Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
PÉSSIMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
Bom dia, ao dia 26/07, fiz uma solicitação de reboque e táxi para a minha residência, ja que a minha carrinha avariou. Ao telefone, me foi solicitada a morada para onde a carrinha iria, e onde eu estava, porem em nenhum momento, me foi avisado que o a viatura não iria para a morada que eu havia destinado. Então fiz a solicitação do meu mecanico para a minha residência e o avisei que quando a carrinha chegasse, ele iria fazer o reparo. Só ao adentrar ao taxi, que chegou depois por acaso e o reboque ja havia ido embora com o meu carro, ao que me parece ser um procedimento que não deveria ocorrer, ja que os dois tem de sair juntos, é que eu fique sabendo que a carrinha não iria naquele dia para a morada que indiquei, algo que não foi avisado por parte da seguradora. Então fiz ligações solicitando a seguradora para que levasse a viatura a morada desejada no mesmo dia 26/07 onde me foi negado, a pesar de eu ter explicado que lá havia comidas que poderiam estragar, itens pessoais necessários para mim naquele dia e o mecanico estaria aguardando. Tudo isso pela falta de comunicação da seguradora, pois se estivessem avisado, eu retiraria o que fosse necessário da viatura e não chamaria o mecanico aquele dia. Também me foi avisado que o reboque me ligaria para combinar a que horas entregar a carrinha, algo que não aconteceu, pois o rebocador me ligou ja com a carrinha em minha morada e eu estava no trabalho, ele deixou o carro por la, longe de onde eu pedi para que deixasse ja que eu não estava, tive que perder a tarde de trabalho e ir ate a casa. Hoje ao dia 05/08, solicito o reboque para levar a carrinha a oficina, ja que o mecanico apos aquele domingo 26/07 não conseguiu passar para olhar a avaria, e simplesmente me foi negado por parte da seguradora, mesmo eu explicando toda a situação. Hoje me sinto lesado financeiramente e moralmente, visto que estragou itens alimentares, fiquei sem alguns itens pessoais, perdi meio dia de trabalho e estou tendo que vir de boleia para o trabalho e alguns dias tendo que pagar uber, tenho todos os comprovativos caso necessários, fotos dos itens estragados e talões e também taloes e recibos da uber. Gostaria que houvesse uma posição da seguradora neste momento por parte do meu prejuízo financeiro e agora moral ao ter sido negado o reboque para reparar o problema causado pela propria seguradora.
Pagamento de indeminização
No dia 15 de março de 2026 tive uma rotura de um cano de água na minha habitação, que causou uma inundação e consequentemente danos na habitação e no recheio da mesma. Fiz participação do sinistro à companhia de seguros (Fidelidade) e acionei os seguros multirriscos e recheio. O processo decorreu passando pela fase de peritagem, envio de orçamento, aprovação deste e aprovação de pagamento de indeminização. No dia 26 de maio, recebi um e-mail da D.ª Ana Rego (gestora do caso), para eu enviar o comprovativo de IBAN, para ser realizada a transferência da indeminização, para o e-mail sinistros.dnp@fidelidade.pt, procedi ao envio do comprovativo para o referido e-mail. No dia 8 de junho recebi novamente um e-mail da D.ª Ana Rego que passo a citar, "solicita-se o envio de comprovativo bancário referente a conta conjunta titulada por ambas as entidades recebedoras/proprietárias da fração", enviei o comprovativo de IBAN com o meu nome e o comprovativo de IBAN com o nome do meu marido, provando que ambos somos titulares da conta. No dia 10 de junho, foi-me transferido o valor da indeminização referente aos estragos no recheio. Até ao dia de hoje, continuo sem receber a indemnização referente aos danos no imóvel, estou desde dia 22 de junho a contactar a fidelidade via telefone, os operadores informam que a gestora Ana Rego deu ordem para o pagamento ser por caixa (levantamento numa agência) mas que realmente um valor destes não faz sentido ser esta a forma de pagamento (e eu nunca solicitei que fosse), tentam sempre contactar a gestora durante a chamada mas esta nunca atende, já fizeram diversas vezes um pedido interno para que a gestora me contacte mas ainda não recebi nenhum contacto e não conseguem arranjar nenhuma alternativa para que a transferência da indemnização seja efetivada. No dia 13 de julho, contactei a Deco no sentido de ter apoio na resolução do caso e foi-me indicado que fizesse uma reclamação no livro de reclamações, nesse mesmo dia, fiz uma reclamação no livro de reclamações online da Fidelidade. No dia 14 recebi um email a dizer “Estimado(a) Senhor(a), Tomámos devida nota da sua comunicação, a qual mereceu a nossa atenção. Informamos que abrimos o processo de reclamação AGIR 120086/2026, ao qual daremos resposta com a maior brevidade.” E até ao dia de hoje continuo sem uma resposta. Solicito o vosso apoio para a resolução do processo. Melhores cumprimentos Vanessa Freitas
Acidente de trabalho
Eu sofri um acidente de trabalho no dia 05/05/2026 e fui encaminhado para o Hospital CUF e lá passei por exames e fiz uma ressonância magnética onde verificaram uma fratura na rótula femoral da minha perna esquerda e logo em seguida pediram um raio-x ,onde tiveram a certeza da fratura. O médico fez um relatório onde descreveu que foi uma fratura causada por pressão e teria que ser feita uma cirurgia de urgência pois tem o risco da rótula femoral não consegui mais colar e tendo assim que precisar usar uma prótese. O médico do hospital CUF enviou para a seguradora Allianz onde a mesma recusou o hospital CUF a fazer a cirurgia. O médico ortopedista fez mais de um relatório médico explicando, do risco da minha situação e mesmo assim a seguradora Allianz recusou todos. Fizeram apenas o pagamento do mês 05/05/2026 e não fizeram o pagamento do mês 06/ e o mês 07/ de 2026 . Quando fui ao hospital CUF passei novamente pelo médico ortopedista no qual me informou que a seguradora Allianz além de recusar o pedido de urgência da cirurgia também me deram ALTA POR INEXISTÊNCIA CAUSAL COM ACIDENTE DE TRABALHO ,onde o mesmo médico ortopedista deixou bem claro que essa alta foi dada pelo concelho médico da seguradora Allianz e não tem nada haver com ele e nem com o hospital CUF. Depois de três meses de baixa pela seguradora Allianz, simplesmente me deram alta e não fizeram o meus pagamentos. Eu entrei em contato por diversas vezes com a seguradora Allianz para pedir explicação e a mesma sempre me informou que eles não consideravam que ouvi acidente de trabalho, mesmo com mais de 4 testemunhas e com os relatórios médico explicando que no momento em que fui fazer a retirada das tinjas (parafusos de chapas) onde eu ergui a perna esquerda para subir na chapa de confragem e fiz impulso para alavanca o corpo, nesse momento ouve uma pressão na rótula femoral onde ocorreu essa fratura óssea, mesmo tendo testemunha que eu estava a fazer um trabalho rotineiro na obra e no horário conforme está no meu contrato a seguradora Allianz diz que não ouvi acidente de trabalho pois essa fratura foi algo causado naturalmente e não por acidente de trabalho, mesmo eu estando com todos os EPI e com peso no corpo por conta da sinta de ferramentas eles apenas negaram. A seguradora Allianz levou três meses para procurar alguma desculpa para fugir da suas responsabilidades, pois só depois de três meses que me deram ALTA POR INEXISTÊNCIA CAUSAL COM ACIDENTE DE TRABALHO e se recusaram a fazer os pagamentos restante até o dia da baixa que foi no dia 23/07/2026.
Cancelar contrato
Exmos. Senhores venho por este meio pedir o cancelamento do meu contrato de forma imediata, devido ao facto de pagar a prestação de 325 defendida e não ter qualquer resolução dos meus problemas.
Assunto: Reclamação – Utilização do serviço de pagamento por website fraudulento Exmos. Senhores,
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a um pagamento processado através da PPRO Payment Services S.A. Efetuei uma compra no valor de 35,00 € no website https://www.moviefitness-pt.store/, acreditando tratar-se da loja oficial da marca. O pagamento foi efetuado através de MB WAY. Após a compra, não recebi qualquer confirmação da encomenda e, ao contactar a marca oficial, fui informada de que este website é fraudulento e não tem qualquer ligação à empresa. Assim, solicito que analisem esta situação com a maior urgência, investiguem o comerciante que utiliza os vossos serviços de pagamento e adotem as medidas necessárias para impedir que continue a lesar consumidores. Solicito ainda que me informem sobre os procedimentos disponíveis para reportar formalmente esta fraude e, caso seja possível, colaborar na recuperação do montante pago. Em anexo seguem o comprovativo do pagamento e os restantes elementos que comprovam a situação. Com os melhores cumprimentos, Cláudia Cardoso
Não cumprimento do acordo feito no inicio do contrato Pet Fidelidade
Exmos Senhores DECO PROPeste Temos uma cadela com raça indeterminada, a Ema, que teve uma infeção urinária, estes acontecimentos tiveram inicio a 22 de março do corrente ano quando observei urina avermelhada em uma das calçadas onde a Ema urinou, marquei consulta de imediato e no dia da consulta a 23 de Março a Ema, levei neste dia já a 1ª colheita de urina da Ema. Na consulta foi submetida a uma série de exames como análises ao sangue, ecografia da bexiga e, consequentemente punção suprapúbica para recolha de urina estéril. Dia 01 de abril voltei ao Veterinário e foi medicada pós confirmação de infeção urinária e discreta estruvite. Foi prescrito de acordo com a médica veterinária e o dr. da ecografia receituário composto de antibiótico Clavucill 500 mg, Robexera 40 mg, Wecysto e Dialix UT Forte 10. Desta medicação pagaram 70% do Antibiótico. Sei que com tudo o que paguei desembolsei pouco mais de 600 euros e a companhia de Seguros Fidelidade reembolsou-mos pouco mais de 24 ou 25 euros! Fiz várias queixas, por mail e uma pessoalmente numa sucursal mas do qual não valeu de nada. Primeiramente chamaram-me a atenção de quanto tempo tinha passado desde os sintomas até à presença de consulta no veterinário, tendo respondido sempre e pedido para não fecharem o processo e respondia que tinha ido ao veterinário no dia a seguir à observação da urina com sangue, até que respondi que no dia em que os cães falassem eu iria dizer com precisão qual o dia certo do inicio dos sintomas, esta resposta foi a que fiz na sucursal, aí enviaram-me outra desculpa de que nunca enviei a informação clínica que foi solicitada. Reenviei hoje para a Companhia Seguros Fidelidade o 2º relatório clinico onde a médica veterinária justifica os procedimentos efetuados e, que já tinha seguido dia 09 de abril pela 1ª vez! Não tenho as análises nem o 2º relatório em PDF pelo que só conseguirei enviar o resultado das análises caso necessitem por foto. ou scan. Obrigada, Cecília
Cobrança abusiva de multa por pagamento em dia
No mês de julho ocorreu uma falha no débito direto do pagamento semanal da minha conta de combustível e eletricidade, motivada por uma situação pontual na minha conta bancária. Assim que verifiquei que o débito não tinha sido efetuado, realizei de imediato uma transferência bancária, no próprio dia **01/07**, regularizando o pagamento sem qualquer atraso. No relatório emitido em **09/07**, com vencimento em **15/07**, foi incluída uma cobrança de **80,00 €** referente à devolução do débito direto. Considerei este valor manifestamente desproporcional e abusivo, uma vez que a dívida já se encontrava integralmente liquidada desde o dia 01/07. No dia **13/07**, entrei em contacto com a gestora Joana para expor a situação. Após análise, foi acordada a emissão de uma nota de crédito no valor de **60,00 €**. Embora continuasse a considerar excessiva a cobrança remanescente de **20,00 €**, aceitei essa solução de boa-fé para encerrar o assunto. Contudo, no dia **30/07**, recebi a nota de crédito apenas no valor de **40,00 €**. Voltei a contactar a empresa no dia **03/08**, tendo a gestora informado que, por lapso, se esqueceu de me comunicar que apenas tinham sido autorizados **40,00 €** de crédito. A justificação apresentada foi a existência de uma situação semelhante em **janeiro de 2026**, na qual também ocorreu uma falha no débito direto e foi aplicada a mesma taxa de **80,00 €**. No entanto, esse caso não é comparável ao atual, pois nessa ocasião o pagamento foi efetivamente efetuado com atraso, motivo pelo qual aceitei a cobrança. Na situação agora reclamada, o pagamento foi regularizado no próprio dia em que detetei a falha do débito direto, não existindo qualquer incumprimento que justifique a aplicação de uma penalização de **80,00 €**. Assim, considero esta cobrança desproporcional, injustificada e abusiva, solicitando a sua reapreciação e a devolução integral do valor cobrado, uma vez que não existiu qualquer prejuízo para a empresa decorrente de atraso no pagamento.
Banco Montepio - Transferências bancárias não autorizadas e ausência de resposta
Venho por este meio apresentar reclamação relativa a 30 transferências bancárias não autorizadas, realizadas a partir da nossa conta n.º 147.10.005616-6 no Banco Montepio (Balcão de Rio Maior), nos dias 2 e 3 de julho de 2026, no valor total de € 205.000,00. Estas operações foram precedidas de pelo menos 11 SMS de "Adesão Montepio24 Empresas" que não solicitámos, recebidos num período de poucas horas no dia 2 de julho. O nosso contrato prevê a suspensão automática de acesso ao fim de apenas 3 tentativas de acesso inválido, não houve qualquer bloqueio. Não introduzimos nem partilhámos qualquer código de acesso. As transferências destinaram-se a 21 beneficiários que não reconhecemos, com contas em Portugal, Espanha e Irlanda, sem qualquer relação com a nossa atividade de comércio de pneus. Apresentámos queixa-crime junto das autoridades competentes (04/07/2026) e reclamação formal junto do Banco Montepio (16/07/2026, referência 5145/26/R), ao abrigo dos artigos 113.º a 115.º do Decreto-Lei n.º 91/2018, que atribuem ao banco o ónus da prova e o dever de reembolso imediato em casos de operações não autorizadas. Desde então, enviámos já quatro comunicações escritas ao banco (16, 17, 24 e 30 de julho de 2026), incluindo pedidos de urgência com prazo. Até à presente data, não recebemos qualquer reembolso, nem resposta escrita e fundamentada a nenhuma destas comunicações. Esta situação está a agravar de forma significativa a situação financeira da nossa empresa.
Recusa de assistência para reparação de estore elétrico ao abrigo da apólice
Solicitei em 16/07/2026 assistência ao lar para reparação de estore elétrico ao abrigo da minha apólice MR8608428. Cancelaram/recusaram "por exclusão contratual" / "situação não coberta pela apólice". Segundo o operador, a minha apólice não cobre assistência ao lar para reparação de estores, apenas riscos elétricos. Pago 37,97€/ano por "Assistência Casa" com "trabalhos de reparação, inclui deslocação e 1h de mão-de-obra", "trabalhos de bricolagem, inclui deslocação e 2h de mão-de-obra", e "atendimento 24/7, com reparações feitas entre 8h e 20h dos dias úteis". Consta "trabalhos de reparação" e "bricolagem" e não consta nenhures não cobrir estores ou apenas cobrir riscos elétricos.
Cancelamento de apólice
Cancelar apólice AW70100895 trotinete comprado na Worten. Todos os meios fornecidos pelo site da D&G dão erro ou não conseguem concluir e isso já vai por meses
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
