco de exclusão ou encerramento do programa. Apenas recentemente, e na sequência de novo pedido de esclarecimento da minha parte, fui informada de que a 2ª fase do programa foi encerrada, ficando a minha candidatura excluída por não ter sido emitido Vale Eficiência nem atribuído Facilitador Técnico. Considero esta situação extremamente grave e lesiva, não só pela demora excessiva e falta de transparência, mas também pelo prejuízo financeiro causado. Durante este período de espera, adiei a realização de investimentos, nomeadamente na instalação de painéis solares, confiando na atribuição do apoio. No entanto, atualmente, os custos desses investimentos são significativamente superiores aos praticados há dois anos, o que resultou num prejuízo direto para mim. Neste contexto, solicito: Esclarecimento formal e detalhado sobre os motivos do atraso superior a dois anos na tramitação da candidatura; Justificação para a ausência de comunicação atempada sobre o risco de exclusão, mesmo após aprovação da candidatura; Reavaliação da situação, considerando tratamento excecional, tendo em conta que a candidatura foi aprovada e que a não concretização do apoio resulta exclusivamente de atrasos administrativos; Esclarecimento sobre eventuais mecanismos de compensação ou integração prioritária em futuras medidas de apoio. Solicito ainda que esta situação seja devidamente analisada, uma vez que poderá refletir falhas estruturais na gestão do programa, com impacto em múltiplos candidatos. Aguardo resposta dentro dos prazos legais aplicáveis. Com os melhores cumprimentos, Ana Marta Santiago

Encerrada
G. D.
28/04/2026

Seguradora exige documento que a polícia não dá!

Assunto: Reclamação – Exigência de documento impossível de obter (processo de sinistro) Eu, Gladson Diniz venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao processo de sinistro do seguro do meu portátil, contratado na Worten e gerido pela Domestic & General. Após o furto do equipamento, cumpri todos os procedimentos exigidos, incluindo a participação às autoridades competentes, tendo entregue toda a documentação oficial fornecida pela polícia. No entanto, foi-me solicitado um documento adicional que, segundo as autoridades, se encontra abrangido por segredo de justiça e, por esse motivo, não pode ser emitido ou partilhado comigo. Considero esta exigência desproporcional e impossível de cumprir, uma vez que depende de uma entidade terceira que legalmente não pode fornecer o referido documento. Assim, solicito: - A reavaliação do processo com base nos documentos já entregues; - A dispensa da exigência desse documento específico; - Ou, em alternativa, indicação de solução viável que não dependa de violação de normas legais. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente o Livro de Reclamações e a Autoridade de Supervisão de Seguros. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

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