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Reclamações recentes

J. B.
08/08/2026

Recusa de cobertura de danos no pavimento da varanda

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio e intervenção da DECO relativamente à recusa da minha seguradora em assumir os danos causados no pavimento da minha varanda, na sequência de um episódio de tempestade e vento forte. Dados do seguro e do sinistro: Apólice: MR86091026 Processo de sinistro: 26MR039462 / 001 Data do sinistro: 07/02/2026 Coberturas contratadas: entre outras, proteção relativa a tempestades, quedas/quebras e danos estéticos. Durante a noite de 7 de fevereiro de 2026, num período de condições meteorológicas adversas, com vento muito forte e tempestade, um armário que se encontrava na varanda da minha habitação foi derrubado pelo vento. Na sequência da queda, o armário embateu violentamente no chão da varanda, provocando a quebra/rachadura de duas lajes cerâmicas do pavimento. O sinistro foi devidamente participado à seguradora, tendo inclusivamente enviado fotografias dos danos para documentar a situação. Contudo, a seguradora respondeu recusando a cobertura, alegando que a cobertura de tempestades exclui danos em bens ao ar livre. Na comunicação enviada, refere: “Efetivamente, a cobertura re Tempestades exclui danos em bens ao ar livre.” E conclui que o sinistro não se encontra coberto pela apólice, solicitando, ainda assim, o envio de um orçamento detalhado para reparação do pavimento. Venho, por isso, solicitar a apreciação da DECO relativamente a esta decisão, uma vez que considero que a fundamentação apresentada pela seguradora não corresponde à situação concreta ocorrida. Com efeito, o bem que estava na varanda e que caiu foi o armário, mas o prejuízo que estou a reclamar junto da seguradora não é o dano no armário, mas sim os danos provocados no pavimento da varanda, que faz parte da própria habitação. Ou seja, não estou a solicitar uma indemnização pela destruição de um bem móvel que estivesse ao ar livre. O que pretendo é a reparação de duas lajes do pavimento da varanda, que ficaram danificadas em consequência da queda do armário provocada pelo vento forte. Considero, portanto, que a simples invocação de uma exclusão relativa a “danos em bens ao ar livre” não parece, por si só, suficiente para justificar a recusa da reparação do pavimento, sendo necessário esclarecer se esta exclusão é efetivamente aplicável aos danos concretos reclamados e se existe alguma outra cláusula da apólice que exclua expressamente este tipo de situação. Acresce que a apólice inclui coberturas relacionadas com tempestades, quedas/quebras e danos estéticos, pelo que gostaria de obter uma análise independente sobre a correta interpretação das coberturas contratadas e das respetivas exclusões. Assim, solicito à DECO que me auxilie a avaliar: Se a recusa da seguradora está devidamente fundamentada face aos danos efetivamente reclamados; Se a exclusão referente a “bens ao ar livre” pode ser aplicada aos danos causados no pavimento da varanda, considerando que o pavimento é parte integrante da habitação; Se o ocorrido poderá estar abrangido por outra cobertura contratada, nomeadamente quedas/quebras, danos acidentais ou danos estéticos, caso estas coberturas sejam aplicáveis à situação; Se a seguradora deveria ter indicado de forma concreta a cláusula, artigo ou condição da apólice que fundamenta a recusa; E, caso se conclua pela existência de cobertura, quais os procedimentos que devo adotar para exigir à seguradora a reparação ou indemnização correspondente. Disponho das fotografias enviadas aquando da participação do sinistro, da comunicação de recusa da seguradora, da apólice/condições contratuais e poderei igualmente obter um orçamento detalhado para a substituição das duas lajes danificadas, conforme solicitado pela própria seguradora. Agradeço, assim, a análise desta situação e a orientação sobre a melhor forma de contestar a decisão da seguradora, caso se confirme que a recusa não está devidamente fundamentada nas condições efetivamente contratadas. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
F. G.
03/08/2026

Recusa de assistência para reparação de estore elétrico ao abrigo da apólice

Solicitei em 16/07/2026 assistência ao lar para reparação de estore elétrico ao abrigo da minha apólice MR8608428. Cancelaram/recusaram "por exclusão contratual" / "situação não coberta pela apólice". Segundo o operador, a minha apólice não cobre assistência ao lar para reparação de estores, apenas riscos elétricos. Pago 37,97€/ano por "Assistência Casa" com "trabalhos de reparação, inclui deslocação e 1h de mão-de-obra", "trabalhos de bricolagem, inclui deslocação e 2h de mão-de-obra", e "atendimento 24/7, com reparações feitas entre 8h e 20h dos dias úteis". Consta "trabalhos de reparação" e "bricolagem" e não consta nenhures não cobrir estores ou apenas cobrir riscos elétricos.

Resolvida
C. C.
29/07/2026

Cancelamento de apolice

Sou titular de uma apolice de seguro automovel, junto da OK seguros, com o numero 960063606 . Uma vez que o veiculo já não se encontra na minha posse contactei a companhia no sentido de cancelar a apolice em causa o que me foi negado

Em curso
S. P.
27/07/2026

Reclamação sobre o protocolo da DECO com a OK Teleseguros

Boa tarde, Na qualidade de associado da DECO, venho apresentar a minha profunda indignação relativamente à forma como fui tratado pela OK Teleseguros, empresa com a qual a DECO mantém um protocolo que, naturalmente, transmite aos associados uma imagem de confiança, transparência e respeito pelos consumidores. Contactei a OK Teleseguros com o objetivo de transferir dois seguros multirriscos habitação. Fui atendido pelo Sr. Filipe Rodrigues, que iniciou o processo de simulação. Após cerca de vinte minutos de recolha de informação, e quando o processo já estava a meio e bastante adiantado, fui surpreendido com a informação de que a companhia não aceitava segurar os meus apartamentos. O mais grave é que nenhum dos dois apartamentos apresenta qualquer historial de sinistros ou qualquer situação que justificasse, à partida, uma recusa desta natureza. Perante a minha insistência em obter uma explicação, o colaborador limitou-se a informar que existia um "bloqueio" no sistema, sem qualquer capacidade para esclarecer o motivo, dizendo apenas que alguém do apoio ao cliente me contactaria posteriormente. Algumas horas depois fui contactado por uma colaboradora, a Sr.ª Kepemby (peço desculpa, desconheço a grafia correta do nome), que se limitou a repetir, várias vezes, que a OK Teleseguros "efetua escolhas" e que, por esse motivo, não aceitava os meus apartamentos. Quando lhe perguntei, de forma muito simples, qual era a razão concreta dessa decisão, nunca me foi dada qualquer explicação. A resposta foi sempre exatamente a mesma, parecia uma Inteligência Artificial a falar sempre o mesmo discurso, recusando-se a indicar qualquer fundamento para a recusa. Considero este comportamento absolutamente inaceitável. Não é admissível que um consumidor perca tempo num processo de adesão para, no final, lhe ser comunicada uma recusa sem qualquer fundamentação. Mais grave ainda é verificar que ninguém na companhia consegue - ou quer - explicar os critérios utilizados para essa decisão. Enquanto associado da DECO, recorri precisamente a uma empresa protocolada convicto de que encontraria um serviço pautado pela transparência, seriedade e respeito pelos consumidores. Em vez disso, fui confrontado com uma atuação que considero arbitrária, opaca e profundamente desrespeitadora! Perante esta situação, não posso deixar de questionar a posição da DECO. Tem a DECO conhecimento de que os seus associados podem ser tratados desta forma por uma empresa com a qual mantém um protocolo?? Considera a DECO aceitável que uma seguradora recuse clientes sem apresentar qualquer justificação?? É este o nível de transparência e de respeito pelos consumidores que a DECO entende compatível com os protocolos que celebra?? Confesso que fiquei profundamente dececionado. A confiança que depositava na DECO e nos seus protocolos ficou seriamente abalada. Esperava muito mais de uma entidade cuja missão é defender os consumidores! Solicito, por isso, que a DECO analise esta situação junto da OK Teleseguros, me esclareça se este tipo de atuação é compatível com os princípios que regem os vossos protocolos e me informe quais as diligências que pretende adotar perante uma situação que considero extremamente grave. Fico a aguardar a vossa resposta. Obrigado pela atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
S. A.
23/07/2026

Reclamação – atendimento em pedido de simulação de seguro (parceiro OK)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao atendimento que me foi prestado esta semana, no âmbito de um pedido de simulação de seguro para um motociclo. Contactei inicialmente a DECO para obter a simulação, tendo-me sido indicado que contactasse diretamente a OK, uma vez que o formulário disponível no vosso site apresentava erro. Telefonei, solicitei a simulação e forneci todos os dados pedidos. Foi-me comunicado que o pedido teria de ser analisado pela área técnica e que a simulação me seria enviada posteriormente. Recebi, de facto, uma chamada a informar-me do valor e solicitei o envio por email, para poder decidir até ao final do dia. Ficou acordado que me contactariam pelas 18h00, o que não veio a acontecer. Perante isso, fui eu que voltei a ligar, já com a intenção de aceitar a proposta. Nessa chamada foi-me pedido que confirmasse novamente todos os dados e foi-me dito, uma vez mais, que o pedido teria de seguir para a área técnica — procedimento que já tinha sido cumprido anteriormente. Manifestei de imediato o meu desacordo, mas o processo avançou na mesma. Aguardei ao telefone cerca de trinta minutos, ou mais, para no final ser informada de que a simulação era afinal outra, com um valor superior ao que me tinha sido comunicado. Em síntese, registei: duplicação desnecessária de diligências já realizadas, incumprimento do contacto acordado, tempo de espera excessivo em linha e, sobretudo, alteração do valor previamente comunicado. Considero este procedimento pouco profissional e incompatível com o nível de serviço que se espera de um parceiro da DECO. Solicito, por isso, que a situação seja analisada e que me seja dada uma resposta sobre o sucedido, bem como sobre os critérios que justificaram a alteração do valor da simulação. Entretanto fiz o seguro com a Tranquilidade de acordo com a simulação. Fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Sandra Amaro

Em curso

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