Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. F.
01/07/2026

Pedido de devolução

Exmos. Senhores, Fui vítima de uma burla informática que usou a vossa entidade para gerar uma referência gerada por um site fraudulento ("plovurikant"). Peço que me reembolsem o valor de 250 euros. A operação foi realizada no dia 1 de julho de 2026 pelas 11h53. A entidade que me surgiu foi a vossa - 45648. E a referência foi 979086462 Cumprimentos.

Encerrada
P. B.
01/07/2026

Não cumprimento com a lei

Olá bom dia, quero fazer uma reclamação contra o Santander Totta, e saber o motivo de eles não cumprirem com a lei que determina que o cliente não pode ficar sem meios de sobrevivência!E contra a segurança social, onde fez duas penhoras seguidas, na minha entidade patronal 1/3 do meu ordenado (132 euros) e outra vez na minha conta bancária no valor de 604 euros da penhora ( que era o valor total da penhora) deixando na conta Santander Totta 190 euros para sobreviver. E o pior a penhora era de 604 euros, debitaram me 732 euros. Fiz reclamação na segurança social mas a própria culpa o banco, banco meteu o dinheiro em análise e culpa a segurança social e eu que sou a vítima estou sem possibilidade de sobreviver e pagar as minhas despesas comer e trabalhar. Quero respostas das duas entidades, o porque esta falta de profissionalismo e não cumprimento com a lei!!!

Resolvida
A. P.
01/07/2026

Cobrança indevida

No dia 12/02/2026 solicitei por e-mail a não renovação de uma apólice e, embora tenha recebido a confirmação de que o meu pedido seria tratado, continuam a fazer o débito da mesma.

Em curso
A. P.
01/07/2026

cobrança indevida e dificuldades no cancelamento de subscrição

Exmos. Senhores, No dia 7 de maio de 2026 aderi ao período experimental da JobLeads pelo valor de 2,99 €, pensando que estava apenas a experimentar o serviço. Em nenhum momento tive uma percepção clara de que estaria a contratar uma subscrição Premium com renovação automática no valor de 69,90 € a cada 28 dias. Na minha opinião, essa informação não foi apresentada de forma suficientemente clara e transparente no momento da adesão, o que não me permitiu prestar um consentimento devidamente esclarecido. Mais tarde, fui surpreendida com a cobrança de 69,90 €, sem ter recebido qualquer aviso ou lembrete de que o período experimental estava a terminar. Sei que pode não existir uma obrigação legal de enviar este tipo de alertas, mas considero que seria uma prática correta e comum, de modo a garantir transparência e evitar surpresas desagradáveis aos consumidores. Ao tomar conhecimento desta situação, tentei cancelar a subscrição na plataforma da JobLeads, mas não consegui completar o processo. Não pretendo utilizar qualquer serviço da empresa e pedi o cancelamento imediato da minha conta e de todas as subscrições associadas. No entanto, em vez de procurarem solucionar o problema, a alegada dívida foi encaminhada para uma empresa de cobranças (PAIR Finance), que agora me exige o pagamento de 70,17 €. Pedi que me fosse apresentada prova de que, antes do contrato, fui devidamente informada sobre a renovação automática, sobre o valor de 69,90 €, a periodicidade da cobrança e se dei ou não o meu consentimento expresso para estas condições. Até agora, não me foi apresentada qualquer prova de que tal informação foi prestada de forma clara antes da contratação. Confirmei ainda que existem muitas queixas públicas de outros consumidores que passaram exatamente pelo mesmo: adesão a um período experimental a baixo custo, seguida de renovação automática para um valor elevado, sem percepção clara dessa consequência. Isto mostra que não se trata de um caso isolado, mas sim de uma situação recorrente, o que levanta dúvidas quanto à transparência deste modelo de subscrição. Considero que estas práticas não respeitam os princípios de boa-fé, transparência e informação pré-contratual no relacionamento com o consumidor. Quero o cancelamento definitivo da minha conta e de qualquer subscrição, a anulação da dívida e o fim imediato de todas as ações de cobrança, pois considero que nunca prestei um consentimento verdadeiramente informado para uma subscrição nestas condições. Peço ainda que as entidades competentes analisem esta prática comercial, pois considero que poderá induzir consumidores em erro e prejudicar muitos utilizadores.

Resolvida
P. A.
30/06/2026

Cobrança de dívida

Após cancelamento de contrato com a Medicare em 2019, desde 2024 mais ou menos tenho recebido vários emails e mensagens da indebt para cobrar uma dívida.... Após comunicar por email e pedir o contrato no qual não me enviaram gostaria de obter ajuda para resolver este problema..... Obrigada

Resolvida
C. D.
30/06/2026

Movimentação fraudulenta

No dia 25-06-2026 fiz esta reclamação no site do BBPI. Registada com o nºROR00000000045637274. Não obtive qualquer resposta. Mas a reclamação que fiz pela linha de apoio no próprio dia 24 só chegou ao serviço de reclamações dia 26 (o que me foi transmitido ontem ao telefone quando eu liguei para a linha de colaboradores. Nesse contato por mim efetuado soube que falta assinar um documento de autorização de levantamento de sigilo bancário. Se não fosse eu a ligar ainda hoje não sabia disso. Peço a vossa ajuda e intervenção pois parece que vamos entrar na faze do empurra e de desresponsabilização. Apresentei queixa na GNR de Mafra no próprio dia 24-06-2026. Fiz reclamação também no livro de reclamações online no dia 25-06-2026 MC Carlos Manuel Correia Duarte NIF 137772211 c-passo@hotmail.com 914803006 Exmos. Srs. Boa tarde. No dia de ontem, dia 24-06-2026, por volta das 12h34 fui contatado pelo nº217207707 identificando-se como BPI e como pertencendo ao departamento de fraudes do BBPI. Informaram que estavam a ligar por causa de um movimento suspeito que identificaram na conta e que iam enviar um SMS com um código para eu autorizar a anulação desse mesmo movimento. Como ex-colaborador do Banco durante vários anos, achei estranho o procedimento de estarem a pedir por telefone um código SMS. Deixei a tal chamada em espera e liguei imediatamente, de um telefone fixo para o 217207700, linha de apoio do BPI, que me encaminharam para um departamento (supostamente das fraudes do BPI), onde relatei a estranheza daquela chamada, contando o que se estava a passar. O colega do outro lado da linha disse para eu desligar a chamada de imediato, oque efetuei.  Entretanto o nº 217207707 voltou a efetuar mais duas tentativas de chamadas, que não atendi, pelas 12h49. Continuei na chamada do telefone fixo com o colega do BPI, que me foi fazendo perguntas. Se tinha sido eu a fazer os movimento, se conhecia os nomes que apareciam, se conhecia aquelas contas e qual era o meu equipamento telefónico. Eu disse que não tinha efetuado nenhum daqueles movimentos e que não os reconhecia, informei que não conhecia as pessoas nem as contas de destino das transferências, e que o meu equipamento era um Xiaomi.  O meu último movimento tinha sido na máquina interna de depósitos do BPI de Mafra, no valor de 800.00€, cerca de 10 minutos antes do recebimento da tal chamada, que entendi como suspeita. Não fui eu a fazer o movimento de reforço de aplicação de 1.000.00€, que foi o 1º movimento não reconhecido por mim. Depois efetuaram vários movimentos de mobilização e transferências para outras contas. Movimentos que não reconheço além do reforço poupança:     Mobilização Poupança Caravana 431/020        10.000.00€ Mobilização BPI Poupança IVA 431/023           4.400.00€ Mobilização deposito a prazo 447/008           15.000.00€ Mobilização BPI Poupança Caravana 431/020      3.700.00€ Mobilização BPI Poupança Filipe 431/024           5.000.00€ Entre as mobilizações referidas acima, foram efetuadas as seguintes transferências (que poderão confirmar na minha conta), num total 32.000€, para as contas abaixo, das quais não reconheço: PT50002300004584251670694 Madalena Sofia Tunguno               10.000.00€      (12h21) PT50001800036901988302017 Edmilson da Glória Margarida Falusso    7.000.00€      (12h26) PT50001000006541601000105 Filipe Fancon                     15.000.00€      (12h28) Durante a chamada que eu fiz para o BPI, que demorou cerca de 1h30, e da qual o colega disse para eu desligar a outra chamada, fui informado de que iria fazer o procedimento para estas situações e indicou-me o nº do processo que ficava registado D-104838640. No decorrer dessa chamada ainda questionei a possibilidade de travar essas transferências e o sobre que iriam fazer. A resposta foi que iriam fazer os procedimentos necessários para a ocorrência, ficando eu com poucas informações sobre os tais procedimentos. Por fim, bloquearam os meus acessos (que acho que deviam ter ocorrido imediatamente, no inicio da conversa e não no final). O restante, não sei o que mais efetuaram. Ao desligar a chamada com o atendimento do BPI, fui de imediato ao balcão do BPI de Mafra onde recolhi um extrato com os movimentos e mencionei o porquê ao colega Dinis Vale, que me atendeu. Sai de balcão de Mafra e dirigi-me de imediato ao posto da GNR de Mafra para fazer a ocorrência. Ocorrência que ficou registada com o nº 000399/26.9GCMFR (Mafra). Que efetuaram, por sua vez, comunicação a PJ. Hoje dia 25-06-2026, pelas 9h dirigi-me ao Balcão BPI de Mafra, para entregar a participação da GNR e obter informações acerca do processo, bem como o pedido de devolução das respetivas transferências. Fui atendido pelo colega Dinis Vale, e à sua frente resolvi ligar também para a linha de apoio 217207700 (9h40), pois no balcão não havia qualquer informação acerca do número do processo que me tinham facultado ontem, por telefone pela linha de apoio. Depois de direcionarem a chamada para vários setores e após várias insistências, a D. Elisabete Alves lá disse que o processo estava em análise pela supervisão e não me adiantou mais nada, apenas que tinha que aguardar.   Venho por este meio reafirmar que não fui eu que efetuei qualquer dos movimentos mencionados. Por achar estranho a chamada recebida, contactei de imediato os serviços do BPI (linha de apoio e balcão), além da queixa no GNR, ou seja, efetuei de imediato todas as diligências necessárias. Reforço ainda que o meu contacto com a linha de apoio ocorreu cerca de 10 minutos depois da hora das transferências e que se os serviços do BPI tivessem agido tão de imediato quanto eu agi, provavelmente ainda teriam ido a tempo de travar a saída do dinheiro das contas suspeitas (destino das transferências). Mais informo, que a segurança do meu dinheiro cabe ao BPI, banco onde confiei património. A vossa segurança falhou ao permitir que outros tivessem acesso aos meus dados e acedessem à minha conta, sem que tivessem solicitado qualquer confirmação da minha parte sobre a veracidade destas transações. Por tudo o que foi exposto, solicito que tomem as devidas diligências e procedam à reposição dos valores, que só a mim pertencem, com a máxima urgência. MC Carlos Manuel Correia Duarte NIF 137772211 Contatos: 914803006 c-passo@hotmail.com 

Em curso

entativa de burla / Contacto fraudulento e ilógico

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação grave contra a Alcancecardinal Unipessoal Lda (CrediPoupança), NIF 515400254, registada no Banco de Portugal com o n.º 0004804, por práticas suspeitas e pouco profissionais. No dia 29 de junho de 2026, recebi uma chamada do número 916 799 122, a qual não atendi por não conhecer o numero! Em seguida uma mensagem em nome de “Marta Ferreira”, alegando que tinha sido recebido um pedido de crédito no meu nome e se ainda teria interesse no mesmo. Obviamente sabendo que não diz qualquer tipo de pedido, informei esta pessoa "Marta Ferreira" do mesmo, e pedi imediatamente todos os dados em relação ao suposto pedido (Pois poderia estar a ser vitima de algum tipo de burla) A pessoa em questão respondeu "Pode ser engano no numero" e até aqui tudo bem, até que me dizem "se atendesse poderíamos confirmar se é a pessoa para quem pretendemos ligar", enquanto insistem em ligar para o meu contacto mesmo depois de eu informar esta pessoa que não fiz qualquer tipo de pedido de credito, aqui vi que algo não batia certo nesta conversa e assumi logo que isto era uma tentativa de burla! Factos que demonstram a irregularidade: A mensagem inicial dirigia-se a “Exmo(a) Senhor(a)”, o que demonstra que nem sequer sabiam se estavam a falar com um homem ou uma mulher, ou muito menos sabiam quem eu era, apenas tinham o meu contato telefônico. Quando confrontei a situação e exigi prova concreta do suposto pedido (data e hora), que foi completamente ignorado pela suposta "Marta Ferreira" apenas responderam “Pode ser engano no número”. Mas mesmo após admitirem a possibilidade de engano, continuaram a ligar e a insistir para que atendesse a chamada para “confirmar se era a pessoa para quem pretendiam ligar”, o que faz ZERO sentido! Logo de imediato achei este comportamento suspeito como já referi, e apos uma troca de mensagens um pouco mais agressivas perguntaram “mas não é a Ana Santos?”, revelando ainda maior confusão sobre a identidade da pessoa contactada. Este comportamento é totalmente ilógico e suspeito! Não sabem o género nem o nome da pessoa, admitem possível engano, mas mesmo assim insistem para que atenda uma chamada para “confirmar” a identidade, mesmo depois de eu ter afirmado repetidamente que nunca fiz qualquer pedido de crédito. Perante a minha resistência, o tom das respostas tornou-se provocatório (“E falar Português?”) disse-me a pessoa do outro lado repetidamente. O que me pareceu logo um tom absurdo para alguém que se diz de vir por parte de uma instituição financeira séria. Preocupado com a possibilidade de alguém estar a usar os meus dados pessoais para tentativas de credito, consultei de imediato o Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, que confirma que o meu NIF não consta da base de dados e não existe qualquer pedido ou crédito em meu nome. Nota adicional: Apos uma rápida pesquisa online descobri que esta empresa já acumula várias reclamações públicas por alegações falsas de pedidos de crédito e contatos abusivos, inclusive pessoas que foram burladas em que lhes era dito para fazerem transferências monetárias para que créditos fossem aprovados (consultar portal da queixa para confirmar o que digo aqui). Eu sou da zona centro do pais! Esta suposta empresa é sedeada em Rio Tinto, sitio que desconheço completamente, nunca la estive, tal como esta suposta empresa que nunca ouvi sequer falar! Exijo que a empresa: Confirme por escrito e imediatamente que não existe qualquer registo ou pedido em meu nome; Explique como obteve o meu contato e a razão desta sucessão de erros e contradições graves (incluindo a confusão com “Ana Santos”); Tome medidas contra o responsável por este contacto inadequado; Garanta que não voltarei a ser contactado por qualquer meio. Reservando o direito de tomar todas as medidas legais necessárias, incluindo participação às autoridades competentes (PSP e Banco de Portugal). Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Jorge Teixeira Data: 29 de junho de 2026

Resolvida
A. C.
29/06/2026

Devolução do dinheiro

RECLAMAÇÃO CONTRA GO BRAVO PORTUGAL / PT BRAVO DEBTECH Celebrei contrato com a Go Bravo Portugal/PT Bravo Debtech em fevereiro de 2026 para prestação de serviços de intermediação de crédito e renegociação de dívidas. Durante a vigência do contrato efetuei pagamentos no valor total de €406,30. Posteriormente solicitei o cancelamento do contrato. A empresa informou que não existia qualquer valor a devolver, alegando a existência de comissões contratuais e de uma penalização relacionada com o cancelamento antecipado. Ao analisar a documentação recebida, verifiquei que o relatório de movimentos indica: * Total pago: €406,30; * Total de liquidações: €0,00; * Saldo disponível: €0,00. Solicitei à empresa: * A indicação da cláusula contratual que fundamenta a alegada multa por cancelamento; * A indicação da cláusula ou documento contratual que prevê o início das negociações apenas a partir do 8.º mês; * O envio do documento denominado “Settlement Plan”, referido pela própria empresa; * A memória de cálculo detalhada que justificasse a retenção integral dos valores pagos. Apesar dos pedidos efetuados, não obtive resposta nem foram fornecidos os esclarecimentos solicitados. Venho, assim, requerer a intervenção dessa entidade para apreciar: 1. A legalidade e transparência das cobranças efetuadas; 2. A conformidade das cláusulas invocadas pela empresa com a documentação contratual disponibilizada; 3. A fundamentação da retenção integral dos valores pagos; 4. A falta de resposta aos pedidos de esclarecimento apresentados pelo consumidor. Anexo à presente reclamação cópia do contrato. Com os melhores cumprimentos, Adónis Apolo Newton Barbosa Mendes Cardoso NIF: 268984425

Em curso
C. F.
29/06/2026
Banco a banca

Abertura de conta recusada

Bom dia, Através do Instagram do banco ABANCA, publicaram a abertura de conta com antecedência de ordenado após o primeiro ordenado, fui até a agência da Marques do Pombal, fui informado que a tal informação não é verdadeira e além do preconceito com abertura de conta para estrangeiros, a atendente informou que para abrir contas para brasileiro seria com prazo de 15 dias e não abertura na hora. Como pode acontecer isso somos brasileiros pagamos impostos no País e não temos direito nem de abrir conta na hora. O preconceito com os estrangeiros estão a cada canto. Banco a banca marques do Pombal processo este banco.

Encerrada

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores da DECO e Apoio ao Consumidor,Venho por este meio expor e solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação abusiva por parte da empresa HEFESTO, STC, S.A. (NIF 507450531).Ao consultar o meu Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, fui surpreendido(a) com a inclusão do meu nome como devedor(a) a esta instituição, relativo a um alegado crédito com o início em 2008. Contudo, venho rejeitar categoricamente esta situação pelos seguintes fundamentos:Desconhecimento do Crédito: Nunca celebrei qualquer contrato, solicitei financiamento ou tive qualquer relação comercial com a Hefesto, STC, S.A., pelo que desconheço na totalidade a origem desta alegada dívida.Falta de Notificação Prévia: Nunca fui contactado(a), notificado(a) ou interpelado(a) por esta entidade para a regularização de qualquer valor, violando o dever de informação ao consumidor.Prescrição Legal: Mesmo que existisse uma dívida de base (com origem noutra instituição bancária), considerando o decurso de tantos anos, a mesma encontra-se há muito prescrita nos termos do Artigo 310.º do Código Civil (prazo de 5 anos para prestações periodicamente renováveis).Esta inclusão abusiva e infundada na listagem de devedores do Banco de Portugal está a causar-me graves prejuízos, impedindo-me de aceder a financiamentos legítimos e manchando o meu bom nome.Face ao exposto, exijo:A imediata retificação e remoção do meu nome da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal associado à Hefesto.O envio do respetivo documento comprovativo de extinção/inexistência de dívida.A junção detalhada de todos os documentos contratuais assinados por mim que, alegadamente, justifiquem este registo, caso insistam na sua existência.Com os meus melhores cumprimentos, Orlando Vítor Pereira teixeira

Em curso

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