Reclamações públicas

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P. S.
20/04/2026

Klarna recusa resolver litígios e cobra faturas de produtos defeituosos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa Klarna Bank AB, intermediária financeira utilizada em compras realizadas no AliExpress, pelos motivos que passo a descrever. Sou cliente da Klarna desde 2023, com histórico de pagamentos sempre cumprido. Entre janeiro e fevereiro de 2026 efetuei três compras no AliExpress através da Klarna, totalizando 331,86 euros, todas com problemas graves não resolvidos: Encomenda 1 (ref. 3067192299776783, 115,26 euros, data 09/01/2026): Watercooler chegou com defeito grave, ventoinhas avariadas e ecrã inoperacional. O vendedor ignorou todas as comunicações. A Klarna cancelou o litígio 3 vezes, cancelamentos esses induzidos pelo vendedor sob falsas promessas de resolução. A Klarna recusou reabrir o processo e a fatura encontra-se em atraso sem qualquer resolução. Encomenda 2 (191,68 euros, data 29/01/2026): Soundbar chegou com defeito e embalagem danificada. Solicitei devolução dentro do prazo legal. O vendedor recusou, alegando falsamente que o produto estava em bom estado. A Klarna recusou intermediar. Fatura com vencimento em abril de 2026 sem resolução. Encomenda 3 (24,92 euros, data 21/02/2026): Conversor eARC não funciona para o uso pretendido. O vendedor manipulou o processo, induzindo-me a cancelar o litígio com a Klarna por duas vezes, ofereceu apenas 3 euros de reembolso parcial e desapareceu. A Klarna recusou reabrir o litígio. Fatura com vencimento em abril de 2026 sem resolução. A Klarna, enquanto intermediária financeira e prestadora de serviços de pagamento, tem obrigações legais de proteção ao consumidor ao abrigo da Lei n.º 24/96, do Decreto-Lei n.º 24/2014 e da Diretiva Europeia de Serviços de Pagamento PSD2. A empresa admitiu por escrito não estar a cumprir os prazos legais, continua a enviar avisos de cobrança relativos a faturas de produtos defeituosos ou não conformes, e não tomou qualquer medida efetiva de resolução. Toda a comunicação com os vendedores e com a Klarna se encontra documentada com capturas de ecrã. Tenho processo submetido no CIAB e reclamação pública no Portal da Queixa, onde a própria Klarna prometeu publicamente uma análise formal sem qualquer seguimento. Solicito a intervenção desta entidade para que a Klarna cumpra as suas obrigações legais, suspenda imediatamente a cobrança das faturas em disputa, e me providencie o reembolso a que tenho direito. Com os melhores cumprimentos, Pedro Ricardo Pires da Silva

Em curso
P. V.
19/04/2026

Reclamação contra Padel Nuestro – Retenção indevida de valores

Venho por este meio solicitar a vossa intervenção num processo de compra online que se arrasta desde fevereiro de 2026 com a empresa Padel Nuestro (Padelnuestro S.L.), sem que tenha havido entrega do bem ou devolução do valor pago. 1. Contexto da Compra: No dia 20 de fevereiro de 2026, efetuei a encomenda #34000130124 no valor de 210,31 €, paga via MB WAY. Recebi a confirmação de encomenda da Padel Nuestro minutos depois. 2. O Conflito: Após semanas de atraso, contactei a empresa. A 13 de abril, a Padel Nuestro afirmou que a encomenda foi cancelada por "falta de pagamento". Confrontados com o comprovativo, alteraram a versão a 15 de abril, alegando que o pedido foi cancelado e o valor "reembolsado". 3. Provas de Não Reembolso: Apesar da afirmação da empresa, as entidades financeiras desmentem a existência de qualquer reembolso: A HiPay SAS (processadora) confirmou por escrito em 17 de abril (Ref: F8Z6KW5XV44893R9) que o dinheiro foi entregue ao comerciante. A Unicre (emissor do cartão) garantiu-me em 16 de abril que o movimento foi efetuado e que não existe qualquer registo de devolução. A SIBS (MB WAY) alega de forma incompreensível ter "apagado" os registos por remoção de serviço, impossibilitando o rastreio, apesar de ainda conseguir consultar o movimento de cobrança via app, mas as confirmações bancárias diretas (Unicre/HiPay) provam que o valor permanece com o comerciante. 4. Pedido: A Padel Nuestro retém o meu capital há dois meses e recusa-se a apresentar o comprovativo oficial do reembolso (código ARN), apesar de ter solicitado o mesmo a 16 de abril. Solicito a vossa mediação para que a empresa devolva o valor, ou sendo um provável erro da MBWAY, que se consiga perceber o que aconteceu o com o registo do movimento, e que fim levaram os fundos que me cobraram. Apresente prova bancária do estorno; Ou proceda ao reembolso imediato dos 210,31 €, uma vez que as evidências da HiPay e Unicre provam que o pagamento foi concluído e nunca devolvido. Com os melhores cumprimentos, Pedro V.

Resolvida
A. G.
19/04/2026

Estou farto

Estou a 1 ano a entrar em contacto com o universo e parece que estão a gozar, eu quero pagar a minha divida de 800 euros e não me enviam entidade e referência , já tive possibilidades para pagar e não me facultaram a entidade e referência, ora dizem k está com a imtrum eu ligo para a imtrum e dizem k está com o universo, tive de ser operado no estado pois não pude fazer crédito para ser operado no particular, e nem me dizem nada e não para de crescer a divida no banco de Portugal ....

Encerrada
W. M.
17/04/2026

Negação de moratória Kristin

Conforme Decreto-Lei n.º 31-B/2026 de 05/02/2026 BdP, as regiões afetadas pela Tempestade Kristin seriam beneficiadas pela Moratória Kristin. Formalizei a solicitação na aplicação do banco e por mais de quatro vezes a solicitação foi rejeitada sob alegação de falta de documentos os quais já havia mandado todos. Fui direto à agência em Leiria e apresentei os documentos que foram lançados na plataforma. Fui novamente contactado sob recusa da assinatura feita no portal GOV.PT na declaração do processo. Reenviei a declaração com a assinatura física e mais uma vez não tive resposta. Ao contactar a central telefônica informaram que a solicitação havia sido rejeitada mas não informaram o motivo. Reforço que resido num sítio afastado e cada correção pedida gera-me tempo e custos. Solicito possibilidade de intermediário visto que percebo a situação como descaso em uma situação regulamentada e realmente crítica. Solicito esclarecimentos e resolução.

Encerrada
J. T.
17/04/2026

Recusa indevida de indemnização – Sinistro Allianz 226108318

​À Allianz Portugal e DECO PROTESTE, ​Reclamo a recusa de indemnização relativa ao sinistro de 07/02/2026 (Gondomar), onde o veículo 45-62-VG foi danificado pela queda de revestimento (capoto) de um edifício. ​A Allianz recusa responsabilidade alegando "Força Maior", porém: ​Dados do IPMA: Possuo certidão oficial que prova que as rajadas de vento não foram excecionais (abaixo de 100km/h), o que obriga a construção a resistir. ​Vício de Construção: Fotos provam que o capoto foi aplicado sobre azulejo e sem fixação mecânica (buchas)ou falta delas violando o Art. 492.º do Código Civil. ​O valor total (reparação + certidões) é de 3.361,89 €. Solicito a reavaliação imediata para evitar o recurso ao Tribunal Judicial de Gondomar. ​Atentamente, João Ribeiro Tavares

Em curso
F. G.
17/04/2026

Debito ilegitimo

Exmos. Senhores, Sou possuidor dum cartão de crédito UNIBANCO/DECO Proteste. O meu neto de 5 anos fez, inadvertidamente - como é óbvio, nove (9) aquisições enquanto jogava um jogo na Internet. A essas aquisições deveria ter sido, e foram, pedidas a autenticação através da aplicação MBWay. As primeiras oito, de que não dei conta, foram recusadas por se ter esgotado o tempo de confirmação, expirando. A última foi ainda detectada por mim e foi recusada essa mesma autenticação. Como é que apesar de não ter havido autenticação em nenhuma das compras todas elas foram acrescentadas à conta do meu cartão de crédito? Fico a aguardar a retirada daquela divida do meu cartão!

Resolvida
J. S.
17/04/2026

Suspensão indevida abono de familia

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação, uma vez que tenho contactado a Segurança Social, sem que a minha situação seja resolvida ou me seja dada qualquer informação concreta. No mês de Dezembro de 2025, recebi um e-mail da Segurança Social informando-me da necessidade de envio da prova anual de rendimentos. Dirigi-me há Segurança Social e entreguei a prova anual de rendimentos e património dentro do prazo solicitado, para que o abono de familia dos meus 2 filhos não fosse suspenso. No dia 26 de dezembro, recebi confirmação de que o processo tinha dado entrada e se encontrava em análise. Dia 30 de Dezembro, recebi outra mensagem electrónica através da Segurança Social Direta a informar que o meu pedido ainda continuava em análise. Tenho efetuado contactos regulares para saber o estado da situação, sem qualquer resposta concreta ou resolução. Dia 27 de Fevereiro de 2026 dirigi-me uma vez mais há Segurança Social, para saber o estado da minha situação, no qual me informaram que ainda estava em análise e informaram-me para proceder novamente à prova anual de rendimentos e património, porque achavam que o primeiro pedido provavelmente não estava "completo".Hoje é dia 17 de Abril de 2026 e continuo sem qualquer informação, atualização ou decisão. Como consequência desta inércia, foi-me cortado o Abono de Família do mês de janeiro,fevereiro,Março apesar de eu ter cumprido com todas as obrigações e enviado a documentação atempadamente. Compreendo que o mês de dezembro inclui feriados e possíveis atrasos, mas não é admissível que uma prestação social que é um direito da criança seja suspensa injustamente, causando prejuízo financeiro a uma família que depende deste apoio. Diante da falta de resposta e resolução, vou apresentar esta reclamação e continuarei a fazê-lo enquanto a situação não for devidamente regularizada. Desta forma, solicito a intervenção da DECO para: Garantir a análise célere do processo pela Segurança Social; Repor imediatamente o pagamento do Abono de Família; Efetuar o pagamento retroativo do valor injustamente suspenso; Garantir que situações deste tipo não voltem a ocorrer. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo uma resposta. Com os melhores cumprimentos Joana Sampaio

Encerrada

Discordância com decisão de indemnização (sinistro n.º 26MR025390)

Exmos./as Senhores/as, No âmbito do processo de sinistro n.º 26MR025390, relativo a danos causados pela tempestade Kristin (28 de janeiro de 2026), venho por este meio apresentar reclamação relativamente à proposta de indemnização apresentada pela FIDELIDADE - Companhia de Seguros, S.A.. Em primeiro lugar, gostaria de referir que compreendo e aceito o enquadramento efetuado relativamente ao alpendre, enquanto estrutura não totalmente fechada, não contestando, por isso, a sua não inclusão como dano indemnizável. Contudo, não posso concordar com o mesmo enquadramento aplicado à garagem. A garagem em causa encontra-se fisicamente integrada e anexa à habitação principal, constituindo uma divisão funcional do imóvel, com acesso fechado por portão e delimitada por paredes estruturais. Trata-se, portanto, de um espaço que, no seu uso e configuração, corresponde a uma divisão fechada da habitação. A exclusão da garagem como divisão “não totalmente fechada” não reflete, no meu entendimento, a realidade construtiva do espaço, nem a sua função enquanto parte integrante do imóvel seguro. Acresce que a destruição da cobertura da garagem, provocada diretamente pela tempestade, originou danos adicionais, nomeadamente a exposição do sistema de motorização do portão elétrico, anteriormente protegido pela cobertura. Como consequência direta, o motor do portão ficou inutilizado, sendo necessária a sua substituição. Importa ainda referir que, nos documentos de peritagem, a exclusão se baseia na consideração de que existem “danos em divisões não totalmente fechadas”, o que, conforme acima exposto, não se aplica à garagem nos termos em que esta se encontra construída e utilizada. Adicionalmente, importa salientar que o presente processo se encontra em curso há um período já considerável, tendo a participação do sinistro sido efetuada no dia 6 de fevereiro de 2026, encontrando-nos já em meados de abril. Durante este período, as áreas afetadas permaneceram expostas, sem reparação das coberturas, o que tem contribuído para a progressiva degradação dos danos inicialmente verificados, nomeadamente pela ação da chuva, com consequências adicionais como a deterioração de componentes do sistema do portão da garagem. Acresce ainda que a proposta de indemnização e os documentos de peritagem apenas foram disponibilizados a 14 de abril, na sequência de um contacto telefónico por mim efetuado, o qual implicou um tempo de espera significativo, e após ter anunciado que avançaria com uma reclamação formal em várias plataformas, incluindo a DECO Proteste e a ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Face ao exposto, venho solicitar a reapreciação do processo de sinistro, com a inclusão da garagem enquanto divisão indemnizável, considerando a reparação da respetiva cobertura e dos danos diretamente decorrentes da sua destruição, nomeadamente a inutilização do sistema do portão elétrico. Manifesto total disponibilidade para colaborar numa eventual nova avaliação no local, caso considerem útil para uma melhor apreciação dos danos. Solicito, assim, a revisão da decisão no prazo máximo de 10 dias úteis, de modo a refletir de forma justa e adequada os prejuízos efetivamente sofridos, reservando-me o direito de recorrer aos meios de reclamação e defesa disponíveis caso não seja obtida uma resposta adequada dentro desse prazo. Junto anexo os orçamentos de reparação submetidos no âmbito deste sinistro. Sem mais de momento, apresento os meus melhores cumprimentos, A Segurada

Em curso

Pagamentos em duplicado

Exmos. Srs. Esta reclamação é feita por esta via por ser mais expedita; no entanto, de seguida, fá-la-ei via ASF. Fiz o pagamento dos meus seguros no app porque recebi um alerta de que estavam em vias de vencer. Contudo, após alguns dias, esses mesmos valores foram debitados na minha conta bancária, como se ainda não tivessem sido pagos. Não percebo como tal pode acontecer. Menos percebo por que, tendo transmitido essa irregularidade por contacto telefónico, para reaver esses valores, poderia ter de esperar entre 6 e 8 meses; quando esse processo deveria ser, num tempo razoável, de menos de uma semana. De um modo muito pragmático, a partir do momento em que alertei para essa falha, a própria empresa Fidelidade deveria por sua iniciativa analisar a duplicação de pagamentos e avançar celeremente com a respetiva correção no sentido de que os clientes não sejam prejudicados, como é o meu caso, aqui descrito.

Encerrada
F. A.
16/04/2026

Falta de esclarecimento sobre bloqueio de conta

Por problemas com a AIMA não tenho meu título de residência atualizado e o Millenium me mandou mensagem avisando que minha conta seria bloqueda à partir do dia 15. Tudo bem, entendendo a situação, o banco não tem nada a ver com isso. Porém, passou-se o dia 15 e minha conta segue normal. O problema é que niguem, nem da sucursal, nem ao telefone, sabe me dizer QUANDO e SE minha conta será bloqueada, ou nem se ela não vai ser. Não sabem de nada do que vai acontecer. Os atendentes dizem que o banco não lhes dá essa informação. Mas eu preciso saber, pois utilizo o cartão d ecrédito e, ao paga-lo, não posso ficar sem. Agora, estou com o cartão atrasado pois estou com o dinheiro parado sem saber o que fazer. Um constrangimento enorme essa falta de informação. Preciso saber se os clientes com AR caducada vão ter mais prazo ou não. Absurdo.

Encerrada

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