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Seguro
Boa tarde, No dia 21 de maio de 2026, acionei o seguro por estar de baixa médica entre 6 de abril e 13 de junho. Fui constantemente solicitado a enviar documentos e exames médicos para justificar a baixa. Inicialmente, pediram apenas o certificado de incapacidade temporária, relatório médico e o último recibo de vencimento, mas, posteriormente, solicitaram também exames referentes a datas anteriores à assinatura do seguro. Estes pedidos prolongaram o processo por mais de dois meses. No fim, recebi a informação de que o sinistro não estava coberto, alegando que a situação de saúde já existia antes da subscrição, o que considero injusto, visto que o problema se agravou apenas depois do contrato. Quando solicitei uma cópia da apólice, recusaram entregar-ma e orientaram-me para a entidade onde celebrei o contrato de crédito e as condições do seguro. Tenho cumprido o pagamento das prestações porque pedi dinheiro emprestado. Guardo ainda exames que comprovam alterações clínicas relevantes antes e depois da assinatura do contrato. Fui obrigado a regressar ao trabalho, apesar das dificuldades sentidas como motorista profissional, por insistência da medicina do trabalho. Contactei a Cetelem devido à falta de esclarecimentos da seguradora, tendo-me sido dito que só teria contratado as coberturas para morte e invalidez definitiva, informação que contradiz as condições do meu contrato. Comprovei através da documentação que o seguro inclui ainda cobertura para incapacidade temporária para o trabalho e hospitalização por acidente. O telefonema onde dei autorização está gravado, conforme recomendado pela operadora. Destaco que tenho 55 anos e reuno os requisitos de idade para as garantias previstas. Além disso, cumpri devidamente todas as cláusulas e declarações necessárias à subscrição e entrada em vigor do seguro. Gostaria de ver a minha situação revista e obter respostas claras sobre os meus direitos enquanto segurado.
Cobrança indevida por artigo sem conformidade - PPRO PAYMENT SERVICES
Exmos. Srs. No passado dia 15 de Junho, efetuei um pagamento através do meu banco Millenium BCP para a compra de um artigo online do site gamma11s.com. O pagamento foi processado pela instituição financeira intermediária PPRO Payment Services S.A. (sediada no Luxemburgo), utilizando os dados constantes no meu extrato bancário.O vendedor enviou-me um artigo completamente errado e diferente do que foi encomendado e, de seguida, cortou todos os canais de comunicação. Na passada quinta-feira, enviei dois e-mails diretamente para os canais de suporte da PPRO Payment Services S.A. a denunciar a fraude e a solicitar a retenção dos fundos, mas fui totalmente ignorado pela empresa até ao momento.Apresento esta queixa por burla informática, uma vez que o sistema de pagamentos da referida entidade está a ser utilizado para fins fraudulentos em território nacional, lesando os consumidores sem que exista qualquer apoio ou controlo por parte do intermediário financeiro."
MODELO DE EXTINÇÃO DE ENCARGOS URGENTE
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar reposta à minha reclamação relativamente ao contacto urgente feito inúmeras vezes desde o dia 9/07/26. Sendo que não obtive resposta à comunicação que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta à mesma e que me seja enviado o modelo de extinção de encargos URGENTEMENTE pois estou a perder dinheiro cada dia que não o enviam. Cumprimentos.
Modelo de extinção de encargos não enviado
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar reposta à minha reclamação relativamente ao meu contacto com a empresa via e-mail por mais de duas semanas e com várias tentativas. Sendo que não obtive resposta à comunicação que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta à mesma. Cumprimentos.
Fidelidade não resolve sinistro (vidro partido) e linha de apoio diz que gestor não atende chamadas
Venho expor uma situação de total negligência e desrespeito ao consumidor por parte da Fidelidade, relativamente ao sinistro, que envolve a quebra grave de um vidro exterior na minha habitação na sequência da Tempestade Kristin. Por se tratar de um vidro exterior rachado, a segurança e habitabilidade da minha casa estão diretamente comprometidas. O processo arrasta-se sem solução devido a uma sucessão de falhas inaceitáveis por parte da seguradora: 1. Promessa de contacto incumprida: Na semana passada, após insistência minha, a linha de apoio ao cliente da Fidelidade garantiu-me formalmente que o gestor do sinistro entraria em contacto comigo num prazo máximo de 72 horas para dar andamento ao processo. Esse prazo terminou e a promessa foi completamente ignorada. 2. Rutura de comunicação interna: Hoje, dia 20 de julho de 2026, voltei a contactar a linha de apoio para exigir explicações pelo silêncio. Fui confrontado(a) com uma justificação surreal: os próprios assistentes da linha admitiram que o gestor responsável pelo meu processo simplesmente não atende as chamadas da linha interna da própria Fidelidade. Estamos perante uma empresa que não cumpre os prazos de atendimento que ela própria estipula e cujos serviços internos estão em total rutura, deixando o cliente com um vidro partido em casa e sem qualquer interlocutor disponível.
Problemas com oficina
Solicito a vossa intervenção jurídica face a uma situação de violação de direitos do consumidor, que envolve a seguradora Mapfre Portugal e a oficina recomendada Zeticar-reparações Auto Lda. 1. Enquadramento dos Factos:Fui vítima de um sinistro automóvel provocado por um terceiro segurado da Mapfre. A seguradora assumiu a responsabilidade, realizou a peritagem, escolheu a oficina (Zeticar) e agendou a reparação do capô da minha viatura. 2. O Problema (Defeito no Serviço):Menos de um mês após levantar o carro da oficina, a tinta aplicada no capô começou a lascar, o que evidencia manifesta falta de qualidade no serviço de pintura efetuado. Saliento que sou proprietário do veículo há vários anos e a pintura original do capô nunca apresentou qualquer defeito ou anomalia. 3. Irregularidades e Violação de Direitos:Recusa Ilegal de Garantia: Ao expor a situação, a Mapfre tentou descartar responsabilidades, remetendo-me para a oficina. Por sua vez, a Zeticar aceitou retocar a pintura, mas informou-me de que o trabalho não teria qualquer garantia posterior, alegando falsamente que o problema "já vinha de trás". Trata-se de uma violação direta do Decreto-Lei n.º 84/2021, que estipula a garantia legal de conformidade em reparações e serviços de consumo. Sendo a oficina imposta pela seguradora, ambas respondem solidariamente. Viatura de Substituição Inadequada: Para efetuar a nova reparação, necessito de uma viatura de substituição com 5 portas por imperativos logísticos e familiares. A Mapfre recusa garantir este critério, tendo sugerido que eu pague um aluguer do meu próprio bolso para posterior reembolso. Já informei a seguradora de que não tenho capacidade financeira para suportar esse encargo imediato. Na qualidade de terceiro lesado, não posso ser duplamente penalizado com custos adicionais para repor a minha rotina normal. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO para mediar junto das entidades e exigir: A repintura integral e correta do capô da viatura, salvaguardando o meu direito à respetiva garantia legal pós-reparação. A atribuição de um carro de substituição de 5 portas, sem qualquer encargo financeiro inicial para mim, durante o período de imobilização do veículo.
Venda de artigo com defeito
Comprei uma viatura na Rocha Automóveis Braga em janeiro e, desde então, só tenho tido problemas. O carro apresentou uma série de avarias logo desde o início. Já foi para reparar duas vezes e, mesmo assim, voltou sempre com os mesmos defeitos e ainda surgiram mais, incluindo agora uma preocupação séria com perda de óleo, óleo no depósito de água, óleo a sair pelo tubo de escape, ar condicionado descarregado, problemas de suspensão. Contactar o stand é uma tarefa quase impossível, pois enviam-me sempre para o chamado 'apoio ao cliente', que parece ser apenas uma pessoa, e raramente atende o telefone, não devolve chamadas, nem responde às mensagens. Nas poucas vezes em que consigo falar, encontro apenas desculpas e promessas adiadas. Já reportei estes problemas há cerca de dois meses e até agora só têm adiado a resolução. Já tive despesas com óleo, que dizem não me vão reembolsar, indo completamente contra a lei, que indica que toda e qualquer despesa proveniente de defeito do produto deve ser coberta pelo fornecedor. A viatura está atualmente no stand para reparação não o vou buscar até estar devidamente resolvido. Se continuarem a dificultar, vou avançar para a devolução do carro. Estou extremamente desiludido com a Rocha Automóveis Braga. A venda até pode ser tranquila, mas se precisarem de apoio pós-venda, preparem-se para uma experiência muito frustrante.
Encomenda não recebida
Exmos senhores Venho por este meio exigir a devolução do pagamento da encomenda não recebida. A empresa usa o nome da Prozis para efetuar vendas e não responde a nenhuma solicitação de informação. Cumprimentos
Pagamento de um pedido por Glovo que eu não fiz e sem querer não consegui recusar e foi feito o leva
Exmos. Senhores, No dia 19/07/2026, foi-me debitado o valor de 10,68 € referente a um pedido da Glovo Portugal que não efetuei. Quando tive conhecimento da situação, tentei recusar o pedido. No entanto, não sei se, por lapso, acabei por confirmar alguma ação involuntariamente. Apesar disso, o valor foi debitado da minha conta. Desconheço como foi possível este pedido ter sido associado ao meu número ou aos meus dados, uma vez que não fui eu quem o realizou. Gostaria, por isso, de solicitar a vossa ajuda no esclarecimento desta situação e, se possível, no reembolso do montante cobrado indevidamente. Embora o valor não seja elevado, a situação é preocupante, uma vez que se trata de um pedido que não fiz. Caso seja necessária qualquer informação adicional ou prova do débito efetuado, estou totalmente disponível para fornecer os documentos ou evidências que considerem necessários. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta.
Reclamação de decisão de acidente
Recebi resposta por parte desta seguradora em como sou o culpado de um acidente porque o outro segurado não assume a culpa perante os mesmos. Como é possível a seguradora pôr em causa a minha palavra e a participação da GNR? Quando a GNR chegou ao local do acidente, o segurado assumiu a culpa, conforme está registado. Só mais tarde, quando foi para assinar a documentação, mudou a sua versão e não foi verdadeiro. No momento inicial, admitiu a responsabilidade. Não consigo compreender como conseguem dar mais credibilidade ao segurado e colocar em causa a palavra de militares da Guarda Nacional Republicana.
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