Reclamações públicas

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A. B.
11/07/2026

Viatura trocada no ato de entrega

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de assistência em viagem prestado na sequência da avaria da minha viatura. No dia (30-06-2026), a minha viatura, matrícula 00-20-NS foi rebocada em Vila Real pela empresa Pronto Socorro Europa para uma base deles, só depois de uns dias é que o meu mecânico me informou da entrega de uma viatura com a mesma marca e mesma cor em Águas Santas, Maia, através da assistência em viagem acionada pela Fidelidade. No dia 06-07-26 desloquei-me à oficina para verificar a viatura e reparei de que a mesma não se encontrava no local. Verifiquei inclusivamente a existência de uma viatura idêntica à minha, mas com matrícula diferente, situação que indicia um erro grave na identificação, transporte ou entrega da viatura. Causando-me sérios transtornos, prejuízos e privação da utilização do meu veículo. Além disso, tive que faltar a um dia de trabalho, dia 05 de Julho a sair do Porto para Faro para iniciar trabalho no dia 06, dia qual tive que andar preocupado a sair da viatura. Suportei despesas de deslocação para me dirigir à oficina sem conseguir levantar a viatura, despesas essas que não teria suportado se o serviço tivesse sido prestado corretamente. Assim, venho exigir: - Uma explicação escrita sobre os factos ocorridos e sobre a responsabilidade pelo sucedido; - O reembolso integral das despesas de deslocação já suportadas e das que venham a ser necessárias até à resolução do processo - A indemnização por todos os prejuízos decorrentes da privação do uso da viatura e por quaisquer outros danos que se venham a apurar em consequência deste incidente. Reservo expressamente o direito de reclamar judicialmente todos os danos patrimoniais e não patrimoniais que resultem desta situação, caso a mesma não seja resolvida de forma célere e satisfatória. Solicito uma resposta escrita com carácter de urgência. Com os melhores cumprimentos, André Lourenço Borges Rua de baixo n 3 Midoes

Encerrada
I. A.
10/07/2026

PÉSSIMOS!

A pior seguradora que já vi. Não cumprem com suas obrigações, tenho seguro vitalício por conta de um acidente de trabalho e eles estão me prejudicando não pagando o que deve ser pago. Se recusam e nem se quer explicam o por que, sendo que não há motivos a recusarem. Não contratem esse serviço, é terrível e não cumprem com o que devem e tentam nos enrolar o tempo todo. O pior é tentar entrar em contato com eles sem nenhum sucesso, maior descaso com as pessoas. Contratem qualquer outra seguradora, menos essa. Na imagem a cima foi a resposta da seguradora, sendo que o hospital está a mais de meses entrando em contato com eles com TUDO ESCLARECIDO, com todo o relatório e mesmo assim não agem. Isso é um descaso.

Encerrada
T. A.
10/07/2026

Cancelamento do seguro não autorizado

No passado dia 3 de julho, desloquei-me ao banco/acedi aos serviços e foi-me ativado um seguro sem o meu total esclarecimento e consentimento informado. Tendo detetado a situação, contactei o Millennium BCP para cancelar o serviço. Encontro-me dentro do prazo legal de 14 dias para exercer o meu Direito de Livre Resolução. No entanto, o banco está a recusar ou a dificultar o cancelamento imediato da apólice. Exijo a anulação do seguro e a devolução total de qualquer valor debitado.

Resolvida
M. A.
10/07/2026

reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Zurich Seguros face à recusa injustificada de reembolso das despesas relativas à substituição de um pneu rebentado, sinistro este que se encontra expressamente coberto pela minha apólice (Garantia 021.7 - Assistência em viagem). Os Factos: No passado dia 26 de junho de 2026, a minha viatura sofreu um dano num pneu, tendo a ocorrência sido imediatamente comunicada por email à Zurich no próprio dia, acompanhada de fotografias e do respetivo orçamento para validação e indicações de como proceder. O veículo encontrava-se imobilizado muito próximo de uma oficina de pneus. Por razões de manifesta eficiência e menor sobrecarga de custos para a própria seguradora, não foi necessário solicitar o envio de um reboque para deslocar a viatura por escassos metros. Em resposta, a Zurich limitou-se a invocar as exclusões contratuais (ponto 021.4), alegando que o serviço devia ter sido solicitado e autorizado previamente por telefone e executado pelos seus serviços, recusando o reembolso. Fundamentos da Reclamação: Transparência e Boa-Fé: A comunicação à seguradora foi feita previamente à reparação (email enviado a 26 de junho com o orçamento; a fatura final só foi submetida após a insistência burocrática). O cliente agiu de total boa-fé, aguardando instruções que tardaram em chegar. Mitigação de Danos e Eficiência: O facto de a oficina se situar junto ao local da imobilização tornou a ativação do reboque um ato redundante, dispendioso e desprovido de sentido prático. O processo interno da companhia ou a exigência rígida de um reboque "validador" não pode sobrepor-se ao objetivo principal do contrato de seguro: resolver o problema do segurado. Exceção de Impossibilidade Material/Força Maior: As próprias condições gerais transcritas pela Zurich preveem que "ficam garantidas as prestações que emerjam de casos de força maior ou de impossibilidade material demonstrada". Ter o carro imobilizado à porta de uma oficina constitui uma clara evidência prática que justifica a imediata reparação, sem necessidade de criar custos acrescidos de reboques à Zurich. Considero a posição da Zurich profundamente injusta e desproporcional. Os processos internos da companhia não devem servir de barreira para privar o cliente do usufruto de uma cobertura contratada e devidamente paga. Face ao exposto, solicito a reapreciação imediata do processo n.º 100103818 e o subsequente reembolso do valor da fatura já enviada aos vossos serviços. Com os meus melhores cumprimentos, Miguel Apolinário

Encerrada
A. S.
10/07/2026

Reclamação contra a Radius Telematics – Alteração unilateral de preços e impedimento de rescisão.

Venho apresentar reclamação contra a empresa Radius Telematics / Velocity relativamente aos serviços de localização GPS contratados. Sou cliente da empresa desde janeiro de 2024, tendo celebrado vários contratos para dispositivos GPS Atom B, todos com um período inicial de fidelização de 24 meses. Durante toda a relação contratual, cumpri integralmente as minhas obrigações, nunca tendo falhado qualquer pagamento por débito direto. Inclusivamente, fruto da minha satisfação inicial com o serviço, recomendei a empresa a vários novos clientes. Desde fevereiro de 2026, a faturação mensal tem vindo a aumentar de forma sucessiva e gradual, sem qualquer comunicação prévia, explicação ou pedido de consentimento. A minha mensalidade passou de cerca de 78 € para 91 € e, no mês de julho de 2026, ascende já a 126 €, encontrando-se atualmente todos os dispositivos a ser faturados a 13 € por unidade. Estas alterações foram efetuadas sem que me tivesse sido enviada qualquer comunicação válida a informar dos aumentos de preço ou dos respetivos fundamentos. De acordo com os próprios Termos e Condições da empresa, nomeadamente a cláusula 10.3, qualquer alteração de preços exige comunicação prévia de, pelo menos, 28 dias, conferindo ainda ao cliente o direito de resolver o contrato. Adicionalmente, as Confirmações das Ordens de Venda assinadas por mim indicam expressamente um período contratual de 24 meses, não contendo qualquer referência clara e destacada a uma renovação automática de fidelização por novos períodos de 12 meses. Entendo que qualquer interpretação que imponha uma nova fidelização sem o meu consentimento expresso e sem qualquer contrapartida económica constitui uma cláusula abusiva e contrária aos princípios da boa-fé, da transparência contratual e da proteção do consumidor. No dia 14 de Maio de 2026, apresentei à empresa um pedido formal de rescisão, cumprindo o pré-aviso contratual de 30 dias e solicitando o cancelamento de todos os contratos elegíveis, sem aplicação de penalizações ou cobranças adicionais. Contudo, a empresa continua a defender a existência de uma renovação automática de fidelização que nunca me foi devidamente comunicada nem aceite, ao mesmo tempo que procedeu a sucessivos aumentos de preços sem qualquer informação prévia. Solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de: Verificar a legalidade dos aumentos sucessivos e unilaterais dos preços praticados entre fevereiro e julho de 2026; Analisar a validade das alegadas renovações automáticas de fidelização; Garantir a cessação dos contratos após o período de pré-aviso de 30 dias, sem penalizações; Impedir qualquer cobrança indevida após a data de cessação dos contratos; Promover a restituição de quaisquer montantes que venham a ser considerados indevidamente cobrados. Anexo um dos contratos, sendo que todos são iguais. Reclamante: André Filipe Coelho e Sá

Resolvida
A. L.
09/07/2026

BURLA

Boa noite, Recebi uma mensagem do banco a indicar que iam bloquear o meu cartão devido a operações suspeitas. Tinha cerca de 925 euros na conta. Quando entrei na aplicação do banco, pediram-me para indicar onde queria receber o novo cartão, até aí tudo certo. No entanto, pouco depois, reparei que só tinha 4 euros na conta, sem ter autorizado nada. No dia 1 de julho, tentaram efetuar alguma operação, porque na aplicação do MB WAY, que só hoje instalei, apareceu uma mensagem de autorização expirada, mas no meu banco não me aparece nada relacionado com isso. Trabalhei um mês inteiro para ganhar este dinheiro e agora sinto-me completamente injustiçada com esta situação. Liguei ao banco e também enviei um e-mail ao casinoportugal.pt, nesse casino foi 920 euros e 1 euro na betclic, porque foi de lá que apareceu a indicação do levantamento do dinheiro. Neste momento não sei o que fazer, preciso de ajuda porque tenho contas para pagar.

Resolvida
P. F.
09/07/2026

Fraude por falta de segurança do banco

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado pelo Santander na sequência de uma alegada fraude bancária ocorrida na minha conta . No dia 1 de julho 2026, foi creditado na respetiva conta bancária o meu ordenado . No dia seguinte, ao deslocar-me a um restaurante próximo do local de trabalho para almoçar com colegas, tentei efetuar o pagamento da refeição com o cartão bancário, tendo a transação sido recusada por diversas vezes. Perante esta situação, consultei de imediato a aplicação do Santander no telemóvel e verifiquei, com enorme surpresa, que o saldo da conta tinha praticamente desaparecido, tendo sido efetuados vários movimentos que consumiram quase a totalidade do dinheiro que possuía na conta, sem qualquer autorização ou conhecimento da minha parte. Assim que me apercebi da situação, contactei imediatamente a linha de apoio do Santander para comunicar a ocorrência. No entanto, a chamada foi interrompida varias vezes antes de ser possível concluir o contacto. Face à gravidade dos factos, dirigi-me de imediato a um balcão do Santander, onde a situação foi comunicada, foi apresentada a respetiva participação e foi aberto um processo de investigação. Nesse mesmo dia, expus também ao banco a minha difícil situação financeira e solicitei apoio urgente, uma vez que o agregado familiar ficou privado de praticamente todo o rendimento mensal. Apenas com um ordenado não consigo fazer face às despesas essenciais da minha família, nomeadamente as despesas da habitação, o pagamento do centro de dia da minha mãe, que possui um grau de incapacidade de 60%, a pensão de alimentos, bem como todas as despesas inerentes ao sustento e educação do nosso filho de quatro anos. No dia 3 de julho 2026, apresentei igualmente queixa junto das autoridades policiais, comunicando formalmente a alegada fraude e colaborando com todos os procedimentos necessários à investigação. Desde essa data, continuo sem qualquer informação concreta sobre o estado da investigação, sem atualizações regulares e sem uma decisão relativamente ao processo. Acresce que fui posteriormente contactado pelo banco com a indicação de que devería enviar o telemóvel para análise por um técnico, suportado os próprios respetivos custos. Considero esta exigência totalmente injustificada, uma vez que sou vítima desta situação e não responsável pela alegada fraude. É igualmente importante referir que esta situação provocou graves transtornos pessoais, familiares e financeiros. Fiquei totalmente confrontado com a impossibilidade de pagar uma simples refeição por ter ficado, de forma inesperada, sem o dinheiro correspondente ao meu vencimento, situação que me causou evidente constrangimento e humilhação. Desde então, tenho vivido com enorme ansiedade e preocupação, sem saber como assegurar o cumprimento dos compromissos financeiros e garantir a estabilidade da minha família. Considero inaceitável a demora na resolução deste processo, a falta de acompanhamento por parte do Santander e a ausência de uma comunicação clara, transparente e fundamentada relativamente às diligências efetuadas e ao ponto de situação da investigação. Saliento que os próprios gestores de banco onde a minha conta esta entregue, nao mostraram empatia, muito menos interesse de ajudar o cliente, so se limitaram ao basico. Acresce que, para aceder à aplicação do Santander, é normalmente necessário um processo de autenticação de pagamento que inclui um código de verificação. Esse código que nao me foi enviado, nao tive qualquer conhecimento muito menos foi fornecido dados qualquer a terceiros. Apesar disso, as operações foram realizadas como se alguém tivesse conseguido aceder à conta, o que me causa enorme preocupação e levanta sérias dúvidas quanto à eficácia dos mecanismos de segurança implementados pelo banco. Perante estes factos, considero que os procedimentos de segurança que habitualmente são aplicados não funcionaram neste caso, ou revelaram-se manifestamente insuficientes para impedir operações completamente anómalas e não autorizadas. É, por isso, incompreensível que não tenha sido acionado qualquer mecanismo de autenticação reforçada ou emitido qualquer alerta perante movimentos de valor elevado e fora do perfil habitual de utilização da conta. Assim, solicito: A rápida conclusão do processo. A restituição integral dos montantes retirados da conta. A revisão da atuação do Santander neste processo, garantindo um acompanhamento adequado, diligente e respeitador dos direitos dos clientes que sejam vítimas de fraude. Esperamos que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes para defesa dos nossos direitos.

Resolvida
A. J.
09/07/2026

Burla informática

Exmos. Senhores, Fui vítima de burla informática. Acedi supostamente ao site da FLY, comprei 2 artigos, efetuei o pagamento por MBWAY, e não recebi qualquer confirmação do pagamento por e-mail. Ou seja, parece que clonaram o site da FLY e utilizaram supostamente a vossa plataforma para efetuar o pagamento. No MBWAY aparece PRO PAYMENT SER SA RUE BRAGANCE. Fiz um pagamento de 62, 46€.

Encerrada
R. D.
09/07/2026

Transferência abusiva

No passado dia 1 de Julho fizeram uma transferência no valor de 997.99 da minha conta através do caixa directa onde nunca tinha feito pagamentos ou transferências é sempre por multibanco sem ter o cartão matriz e sem o banco pedir uma segunda verificação o banco tem o nome e o iban da conta para onde foi feita a transferência apresentei queixa às autoridades e peço a devolução do valor por sentir que o meu dinheiro não está seguro

Em curso
P. R.
09/07/2026

Fraude

Exmos. Senhores, no dia 03/07 alguém fez uma operação através da APP universo em meu nome sem que eu tenha tido conhecimento (Anexo 1). Entrei em contacto com a linha de apoio para fraudes do Universo e solicitei que a minha conta fosse bloqueada por segurança. A resposta que obtive foi que a conta tinha sido bloqueada e que não era possível fazer mais operações na mesma. No dia 06/07 alguém fez uma nova operação (anexo 2) sem o meu conhecimento ou consentimento mesmo tendo a conta bloqueada. Solicito o cancelamento das operações não autorizadas por mim e uma explicação para o facto de haver operações com a conta bloqueada. Cumprimentos.

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