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cobrança de divida da Meo
EXMOS SENHORES - Constantemente a receber ameaças ,para pagar um valor de facturas que desconheço e que tem muitos anos , vem pedir juros e um valor que nunca me foi comunicado pela Meo , neste momento ainda sou cliente da Meo e tenho a minha situação em dia e controlada , nem se remetem a informar as facturas em divida , isto tem anos mais de 15 anos , assim agradeço que deixem de me ameaçar e se forem transparentes e sérios admitam que facturas prescrevem ok e como quero afirmar desconheço e não reconheço tl divida . cumprimentos JOÃO FONSECA
Banco CTT recusou devolver fundos transferidos para conta fraudulenta
Em abril de 2026 fui vítima de burla informática e transferi um valor significativo para uma conta domiciliada no Banco CTT, indicada por um site fraudulento de venda de contentores modulares. O caso originou queixa-crime na PSP, remetida ao MAI. Ao pesquisar o nome do titular da conta, identifiquei notícias de março de 2026 descrevendo o alegado desaparecimento desta pessoa, no Porto. A conta parece ter sido usada pelos bad actors sem o conhecimento do titular — o que levanta sérias dúvidas sobre o cumprimento dos deveres de identificação e diligência (KYC) pelo Banco CTT, previstos na Lei n.º 83/2017. O meu banco enviou dois pedidos formais de devolução (recall SEPA). O Banco CTT recusou ambos sem qualquer justificação, apesar de a fraude ter sido formalmente reportada e a queixa-crime estar em curso. Esta recusa é incompatível com os deveres de colaboração previstos nas regras SEPA Credit Transfer e com as obrigações da Lei n.º 83/2017 em matéria de branqueamento de capitais. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal. O que pretendo: Explicação formal da recusa dos recalls; esclarecimento sobre os procedimentos KYC aplicados à conta em causa; cooperação ativa na recuperação dos fundos transferidos.
ActivoBank cobrou 156€ em comissões por pedidos de devolução não previstas no preçário público
Em abril de 2026 fui vítima de burla informática e transferi 2.447,70€ para uma conta fraudulenta. Solicitei ao ActivoBank dois pedidos de devolução (recall SEPA) das transferências, a 05/05/2026 e a 07/05/2026. Ambos foram recusados pelo banco receptor. O ActivoBank cobrou-me 75,00€ por cada pedido de devolução, acrescidos de 3,00€ de taxa de selo — total de 156,00€ debitados na minha conta. Consultei o preçário público em vigor (documento PC0031-PT, disponível em www.activobank.pt), nomeadamente as secções 5.1 e 5.2 relativas a transferências. A comissão de 75,00€ por pedido de recall não consta de qualquer rubrica do Folheto de Comissões e Despesas. Nos termos dos artigos 53.º e 54.º do Decreto-Lei n.º 91/2018 (RJSPE) e do Aviso do Banco de Portugal n.º 8/2009, as instituições só podem cobrar comissões expressamente previstas e comunicadas ao cliente. Esta cobrança é ilegal. Apresentei reclamação ao Banco de Portugal.
Falha na entrega
Foi realizada uma tentativa falsa de entrega no dia 30-06-2026, uma vez que se apresentava pessoas a trabalhar ao lado do portão para receber, e não fui contactado. No dia 06-07-2026, fui contactado para reagendar a entrega. Na qual ficou agendado para o dia 07-07-2026. Dia 07-07-2026, nem fizeram a entrega. Contactei a FedEx, e falaram que o vendedor mandou destruir a encomenda, e que nem saiu do armazém. Sendo que o vendedor fala que não é verdade.
Reclamação Formal – Recusa de Veículo de Substituição por Imobilização (Apólice n.º 0010944223)
Eu, Ana Gomes, na qualidade de condutora do veiculo cuja apólice n.º 0010944223 aplicável ao veículo Opel Vectra com a matrícula 00-BS-92, venho por este meio apresentar uma Reclamação Formal contra a recusa de atribuição de um veículo de substituição, cobertura contratada nas minhas Condições Particulares (Opção Multi assistência base). A recusa baseia-se no argumento de que os problemas mecânicos seriam preexistentes ou estariam em período de carência. Contudo, a atual imobilização do veículo prende-se com um facto jurídico e administrativo indiscutível: o veículo foi submetido à Inspeção Periódica Obrigatória (IPO) e reprovou (chumbo/recall), ficando legalmente impedido de circular na via pública. Quero esclarecer os seguintes factos com total transparência: Utilização Temporária do Veículo: Sendo o proprietário e tomador do seguro, o meu irmão que temporariamente emprestou este carro pois resido no interior do país, e necessitava urgentemente de transporte para o dia a dia da minha família. Inexistência de Período de Carência: As Condições Particulares emitidas a 29 de abril de 2026, com efeitos a partir de 30 de abril de 2026, não preveem qualquer período de carência para a ativação da Assistência em Viagem ou do veículo de substituição. O contrato está plenamente em vigor e pago. Imobilização por Força Maior (IPO): O chumbo na inspeção constitui uma proibição legal de circulação. O direito ao veículo de substituição (5 dias em caso de anomalia/avaria) deve ser ativado para repor a mobilidade da minha família enquanto a situação legal do carro se resolve.
Representação não representado.
Venho por meio desta mensagem de reclamação, fazer uma queixa contra a empresa gobravo empresa tal como outras padrão tem morada nif telefone capital social, mais não faz 01% do que fala que faz assinei um contrato colocando a empresa a responder ao meu favor perante meus credores que por sinal eu mesmo vinha pagando certo com algumas dificuldades, porem vi a solução na gobravo mais estou me arrependido o que fiz, Essa empresa não negóciou nada das minhas dívidas não ligou nem mandou email para fazer negociações para meus credores, agora minha dívidas ficou pendente de pagamento ja 2 meses foi para banco de Portugal, me levou 2 prestações de 262 cada total de 524 euros e mais 202 euros no nome de minha esposa, 726 euros nada resolvido so piorou a minha situação, eles me disseram para não atender as ligações bancários de cobrança,. Estou eu agora a tentar cancelar essa porcaria de acordo e eu mesmo a negociar as minhas contas, mandei email e mensagem via Whatsapp para gobravo porem disseram que me ligaria ate agora nada, espero de vossa parte da empresa gobravo que faz o cancelamento do contrato do serviço não prestado e o cancelado da retirado mensal do meu banco. E devolução do valor extraído do banco e o valor pago por entidade e referência por mim o mais rápido possível, e eu ja estou negociando minhas dívidas que por sinal ficou pior. Eu não devia ter confiado na gobravo em fazer as negociações que nada fez, espero que cancele o mais rápido possível... Obrigado Att. Cido Ribeiro
resolução cancelamento contrato
Empresa reclamada: Universo, IME, S.A. Assunto: Pedido de resolução imediata do contrato Universo por quebra total de confiança Venho reclamar contra a Universo, IME, S.A., e solicitar a resolução/cancelamento imediato do meu contrato Universo por quebra total de confiança na segurança e no controlo operacional da entidade. Desde janeiro de 2026 que alerto a Universo para débitos que contesto como não autorizados, associados a cartões virtuais/crédito. Contactei repetidamente por telefone e email. A resposta tem sido inadmissível: mensagens automáticas, casos encaminhados entre departamentos, encerramentos administrativos e nenhuma solução efetiva. A situação agravou-se de forma inaceitável: apesar de o cartão já estar bloqueado e de a Universo estar formalmente alertada há meses, surgiram novos débitos em 23/06/2026 às 17:47: gotinder.com/help — 16,98 € — ref. 23625834580 APPLE.COM/BILL — 16,99 € — ref. 23625834420 APPLE.COM/BILL — 16,99 € — ref. 23625834480 Isto demonstra uma falha grave de segurança, bloqueio, controlo interno e proteção do consumidor. Uma entidade que disponibiliza crédito e meios de pagamento não pode permitir que débitos continuem após bloqueio e após sucessivos alertas do cliente. A confiança na Universo está definitivamente destruída. Exijo: Resolução/cancelamento imediato do contrato Universo, sem penalização; Cancelamento definitivo de cartões, cartões virtuais, tokens, autorizações digitais e pagamentos recorrentes; Reembolso integral de todos os valores debitados sem autorização; Prova da data/hora de autorização dos débitos de 23/06/2026; Confirmação escrita de que não existirão novos débitos; Declaração de inexistência de dívida relativa aos valores contestados; Resposta escrita por responsável identificado. Esta reclamação não prejudica os meus direitos a reembolso, indemnização, reclamação ou participação junto das autoridades. A situação já foi comunicada ao Banco de Portugal com a referência RAF/2026/00025 e será junta às autoridades competentes como prova. Pretendo a cessação imediata da relação contratual com a Universo por quebra total de confiança.
Cobrança não autorizada após período experimental e dificuldade no cancelamento
Exmos. Senhores, No dia 4 de junho de 2026 aderi a um período experimental da JobLeads, sem que me fosse apresentada de forma clara, expressa e inequívoca a informação de que a subscrição se converteria automaticamente numa assinatura Premium paga, com renovação periódica de 69,90 € a cada 28 dias. Não dei consentimento informado para essa cobrança recorrente. Assim que tomei conhecimento da cobrança, solicitei o cancelamento imediato da subscrição por email, a 6 de julho de 2026. Ainda assim, a alegada dívida (processo n.º 101000449625555) foi encaminhada para a empresa de cobrança PAIR Finance, que agora exige o pagamento de 70,17 €. Já contestei formalmente a dívida junto da PAIR Finance, solicitando prova documental de que fui devidamente informado, antes da contratação, sobre o valor, a periodicidade da renovação automática e que prestei consentimento expresso para tais condições. Confirmei ainda que existem inúmeras queixas de outros consumidores relativas a este mesmo padrão de cobrança da JobLeads (período experimental barato seguido de renovação automática para um valor elevado, sem perceção clara dessa consequência), o que indica tratar-se de uma prática comercial recorrente e pouco transparente. Solicito a anulação da dívida, a confirmação por escrito do cancelamento da minha conta e subscrição, e o fim imediato de todas as diligências de cobrança. Com os melhores cumprimentos.
Reclamação
EX senhores .venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao registo de um crédito alegada dívida em meu nome comunicada ao banco de Portugal.tive conhecimento da existência deste registo porém desconheço a origem da referência dívida uma vez que nunca fui devidamente informada da sua existência nem reconheço qualquer obrigação de pagamento relacionado cm a mesma.Assunto solicito que me seja facultada com a maior brevidade possível seguinte informaçao.identicaçao da origem da alegada dívida cópia do contrato ou documentação q comprove a existência da obrigação data da dívida comunicada ao banco de Portugal .caso verifique registo foi efetuado por erro ou sem fundamento legal solicito imediata retificação ou ilustração junto banco de Portugal como confirmaçao pr escrito dessa regularização agradeço q presente reclamação seja respondida dentro prazo legal de 20 dias.Com os melhores cumprimentos
Multicare - Cobrança de valores indevidos e falta de esclarecimento em alteração de plano de seguro
Bom dia, Fiquei sem seguro de saúde em abril de 2026, devido à rescisão do contrato de trabalho. No dia 19 de maio de 2026, solicitei a adesão a um novo seguro de saúde Multicare (a mesma seguradora que tinha anteriormente), com a expectativa de poder beneficiar da isenção de período de carência, já que passou pouco tempo desde o cancelamento do seguro anterior. Apenas a 9 de junho é que recebi um e-mail com as condições do novo seguro, incluindo as exclusões, e pediram-me para clicar no botão 'Aceitar'. Não o fiz de imediato porque tinha dúvidas que precisava de esclarecer, por isso respondi ao e-mail com as minhas questões. Como não obtive resposta, voltei a enviar um e-mail no dia 18 de junho. No dia 22 de junho, cobraram-me indevidamente a primeira mensalidade mais 5€ de adesão, apesar de eu não ter autorizado qualquer débito direto, não ter assinado nada, nem ter aceite as condições. Estava agendado o débito de mais uma mensalidade nesse dia, mas consegui cancelar o débito direto a tempo. No mesmo dia, finalmente, responderam ao meu e-mail e disseram que poderiam analisar a possibilidade de alterar a data de início do seguro (de 20 de maio para até 5 de junho, para manter a isenção da carência, pois para isso não poderia ultrapassar os 60 dias entre o anterior e o novo seguro). No entanto, continuei com dúvidas relativamente às exclusões e aos valores que teria de pagar em consultas ou exames. Para não esperar mais tempo, liguei para a linha de apoio ao cliente, que supostamente teria o histórico de tudo o que tinha acontecido. Perguntei se era possível alterar a data, conforme tinha sido sugerido por e-mail, e disseram-me que afinal não era possível. Decidi então baixar o plano do seguro. Informaram-me que teria de pagar mais 5€, porque não era possível apenas alterar o plano na mesma apólice, só criando uma nova. Não me parece justo, mas aceitei porque já estava cansada da situação. Alguns dias depois (1 de julho) recebi um SMS a informar que teria de pagar mais 8,02€ pelo cancelamento da apólice anterior, e que em breve receberia o aviso de pagamento, mas essa informação nunca me foi dada durante a chamada ao apoio ao cliente. Curiosamente, hoje ao verificar a aplicação myFidelidade, está a fatura dos 8,02€ com data limite de pagamento a 30 de junho, apesar de só ter recebido o SMS, ainda sem recibo, a 1 de julho. Enviei novo e-mail no dia 1 de julho, resumindo todas estas questões para ter prova escrita, mas até hoje, 6 de julho, continuo sem resposta. Gostaria de saber se é mesmo legítimo cobrarem os 5€ pela alteração do plano e os 8€ pelo cancelamento da apólice anterior, sendo que só estou a alterar o plano. Tenho todos os meus seguros na Fidelidade e nunca tive uma experiência tão má como esta.
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