Reclamações públicas
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DUA
Venho por este meio mostrar o meu desagrado. Comprei um carro dia 11 dezembro de 2025. Desde o dia 6 de janeiro de 2026, que tenho contactado a vendedora Teresa Carvalho relativamente ao Documento Único Automóvel, uma vez que a declaração aduaneira tinha validade até 25 de janeiro. Foi-me dito que a situação seria verificada junto da secretaria, mas até à data de 14 janeiro não obtive qualquer resposta, apesar dos vários emails enviados. Perante a ausência de informação, contactei a Linha do Automóvel Online, onde fui informado de que não existe qualquer registo iniciado associado à matrícula, o que demonstra que, passados mais de um mês, o processo nem sequer foi iniciado. Fui a concessionaria em que foi me dito pela responsável de vendas Patrícia Villas-Boas que estavam em contacto com a financeira, e que no dia a seguir me dava informações de como estaria o processo. Só dia 19 janeiro é que recebi uma chamada por parte do Gestor de Negócios, José André, em que me foi transmitido que existiu um erro por parte da financeira Cetelem relativamente a um dos documentos. Foi ainda referido que, nos dias 22 ou 23, alguém da concessionaria se deslocaria pessoalmente à financeira, em Lisboa, para levantar a documentação, seguindo posteriormente o processo para a Casa da Moeda. Solicitei que já que foi um erro por parte da financeira, que assumissem a mensalidade do mês de fevereiro e/ou a taxa de urgência, uma vez que se trata de um carro de trabalho (TDVE) e que sem documentos não consigo trabalhar, e tenho prejuízos, de realçar que a mensalidade de janeiro já foi paga. Foi me informado que como se encontra no prazo de 60 dias para concluir o processo, que não podiam assumir nem a mensalidade nem a taxa de urgência, no entanto, esta justificação não me parece razoável, pois, caso decidam apenas iniciar o processo no penúltimo dia desse prazo, eu ficaria impedido de trabalhar durante cerca de um mês ou mais, apesar de, formalmente, se encontrarem “dentro do prazo”. Hoje dia 29 janeiro recebi uma chamada por parte da vendedora Teresa Carvalho a dizer que os documentos já tinham vindo da financeira, e que nesse seguimento, colocaram a questão sobre a submissão do pedido com taxa de urgência ou pelas vias normais. Pelas vias normais, não existe qualquer previsão de prazo, o que prolongaria ainda mais a minha situação de inatividade profissional, e pela via da taxa de urgência demoraria 2 semanas a vir, como me encontro sem trabalhar desde o dia 26 janeiro, e continuarei sem trabalhar, irei optar pela taxa de urgência. No entanto, sem estar a trabalhar, não tenho qualquer fonte de rendimento que me permita suportar os encargos associados a uma empresa (Segurança Social, mensalidade do carro, seguros, entre outros), e se o procedimento tivesse sido realizado de forma adequada, não teria agora que pagar a taxa de urgência, devido a um erro que foi da financeira. Encontro-me profundamente desiludido e insatisfeito com toda esta situação, que me tem causado sérios prejuízos pessoais e financeiros. Estou sem trabalhar, sem qualquer fonte de rendimento, e continuo a suportar encargos fixos, o que agrava ainda mais um problema que não foi causado por mim. Esta situação está a ser tratada, mas fá-lo de forma lenta e ineficaz, prolongando desnecessariamente um processo que já deveria estar resolvido. O impacto desta falha tem sido significativo, colocando-me numa posição de grande instabilidade e frustração, pelo que considero inaceitável a forma como todo este assunto tem sido conduzido.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu desagrado relativamente ao contacto efetuado por esta empresa, no qual é alegada a existência de uma dívida para com a Medicare, a qual considero ilegal e infundada. Esclareço que nunca usufruí de quaisquer serviços associados ao alegado contrato e que nunca existiu da minha parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço. Nestes termos, invoco o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente o artigo 5.º, n.º 7, que transpõe a Diretiva n.º 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores, o qual estabelece que: “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços.” Não tendo sido prestado qualquer consentimento escrito da minha parte, não existe vínculo contratual válido, sendo juridicamente irrelevante a mera recepção do cartão, ainda para mais quando não houve qualquer utilização dos serviços. Assim, exijo que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação imediata de quaisquer contatos futuros relacionados com este assunto. Com os melhores cumprimentos,
Devolução dos valores obtidos por decepção
Exmos. Senhores ! Devido ao grande volume de caracteres na carta, por favor, encontre o texto de queixa e os documentos adicionais em anexo. O NIF de EDUARDO MARTINS - MEDIAÇÃO IMOBILIÁRIA UNIPESSOAL LDA e PT505908298 Morada: Empreendimento Marina Plaza Loja 46, Vilamoura 8125-401 Vilamoura - QUARTEIRA, Portugal Aguardo a Sua ajuda. Com os melhores cumprimentos. Dr. Igor Kupriyanov. Rua dos Lavradores 16D-A 8125-300 Vilamoura Tel. +351 963071136 E-mail: altosol@live.com
Transferência não pedida
Boa noite. Ao verificar a minha conta hoje, constatei que foi efetuada uma transferência do Unibanco para a mesma, sem que eu tenha feito qualquer solicitação nesse sentido. Informo que não irei assumir nem pagar qualquer valor resultante dessa transferência. Solicito, ainda, o cancelamento imediato do cartão emitido e o encerramento de todo e qualquer vínculo ou contacto com essa instituição, a qual considero fraudulenta.
Reclamação Formal Revolut Stays situação ainda por resolver falha na assunção de responsabilidade e
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à Revolut e à forma como o meu caso foi tratado, o qual permanece por resolver apesar de a Revolut ter emitido aquilo que designa como uma decisão final. Esta reclamação diz respeito a uma reserva de hotel efetuada através do serviço Revolut Stays. A reserva foi realizada e paga através da plataforma da Revolut e, após a estadia, solicitei uma fatura válida e conforme, com inclusão do meu número de IVA, para efeitos legítimos de contabilidade e despesas empresariais. Até à data, a Revolut não assegurou a emissão dessa fatura. O problema central é a falta de responsabilização. A Revolut promove e disponibiliza o serviço Stays aos seus clientes, no entanto, quando surgiu um problema relacionado com a faturação, a Revolut falhou completamente em assumir a responsabilidade. A Revolut afirmou repetidamente que o serviço Stays funciona através de terceiros, mas nem sequer conseguiu identificar de forma clara quem era o fornecedor terceiro responsável pela minha reserva. A Revolut não coordenou adequadamente com as partes relevantes nem resolveu a situação. Fui eu próprio obrigado a investigar, contactar diretamente o hotel e apurar qual o intermediário envolvido. Esta situação é inaceitável. Os próprios termos do serviço Revolut Stays deixam claro que o Stays é disponibilizado pela Revolut e que as reservas são efetuadas através da aplicação Revolut, com alojamentos fornecidos por parceiros como a Expedia ou a Nuitee. Se a Revolut opta por recorrer a terceiros, essa é uma decisão comercial da própria Revolut. Não pode, em circunstância alguma, tornar-se responsabilidade do cliente ter de perseguir múltiplas entidades e gerir a cadeia de fornecedores da Revolut para obter uma fatura básica. Do ponto de vista da conformidade legal, a situação é igualmente grave. As regras europeias de faturação em matéria de IVA definem claramente os elementos obrigatórios que uma fatura deve conter, incluindo os dados de IVA e, quando aplicável, o número de identificação fiscal do cliente. O ponto prático é simples. Um cliente que solicita uma fatura conforme para efeitos de despesas empresariais não deve ficar preso entre várias entidades, enquanto a plataforma que recebeu a reserva se recusa a liderar a resolução ou a garantir que a documentação correta é emitida. A resposta final da Revolut limitou-se a encerrar o processo internamente, sem apresentar qualquer solução prática e sem garantir que o meu pedido de documentação fiscalmente conforme fosse satisfeito. Solicito, assim, que seja revista a conduta da Revolut, a adequação do tratamento da reclamação e o modelo de responsabilização aplicado ao serviço Revolut Stays quando os clientes necessitam de documentação de faturação correta. Anexo a resposta final da Revolut, bem como a correspondência relevante para análise. Com os melhores cumprimentos, Andre Rodrigues
Reclamação formal e pedido de devolução de valores – Agente Associado DS Seguros
Prezados, Venho por meio deste formalizar uma reclamação contra o grupo DS Seguros, referente à minha adesão como Agente Associado. No ato da adesão, efetuei o pagamento do valor de 1.500 euros + IVA para integrar a rede como agente associado. Conforme orientado, realizei também o curso de mediador de seguros, cumprindo todas as exigências que me foram solicitadas. No entanto, desde o início, não houve qualquer incentivo, acompanhamento ou suporte efetivo por parte da DS Seguros. Em nenhum momento senti que houve interesse em me ajudar a iniciar ou desenvolver a atividade. Pelo contrário, nunca correram atrás, nunca houve orientação prática ou apoio prometido no momento da venda do projeto. Toda a parte operacional e de finalização tive que fazer sozinha, inclusive buscar por conta própria uma imobiliária e recorrer à Decisões & Soluções para conseguir avançar no processo, algo que, em teoria, deveria ter sido minimamente apoiado pela estrutura da DS Seguros. Ressalto ainda que nunca recebi qualquer contrato formal, o que me deixou totalmente desamparada e insegura em relação ao vínculo, às condições acordadas e às promessas feitas no momento da adesão. Diante de todo o exposto, não me senti respaldada, apoiada ou beneficiada pelo que me foi prometido, razão pela qual solicito, de forma clara e objetiva, a devolução integral dos valores pagos. Aguardo um posicionamento formal e uma solução para esta situação com a maior brevidade possível. Atenciosamente,
Nome indevidamente colocado no Banco de Portugal
Excelentíssimos senhores venho por este meio solicitar que retirem o meu nome da lista de devedores no Banco de Portugal devido a uma suposta dívida da qual eu não sou responsável e que foi colocada erradamente pela empresa ATTICUS.STC.SA. Obrigado Bruno Tuna Contribuinte 229263100
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº 2162003473500 e, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 14,99 euros, em 28/01/2026. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Serviço mal prestado
No dia 08-12-2025 fiz o pedido aderir e foi aceite assinei os contratos e até aqui tudo certo. No entanto quando foi altura de fazer log inn para definir um log inn e uma password a aplicação deixou de funcionar “problema de log inn”. Fiz o recomendado liguei para assistência de apoio ao cliente e a chamada fica em espera mais de 20 minutos e ao fim dizem tente mais tarde. Desloquei-me a loja do continente e até consegui falar com um assistente dizendo que iria encaminhar o meu problema para a equipa responsável e para aguardar uma resposta.. Já passou quase um mês e nenhuma resposta ao meu pedido tento também pelo apoio ao cliente via e-mail e recebo respostas que mais parecem automáticas que vão dar seguimento ao meu caso e não recebo mais nenhuma mensagem. Gostaria de saber o que posso fazer para resolver esta situação visto que com a própria instituição não vejo forma de a resolver.
Débito direto indevido
Venho por este meio apresentar uma queixa contra a empresa Domestic & General Insurance PLC. Esta empresa aparece na descrição dos movimentos da minha conta bancária de forma fraudulenta, não tenho ligação nenhuma com esta empresa e como tal, nao entendo como é que tem acesso a dados pessoais como os meus dados bancários. Por esse motivo peço a devolução do dinheiro descontado ilegalmente pela Domestic & General Insurance PLC. Nunca autorizei o débito por parte desta empresa. Obrigada
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