Reclamações públicas

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G. O.
13/04/2026

Débito indevido

Domestic and General insurance estava debitando há quase um ano €5.99 de minha conta sem minha autorização. Vou consultar um advogado para resolver tal questão

Encerrada
J. B.
13/04/2026

Sinistro Antomovel

Bom dia, no passado dia 16-03-2026, na Rua Júlio Dinis ao n.º 183, na cidade do Porto, ocorrou um sinistro com outra viarura envolvida. No dia seguinte, a 17.03.2026, fui ter com o meu mediador do seguro automóvel, Tranquilidade Seguros, e o mesmo preencheu a Declaração de Participação Amigavél , porque no dia do sinistro nem eu nem o outro condutor envolvido, tinhamos em posse a dita declaração, e assinei. Na altura do sinistro, ficou acordado entre nós, intervenientes do sinistro, ser eu a preencher a declaração e posteriormente enviar para que o outro condutor, lê-se, assinasse e devolvesse a mesma. Após ter enviado a participação, o outro condutor só no dia seguinte se pronunciou sobre a mesma, informando-me que não assinava a participação por algumas coisas, sem especificar o quê concretamente, é um direito que lhe assiste. Informo o meu mediador, e el diz-me que vai iniciar uma reclamação à companhia de seguros do outro condutor, Caravela Seguros. No dia 23-03-2026, recebo mensagem, via whatsapp, do meu mediador e da companhia de seguros Caravela, a informar que no dia seguinte, 24-03-2026, da parte da manhã, seria feita a peritagem ao meu veiculo. Após a peritagem realizada, ficou no estado condicional. Passados estes tempo . ninguém me informa sobre nada, refiro-me à minha companhia de seguros, Tranquilidade. Ligo para a sede da tranquilidade em Lisboa, envio emails e obtenho como resposta ao mesmo assunto versões contraditórias dos colaboradores da tranquilidade, um menciona que Não existe nenhum Sinistro registado/Ativo com o meu NIF ou matricula da minha viatura, outro lá descobre o nº do sinstro, que afinal existia e depois recebo notificação de outro colaborador, a informar que Não existe ou Não foi feita paraticipação do acidente por mim, mas apenas e só foi feito pelo outro condutor??! Não qqueria acreditar no que estava a ver, isto é Muito Grave! Eu reenvio cópia da minha participação preenchida pelo mediador da tranquilidade e assinada por mim em 16-03-2026,Ninguém me responde ao que me interessa saber, que é quando é que autorizam a reparação do meu carro, a mim não me interessa quem vai pagar eu quero é ter o carro arranjado e a tranquilidade anda a brincar às notificações, informando que eu Não tenho responsabilidade no acidente mas que não pode assumir o meu dano porque não aderi a esse produto quando fiz o seguro, mas eu por acaso questionei isso?? A tranquilidade anda a Roubar o segurado, se não tenho responsabilidade, isso sei eu desde o inicio, então cabe~lhe defender os meus direitos enquanto segurado! O outro condutor circulava na faixa do BUS, eu estava na única faixa onde é permitido circular as nossas viaturas, o outro interveniente vem a alta velocidade a ultrapassar todos os carros utilizando o corredor BUS e quando decide mudar para a faixa onde Devia circular, toca na frente esquerda do meu carro, qual a dúvida do culpado? Comete 2 infrações, circula na faixa do BUS, conta ordenação Grave e é ele que muda de direção e embate no meu carro, para onde é que eu podia ir? (Como o carro do outro condutor é da empresa onde labora, fez da rua uma pista e sente-se à vontadinha para atropelar tudo e todos porque a viatura Não é dele...) E eu ía Para cima do passeio e atropelar os peôes?! Resumindo, tinha seguro até 24-03-2026, com esta Irresponsabilidade, Falta de Profissionalismo e Honestidade, aliás, Prática Comum nas compainhas de seguro, acabei por realizar novo seguro e deixei a tranquilidade, mas, É DE TODO CONVENIENTE, RELEMRAR QUE AQUANDO DO SINISTRO ERA CLIENTE DA TRANQUILIDADE SEGUROS. Peço, por favor, a vossa ajuda na Resolução desta situação Tão Simples de resolver, só a Falta de Seriedade e Malabarismo, é que Ainda está por resolver. Muito Grato pela vossa ajuda. Cumprimentos, Jorge Barbosa

Encerrada

Comtraditório

Bom dia Exmos. Segue aqui minha reclamação pela falta de organização e incoerência por parte da referida instituição, na qual possuo o cartão Oney da rede Auchan e todos os pagamentos são feitos pontualmente e mesmo assim tive uma redução em meu limite de compras, algo que, em meu ponto de vista, não faz sentido algum. Espero que o ocorrido seja revisto. Cumprimentos.

Resolvida
A. C.
12/04/2026

Falta/demora na resolução de acidente rodoviário

O sinistro foi dia 22 de janeiro de 2026 e até à data não temos resolução, o carro ainda nem começou a ser reparado e ando a pé desde esta data. Após o processo estar aprovado ainda me informaram que vão proceder a uma segunda peritagem. Convém referir que fui eu, a lesada do acidente, que andou em contato com a polícia para enviar relatórios de ocorrência, contatei várias vezes a Mafre para tentar agilizar o processo. O meu carro está parado desde o acidente e ainda não mandaram vir as peças( vivo nos Açores e deve demorar 1 mes a chegar), tenho um filho menor na escola e tenho muitas dificuldades em conseguir levá-lo para a escola e ir trabalhar. Sei que nestas situações fornecem carro ao lesado e até hoje apesar de muito esforço e tentativa continuam a dizer que só quando o carro estiver a arranjar é que me podem fornecer por 3 Dias apenas. Todo este processo foi vergonhoso e exigo que algo seja feito o mais depressa possível! Número do processo: 2026103000229/2

Encerrada
C. P.
12/04/2026

Atualização de Dados

Portimao, 12 Abril, 2026 É com profundo desagrado que apresentamos esta reclamação sobre a agência do Banco Santander em Portimão (no Largo 1º de Dezembro), devido a circunstâncias fora do nosso controle causadas pelos serviços da AIMA. Segue um breve resumo dos fatos: O meu marido reside em Portugal. As renovações anteriores do seu cartão de residência transcorreram sem problemas, pois na altura o processo com o SEF era simples. O cartão de residência expirava em setembro 2025. Em julho foi às instalações da AIMA em Portimão (frente aos bombeiros) e foi orientado a enviar um e-mail em agosto para agendar uma data e hora. Em janeiro compareceu no dia 19 de janeiro 2026 às 09:00hrs. No final do processo e do pagamento recebeu um recibo/documento assinado e carimbado. Entre o e-mail da AIMA e a data do agendamento, ele recebeu o e-mail do Santander para atualização de dados. Por motivos de trabalho só conseguimos ir ao banco em fevereiro para apresentar o recibo/documento que foi recebido no dia da renovação. A funcionária que nos atendeu no banco disse que o documento apresentado não era válido e não poderia ser aceito. Perguntámos se o e-mail enviado pelo Santander (de alguma forma intimidante) seria cumprido. Ela disse que isso poderia acontecer se não apresentássemos o documento comprovativo da renovação. Saímos decepcionados e preocupados com esta informação, uma vez que somos clientes há alguns anos. Entramos em contato com a AIMA via e-mail, solicitando um documento que tivesse uma data de validade para apresentar ao banco e que comprovasse que o cartão estava em processo de renovação. Quando recebemos a resposta da AIMA, voltamos ao banco e falámos com outra funcionária. Novamente, explicamos a mesma situação da primeira vez. E, mais uma vez, fomos informados de que o documento que tínhamos não era válido, e que precisava ter um código QR e uma data de validade. Sugeriu que voltássemos ao escritório da AIMA em Portimão e solicitássemos esse tipo de documento, para evitar que o titular ficasse sem acesso à conta. Informamos que estávamos decepcionados com o e-mail intimidante enviado pelo Santander e que esta atitude não era profissional de uma instituição perante uma situação fora de controle do cliente, o qual é cliente há alguns anos.   Voltamos às instalações da AIMA em Portimão, e a agente de segurança teve uma abordagem muito profissional que explicou que existem 2 tipos de renovação: 1 online, em que a pessoa recebe um documento com um código QR com a data de validade. O outro é recibo/documento recebido no horário agendado da revalidação e o cartão seria enviado para o endereço residencial em até 90 dias a partir de 19 de janeiro de 2026. Perguntamos o que mais poderíamos levar ao banco como comprovativo para não corrermos o risco do banco cortar o acesso à conta. Ela disse que o banco deveria aceitar o documento apresentado, pois a informação permanece a mesma, exceto a validade. O documento está carimbado e assinado pelo/a funcionário/a da AIMA. No domingo, dia 5 de abril, o Santander bloqueou os cartões e o acesso à aplicação do meu marido. Na segunda-feira, dia 6 de abril, fui ao banco pela terceira vez e falei com outro funcionário, que não se mostrou interessado em ouvir o que havia acontecido nas visitas anteriores. Disse que o antigo cartão de residente tinha o NIF e que, com um comprovativo de residência do portal das finanças, a informação de dados poderia ser atualizada. Perguntei qual o motivo por que nas duas vezes anteriores as colegas não forneceram esta informação para evitar uma terceira ida ao balcão e o bloqueio de acesso ao cartão. Obviamente, não há sistema ou padronização no fornecimento de informações dentro desta agência. Informei que esta situação estava a causar uma má impressão e um desejo de encerrar a conta e terminar o relacionamento com o Santander. O comentário recebido foi que todos são livres de encerrar a conta quando quiserem. Este tipo de resposta é evidente que para esta instituição os clientes são apenas números e que não estão a par das dificuldades que os cidadãos estrangeiros/residentes estão a ter com a AIMA para uma simples renovação da residência. No mesmo dia após esta terceira visita, recebi um e-mail semelhante ao do meu marido. Será que também vão bloquear o meu acesso? Compreendemos que queiram ter os dados atualizados, mas ter esta atitude para com clientes de alguns anos e cortarem o acesso à conta desde 5 de abril é inaceitável. Esta situação está fora do nosso controle. Foram feitas 2 tentativas para dar a documentação recebida da AIMA, a qual não foi aceite. Como desconhecemos os aspectos legais, esperamos que esta situação seja tratada junto à instituição competente e que não ocorra com outras pessoas com estatuto de residentes e clientes do Santander. A documentação relevante ao exposto acima não se encontra anexa por motivos de privacidade. Sem outro assunto, agradecemos a Vossa ajuda e atenção. Atentamente, Claus & Cristina Pascher

Encerrada
B. S.
12/04/2026

Reembolso não realizado

Venho por este meio demonstrar o meu mais profundo desagrado para com uma situação que já vem a arrastar-se há pelo menos três meses. No ano de 2024, em novembro, adquiri um telemóvel na Radio Popular e efetuei um seguro do mesmo em que tirariam por débito direto mensalmente o valor de 13.49€. A seguradora com a qual foi realizado o seguro é a Domestic and General. No entanto, no dia 8 de janeiro de 2025 decidi cancelar esse seguro e contactei a seguradora para que rescindisse esse mesmo contrato. Mandaram-me um formulário para digitalizar com o meu cartão de cidadão e assinatura para efetuar o cancelamento do mesmo, tendo eu ainda em minha posse esse mesmo e-mail que comprova a anulação.   Posteriormente, voltei a adquirir outros produtos na mesma loja, criei de novo um seguro a mesma seguradora, Domestic and General, a mesma do seguro efetuado anteriormente. No entanto quando quis dar baixa desse mesmo seguro informam-me que o primeiro seguro ainda estava ativo e que todas as prestações tinham sido realizadas, 11 meses depois de ter feito o cancelamento do mesmo. Aqui até pode ter sido erro meu, por mesmo passando algum tempo, nunca ter dado conta de que esse debito era realizado, mas como a conta de onde a mensalidade era retirada não era a minha principal conta, visto que comprei casa e tive que criar outra conta no banco que se tornou a minha principal, tendo inclusive desativado essa mesma primeira conta, não tendo nenhum acesso à mesma. Na altura, disseram-me que iriam fazer o reembolso de todas as prestações que foram retiradas depois da secessão do contrato, contudo avisei logo de que se iriam fazer o reembolso para a conta que estava associada esta já não existia porque eu já a tinha desativada e disseram-me então que facultasse o novo IBAN. Assim o fiz e aguardei.   Qual é o meu espanto quando recebo o e-mail a avisar de que a transferência tinha sido, de facto, realizada mas para o cartão desativado. Entrei em contacto com o apoio ao cliente da seguradora contei de novo a situação e disseram que iriam então de novo voltar a fazer a transferência. Contudo, o mesmo voltou a acontecer, a transferência foi sim realizada, mas para o cartão antigo. Entrei de novo em contacto, enviei inclusive o comprovativo do meu banco de que a minha conta tinha sido inativada e que eu não tive acesso a nenhuma transferência, é-me sempre garantido que iriam tomar conta da situação, mas o que é quase anedótico é que esta situação já se sucedeu mais de 4 vezes, entre varias ligações, e-mails e vários comprovativos em que insistem em fazer a devolução para uma conta que não existe. Tentei sempre ser paciente e cordial, mas ao fim de quase mais de três meses, como se diz e bem a paciência tem limites. o único contacto telefônico que existe dizem que não trabalham diretamente com o departamento financeiro e que não podem solucionar o problema, mas que a informação é passada. Quanto à troca de e-mails parece mesmo que ninguém se designa a ler convenientemente os meus e-mails que dizem explicitamente com documentos em anexo de que a transferência não pode ser realizada para um cartão que já não existe. Cheguei assim, ao meu limite e venho por este meio reclamar e demonstrar o meu descontentamento, em que não bastava continuarem a fazer débitos de um seguro que já tinha sido inativado, bem como quando deviam solucionar o problema, transformam esta situação nesta parábola em que que só mesmo contado porque ninguém acredita, como é que é possível uma situação se alastrar durante tanto tempo em que a solução era simplesmente compreenderem de que aquela conta já não existe e que a transferência tem que ser realizada para o novo IBAN já facultado. Aguardo desde o dia 23 de março por uma resposta desde a ultima vez que entrei em contacto com a seguradora e até hoje dia 12 de abril não foi feita nenhuma transação em entraram em contacto comigo. Espero que assim, tendo chegado ao limite e depois de várias vezes avisar de que iria de facto fazer a reclamação uma solução seja encontrada finalmente.

Encerrada
C. F.
11/04/2026

Documentos não emitidos!

Assunto: Pedido de documentação e esclarecimentos sobre dívida Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com carácter de urgência, o envio de toda a documentação relativa à dívida que se encontra a ser gerida por V. Exas., originalmente associada à Cetelem e atualmente sob gestão da Servdebt. Solicito concretamente: • Cópia do contrato de crédito original • Documento comprovativo da cessão da dívida para a vossa entidade • Valor inicial da dívida • Discriminação detalhada de juros, encargos e eventuais comissões aplicadas • Plano de pagamentos acordado • Extrato atualizado com o histórico de pagamentos efetuados e valor em dívida Mais informo que, até à receção e validação da documentação acima referida, reservo-me o direito de suspender ou reavaliar os pagamentos em curso. Agradeço resposta por escrito no prazo máximo de 10 dias. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
P. E.
10/04/2026

incumprimento da cetelem -pagamento da perda total pendente

Assunto: Cetelem não envia documentação à Fidelidade, impedindo pagamento de perda total da viatura BD-17-PS Venho por este meio apresentar reclamação contra a Cetelem, relativamente à falta de envio da documentação necessária à seguradora Fidelidade para a regularização da perda total da viatura com matrícula BD-17-PS, sobre a qual existe reserva de domínio a favor da Cetelem. A seguradora Fidelidade encontra-se a aguardar o envio, por parte da Cetelem, da certidão/documentação comprovativa de titularidade e demais elementos necessários para proceder ao pagamento da indemnização de perda total diretamente à entidade financeira, bem como à regularização do salvado. No entanto, apesar de múltiplos contactos efetuados ao longo de vários meses, a Cetelem não tem enviado a documentação solicitada. Em diversos contactos telefónicos, a Cetelem informa que irá enviar a documentação, o que posteriormente não se verifica. Por sua vez, a Fidelidade confirma que o pagamento não foi efetuado exclusivamente por falta dessa informação por parte da Cetelem. Esta situação tem provocado um atraso injustificado na regularização do processo. Entretanto, continuamos a suportar o pagamento das mensalidades do financiamento da viatura, apesar de existir já uma situação de perda total e de o pagamento da indemnização depender apenas da atuação da Cetelem. Este atraso está a causar prejuízo financeiro direto e desnecessário. Adicionalmente, verifica-se falta de comunicação eficaz entre a Cetelem e a Fidelidade, bem como ausência de acompanhamento e atualização do processo, mantendo-se a situação bloqueada há vários meses sem justificação válida. Assim, solicito: O envio imediato da documentação necessária pela Cetelem à Fidelidade A regularização urgente do processo de perda total A suspensão das mensalidades enquanto o processo se encontra pendente por motivo imputável à Cetelem A análise de eventual devolução/ajuste de valores pagos durante o período de atraso injustificado A presente situação revela falta de diligência, atraso injustificado e prejuízo para o consumidor, pelo que solicito a intervenção para resolução urgente do processo. Com os melhores cumprimentos, Predileto e Ousado unipessoal Lda 933608040

Resolvida
E. F.
10/04/2026

Veículo com defeito grave de segurança – pedido de resolução do contrato

No mês de janeiro de 2026 adquirimos uma viatura Peugeot E-2008 GT junto do Stand Rocha Green, com financiamento bancário, tendo sido assegurado pelo vendedor João Loureiro que o veículo seria entregue em perfeitas condições após revisão na Peugeot. A viatura apenas foi disponibilizada em março de 2026, após sucessivos atrasos e falta de comunicação por parte do vendedor, que não prestava esclarecimentos adequados sobre o estado do veículo. No dia 14 de março de 2026, imediatamente após a saída do stand, verificámos que a viatura apresentava falha grave no sistema de travagem, sendo necessário pressionar o pedal até ao fundo para obter resposta, colocando em risco a segurança dos ocupantes. A situação foi reportada de imediato ao funcionário Pedro e posteriormente ao vendedor João Loureiro, tendo sido inicialmente desvalorizada como sendo uma característica da viatura, o que é manifestamente incorreto. No dia 20 de março de 2026 a viatura foi novamente entregue ao stand para verificação e reparação. Durante este período, foi-nos atribuída uma viatura de substituição pela própria empresa, o que demonstra o reconhecimento de que o veículo adquirido não se encontrava em condições de utilização. No dia 07 de abril de 2026 fomos informados de que a viatura estaria pronta, tendo procedido ao levantamento no dia 09 de abril de 2026. Contudo, ao testar a viatura no próprio local, verificámos que o problema no sistema de travagem se mantém, não tendo sido resolvido. Foi ainda apresentado um documento de intervenção onde não consta qualquer verificação ou reparação do sistema de travagem, que foi o motivo principal da entrega da viatura. Acresce que, durante o período em que a viatura esteve indisponível, a empresa assumiu o pagamento das prestações de fevereiro e março, reconhecendo implicitamente a falta de condições do veículo. No entanto, a prestação de abril não foi assumida, apesar de a viatura apenas ter sido disponibilizada no dia 09 de abril de 2026 e ainda com o defeito por resolver, causando prejuízo adicional ao consumidor. A empresa recusa-se atualmente a assumir responsabilidade, bem como a proceder à substituição da viatura ou resolução do contrato. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente dos artigos 5.º, 12.º e 13.º, o consumidor tem direito a que o bem esteja conforme com o contrato, sendo que, em caso de falta de conformidade, pode exigir a reposição da conformidade, a substituição do bem ou a resolução do contrato. Tratando-se de um defeito grave que compromete a segurança do bem e não tendo sido o mesmo resolvido após tentativa de reparação, assiste-nos o direito à resolução do contrato ou substituição da viatura. Assim, vimos por este meio solicitar: – A resolução do contrato com devolução integral dos valores ao banco financiador ou, em alternativa, – A substituição da viatura por outra em perfeitas condições de segurança e funcionamento Caso não haja resolução célere da situação, serão tomadas as devidas diligências junto das entidades competentes e vias legais aplicáveis.

Encerrada
F. F.
10/04/2026

COMISSÃO QUASI-CASH

Exmos. Senhores, Após análise do meu último extrato do cartão de crédito WiZink, verifiquei a cobrança de uma comissão identificada como “Quasi Cash”. Segundo os vossos esclarecimentos, esta comissão resulta de uma alteração de preçário efetuada em abril de 2025, alegadamente comunicada por email, através de um documento PDF com o título “Alteração das Condições Gerais”. No entanto, essa comunicação não evidencia de forma clara e transparente que operações que sempre realizei sem custos — como o carregamento de cartões Revolut — passariam a estar sujeitas a custos. Importa referir que estas operações foram realizadas de forma recorrente ao longo dos últimos meses, sem qualquer cobrança associada, o que naturalmente gerou confiança de que continuariam sem custos e me levou a usar valores superiores. Acresce ainda que este tipo de transação exige validação no momento através da app WiZink, não sendo, em momento algum, apresentada qualquer indicação de custo ou alteração da forma de confirmação. Assim, considero que a aplicação desta comissão foi feita de forma pouco transparente e sem o devido esclarecimento ao cliente, pelo contrario configura uma perfeita "armadilha" por terem efectivado a cobrança muitos meses depois, apanhando os clientes completamente desprevenidos. Face ao exposto, solicito a devolução integral dos valores cobrados relativos à comissão “Quasi Cash”, nomeadamente no extrato de março, bem como a anulação de quaisquer cobranças já previstas para o próximo extrato de abril. Adicionalmente, informo que deixarei de utilizar o cartão WiZink para este tipo de operações, sendo que existem alternativas que poderiam ter sido utilizadas caso tivesse tido conhecimento prévio destas condições. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

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