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Problema não resolvido
Exmos Senhores, Entrei em contacto com a empresa Domestic & general devido a um problema do meu telemóvel no qual tinha a aquisição do seguro dessa empresa. Expliquei o sucedido que foi: no ano de 2023 comprei um iPhone 14 novo e adquiri o seu seguro no qual me informaram que em caso de problema o mesmo seria substituído por um novo produto. No dia 3 de Março entrei em contacto com a empresa para reclamar pois o telemóvel cheirava a queimado ao carregar e a bateria descarregava rápido o que não era normal. Disseram me que teria que pagar um franquia de 130€ (mesmo já tendo pago 600€ ao longos destes 3 anos) e que me substituíam o equipamento mas por um recondicionado. Recusei esta troca pois não era o que me tinham transmitido no momento da aquisição do seguro, o que me foi dito é que seria por um equipamento novo visto que se tratava da compra de um equipamento novo. Posto isto, senti me traída pela empresa pois não me deram quaisquer outras opções o que fez com que me sentisse obrigada a cancelar o seguro.
não prorrogação de apolice
Exmos. senhores Dei conta que a seguradora cancelou o meu seguro automóvel por acaso quando decidi verificar ponto de situação do mesmo. Entrei em contacto com a seguradora e informaram que enviaram informação do cancelamento para as mensagens da conta online, mensagem esta que no momento da consulta já não se encontra visível (talvez por já ter passado algum tempo). Contactei novamente a seguradora por não visualizar a mensagem e desta vez informaram que não podem dar informações porque já não tenho contrato com eles. Não recebi um email ou correspondência escrita a justificar/comunicar a decisão do cancelamento. Estive vários meses sem cobertura, sem saber. É necessário comunicação por escrito o cancelamento de uma apólice por parte de uma seguradora? Atentamente
Cobrança Indevida
Assunto: Notificação formal – Cobrança indevida de 69,90€ e exigência de reembolso imediato À atenção do Departamento de Apoio ao Cliente da JobLeads, Venho por este meio apresentar reclamação formal e notificação de cobrança indevida, referente ao débito no valor de 69,90€, efetuado pela vossa empresa. Declaro expressamente que não autorizei qualquer renovação de subscrição, contratação de serviço ou débito automático que justifique esta cobrança. Assim, o valor debitado configura uma cobrança indevida e potencial prática comercial abusiva, em desacordo com as normas de proteção do consumidor aplicáveis em Portugal e na União Europeia, nomeadamente no que respeita à transparência contratual e consentimento explícito para renovações automáticas. Desta forma, NOTIFICO FORMALMENTE a vossa empresa para que proceda, com caráter de urgência, às seguintes medidas: 1. Cancelamento imediato e definitivo de qualquer subscrição ou serviço associado aos meus dados pessoais ou meios de pagamento. 2. Reembolso integral do valor de 69,90€ cobrado indevidamente. 3. Confirmação escrita da resolução desta situação no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da receção desta comunicação. Adicionalmente, informo que a ausência de resolução dentro do prazo indicado será interpretada como recusa de resolução amigável, situação na qual avançarei imediatamente com: - Reclamação formal junto da Direção-Geral do Consumidor - Participação às autoridades competentes, incluindo a ASAE - Registo de reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico - Pedido de estorno (chargeback) junto da entidade bancária ou operadora do cartão, com contestação formal da transação - Comunicação do caso às entidades europeias de defesa do consumidor, incluindo o Centro Europeu do Consumidor Caso a situação persista, reservar-me-ei ainda o direito de recorrer às vias judiciais competentes para salvaguarda dos meus direitos enquanto consumidor, incluindo a recuperação do valor indevidamente cobrado e eventuais encargos associados. Aguardo resolução imediata e confirmação do respetivo reembolso. Sem outro assunto de momento. Com os melhores cumprimentos, Ricardo Varella de Oliveira Cabral Portugal
Devolução de valor
Sou cliente da Cetelem com a qual fiz um crédito pessoal em 2017, no valor de 30 000€ e que termina no doa01 de setembro de 2027. Este mês aquando cobrança da prestação, a minha conta não tinha saldo. Recebi uma mensagem a informar que no dia 5 de março iriam novamente retirar o valor da conta ou que eu poderia pagar por entidade e referência, o que acabei por fazer. Acontece que no dia 5 de março, já depois de ter pago o valor por entidade e referência, a Cetelem tirou o dinheiro da conta, ou seja paguei duas prestações indevidamente. Já pedi a devolução deste valor 3 vezes e estou há 10 dias à espera numa troca de desculpas como falhas no sistema ou resposta tardia da contabilidade. Vi acrescidos a minha prestação o valor dos juros pois não paguei atempadamente e agora?? A Cetelem também me vai devolver o dinheiro que está na sua posse com juros?? Obrigada
Atraso e falta de transparência na análise de pedido de autorização/orçamento para parto
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como foi conduzido o processo de análise de um pedido de autorização/orçamento associado à minha apólice do plano de seguro de saúde da Aegon Santander. O processo foi iniciado no dia 9 de fevereiro, através do Hospital da Luz de Guimarães, com o objetivo de obter orçamento e validação de cobertura para parto. No dia 10 de fevereiro, recebi uma comunicação da ASP Seguros a confirmar que o pedido de autorização do processo tinha sido submetido para análise. Não tendo recebido qualquer atualização durante várias semanas, no dia 4 de março entrei em contacto diretamente com a Aegon Santander para solicitar um ponto de situação. Nessa ocasião foi-me apenas indicado que o processo se encontrava em análise, não tendo sido fornecida qualquer previsão para a conclusão do mesmo, nem tendo sido solicitada qualquer informação adicional. Face à ausência de progresso, voltei a contactar a seguradora no dia 11 de março, tendo manifestado a minha insatisfação relativamente ao atraso verificado e solicitado uma resolução para a situação. Durante esse contacto telefónico foi-me comunicado verbalmente o valor que alegadamente seria coberto pela seguradora, valor esse que corresponde ao montante máximo previsto na apólice. No entanto, essa comunicação foi feita exclusivamente de forma verbal, sem qualquer documento formal, orçamento detalhado ou explicação sobre: - como foi calculado o valor indicado; - que atos, despesas ou componentes do parto estão efetivamente incluídos; - que custos poderão não estar abrangidos pela cobertura. Até à data, não me foi disponibilizado qualquer documento oficial, orçamento detalhado ou comunicação formal que permita compreender de forma transparente o enquadramento da cobertura aplicável a este procedimento. Considero esta situação particularmente preocupante por duas razões: 1. O tempo de análise do processo foi manifestamente excessivo, tendo decorrido mais de 20 dias úteis desde a submissão do pedido, sem que tenha sido fornecida qualquer resposta clara ou documentação formal. 2. A comunicação da decisão foi feita apenas verbalmente e sem qualquer detalhe, o que não permite compreender com rigor as condições de cobertura aplicáveis, nem planear adequadamente os cuidados de saúde associados ao parto. Trata-se de uma situação que gera incerteza desnecessária num momento particularmente sensível, relacionado com o planeamento de um parto e com a organização de cuidados de saúde. Face ao exposto, solicito: 1. A emissão de uma comunicação formal escrita com a decisão relativa ao pedido de autorização/orçamento; 2. A disponibilização de um orçamento ou documento detalhado que explique claramente: - o valor máximo de cobertura aplicável; - os atos médicos e despesas incluídos nessa cobertura; - eventuais custos que possam ficar a cargo do segurado; 3. Esclarecimento sobre os motivos do atraso verificado na análise do processo; 4. A indicação de um prazo concreto para a regularização completa desta situação. Solicito que esta reclamação seja tratada no âmbito do procedimento formal de gestão de reclamações da seguradora e que me seja comunicada resposta dentro dos prazos legalmente aplicáveis. Caso não seja possível obter uma clarificação adequada da situação, reservo-me o direito de submeter a mesma às entidades competentes, designadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.
Cobrança
Boa tarde, Eu sou Elieser Afonso,Eu tenho no banco de Portugal um registo de divida com a data de 19-12.2006 com o valor de 16453,26 euros,E a entidade que colocou essa divida no banco de Portugal e a HEFESTO STC;SA Esta divida já esta prescrita faz muitos anos mas ainda encontra nos meus registos do banco de Portugal, Por favor me ajudem a resolver essa questão que esta a atrapalhar a minha vida
JobLeads - Burla jobleads
Acedi ao site da JobLeads para adquirir um template de currículo, anunciado com o valor de 2,99€. Fiz o pagamento convencido de que se tratava de uma compra única. No entanto, sem que tivesse sido claramente informado, essa operação converteu-se numa subscrição automática de 14 dias, que depois foi renovada por 69,99€ através do meu cartão associado. Nunca autorizei conscientemente tal subscrição nem recebi aviso transparente de que estaria a contratar um serviço recorrente. Este tipo de prática é enganosa e abusiva, pois induz os utilizadores em erro, escondendo a verdadeira natureza do serviço e os valores envolvidos. Solicito: 1. O cancelamento imediato da subscrição associada à minha conta. ( já o fiz ) 2. O cancelamento da suposta dívida de 69,99€ que não foi autorizada de forma consciente( continuam a tentar retirar o valor da minha conta ) 3. Garantias de que a JobLeads deixará de utilizar estas práticas de subscrição pouco transparentes. No dia 10/03/2026 debitaram 17,48 da minha conta bancária (#2264439) #2215998) #2195653)
Atrasos na prestação de serviços
Eu e o meu marido iniciámos recentemente um processo de crédito habitação junto do Millennium. Numa fase inicial, ainda antes de termos conta aberta no banco, todo o processo decorreu com grande rapidez e eficiência. No entanto, após a abertura da conta, a experiência alterou-se significativamente e o acompanhamento do processo tornou-se extremamente insatisfatório. Importa esclarecer que o nosso crédito foi aprovado e recebemos a respetiva carta de aprovação, válida por 60 dias. Com base nessa aprovação formal, avançámos com decisões importantes, nomeadamente a assinatura do CPCV (Contrato-Promessa de Compra e Venda) da nova casa e a comunicação ao proprietário da casa onde atualmente residimos de que iríamos sair. Posteriormente fomos informados de que o processo teria de “retroceder” para proceder à associação do crédito à nossa conta bancária. Esta informação nunca nos foi transmitida no início do processo, apesar de ser um requisito essencial, uma vez que a existência de conta no banco é um dos pré-requisitos para a concessão de crédito habitação. Sendo este um procedimento interno da instituição, entendemos que o cliente deveria ter sido devidamente informado desde o início, evitando consequências graves. Neste momento, o processo encontra-se pendente há cerca de uma semana apenas para a referida associação entre o crédito aprovado e a conta. Durante este período temos recebido prazos que não são cumpridos e explicações pouco claras ou contraditórias. Esta situação está a colocar-nos numa posição extremamente delicada, pois corremos o risco real de perder a casa que pretendemos adquirir e também a casa onde atualmente vivemos, uma vez que tomámos decisões baseadas na carta de aprovação que nos foi formalmente emitida. Lamentamos profundamente ter de recorrer a este meio para expor a situação, pois sempre defendemos e confiámos no Millennium. Contudo, perante os factos e a ausência de resolução eficaz até ao momento, consideramos necessário formalizar esta reclamação e solicitar uma resolução urgente do processo. Solicitamos, assim, que o nosso processo seja analisado com a máxima prioridade e que nos seja dada uma resposta clara e definitiva sobre a situação do crédito, de forma a evitar prejuízos graves para nós.
Falta de resposta a participação de sinistro e pedido de peritagem – Apólice n.º 0004383723
Exmos Senhores: Em 02/12/2025 foi solicitado pedido de peritagem ao abrigo da apólice n.º 0004383723, relativo a danos por infiltração de humidade no teto de duas divisões da minha habitação. Até à data não foi efetuado qualquer contacto nem agendada a peritagem, apesar de três contactos telefónicos realizados em fevereiro de 2026 e de email enviado em 05/03/2026, que permanece sem resposta. Os danos continuam a agravar-se, pelo que solicito contacto urgente, agendamento imediato da peritagem e esclarecimento sobre o estado do processo. Solicito resposta no prazo máximo de 10 dias úteis, sob pena de apresentação de participação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).
Cobrança indevida
Solicitei à seguradora assistência elétrica. Seguradora chamou/enviou JFA Instalações Elétricas. Esta cobrou-me 30,75€ por 1 hora de mão de obra de trabalhos de reparação não obstante a minha apólice incluir Assstência Casa, que "inclui deslocação e 1h de mão-de-obra" para "trabalhos de reparação".
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