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Cobrança de uma dívida indevida
Assunto: A cobrança de uma dívida indevida Fui vítima de uma situação grave relacionada com o meu Cartão Universo, em que foram feitas transações que não reconheço, nem autorizei, e das quais não retirei qualquer benefício. Assim que percebi os movimentos suspeitos no meu extrato, tomei imediatamente todas as medidas à minha disposição: - Bloqueei de imediato o cartão de crédito; - Apresentei queixa junto das autoridades policiais, tendo na minha posse o respetivo auto; - Contactei o apoio ao cliente do Cartão Universo para expor a situação e contestar os valores. Apesar de ter agido com diligência e de ter apresentado prova do sucedido às entidades competentes, o Cartão Universo continua a exigir-me o pagamento de uma dívida que não reconheço, recusando-se a anular os montantes em causa e cobranças de juros e outros encargos adicionais. De acordo com a legislação aplicável aos serviços de pagamento, o utilizador não deve ser responsável por operações de pagamento não autorizadas em situações como esta, pelo que seria esperado o reembolso ou regularização imediata da conta. Peço ao Cartão Universo: - A anulação imediata da dívida relacionada com estas transações; - O cancelamento de qualquer cobrança de juros ou comissões sobre os valores contestados; - Que o meu nome seja retirado do Banco de Portugal por esta dívida que considero indevida. Vim por este meio expor o meu profundo desagrado em relação ao apoio prestado pelo Cartão Universo e exigir a resolução definitiva do um problema pendente na minha conta. Apesar de ter contactado a linha de apoio ao cliente do cartão Universo por diversas vezes a situação continua sem qualquer resposta efetiva ou resolução por parte dos serviços. A cada contacto é transmitido que o assunto será analisado, contudo, o problema persiste sem que me seja apresentada uma solução concreta. Dado que já esgotei as tentativas de resolução célere através da linha telefónica e dos responsáveis do apoio do cartão Universo. Reclamo por uma resolução rápida e justa da situação.
Não recebi o voucher e continuo à espera da transcrição da chaamda
Venho por este meio mais uma vez reclamar pois o tema não está resolvido. De salientar, que pretendo o cancelamento da apólice com efeitos desde Junho 2026, pois desde essa altura não tenho acesso ao equipamento. Tive um sinistro e reportei à Domestic em Junho de 2026. Foi pago e entregue no dia 19-06 o equipamento na Worten (Riosul Shopping) de forma a ser recolhido e reparado. Após vários contatos da minha parte para saber o estado do processo: No dia 07-07 recebo email da domestic a indicar que o meu processo ia ser encerrado. Ligo para a Domesctic e a funcionária Marina Yela, informa que irá solicitar que seja atribuído o voucher com o valor do equipamento pois já passaram os 10 dias de reparação.O que me pediu foi uma prova em como teria entregue o equipamento a dia 19-06-2026 na Worten do Rio Sul. Enviei de imediato o e-mail de forma a receber o voucher. Dia 16-07 recebo o email da Domestic: N/Proc.: DG-2191454-2026 N/Ref.: AD3 0146981 (...) Mais somos a informar que as peças já foram recepcionadas, pelo que já solicitamos máxima urgência no seu processo e que a equipa técnica especializada esteja sob supervisão do nosso departamento técnico interno, de forma que a resolução final se conclua com a maior brevidade possível e nas melhores condições.(...) Tal como falado a dia 07-07 estou há bastante tempo sem acesso ao equipamento. Como tal foi feito o pedido do voucher, hoje dia 06-08, praticamente 1 mês para ser emitido. Agradeço que seja enviado o mais breve possível se não terei que recorrer a outras instâncias. Mais uma vez solicito a audição da chamada no ia 07-07-2026 bem como a mesma seja transcrita para mim, o pedido já foi feito anteriormente por diversas vezes. Cmp Vanessa João
Garantia
Eu Elemilton Pessoa nif 309778352. Apólice DPV0143706 Venho através dessa, informar minha reclamação. Já solicitei 7 vezes a garantia de um equipamento é sempre volta o defeito, sendo que sempre tem um tempo de espera que me deixar sem a utilização do mesmo. Devido a várias tentativas de resolver o caso, venho pedir o reembolso do produto, pois já não consegui mais correr atrás disso. Espero que seja resolvido o quanto antes.
Cobrança indevida da JobLeads e intervenção da PAIR Finance
No dia 29/04/2025 aderi ao período experimental Premium da JobLeads pelo valor de 2,99 €. No dia 13/05/2025 solicitei o cancelamento da subscrição e recebi da própria JobLeads um e-mail a confirmar o cancelamento da adesão. Posteriormente, a JobLeads tentou cobrar 69,90 €, pagamento esse que não foi efetuado por falha na cobrança. Mais tarde, a empresa entregou a alegada dívida à PAIR Finance, que atualmente me exige o pagamento de 73,30 €, incluindo juros. Contactei novamente a JobLeads para esclarecer a situação. No entanto, fui surpreendida com a resposta de que não conseguem localizar qualquer assinatura associada ao meu endereço de e-mail, apesar de possuir e-mails enviados pela própria empresa que comprovam: - a confirmação da adesão Premium; - a confirmação do cancelamento da subscrição. Considero esta situação contraditória e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Solicito que a JobLeads esclareça de forma fundamentada: - o motivo pelo qual afirma não existir qualquer subscrição associada ao meu e-mail, apesar de existirem e-mails emitidos pela própria empresa que comprovam a adesão e o cancelamento; - o fundamento contratual da cobrança de 69,90 €; - a data e hora exatas em que alegadamente ocorreu a renovação automática da subscrição; - a suspensão e o cancelamento do processo de cobrança junto da PAIR Finance até à resolução desta reclamação. Solicito igualmente a anulação da cobrança caso se conclua que a mesma não é devida. Em anexo estão todos os emails
Cobrança indevida
Venho solicitar apoio relativamente a um problema com a minha conta N26. Abri recentemente uma conta no N26 e depositei €50. Em nenhum momento tive a intenção de aderir a um plano anual N26 Business Metal nem fui devidamente informada de que seria cobrada imediatamente o valor anual da subscrição. Após a abertura da conta, foi debitado o montante de €162,20 referente à anuidade do plano, deixando a minha conta com saldo negativo. Não era essa a opção que pretendia contratar. Já entrei em contacto com o N26 para solicitar o cancelamento da subscrição e o reembolso do valor cobrado, incluindo os €50 que depositei, mas pretendo também o apoio da DECO PROteste para defender os meus direitos enquanto consumidora. Solicito a vossa orientação e, se possível, a vossa intervenção para que esta situação seja resolvida com o cancelamento do plano anual e o reembolso dos valores cobrados. Agradeço, desde já, toda a ajuda que me possam prestar. Se tiver capturas de ecrã do processo de adesão ou do débito de €162,20, anexe-as ao pedido, pois podem ajudar a demonstrar que não pretendia subscrever o plano anual.
Reembolso despesas funeral
Exmos Srs., Tendo o meu marido falecido em 26/12/2025, foi solicitado em Janeiro de 2026, o respectivo reembolso referente a despesas de funeral. Após deslocar-me várias vezes até Maio aos serviços da ISS em Setúbal e após me dizerem que o processo estava a decorrer, em 24/06 , voltei a marcar uma consulta presencial, onde fui informada que existiu efetivamente um erro dos serviços, e encontravam-se a solicitar a entrega de documentos, já carregados na plataforma e, entregues em duplicados em mão. Fui informada nesta data, que no prazo máximo de 3 semanas, a situação estaria regularizada. Em 24/07, volto a receber nova informação via E-Clic para entrega novamente dos documentos, já entregues anteriormente, e a solicitar a causa do óbito, sendo que, foi entregue o atestado de óbito e toda a informação referente ao mesmo, e ainda hoje, não sei mais do que o explicado, que o meu marido, faleceu de causas naturais. Todo este processo tem sido deveras desgastante, com os constrangimentos próprios do atendimento demorado e claramente insuficientes da ISS de Setúbal, sendo que, acho, todo este processo, tem simultaneamente os mesmos documentos em duplicado, no processo da pensão de viuvez que pedi. Passados quase 8 meses, continuo sem ter o reembolso das despesas de funeral do meu marido e, não tenho um data concreta para a conclusão do processo, sendo que, entreguei já, por diversas vezes, toda a documentação solicitada.
Divida indevida
Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação que tenho com o Banco Santander, relacionada com uma dívida/cobrança que me está a ser imputada e que contesto. Considero que esta situação ocorreu devido a falta de informação adequada e/ou informação incorreta prestada pelo banco, não tendo eu recebido, em tempo útil, as informações necessárias para poder tomar conhecimento da situação e agir de forma a evitar a cobrança atualmente exigida. Por esse motivo, não concordo com o valor que me está a ser cobrado e não considero justo ser responsabilizada por uma dívida que resultou, na minha perspetiva, de uma falha de informação por parte do próprio banco. Já apresentei uma reclamação diretamente ao Banco Santander, por escrito, no dia 01/06/2026, na qual expliquei a situação e solicitei que o banco analisasse o caso e apresentasse uma solução. No entanto, venho agora solicitar o apoio da DECO PROteste, para que possam analisar a documentação que envio em anexo e, dentro das vossas possibilidades, interceder junto do Banco Santander para tentar solucionar esta situação, nomeadamente para que a cobrança seja devidamente revista e seja considerada a possibilidade de anulação da dívida que contesto. Reforço que não me recuso a cumprir uma obrigação legítima. O que contesto é precisamente a existência desta dívida nas condições em que me está a ser exigida, uma vez que considero que fui prejudicada pela falta de informação adequada por parte do banco. Assim, agradeço que possam analisar o meu caso, orientar-me relativamente aos meus direitos e, se possível, entrar em contacto com o Banco Santander para procurar uma solução para esta situação. Junto em anexo a cópia da comunicação que entreguei ao banco, para que possam verificar o conteúdo da minha reclamação. Agradeço desde já a atenção e aguardo a vossa orientação.
Cobrança Indevida
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à cobrança efetuada pela JobLeads, associada ao processo n.º 101000523056347, no valor de 73,62 €. Em 2025, aderi exclusivamente a um período experimental gratuito de 14 dias disponibilizado pela JobLeads. Dentro do período previsto, procedi ao cancelamento da subscrição, não tendo, em momento algum, manifestado intenção de manter ou contratar o serviço após o término desse período experimental. Assim, não reconheço qualquer valor em dívida nem considero legítima a cobrança de 73,62 € que me está agora a ser apresentada. A minha utilização do serviço limitou-se ao período experimental disponibilizado pela empresa e a subscrição foi devidamente cancelada. Solicito, por isso, o cancelamento imediato desta cobrança e a confirmação, por escrito, de que não existe qualquer montante em dívida associado à minha conta ou ao processo n.º 101000523056347. Caso a JobLeads considere que existe fundamento para esta cobrança, solicito que me seja enviada documentação que demonstre de forma inequívoca a existência de uma contratação válida de um serviço pago, incluindo a data da alegada subscrição, as condições contratuais que terão sido aceites, o comprovativo do meu consentimento para a continuidade do serviço após o período experimental e a fundamentação concreta do montante agora exigido. Reforço que apenas utilizei o período experimental de 14 dias e que procedi ao respetivo cancelamento, pelo que considero esta cobrança de 73,62 € indevida e solicito a regularização da situação com a maior brevidade possível. Aguardo resposta e confirmação escrita do cancelamento desta cobrança e do encerramento do processo.
Transferência em atraso
**Reclamação ao Banco BPI** Venho apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo e, em particular, ao atraso injustificado na disponibilização do remanescente do valor do seguro que me é devido. Apesar de ter entregue toda a documentação que me foi solicitada, continuo sem que o pagamento do remanescente do seguro tenha sido efetuado para a minha conta, não existindo qualquer justificação formal para este atraso. O que considero mais grave é que, durante todo este processo, o Banco BPI tem optado por transmitir informações quase exclusivamente de forma verbal. Sempre que solicito esclarecimentos sobre o estado do processo, sobre o motivo do atraso ou sobre a previsão do pagamento, recebo apenas respostas verbais, sem qualquer confirmação por escrito. Esta forma de atuação impede que exista um registo documental das informações prestadas e das responsabilidades assumidas pelo banco. Ao longo deste processo foram-me transmitidas diversas informações verbalmente, algumas diferentes entre si, sem que alguma vez me tenha sido enviada uma comunicação oficial por escrito a explicar a situação do meu processo, o motivo da demora ou a data prevista para a conclusão do pagamento. É incompreensível que um processo desta natureza seja conduzido desta forma, obrigando o cliente a depender exclusivamente de contactos verbais, quando o banco dispõe de meios para comunicar oficialmente por escrito. Assim, solicito: * A libertação imediata do remanescente do valor do seguro para a minha conta, caso não exista qualquer impedimento legal à sua transferência; * Caso exista algum motivo para a não realização do pagamento, que o mesmo me seja comunicado por escrito, com a respetiva fundamentação; * Que me seja enviado o ponto de situação atualizado do processo; * Que todas as comunicações futuras sejam efetuadas por escrito, de forma clara, transparente e verificável. Considero que a falta de informação escrita, aliada ao atraso na disponibilização de um valor que me pertence, constitui uma falha grave no dever de informação e de transparência que deve pautar a atuação do Banco BPI. Solicito que esta reclamação seja analisada com caráter de urgência e que me seja apresentada uma resposta escrita, devidamente fundamentada.
Carro não conforme
Adquiri um veículo usado (Opel Corsa, matrícula 13-TU-07, de 2016) num stand, no âmbito da garantia legal. Pouco tempo após a compra, o veículo apresentou uma avaria, tendo sido encaminhado para reparação. Após essa intervenção, foi-me indicado que o problema estaria resolvido. No entanto, após levantar a viatura, a mesma voltou a apresentar exatamente a mesma avaria ao fim de cerca de uma hora de utilização. O veículo foi novamente entregue para reparação, permanecendo imobilizado durante um período prolongado. Durante esse tempo, não me foi prestada informação clara sobre o diagnóstico, nem sobre as intervenções realizadas ou peças substituídas. Adicionalmente, importa referir que manifestei reservas quanto ao levantamento da viatura após a última intervenção, por considerar que o problema não se encontrava efetivamente resolvido. Ainda assim, fui incentivada a proceder ao levantamento, tendo-me sido transmitido que a anomalia anteriormente reportada não havia sido confirmada em diagnóstico. Tal posição veio a revelar-se incorreta, uma vez que o veículo voltou a apresentar exatamente o mesmo defeito pouco tempo após a sua utilização, conforme comprovado por registos efetuados. Posteriormente, voltei a levantar o veículo e, mais uma vez, ao fim de cerca de uma hora de utilização, a viatura apresentou exatamente o mesmo problema, o que foi registado por fotografia e vídeo. Importa ainda referir que: * O prazo legal de reparação foi, na prática, ultrapassado, uma vez que nunca usufruí do veículo em condições normais; * O veículo já tinha sido anteriormente avaliado por oficina da minha confiança, com orçamento apresentado, o qual foi recusado pelo stand; * O veículo de substituição fornecido apresentava também problemas (pneus degradados e perda de pressão), colocando em causa a segurança; * A comunicação por parte do stand foi insuficiente, tendo sido frequentemente eu a procurar esclarecimentos; * Chegou a ser combinado contacto que não foi cumprido.
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