Reclamações públicas

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M. V.
04/12/2025

Reparação mal executada

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativa ao processo de reparação do meu iPhone 15 Pro Max, realizado através da Domestic & General, processo esse que se revelou ineficaz, incompleto e prejudicial para a qualidade e o valor do equipamento. No dia 18 de julho de 2025 participei o primeiro sinistro após ter partido o ecrã traseiro do telemóvel. Fui informada de que o equipamento seria recolhido na minha morada, o que nunca aconteceu, sem que me fosse dada qualquer explicação. Mais tarde, vim a saber que a não recolha se deveu ao facto de ser necessário desativar a localização do iPhone por um método específico — informação que nunca me foi comunicada por qualquer elemento da vossa equipa. Perante a ausência de recolha e de esclarecimentos, acabei por entregar o telemóvel diretamente na loja Worten, local onde o comprei. Após esta primeira reparação, o equipamento regressou com peças compatíveis e não originais, facto que nunca me foi informado nem autorizado, e regressou também com a reparação do vidro traseiro por concluir, sendo este precisamente um dos motivos iniciais da participação. Além disso, ninguém me informou de que o equipamento já se encontrava disponível na loja; só o descobri quando contactei a Worten por iniciativa própria. Na prática, o telemóvel foi devolvido sem estar devidamente reparado e com componentes que não correspondem aos originais, afetando a sua integridade e o seu valor de mercado. Dado que o problema persistia, apresentei nova participação de sinistro no dia 4 de agosto de 2025. O equipamento seguiu então para a vossa equipa técnica. Solicitei o relatório técnico e verifiquei que, apesar de ter sido substituído o ecrã, continuam a registar-se problemas de funcionamento. O próprio relatório refere que o ecrã instalado é de origem desconhecida, que não mantém as mesmas características do original e que a reparação do vidro traseiro continua por concluir. A sensibilidade do ecrã não corresponde à de fábrica e o equipamento não apresenta a qualidade e o desempenho originais. Na passada quarta-feira fui novamente levantar o telemóvel e constatei que, mais uma vez, nada ficou resolvido, mantendo-se os mesmos problemas e permanecendo instaladas peças não originais. Estas situações tiveram consequências diretas: a Worten recusou a retoma do telemóvel por conter peças da concorrência, e, ao tentar vendê-lo a título particular, constatei que o valor de mercado está reduzido em mais de 50%, precisamente devido à substituição de peças originais por peças não genuínas - algo que ocorreu no âmbito do vosso seguro e sem o meu consentimento. Face ao exposto, não aceito uma nova reparação, uma vez que já ficou demonstrado que o problema não foi resolvido em duas tentativas e que, pelo contrário, o equipamento foi desvalorizado e adulterado. Assim, ao abrigo do disposto no Artigo 18.º, n.º 4, do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, venho exigir o reembolso integral do valor do telemóvel, dado que a falta de conformidade subsiste após duas reparações e que foram utilizadas peças não originais, afetando significativamente a qualidade e o valor do bem.

Encerrada
Y. F.
04/12/2025

Reclamação contra o Novo Banco por operações não autorizadas realizadas via MB WAY / Cartões Virtuai

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o Novo Banco, na qualidade de consumidor, relativamente a seis operações não autorizadas, no total de 9.600€, realizadas no dia 8 de outubro de 2025, através de cartões virtuais MBNET gerados via MB WAY, sem o meu conhecimento ou consentimento. No próprio dia 8 de outubro, durante a madrugada, uma sessão de acesso foi iniciada por um dispositivo totalmente desconhecido, tendo esse acesso ocorrido cerca da 01:30–01:40, quando eu já me encontrava a dormir. Posteriormente verifiquei no MB WAY a existência de: • Um dispositivo estranho registado, • O horário exato do login, • A criação de cartões virtuais MBNET, • E as seis operações que correspondem exatamente aos débitos do meu extrato do Novo Banco. O Novo Banco recusou o reembolso alegando que as operações tiveram “autenticação forte” via MB WAY. Contudo, esta justificação não analiza nenhum dos elementos técnicos essenciais, tais como IP, dispositivo, localização, horas de acesso ou correspondência com o meu padrão habitual de utilização. Recordo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018 (PSD2) e do Regulamento (UE) 2015/2366, o consumidor não pode ser responsabilizado por operações não autorizadas, exceto em casos de fraude — algo totalmente inexistente — e que o banco tem obrigação legal de reembolso imediato quando o cliente nega a autoria das operações. Adicionalmente, registam-se irregularidades graves: 1. No dia 11 de outubro, o banco debitou as seis operações; 2. No dia 10 de outubro, os débitos tinham desaparecido do extrato e o saldo estava correto; 3. No dia seguinte, os débitos voltaram a aparecer, sem explicação. Trata-se de uma situação que indica falhas graves no processo interno do banco e na prestação de informações ao consumidor. Perante o exposto, solicito à DECO: • A intervenção junto do Novo Banco; • A análise completa da situação com base na legislação aplicável; • A exigência de que o banco forneça logs técnicos completos (IP, dispositivos, horas de acesso, detalhes de autenticação MB WAY); • E o reembolso imediato dos 9.500€ indevidamente retirados da minha conta. Agradeço desde já todo o apoio possível, considerando que esta situação me colocou num estado de grande vulnerabilidade financeira.

Encerrada
I. F.
03/12/2025

Encomenda não recebida

Boa tarde, Onde fiz uma encomenda de uma Caixa de areia inteligente para Gato na cor preta com cinzento no comerciante Blackfriday Portuguesa por 24€. Hoje verifiquei que este comercial é alvo de compras fraudulentas e usam o vosso meio de pagamento. Entidade 45648. Se for necessária mais alguma informação digam Assim, agradeço a devolução do valor. Aguardo resposta. Obrigado.

Resolvida
A. V.
03/12/2025

Pagamento ref multibanco

Boa tarde Comprei umas peças no aplicação “ tesouros da Júlia” não recebi a encomenda. Vários e-mail trocados o que no último referem que vão devolver 80% do valor . Até hoje não o efetuaram. O valor de 30,56€ foram par Joao Azevedo entidade 45648, em 2025/10-07. Agradeço averiguação da veracidade da paginei. Cumprimentos. Ana Veloso

Resolvida
M. B.
03/12/2025

Pedido Urgente e Formal de Recibo(s) de Quitação – Dívida Endesa (Valor: 488,52€)

Assunto: Pedido Urgente e Formal de Recibo(s) de Quitação – Dívida Endesa (Valor: 488,52€) ​Exmos. Senhores da INTRUM, ​Venho por este meio reiterar, com a máxima urgência e formalidade, o meu pedido de emissão dos recibos de quitação referentes ao pagamento integral do acordo de dívida que mantinha com a Endesa, e que foi gerido e cobrado pela V. Exas., no montante total de 488,52€. ​Os pagamentos foram devidamente liquidados conforme o acordado e os respetivos comprovativos de transferência já vos são do conhecimento. ​1. Contradição Legal na Recusa de Emissão: ​A vossa recusa em emitir o(s) recibo(s), sob a justificação de que os comprovativos de transferência são suficientes e que devo contactar a Endesa, contraria frontalmente o disposto na lei portuguesa, nomeadamente: ​Código Civil (n.º 1 do artigo 787.º): O devedor (eu) tem o direito legal de exigir a quitação por parte de quem recebe a prestação. ​Código Comercial (artigo 476.º): Não pode ser recusado ao comprador o recibo do preço desembolsado. ​2. Responsabilidade de Emissão: ​Uma vez que a Intrum foi a entidade que me cobrou, acordou e recebeu efetivamente os pagamentos, solicito que assumam a responsabilidade de emitir e enviar, de imediato, qualquer um dos seguintes documentos: ​Opção A: Os recibos individuais de cada parcela paga no âmbito do acordo. ​Opção B: Um único Recibo de Quitação final, declarando a extinção da dívida no valor total de 488,52€ junto da Endesa. ​3. Diligência Necessária: ​Informo que tentei contactar a Endesa por várias vezes (três contactos diferentes) sem sucesso. Independentemente da relação entre V. Exas. e a Endesa, é vossa responsabilidade assegurar que o comprovativo legal de quitação chegue até mim. ​A não emissão do documento de quitação pode configurar uma infração grave ao Regime Geral das Infrações Tributárias (RGIT). ​Aguardo a resolução imediata desta situação e o envio do(s) recibo(s) no prazo máximo de 48 a 72 horas. Caso o meu direito legal não seja satisfeito, serei forçada a recorrer às entidades competentes (como o Centro de Arbitragem) e às vias judiciais para garantir o meu direito. ​Com os melhores cumprimentos, E-mail: MARYPOSTAL@HOTMAIL.COM Dívida Relativa: Endesa Valor Total Pago: 488,52€ 03 de Dezembro de 2025. PAGAMENTOS : 1° Parcela: 16/09/2025 Canal MBWAY Pagamento com Telemóvel valor €162,84. 2° Parcela: 28/10/2025 Canal MBWAY Pagamento com Telemóvel valor €162,84. 3° Parcela: 28/11/2025 Canal APP Novo Banco valor €162,84.

Encerrada
R. C.
03/12/2025

retirada de fundos não autorizados

Boa tarde foi me retirado um valor de 169,99€ da minha conta sem a minha autorização, por indicação do meu banco as 4h da madrugada de dia 30 de novembro. Segue o comprovativo da saída de fundos da minha conta indevidamente. Peço a devolução do montante o mais breve possível. Peço que me facultem o vosso livro de reclamações e o mail ao provedor.

Encerrada
J. L.
02/12/2025

Burla

Não abram conta no Novo Banco. Se vierem a ter problemas vão logo sonegar o dinheiro aos clientes. Têm ADN de sonegadores. Fizeram-me a transferência de ordenado dia 26-11-2025 e até hoje dia 2-12-2025 não recebi nada. Aproveitaram-se do fim de semana e feriado e não transferiram o dinheiro que deveria receber dia 27-11-2025. São sonegadores e sempre hão-de ser. Aproveitam todos as chances mais ínfimas para assaltar. Está no ADN. Quero o meu dinheiro com juros sonegadores.

Encerrada
N. G.
02/12/2025

Seguro Cartão Wizink

Boa tarde, Recebi a carta da metlife do qual o meu espanto de recusarem o sinistro de desemprego porque enquadra-se no art 26 revogação do contrato de trabalho por mútuo acordo onde no meu modelo 54490 diz cessação de posto de trabalho. Gostava que reavaliassem esta situação com urgência visto estar na mesma situação em outra seguradora e foi aceite. Não podem haver 2 versões para a mesma situação. Trabalhei o meu último emprego na Allianz tarde e já confirmei a vossa ilegalidade.

Resolvida

IHRU marca reclamações como “resolvidas” sem resolver absolutamente nada — falta de respeito total

O IHRU voltou a demonstrar uma conduta totalmente vergonhosa e desrespeitosa para com os contribuintes. As minhas reclamações no Portal da Queixa foram dadas como “resolvidas”, quando na verdade NADA foi resolvido. O IHRU: não respondeu a nenhum dos meus emails, não me contactou por telefone, não analisou o meu processo, não corrigiu o apuramento errado dos meus rendimentos, não efetuou os retroativos que estão em dívida desde janeiro de 2024, não deu qualquer explicação, limitou-se a escrever o habitual texto padrão: “as reclamações deverão ser apresentadas pelos canais oficiais”. Ora, eu já utilizei todos os canais oficiais dezenas de vezes, sempre com documentos, comprovativos e informação completa — e NUNCA obtive uma resposta real. O que o IHRU faz não é apenas má qualidade de serviço. É um vício institucional, uma prática sistemática de ignorar cidadãos vulneráveis, como se a vida das pessoas não tivesse valor. Marcar queixas como “resolvidas” apenas para limpar estatísticas é uma prática profundamente antiética, inaceitável e abusiva. Isto não é falta de pessoal. Isto é falta de responsabilidade, falta de transparência e falta de respeito. Tenham vergonha. Exijo: análise séria, resposta humana, correção dos erros no apuramento, e pagamento imediato dos retroativos que me pertencem legalmente. Chega de serem intocáveis enquanto prejudicam cidadãos que tentam apenas sobreviver.

Encerrada
D. P.
02/12/2025

Fundo Ambiental

Exmo Srs. Venho por este meio expor a minha situação e solicitar o desbloqueio urgente do meu voucher atribuído no âmbito do Programa E-Lar, devido a uma falta de clareza nas definições do programa que me está a impedir de usufruir do apoio. Os factos: Fui considerado elegível para o apoio e foi-me atribuído um voucher no valor de 600€ sob a tipologia "Conjunto (placa + forno)". Ao dirigir-me a um fornecedor aderente para efetuar a compra, fui informado que não poderia adquirir uma Placa de Indução e um Forno Elétrico separados (de encastrar), sendo obrigado a adquirir um equipamento tipo "monobloco" (fogão tradicional). A minha cozinha, tal como a grande maioria das cozinhas modernas, está preparada para equipamentos de encastrar (placa e forno independentes). A instalação de um fogão tradicional implicaria obras estruturais na bancada, o que não é o objetivo deste apoio. A Reclamação: Falta de Informação Clara: Em nenhum momento, durante o preenchimento do formulário ou na consulta do regulamento simplificado (FAQS), foi explicitado que a opção "Conjunto" se referia exclusivamente a um equipamento de peça única (fogão) e excluía a compra de placa e forno separados que, funcionalmente, constituem igualmente um conjunto de cozinha. Realidade de Mercado: A opção "Conjunto" foi por mim selecionada na boa-fé de que se referia à substituição de ambos os equipamentos (placa e forno a gás) por elétricos. Impedir a compra de duas unidades separadas que perfazem o mesmo objetivo de descarbonização é uma barreira burocrática injustificada. Aguardo por indicações o mais célere, visto que o voucher tem prazo de validade a decorrer. Com os melhores cumprimentos. Daniel Pereira

Encerrada

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