Reclamações públicas
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Fidelidade - Danos agravados por fuga de água não resolvida após intervenção inicial
Venho manifestar publicamente a minha insatisfação com a atuação da Fidelidade numa situação de fuga de água proveniente da habitação do vizinho do primeiro andar, que está a causar danos cada vez mais graves na minha casa, situada no rés-do-chão. A situação foi comunicada ao vizinho a 29 de agosto, tendo ele contactado a Fidelidade nessa mesma semana. No dia 3 de setembro, foi feita uma vistoria técnica pela Fidelidade à minha casa, onde foram tiradas fotografias, nomeadamente às casas de banho, devido à água a cair do piso superior. No dia 21 de setembro, foi realizada uma intervenção na casa do vizinho, onde se encontra a origem da fuga. No entanto, essa intervenção não resolveu o problema, pois a água continuou a infiltrar-se na minha habitação, agravando significativamente os prejuízos ao longo do tempo. Inicialmente, apenas as casas de banho estavam afetadas, mas atualmente a situação já atingiu também a cozinha e a garagem. Neste momento, os danos são preocupantes: Casa de banho da suíte: infiltrações intensas, água a escorrer pelos azulejos e do teto, começando já a danificar os móveis. Quarto: durante o dia e noite não consigo controlar a quantidade de água que entra, o que tem provocado levantamentos e danos no soalho. Casa de banho principal: teto a pingar, água a escorrer pelos azulejos e azulejos manchados. Cozinha: presença de água e infiltrações visíveis. Bens pessoais: várias toalhas ficaram completamente encharcadas e danificadas. Garagem: a água já chegou à garagem, formando uma poça que causou danos em dois veículos. Considero inadmissível que, desde 21 de setembro, a situação se mantenha sem uma solução eficaz, permitindo o agravamento constante dos danos. Até ao momento, a única resposta por parte da Fidelidade tem sido que o processo está "em análise". Gostaria de salientar que também sou cliente da Fidelidade, mas nesta situação estou na posição de terceiro lesado, pois não fui eu a acionar o meu seguro. Os danos resultam de uma fuga originada na casa do vizinho, situação que já foi participada à Fidelidade. Tendo em conta a gravidade e evolução dos prejuízos, exijo uma intervenção urgente para eliminar definitivamente a origem da fuga, uma avaliação completa dos danos já ocorridos e uma resposta concreta sobre a reparação necessária. Espero que a Fidelidade assuma responsabilidade na gestão deste processo, apresentando uma solução rápida e eficaz, para evitar o agravamento de uma situação já insustentável.
Falta de resposta e ausência de esclarecimentos sobre a candidatura ao Porta 65 Jovem 1362837
Venho apresentar uma reclamação relativa à atuação do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), devido à falta de resposta aos meus sucessivos contactos e à ausência de esclarecimentos sobre o resultado da minha candidatura ao programa Porta 65 Jovem, com o n.º 1362837. No âmbito da análise da minha candidatura, em 23/08/2026, foi-me solicitado um esclarecimento relativamente à tipologia da habitação, uma vez que a caderneta predial identifica o imóvel como T1, apesar de este possuir dois quartos, sendo que um deles não dispõe de janela para o exterior. Respondi ao pedido em 26/08/2026, dentro do prazo estabelecido, explicando a situação e anexando a caderneta predial, conforme solicitado. Esclareci igualmente que desconhecia essa classificação até ter solicitado o documento ao senhorio. Não me foi possível apresentar a planta da habitação dentro do prazo, uma vez que o senhorio informou que se encontrava de férias e que só poderia disponibilizá-la cerca de duas semanas depois. Posteriormente, em 26/08/2026, recebi uma comunicação no portal a informar que tinha sido atribuída uma pontuação e calculado um valor de subvenção para a minha candidatura. Na área de avaliação constavam os seguintes valores: * Seriação: 60,95; * Pontuação total: 146,22; * Subvenção prevista: 247,50 €. No entanto, a lista de resultados publicada em 08/10/2026 passou a apresentar a minha candidatura com o estado «Sem Subvenção». Além disso, o portal não disponibiliza qualquer candidatura para autorizar a transição para o mês seguinte. Perante esta situação, procurei obter esclarecimentos junto do IHRU, através de mensagens na plataforma e de vários emails, incluindo contactos dirigidos à gestora do processo. Apesar das minhas insistências, continuo sem receber qualquer resposta ou explicação concreta que me permita compreender o motivo desta decisão. Esta falta de comunicação é particularmente preocupante, uma vez que não sei se o resultado decorre da falta de dotação orçamental, da ordenação das candidaturas, de uma questão relacionada com a elegibilidade ou tipologia da habitação, ou de um eventual erro na análise do processo. Considero inaceitável ficar sem esclarecimentos sobre uma decisão com impacto direto na minha situação financeira e na minha capacidade de suportar os encargos com a habitação, sobretudo depois de ter respondido ao pedido de informação dentro do prazo e de o próprio portal ter indicado a atribuição de uma pontuação e o cálculo de uma subvenção. Assim, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de obter do IHRU: 1. Uma resposta formal e fundamentada sobre o motivo pelo qual a candidatura foi classificada como «Sem Subvenção»; 2. O esclarecimento sobre se a decisão resulta da falta de dotação orçamental, da seriação ou de uma questão de elegibilidade relacionada com a tipologia da habitação; 3. Caso esteja em causa a tipologia do imóvel, a indicação concreta dos fundamentos e das normas aplicadas; 4. A explicação para a atribuição inicial de uma pontuação e de uma subvenção prevista de 247,50 €, seguida de um resultado final desfavorável; 5. A reapreciação da candidatura, caso se verifique algum erro ou irregularidade na sua análise; 6. A indicação dos meios e dos prazos disponíveis para contestar a decisão e exercer os meus direitos. O meu objetivo é obter uma resposta clara, fundamentada e atempada, bem como garantir que a minha candidatura foi analisada de forma correta e transparente. Até à data, os meus contactos continuam sem resposta, pelo que recorro à DECO PROteste para procurar uma solução para esta situação.
Aviso de pagamento recebido 5 dias depois do limite.
A referência de pagamento do seguro do carro foi enviado 5 dias depois do limite de pagamento. O último dia era 9 oct. O documento foi emitido 5 Setembro. Mas foi so enviado por gmail a 14 de Outubro. O próprio pdf mandado pela empresa no email dez 14 de Outubro. Pelo que foi multado por falta de seguro pela gnr no dia 10 de Outubro. No pode pagar o seguro sem referência de pagamento. Tambem gostaria saber quando mandar-me o primeiro aviso? Generali tranquilidade
Imobiliária Pioledo Vila Real
📌 A MINHA EXPERIÊNCIA COM A IMOBILIÁRIA PIOLEDO Quero partilhar a minha experiência porque não desejo que outras pessoas passem por uma situação semelhante. • 🏠 Dois anos de arrendamento — Vivi no imóvel durante dois anos. • 📅 Cumpri os 90 dias de aviso prévio — Respeitei o prazo e continuei a cumprir as minhas obrigações durante esse período. • 🔑 Entrega das chaves — A entrega foi feita dentro do prazo estabelecido apesar que teve muita dificuldade para essa chave ser entregue dentro do prazo . • 🧹 Estado da casa — Tenho vídeos e fotografias que registam o estado do imóvel. • 📱 Tenho provas — Guardei mensagens, documentos, fotografias e vídeos relacionados com todo o processo. • 💶 Cobranças após a entrega — Depois da entrega começaram a surgir valores que considero muito elevados e que, na minha perspetiva, precisam de ser esclarecidos. • ⚠️ Questões anteriores — Algumas das situações apontadas já apresentavam, segundo a minha experiência, sinais de desgaste ou problemas anteriores. • 📂 Vou apresentar tudo — Pretendo mostrar os vídeos, fotografias, mensagens e documentos para que a situação possa ser analisada com base nos registos. Não quero que ninguém acredite apenas na minha palavra. Quero que conheçam os factos e tirem as suas próprias conclusões. Se aconteceu comigo, espero que este relato possa servir de alerta para outras pessoas. Tudo começou quando eu estava disposta a fazer a entrega das chaves dentro do prazo, mesmo estando a viajar. Eu já tinha uma pessoa de confiança preparada para fazer a entrega por mim. No grupo de e-mail estavam o proprietário, a esposa e o Ricardo, que acompanhava a situação. Tentei resolver tudo através do diálogo e chegar a um acordo, mas, além da pintura e limpeza, começaram a surgir outras cobranças por itens que, segundo os registos que tenho, já apresentavam danos ou desgaste. Já comecei a enviar vídeos, fotografias e prints das conversas para mostrar o que realmente aconteceu. A única coisa que não consegui fazer antes da entrega foi retirar o adesivo das janelas, que servia para controlar a entrada de luz. Tenho uma criança de 9 anos, portanto é normal existirem algumas marcas de uso numa casa onde se viveu durante dois anos. Quanto à pintura, embora eu entenda que o desgaste normal de utilização não significa automaticamente que tenha de entregar a casa pintada, aceitei assumir a pintura e a limpeza, justamente porque a casa ficou cerca de dois meses fechada durante a minha viagem. Antes de sair, porém, a casa já tinha sido limpa e deixada organizada. Tenho vídeos que comprovam isso. O facto de ter ficado fechada durante dois meses naturalmente fez com que acumulasse algum pó e sujidade. Agora vou mostrar também a foto da parede e da sujidade que está a ser apontada. Com a retirada dos adesivos das janelas, ficaram algumas marcas de cola, e no banheiro havia também alguns pontos de ferrugem. Eu aceitei assumir novamente os custos da limpeza e da pintura, numa tentativa de resolver a situação de forma amigável. O problema começou quando percebi que estavam a ser incluídas outras cobranças, referentes a coisas que, segundo os registos que tenho, já apresentavam problemas anteriores e que eu não considero da minha responsabilidade. Na casa, deixei 1.300 € de caução, valor que está agora em causa. Por isso, considero importante mostrar tudo o que aconteceu e apresentar as provas que tenho. Para finalizar, eu só estou aqui para mostrar o que está acontecendo comigo e o que estou tendo que passar para tentar receber minha caução de volta. É dinheiro conquistado com muito trabalho, e eu acredito que, tendo cumprido com as minhas responsabilidades, tenho o direito de receber aquilo que é meu. Não estou aqui para dizer que estou certa ou errada. Estou aqui para mostrar as provas e buscar os meus direitos. Só quero que tudo seja resolvido de forma justa e receber aquilo a que tenho direito.
reenbolso
No dia 12/10/2026 foi-me cobrado o valor de 194,00€ pela Nuvei Limited Carcavelos. Não conheço esta empresa, nem realizei qualquer compra associada a este valor.…
Ausência de resposta à candidatura Portal 65+
Venho apresentar uma reclamação relativamente à ausência de resposta à minha candidatura n.º 1338072, submetida no Portal 65+, em abril de 2026, na qualidade de família monoparental, com o objetivo de beneficiar de apoio à renda. Decorridos já vários meses desde a submissão da candidatura, a mesma continua a apresentar apenas o estado “Submetida”, sem que me tenha sido comunicada qualquer decisão, pedido de esclarecimentos ou informação relativamente ao andamento do processo. Considero esta ausência de resposta particularmente preocupante, tendo em conta que se trata de um pedido de apoio destinado a fazer face aos encargos com a habitação e que, até à presente data, não disponho de qualquer indicação sobre a sua aprovação, indeferimento ou eventual necessidade de apresentação de elementos adicionais. Assim, solicito que me seja prestada, com a maior brevidade possível, uma resposta concreta relativamente à candidatura n.º 1338072, nomeadamente: 1 - indicação do estado efetivo e atual do processo; esclarecimento sobre o motivo pelo qual a candidatura permanece no estado “Submetida” desde abril de 2026; 2 - informação sobre a existência de algum elemento ou documento em falta, caso aplicável; e, sobretudo, uma decisão relativamente ao apoio solicitado. Após vários meses de espera, considero razoável e legítimo obter uma resposta clara sobre uma candidatura que poderá ter um impacto relevante no orçamento do meu agregado familiar. Agradeço, por isso, a análise urgente desta situação e aguardo uma resposta formal e conclusiva relativamente à minha candidatura.
Generali Tranquilidade debito sem a minha autorizaçao e sem assinatura de contrato
Ex.mos senhores, Venho apresentar um pedido de reembolso à Generali Seguros (Tranquilidade) por ter debitado, ontem, 86 euros da minha conta sem a minha autorização. Pedi informações sobre o seguro, e me foi assegurado pelo gestor Rui Cardiga que não haveria período de carência por ter passado de um seguro para o outro. Ao receber o contrato e o pedido de débito direto, vi que havia um período de carência e avisei de imediato que não queria o seguro — nunca assinei nada, nem o contrato nem a autorização de débito direto. No entanto, ontem, dia 12 de outubro, foi efetuado um débito automático de 86,10 € na minha conta, referente à apólice da Tranquilidade. Esta operação foi efetuada por débito direto, modalidade que nunca autorizei formalmente, pois nunca assinei nem devolvi qualquer mandato para débito direto, com base em um contrato que nunca assinei. Ao perceber esta cobrança antecipada e não autorizada, solicito o reembolso, para evitar queixa junto às autoridades competentes. Obrigada Catherine
Crédito de obras não libertado
Exmos. Senhores, Adquiri um imóvel para recuperação em Lisboa para habitação permanente via um crédito à habitação e adicionalmente um crédito para obras. O banco avaliou o projeto planeado e visto a recuperação valorizar consideravelmente o imóvel, concordou em avançar com o empréstimo, No decorrer da obra, foram feitas várias vistorias por um avaliador credenciado e selecionado pelo banco, com o intuito de libertar verbas do crédito de obras à medida que a obra progredia. Apesar dos relatórios destas vistorias estar conforme a realidade da execução da obra e o avaliador considerar que um dado valor deveria ser liberto, o banco deliberadamente revogou o relatório de avaliação disponibilizado pelo avaliador e criou a sua própria versão, sem qualquer confrontação com o estado da obra. Levando a uma redução considerável dos valores publicados pelo avaliador, i.e., o banco considerou que do valor partilhado pelo avaliador, somente 50% desse mesmo valor deveria ser disponibilizado nas verbas. Assim sendo, relatórios de avaliação adulterados foram criados e fornecidos ao proprietário que ficou impossibilitado de prosseguir com a obra, visto a verba disponibilizada pelo banco estar muito abaixo do valor realmente investido e gasto na obra. Tal facto levou a um bloqueio da obra. Por inúmeras vezes contactei o banco, que durante semanas persiste em não corrigir a situação. Continuando a afirmar que o valor dado pelo avaliador não é o correto e que, com novos relatórios de avaliação, não validados pelo mesmo, só disponibiliza uma fração do valor gasto. Como um empregado de um banco, sem conhecer ou visitar uma obra, consegue disputar e alterar o relatório dado por um avaliador profissional? Esta situação, que várias vezes foi comunicada ao banco, o qual diz que iria resolver, mantém-se, e o banco persiste em partilhar valores adulterados deixando o proprietário completamente bloqueado. Inclusive, todas as faturas dos valores gastos em obra foram apresentados ao banco, o que ainda assim, não chegou como argumentação suficiente que a obra está a progredir conforme os relatórios apresentados pelo avaliador. Compreendo que se possam fazer erros, isso é natural, no entanto, repetir o mesmo erro 3 vezes ao longo de semanas, quando é comunicado que a situação está incorreta e deve ser corrigida é inaceitável. Estou incrédulo e não tenho explicação para este tipo de procedimento por parte do BPI. Perante factos claros, como relatórios de avaliação feitos por um perito assim como faturas dos gastos feitos em obra, o banco recusa-se a libertar as verbas do crédito de obras que são justas e persiste em adulterar relatórios de avaliação. Caso pudesse retroceder, não consideraria o BPI para crédito à habitação ou de obras. As acções tomadas pelo banco reflectem uma grande falta de profissionalismo e rigor. Cada mês que passa com a obra bloqueada devido à falta de libertação de verbas do crédito de obras leva a gastos muito penalizadores para a minha vida pessoal.
Mayker
Exm.sr. Venho submeter uma queixa sobre cobrança da dívida da empresa MEO por intermédio da empresa intrum Portugal, dívida este que já se encontra prescrita a mais de 5 anos e a empresa intrum continua a enviar me e-mail com ameaças de penhoras. Já enviei email em respostas e estes email e continuam a mandar. Isso é legal visto que as dividas das empresas de telecomunicações prescrevem após 6 meses de acordo com a lei portuguesa.
Encomenda não recebida
Fiz uma compra no valor de 69.50€ de um soprador de folhas a gasolina no site leroy merlyn quando efectuei o pagamento foi para a conta PPRO PAYMENT SERVICES SA e nunca mais soube de nada sobre o produto nem uma email recebi. Simplesmente uma vergonha estas empresas deviam oferecer segurança aos compradores em vez de burlas ou então não deviam ser permitidas. Ganham milhões a enganar o desgraçado trabalhador.
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