Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
W. E.
09/03/2026

Discriminação com base na nacionalidade

Eu estava no centro comercial Colombo, em frente à loja Continiente, onde estavam alguns promotores da WiZink. Estavam com uma campanha de marketing em que, ao abrir uma conta com eles, ganhava-se um produto do Benfica. Gosto do Benfica, por isso, quando me abordaram, estava pronto para abrir uma conta, mas descobri que não podia aceder à promoção "porque não sou português". Foi o que o procurador me disse. Sou italiano, cidadão da União Europeia e tenho os mesmos direitos que qualquer pessoa que aqui viva legalmente. Tenho Chave Movil, por isso posso autenticar-me online. Tenho um número de identificação fiscal (NIF), estou registado no Serviço Nacional de Saúde (SNS), tenho um UTENTE (número de saúde público) e, por falar em bancos, tenho uma conta bancária portuguesa, um cartão de crédito português e investi na bolsa com o meu banco português, pelo que posso utilizar produtos financeiros. Porque é que não podia abrir uma conta na WiZink? Como é que a WiZink espera competir com a Revolut se discrimina com base na nacionalidade?

Encerrada

Constança indevida

No mês de janeiro para fevereiro pedi um uma transferência de um saldo de crédito no valor de 140.00 euros para minha conta, até aí tudo bem, só que o valor nunca ficou disponível na minha conta e a me cobraram na mesma sem eu sequer usei o valor porque nunca esteve disponível para mim. Paguei na mesma porque ameaçaram de comunicar o banco português, agora em março pedi novamente 140.00 euros do mesmo credito que estava disponível e adivinha, o dinheiro já tem o valor para ser pago mas novamente não tenho acesso a ele em lado nenhum mas a cobrança já tá a ser cobrada, ou seja, vou pagar 280.00 euro sem sequer nunca ter utilizado.

Resolvida
A. A.
09/03/2026

Burla via WhatsApp e Altice Pay SA

Em 26/2/2026 fui vítima de fraude por WhatsApp com foto e nome completo de minha irmã dizendo “mano tenho telemóvel a reparar e este número é provisório. Preciso de fazer hoje o seguinte pagamento de €1280,00 para entidade 21423 Altice Pay SA e depois te devolvo o dinheiro. Liguei seu número habitual e como não respondia acreditei no pedido, tanto mais via Altice! Logo q feito (comprovante abaixo) recebo SMS da CGD, “CGD, o cartao terminado em xxxx3077 foi bloqueado por suspeita de fraude. Pagamento de serviço de 1,280.00 Eur, a entidade 21423 Altice Pay SA 2026-02-23. !!! De imediato fiz queixa electrónica na PSP e no Livro de Reclamações. Dito isto, e para minimizar processos deve a Altice Pay SA repor 1.280€ em minha conta via MBWAY 939018907 ou minha conta que fornecerei a pedido. A responsabilidade da Altice em disponibilizar seu sistema de pagamentos a piratas é inequívoca. Agradeço vossa melhor atenção. Estou no Brasil podem ligar-me por WhatsApp +351 939018907. Cumprimentos António Almeida Enviado do meu iPhone

Encerrada
D. C.
07/03/2026

Sinistro

Atempadamente exposta à Mapfre a situação de avaria de um recuperador, em dezembro de 2025, coberta pela cláusula referente a danos causados por descargas elétricas, foi indeferido o pagamento das despesas, no valor de quase 900€, alegando a seguradora que "poderia não se tratar" do claramente exposto em relatório técnico. Ou seja, foi contrariada e negada (embora não taxativamente...) uma informação veiculada por técnicos da especialidade, sendo que o perito da seguradora que se deslocou ao local não era profissional em recuperadores. Portanto, mesmo na dúvida condicional, e empresa Mapfre não assumiu a sua responsabilidade.É a infeliz realidade que temos...Em anexo, as comunicações efetuadas e documentos enviados.

Encerrada
A. C.
07/03/2026

Sinistro por resolver

Assunto: Ausência de resposta e informações da parte da Zurich Insurance Europe AG Sucursal em Portugal. Apólice Nº 005802918. Cliente Nº 021175260. Sinistro Nº 009525485. No dia 16 de fevereiro de 2026, efetuei uma participação de um sinistro ocorrido na minha moradia. Ficou registado com o Nº 009525485. Desde então, passaram 19 dias sem que houvesse da parte da seguradora qualquer diligência para resolver a situação, pese embora, os vários emails enviados e contatos telefónicos efetuados. Foi dado conta à seguradora, por mais do que uma vez, que o sinistro se reportava a uma porta interior de vidro branco lacado e laminado que estilhaçou em uma das faces e que a qualquer momento poderia quebrar na totalidade ou cair podendo provocar danos materiais e pessoais. De nada tem valido os contatos nem a sensibilização para a resolução rápida do problema. A seguradora ao longo de todo o tempo tem-se mostrado completamente alheia e insensível à questão apresentada e aos diversos contatos. Num dos contatos telefónicos a assistente da Zurich chegou mesmo a dizer ao meu marido que não tinham avançado com o processo porque não tinham na sua posse o meu contato de email, o que é falso. Ainda ontem, dia 06/03/2026, recebi um email da Zurich Com o assunto: “Caro/a Cliente, vai receber por email, a informacao relativa ao premio da sua apolice de seguro 005802918”. Afinal tem ou não o meu endereço de email?! Passados 19 dias o perito ainda não veio ao local do sinistro. Através desta reclamação pretendo que a seguradora ZURICH acelere o processo e responda objetivamente ao tomador do seguro. A postura da seguradora demonstra uma clara irresponsabilidade, falta de profissionalismo e de respeito por quem ao longo de quase 15 anos sempre tem cumprido com a sua parte neste contrato comercial que implica deveres das duas partes. Os deveres do consumidor têm sido sempre cumpridos com pontualidade. Os deveres do fornecedor ZURICH, deixam muito a desejar. Anita Cristina Rodrigues Costa

Resolvida
J. M.
07/03/2026

Danos provocado pelo serviço de reboque

No passado dia 04.06.2025, foi feito um pedido de assistência/reboque por avaria da minha Viatura Alfa Romeo MiTo na zona do Campo Grande em Lisboa para esta ser rebocada para uma oficina na zona de Vialonga. Ao chegar ao locar para descarga (na oficina), o operador do reboque na descarga deixou que o pneu que estava junto da guia do passeio encosta-se a esta e lhe tenha provocado um grande golpe lateral. Fiz a reclamação junto da minha companhia ao que esta inicialmente me pediram as características dos pneus montados pensando eu que seria para repor os 2 pneus (da frente) devido ao dano provocado. Lamentavelmente responderam-me que não aceitavam o dano provocado, alegando que o pneu já se encontrava em mau estado e danificado. Em resposta, fiz acompanhar fotos onde facilmente é perceptível que o corte é daquele momento devido á cor e lindeza que a borracha mostra. Alegaram, que não poderiam aceitar a reclamação com o argumento "Verificamos que o estrado do reboque utilizado é liso e não possui grampos ou superfícies cortantes, o que impossibilita que o simples contacto do pneu com o estrado, provoque rasgos". Por esta resposta, é perceptível que há uma tentativa de desvirtuar a causa, uma vez que eu referi que o dano ocorreu na movimentação da viatura junto do passeio e não no estrado do reboque. Não obtendo outra resposta à minha pretensão, tentei fazer a anulação da apólice ao que me responderam que isso não é permitido por lei. Estando assim de momento com a viatura impossibilitada de circular, venho solicitar o Vosso apoio para ver que passo poderei dar e a quem recorrer. Desde já fico muito grato, aguardando as Vossas prezadas notícia. Atenciosamente, Júlio Morais

Em curso
J. B.
07/03/2026

Depósito

Venho por este meio informar que fiz um depósito e este mesmo desapareceu da minha conta e não foi efetuada na plataforma. Ninguém quer saber nem dar resposta ao problema visto que não se dignam a responder nem no suporte nem por email. Sinto sinceramente que fui roubado. Cumprimentos... João Batista

Encerrada
F. S.
06/03/2026

Informação de encerramento de conta sem informação do motivo

Recebi há dias um email da moey a informar que a minha conta seria encerrada no prazo de 2 meses, sem indicação do(s) motivo(s). Contactei pelos vários canais (telefónico, email e WhatsApp) a pedir informações sobre o que se passava com a minha conta bancária, e qual o motivo do encerramento da conta. A informação que obtive foi que não tinham mais informações para me dar e não sabiam o motivo. Após insistir com vários contactos em dias sucessivos, fui informado telefonicamente que o motivo está relacionado com o artigo 23.º da Lei 83 de 18 de agosto de 2017. Enviei email para a moey a pedir esclarecimentos sobre este assunto evocando o artigo 40º desta lei, que refere o dever da moey atualizar informação e efetuar procedimentos. Evoquei também o atrigo 50º que refere que a moey deve recusar relações de negócio, se não conseguir obter essas informações. A moey respondeu que tentaram contactar-me. As entidades bancárias não devem ficar-se pela tentativa de contacto, mas sim contactar efetivamente os clientes. Neste caso, não fui notificado para qualquer atualização de dados/informações, nem me foi pedida qualquer documentação. Contudo a moey insiste no encerramento da conta, mesmo após ser alertada do não cumprimento da Lei. Entretanto pedi o envio de prova sobre o pedido de informações por parte da moey, mas não me foi enviado qualquer comprovativo de contacto a solicitar informações. Ainda hoje não sei concretamente o que se passa com a minha conta bancária, nem o motivo do seu encerramento. Lamento que a moey tenha uma lacuna tão forte na comunicação com os clientes. Contudo este facto não pode prejudicar os clientes, muito menos incumprir a Lei. Assim, apresento esta reclamação contra a moey pela forma medíocre como gere as problemáticas dos clientes e a falha gravíssima de comunicação com os clientes.

Encerrada
D. M.
06/03/2026

Informação não real transmitida durante processo de crédito habitação

Vou expôr uma situação de desonestidade e de informação não verdadeira prestada ao longo de um pedido de crédito habitação, que terminou com a escritura não concretizada devido a um erro do BPI, e ainda com custos adicionais em impostos e comissões para com o cliente, sem que o banco assumisse a responsabilidade na informação falsa que foi passada que levou à anulação do negócio. Resumindo a história, solicitei um empréstimo de crédito habitação no valor de 75,000€, com financiamento a 100%, que foi para decisão superior do BPI e posteriormente aprovado. Antes da marcação da data da escritura, ao enviarem a minuta e a FINE, verifiquei que os valores não estavam correctos e pedi a sua correção. Essa correção foi confirmada por escrito pelo Sr. Paulo Dinis, encarregue do processo, no balcão de Évora. Entretanto, ao falar com o advogado responsável pela emissão da minuta e marcação da escritura, Sr. Manuel Sousa, este afirma que o empréstimo não pode ser a 100% e que não tem sequer conhecimento desta informação. O Sr. Paulo Dinis volta a mencionar, por escrito, que já tinha pedido alteração dos valores e que o advogado já tinha confirmado esta alteração. Houve inúmeras tentativas de alteração dos valores antes da marcação da data da escritura, e a escritura foi marcada com a garantia de que esses valores estavam já alterados. Por diversas vezes, o Sr. Paulo mencionou por escrito que já estava corrigido. No entanto, o advogado contradizia sempre esta afirmação, o que acabou por revelar que ambos os intervenientes tinham informação contraditória sobre o pedido de empréstimo. A escritura nunca chegou a ser concretizada porque o banco não cumpriu a sua proposta e as condições que estavam estabelecidas, nomeadamente o empréstimo a 100% dos 75.000€. Informaram que teriam que rever a situação novamente e fazer nova proposta. Tenho provas de toda esta conversação por escrito, através de email com os diversos intervenientes. O BPI admite ter havido um erro na aprovação do valor a 100%, e diz que já não é possível avançar com esta hipótese. Houve sugestão até de eu mentir no valor da escritura para conseguir avançar com a escritura nas novas condições do banco, opção essa que recusei desde início. Há chamadas gravadas que comprovam esta situação. Devido ao banco ter concedido a pré-aprovação de um empréstimo que antes da data de escritura se verifica que nenhum dos valores da FINE e da minuta está correto e de acordo com o que foi definido, a escritura não foi formalizada, e todo o processo foi anulado. Foi cobrado no dia 05/05/2026 um total de 756,85€ da minha conta bancária, relativo a impostos e comissões do processo de crédito. Este valor deve ser devolvido, tendo em conta que o empréstimo não se concretizou pois o banco passou informação que não era real, e não se conseguiram comprometer com o que tinha sido combinado inicialmente, por escrito. Solicito ajuda para obter a devolução do dinheiro o mais brevemente possível. O dinheiro será necessário para comprar outra habitação, e este débito na minha conta bancária veio prejudicar gravemente o montante total das minhas poupanças e possível compra de nova casa. Considero que já fui prejudicada o suficiente pelo BPI, e que seria importante que o banco fosse responsabilizado por a gestão desonesta e extremamente prejudicial do pedido de crédito habitação. Por último, para além da devolução do valor de 756,85€ que foi debitado na minha conta bancária, gostaria que o Banco de Portugal analisasse a situação da retirada repentina do Sr. Paulo Dinis do decorrer do processo de crédito habitação, sem informação prévia e durante o pior cenário possível, que foi antes da data da escritura e no momento que começaram a surgir informações contraditórias sobre os valores acordados e os valores que constavam na minuta, que nunca foi corrigida de acordo com o combinado, embora o Sr. Paulo Dinis tivesse afirmado várias vezes por escrito que "já pedi a alteração e está corrigido". Após a ausência do Sr. Paulo Dinis do processo, ausência esta que nem me foi comunicada pelo próprio, mas sim pelo Sr. Carlos Quinas do BPI em Évora, o banco não assumiu responsabilidade pela aprovação do empréstimo a 100% e mudou a sua postura sobre os valores propostos. Curioso, após consultar 7 bancos para simulações de valores, a última proposta do BPI foi a pior de todos os bancos que consultei, dando a sensação que há aqui uma tentativa de disvincular o cliente, pois não é normal, na minha perspectiva, o banco dar a pior proposta ao cliente comparativamente com 7 outros bancos. Acima de tudo, exijo a devolução dos 756,85€ e que o banco assuma o erro que fez.

Em curso
F. P.
06/03/2026

reclamação divida as finanças

Exmos. Senhores, Sou a solicitar a devolução dos pagamentos do IUC bem como as respetivas coimas, uma vez que por indicação da Cetelem é de vossa responsabilidade fazer o pagamento dos respetivos IUC bem como as coimas inerentes. Já enviei vários e-mail e sempre foi dito que já se encontra na instrum mandava mail para a instrum e nada, deslocava-me as instalações e a resposta era sempre a mesma aguarde resposta, que alguém lhe vai dizer alguma coisa e ainda espero por respostas o certo é que tenho dividas excessivas relativamente ao IUC nas finanças por causa de um carro que não tenho desde 2018. Cumprimentos.

Encerrada

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