Reclamações públicas

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K. S.
14/11/2025

Cobrança indevida e assédio de cobrança – Intrum Portugal

Eu, Karla Maria de Oliveira Soares, apresento reclamação contra a Intrum Portugal por cobrança indevida no valor de €76,17, supostamente correspondente a serviços da MEO. Não reconheço a dívida, e a empresa não apresentou qualquer prova, apesar de continuarem a ocorrer contactos insistentes. A conduta pode configurar práticas comerciais desleais e violar normas legais sobre cobrança e proteção de dados. Solicito por favor: intervenção da entidade para cessação da cobrança indevida; análise da atuação da Intrum; remoção dos meus dados das bases de cobrança. Meus dados: Dados da reclamante: Karla Maria de Oliveira Soares NIF 264840801 Rua Vale do Santo António, 132, 1170-382 Lisboa E-mail: karla.msoares@gmail.com

Encerrada
D. L.
13/11/2025
Mercado Portals

Alerta de Burla Financeira

Alerta de Burla Financeira – Plataforma Mercado Portals Esta Plataforma de Trading Forex / Cryptocurrency, designada por Mercado Portals (https://mercado-portals.com/) e associados apresenta fortes indícios de fraude financeira (quanto a mim é 100 % fraude) com o objetivo de praticar Burlas e a roubar os clientes. Está associada a outros domínios: ▪ OráculoFx (https://www.oraculofx.com), site já desativo com múltiplas queixas. ▪ Astrotechtr (https://wt.astrotechtr.com continua ativo com muitas queixas, a Mercado Portals está a reencaminhar recentemente para outro endereço: https://wt.orin-tech.com/), plataforma de negociação associada à Mercado Portals, acedida via mesma ou diretamente. ▪ Aztrading Group (https://aztrading-group.com), múltiplas queixas, site já foi desativado. ▪ Monotrade Group (….@monotrade-group.com) emails com a Mercado Portals. A Mercado Portals utiliza chamadas com números maioritariamente Espanhóis mas também Ingleses. O processo foi inicializado com a transferência de 172€ para a OráculoFx e reencaminhado logo depois para a Mercado Portals. O processo é desencadeado com a abertura de uma conta na Crypto.com e atribuição automática de um IBAN de um banco registado em Malta (não permitem transferências diretas alegando o pagamento de impostos). O dinheiro era transferido para a Crypto.com, e colocado em Bitcoin, de seguida a Mercado Portals por AnyDesk (Ferramenta de acesso a outro PC) e utilizando o Exodus (carteira digital de criptomoedas - wallet), passavam da crypto.com para uma carteira externa sobre a qual não tinha controlo. A dado momento começaram a ser mais agressivos para que fosse colocado mais dinheiro prometendo lucros superiores. Quando me recusei a colocar mais dinheiro, numa semana colocarem lucros de 30000€ e depois questionaram-me se queria levantar os fundos. Eu disse que apenas queria levantar o capital investido, a Mercado Portals colocou o valor total e disse que não cobravam taxas. A partir daqui começou a saga dos bloqueios e exigência de pagamento de cauções de 32%, alegando que os fundos foram bloqueados pela Blockchain AML Policy Check, por motivos de “Suspeita de atividade / Lavagem de dinheiro / Patrocínio de terrorismo”. Bloqueios em diversas Exchange's como Crypto.com, Atomic, BingX… Tudo mentira, umas vezes diziam que já tinham falado com a Echange outras adicionavam um falso representante das mesmas. No meu caso o processo temporal decorreu entre 28/05/2025 e 19/09/2025. Perdi muito dinheiro. Pessoas com quem falei (obviamente os nomes serão falsos): ▪ Manuel Azevedo - manuel.a@monotrade-group.com ▪ André Mendonça - andre.m@monotrade-group.com ▪ Gonçalo - goncalo.d@monotrade-group.com ▪ Leo - leo.b@monotrade-group.com ▪ Henrique Araújo - henrique.a@monotrade-group.com Em suma esta plataforma dedica-se apenas à burla e roubo dos seus clientes, utilizando esquemas muito bem elaborados e manipulação psicológica por parte dos operadores. Apresentei queixa formal na Policia Judiciária (é reencaminhado automaticamente para a brigada de cibercrime) com intuito de reaver se possível o capital (o que tenho sérias dúvidas), mas acima de tudo para evitar que mais pessoas sejam prejudicadas e que os culpados sejam penalizados criminalmente. Peço a todos que foram burlados que apresentem queixa contra esta plataforma, se por algum motivo não quiserem ser identificados façam-no de forma anónima, mas façam-no, só desta forma eles poderão ser penalizados criminalmente, evitando que novas pessoas caiam nestes esquemas e os atuais cliente da mesma não coloquem mais dinheiro já que perderão tudo. Por outro lado, futuramente imaginem que eles são apanhados, como estão aí "no meio" se apresentarem queixa estão protegido... Quem não denunciar poderá ser prejudicado juridicamente, caso as autoridades interpretem a sua omissão como conivência. Contatos Policia judiciária "https://www.policiajudiciaria.pt/onde-estamos/", aqui no tabulador "Comunicações" tem opções como Queixa Eletrónica e Denúncia Anónima. Se não tiveres problemas aconselho vivamente a ir presencialmente a uma esquadra da Policia Judiciária, municiado com um documento detalhado do sucedido, levem toda a documentação, como emails, gravações de chamadas, capturas de ecrãs…., podem levar em formato digital que eles fazem a recolha de prova.

Encerrada
V. J.
13/11/2025

Débito indevido em cartão de crédito

Efetuei um pagamento duma vagem Lx-Genéve, em Outubro de 2024, com o meu cartão de crédito UNIVERSO - 5182249076819558, a uns amigos, que não tinham como pagar de outra forma, à empresa Edreams. Sou agora surpreendido com o débito no valor de €89.99 no meu cartão, em nome da tal pessoa amiga, sem a minha autorização, supostamente pela anuidade dum serviço Prime à Edreams. Pergunto, é legal e admissível este débito não autorizado em nome de outra pessoa/entidade? Obrigado pela ajuda. Vitor Cândido Jacinto 918193156 investigando.torre@gmail.com

Encerrada
C. C.
13/11/2025

Cobrança indevida

Vocês cobraram-me indevidamente 69,90€ solicitei cancelamento, devolução. Quero meu dinheiro de volta, vocês são golpista.

Encerrada
M. C.
13/11/2025

Candidatura Fundo Ambiental

Sendo filha de uma vossa associada com o nº 0797652-21 e enquanto candidata ao Fundo Ambiental, venho por este meio solicitar o vosso apoio e intervenção. Recebi esta Segunda (dia 10) um e-mail com pedido de esclarecimentos relativamente ao certificado energético ao qual respondi de imediato. Minutos depois recebi um e-mail do FA a informar que a minha candidatura foi considerada “não elegível”. Uma vez que não consigo compreender a explicação dada, enviei já dois e-mails para o e-balcão e não recebo qualquer resposta (um na segunda à tarde e outro na terça (dia 11) às 7h00. Segundo o FA, a candidatura foi considerada “não elegível” porque “A presente candidatura possui um valor total da despesa elegível superior a 5000€. De acordo com o ponto 5.9 do Aviso, o candidato tem obrigatoriamente de apresentar o certificado energético do imóvel intervencionado, antes e após a implementação da tipologia de intervenção, cujo valor da despesa elegível atingiu ou ultrapassou o valor de 5000 €. Assim, solicita-se que apresente os certificados energéticos conforme exigido no aviso, a respetiva fatura, apresentada conforme a Questão 68 das Orientações Técnicas Gerais e o respetivo recibo. Recomenda-se a leitura atenta do Aviso e as Orientações Técnicas Gerais, na matéria relativa à certificação energética e alerta-se que que de acordo com o ponto 9.2 iii) do Aviso de Abertura de Concurso apenas são elegíveis faturas com data anterior à submissão da candidatura. Informa-se que: - É obrigatório para a elegibilidade da candidatura que o CE antes da intervenção identifique como medida de melhoria (MM) a intervenção preconizada na candidatura, conforme a questão 68 das orientações técnicas gerais; - Os CE’s antes e após a intervenção devem ser emitidos pelo mesmo Perito Qualificado (PQ), conforme indicado no ponto 6 c) do Anexo I do Aviso; -O CE após a intervenção deve incluir na descrição das soluções construtivas e/ou sistemas técnicos a intervenção candidata e implementada, conforme a questão 68 das orientações técnicas gerais; - As datas dos certificados energéticos, para as situações antes e após a intervenção, devem ser, respetivamente, anteriores à data da primeira fatura (24/10/2023) e posteriores à data do último recibo emitido para a intervenção candidata; Atualizado a 27/10/2023 é posterior. Candidatura não elegível.” Isto leva-me a crer que haverá algum problema com as datas de emissão dos CE. No entanto: *0 1º CE foi emitido a 19/10/2023; *A intervenção teve lugar a 24/10/2023; *O 2º CE foi emitido a 27/10/2023; *Submissão da candidatura a 28/10/2023. (Em anexo incluo os dois CE) Não compreendo qual possa ser o problema. Sugeriram-me que poderia ser o facto de o 2ºCE referir na primeira folha “atualizado a 27/10/2023”. Mas após questionar a ADENE, esta situação é a normal. Quando existe um CE válido, não é emitido um novo; é atualizado o que está em vigência. Assim, gostaria de contestar a decisão do FA de não elegibilidade, mas não sei o que contestar. A ausência/demora na resposta parece propositada, uma vez que deveria ser dada prioridade de prestação de esclarecimentos a quem tem prazos a decorrer. Agradeço desde já a vossa disponibilidade. Atenciosamente, Sara Coutinho

Encerrada

Violação contrato

A generali continua a recusar o cumprimento integral da apólice de saúde do meu filho. Apesar de sucessivas reclamações e provas documentais. A apólice é inequívoca: Terapia da Fala 16€ por sessão em Rede, Fora da rede - sem comparticipação. Continuo a ser cobrada em 27,59€ a sessão, com base em uma alegada "rede de bem estar". Essa expressão surge nas Condições Gerais apenas como cláusula genérica, sem qualquer relação com a Terapia da Fala, nem de previsão de valores diferenciados. Ou seja, a generali está a usar uma cláusula vaga e sem aplicabilidade prática para se eximir de suas responsabilidades. Trata-se de uma prática abusiva, sem respaldo nas condições particulares, que expressamente definem o valor fixo de 16€. A própria Advancecare reconheceu interpretações incorretas e reembolsou algumas das sessões já feitasue prova que houve falha das empresas e tais falhas não podem prejudicar o cliente, conforme Lei do consumidor. Porém a generali recusa-se a reembolsar as sessões fururas, que ibclusive estão a decorrer e isso viola a Lei do consumidor, pois se trata de erro da empresa, devido a má gestão interna e eu como cliente estou a ser prejudicada, tendo que arcar com um valor superior ao previsto em contrato. Mediante a isso, solicito novamente que a generali cumpra com suas responsabilidades contratuais. O comportamento da Generali é eticamente reprovável e vergonhoso.

Encerrada
D. T.
12/11/2025
FLOA

Cobrança indevida

Reclamações Sobre Esta reclamação é sua, poderá alterar o estado, editá-la ou enviar uma resposta. FLOA Pay - Cobrança na totalidade, após 3 dias de atraso Aguarda resposta Daniel Túlio de jesus rolim Daniel rolim apresentou a reclamação 12 de novembro 2025 Fiz uma compra, e por uma péssima ideia fui inventar de dividir com esta empresa FLOA. Compra no dia 9/10/2025 para dividir em 3x CB3X_268632976_D7752 (identificação da compra) A empresa atrasou o meu ordenado 3 dias, hoje fui pagar a renda e me deparo com um débito direto na totalidade do valor, me prejudicando em vários aspectos financeiros, solicitei reembolso e nada. Como é possível debitar em o valor total? Sem nenhum aviso ou telefonema. Em nenhum momento foi informado que poderia acontecer isso caso atrasa se 3 dias. Outra situação e que o site da floa, não envia o código para o mseu email, impossibilitando a criação de conta. Solicito o reembolso do valor debitado indevidamente, tamem irei procurar meus direitos, por conta dos danos causados.

Encerrada
D. F.
12/11/2025

Falha na Autenticação Forte (SCA) - Transação no Moey Autorizada sem Indicação de Valor/Beneficiário

Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação contra o banco digital Moey devido a uma grave falha no protocolo de segurança e transparência durante a execução de uma transação. Descrição dos Factos: Ao efetuar uma transação online, fui solicitado a proceder à Autenticação Forte do Cliente (SCA) através de um código de segurança enviado por SMS. A mensagem SMS continha apenas o código de autenticação, sem qualquer indicação clara e explícita do valor exato da transação nem o nome do beneficiário (o destinatário) do dinheiro. Pensei que estava a autorizar um valor muito baixo (cerca de 0,20€), mas o montante real da transação foi significativamente maior, o que constitui um prejuízo financeiro para mim. Quando contestei a transação junto do Moey, o banco alegou que a transação foi validada por Autenticação Forte. No entanto, o Moey recusa-se a apresentar provas documentais que demonstrem que a mensagem ou a notificação de autenticação continham a informação essencial (valor e beneficiário) antes da minha autorização. Fundamentação e Pedido: Esta situação configura uma alegada não conformidade com as diretivas de Autenticação Forte (SPSD2), que exigem que o consentimento do cliente seja informado e específico. Não posso dar consentimento a uma transação cujo valor e destinatário desconheço. Já apresentei queixa formal: Polícia (pelo potencial crime de burla/fraude). Banco de Portugal (por alegada violação das regras de serviços de pagamento). Solicito o vosso apoio para mediar esta situação, exigir que o Moey apresente as provas de conformidade e auxiliar na recuperação do montante indevidamente transacionado. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida

éssima experiência com a Generali Seguradora (via ACP)

ive um acidente com minha motocicleta, segurada com cobertura completa pela Generali. A seguradora não possui oficinas credenciadas para motos, e por isso tive que pagar pela perícia do meu próprio bolso, além da franquia. Mesmo após várias reclamações, a Generali se recusou a reembolsar ou explicar legalmente o motivo dessa cobrança. Além disso, quando o veículo foi declarado perda total, a Generali simplesmente transferiu toda a responsabilidade para o segurado, me obrigando a lidar com toda a burocracia: contato com a empresa de reciclagem (scrap), documentação, transporte e prazos — sem qualquer apoio da seguradora. Após anos com seguros em vários países, esta foi a pior experiência que já tive. A Generali mostra falta de transparência, descaso e ausência total de suporte ao cliente. Na renovacao do seguro da minha segunda motocicleta, nao sera escolhida a Generalli. Não recomendo a Generali Seguradora.

Encerrada
I. S.
12/11/2025

Nome indevido no Banco de Portugal

Exmos.Senhores a empresa ATTICUS.STC.SA colocou o meu nome na lista de devedores no Banco de Portugal, desconheço de onde vem esta divida sendo ela de 1998,já está prescrita, solicito a sua retirada do Banco de Portuga.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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