Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. M.
27/07/2026

Reclamação por fraude, cobrança indevida e falta de resolução do caso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Universo, IME, S.A., na sequência de transações e prestações que não reconheço e nunca autorizei, associadas aos nomes “omniheroes” e “mu immortal”. Informo que já apresentei queixa na polícia por fraude e que cancelei os cartões, tendo igualmente formatado o meu telemóvel por precaução. Apesar disso, a Universo recusou resolver a situação e comunicou-me, por chamada telefónica realizada no dia 24 de julho por volta das 16h00, que não podia fazer nada por alegadamente existir “autenticação forte”, acrescentando ainda que iria cobrar na mesma as mensalidades futuras. Não aceito essa posição. O facto de a operação ter sido apresentada como autenticada não prova que fui eu quem a autorizou. Nunca forneci os meus dados, PINs, códigos de validação ou qualquer outra credencial a terceiros, e fui vítima de fraude. Além disso, os montantes em causa são atípicos no meu histórico habitual de utilização, sendo repartidos em 12 e 6 prestações, o que reforça a suspeita de atividade fraudulenta. Acresce que a Universo aumentou o meu limite de crédito para 3000 € no dia 09/05/2026 sem que eu o tivesse pedido, quando eu tinha um plafond de 2000 € e cerca de 1000 € em utilização. Em vez de existirem alertas ou bloqueio preventivo perante um padrão anormal de consumo, o plafond foi aumentado, o que teria permitido que a fraude prosseguisse com valores ainda mais elevados. Durante a chamada, pedi também à colaboradora que me enviasse por email um resumo da conversa, o que até à data não aconteceu.

Em curso
A. A.
26/07/2026

Valor retirado sem autorização

Venho por este meio comunicar que o dia que no dia 24 de julho foi me retirado 108.30 euros da minha conta indevidamente, gostaria que me resolvessem e seja restituído deste valor.

Resolvida
F. F.
26/07/2026

transferencia não assumida

Exmos. Senhores, No passado dia 6/7/26 por volta das 18h fui vitima de um ataque informático no meu telemovel que aconteceu através da app do banco activobank e ao abri-la aparecia uma pagina onde me era pedido que por razões de segurança era necessário introduzir os meus dados de acesso para o seu desbloqueio da mesma e foi o que fiz, introduzi os dados de acesso e fiquei logo sem control do telemovel ficando com a tela preta e nem sequer desligava. Começava aqui o ataque á minha conta bancária. Liguei para o banco cancelar o acesso á minha conta e cartões e fui á polícia apresentar queixa. Levei toda a documentação ao banco onde constavam todas as transferencias não autorizadas. O banco ainda não respondeu mas o mbway, e é contra esta empresa que quero apresentar queixa já disse que não se responsabiliza por duas transferências uma de 1500€ e outra de 500€ alegando que foram feitas com os códigos de acesso. Outra queixa que quero apresentar è contra o cartão universo, que só soube quando recebi o extrato, o mesmo fez outra tranferencia de 1.668.46€ e que também não assumem alegando que também foi feita com as credenciais de acesso e consideraram o caso encerrado. Eu sei que a culpa foi minha por ter cedido os meus dados de acesso mas eu pergunto se as apps bancárias não deveriam ser seguras? Não sei o que fazer, se puderem ajudar de alguma forma agradecia. Cumprimentos.

Encerrada
F. F.
26/07/2026

transferencia não assumida

Exmos. Senhores, No passado dia 6/7/26 por volta das 18h fui vitima de um ataque informático no meu telemovel que aconteceu através da app do banco activobank e ao abri-la aparecia uma pagina onde me era pedido que por razões de segurança era necessário introduzir os meus dados de acesso para o seu desbloqueio da mesma e foi o que fiz, introduzi os dados de acesso e fiquei logo sem control do telemovel ficando com a tela preta e nem sequer desligava. Começava aqui o ataque á minha conta bancária. Liguei para o banco cancelar o acesso á minha conta e cartões e fui á polícia apresentar queixa. Levei toda a documentação ao banco onde constavam todas as transferencias não autorizadas. O banco ainda não respondeu mas o mbway, e é contra esta empresa que quero apresentar queixa já disse que não se responsabiliza por duas transferências uma de 1500€ e outra de 500€ alegando que foram feitas com os códigos de acesso. Outra queixa que quero apresentar è contra o cartão universo, que só soube quando recebi o extrato, o mesmo fez outra tranferencia de 1.668.46€ e que também não assumem alegando que também foi feita com as credenciais de acesso e consideraram o caso encerrado. Eu sei que a culpa foi minha por ter cedido os meus dados de acesso mas eu pergunto se as apps bancárias não deveriam ser seguras? Não sei o que fazer, se puderem ajudar de alguma forma agradecia. Cumprimentos.

Resolvida
J. P.
26/07/2026

Conta bloqueada há quase 4 meses. Sem acesso aos meus próprios fundos.

Há quase quatro meses que a minha conta se encontra bloqueada, impedindo-me de aceder e movimentar os meus próprios fundos. Desde o primeiro dia colaborei integralmente com o banco e entreguei toda a documentação que me foi solicitada relativamente à origem dos fundos. Conforme se pode verificar no Anexo 1, o próprio banco confirmou a receção da documentação e informou-me, por escrito, que "Se for necessária mais alguma informação, entramos em contacto contigo." Desde esse momento, nunca mais me foi solicitado qualquer documento adicional. Nunca me foi indicado o que estaria em falta. Nunca me foi comunicada qualquer decisão. Durante estes quase quatro meses contactei inúmeras vezes o apoio ao cliente, apresentei reclamação no Livro de Reclamações, recorri ao Banco de Portugal e apresentei reclamação à Provedoria do Cliente. Conforme demonstra o Anexo 2, a própria Provedoria informou-me que seria enviada uma resposta formal até ao dia 22 de julho de 2026. Esse prazo foi ultrapassado sem que qualquer decisão me tivesse sido comunicada. Desde então, todas as tentativas de contacto recebem exatamente a mesma resposta: "Não podemos prestar qualquer informação sobre o processo." Compreendo perfeitamente que existam obrigações legais de prevenção do branqueamento de capitais e que determinadas informações não possam ser divulgadas. O que não aceito é que essas obrigações sejam utilizadas para justificar quase quatro meses sem qualquer decisão, sem qualquer prazo e sem qualquer pedido adicional de documentação. Se a documentação que entreguei é insuficiente, o banco deve indicar concretamente qual o documento em falta. Se o processo está concluído, deve desbloquear imediatamente o acesso aos meus fundos. O que é completamente inaceitável é manter um cliente durante quase quatro meses privado do acesso ao seu dinheiro, limitando-se a responder que não pode prestar qualquer informação. Neste momento encontro-me sem acesso aos meus próprios fundos, situação que me impede de suportar despesas essenciais e que me está a causar graves prejuízos pessoais e financeiros. Exijo que o banco tome imediatamente uma decisão. Não pretendo manter a relação comercial com a instituição. Pretendo apenas recuperar o acesso aos meus fundos e encerrar definitivamente a conta.

Encerrada
P. S.
25/07/2026

Pedido de apoio pendente

Olá chamou Paulo Jorge pinto Sousa Santos a 3 anos sofri um acidente parti os dois pés e daí para cá vivo numa situação de calamidade ou seja vivo numa casa sem condições entra água por vários sítios inclusive já este aqui técnica da câmara,mas nada fizeram,eu estou de baixa médica sem receber nada vivo com Rsi logo era impossível pagar as contas com 247€ ou seja nem pra me alimentar. Agora veio ordem despejo na próxima sexta-feira. Não sei para onde ir .tenho uma assistente social do casal da mira que não arranja nenhuma solução,estou sinalizado na segurança social já tive problemas com drogas .estive anos em comunidade terapêutica quem pagava era o estado. PRECISO DE AJUDA URGENTE SINCERAMENTE NAO SEI ONDE PERTENCO.

Encerrada
A. T.
25/07/2026

Cancelamento do Programa Vale Eficiência (2ª Fase)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar o meu descontentamento relativamente à tramitação do Programa Vale Eficiência (2ª Fase). Submeti a candidatura a 25 de novembro de 2023, assim que o programa abriu. Em fevereiro de 2024 solicitei esclarecimentos sobre o estado da candidatura, onde fui informada de que deveria aguardar que a mesma passasse à fase de avaliação. Em março de 2023, comunicaram que a candidatura estava em fase de análise e, em outubro do mesmo ano, recebi a informação de que tinha sido aceite com sucesso e a seguinte mensagem "De forma a dar continuidade ao processo de atribuição do(s) Vale(s) Eficiência irá ser contactado, pelo Facilitador Técnico assim que este lhe for atribuído automaticamente", no entanto, nunca cheguei a ser contactada. Voltei a solicitar esclarecimentos em agosto de 2025 e recebi a seguinte informação "Deverá aguardar porque ainda não lhe foi atribuído um Facilitador Técnico". Ora, a atribuição desse facilitador técnico nunca aconteceu, tendo o programa sido interrompido em fevereiro de 2026, com o cancelamento da emissão de novos vales e sem comunicação direta aos candidatos do programa. Considero esta demora e falta de transparência inadmissíveis. Tendo sido criada uma expectativa de que iria beneficiar do apoio, nunca tendo sido alertada para qualquer risco de exclusão ou encerramento do programa. Aliás, a informação durante estes quase 3 anos foi sempre de que deveria aguardar. Ao fim de todo este tempo de espera, não só da minha parte, mas de todas as outras pessoas na mesma situação, o mínimo seria um esclarecimento mais detalhado e alguma compensação ou integração prioritária em futuras medidas de apoio. Pois, além da expetativa não correspondida, existe um prejuízo financeiro, uma vez que após este longo período de espera o custo deste tipo de investimento aumentou significativamente. O que seria um programa para ajudar as pessoas, tornou-se num engodo e só contribuiu para aumentar a precariedade energética que se vive em Portugal. Tendo em conta o impacto de um programa mal estruturado e gerido, aguardo analise e resposta da situação - ID de candidatura 015710. Com os melhores cumprimentos, AT

Encerrada
A. M.
24/07/2026

Reembolsos

Boa noite! Venho por este meio exigir resolução imediata pois no dia 18/7/2026 fiz uma compra no site da Amazon usando o vosso cartão de débito e posteriormente no dia a seguir pedi o cancelamento do artigo na Amazon e devolução do valor. Já falei com a Amazon por telefone e eles insistem que já deram vos autorização para devolverem o dinheiro. Não entendo é porque não aparece o movimento na conta do Novo Banco e falei hoje com uma assistente da linha de apoio do Novo Banco e também não lhe aparece a transação na qual há uns dias atrás aparecia. Exijo resolução imediata e mando o comprovativo da Amazon e do cartão que foi usado. Tenho este email da Amazon para vos comprovar ainda mais a situação. Os meus dados são: Ana Cristina Esteves Álvares de Miranda 220288879 916794104 Mais uma vez exijo resolução imediata. Grata pela atenção. Muitos cumprimentos, Ana Miranda

Encerrada
E. A.
24/07/2026

Pedido de reapreciação da candidatura PAES 2023 n.º 078989

Exmos. Senhores, Venho solicitar a reapreciação da decisão de anulação da minha candidatura n.º 078989 ao Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis (PAES) 2023. Adquiri o imóvel em janeiro de 2023, realizei a substituição das janelas em outubro de 2023 e submeti a candidatura enquanto era legítimo proprietário do imóvel. Na candidatura apresentei uma Caderneta Predial Urbana (CPU) com cerca de oito meses de emissão, quando o regulamento exigia uma antiguidade máxima de seis meses. Apenas fui notificado para apresentar uma CPU atualizada numa fase posterior do processo, altura em que o imóvel já tinha sido vendido (janeiro de 2025), tornando-se legalmente impossível obter uma CPU atualizada em meu nome. Perante essa impossibilidade, solicitei à Autoridade Tributária uma certidão oficial que comprova que era proprietário do imóvel na data de 30/10/2023, correspondente à data da intervenção, e submeti esse documento ao processo por entender, de boa-fé, que constituía prova oficial e inequívoca da minha titularidade na data relevante. Posteriormente fui informado de que a candidatura foi anulada por não ter explicado, durante a fase de contestação, que a impossibilidade de apresentar uma CPU atualizada resultava da venda do imóvel. Reconheço que esse esclarecimento poderia ter sido feito de forma expressa. No entanto, entendi que a certidão emitida pela Autoridade Tributária, enquanto documento oficial emitido pela entidade competente, demonstrava de forma suficiente a minha titularidade na data relevante, razão pela qual privilegiei a apresentação de prova documental oficial. Importa igualmente referir que toda a documentação relevante foi submetida dentro dos prazos estabelecidos, não estando agora a apresentar novos factos nem novos documentos, mas apenas a esclarecer a razão pela qual não foi possível apresentar a CPU atualizada. Durante todo o processo procurei colaborar de forma diligente, respondendo aos pedidos efetuados, apresentando toda a documentação oficial disponível e manifestando expressamente a minha disponibilidade para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que fossem considerados necessários. Assim, solicito que o Fundo Ambiental reaprecie a candidatura, considerando que os documentos comprovativos da minha titularidade à data da candidatura e da intervenção já constavam do processo e que a impossibilidade de apresentar uma CPU atualizada resultou exclusivamente da venda posterior do imóvel, não afetando o cumprimento dos requisitos de elegibilidade. Agradeço, por isso, que a decisão seja revista à luz da documentação já apresentada e do esclarecimento agora prestado.

Encerrada
M. M.
23/07/2026

Domusvenda - Ausência de resposta a pedido de esclarecimento sobre comunicação de responsabilidades

Exmos Senhores No dia 4 de junho de 2026, enviei à Domusvenda um pedido escrito a solicitar esclarecimentos sobre as responsabilidades de crédito que continuam a ser comunicadas em meu nome à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, com datas de entrada em incumprimento de setembro e outubro de 2001. Nesse pedido, solicitei a identificação da origem do alegado crédito, o fundamento jurídico para a Domusvenda ser detentora dessas responsabilidades, o processo judicial que justificaria a indicação de 'Em litígio judicial', a discriminação do valor em dívida e cópia da documentação que comprovasse essa comunicação. Anexei ainda cópia de uma decisão judicial onde ficou registada a desistência do pedido e a extinção da instância. Passado mais de um mês e continuei sem qualquer resposta por parte da Domusvenda. Fiz reclamação no Portal da Queixa no dia 8 de Julho de 2026. Recebi a seguinte resposta no dia seguinte; " Exma. Senhora Fernanda, "Acusamos a receção da sua comunicação, a qual mereceu a nossa melhor atenção. Antes de mais, apresentamos as nossas desculpas pela ausência de resposta ao pedido de esclarecimentos anteriormente apresentado, situação que será verificada de imediato junto do competente Departamento Administrativo, por forma a apurar os motivos subjacentes à falta de resposta e assegurar o devido acompanhamento do assunto. Relativamente ao processo em causa, informa-se que o crédito em apreço teve origem junto do Banco Santander Consumer Portugal, S.A., tendo sido posteriormente objeto de cobrança judicial no âmbito do processo executivo n.º 9614/04.9YYLSB, que correu termos no Tribunal de Lisboa – Secção-Geral de Execuções – 2.º Juízo – 2.ª Secção. Atenta a natureza das questões suscitadas na sua exposição, designadamente no que respeita à manutenção da informação comunicada à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, o processo foi remetido para análise pelo nosso Departamento Jurídico, a fim de ser apreciado o enquadramento jurídico da situação e a eventual necessidade de adoção das diligências que se mostrem legalmente adequadas. Logo que a referida análise se encontre concluída, entraremos novamente em contacto com V. Ex.ª, com a maior brevidade possível, prestando os esclarecimentos adicionais que se revelem pertinentes. Com os melhores cumprimentos,"...e não houve mais resposta. Entretanto, a empresa continua a comunicar estas responsabilidades à Central de Responsabilidades de Crédito, o que me está a causar sérios prejuízos e a afetar a minha reputação financeira, impedindo-me de aceder normalmente ao crédito. Considero que é totalmente inaceitável que esta situação se prolongue, principalmente sem qualquer resposta aos esclarecimentos pedidos nem apresentação de documentação que a justifique.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.