Reclamações públicas
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Cobrança Indevida
Eu, Paulo Luís Lopes de Mendonça Arruda Ribeiro, apresento reclamação contra a Intrum Portugal por cobrança indevida no valor de €227.05 Credor MEO S.A, supostamente correspondente a serviços da MEO. Não reconheço a dívida, e a empresa não apresentou qualquer prova, apesar de continuarem a ocorrer contactos insistentes. A conduta pode configurar práticas comerciais desleais e violar normas legais sobre cobrança e proteção de dados. Solicito por favor: intervenção da entidade para cessação da cobrança indevida; análise da atuação da Intrum; remoção dos meus dados das bases de cobrança. Meus dados: Dados da reclamante: Paulo Luís Lopes de Mendonça Arruda Ribeiro NF 131780468 Rua Inácio José Peixoto, 213 1º Ap 10; 4700-431 Braga E-mail: pauloarrudaribeiro@gmail.com
Fraude digital – Débito não autorizado superior a 1000 € (Novo Banco)
Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTESTE devido a uma fraude digital ocorrida em 14/11/2025, que resultou num débito não autorizado superior a 1000 € na minha conta do Novo Banco. Fui induzido por um link falso da transportadora “DPD”, onde paguei apenas 1,27 €, mas logo a seguir foi efetuado um débito muito superior, totalmente não autorizado e sem qualquer confirmação do valor na aplicação do banco. De imediato: • Dirigi-me presencialmente ao Novo Banco (Coimbra – Fernão de Magalhães); • Registei queixa-crime na Polícia Judiciária de Coimbra; • Preenchi o Livro de Reclamações Eletrónico; • Efetuei reclamação no Portal do Banco de Portugal; • Contactei telefonicamente o Novo Banco. Apesar disso, o banco afirmou que “não se enquadra em phishing” e que só posso contestar após a liquidação do valor, que ainda se encontra cativo/em processamento. Isto é inaceitável, visto que se trata claramente de uma operação não autorizada, abrangida pelo Regime dos Serviços de Pagamento, que obriga o banco a ressarcir o cliente em casos de fraude. Peço a intervenção da DECO para: 1. Obrigar o banco a reconhecer a operação como fraude; 2. Garantir a abertura imediata do processo de contestação/chargeback; 3. Assegurar o reembolso integral do valor debitado indevidamente; 4. Registar formalmente a má atuação e a falta de apoio inicial por parte do banco. Toda a documentação (prints, comprovativos, queixa-crime, registos) encontra-se disponível para envio. Agradeço urgência na análise, dada a gravidade da situação e o alto risco financeiro. Com os melhores cumprimentos, Jefferson De Souza França Marques
Péssimo atendimento ao cliente
Bom dia a todos. Quero deixar registrada uma reclamação para o Banco Caixa Geral de Depósitos que sinceramente, me revolta. Eu nunca vi um banco tão ruim igual a este, que não dá a mínima para o cliente, nenhum funcionário responde e-mails, pedir qualquer coisa para alguém que trabalha ali, é como pedir um favor e implorar para ser atendido. Tenho conta conjunta com o meu pai neste banco e até que pessoalmente na agência eles nos atendem minimamente bem. Mas como não vivemos em Portugal, acabo me comunicando com a gerência por e-mail, porém é como mencionei, um calvário. Eu peço qualquer informação, tenho interesse am aplicar, ou qualquer coisa que necessito fazer na conta, ninguém me responde, ligar por telefone, mal atendem e quando atendem não entendo nada, meu pai é português mas veio criança para o Brasil com os meus avós e eu tenho boa noção do português europeu, já aí vivi mas não consigo entender tudo e fica difícil compreender tudo. Uma vez, aliás duas, eu fiz uma reclamação no site deles e um gerente me respondeu por e-mail e foi atencioso, porém não resolveu nada do que eu necessitava e só pediu desculpas pelo ocorrido. Em uma segunda vez, ele me respondeu para não reclamar mais, que eu estava usando o meio de comunicação de forma errada. Poxa, que descaso com o cliente, estamos tão longe, mas quero investir, sempre vou a Portugal quando posso e esses funcionários, diretores, seja lá quem for, não estão nem aí para a opinião de clientes, eu simplesmente me cansei deste banco, pretendo encerrar a conta e ir apra um banco privado. Sinceramente é lamentável o comportamento destes indivíduos e ainda é um banco público. Péssimo atendimento, e já são anos nesta mesma situação.
Pedido urgente de pagamento dos retroativos do Apoio Extraordinário à Renda
Exmos. Senhores, Solicito esclarecimento e pagamento urgente dos retroativos do Apoio Extraordinário à Renda relativos: • a todo o ano 2024, • e ao período janeiro 2025 – mês atual, • incluindo a retificação da mensalidade atribuída em 2025. Os valores constam no meu património da Segurança Social, mas nunca foram pagos. O IBAN está correto e atualizado. Não há qualquer pendência da minha parte. Agradeço urgência na regularização dos pagamentos. Com os melhores cumprimentos, H.G.
Reclamação urgente – falta de pagamento de retroativos (2024–2025)
Exmos. Senhores, Depois de anos a enviar reclamações formais para este Instituto — sempre com documentação completa — e de receber respostas automáticas que nada resolvem, venho formalizar novamente a minha situação. As Finanças confirmaram por escrito a minha elegibilidade ao apoio em 2024 e 2025, no entanto: ✔ Não recebi um único retroativo de 2024. ✔ Não recebi um único retroativo de 2025 (jan até ao mês atual). ✔ A mensalidade de 2025 está incorreta e necessita de retificação. O meu IBAN está correto, o contrato é válido desde 2014, e a renda está devidamente atualizada. A situação é extremamente grave e tem afetado seriamente a minha saúde mental. Não é aceitável que o cidadão cumpra tudo o que lhe é exigido e o Estado falhe durante anos consecutivos. Exijo a regularização imediata dos valores de 2024 e 2025. Com urgência, H.G.
Pedido urgente – retroativos do Apoio Extraordinário à Renda em falta desde 2024 e falta de resposta
Exmos. Senhores, Escrevo-vos em profundo desgaste emocional e físico, uma vez que a minha situação com o Apoio Extraordinário à Renda permanece totalmente por resolver, apesar de vários anos de tentativas, reclamações e comprovações enviadas ao IHRU. Estou atualmente a tomar medicação para dormir e para a ansiedade devido ao stress contínuo que esta situação tem provocado. O IHRU continua sem: – Corrigir o valor do apoio para 2025, – Pagar os retroativos em falta desde janeiro de 2024, – Pagar os retroativos de janeiro de 2025 até ao mês atual, conforme confirmado pela carta das Finanças, – Responder de forma concreta às minhas reclamações formais. Apenas recebi as mensalidades normais de setembro e outubro, ficando todo o resto por pagar, em clara violação da lei e das declarações públicas do Sr. Ministro Miguel Pinto Luz, que garantiu retroativos pagos desde janeiro de 2025. Peço intervenção direta e urgente, pois estou a ser prejudicado financeiramente e emocionalmente de forma contínua e grave. Com respeito, H.G.
Conta bloqueada
Fui chamada pelo banco para atualizar os meus dados. Visto que o meu documento é residência e encontro-me à espera de ser chamada para a renovação tenho a atual caducada. Apresentei o passaporte ( esse sim dentro da validade) mas não foi aceite como documento de identificação. Pediram-me um comprovativo de pagamento de pedido de renovação mas não tenho porque ainda estou à espera de ser chamada pela AIMA para efetuar o pedido presencialmente e o devido pagamento. Dada a situação foi-me bloqueada a conta.
Reclamação contra JobLeads – Cobrança indevida sem consentimento
Nome da empresa: JobLeads GmbH Site: https://www.jobleads.com ID de cliente: 50515185 Valor cobrado indevidamente: 69,90 € Venho por meio desta apresentar uma reclamação formal contra a empresa JobLeads GmbH, por violação dos meus direitos enquanto consumidor. No dia 10 de Novembro de 2025, foi efetuada uma cobrança automática no valor de 69,90 € sem minha autorização prévia, sem meu consentimento claro e sem qualquer aviso por e-mail ou confirmação por parte da empresa. Eu nunca autorizei essa compra, não vi qualquer notificação sobre renovação, nem dei ciência ou aceitei a continuação do plano Premium. Após o ocorrido, enviei vários e-mails à empresa, solicitando o cancelamento imediato da cobrança e o reembolso do valor. Mesmo após todos os esforços, a empresa recusou-se a reembolsar, alegando termos e condições que nunca foram aceites ou compreendidos conscientemente por mim. A cobrança foi abusiva, automática e sem transparência, o que constitui uma clara violação do Código de Defesa do Consumidor e das diretrizes de boas práticas comerciais dentro da União Europeia. Diante disso, exijo: O reembolso integral de 69,90 € O cancelamento completo da minha conta A eliminação dos meus dados pessoais da plataforma Caso nenhuma ação seja tomada com urgência, pretendo seguir com denúncia na Autoridade Europeia de Defesa do Consumidor (ODR), Banco de Portugal, e outras entidades competentes, além de iniciar queixa pública em todas as plataformas possíveis.
Vitima de Burla
Exmos. Senhores, No passado dia 12/11/2025, por volta das 15 H, no Alegro Sintra fui contactado pelos telemóveis 933320716 e 934338868 para comprarem uma cómoda que tenho à venda no OLX há cerca de quatro anos, por 200,00€ e que enviariam uma transportadora no mesmo dia para levantar o artigo. Quanto ao pagamento referi que as transferências atualmente são imediatas, tendo o mesmo referido que pagava por MB WAY. Após várias manobras, consultei a APP da CGD e verifiquei que em vez de entrar o montante da cómoda de 200,00€, tinham sido retirados da minha conta 200,00€ mais 200,00€ o que totalizou 400,00€. Contactei de imediato a CGD, que cancelaram na hora o cartão de débito, tendo originado a Referência 3 - 3582550. Em nenhum momento fui a qualquer caixa ATM, nem isso me foi sugerido. Através de Queixa Eletrónica nº. SQE 0425550/25, dei conta da Burla à PSP. Após analisar o sucedido com a minha mulher, que estava presente, não acho que tenha sido, em qualquer momento, negligente. Venho por este meio, solicitar a reparação da V/parte, dos montantes que me foram retirados, indevidamente, porque a V/Instituição deve proteger os clientes, que no meu caso, acho que não fui protegido. Cumprimentos.
COBRANÇA INDEVIDA DE SEGURO
Exmos. Senhores, Sou titular de um cartão de crédito e tenho duvidas relativamente à tributação de um seguro metfife, o qual nunca pedi nem subscrevi. O mesmo iniciou em Abril ou Maio do presente ano com valor de 20euros e tem vindo a aumentar, tendo sido retirado 22euros este mês. Exijo explicações e devolução do dinheiro. Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
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