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Nome no banco de Portugal indevidamente
Aqui estou eu, cansado , desgastado e envergonhado por esta instituição Servdebt. Nada é mais esclarecedor que um email enviado para os serviços jurídicos a anos e continuo sem resposta por me estarem a tentar cobrar uma dívida resolvida a mais de vinte anos. Ex.mo Colega, Aceite os meus respeitosos cumprimentos. Acuso a receção do seu e-mail infra, o qual desde já agradeço. Pelo exposto, informo que só agora logrei alcançar contacto com os meus clientes DAVID LEITE,e pai, o motivo pelo qual lhe retomo, agora o contacto. Análisado o teor do seu email infra, cumpre-nos por hora expor e requerer o seguinte: Os meus clientes não aceitam nem tão pouco reconhecem a dívida referida no seu email. Os meus clientes dispõe de comprovativos em como a viatura inerente ao contrato de crédito por vós referido foi sujeito a abate, o que por si só prova que para o efeito existiu necessáriamente a extinção e levantamento da reserva que sobre aquele constava a título do referido contrato de crédito, o que só decorre contra o pagamento integral da dívida. O referido crédito foi liquidado pelo Sr. David há mais de 20 anos, mais concretamente no ano de 1998. Os meus clientes nunca foram notificados das sucessivas cedências de crédito, nem tão pouco as aceitaram, nem aceitam, motivo pelo qual não dispõe V/Exas. de legitimidade para a referida cobrança. Acresce, que decorre da análise da informação do Banco de Portugal, onde V/Exas. intentaram o meu cliente junto da central de responsabilidades, que o incumprimento do referido crédito ocorreu em 31/12/2002. Verifica-se assim que se volveram mais de 20 anos sobre o referido incumprimento, motivo pelo qual, desde já os meus clientes invocam a prescrição presuntiva da dívida, nos termos e para os efeitos dos artigos 301º e seguintes do Código Civil. A referida dívida, que à cautela desde já se invoca que não se reconhece por liquidada, deveria ter sido dentro do prazo legal para o efeito cobrada, o qual já prescreveu, dando origem à caducidade do vosso direito de judicialmente recuperarem o referido crédito. Por tudo o quanto é exposto, e uma vez que a vossa comunicação junto da central de resposabilidades do Banco de Portugal é um total abuso de direito dado o facto de ter caducado o vosso direito de executar aquela dívida, requer-se o imediato cancelamento daquela comunicação, por abusiva e indevida, imediatamente. Caso V/Exas. não cumpram com o solicitado, iremos acionar os meios legais para ressarcimento de todos os prejuízos que a vossa conduta venha a trazer para a esfera patrimonial e não patrimonial dos meus clientes. Agradecia resolução mais rápido possível devido a estar a lutar com um cancro na cabeça irremovível e maligno , e este assunto deixa me nervoso e envergonhado.
Aluguel de carro Localiza - Wise não devolve o dinheiro
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma cobrança em duplicado efetuada no meu cartão Wise. No dia 20 de julho de 2026, a empresa Localiza Rent a Car efetuou duas cobranças referentes ao mesmo contrato de aluguer. Assim que detetei a situação, entrei imediatamente em contacto com a Localiza, que me informou que o estorno apenas seria processado após o encerramento do contrato. O contrato terminou no dia 27 de julho de 2026. No entanto, até à presente data, o valor cobrado em duplicado continua sem ser devolvido. Contactei várias vezes a Localiza e a situação continua sem resolução. Perante a falta de resposta e de reembolso por parte do comerciante, solicito que a Wise analise este caso e inicie o procedimento de contestação da cobrança pois que eu ja tento entrar em contato com a wise faz muito tempo e ninguém consegue fazer nada, uma vez que fui debitado duas vezes pelo mesmo serviço e apenas uma das cobranças é legítima. Anexo os comprovativos das duas cobranças, o contrato de aluguer e toda a documentação que demonstra as tentativas de resolução diretamente com o comerciante. Agradeço uma análise urgente deste caso e uma resposta o mais rapidamente possível. Com os melhores cumprimentos, Gabriel Candeias
Bloqueio abusivo e violação dos dados privados
Sendo sócia da Deco uma vez que não consigo entrar em contacto com vocês que me ajudem À Gerência do Banco Santander Totta Balcão de Algés (A/C Sr. Carlos Teixeira) Com conhecimento para o Gabinete de Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente Santander Assunto: RECLAMAÇÃO FORMAL URGENTE – Bloqueio Indevido de Conta, Quebra de Sigilo Bancário, Danos Patrimoniais Graves e Pedido de Encerramento de Conta Exmos. Senhores, Eu, , com o nif cliente desta instituição, titular da conta número [Número da Sua Conta], venho por este meio apresentar uma reclamação formal e em caráter de máxima urgência face aos contínuos abusos e ilegalidades cometidos por este banco, em particular pela vossa agência de Algés. A minha conta encontra-se totalmente bloqueada desde o dia 07/07/2026, sem que me tenha sido enviada qualquer notificação oficial, número de processo ou indicação da entidade investigadora, apesar dos meus insistentes pedidos por e-mail, que ficaram sem resposta. Como consequência direta deste bloqueio unilateral e sem fundamento legal válido: 1. Encontro-me em incumprimento no pagamento do meu crédito automóvel e de outras despesas diárias essenciais. 2. Perdi definitivamente um investimento de 8.500,00€ relativo ao sinal para a aquisição de um imóvel, uma vez que a escritura estava agendada para o dia 09/07/2026 e fiquei impedida de aceder ao meu dinheiro. Saliento que a vossa instituição tinha pleno conhecimento deste prazo, dado que enviei atempadamente a cópia do agendamento da escritura para a minha gerente de conta. Na ausência da minha gerente (por motivos de férias), fui atendida pelo Sr. Carlos Teixeira, no balcão de Algés, que demonstrou uma postura rude, arrogante e altamente prepotente. O referido funcionário alegou que a conta estava sob investigação por "Branqueamento de Capitais" e exigiu, sob ameaça de suspensão indefinida, a comprovação de absolutamente todas as transações desde 01/01/2026, incluindo compras banais em websites. Mais grave ainda, num ato de clara violação do sigilo bancário e do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), o Sr. Carlos Teixeira forneceu informações confidenciais da minha conta ao segundo titular (o meu ex-marido desde abril, que não tem os dados atualizados na conta e cujo nome ainda consta no sistema apenas devido a falhas informáticas internas do próprio Santander). O referido funcionário chegou ao cúmulo de fazer insinuações caluniosas ao meu ex-marido de que eu estaria envolvida em "ilegalidades" e "jogos", provocando uma severa e dolorosa desestabilização no meu ambiente familiar. Repudio veementemente tais insinuações. O saldo à ordem de 10.000,00€ presente na conta tem origem totalmente legítima e comprovável: provém da venda de um imóvel cujo distrate foi realizado em novembro passado, no vosso balcão do Laranjeiro, sendo o próprio Santander o credor. Toda a minha atividade financeira é lícita. Movimento fundos para outras contas de minha titularidade (Revolut e Bankinter) e para a plataforma Bitget. Possuo todos os comprovativos, ativos em formato on-chain, certificado de investidora e diretrizes do Banco Central Europeu que atestam a regularidade fiscal e a ausência de qualquer suspeita de branqueamento. Face ao comportamento abusivo e à total quebra de confiança nesta instituição, exijo: 1. O desbloqueio imediato da referida conta bancária; 2. A transferência integral de todos os meus ativos e saldos para a conta que indicarei no momento do desbloqueio; 3. O encerramento imediato e definitivo da minha conta no Banco Santander Totta. Caso a situação não fique resolvida e o saldo disponível num prazo impreterível de 48 horas, informo que avançarei de imediato com uma ação judicial junto dos Julgados de Paz para exigir a restituição dos valores e a devida indemnização por todos os danos patrimoniais (incluindo os 8.500,00€ perdidos) e morais causados. Adicionalmente, esta queixa será reencaminhada para o Banco de Portugal e para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) para que sejam aplicadas as sanções institucionais cabíveis. Sem outro assunto de momento, fico a aguardar a vossa resposta por escrito. Atenciosamente,
Fundo Ambiental - Assunto: reclamação formal e pedido de reapreciação da candid
Porcelhe, Viseu Assunto: Reclamação Formal e Pedido de Reapreciação da Candidatura Indeferida – Candidatura n.o 033630 (Referência da Contestação n.o 5780) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à decisão de indeferimento da minha candidatura ao programa do Fundo Ambiental e solicitar a reapreciação dessa decisão. Candidatura Indeferida: n.o 033630 (submetida em 27/09/2023) Candidatura Aprovada: n.o 054685 (submetida em 20/10/2023) Referência da Contestação: 5780 O fundamento apresentado para o indeferimento da candidatura n.o 033630 foi a alegada inexistência de residência permanente no imóvel à data relevante. Respeitosamente, discordo desta conclusão. Submeti duas candidaturas distintas relativas a diferentes intervenções de melhoria da eficiência energética realizadas na mesma habitação, em períodos temporais muito próximos. Uma das candidaturas (n.o 054685) foi aprovada, enquanto a outra (n.o 033630) foi indeferida, apesar de ambas dizerem respeito ao mesmo imóvel, ao mesmo candidato e às mesmas circunstâncias de residência. A candidatura aprovada foi instruída com, essencialmente, a mesma documentação comprovativa da residência permanente apresentada na candidatura indeferida. Além disso, após o primeiro indeferimento da candidatura n.o 033630, apresentei documentação adicional que reforçava ainda mais a prova de que a minha residência permanente estava estabelecida no imóvel muito antes do início das obras e da submissão da candidatura. Apesar disso, a contestação foi igualmente indeferida. Importa salientar que nunca existiu qualquer alteração da minha situação de residência antes, durante ou após a realização das obras. O imóvel sempre constituiu a minha residência permanente durante todo o período em causa. A documentação adicional apresentada demonstra este facto de forma inequívoca. Reconheço que, na candidatura inicial, foi anexada inadvertidamente uma versão desatualizada da Caderneta Predial. Contudo, este lapso administrativo não altera a realidade dos factos, uma vez que a documentação posteriormente apresentada comprova de forma conclusiva a existência da minha residência permanente. O objetivo da documentação adicional foi precisamente esclarecer esta questão, mas parece não ter sido devidamente considerada na reapreciação. Tendo em conta que: • uma candidatura referente ao mesmo imóvel e ao mesmo candidato foi aprovada; • as intervenções objeto de ambas as candidaturas foram realizadas praticamente no mesmo período; • as circunstâncias relativas à residência eram exatamente as mesmas; • foi apresentada documentação abundante que comprova a residência permanente; e • não ocorreu qualquer alteração material das circunstâncias, venho solicitar, respeitosamente, que o Fundo Ambiental proceda a uma nova análise da candidatura n.o 033630. A discrepância entre a aprovação da candidatura n.o 054685 e o indeferimento da candidatura n.o 033630 sugere que a documentação poderá não ter sido avaliada de forma consistente. Solicito, por isso, que toda a documentação já apresentada seja objeto de uma reapreciação cuidada e que a candidatura seja novamente avaliada à luz dessa prova. Agradeço, desde já, a atenção dispensada a esta reclamação e espero que, após uma nova apreciação, a evidência apresentada permita a aprovação da candidatura. Com os melhores cumprimentos, Christopher
transferencia de propriedade automovel
Venho socitar o mais rapido possivel comprei um BYD em FEVEREIRO de 2026 e ate agora nao me enviaram o documento do carro e fica enrolando . E como trabalho como TVDE as plataformas tanto UBER e BOLT ja nao aceitam o documento de circulacao. 6 meses para enviar um documento estao de brincadeira com o cliente . no registro automovel nem passaram para meu nome ainda esta no nome do antigo proprietario .
Seguro de vida
Desejo cancelar o seguro de vida . Fui obrigada a aderir ao seguro para abrir a conta e isso se caracteriza venda casada.
Vítima de BURLA ENCOMENDA NAO RECEBIDA
No dia 21/07 fiz uma encomenda de uma máquina de café no site portugal oferta, fiz o pagamento por mbway e até agora não recebi encomenda nenhuma já enviei email e dizem que o email não existe. Até continua a dizer que está em preparação e não passa disso.
sucessivos erros da Segurança Social na determinação do escalão do Abono de Família
Exposição Assunto: Reclamação por sucessivos erros da Segurança Social na determinação do escalão do Abono de Família, indeferimento incorreto da reavaliação de rendimentos e pedido de reposição integral dos prejuízos causados Exmos. Senhores, Venho apresentar a presente reclamação formal em virtude dos sucessivos erros praticados pela Segurança Social relativamente ao meu agregado familiar, os quais provocaram prejuízos económicos elevados e totalmente imputáveis aos serviços. Os erros cometidos não constituem um episódio isolado. Pelo contrário, verificou-se uma sucessão de decisões incorretas que se iniciaram com a atualização dos escalões em fevereiro de 2026 e culminaram na apreciação incorreta do meu pedido de reavaliação por alteração de rendimentos. 1. Falta de atualização do escalão em fevereiro de 2026 Na reavaliação anual efetuada em outubro de 2025, o meu agregado familiar foi enquadrado no 3.º escalão do Abono de Família. Posteriormente, em fevereiro de 2026, foram alterados os limites dos escalões, produzindo essa alteração efeitos retroativos a janeiro de 2026. Em consequência dessa alteração legislativa, o rendimento do meu agregado passou a enquadrar-se no 2.º escalão, circunstância que deveria ter originado automaticamente a atualização do meu escalão pela Segurança Social. Tal nunca aconteceu. Apesar de reunir todos os requisitos legais, permaneci indevidamente integrada no 3.º escalão. Este erro administrativo prolongou-se durante vários meses, obrigando-me a receber prestações inferiores às legalmente devidas. 2. Diferenças do Abono de Família Em consequência desse erro, foram pagos os seguintes valores: Filho (mais de 3 anos): 59,33 €, quando deveriam ter sido pagos 75,13 €, correspondendo a uma diferença mensal de 15,80 €. Primeira filha (17 anos): 54,35 €, quando deveriam ter sido pagos 75,13 €, correspondendo a uma diferença mensal de 20,78 €. Segunda filha (17 anos): 54,35 €, quando deveriam ter sido pagos 75,13 €, correspondendo igualmente a uma diferença mensal de 20,78 €. A diferença mensal total ascende, assim, a 57,36 €. Considerando os meses de janeiro a julho de 2026, a Segurança Social deixou de pagar: 57,36 € × 7 meses = 401,52 €. 3. Perda da Bolsa de Estudo A permanência indevida no 3.º escalão teve uma consequência ainda mais gravosa. As minhas duas filhas ficaram impedidas de beneficiar da Bolsa de Estudo apenas porque a Segurança Social não procedeu à atualização do escalão que legalmente lhes era aplicável. Cada Bolsa de Estudo corresponde ao valor mensal do Abono de Família do 2.º escalão, ou seja: 75,13 € por filha. Assim: 75,13 € × 2 filhas = 150,26 € por mês. Desde janeiro de 2026 até julho de 2026, a Segurança Social deixou de pagar: 150,26 € × 7 meses = 1.051,82 €. Este prejuízo resulta exclusivamente do erro cometido pelos serviços. 4. Pedido de reavaliação por alteração de rendimentos Perante uma redução significativa dos rendimentos do agregado familiar, apresentei um pedido de reavaliação, juntando todos os documentos exigidos. Após cessar o meu contrato de trabalho anterior, iniciei um novo contrato de trabalho com remuneração base de 1.000,00 € mensais, situação comprovada pelos recibos de abril, maio e junho. 5. Novo erro da Segurança Social Apesar da documentação entregue, a Segurança Social voltou a decidir incorretamente. Em vez de considerar os meus rendimentos efetivos e permanentes, utilizou o recibo referente ao fim do contrato anterior, o qual inclui verbas extraordinárias, designadamente indemnização de caducidade, proporcionais de férias, subsídios e outros acertos de cessação. Por esse motivo, esse recibo apresenta um montante manifestamente excecional e que não representa o meu rendimento mensal. Essa opção conduziu a uma avaliação incorreta da situação económica do meu agregado. Acresce que a própria carreira contributiva da Segurança Social demonstra quais os valores erradamente registados para efeitos contributivos, não permitindo uma correta apreciação da realidade remuneratória. 6. Prejuízo económico Os erros sucessivos da Segurança Social provocaram um prejuízo económico já quantificável em: Diferenças de Abono de Família: 401,52 €; Bolsas de Estudo das duas filhas: 1.051,82 €. Total atualmente em dívida: 1.453,34 €. Este montante continuará a aumentar enquanto a situação não for regularizada. 7. Requerimento Face ao exposto, requeiro: A correção imediata do enquadramento do meu agregado familiar para o 2.º escalão, com efeitos a 1 de janeiro de 2026. O recálculo integral do Abono de Família desde janeiro de 2026. O pagamento retroativo de 401,52 €, correspondente às diferenças de Abono de Família vencidas até julho de 2026, acrescido das diferenças que entretanto se vençam. O reconhecimento de que a não atribuição da Bolsa de Estudo às minhas duas filhas resultou exclusivamente de um erro imputável aos serviços. O pagamento retroativo de 1.051,82 €, correspondente às Bolsas de Estudo não atribuídas entre janeiro e julho de 2026, acrescido dos montantes que entretanto se vençam. A revisão da decisão relativa ao pedido de reavaliação por alteração de rendimentos, considerando apenas os rendimentos efetivos e permanentes do agregado, devidamente comprovados. A emissão de uma decisão fundamentada que identifique os rendimentos considerados, os cálculos efetuados e a respetiva base legal. Caso a situação não seja integralmente regularizada, reservarei o direito de recorrer ao Provedor de Justiça, à Inspeção-Geral competente e aos tribunais administrativos, para defesa dos direitos do meu agregado familiar e ressarcimento integral dos prejuízos sofridos. Pedido Nº 2026-07/242190
COBRANÇA DUVIDOSA
Provavelmente sou mais um cliente / ou não a reclamar de uma suposta dívida em cobrança sem que seja indicada qualquer documentação ou prova da existência dessa dívida A white star enviou, por correio uma cobrança de uma suposta dívida e sem qulquer prova documental acontece que tenho estado fora do país há mais de 15 anos e não reconheço qualquer dívida destes valores indicados Também não reajo bem com ameaças de cobrança em tribunal para a correr pagar cerca de 1/3 da alegada dívida. Sou mais um que não cai no conto do vigário com cobranças a correr.
RDGRG0QP
Ola. Bom dia. Venho por este meio a solicitar o reembolso de 125 euros deste cartão que não foi utilizado porque deu erro na transacção. Eu já abri uma disputa ainda sem resposta. Podem verificar que um par de horas depois usei outro cartão para o mesmo vendedor. O vendedor indica que só tem um pago feito e pertece ao segundo cartão. Verifiquem com eles o que aconteceu mais eu não vou pagar 2 vezes o mesmo montante. Também vocês não estão a facilitar um comrpovativo de esse pagamento duplo. No caso de não ser reembolsado os 125 euros abrirei um litígio legal com os advogados do deco proteste Obrigada
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