Reclamações públicas

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R. C.
06/01/2026

Cobrança indevida com nome sujo no banco de Portugal

Caros senhores, venho pelo presente meio apresentar a seguinte reclamação. Esta empresa colocou o meu nome na lista de devedores do banco de Portugal, diz que tenho uma dívida que eu não reconheço relativa à compra através de crédito de um aspirador que custa milhares de euros que eu nunca adquiri. Dizem que essa dívida remonta ao ano 2000 (quando eu tinha apenas 20 anos de idd) e ascende os 2500€. Já me fizeram várias chamadas telefónicas com várias ameaças e enviaram mensagens SMS para pagar direto 500€ e que o restante ficaria perdoado caso eu fizesse esse pagamento imediato. Estou impedida de fazer qualquer tipo de crédito em Portugal por causa desta empresa mentirosa e sem escrúpulos. Exijo que removam o meu nome imediatamente desta lista pois não tenho qualquer dívida em Portugal e nunca deixei de honrar os meus compromissos financeiros e nunca fiz nenhum crédito no passado. Quero abrir o meu próprio negócio e ter acesso a linhas de crédito e por causa desta empresa duvidosa não consigo. Nunca fiz crédito algum para comprar aspirador. Nunca! Agradeço resposta rápida, caso contrário accionarei o meu advogado e todos os meios legais disponíveis e apresentarei reclamação junto do BDP. Sem mais! Rita Cunha

Encerrada
B. R.
06/01/2026

Suspeita de Fraude Bancária – Transações Não Autorizadas

Venho por este meio apresentar reclamação relativa a uma situação de suspeita de fraude bancária, ocorrida no dia 6 de janeiro de 2026. Na referida data, foram efetuadas duas transações não autorizadas com o meu cartão virtual, emitido pelo Banco Crédito Agrícola, com os seguintes detalhes: 12h58 – valor de 99,99 € 13h02 – valor de 99,99 €. Ambas as transações identificam como comerciante Worten Matosinhos, Portugal. Declaro expressamente que não fui o autor destas transações, não tendo realizado qualquer compra junto do referido comerciante nesse dia. Os valores foram indevidamente debitados da minha conta bancária, facto que confirmei através dos movimentos bancários. Após tomar conhecimento da situação, contactei de imediato o Banco Crédito Agrícola, solicitando esclarecimentos e a devolução dos montantes debitados. Fui informado de que a devolução apenas poderia ocorrer mediante aprovação do comerciante. Contactei igualmente a Worten, não tendo sido possível obter esclarecimentos, identificação das compras ou resolução da situação. Face aos factos descritos, fiz queixa na policia visto que suspeito que o meu cartão tenha sido clonado ou que tenha sido vítima de um esquema de phishing, motivo pelo qual apresento a presente reclamação, solicitando a intervenção da DECO PROteste no sentido de averiguar a legalidade das transações e promover a restituição dos valores indevidamente cobrados. Declaro que todas as informações prestadas correspondem à verdade e coloco-me à inteira disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais ou apresentar documentação comprovativa que se revele necessária.

Em curso
R. G.
06/01/2026
Voo-Atrasado.pt

Cobrança Indevida

Em Outubro de 2025, recorri ao site voo-atrasado.pt uma vez que o meu voo foi cancelado. Entretanto pedi por mim própria sem a ajuda deles uma indeminização à companhia aérea em questão. Como tal, quando a voo-atrasado voltou a mandar-me email disse que já tinha recebido a indeminização que não foi feita por parte deles nem com a ajuda deles, volto a salientar, e que não queria mais os serviços deles. Mandei um email novamente a dizer que queria cancelar o serviço, o qual foi ignorado. Depois de meses sem resposta ao meu pedido mandam-me um email a cobrar pelos serviços inexistentes e que eu pedi que fossem cancelados. Ou seja continuaram com o dito contrato sem o meu consentimento e sem a minha vontade. Como tal, não irei proceder ao pagamento e já entrei em contacto com o meu advogado.

Encerrada

Generali - Tranquilidade: Perda total abusiva e incumprimento contratual

Ex.mos Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a seguradora acima identificada, na qualidade de tomadora de seguro e condutora lesada, em virtude da forma como foi gerido o sinistro automóvel ocorrido em 06‑01‑2025, em Lisboa, e do consequente incumprimento das obrigações contratuais, com grave prejuízo patrimonial e não patrimonial para mim. Síntese dos factos • Em 06‑01‑2025 o meu veículo Skoda Citigo, matrícula 25‑NL‑77, foi embatido quando me encontrava dentro do cruzamento da Av. Prof. Gama Pinto com a Alameda da Universidade, em Lisboa, por uma carrinha Mitsubishi L200 de caixa aberta, que se aproximou pela direita em velocidade excessiva, tendo o respetivo condutor assumido estar com pressa dado que a sua esposa ia ser operada dentro de instantes no Hospital Santa Maria. • Eu era titular da apólice n.º 1022375170, com cobertura de choque, colisão e capotamento até ao capital de 2.500 €, bem como cobertura de despesas de tratamento do condutor até ao montante de 3.750 €. • A seguradora mandou realizar peritagem, que apurou um custo de reparação de 2.542,00 €, tendo expressamente indicado que o veículo não era irrecuperável. • A seguradora declarou unilateralmente “perda total”, alegando que o custo de reparação excederia o capital seguro, e fixou o valor do salvado em 1.200 €, pagando‑me apenas 1.000 € (capital seguro de 2.500 € menos franquia de 300 € e salvado de 1.200 €). • Obtive um primeiro orçamento detalhado de oficina credenciada (Metalúrgica de Carriche), que demonstra ser possível reparar integralmente o veículo por 2.491,29 € (IVA incluído), valor inferior ao capital seguro contratado. • Obtive um orçamento alternativo da LHSL – Serviços Unipessoal Lda, que me reparou o veículo por 2.090,95 € (IVA incluído), tendo este sido entregue, totalmente reparado, no dia 09-05-2025. • Apesar de confrontada com os dois orçamentos, a seguradora recusou‑se a reconsiderar a perda total e a autorizar a reparação, mantendo o pagamento de apenas 1.000 €. • No âmbito das despesas de saúde, a seguradora informou‑me que o plafond para tratamento do condutor seria de 350 €, quando as condições particulares da apólice preveem despesas de tratamento do condutor até ao limite de 3.750 €, o que constitui erro grave e violação do dever de informação. • Em fase posterior, a seguradora chegou mesmo a comunicar por escrito que não teria direito a estorno do prémio anual pago em 31‑12‑2024, tendo, contudo, procedido ao estorno e transferência para a minha conta em 07‑04‑2025, sem explicação, revelando falta de coerência e transparência na gestão do contrato. • Para poder continuar a trabalhar – sou trabalhadora comercial e o veículo é instrumento essencial da minha atividade – fui obrigada a suportar os custos de reparação, no valor constante da fatura junta, bem como diversas despesas de saúde devido a problemas provocados e/ou acentuados pelo acidente (ortopedia, acupuntura, osteopatia, psicoterapia e medicação), e sofri um impacto relevante no meu desempenho profissional, não tendo recebido, em 2025, o prémio anual a que vinha acedendo nos anos de 2021 a 2024 (média de 12.000 €/ano). Fundamentos da reclamação Entendo que: • A classificação de “perda total” é abusiva e não encontra suporte nas próprias peças da seguradora, uma vez que: o A peritagem indica veículo “não irrecuperável”; e o O orçamento de reparação por 2.090,95 € situa‑se abaixo do capital de 2.500 €, inexistindo excesso relevante face ao capital seguro. • A seguradora violou as condições do contrato ao recusar a reparação até ao limite do capital seguro e ao não atender a um orçamento credenciado mais baixo, insistindo numa perda total lesiva para o segurado. • A indicação de um limite de 350 € para despesas de tratamento do condutor constitui violação frontal das condições particulares, que estabelecem um limite de 3.750 €, traduzindo (uma tentativa de incumprimento) contratual e violação de deveres de informação e boa‑fé. • O conjunto de contradições (estorno de prémio, plafonds, comunicação deficiente) e a recusa em ressarcir a totalidade dos danos patrimoniais e não patrimoniais consubstanciam uma atuação desconforme com as boas práticas do setor segurador. Atentamente, Maria de Castro

Encerrada
D. S.
05/01/2026
Chubb European Group SE - Sucursal em Portugal

Débitos diretos indevidos

Exmos. Senhores, Constatei hoje que tenho 2 movimentos de débito, de 14,99€ cada, na minha conta bancária, com o descritivo desta empresa, desconhecendo do que se trata e sem nunca ter tido contacto com a mesma. Com os melhores cumprimentos, Daniela Dias de Sousa

Resolvida
V. C.
05/01/2026

Falta de Apoio e Anulação Indevida de Candidatura ao Fundo Ambiental

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado e insatisfação relativamente à forma como tem sido conduzido o processo da minha candidatura ao apoio para instalação de painéis solares no âmbito do Fundo Ambiental. Desde o momento da candidatura, submetida há vários anos, tenho sido confrontada com sucessivos constrangimentos técnicos, nomeadamente erros não identificados na plataforma de submissão, que inviabilizaram repetidamente a entrega completa da candidatura. Estes problemas nunca foram esclarecidos nem resolvidos, apesar das inúmeras tentativas efetuadas da minha parte em submeter a própria. Ao longo deste processo, procurei apoio por todas as vias ao meu alcance: enviei múltiplos emails a solicitar ajuda e esclarecimentos, tentei obter apoio presencial junto da EDP e procurei contactos do Fundo Ambiental. Em nenhuma destas tentativas obtive qualquer resposta útil, acompanhamento ou solução. A inexistência de um canal de apoio funcional e a ausência total de resposta aos pedidos enviados revelam uma falta de consideração inaceitável para com os cidadãos. Como consequência direta desta falha grave de apoio e das deficiências da plataforma, a minha candidatura é sistematicamente considerada “incompleta” e acaba por ser anulada, situação pela qual não posso, de forma alguma, ser responsabilizada. Considero inadmissível que erros técnicos e a falta de apoio por parte das entidades responsáveis resultem na perda de um apoio financeiro publicamente anunciado e prometido. Esta situação representa uma clara injustiça e demonstra uma gestão deficiente do processo, penalizando quem tentou, de forma persistente e de boa-fé, cumprir todos os requisitos exigidos. Exijo, assim, uma reavaliação imediata da minha candidatura, a correção das falhas que lhe são indevidamente imputadas e a atribuição do reembolso a que tenho direito. Exijo igualmente uma resposta formal, clara e fundamentada a esta reclamação, indicando de que forma esta situação será resolvida. Caso esta situação não seja regularizada com a urgência que se impõe, reservo-me o direito de recorrer a outras instâncias competentes para defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Vera Cabral

Em curso
M. P.
05/01/2026

Imcumprimento de Apólice

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar sobre os serviços de seguradora da Domestic & General. Após 3 anos a pagar por um seguro premium, ativei o seguro por ecra danificado ao qual me fizeram uma troca por outro equipamento do mesmo modelo mas recondicionado. Esse mesmo ao final de 1 mês apresentou varios defeitos e anomalias ao qual nao me deram uma solução breve quando pedi. Cumprimentos, Miguel Pacheco

Encerrada
L. S.
05/01/2026

Incompetencia subscrição seguro telemóvel

Exmos. Senhores, No dia 23 de Dezembro 2025 comprei um telemóvel Samsung para a empresa da qual sou sócio gerente, na loja de Loures da Rádio Popular, e na altura disseram que não podiam realizar o seguro visto o equipamento ser vendido em pack com um tablet, teria de ligar para a Domestic&Gen, para o fazer. No entanto, após ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen disseram que não podiam fazer nada e para ligar para a linha de apoio da Rádio Popular. Após ligar para a linha de apoio da Rádio Popular disseram-me para dirigir à loja onde comprei o equipamento.  Hoje, dia 5 de Janeiro de 2026 ao dirigir-me à loja da Rádio Popular, fizeram-me o seguro, mas verifiquei ao receber a apólice por email que o nome do segurado em vez de ser a empresa, vem no nome do sócio gerente da empresa, o que em questões contabilísticos, o segurado e tomador é a empresa e não o sócio-gerente. O funcionário que me atendeu, após falar com o responsável da loja, Sr. José Araújo da loja de Loures, disse-me para ligar para a linha de apoio da Domestic&Gen que com facilidade fariam as alterações necessárias. Também a data de início da apólice menciona que só inicia a 02 de Fevereiro 2026, apesar de ter subscrito a apólice hoje (05/01/2026), o que me deixa o equipamento sem qualquer proteção durante praticamente 1 mês. Liguei para a linha de apoio da Domestic&Gen que para meu espanto e indignação informaram-me que não podem alterar nenhuma das situações, o que devo fazer é voltar à loja (pela 3ªvez) e falar novamente com eles... sinto uma falta de profissionalismo de ambas as partes, pois queria apenas comprar um telemóvel e ter um seguro para o proteger de alguma eventualidade, e no entanto ando para trás e para a frente a tratar de erros provocados pela seguradora ou pela loja, que em vez de tratarem entre eles um problema apresentado pelo cliente, é o cliente que anda com todo este trabalho a tentar resolver a incompetência destas pessoas, com deslocações, telefonemas, emails e muito tempo perdido. Anexo a apólice em questão para que possam averiguar esta situação e resolvam com a maior brevidade esta questão. Agradeço desde já a vossa melhor atenção, Luis Sousa KZero-Imóveis, Lda NIPC: 515809420 Tel: 926946693

Encerrada
T. E.
05/01/2026

Voucher E-Lar

Boa tarde, Concorri ao Voucher E-Lar a uma placa de indução à qual tive direito ao Voucher no Grupo II para uma placa de indução. No dia 17 de Novembro de 2025, vieram instalar a placa de indução através do voucher E-lar, só que ao ser instalada o forno que eu tenho não funciona porque a placa a gaz e o forno funcionavam os dois em conjunto, não funcionam isoladamente, ao qual não tinha conhecimento, assim desta forma não tenho forno devido à troca de placa. Na 2° fase concorri para um forno porque fiquei sem forno devido a placa, o qual me foi atribuído um Voucher, fui comprar o forno à Worten e fui informada que não poderia adquirir o mesmo. Assim sinto-me lesada porque fiquei sem forno. Deste modo agradeço que resolvam a situação, pois se a mesma não for resolvida agradeço que venham colocar o equipamento antigo que estava instalado na minha casa. Envio fotos em anexo para verificarem que o forno só funciona com a placa antiga. Processo nº WO-34412542 Fatura nº KTR 00/003918 Agradeço uma resposta da vossa. Atentamente

Encerrada
P. P.
05/01/2026

Regularização do extrato

Exmos. Senhores, Sou titular da conta n° PT50 0018 0003 5072 2008 0209 4 e tenho duvidas relativamente ao extrato emitido em 27/12/2025. Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.

Em curso

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