Reclamações públicas

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Sinistro

Em 11/2025, informei A Lusitânia por e-mail sobre uma infiltração do meu apartamento para apartamento abaixo do meu. Vocês enviaram o perito da UON o Sr. José Luís Mendes. Que fez uma vistoria da qual não concordei e combinei com a Sra. Célia Nogueira, que queria outra peritagem que não concordava com a vistoria feita pelo perito. Em face a minha conversa com. A Sra. Célia Nogueira, via e-mail e também telefone acordamos para o dia: 01.04.2026 o levantamento/quebra da banheira e que o perito estaria presente. Só que o perito não compareceu e nem fui informada da ausência dele. Fiz várias chamadas no dia 01.04.2026 A Lusitânia e que apenas me mandavam esperar o perito. A banheira foi partida pois o perito não apareceu e foram feita fotos do estado interior da válvula da banheira onde estava o problema que causava infiltração e que o Sr. Mendes da UON fez questão de negligenciar… inventando problemas de vedação e até que eu fui informada da vistoria e manifestei compreensão… sendo que só fui informada mais de uma semana depois deste documento emitido pelo perito. No dia 02/04/2026 o sr. Aureo Pereira, envio um técnico ao apartamento onde foi feito fotos e vídeos da minha casa e do teto da vizinha lesada… visto que foi impossível entrar em contato com a gestora de sinistro Célia Nogueira, onde enviei vários e-mail e não obtive resposta. Fui até a Lusitânia na Boa Vista onde também tentaram contato com a gestora e foi sem sucesso. Colocaram em contato com l sr. Aureo Pereira. Também enviei para o e-mail do sr. Aureo o orçamento feito pelo sr. Laurentino, dei início às obras na casa de banho porque esta situação já se arrastou demasiado criando problemas para a inquilina do 7.1 que quer pintar o teto e s mim crise de stress e ansiedade… e despesas desnecessárias para resolver a situação com transparência e honestidade. Neste momento minha casa de banho está a ser arranjada e estou a espera de uma informação da Lusitânia a cerca do processo. Atenciosamente +41763055159 Roberbiana Pereira

Encerrada
P. M.
14/04/2026

Liquidação antecipada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao contrato de crédito automóvel celebrado com a vossa entidade. No âmbito da atividade da minha empresa, recorri a um crédito junto da Cetelem para aquisição de uma viatura, tendo tomado essa decisão com base na informação prestada de que poderia, a qualquer momento, proceder à liquidação antecipada do crédito sem qualquer problema relevante. Decorridos cerca de 7 meses, decidi proceder à liquidação total do referido crédito. Para meu espanto, foi-me apresentado um valor em dívida de 55.293,00€, ao qual acrescem juros no montante de 355,32€. Contudo, o que considero absolutamente inadmissível é a aplicação de uma penalização por pagamento antecipado no valor de 12.470,16€. Perante esta situação, entrei em contacto com os vossos serviços, nomeadamente através da linha de apoio, tendo sido atendido pela Senhora Vânia Gonçalves. Infelizmente, não me foi dada uma explicação clara, objetiva e fundamentada. As respostas fornecidas foram inconsistentes e sem base concreta. Solicitei esclarecimentos adicionais, nomeadamente: • Onde se encontra prevista, no contrato, a referida penalização; • Qual o enquadramento legal que justifica a aplicação deste valor. Até à presente data, não obtive qualquer resposta esclarecedora. Fui apenas encaminhado para o stand que procedeu à venda da viatura, o que considero totalmente inadequado, uma vez que o contrato de crédito foi celebrado com a vossa entidade. Assim, venho por este meio exigir: 1. A identificação clara da cláusula contratual que sustenta a penalização aplicada; 2. A indicação do respetivo enquadramento legal que legitima tal cobrança; 3. A revisão urgente dos valores apresentados, que considero manifestamente abusivos. Mais informo que, caso esta situação não seja devidamente esclarecida e corrigida com a maior brevidade, irei apresentar reclamação junto de todas as entidades competentes, incluindo o Banco de Portugal e entidades de defesa do consumidor. Adicionalmente, reservo-me o direito de expor esta situação junto dos meios de comunicação social, nomeadamente televisão e imprensa, por considerar que estamos perante uma prática que carece de total transparência e legalidade. Aguardo uma resposta célere e devidamente fundamentada. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. L.
14/04/2026

Duvida sobre financiamento

Exmos Senhores tinha um contrato de financiamento de um veículo com a empresa Credibom paguei 22 parcelas e depois disso precisei trocar o segundo titular do contrato e após adicionar o segundo titular ao contrato eles fizeram um novo contrato assim começando do zero e sem contar o aumento do valor das parcelas mas também aumentou o números de parcelas sendo assim as 22 parcelas que paguei não valeram de nada !!!

Em curso
C. G.
14/04/2026

Burla !!

Exmos. Senhores, No dia 27 de fevereiro, foram efetuados 10 levantamentos através da funcionalidade “Levantamento MB Way”, no montante total de 1.800€, no espaço aproximado de uma hora. Fui vítima de burla por engenharia social, tendo sido induzida em erro na validação de códigos de levantamento. As referidas operações ocorreram em sequência rápida e esgotaram praticamente o montante disponível para levantamentos no mesmo dia. Nos termos do RJSP: - O prestador de serviços de pagamento (CGD) é responsável perante o utilizador por operações não autorizadas. - O reembolso apenas pode ser recusado caso se prove que o utilizador atuou com fraude ou negligência grave. - O ónus da prova recai sobre o prestador do serviço de pagamento. Importa salientar que a validação induzida em contexto de burla não equivale a autorização livre e consciente da operação, especialmente quando estamos perante um padrão manifestamente anómalo, consistente em 10 levantamentos sucessivos no período aproximado de uma hora. Adicionalmente, atendendo a que os limites publicamente divulgados para o serviço Levantamento MB Way indicam 200€ por operação e 400€ por dia, solicito esclarecimento formal quanto: 1. Aos limites efetivamente aplicáveis à minha conta e cartão na data dos factos; 2. Ao enquadramento técnico e contratual que permitiu a realização de levantamentos no montante total de 1.800€; 3. Aos mecanismos de monitorização e prevenção de fraude existentes e à razão pela qual não foi acionado qualquer bloqueio ou alerta reforçado perante este padrão de operações. Recordo que a minha relação contratual é com a Caixa Geral de Depósitos, não sendo aceitável a remissão de responsabilidade para a SIBS, entidade meramente processadora da rede Multibanco. Decorrido mais de um mês, NÃO obtive qualquer esclarecimento por parte da instituição, o que considero inadmissível face à gravidade da situação e ao impacto que a mesma teve. Importa referir que já fui informada pela SIBS/MBWay de que a resolução se encontra dependente da análise do banco, o que torna ainda mais incompreensível a ausência de resposta até à data. Ja contactei o banco várias vezes , apresentei queixa formal no banco , disseram me que o caso ia ser analisado pelo departamento de burlas e até hoje , NADA ! Voltei a ligar para a caixa geral de depósito , falei com o Sr . Hugo Claudino , que foi de uma prepotência atroz , a dizer que eu tinha de fazer reclamação na polícia , reclamação que já foi feita desde o dia 28 de fevereiro e que tinha de esperar , descredibilizando a caixa geral de depósitos e a atenção e cuidado ao cliente, fiquei chocada com a prestação deste senhor , de uma insensibilidade e falta de profissionalismo atroz . Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da DECO no sentido de me auxiliar na obtenção de uma resposta célere e na resolução desta situação. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Carlota Gordino

Encerrada
J. M.
13/04/2026

Cobrança reiterada de comissões e taxas de juro

Exmos. Senhores Venho pelo presente informar que não devo nada á vossa instituição pelo facto de nada ter sido legalmente contratado entre nós. Até este momento ainda não me apresentaram cópia de documentos ou de atos que justifiquem estas cobranças, que tem sido reclamadas pelos vossos serviços de recuperação de crédito. Mais informo que devem existir cerca de meia dúzia de camadas gravadas entre os vossos vassalos e eu em que lhes expliquei que nada vos devo simultaneamente solicitei envio de comprovativos de contratos ou outro que suporte as vossa exigências. Também informo que após muitas chamadas e já cansado de vos ouvir reclamar o que não vos pertence resolvi pagar o 35,01€, com a indicação expressa que nada mais vos voltaria a pagar pela vossa falta de clareza no tratamento do assunto. Qual é o meu espanto quando me enviam novo SMS a solicitar mais 13.16€, que mais uma vez não sei a que se refere pois já foi pedido o cancelamento de qualquer tipo de contrato ou parceria (ainda não devidamente identificada) para com a vossa instituição. Tenho comunicações enviadas pelo departamento de Apoio que garante a anulação dos alegados contratos pelo que não me responsabilizo por mais nenhum pagamento a partir da data dessas comunicações. Aproveito a presenta reclamação para denunciar este tipo de comportamento pelo qual me sinto lesado. Mais solicito que me sejam enviados os documentos que servem de base para estes "saques".

Em curso
J. H.
13/04/2026

IRS

Exmos. Senhores, Ao fazer a simulação de IRS 2025, tenho que pagar 1.900,00 euros. O ano passado paguei 1.700,00 euros. Estou reformado e trabalho por contra de outrem e todos os meses desconto a volta de 100,00 de IRS. Agradecia que me informassem se é legal. Cumprimentos José Henriques

Encerrada
A. C.
13/04/2026

Débito direto não autorizado

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar a existência de débitos diretos na minha conta bancária, iniciados em 2fevereiro de 2022, (8,99 por mês) por uma entidade que não reconheço e à qual nunca concedi qualquer autorização. Solicito: O cancelamento imediato do débito direto O bloqueio de futuras cobranças dessa entidade O reembolso de todos os valores indevidamente debitados Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.

Encerrada
E. F.
13/04/2026

Débitos indevidos

Exmos. Senhores, No passado dia 24 de março de 2026 detetei um débito de 24,00 € no meu cartão de débito para a vossa entidade Ppro payment services SA Luxembougo. Mais tarde, a 2 de abril de 2026, detetei outro débito de 143,40 €. Não efetuei qualquer comprar com esses valores e nas referidas datas que justifiquem estes débitos. Não tenho qualquer fatura, apenas os movimentos da minha conta com débito para a vossa entidade Já contactei o meu banco e iniciei o pedido para o processo de burla. Cumprimentos.

Resolvida
R. G.
13/04/2026

Transferência em processamento

Boa tarde, venho por este meio demonstrar o meu descontentamento. O meu irmão fez me uma transferência através do mbway no valor de 600€ e o mesmo saiu da conta do mesmo e não dá entrada na minha conta.. está sempre com a informação de processamento . Já fiz reclamação em ambos os bancos e dizem que é o MBWAY que têm que dar tratamento visto que está tudo em conformidade. Já liguei 3 vezes a linha de apoio ao MBWAY e só sabem dizer que está a ser analisado com o número de pedido Cas-3350491-G6d5s4, sem prazo de resolução. O meu irmão fez outros transferências via mbway para mim (967072183) num valor de 1€ , 5€ ,46.05€ e eu recebi só aquele valor não dá entrada na minha conta. Estou muito descontente e sem resposta. Depois de toda esta situação não pretendo nunca mais usar esta Aplicação do MBWAY.

Resolvida
V. H.
13/04/2026

Substituição ilegal por equipamento recondicionado (DL 84/2021)

Adquiri um iPhone 15 Pro Max (Novo) com a apólice de seguro da Domestic & General (Processo DG-2188748-2026). Após a participação de um sinistro, a seguradora confirmou por escrito, em documento enviado a 08/04/2026, que a substituição seria efetuada por um equipamento recondicionado. Recusei formalmente a entrega, uma vez que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito a um bem novo em substituição de um bem adquirido como novo. Além disso, as Condições Particulares da apólice (cláusula iii) estipulam que, na falta de stock de equipamentos novos, deve ser emitido um Voucher de substituição no valor de 1.299,00 €. A seguradora ignorou a lei e o contrato, tentando forçar a entrega do aparelho usado por duas vezes através de estafeta. Exijo a resolução imediata do processo mediante a emissão do referido Voucher ou a entrega de um equipamento estritamente NOVO e SELADO.

Encerrada

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