Reclamações públicas

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Falta de responsabilidade com o cliente

Boa tarde Exmos.. Mas uma vez venho registrar minha insatisfação com a referida empresa que, de uma hora pra outra, bloqueia o cartão de um cliente, mesmo que este tenha pago pontualmente sua dívida. Isto é uma extrema falta de respeito com o cliente, algo que impacta diretamente no planejamento financeiro. Não quero acreditar que o Oney seja uma instituição sem responsabilidade. Já não é a primeira vez que tenho problemas deste gênero, da vez passada resolveram rapidamente, espero que resolvam... Cumprimentos.

Em curso
J. C.
07/05/2026

Botija Solidária

Boa noite. Venho por este meio expor a minha situação acerca do programa botija solidária dado que o meu pedido nao foi aceite pela junta de freguesia do Montenegro (Faro) a que pertenço. Ora, ao fazer recentemente o pedido de pagamento para 2 garrafas de gás, fui informado que apenas tinha direito ao mesmo se tivesse tarifa social de energia elétrica. Sou pensionista por invalidez, nao tenho contrato de energia elétrica por habitar em barraca sem instalação elétrica. Fiz o pedido e veio indeferido nao tendo assim recebido qualquer pagamento. Segundo o regulamento existem 2 opções: - Beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE); - Agregados familiares em que pelo menos um elemento recebe prestações sociais mínimas, No meu caso específico e porque tenho incapacidade de 62% e não tenho mais rendimentos para além de pensão de invalidez e Apoio Extraordinário para idosos, pensei que estaria incluído na segunda opção. Por outro lado não tenho contrato de energia elétrica no local em que habito: vivo numa barraca com um mínimo de condições e sem instalação elétrica e uso uma placa solar com bateria apenas para iluminação por lampadas de leds para efeitos de iluminação durante a noite. Por outro lado também foi apontado pelas funcionárias da junta de freguesia o facto de constar 2 botijas na mesma fatura (1 para fogão de 1 para esquentador)... Neste caso específico sinto-me discriminado e prejudicado enquanto elemento carenciado (quem não tem casa ou instalação elétrica é menos necessitado do que quem tem ambas as coisas?) sem direito a um retorno muito necessário de 2 garrafas de gás. Agradeço informação sobre o assunto em concreto.

Em curso

Falta de clareza e responsabilidade

Bom dia Exmos.. Mais uma vez venho aqui reclamar da referida instituição, onde a vez passada recebi uma notificação onde meu limite seria reduzido e agora me estão a dizer que o cartão será bloqueado por incumprimento, pra estamos a brincar ou o que ? Se a instituição não me quer como cliente é só falar e parar de dar voltas! Caso não seja sanado o problema irei ao tribunal solicitar explicações da referida instituição que não me dá uma justificativa plausível para tal. Espero que resolvam....

Em curso
E. S.
07/05/2026

Cobrança indevida em conta

Venho por este meio reportar um débito não reconhecido associado à vossa plataforma. Detalhes da transação: Entidade: Scalapay (SHEIN) Valor: 22,64€ Data: 05/05/2026 Descrição: “SCALAPAY SHEIN 393” Após verificação da minha conta, confirmo que não existe qualquer compra correspondente a este valor, nem registo desta transação no meu perfil. Desta forma, solicito com caráter de urgência: Identificação da compra associada a este débito Indicação do e-mail/conta utilizada Esclarecimento sobre a origem da cobrança Caso se trate de uma transação não autorizada, exijo o cancelamento imediato e o respetivo reembolso, bem como a abertura de investigação interna. Fora as inúmeras tentativas de compra na minha conta, valores esses que não reconheço. Informo que, na ausência de resolução célere, irei proceder com a contestação formal junto da minha instituição bancária. Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Elizama santos

Em curso
A. L.
06/05/2026

Encerramento unilateral da conta sem aviso e retenção de fundos há mais de 4 meses

Exmos. Senhores, Venho pedir o vosso apoio numa situação grave que estou a viver com o Novobanco há mais de quatro meses, e que afeta tanto os meus fundos como, potencialmente, a minha situação legal de residência em Portugal. Sou cliente do Novobanco há vários anos. A minha conta detém um determinado saldo à ordem, no entanto, o foco desta reclamação e o meu principal património retido pelo Banco são as 219 780 unidades de participação no fundo BlueCrow Growth I. Este ativo possui o valor substancial de 385 098,52 EUR, montante expressamente reconhecido pelo próprio Novobanco em documento oficial datado de 28 de março de 2026. No dia 7 de janeiro de 2026, ao tentar aceder à minha conta, deparei-me apenas com uma mensagem genérica: "O seu contrato encontra-se cancelado. Por favor contacte a Linha Direta". Não recebi qualquer carta, e-mail ou aviso prévio - nada. Naquele mesmo dia eu tinha solicitado ao Banco a emissão de duas declarações que precisava urgentemente para tratar de procedimentos administrativos em Portugal. Ficou tudo bloqueado de um dia para o outro. Enviei imediatamente vários e-mails ao balcão (S. Sebastião da Pedreira, em Lisboa) - nos dias 7, 9, 14 e 27 de janeiro. Apenas no dia 28 de janeiro uma colaboradora do balcão respondeu, dizendo simplesmente que a conta tinha sido encerrada por "internal policy issues". Nada mais. Sem indicar qualquer base legal, sem data da decisão, sem qualquer explicação sobre como recuperar o meu próprio dinheiro. Entre 2 e 20 de fevereiro enviei mais quatro e-mails consecutivos a perguntar como poderia transferir o saldo para outro banco e como transferir as minhas unidades de participação para outro intermediário. Nenhum foi respondido. Em 17 de abril enviei carta formal por correio registado, com aviso de receção, ao balcão - também ignorada até hoje. Quando ligo para o número geral, mandam-me para o e-mail do balcão. Quando escrevo para o e-mail do balcão, ninguém responde. É um ciclo que dura há mais de quatro meses. O mais absurdo é que, mesmo dizendo que a conta está "encerrada", o Banco continua a reconhecer-me como titular dos valores mobiliários - emitiu até documento oficial em 28 de março com o valor exato das minhas unidades de participação. Ou seja, mantêm os meus ativos sob custódia, mas recusam-se a explicar como devolvê-los. Esta situação está a causar-me prejuízos concretos: 1. Tive de avançar com procedimentos administrativos junto do IRN sem a documentação completa, em condições desfavoráveis, porque os prazos não podiam ser adiados. 2. Em outubro de 2026 terei de renovar a minha Autorização de Residência em Portugal, e a apresentação de documentação bancária é um requisito legal obrigatório. Se a situação não estiver resolvida até lá, isto pode pôr em causa a minha permanência legal no país. 2. Há mais de quatro meses que não tenho acesso a 385 000 € que são meus, sem qualquer perspetiva de resolução. Já tomei várias diligências: enviei carta registada (ignorada), apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, apresentei reclamação direta ao Banco de Portugal e à CMVM. Esgotei praticamente todos os canais oficiais. Recorro agora à DECO PROteste por dois motivos. Primeiro, porque acredito no papel da vossa organização na defesa dos consumidores e na pressão sobre instituições que ignoram os seus clientes durante meses. Segundo, porque esta situação provavelmente não é caso isolado - e a visibilidade pública pode ajudar outros consumidores na mesma posição. O que peço: - Que esta reclamação fique registada na plataforma, para que o Novobanco compreenda a gravidade do caso e responda; - Que a DECO PROteste me apoie a obter respostas concretas: a fundamentação legal do encerramento, a designação de um interlocutor responsável, e o procedimento para a devolução dos fundos e a transferência das unidades de participação; - Aconselhamento sobre os próximos passos, caso o Banco continue a ignorar todas as comunicações. Tenho toda a documentação relevante: cópias dos e-mails, carta registada, comprovativo CTT, e a declaração oficial emitida pelo Banco que confirma a custódia dos meus valores mobiliários. Agradeço desde já a atenção e o apoio da DECO PROteste. Com os melhores cumprimentos, Alex

Em curso
M. S.
06/05/2026

Penhora indevida

Venho por este meio informar que desde 2024 foi-me penhorado o valor total que tinha na conta deixei de ter acesso há aplicação do telemóvel, já ando a tentar resolver isto a bem e não me conseguem dar resposta pelo qual perguntei a um dos agentes se me conseguiam transferir o dinheiro que tenho na conta para uma outra conta que tenho e não me conseguem dar uma resposta, podem penhorar o valor sendo que o valor que tinha ou tenho, é abaixo do ordenado mínimo ?

Em curso
R. B.
06/05/2026

Burla infrormatica

Banco CTT Assunto: Pedido de reposição de fundos - Burla informática Exmo. Senhor(a), Venho por este meio apresentar um pedido de reposição de fundos na minha conta bancária, número Nº: 10504271304 (IBAN: PT50019300001050427130417). No dia 12 de Novembro 2025, fui vítima de uma burla informática que resultou na transferência indevida de um montante de 7690€ da minha conta para outra, identificada no anexo em PDF. A burla ocorreu da seguinte forma: No dia 10 de Novembro liguei para o Banco CTT a solicitar o username , pois, não me recordava, de um dia pro outro deixei de conseguir entrar na APP NETBANCO CTT, atendeu-me um senhor estrangeiro, o qual confesso que achei estranho a forma como ele me falou, mas forneceu-me o USERNAME, entretanto consegui alterar a password , no dia 12 pelas 1:10h da noite foi-me retirado da conta 4 transferência que perfazem o valor de 7640€ indevidamente e sem qualquer autorização da minha parte, as 8:51 do dia 12 de Novembro 2025, reparei que tinham sido feitas 4 transferências indevidamente, quando liguei rapidamente para o banco onde pedi o cancelamento do cartão e dos canais digitais, fui rapidamente a PSP de Benfica fazer a participação da burla informática, onde seguidamente entreguei o Oficio com o NUIPC: 1651/25.6 PULSB ( em Anexo ) e em que até a data de hoje, 6 de meio 2026, ainda não obtive qualquer esclarecimento por parte do Banco CTT e em que este, mediante a lei portuguesa deve de proteger a conta e dados pessoais de qualquer titular e havendo neglicência ( falta de cuidado/ proteção ) por parte do banco CTT. Mediante resposta do Banco de Portugal : " O Banco de Portugal analisou a sua reclamação e  identificou indícios de incumprimento das normas aplicáveis  pela entidade reclamada. Por esse motivo, foram iniciados procedimentos legais com vista à eventual adoção de medidas de supervisão. " Considerando que estas transferências foram resultado de uma atividade ilícita e fraudulenta, solicito a vossa melhor atenção para a restituição total do valor transferido conforme previsto na lei e nos termos do contrato de prestação de serviços bancários . Agradeço a vossa célere atenção e aguardo uma resposta dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Data: 6 de meio 2026 Esta foi a carta escrita ao reclamado , ja estive num processo nos julgados de paz e que nada fizeram, e o banco ainda continua a dizer que nao teem nada a ver com o assunto quando o BCANCO DE PORTUGAL, diz que o BANCO CTT esta em incumprimento .

Em curso

Indemnização por perda total

Venho solicitar apoio relativamente a um processo de sinistro automóvel por perda total junto da Generali Tranquilidade, processo n.º 0028632936. O sinistro ocorreu em 18/02/2026, tendo a responsabilidade sido assumida pela seguradora. Contudo, apesar de já terem decorrido 75 dias desde a data do acidente, o processo continua sem resolução adequada. Após receção de proposta de indemnização considerada insuficiente, apresentei contraproposta fundamentada em 06/04/2026 com base em anúncios reais de mercado de viaturas comparáveis, sem que até à presente data tenha obtido qualquer resposta por parte da seguradora. Apesar dos diversos contactos efetuados através do apoio ao cliente e dos sucessivos alertas internos enviados ao gestor do processo, Sr. Nuno Braga, continuo sem qualquer esclarecimento ou evolução concreta relativamente ao processo, sendo recorrentes os atrasos prolongados nas respostas por parte do referido gestor. Esta situação tem-me causado elevados transtornos pessoais e profissionais, uma vez que a viatura permanece imobilizada e sem condições normais de circulação, mantendo-se igualmente por regularizar a questão da privação de uso. Tendo em conta que a Generali Tranquilidade tem sido reconhecida publicamente pela qualidade do seu serviço, considero importante dar conhecimento desta situação concreta e solicitar a vossa apreciação e eventual apoio.

Em curso
A. P.
06/05/2026

Retirada de juros e erro deles culpavilizando-me a mim

Juntei-me ao Unibanco por achar que tinham cartões de crédito vantajosos, primeiro mês com eles em Abril, extrato fechava a dia 18, utilizei os 2000€ limite, acordo para pagamento no dia 8 de Maio na sua totalidade ao qual cumpri e tenho prints e comprovativos do mesmo, retiraram logo o valor e dizem que não retiraram e cobram me juros e valores de recuperação de divida que nao tive. Para além disto, falei com uns 10 operadores via telefone ao qual disseram que estava tudo a ser tratado e que se tinham enganado e pelos vistos tudo mentira. Em anexo, mostro o comprovativo. Péssima primeira experiência com Unibanco

Em curso
J. B.
06/05/2026

Procuração não é aceite

A minha mãe tem conta aberta no Banco CTT onde recebe mensalmente a sua reforma. A conta foi bloqueada recentemente e eu filho dirigi-me ao Banco CTT na Charneca de Caparica a fim de saber o motivo e proceder à respectiva resolução. Foi me dito ao balcão que a minha mãe tinha de assinar uns papéis para atualização da conta e assim voltar a poder movimentar-la normalmente. No entanto a minha mãe padece de Alzeimer e já no estágio avançado da doença e eu apresentei a Procuração onde ela me dá os poderes de ser Procurador e a representar. Digitalizaram a procuração e demos andamento ao processo. Entretanto recebo do Banco CTT que a procuração que enviei não pode ser aceite porque a procuração tem de ter sido feita à menos de um ano. Dirigi-me ao notário onde fiz a procuração à 4 anos e foi-me dito que a procuração está válida pois não foi revogada pela minha mãe, nem a procuração possui data de validade descrita na mesma. Dirigi-me de novo ao balcão do banco informando-os do mesmo e voltaram a insistir que a minha procuração tem de ter no máximo 1 ano de idade para ser aceite. Apresentei reclamação no site do Banco CTT e na resposta voltam a insistir numa nova procuração com menos de 1 ano para eu ser procurador. Esta procuração está válida por lei e o Banco CTT recusa aceitar-la. A minha mãe está incapaz de fazer nova procuração devido à incapacidade que lhe trouxe a doença. Preciso deste dinheiro urgentemente para continuar a cuidar da minha mãe. Preciso de ajuda, o Banco CTT não está acima da lei, preciso de uma resolução urgente. Peço ajuda por favor para solucionar este caso. Obrigado.

Em curso

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