Reclamações públicas
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Falta de resolução de assuntos sérios
Assunto: Reclamação formal – Falta de resposta e incumprimento do dever de apoio ao cidadão Exmos. Senhores da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como o meu processo tem vindo a ser tratado por essa Autoridade. Apesar de ter enviado dezenas de e-mails ao longo das últimas semanas, continuo sem obter uma resposta útil ou uma solução para um problema de simples resolução. A falta de acompanhamento do meu processo e a ausência de respostas eficazes revelam um incumprimento do dever de informação, colaboração e apoio ao cidadão que deve pautar a atuação da Administração Pública. A situação é extremamente simples: por mero lapso, efetuei o pagamento de 120 €, quando o valor correto era 250 €. Assim, necessito apenas que me seja emitida ou reenviada uma referência para pagamento do montante remanescente de 130 €, para que possa regularizar integralmente a dívida. Contudo, apesar das inúmeras tentativas de contacto, quer por e-mail quer por telefone, não me foi prestado qualquer apoio eficaz. Não consigo falar com um técnico que tenha competência para resolver a situação, nem obtenho qualquer resposta concreta por escrito, o que considero inadmissível e lesivo dos meus direitos enquanto cidadão. Esta inércia administrativa está a causar-me prejuízos significativos, uma vez que o documento do meu veículo permanece retido, impedindo-me de regularizar a situação por motivos que não me são imputáveis, mas antes pela falta de resposta e de atuação dessa Autoridade. Face ao exposto, solicito que seja emitida, com carácter de urgência, a referência para pagamento dos 130 € em falta, permitindo a imediata regularização do processo e a consequente restituição do documento do meu veículo. Caso esta situação continue sem resolução num prazo razoável, não terei outra alternativa senão recorrer aos meios legais e administrativos ao meu dispor, nomeadamente apresentar reclamação junto do Provedor de Justiça e demais entidades competentes, sem prejuízo do exercício dos direitos que a lei me confere relativamente aos prejuízos decorrentes da demora injustificada na resolução deste processo. Aguardo uma resposta urgente e uma solução imediata para uma situação que nunca deveria ter permanecido pendente durante tanto tempo. Com os melhores cumprimentos, [Rafael Teixeira dos Santos [NIF (294913114 ] [N.º do processo/Auto ] 903709775 [932742110 [rafa089710@gmail.com
burla com encomenda
Fui vítima de burla informática. Acedi supostamente ao site da FLY, comprei 4 artigos, efetuei o pagamento por MBWAY, e não recebi qualquer confirmação do pagamento por e-mail. Ou seja, parece que clonaram o site da FLY e utilizaram supostamente a vossa plataforma para efetuar o pagamento. No MBWAY aparece PRO PAYMENT SER SA RUE BRAGANCE. Fiz um pagamento de 118,16€.
Cancelamento de apolice
Sou titular de uma apolice de seguro automovel, junto da OK seguros, com o numero 960063606 . Uma vez que o veiculo já não se encontra na minha posse contactei a companhia no sentido de cancelar a apolice em causa o que me foi negado
Crédito habitação - Comunicação para utilização
Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.
Crédito habitação - Comunicação para utilização
Em Setembro de 2025, depois de eu e o meu marido termos visitado uma moradia que estava à venda na aldeia de familiares, que tinha sido completamente renovada, de pedra antiga de 1937, resolvemos recorrer a um financiamento de forma a adquirir o imóvel e foi assim que chegámos ao bankinter (Balcão Amoreiras) que na altura este balcão tinha as melhores condições para nós. Quando iniciamos o processo o consultor que representava a venda e cliente vendedor, confirmou-nos que a documentação do imóvel estaria toda em dia e assim começámos com o processo, nomeadamente pedido de avaliação do imóvel e abertura de conta e só depois é que chegámos à conclusão junto do banco que o imóvel não possuía a documentação necessária, nomeadamente a caderneta predial, certidão permanente a nível de informações como áreas e afectação e sobretudo uma dita licença de utilização. Na altura o que nos foi dito foi para tratarmos de tudo e só depois disso poderíamos avançar com o pedido de financiamento. O banco sabia que a moradia era antiga e que tinha sido alvo de remodelação e nunca nos disse em momento algum que já não emitem licenças de utilização pela regra do simplex, pois agora emitem apenas uma comunicação para utilização, algo que fomos nós que tivemos que descobrir por nós próprios depois de termos pago uma segunda avaliação e uma abertura do processo (rondando os 500€) pois entretanto a primeira avaliação expirou pois a comunicação demorou mais de 6 meses a ser emitida e entretanto passou praticamente 1 ano pois o bankinter dizia que tínhamos que aguardar pela documentação toda e na verdade nunca iriam aceitar a mesma e apenas responderam num ultimo email que só aceitariam o simplex em construção nova. Em tantos documentos assinados e propostas e sabendo do nosso pedido de financimento e dados do imóvel como escapou isto? Esta informação que nos foi dita recentemente era algo que devia ter sido dita logo ao inicio. Foi preciso perdermos tanto tempo e dinheiro para que batesse na trave? Depois de tudo isto ainda existiu um desprezo enorme e nunca foi assumida qualquer responsabilidade e eu acho que no minimo deviam devolver o valor da abertura do processo e o valor da 2a avaliação pois esta situação atrasou o nosso processo de compra e criou gastos desnecessários.
Informações contraditórias
Exmos. Senhores. Venho por este meio manifestar o meu desagrado por receber informações contraditórias. Recorri ao apoio ao cliente por via telefónica há cerca de uns meses atrás. Na altura, além do assunto que foi tratado que me levou a ligar, também questionei a quantidade de pontos que tinha e sobre a possibilidade de converter esses pontos num Voucher Cepsa. Na altura quem me atendeu, me indicou que se atingisse os 9000 pontos, podia ter um voucher de 50€. Então como ainda não tinha atingido os 9000 pontos decidi aguardar. Hoje voltei a ligar por causa de outro assunto e então aproveitei para pedir um Voucher Cepsa, qual é o meu espanto quando me informaram que os 7000 pontos correspondia a 25€ e que os 9000 pontos não daria os tais 50€. Bem, eu não sonhei nem inventei, se forem ver as gravações atrasadas podem verificar que fui informado que 9000 pontos daria direito a um voucher de 50€. A situação é grave? Não diria isso, mas isto revela que a Wizink tem pessoas muito mal preparadas para o atendimento ao público. Hoje, a pessoa que me atendeu notava-se que pouco ou nada sabia, pois, cada pergunta simples que fazia, tinha de consultar informações ou colegas. Além disse, não se perdia nada se fosse um pouco mais simpática. Estas discrepâncias seriam evitadas se por exemplo o site da Wizink tivesse mais informação sobre parcerias/descontos, até os pontos não estão visíveis, porquê? Estão no extrato, mas quem não sabe anda ali perdido no site. Além disso, hoje me foi atribuído um novo cartão Moeve Gow, como ainda não tinha recebido o cartão, no site dão a possibilidade de o ativar para ter de forma digital, para poder já o usar, mais uma informação errada, porque tentei ativar, foi até por isso que liguei, mas me foi dito que tenho de aguardar o cartão físico para o ativar, então porque o site dá uma informação errada? Isto é, pergunta se eu quero já ativar para ter o cartão de forma digital? E na verdade não é possível! São estas e outras coisas que o apoio ao cliente e o site, deixam muito a desejar. Os meus cumprimentos. Rui Marques
Sem acesso à conta depois da migração e devolução do investimento
Boa tarde, No dia 11 de julho de 2026, entrei em contacto com o vosso suporte para saber como podia recuperar o meu investimento, e recebi apenas um email automático. Até agora não obtive resposta. Tentei aceder à plataforma Housers e deixei de ter acesso. Envei um email para o suporte e também informei a equipa de finanças, explicando a situação urgente do meu acesso e informando que a minha conta tinha sido migrada da Housers. Não consigo aceder à plataforma e o sistema de suporte indica que faltam dados no meu perfil (nome, telefone ou email), mas não consigo atualizá-los porque estou bloqueado fora. Já telefonei para os números de contacto que disponibilizam, mas ninguém atende e a chamada acaba por ser desligada. Na nova plataforma abri um ticket, mas não me foi atribuído número nem recebi confirmação por email. Peço por favor que me contactem, me respondam e resolvam a situação. Gostaria ainda que me devolvessem o valor que tenho investido.
Encomenda não recebida
Ex,mos Senhores, No dia 7 de julho, fiz uma encomenda de uma camisola, a qual efetuei o pagamento por MBWAY no valor de 41,99€, e até a data não recebi qualquer tipo de confirmação, a indicação que me dá é a seguinte: PPRO PAYMENT SER.SA 48 RUE BRAGANCE, Com os melhores cumprimentos Maria de Fátima Gomes Lisboa
Reclamação sobre o protocolo da DECO com a OK Teleseguros
Boa tarde, Na qualidade de associado da DECO, venho apresentar a minha profunda indignação relativamente à forma como fui tratado pela OK Teleseguros, empresa com a qual a DECO mantém um protocolo que, naturalmente, transmite aos associados uma imagem de confiança, transparência e respeito pelos consumidores. Contactei a OK Teleseguros com o objetivo de transferir dois seguros multirriscos habitação. Fui atendido pelo Sr. Filipe Rodrigues, que iniciou o processo de simulação. Após cerca de vinte minutos de recolha de informação, e quando o processo já estava a meio e bastante adiantado, fui surpreendido com a informação de que a companhia não aceitava segurar os meus apartamentos. O mais grave é que nenhum dos dois apartamentos apresenta qualquer historial de sinistros ou qualquer situação que justificasse, à partida, uma recusa desta natureza. Perante a minha insistência em obter uma explicação, o colaborador limitou-se a informar que existia um "bloqueio" no sistema, sem qualquer capacidade para esclarecer o motivo, dizendo apenas que alguém do apoio ao cliente me contactaria posteriormente. Algumas horas depois fui contactado por uma colaboradora, a Sr.ª Kepemby (peço desculpa, desconheço a grafia correta do nome), que se limitou a repetir, várias vezes, que a OK Teleseguros "efetua escolhas" e que, por esse motivo, não aceitava os meus apartamentos. Quando lhe perguntei, de forma muito simples, qual era a razão concreta dessa decisão, nunca me foi dada qualquer explicação. A resposta foi sempre exatamente a mesma, parecia uma Inteligência Artificial a falar sempre o mesmo discurso, recusando-se a indicar qualquer fundamento para a recusa. Considero este comportamento absolutamente inaceitável. Não é admissível que um consumidor perca tempo num processo de adesão para, no final, lhe ser comunicada uma recusa sem qualquer fundamentação. Mais grave ainda é verificar que ninguém na companhia consegue - ou quer - explicar os critérios utilizados para essa decisão. Enquanto associado da DECO, recorri precisamente a uma empresa protocolada convicto de que encontraria um serviço pautado pela transparência, seriedade e respeito pelos consumidores. Em vez disso, fui confrontado com uma atuação que considero arbitrária, opaca e profundamente desrespeitadora! Perante esta situação, não posso deixar de questionar a posição da DECO. Tem a DECO conhecimento de que os seus associados podem ser tratados desta forma por uma empresa com a qual mantém um protocolo?? Considera a DECO aceitável que uma seguradora recuse clientes sem apresentar qualquer justificação?? É este o nível de transparência e de respeito pelos consumidores que a DECO entende compatível com os protocolos que celebra?? Confesso que fiquei profundamente dececionado. A confiança que depositava na DECO e nos seus protocolos ficou seriamente abalada. Esperava muito mais de uma entidade cuja missão é defender os consumidores! Solicito, por isso, que a DECO analise esta situação junto da OK Teleseguros, me esclareça se este tipo de atuação é compatível com os princípios que regem os vossos protocolos e me informe quais as diligências que pretende adotar perante uma situação que considero extremamente grave. Fico a aguardar a vossa resposta. Obrigado pela atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos.
Pedido de esclarecimento e reapreciação da candidatura Porta 65 Jovem
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor a situação relativa à minha candidatura ao programa Porta 65 Jovem e solicitar um esclarecimento, bem como a devida análise do processo. A minha candidatura anterior foi indeferida com a justificação de que o artigo e a fração indicados não coincidiam com os dados existentes na Autoridade Tributária. No entanto, essa justificação não corresponde à realidade, uma vez que o contrato de arrendamento e os respetivos dados estão corretos e são os mesmos que utilizei em candidaturas anteriores, as quais não tiveram qualquer problema relativamente a este aspeto. Perante essa decisão, e por receio de perder a oportunidade de beneficiar do apoio, apresentei uma nova candidatura. Contudo, até à presente data continuo sem qualquer resultado ou informação sobre o estado da mesma. Esta situação está a causar-me grande preocupação, uma vez que considero ter cumprido todos os requisitos exigidos e submetido toda a documentação corretamente. Gostaria, por isso, de solicitar que fosse verificada a existência de algum erro na análise do meu processo e que me fossem prestados esclarecimentos sobre: O motivo pelo qual a candidatura anterior foi indeferida com uma fundamentação que não corresponde aos dados do meu contrato de arrendamento; O estado atual da nova candidatura que submeti; As diligências que poderão ser tomadas para resolver esta situação o mais rapidamente possível. Agradeço a atenção dispensada e solicito, se possível, uma resposta com a maior brevidade, uma vez que esta situação se prolonga há algum tempo e tem um impacto significativo na minha situação financeira. Carla Abreu
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