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Processo encerrado sem aceitação da indemnização e com valores por regularizar
Processo 0030459755 Generali tranquilidade Apresento reclamação relativamente à gestão do meu processo de sinistro, que foi entretanto dado como ENCERRADO pela Companhia, sem que tenha existido da minha parte qualquer aceitação expressa do valor da indemnização apresentado. Foi efetuado um pagamento de apenas 2.329,33 €, sem que me tenha sido previamente apresentada uma proposta final para análise e aceitação e sem que tivesse sido incluído o valor de 184,50 € que suportei diretamente com a pesquisa/peritagem técnica solicitada pela própria Companhia. Para cumprir essa exigência, contratei a empresa HAKA, tendo suportado o custo de 184,50 €. A respetiva fatura, recibo/comprovativo de pagamento, relatório técnico, fotografias e orçamento foram enviados à Companhia aquando da entrega da documentação solicitada. Trata-se, portanto, de uma despesa previamente comunicada, comprovada e do conhecimento da Companhia, que não foi considerada no pagamento efetuado. Permanece igualmente por resolver a situação da fração inferior, que sofreu danos decorrentes da mesma ocorrência. Os danos encontram-se devidamente descritos e fotografados no relatório técnico apresentado, e o orçamento (1858,64€) da HAKA discrimina os trabalhos necessários nas duas frações. A proprietária da fração inferior é uma senhora de idade avançada, vive sozinha, não dispõe de familiares próximos que a possam auxiliar e não possui a caderneta predial solicitada. Esta circunstância não deve impedir indefinidamente a resolução dos danos, quando estes se encontram tecnicamente documentados. Solicito a reabertura do processo, a regularização dos 184,50 € já suportados e comprovados, e a apreciação dos restantes danos, incluindo os da fração inferior. Solicito ainda que seja considerada a possibilidade de o valor correspondente à fração inferior me ser pago diretamente, permitindo-me avançar com a totalidade dos trabalhos orçamentados pela HAKA. Não aceito que o processo seja considerado encerrado sem a minha aceitação expressa da indemnização e sem a regularização integral dos valores e danos devidamente documentados. Solicito uma resposta concreta e urgente.
Fidelidade - Comparticipação Sinistro
Boa tarde, gostaria da v/ ajuda para o seguinte. Este NIF é do condomínio onde resido e do qual sou administrador. No passado mês de março, houve todas aquelas enxurradas, que nos inundou o poço do elevador do nosso prédio. Alguns equipamentos avariaram e chamamos a manutenção da OTIS que fez o que tinha que fazer. O custo total foi 1,500€ + IVA = 1,845€. Apresentei toda a documentação anexa à Fidelidade em Abril e responderam-nos agora com 453,30€ de comparticipação de sinistro. Na verdade, nas condições particulares anexas dizem que não tem franquias em caso de inundação e que pode ir até ao total do valor do seguro. Podem ajudar-me a esclarecer esta situação? Obrigado
Reclamação urgente – notificações fiscais via ViaCTT inacessíveis apesar de constarem como entregues
Venho apresentar uma reclamação relativamente a notificações da Autoridade Tributária enviadas através da ViaCTT. Tenho recebido comunicações fiscais, incluindo notificações relacionadas com coimas, através da referida plataforma. No entanto, apesar de as mensagens poderem surgir como entregues e/ou visualizadas, não consigo abrir os documentos nem consultar o respetivo conteúdo. Esta situação é extremamente preocupante porque posso ficar sujeito a prazos de pagamento, defesa ou outras obrigações fiscais sem conseguir saber exatamente o que me foi comunicado. No meu caso concreto, existem comunicações relacionadas com coimas que pretendo consultar e, se for caso disso, pagar dentro dos respetivos prazos, mas não consigo aceder aos documentos. Além disso, a própria ViaCTT disponibiliza uma função para responder à entidade remetente, mas essa funcionalidade também não funciona. Assim, não consigo sequer informar a Autoridade Tributária, através do próprio canal utilizado para a comunicação, de que o documento não está acessível. Considero particularmente grave que uma comunicação possa produzir a aparência de ter sido entregue ou visualizada quando o destinatário não consegue, por razões técnicas alheias à sua vontade, aceder ao respetivo conteúdo. Solicito, por isso, com caráter urgente: O envio ou disponibilização de cópia integral de todas as notificações fiscais que não consigo abrir através da ViaCTT; A identificação do número do processo, tipo de coima, valor, data da notificação e prazo de pagamento ou defesa; A confirmação da data considerada pela Autoridade Tributária como data efetiva da notificação; A indicação sobre se os documentos constam no sistema como entregues ou visualizados; A confirmação de que a impossibilidade técnica de acesso ao documento será considerada na apreciação de eventuais atrasos; A indicação de um meio alternativo para receber e consultar estas comunicações; Informação sobre a forma de deixar de receber notificações fiscais através da ViaCTT, sempre que legalmente possível. Reforço que não estou a tentar evitar o cumprimento de qualquer obrigação fiscal. Pelo contrário, pretendo conhecer o conteúdo das notificações para poder cumprir atempadamente aquilo que me for exigido. O que considero inaceitável é poder ser penalizado por não responder ou não pagar uma comunicação que, por falha do sistema utilizado para a sua entrega, não consigo sequer consultar. Solicito uma resposta urgente e, principalmente, a disponibilização imediata dos documentos em causa, com indicação clara dos respetivos prazos. Caso seja necessário, poderei apresentar capturas de ecrã e outros elementos que comprovem as tentativas de acesso sem sucesso.
ActivoBank cobra juros devedores após o cliente utilizar saldo disponível apresentado na APP
Depositei um cheque na minha conta ActivoBank. Nesse dia, o valor do cheque ainda não era considerado no saldo disponível apresentado pela aplicação, pelo que aguardei até que o processamento estivesse concluído. No dia seguinte, voltei a consultar a aplicação e verifiquei que o valor do cheque já estava refletido no saldo disponível. Com base nessa informação, e confiando no saldo disponível apresentado pelo próprio banco, procedi à constituição de um depósito a prazo através da aplicação, utilizando parte desse montante. A operação foi aceite e concluída pela própria aplicação, sem qualquer aviso de insuficiência de saldo, de indisponibilidade dos fundos ou de que a operação pudesse originar um saldo devedor sujeito a juros. Posteriormente, fui surpreendido com a cobrança de juros devedores, alegadamente por a conta ter ficado a descoberto na sequência desta operação. Contactei telefonicamente o ActivoBank para esclarecer a situação. O funcionário que me atendeu analisou comigo os movimentos da conta, um a um, e confirmou que não identificava qualquer momento em que a conta tivesse ficado a descoberto nos movimentos que lhe eram visíveis. O funcionário contactou então outro departamento do banco. A explicação que me foi posteriormente transmitida foi que a situação teria resultado de “movimentos internos não visíveis ao consumidor”. Esta explicação é, para mim, particularmente preocupante. O consumidor utiliza a aplicação disponibilizada pelo próprio banco para gerir a sua conta e toma decisões financeiras com base na informação que essa aplicação apresenta. Se existem movimentos internos que afetam efetivamente a disponibilidade dos fundos, mas que não são visíveis ao consumidor, não considero aceitável que esses movimentos sejam posteriormente utilizados para justificar a cobrança de juros. Mais grave ainda, a própria aplicação apresentou o montante como saldo disponível e permitiu a constituição do depósito a prazo. Solicitei ao ActivoBank que explicasse concretamente: quais foram os alegados “movimentos internos”; porque não eram visíveis ao consumidor; de que forma afetaram o saldo da conta; porque é que a aplicação apresentava aquele montante como saldo disponível; porque permitiu a constituição do depósito a prazo; e qual o fundamento para a posterior cobrança de juros devedores. O banco recusou-se a assumir qualquer erro e recusou também a devolução dos valores cobrados. Considero que esta situação levanta uma questão importante de transparência e confiança na informação disponibilizada através dos canais digitais do banco. Um consumidor que consulta a aplicação do seu banco deve poder confiar que o montante apresentado como saldo disponível corresponde efetivamente ao valor que pode utilizar sem incorrer posteriormente em juros ou outros encargos. Não considero aceitável que o banco permita uma operação com base no saldo que apresenta ao cliente e, posteriormente, justifique a cobrança de juros através de movimentos internos que, segundo o próprio banco, não eram visíveis ao consumidor. Solicito, por isso, a correção da situação, a anulação e restituição dos juros cobrados e uma explicação clara e documental sobre o sucedido. A situação está igualmente a ser apresentada às entidades competentes para análise.
BPI não devolve meu dinheiro
Assunto: Reclamação urgente contra o Banco BPI – €1.000 retidos sem esclarecimento ou devolução Exmos. Senhores da DECO PROTESTE, Venho solicitar a intervenção da DECO PROTESTE relativamente a uma situação que considero extremamente grave e que está a ser tratada pelo Banco BPI com uma demora e uma falta de informação que considero inadmissíveis. No dia 30/08/2026, realizei uma transferência internacional no valor de €1.000, proveniente do Brasil, para uma conta bancária minha no Banco BPI que já se encontrava encerrada. Assim que percebi o erro, procurei resolver a situação diretamente com o banco. Já me dirigi pessoalmente a uma agência do BPI, já entrei em contacto telefónico com o banco e já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações online. Apesar de todas essas tentativas, continuo sem uma resposta concreta sobre onde se encontra o meu dinheiro, qual o estado da operação e quando os €1.000 serão efetivamente devolvidos. O que considero particularmente grave é que se trata de uma transferência destinada a uma conta que já estava encerrada. Portanto, solicito ao BPI que esclareça formalmente: Onde se encontram atualmente os €1.000; Se o valor foi recebido pelo BPI; Se foi recusado ou devolvido ao banco de origem; Se existe algum processo interno de investigação ou devolução; Qual é o prazo concreto para que o dinheiro seja devolvido à minha disponibilidade. Não considero aceitável que, depois de semanas de contactos e reclamações, o cliente continue sem conseguir obter uma informação objetiva sobre a localização do seu próprio dinheiro. O valor de €1.000 é significativo para mim e foi enviado especificamente para que eu pudesse dispor desse dinheiro durante uma viagem de férias que tenho programada para 06/10/2026. A demora do BPI está, portanto, a causar-me um prejuízo e uma preocupação reais, pois estou a aproximar-me da data da viagem sem saber quando poderei recuperar o meu dinheiro. Estou particularmente decepcionada porque resido em Portugal e esperava encontrar no sistema bancário europeu um nível de eficiência, transparência e proteção do consumidor compatível com aquilo que é exigido de uma instituição bancária. Não estou a pedir um favor ao Banco BPI. Estou a exigir informação clara sobre o paradeiro dos meus fundos e a resolução de uma situação que já se prolonga há demasiado tempo. Diante da ausência de uma solução concreta por parte do BPI, solicito à DECO PROTESTE que me oriente e, se possível, intervenha junto da instituição para que esta situação seja esclarecida e os €1.000 sejam devolvidos com a máxima urgência. Tenho disponíveis os comprovativos da transferência, os contactos realizados com o BPI, a reclamação apresentada no Livro de Reclamações e demais documentação relacionada com o caso. Aguardo a intervenção da DECO PROTESTE e uma orientação sobre os próximos passos que devo adotar, inclusive perante as entidades de supervisão competentes, caso o BPI continue sem apresentar uma solução. Atenciosamente,
Recusa de Chargeback por Abuso Comercial e Falha de Compliance
Venho solicitar a mediação urgente da DECO PROteste num litígio comercial grave com o ActivoBank e a gateway Eupago S.A.No dia 7 de abril de 2026, ordenei formalmente por e-mail o encerramento definitivo da minha conta junto da plataforma de jogo ilegal Mostbet por motivos de adição ao jogo, revogando qualquer consentimento futuro para débitos (disponho de prova inequívoca). O operador ignorou a ordem de Jogo Responsável e manteve os canais de depósito ativos.Para processar transações em Portugal, a Mostbet utiliza a gateway nacional regulada Eupago S.A. (COMPRA 2614 EUPAGO). Aproveitando-se do meu impulso e da falha de bloqueio, foram processados via MB WAY na minha conta do ActivoBank 30.750,00 EUR apenas no corrente mês de setembro de 2026, com movimentos consecutivos abusivos de 500€ e 900€.O ActivoBank enviou-me uma recusa automática descartando responsabilidades com base na introdução do PIN do MB WAY. O banco recusa-se a acionar o mecanismo internacional de chargeback por "Revogação de Autorização" previsto nas redes Visa/Mastercard, culpando o consumidor vulnerável e ignorando a quebra de contrato do comerciante. Adicionalmente, disponho de prints do chat de hoje onde o suporte do casino me induz explicitamente a efetuar mais depósitos após eu ter declarado a minha adição e a perda de 12.000€ no fim de semana.Já submeti as queixas eletrónicas oficiais ROR00000000045736701 (Eupago) e ROR00000000045737069 (ActivoBank) que correm termos junto do Banco de Portugal. Solicito a intervenção jurídica da DECO junto das administrações destas entidades para forçar a reabertura do processo e a devida reversão dos fundos de setembro.
Não Cumprimento da Apólice Contratada
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento do sinistro referente ao telemóvel Samsung S21, participado no dia 20 de agosto de 2026. 1. Falha na realização da recuperação e cópia de segurança dos dados No dia 20 de agosto de 2026, aquando da participação do sinistro, solicitei a realização de uma recuperação e cópia de segurança dos dados armazenados no equipamento, pedido que ficou registado no processo. Importa referir que a “Cópia de Segurança em Cloud” e a "Recuperação dos dados" fazem parte das coberturas contratadas. No dia 4 de setembro de 2026, ao contactar o apoio ao cliente para obter informações sobre o estado do processo, fui informada de que o pedido estava registado, mas não tinha sido executado e que já não seria possível recuperar os dados. Estamos perante a perda definitiva de dados pessoais acumulados ao longo de cinco anos, que se encontravam armazenados no equipamento. Considero, por isso, que deverá ser apresentada uma proposta concreta de compensação pela perda definitiva dos dados. Considero igualmente adequado que seja efetuada a devolução dos valores pagos pela cobertura de cópia de segurança e recuperação de dados, uma vez que se trata de uma proteção que foi contratada e paga ao longo dos 5 anos de cobertura, mas que não foi prestada quando dela efetivamente necessitei e quando a sua execução foi expressamente solicitada. A devolução desses valores não deverá, no entanto, prejudicar a análise de uma compensação adicional pelos prejuízos decorrentes da perda definitiva dos dados. 2. Estado em que o equipamento foi devolvido A entrega do equipamento foi realizada na semana passada e de forma que considero inadequada, uma vez que o telemóvel foi simplesmente deixado na caixa de correio, sem qualquer contacto ou tentativa de entrega em mãos por parte da transportadora. Quando regressei esta semana e tive oportunidade de abrir e verificar o equipamento, constatei ainda diversas situações que considero incompatíveis com uma reparação realizada de forma profissional e cuidada. Nomeadamente: o ecrã apresenta diversos riscos, com um aspeto que sugere utilização/ou descuido no manuseamento; o equipamento foi entregue sem qualquer película ou proteção de segurança no ecrã; a parte traseira/estrutura do equipamento foi substituída, mas são visíveis diversos pontos de cola ao longo de toda a moldura do telemóvel; existe pó visível no interior da zona da câmara; a estrutura da câmara não se encontra corretamente centrada relativamente à posição das lentes do equipamento. Considero que um equipamento devolvido na sequência de uma reparação ao abrigo de uma apólice de seguro deveria ser entregue em condições adequadas, com um nível de acabamento compatível com um serviço profissional. 3. Recolha agendada e não realizada Na sequência da reclamação do estado do equipamento efetuada a 21/09, fui hoje contactada para proceder à recolha do equipamento, tendo ficado agendada a recolha para hoje, dia 22 de setembro de 2026, entre as 15h00 e as 17h00. Mais uma vez, o procedimento não foi cumprido. Durante o período indicado, permaneci disponível e aguardei pela recolha, tendo inclusivamente organizado o meu dia e alterado compromissos que já tinha previstos para garantir que estaria presente. Contudo, ninguém compareceu para efetuar a recolha e não fui contactada para informar de qualquer alteração ou justificar a ausência. Considero esta situação particularmente frustrante, uma vez que, depois de todo o processo já descrito, é novamente o cliente que suporta as consequências das falhas de organização e comunicação. Pedido de resolução e compensação Face ao exposto, esta reclamação deve ser analisada como um todo, e não como um conjunto de situações isoladas, uma vez que todos estes acontecimentos evidenciam sucessivas falhas na prestação do serviço. Nesse sentido, solicito uma resposta formal, escrita e fundamentada relativamente a todos os pontos acima identificados, incluindo uma proposta concreta de resolução e compensação pelos prejuízos e transtornos causados, nomeadamente: Uma proposta concreta de compensação pela perda definitiva dos dados, tendo em consideração que estão em causa cinco anos de informação; A devolução dos valores pagos relativamente à cobertura de Cópia de Segurança em Cloud e Recuperação de dados; Uma solução adequada relativamente ao estado do equipamento, garantindo que o mesmo seja devidamente reparado e devolvido em perfeitas condições, sem riscos, resíduos de cola, pó no interior da câmara ou qualquer outro defeito resultante da intervenção. Na impossibilidade de repor o equipamento no estado de novo em que se encontrava antes do sinistro e da reparação, solicito a devolução do respetivo valor de aquisição ou a sua substituição por um equipamento com características equivalentes. Aguardo uma resposta célere e uma resolução adequada da situação.
FALTA DE ENVIO DE CARTÃO, INÚMEROS CONTACTOS SEM SUCESSO VIA CHAMADA
Boa tarde! É lamentável ser impossível entrar em contacto convosco via chamada! Sexta feira, uma comercial (pela primeira vez) entrou em contacto comigo por volta das 15H e eu pedi-lhe que entrasse em contacto comigo às 17H por ser uma situação que claramente pretendo ver resolvida ao qual a tentativa de contacto por parte da mesma não aconteceu! E mesmo eu ligando de novo não atendem, parece me que só funcionam via e-mail! O meu primeiro contacto convosco foi através da FNAC a dia 03/07 para compra de um equipamento e foi meramente por incentivo do meu companheiro que o fiz! Passado 10 dias úteis entrei em contacto convosco para informar que o cartão Cetelem ainda não tinha recebido e foi me dito para aguardar. Passado 15 dias úteis voltei a entrar em contacto a relatar o mesmo e foi me dito para aguardar porque ainda seria cedo para dar o alerta no sistema como extravio. E tendo sempre realizado estes contactos a informar pelo menos umas 5x a resposta era sempre a mesma! Eu pergunto, se as chamadas realmente são gravadas porque não acedem ao histórico e simplesmente ouvem as mesmas? Dia 27/08 recebi um e-mail (para meu espanto), a informar que iria ser feito o bloqueio de cartão/linha de crédito pela razão de que a morada estava desatualizada! Quando isso jamais corresponde à realidade! Falha vossa que nunca enviaram o cartão ou falha do entregador! Pelo que pensei: já relatei inúmeras vezes a situação convosco, recebo este tipo de e-mail de bloqueio, recebo uma chamada sexta feira peço contacto para as 17H e não contacta nem atende mais vez nenhuma, tenho estado ao dia de hoje a contactar o vosso número e sem sucesso também para atenderem e ainda recebo uma mensagem a dizer que o incumprimento do meu crédito se agravou e para efetuar um pagamento de 14,10€ ATORZE EUROS E DEZ CÊNTIMOS! Um serviço péssimo da vossa parte! Eu pretendo pagar o valor total mas cumpram com os vossos deveres mínimos
Burla
carta enviada via e-mail à GoBravo sem qualquer resposta... Pedi rescisão do contrato em vigor com aquela instituição, porque não compriu o que prometeu e não está habilitada a prestar qualquer serviço em Portugal na area de finanças, logo não poderiam celerar um contrato comigo. Boa tarde GoBravo, Venho por este meio informar-vos mais uma vez a finalização do contrato celebrado com a vossa instituição em junho de 2024 a contar no mês de Maio de 2026. Em Junho de 2026, contratei os vossos serviços para dar resposta às possíveis dividas que iria contrair por não ter capacidade financeira para pagar as prestações futuras das instituições financeiras que tinha pedido empréstimos de credito automóvel, pessoal ou credito em cartão, até esta data, tinha todas as prestações em dia e não tinha prestações em atraso nem o meu nome no banco de Portugal. Após pedir ajuda à GoBravo, esta prontificou se a ajudar com as dividas existentes: Cetelem 20239,15 € Wizink Bank 4636,94€ Cofidis 4359,13€ Unicredito 2961,27€ Bankinter 2861,48€ Universo 956,2€ No total da divida em 36014,24€, mas com a ajuda da GoBravo eu teria logo à partida um desconto sobre a mesma divida de 8575,99€ ficando só por liquidar 27438,25€ da divida total, e para isso teria que ser pago em 67 prestações no valor de 409,53€. Ponto 1. Nunca vi o tal desconto de mais de 8mil euros sobre a divida total, resumindo, mentiram, para alem de ver as minhas dividas aumentarem por falta de pagamento, nunca em negociações poderiam os credores saber que era a GoBravo estaria a ajudar nas mesmas, e descobri que a GoBravo não contactou todos os credores... Ponto 2. A GoBravo desde o inicio do contrato indicou me a não falar ou responder e a pagar, qualquer iniciativa das credoras seja por sms, e-mail, carta ou prestações bancarias. E todas essas iniciativas teria que enviar para a GobRavo. Ponto 3. Na negociação com a Cetelem, a pessoa da GoBravo que negociou com a Cetelem, informou-me que teria que pagar mensal 300€ a que teria que negociar a prestação que já pagava à GoBravo porque seria insuficiente para as restantes negociações, informei à mesma que seria impossível derivado ao salario que recebia e aos restantes pagamentos que teria de fazer resultante de ter uma casa a pagar. Ficou conversado e gravado que, a GoBravo aceitaria reduzir a sua comissão mensal para 36€ e o restante ficaria a acumular o saldo existente para as próximas negociações. Ponto 4. Em maio do ano corrente 2026, infelizmente recebo a informação que tinha o meu ordenado penhorado pela ação da Cofidis e por este motivo só recebo o ordenado minimo ou menos... Ponto 5. No dia 27 de Maio de 2026, pedi pelo Whatsapp da Gobravo que me indicassem o valor que eu tinha em saldo, que me passassem o contrato celebrado entre a Cetelem e a GoBravo, e quais seriam as instituições que até ao momento estariam em conversações. Ponto 6. Infelizmente fiquei a saber no mês de Agosto que, não existe nenhum contrato com a Cetelem por escrito mas sim um acordo palavreado em que tenho de pagar 300€ em 60 prestações, dai não me darem a resposta, dizendo que é confidencial, quando EU sou o ciente que vós contratou. Ponto 7. Infelizmente em Julho fiquei a saber por uma reportagem da NOW, que a vossa instituição ou empresa não podem exercer os serviços que me prestaram e consta em contrato porque perante a autoridade do Banco de Portugal a GoBravo não tem competências para estar a operar em Portugal. # O Banco de Portugal adverte que a Go Bravo Portugal Unipessoal, Lda. (NIPC 516391720), atuando em seu próprio nome ou em nome de terceiros, não está habilitada a desenvolver, em Portugal, qualquer atividade financeira reservada às instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, nomeadamente a prestar serviços de pagamento, incluindo o envio de fundos. A prestação dos serviços de pagamento previstos no artigo 4.º do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 novembro, está reservada em Portugal às entidades para tal habilitadas, conforme o disposto no n.º 1 do artigo 11.º do mesmo regime jurídico. A lista das entidades autorizadas a prestar serviços de pagamento pode ser consultada no sítio do Banco de Portugal na internet, em www.bportugal.pt. # Deixo o link : https://www.bportugal.pt/comunicado/entidade-nao-habilitada-prestar-servicos-de-pagamento-go-bravo-portugal-unipessoal-lda Ponto 8, Só por si, o contrato passa a nulo por a vossa instituição não ter os requisitos necessários para estarem aprovados pelo Banco de Portugal. Ponto 9. Infelizmente apos varias tentativas e insistências pelo Whatsapp da GoBravo, consegui as respostas no dia 11 de Setembro de 2026, às questões colocadas no dia 27 de Maio de 2026, por tanto uma empresa responsável e ao qual o cliente paga para fazerem o ser papel, só dão informação ao fim de QUATRO meses??? Ponto 10, No dia 11 de Maio de 2026, informaram que teria em conta corrente um saldo POSITIVO de 414,34€, mas depois como pedi que transferissem esse mesmo montante para a minha conta, já enviaram o mesmo papel com os mesmos dados mas com as alterações a necessárias para justificar afinal que tinha saldo negativo. Ponto 11. No momento em que existe uma quebra contratual de uma das partes envolvidas e que a sua existência não enquadra judicialmente ao que propuseram fazer, não existe comissões nem condições para continuarem a exercer atividade que propuseram me no inicio do contrato. A GoBravo não pode exercer a atividade para a qual eu contratei. O contrato celebrado com a vossa instituição implicaria que não houvesse danos para o cliente(eu) e infelizmente tive, no mês de Maio do corrente ano 2026, fui informado pelo DRH da minha entidade patronal que o meu ordenhado estaria penhorado por ação judicial apresentada pela Cofidis. Depois de ser contactada por mim, fiquei a saber que a vossa instituição nunca a contactou para uma possível negociação do valor em divida. Pelos motivos já mencionados, eu continuo à espera pela transferência para a minha conta bancaria dos 414,34€ até a próxima sexta feira dia 18 de Setembro de 2026, ao não fazerem a transferência até sexto dia 18 de Setembro, confirmo que aceitam a minha denuncia à PSP/PJ de VITIMA DE BURLA, e neste caso irei pedir o valor TOTAL de todas as comissões já pagas até à presente data à vossa instituição a GoBravo, esta informação já foi transmitida via Whatsapp no dia 11 de Setembro de 2026. PS: Assim como a vossa instituição grava os áudios das chamadas telefônicas e tem a gravação das conversas todas via whatsapp, eu também as tenho, e toda a documentação que recebi de vocês via e-mail e Whatsapp e áudios serão entregues ao tribunal para servir de prova dos fatos apresentados acima. Aguardo pela transferência bancaria de 414,34€ e ficamos por aqui, eu sigo a minha vida e vocês a vossa. Melhores cumprimentos, Pedro Martins
Recusa de Assistência Casa apesar de cobertura contratada
Exmos. Senhores, Sou titular da apólice de Seguro Multirriscos Habitação n.º MR86102675, da OK! Seguros / Via Directa. Nas Condições Particulares da minha apólice constam expressamente as coberturas Emergência Casa, Assistência Casa e Assistência Digital. CondicoesParticulares (1).pdf Solicitei Assistência Casa para dois problemas existentes na habitação: 1. Estore já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação e reparação do mecanismo; 2. Exaustor da casa de banho já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação técnica e eventual reparação. Fui posteriormente contactado telefonicamente e informado de que os pedidos não cumpriam os requisitos da assistência. Contudo, nas Condições Especiais, a Assistência Casa prevê o envio de profissionais para trabalhos de reparação e conservação relacionados com eletricidade, serralharia, carpintaria e construção civil. Solicitei esclarecimentos sobre o motivo da recusa, uma vez que o estore poderá enquadrar-se em serralharia/carpintaria e o exaustor na área de eletricidade. Pretendo que a seguradora reavalie o pedido de assistência e, caso mantenha a recusa, que me indique por escrito e de forma individualizada a cláusula, exclusão ou requisito contratual concreto que impede a assistência para cada um dos dois problemas. Não considero suficiente uma informação genérica de que o pedido “não cumpre os requisitos”, quando a Assistência Casa consta expressamente da apólice contratada. Com os melhores cumprimentos, Evanilson Cesar Marques
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