Reclamações públicas

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A. M.
03/08/2026

Banco Montepio - Transferências bancárias não autorizadas e ausência de resposta

Venho por este meio apresentar reclamação relativa a 30 transferências bancárias não autorizadas, realizadas a partir da nossa conta n.º 147.10.005616-6 no Banco Montepio (Balcão de Rio Maior), nos dias 2 e 3 de julho de 2026, no valor total de € 205.000,00. Estas operações foram precedidas de pelo menos 11 SMS de "Adesão Montepio24 Empresas" que não solicitámos, recebidos num período de poucas horas no dia 2 de julho. O nosso contrato prevê a suspensão automática de acesso ao fim de apenas 3 tentativas de acesso inválido, não houve qualquer bloqueio. Não introduzimos nem partilhámos qualquer código de acesso. As transferências destinaram-se a 21 beneficiários que não reconhecemos, com contas em Portugal, Espanha e Irlanda, sem qualquer relação com a nossa atividade de comércio de pneus. Apresentámos queixa-crime junto das autoridades competentes (04/07/2026) e reclamação formal junto do Banco Montepio (16/07/2026, referência 5145/26/R), ao abrigo dos artigos 113.º a 115.º do Decreto-Lei n.º 91/2018, que atribuem ao banco o ónus da prova e o dever de reembolso imediato em casos de operações não autorizadas. Desde então, enviámos já quatro comunicações escritas ao banco (16, 17, 24 e 30 de julho de 2026), incluindo pedidos de urgência com prazo. Até à presente data, não recebemos qualquer reembolso, nem resposta escrita e fundamentada a nenhuma destas comunicações. Esta situação está a agravar de forma significativa a situação financeira da nossa empresa.

Encerrada
F. G.
03/08/2026

Recusa de assistência para reparação de estore elétrico ao abrigo da apólice

Solicitei em 16/07/2026 assistência ao lar para reparação de estore elétrico ao abrigo da minha apólice MR8608428. Cancelaram/recusaram "por exclusão contratual" / "situação não coberta pela apólice". Segundo o operador, a minha apólice não cobre assistência ao lar para reparação de estores, apenas riscos elétricos. Pago 37,97€/ano por "Assistência Casa" com "trabalhos de reparação, inclui deslocação e 1h de mão-de-obra", "trabalhos de bricolagem, inclui deslocação e 2h de mão-de-obra", e "atendimento 24/7, com reparações feitas entre 8h e 20h dos dias úteis". Consta "trabalhos de reparação" e "bricolagem" e não consta nenhures não cobrir estores ou apenas cobrir riscos elétricos.

Resolvida
C. B.
02/08/2026

Cancelamento de apólice

Cancelar apólice AW70100895 trotinete comprado na Worten. Todos os meios fornecidos pelo site da D&G dão erro ou não conseguem concluir e isso já vai por meses

Encerrada
V. C.
01/08/2026

cobrança abusiva

Santander cobra sucessivas comissões de descoberto geradas pelos próprios encargos bancários Venho reclamar da atuação do Banco Santander relativamente a uma conta empresarial que praticamente não chegou a ser utilizada. A conta não registou compras, levantamentos, pagamentos a fornecedores, débitos diretos ou transferências para terceiros. As únicas entradas foram transferências realizadas para pagar ou impedir a acumulação das próprias comissões bancárias. Apesar da ausência de utilização operacional, o Santander debitou sucessivamente: comissões de gestão; Imposto do Selo; juros de ultrapassagem de crédito; duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no valor de 39,95 € cada; os respetivos impostos e encargos associados. O problema principal é que os saldos negativos não foram provocados por qualquer operação realizada pelo cliente. Resultaram dos próprios encargos debitados pelo Banco. A sequência foi a seguinte: 1. O Santander debitou comissões de gestão e impostos; 2. Esses encargos colocaram a conta em saldo negativo; 3. O Banco cobrou uma Comissão de Crédito Não Pré-Contratualizado de 39,95 €, acrescida de 1,60 € de Imposto do Selo; 4. Foram transferidos 55 € para regularizar a conta; 5. Apesar dessa regularização, o Santander voltou a cobrar outra comissão de 39,95 €, acrescida de imposto, juros e outros encargos; 6. A conta voltou novamente a ficar negativa exclusivamente por efeito dos débitos realizados pelo próprio Banco; 7. Para impedir que o ciclo continuasse, foi necessário transferir mais 50 €. No total, foram transferidos 110 € para uma conta que não teve qualquer utilização comercial ou operacional. Os encargos bancários visíveis ascendem a 91,54 €, correspondentes exclusivamente a comissões, impostos e juros. Depois da última transferência, o saldo disponível passou a ser de 18,46 €, confirmando que: 110,00 € transferidos – 91,54 € debitados pelo Banco = 18,46 €. A própria aplicação mostra o saldo disponível de 18,46 €, bem como a transferência adicional de 50 €, as comissões de 39,95 €, o Imposto do Selo e os juros debitados. Esta correspondência demonstra que o dinheiro transferido para a conta foi consumido exclusivamente pelos encargos do Santander. Já foi apresentada reclamação formal através do Livro de Reclamações Eletrónico. Contudo, a resposta do Santander limitou-se a afirmar que as comissões estavam previstas no contrato e no preçário. Essa resposta não esclareceu a questão essencial: qual foi a operação concreta realizada pelo cliente que originou cada alegada entrada em descoberto? O Banco não identificou: qualquer compra, levantamento, pagamento ou transferência que tivesse provocado o descoberto; a operação concreta que originou cada utilização de crédito; o saldo disponível imediatamente antes de cada comissão; a identidade do ordenante da alegada operação; a razão pela qual uma comissão debitada pelo próprio Banco pode criar o saldo negativo que dá origem a outra comissão. A simples existência de uma comissão no preçário não demonstra que se verificou o pressuposto concreto necessário para a sua cobrança. Também surgiram na aplicação movimentos apresentados com data do primeiro dia útil seguinte, embora já estivessem refletidos no saldo disponível. Compreendo que isso possa resultar do tratamento contabilístico do fim de semana, mas solicitei ao Banco que esclarecesse a data da operação, a data de contabilização, a data-valor e o período considerado no cálculo dos juros. Foi igualmente solicitado o encerramento definitivo da conta. A conta encontra-se atualmente com saldo positivo, pelo que não existe qualquer saldo devedor reconhecido que justifique o atraso do encerramento. Considero que esta situação constitui um ciclo de cobranças manifestamente desproporcionado: 1. O Banco cobra uma comissão; 2. A comissão coloca a conta em saldo negativo; 3. O saldo negativo origina outra comissão de 39,95 €; 4. O cliente transfere dinheiro para regularizar; 5. O Banco volta a cobrar novos encargos; 6. A conta volta a ficar negativa. A transferência adicional de 50 € foi efetuada exclusivamente para impedir a acumulação de novas comissões e juros, sob protesto e sem reconhecimento da legitimidade das quantias cobradas. Pretensão Solicito: 1. O estorno das duas Comissões de Crédito Não Pré-Contratualizado, no total de 79,90 €; 2. O estorno dos respetivos impostos, juros e encargos associados; 3. A restituição mínima de 83,42 €, sem prejuízo da reapreciação das restantes comissões; 4. A identificação concreta da operação que alegadamente originou cada descoberto; 5. A interrupção imediata da cobrança de novas comissões, juros e impostos; 6. O encerramento definitivo da conta sem novos encargos; 7. A transferência do saldo final e das quantias restituídas para outra conta; 8. Uma resposta escrita, concreta e fundamentada, que não se limite a reproduzir genericamente o preçário. Pretendo ainda deixar um alerta a outros clientes: uma conta praticamente sem utilização pode transformar-se num ciclo burocrático de comissões, impostos e juros difícil de interromper. Recomendo que analisem cuidadosamente todas as condições, acompanhem frequentemente os movimentos e guardem comprovativos de todas as transferências e comunicações com o Banco.

Encerrada
L. S.
01/08/2026

transferencia de 750 euros cobrada e nao efetuada

dia 24 de julho de 2026 me cobraram 750euros no meu cartao e nao concluirao a transferencia para a minha propria conta no brasil,

Encerrada

Demora na resolução e informação

Assunto: RECLAMAÇÃO URGENTE: Ausência de resposta a Sinistro Habitação e Falha Geral de Canais – Apólice n.º 0010825309. Venho por este meio apresentar reclamação formal face à total ausência de assistência e resposta relativamente ao sinistro habitação participado no passado dia 19 de julho, referente à apólice supracitada. No seguimento do vosso pedido, enviei a descrição completa dos danos para o email linhasinistros@tranquilidade.pt. Até à presente data, não obtive qualquer confirmação sobre o processo nem sequer o número do respetivo processo, ponto de situação ou agendamento de peritagem, violando as recomendações de boas práticas da ASF relativas ao prazo de primeiro contacto. Num dos emails chamei a atenção para a urgência da peritagem porque no caso de chuva haveria infiltrações na minha moradia e do vizinho podendo acarretar grandes prejuízos. Adicionalmente, reporto uma falha grave nos vossos canais de suporte: 1. A Área de Cliente (App e Web) rejeita as minhas credenciais e impede novo registo por "dados incorretos". 2. O vosso serviço de atendimento telefónico falhou o compromisso gravado de retornar a chamada no prazo de 48 horas (solicitado a 29 de julho). 3. Hoje, após espera em linha de mais de 30 minutos, fui finalmente atendido telefonicamente não havendo da parte do assistente capacidade para me prestar as informações necessárias relativamente ao sinistro em causa. Fiquei muito preocupado por constatar que o meu processo tem andado à deriva, perdido na seguradora. Fiquei finalmente a saber o Nº do Processo. Perante o pagamento integral e pontual de uma anuidade generosa, exijo: • O agendamento imediato da peritagem técnica ou regularização direta dos danos. • A reposição do meu acesso digital à apólice. • Um contacto telefónico célere e efetivo para o número 965523014. Efetuei a mudança de seguradora pelas referências recolhidas na DECO PROteste. Lamento que uma entidade que se diz defensora dos consumidores faça publicidade a uma seguradora nada credível e que não tem qualquer respeito pelos clientes. Deveriam rapidamente rever a Vossa política de publicidade e apoio. Adriano Freitas Costa

Encerrada
B. T.
31/07/2026

Cobrança indevida

Venho apresentar uma reclamação contra a JobLeads devido às cobranças efetuadas após o cancelamento da minha subscrição. Após cancelar o serviço, continuei a receber cobranças que considero indevidas. Apesar de ter tentado resolver a situação, a empresa manteve a exigência do pagamento e, posteriormente, encaminhou o caso para uma empresa de cobrança. Ao pesquisar sobre a JobLeads, constatei que existem inúmeros consumidores a relatar situações idênticas, envolvendo cobranças após o cancelamento da subscrição e dificuldades na resolução do problema. Isto demonstra que não se trata de um caso isolado. Embora tenha decidido efetuar o pagamento apenas para evitar o agravamento da situação e o prosseguimento das cobranças, esse pagamento não significa que reconheça a dívida como legítima nem que concorde com a atuação da empresa. Solicito que esta reclamação seja analisada e que sejam averiguadas as práticas comerciais da JobLeads, em especial as cobranças efetuadas após o cancelamento da subscrição e a forma como os consumidores são tratados quando contestam esses valores. Pretendo igualmente que esta reclamação fique registada e que sejam adotadas as medidas que as entidades competentes considerem adequadas para a proteção dos consumidores.

Encerrada
J. O.
31/07/2026

Demora na alteração dos acessos à conta do condomínio

Na última assembleia de condóminos do condomínio da R Eng Manuel Rocha 31-33 em Lisboa foi eleita uma nova administração composta por 3 representantes dos condóminos (Admin Interna) e uma empresa externa. No balcão BPI da Av. da Igreja (Lisboa) informaram que devíamos enviar a ata dessa assembleia para servicoalteracaocontascondominio@bancobpi.pt de onde indicariam os passos necessários. Este envio foi feito a 11 de junho último, tendo-se recebido depois sucessivos pedidos de documentos adicionais que foram sendo rapidamente satisfeitos A Admin Externa comunicou ao banco que por necessidade de saída de Lisboa de um dos Admin Internos eles iriam à agência da Av. da Igreja no dia 2 de julho para a recolha das suas assinaturas. Assim fizeram, mesmo sem resposta do BPI: de nada serviu. Finalmente o BPI dá luz verde à recolha das assinaturas nesse balcão no dia 16 de julho quando o mesmo se encontrava encerrado, Na manhã seguinte recolheram as assinaturas dos administradores internos que estavam em Lisboa prometendo que o processo estaria disponível para recolha da assinatura do terceiro administrador interno na agência da Ribeira Brava (Madeira) no dia 21 de julho. Por falta de informação nesse dia, este administrador interno foi a esta agência onde conseguiu que a sua assinatura fosse recolhida a 22 de julho. No dia seguinte o BPI informa que pediu "urgência na conclusão do processo de atualização da conta do condomínio" No dia 28 de julho, na agência da Av. da Igreja só souberam indicar que era preciso aguardar que os novos administradores recebessem os códigos de acesso à movimentação e/ou visualização da conta Venho pedir a vossa ajuda para a necessária ação contra esta excessiva demora do BPI lesiva do bom funcionamento do condomínio

Encerrada
V. P.
31/07/2026

Não recebi o reembolso

Bom dia, fiz uma compra junto ao site Estudio.pt com a sequra, porém após a cobrança da primeira parcela o financiamento não foi aprovado, preciso do reembolso. Esta plataforma de pagamentos ( SEQURA) , não é de se confiar, não aceitam os financiamentos mas cobram o valor. tenham cuidado.

Resolvida
R. D.
31/07/2026

Encerramento de conta e sem reembolso

Há alguns dias, eu possuía uma conta empresarial na SumUp e realizei diversas vendas para o mesmo cliente, com valores semelhantes. Um dos pagamentos foi processado normalmente e o valor chegou a ser recebido. Pouco tempo depois, recebi um e-mail informando que minha conta estava passando por uma verificação. Após cerca de 24 horas, fui comunicado de que a conta seria encerrada. Na ocasião, a SumUp informou que eu teria apenas duas opções: aguardar uma retenção dos valores por até dois meses para uma análise ou solicitar o reembolso ao cliente. O que considero mais preocupante é que, em nenhum momento, a SumUp solicitou qualquer documentação ou comprovação das transações, embora eu possuísse todos os comprovantes necessários para demonstrar a legitimidade das vendas. A decisão de encerrar minha conta foi tomada sem que eu tivesse a oportunidade de apresentar essas evidências. Optei pelo reembolso, porém, até o momento, não obtive confirmação da SumUp de que ele foi efetivamente processado. Meu cliente também informou que ainda não recebeu o valor de volta. Desde então, não recebo respostas da empresa e permanecemos sem qualquer informação sobre a situação do reembolso ou dos valores envolvidos.

Encerrada

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