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Fraude bancária sofrida e não ressarcimento por conta do banco
Olá, Venho, por este meio, reclamar e solicitar ajuda, relativamente a um conjunto de transações não autorizadas realizadas no cartão associado à minha conta Millennium BCP, as quais o banco se recusa a reembolsar, apesar de não ter apresentado qualquer prova técnica da suposta Autenticação Forte do Cliente (SCA) exigida pela Diretiva PSD2. 1. Resumo cronológico dos factos • Data das transações: 04/11/2025 • Transações indevidas: – 5,00 € – Coinbase – 45,00 € – Coinbase – 280,00 € – Revolut – 280,00 € – Revolut • Todas as transações foram efetuadas via Apple Pay. • O Millennium enviou um SMS de alerta por suspeita de fraude. Assim que recebi o alerta, contactei imediatamente o Millennium, declarei que não reconhecia nenhuma das operações e procedi ao bloqueio imediato do cartão, seguindo exatamente as orientações fornecidas pelo próprio banco. As transações encontravam-se inicialmente em estado “pendente”. Após a análise interna, o Millennium informou que: «as operações só poderiam ter sido efetuadas mediante Autenticação Forte enviada por SMS e/ou pelo aplicativo, pelo que são consideradas válidas.» Contudo, esta afirmação não corresponde aos factos: • não recebi qualquer SMS de autenticação forte, • não recebi qualquer notificação do aplicativo para autorizar operações, • não validei qualquer transação por biometria, código ou confirmação no Apple Pay, • never iniciei nem autorizei qualquer operação ou pagamento, • o único SMS recebido foi o alerta de possível fraude enviado pelo próprio Millennium. Além disso, importa referir que: Ao seguir a orientação do Millennium para bloquear de imediato o cartão, o mesmo foi automaticamente removido do Apple Pay, tornando impossível consultar posteriormente qualquer histórico de autorizações. Assim, apenas o banco detém os registos técnicos das operações, que até ao momento não foram apresentados. O Millennium não forneceu: • logs de envio e entrega de SMS, • registos do Device Account Number utilizado, • prova de autenticação biométrica ou por código, • identificação do dispositivo utilizado no Apple Pay, • logs de autorização no aplicativo, • timestamp detalhado de validação, • nem qualquer elemento técnico obrigatório em situações deste tipo. De acordo com a Diretiva Europeia PSD2 e com o Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento: 1. Cabe ao banco demonstrar que a operação foi autorizada pelo cliente. 2. O ónus da prova da Autenticação Forte é exclusivamente do banco. 3. Na ausência de prova técnica inequívoca, as transações devem ser reembolsadas. Até ao momento, o Millennium não apresentou qualquer prova técnica, limitando-se a declarações genéricas que não respondem às questões essenciais. Solicito, assim, a intervenção do Provedor, nomeadamente para: 1. Determinar que o Millennium apresente todos os registos técnicos associados às operações, incluindo: • logs de envio e entrega de SMS de autenticação forte, • registos de autenticação no aplicativo, • Device Account Number utilizado no Apple Pay, • confirmação do método de autenticação, • identificação do dispositivo, • timestamps completos, • eventuais IPs envolvidos. 2. Determinar a revisão da decisão, dado que não existe qualquer prova de que as operações tenham sido autorizadas pelo cliente. 3. Garantir que o processo seja analisado conforme a PSD2 e a legislação portuguesa aplicável, assegurando a proteção do utilizador de serviços de pagamento. Trata-se de um caso que me deixou profundamente inseguro quanto à proteção dos meus meios de pagamento. Segui todas as instruções do banco, apresentei provas, incluí o boletim de ocorrência policial, mas até ao momento não obtive qualquer esclarecimento técnico que sustente a decisão do Millennium. Segue também alguns anexos relevantes para a resolução do caso, como: • Prints do alerta do Millennium • Histórico de SMS da operadora (prova da ausência de autenticação forte) • Prints dos movimentos “pendentes” • E-mails enviados ao Millennium • Respostas do Millennium • Boletim de ocorrência policial • Documentos adicionais relevantes Agradeço a atenção e aguardo uma solução. Com os melhores cumprimentos, João Vieira
Cartão de Debito
Bom dia , ja algum tempo a esta parte que venho a ser contactado por esta empresa : SERVDBT, no sentido para pagar um cartão de credito passado pelo estinto BANCO ISPIRITO SANTO & COMERCIAL DE LISBOA, acontece que eu abri uma conta normal em 1998 no dito banco para o pagamento de um automovel, foi-me facultado um cartão de debito o qual praticamente nunca o usei pois a conta era para um automovel atravez de transferencia bancaria e o qual foi pago, e nunca em momento algum eu pedi ou requesitei um cartão de credito, ja me desloquei ao actual Banco hoje NOVO BANCO, aonde fui imformado que tal pedido e copias dos decomentos assim como o do cartão não consta nos arquivos do dito banco, ja espliquei o mesmo por varias vezes aos colaboradores da SERVDBT, que me apresetem decomentos do dito cartão e o pedido do mesmo pois o banco tem que ter esses decomentos, e nada, e gostaria de saber a vossa opinião e os tramitos legais que devo recorrer, obrigado
Pagamento não feito
Entrei de baixa por acidente de trabalho no dia 16/11 e ainda não recebi o pagamento do meu ordenado por parte da seguradora. Liguei na mesma depois de várias tentativas e quando consegui falar, dia 12/12 disseram que tinha ocorrido um erro e não teriam feito o processo de pagamento do meu sinistro. É um absurdo, iram pagar os juros das faturas atrasadas?
Não prestação de contas
Exmos. Senhores, No seguimento de anterior reclamação nesta plataforma e no livro de reclamações da própria empresa de gestão de condomínios - Coseli 2 -, verificamos que, chegados a dezembro, esta insiste em não fazer a reunião ordinária de condóminos que deveria ter tido lugar até março. Mais grave: havia-se comprometido a realizar uma reunião extraordinária em dezembro do passado ano para dar conhecimento das 'démarches' com o fito de recuperar montantes em dívida de proprietário que vendera o respetivo apartamento sem que as tivesse saldado. Não o fez. Apesar de múltiplos contactos pessoais, desde pelo menos maio, em que me chegaram a ser anunciadas datas para reunião ou intenções de a realizar em breve, a verdade que nunca esta foi convocada. Acrescente-se que há necessidade de obras e de discutir meio de angariar fundos para o efeito, problema que a empresa conhece perfeitamente, mas sem que aparente ter a mínima preocupação em resolvê-lo. Manifesta falta de profissionalismo gritante e somos levados a suspeitar da lisura na gestão dos fundos que lhe estão confiados. Cumprimentos.
Assunto: Falta de conformidade – Renault Zoe 50 Bv-11-FG
Venho apresentar reclamação contra Rocha Green Automóveis devido à falta de conformidade do veículo Renault Zoe 50 BV-11-FG recentemente adquirido, o qual apresenta uma autonomia real significativamente inferior ao anunciado e incompatível com o estado de saúde da bateria indicado. A autonomia prometida no ato da venda não corresponde ao desempenho real, tendo o veículo apresentado uma queda acentuada e incoerente de quilometragem e percentagem de bateria logo nos primeiros dias. A empresa tenta ainda alegar que não sou consumidor para afastar a aplicação da lei, apesar de a compra ter sido realizada como particular, com documentação e contrato emitidos em meu nome. Solicito intervenção urgente, substituição da bateria/veículo ou solução adequada. Obrigado
Burla - Contrato criado sem consentimento!
Exmos. Senhores, No dia de ontem, 10/12/2025, fui abordado por um colaborador da UNIBANCO chamado Rui no continente de Ponte de Lima, com o intuito de apenas ajudar a ganhar uma comissão e como seria “apenas preencher um pequeno formulário” que podia depois cancelar, assim o fiz. Percebi que pretendiam todos os meus dados, solicitaram o IBAN e o cartão de cidadão. Vi depois ao chegar a casa no e-mail, que usaram a minha assinatura do cartão de cidadão para assinar digitalmente a documentação/contrato sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou quaisquer cópias dos documentos assinados (pois não assinei nada, eles roubaram a minha assinatura do cartão de cidadão) e nem foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão/conta nesse momento, de forma a os poder consultar para verificar as condições e tomar uma decisão final referente ao cartão/conta da UNIBANCO. Violaram a ficha de informação normalizada como demonstra na página 14 do "contrato", eles assinalaram que me foi previamente entregue a ficha de informação normalizada, o qual é uma mentira. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Depois de receber ontem via email os documentos relacionados com a adesão do contrato, solicito, dentro dos 14 dias estipulados na Carta de Aceitação/Banco de Portugal, que cancelem o contrato e que não seja dada continuidade a este processo, pois não dei qualquer consentimento para tal e tenho livre direito de o revogar num prazo de 14 dias a receção do contrato. (Que foi ontem dia 10/12/2025) Não autorizo que seja realizada qualquer tipo de crédito/débito direto da minha conta bancária para a UNIBANCO ou da UNIBANCO para a minha conta bancária. O representante aldrabou informações pessoais como situação laboral, o qual selecionou contrato efectivo (talvez isto daria chance de aprovação do contrato), o qual é mentira e não tenho contrato efectivo no meu local de trabalho. Colocou um adiantamento de numerário a crédito de 250€, o qual não dei qualquer tipo de consentimento para este caso! Solicito o encerramento definitivo da minha conta e a cessação de qualquer tipo de vínculo com a UNIBANCO. Ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), assistem-me os direitos de eliminação dos meus dados pessoais (art.º 17.º) e de oposição ao seu tratamento (art.º 21.º). O não cumprimento destes pedidos constitui uma violação das obrigações legais em matéria de proteção de dados. Acresce ainda que, desde a abordagem feita pelo representante da UNIBANCO no Continente de Ponte de Lima a 10/12/2025, tenho verificado a falta de clareza e transparência no tratamento da minha situação, o que considero um ato inaceitável! Desta forma, peço o cancelamento total e imediato de qualquer conta ou relação contratual existente em meu nome com a UNIBANCO, bem como a eliminação integral dos meus dados pessoais de todas as bases de dados e sistemas da vossa instituição. Solicito igualmente que me seja enviada confirmação escrita por e-mail/carta/resposta via DECO Proteste, de que o referido cancelamento da conta/contrato/débito/crédito e a eliminação de dados foram devidamente efectuados, em conformidade com a legislação aplicável. Com os melhores cumprimentos,
Dinheiro desapareceu
Venho por este meio informar que fiz um depósito e este mesmo desapareceu da minha conta e não foi efetuada na plataforma. Ninguém quer saber nem dar resposta ao problema visto que não se dignam a responder nem no suporte nem por email. Sinto sinceramente que fui roubado. Cumprimentos... Bruno Santos
Crédito de automóvel
Venho por este meio reclamar uma situação de 2004 que na altura ficou resolvido, passados 20 anos , continuam afirmar que tenho dívida com esta empresa, tenho o meu nome no banco de Portugal, em que não posso fazer empréstimos , descobri esta situação porque queria fazer um empréstimo e que me foi negado, contactei a empresa via telefone, a que me atendeu super desagradável, arrogante, tentei explicar que a situação ficou resolvida a 20 anos atrás , fartou se de gritar comigo ao telefone mandei email com provas que eu não tenho nada haver com isso mesmo assim afirmam que tenho que pagar a dívida
Apoio ao cliente inexistente
Estou há 3 dias a tentar contactar o Banco Universo para conseguir amortizar o meu crédito e simplesmente ninguém atende, ninguém resolve, ninguém sabe dar uma resposta. O meu cartão está bloqueado por roubo, não tenho acesso à app, e mesmo assim o banco mantém-se completamente indiferente a uma situação urgente. É impressionante como, quando queremos resolver um problema, o Banco Universo desaparece. Mas basta ligar para pedir um novo crédito e atendem em segundos. Para venderem empréstimos, o atendimento é imediato; para resolver questões importantes e urgentes dos clientes, simplesmente não existem. Estou há dias a tentar uma solução mínima e contínuo sem qualquer apoio. Isto é um desrespeito total pelos clientes e demonstra falta de profissionalismo e organização. É inadmissível que um banco deixe um cliente completamente sem assistência, enquanto prioriza apenas quem quer contrair novos créditos.
Pedido de intervenção política urgente — falhas graves no Apoio Extraordinário à Renda
Exmo. Senhor Ministro da Habitação, Venho denunciar a situação inadmissível vivida no âmbito do Apoio Extraordinário à Renda, cuja gestão pelo IHRU tem sido marcada por atrasos graves, falta de respostas, erros de apuramento e ausência total de contacto com os cidadãos. Há mais de um ano que aguardo um apoio que cumpro todos os requisitos para receber. Os retroativos continuam por pagar, o cálculo está incorreto e as instituições recusam-se a dar qualquer esclarecimento. Enquanto o Governo anuncia medidas para beneficiar senhorios, nós, inquilinos que dependemos do apoio, somos deixados de lado sem respostas e sem garantias. Peço intervenção imediata para: Garantir o cumprimento dos prazos, Corrigir os valores em falta, Regularizar retroativos, Responsabilizar o IHRU pela má gestão. Esta situação ultrapassou todos os limites. Exijo respeito e ação concreta.
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