Reclamações públicas

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C. B.
10/09/2026

Pedido de acionamento de seguro negado

Exmos. Senhores, (Contratei um crédito pessoal junto da Cetelem, ao qual está associado um seguro de proteção que tenho vindo a pagar. Na sequência da minha incapacidade temporária para o trabalho e da cirurgia realizada à coluna cervical, participei o sinistro para ativação da cobertura do seguro. A seguradora recusou a cobertura, alegando que a situação de saúde que esteve na origem da incapacidade era Pré-existente à contratação do seguro. Contesto esta decisão, uma vez que, à data da contratação do crédito e do seguro, não me encontrava na situação clínica que posteriormente determinou a cirurgia e a incapacidade. A cirurgia ocorreu posteriormente e a situação clínica que lhe deu origem agravou-se e foi diagnosticada/tratada posteriormente à contratação. Já apresentei uma reclamação à seguradora, tendo mantido a recusa de cobertura. Pretendo obter uma análise da DECO sobre a validade desta recusa, nomeadamente sobre a aplicação da alegada exclusão por doença pre-existente, e saber quais os meios que tenho para contestar a decisão e exigir o cumprimento da cobertura contratada. Disponho do contrato de crédito, condições da apólice, participação do sinistro, resposta da seguradora à minha reclamação e documentação clínica que comprova as datas relevantes. Cumprimentos.

Em curso
L. F.
10/09/2026

Bloqueio da conta bancária sem aviso, nem explicação do motivo

Saudações , sou o Laurindo Floriano com o número de contribuinte 315261943, venho por meio deste email demonstrar a minha insatisfação quanto ao funcionamento do banco no que diz respeito ao bloqueio da minha conta bancária, sem aviso prévio, sem nenhuma explicação do banco sobre o porquê do bloqueio pois a conta encontra-se bloqueada já a 2 meses e é a única conta aonde está todos os meus fundos e por azar o meu salário do corrente mês foi depositado novamente na mesma conta me trazendo assim grandes constrangimentos pois não tenho como pagar as minhas contas e a única resposta que eu recebo do banco é que o meu pedido está em análise porém já se foram 2 meses e eu não tenho nenhuma resolução do meu problema

Em curso
B. D.
09/09/2026

Falta de cumprimento e negação de pagamento

Gostaria de apresentar uma reclamação porque já passaram dois meses desde que ativei o seguro de proteção de pagamento e continuo sem resposta clara. Primeiro disseram-me que faltavam documentos, mas entreguei tudo o que me foi pedido. Após quase dois meses de espera, informaram-me que não podem proceder ao pagamento devido ao meu contrato ser a termo incerto. No entanto, a empresa aceitou este contrato e continuam a debitar o valor do seguro na minha conta bancária. Considero esta situação completamente injusta. Solicito que cumpram com o acordado, pois sempre souberam o tipo de contrato que eu tinha quando me aceitaram como cliente. Exijo uma resolução urgente, uma vez que continuam a cobrar pelo seguro mas recusam-se a fazer o pagamento a que tenho direito. Sinistro Pc72752613 Bruno silva

Em curso
L. M.
09/09/2026

Santander - Perda de poupanças devido a phishing, falta de resposta e apoio do Santander

No dia 20 de julho de 2026, pelas 15h20, fui vítima de uma fraude bancária por phishing/engenharia social, que resultou na perda de 99,99% das poupanças da minha conta no Banco Santander (conta com cerca de 28 anos de existência). Os autores usurparam a identidade do Santander via SMS e site fraudulento, simulando conter uma fraude. Foi feita alteração remota do meu número de telefone associado à conta e das credenciais do Netbanco, permitindo transferências de elevados montantes, sem a minha autorização, para contas do Santander e BPI cujos titulares não coincidiam com o remetente — um padrão totalmente estranho ao histórico de 28 anos. Antes das 3 transferências concretizadas, houve ainda uma tentativa que não se consumou. O Santander enviou-me um SMS de alerta às 15h46 desse dia, mas nunca me informou quando (ou se) bloqueou a conta. Sei apenas que decorreram cerca de 2 horas entre o alerta e a concretização das transferências que esvaziaram a conta — ou seja, a conta não estava bloqueada nesse período. Os limites diários de levantamento foram ainda alterados sem autorização (alteração que, segundo o site do Santander, só pode ser feita via SuperLinha ou balcão). Houve também levantamentos presenciais em numerário numa agência, por apropriação ilegítima dos meus cartões. Diligências efetuadas Contactei de imediato a SuperLinha, negando os movimentos e seguindo as recomendações dadas. Fui informado, já após perder os fundos, que a tentativa de recuperação das transferências exigia o pagamento de ~25€+IVA por transferência — paguei por necessidade. Fui contactado a 22/07 para aprovisionar a conta e desloquei-me ao banco a 23/07; nunca fui esclarecido sobre o desfecho deste serviço pago. Foram abertos os processos internos RSV0001278746, RSV0001278745, RSV0001308753 e RSV0001308152. Apresentei auto de denúncia às autoridades no próprio dia, entreguei cópia ao Santander e ao BPI (para onde foi uma transferência) e fiz posteriormente um aditamento ao auto. Entreguei ao banco, a 23/07, um pedido de informação formal (assinado e carimbado como recebido pelo Santander) sobre: (i) diligências de recuperação dos fundos; (ii) medidas preventivas existentes; (iii) tempo de resposta do banco; (iv) tempo até ao bloqueio da conta. Nunca obtive resposta. Prestei todos os esclarecimentos pedidos pelo departamento de Fraudes. As únicas atualizações recebidas foram notificações temporárias na app Santander, a que já não tenho acesso (credenciais comprometidas e não restabelecidas por prevenção) — tirei print-screens dessas notificações. A gestora de conta sabia que estou sem acesso ao Netbanco. A 04/08 recebi notificação de que o processo RSV0001278746 sobre Transferências estava concluído; Entrei em contacto com a gestora de conta para obter mais esclarecimentos, fui informado que o processo continuava oficialmente em aberto, tratava-se apenas de um formalismo por questões de cumprir prazos internos. A 07/08 recebi notificação de que o processo RSV0001308152 Fraudes fora "concluído" mas sem resolução. Ao contactar a gestora, Cristina Valle, foi-me dito que o processo foi encerrado apenas para cumprir um prazo interno (até dia 10 de Agosto), mantendo-se na realidade em aberto. Estranhando a situação, enviei email formal a questionar esta contradição — sem resposta até hoje. Enviei reclamação formal por escrito, pedindo resposta em 5 dias úteis e reservando o direito de recorrer ao Banco de Portugal, ao Provedor do Cliente e à via judicial — sem qualquer resposta. A 03/09 voltei a contactar a gestora por email, pedindo reunião e cópia do contrato de conta e aditamentos. Tanto eu como o meu filho tentámos entrar em contacto com a gestora de conta por telefone várias vezes, sem que nenhuma chamada fosse atendida ou devolvida. Seis dias depois, continuo sem resposta. Já passaram 51 dias desde a fraude sem qualquer resolução, esclarecimento, reembolso ou resposta formal do Santander. Fundamentação legal PSD2 / DL n.º 91/2018 — as operações não foram por mim autorizadas. Pelo art. 113.º, cabe ao banco provar que a operação foi autenticada, registada e contabilizada corretamente, e o mero registo do uso do instrumento de pagamento não prova a autorização do cliente. Pelo art. 114.º, perante uma operação não autorizada, o banco deve reembolsar imediatamente o ordenante até ao final do 1.º dia útil seguinte ao conhecimento da situação, salvo fraude ou negligência grosseira do cliente — o que não é o caso. Este prazo está largamente ultrapassado. Art. 108.º, n.º 2, al. b) do DL 91/2018 — bloqueio do instrumento de pagamento por suspeita de fraude. Art. 15.º do RGPD — direito de acesso a cópia dos meus dados pessoais, incluindo a documentação contratual. Impacto Perdi a totalidade das poupanças de 28 anos de relação com este banco (ainda BCI na origem), o que me causou manifesta carência económica. O arrastar do processo, sem apoio ou esclarecimento, é lamentável e reflete uma falta de consideração grave. A situação tem-me afetado profundamente, sobretudo pela forma como o banco a tem gerido. Pedido Pretendo, acima de tudo, uma solução efetiva de recuperação/restabelecimento dos fundos — não apenas atualizações processuais internas. Assim, solicito: Que o Banco Santander Totta reembolse os fundos perdidos, nos termos do art. 114.º do DL 91/2018, por se tratar de operações não autorizadas cujo prazo legal de reembolso está largamente ultrapassado; Que se apure o incumprimento do banco quanto aos seus deveres de reação e proteção — nomeadamente as ~2 horas entre o alerta SMS e as transferências que esvaziaram a conta sem bloqueio informado, e a remoção não autorizada dos limites de levantamento; A entrega de cópia do contrato de conta bancária e aditamentos, nos termos do art. 15.º do RGPD; Esclarecimento claro e definitivo sobre o desfecho do serviço de recuperação de fundos que me foi cobrado, nunca formalmente comunicado; Resposta ao pedido de informação formal entregue e confirmado como recebido pelo banco, sendo que a sua falta de resposta constitui, por si só, um incumprimento adicional. Nota: o banco dispõe de todos os elementos necessários para corroborar esta informação; por privacidade, não irei anexar dados que considero privados. Luís Manuel Gaspar Fialho

Em curso
T. M.
09/09/2026
BEPCONTABIL

Extorsão para obter um documento oficial NIF

Venho apresentar uma queixa contra a responsável da empresa BEP CONTABIL, por factos que considero graves e que solicito às autoridades que investiguem. Esta pessoa tratou de assuntos relacionados com o meu processo de regularização em Portugal e teve acesso ao meu email e a dados associados ao meu NIF. Atualmente, não tenho acesso ao email associado ao meu NIF e a morada fiscal registada também não está sob o meu controlo.a Foi-me posteriormente exigido o pagamento de 800 euros. Foi-me enviado um IBAN para efetuar esse pagamento. Solicitei uma fatura, comprovativo e uma explicação detalhada que justificasse o valor de 800 euros, mas não recebi documentação suficiente que esclareça a origem desse valor. Na segunda-feira desloquei-me pessoalmente ao estabelecimento para tentar resolver a situação. A responsável não se encontrava no local e falei com a secretária. A polícia deslocou-se posteriormente ao estabelecimento e falou com a secretária, que informou que a responsável iria comparecer na quarta-feira. Tenho comigo as conversas de WhatsApp, comprovativos de pagamentos, mensagens relativas ao pedido dos 800 euros, o IBAN que me foi enviado e outros documentos relacionados com o processo. Solicito às autoridades que investiguem os factos, verifiquem a exigência do pagamento de 800 euros e me ajudem a recuperar o controlo dos meus dados pessoais, do email e dos acessos associados ao meu NIF. Declaro que estou disponível para entregar todas as provas e prestar quaisquer esclarecimentos necessários.

Em curso

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação que mantenho sem resolução com a Generali Seguros, S.A. No âmbito do meu seguro automóvel, a Generali está a exigir-me novamente o comprovativo de abate do veículo, apesar de esse documento ter sido anteriormente remetido à própria Companhia no decurso do processo e constar do meu processo de cliente. Já contactei a Generali por quatro vezes, procurando esclarecer a situação. Apesar disso, a Companhia continua a solicitar o mesmo documento, sem explicar por que motivo a documentação anteriormente entregue não é localizada ou considerada. Esclareço que já não tenho os documentos solicitados em minha posse. Todo o processo foi tratado diretamente com a Generali e, após a sua conclusão, assumi legitimamente que a documentação já não seria necessária, tendo eliminado os documentos que já não precisava de conservar. Considero particularmente grave que, depois de ter tratado todo o processo diretamente com a seguradora e de lhe ter entregue a documentação necessária, me seja agora exigida novamente documentação que a própria Companhia deveria conservar no respetivo processo. A situação é ainda agravada pela existência de uma cobrança de uma anuidade que considero indevida, cuja regularização também procurei obter junto da Generali, sem resolução satisfatória. Depois de quatro tentativas de resolução direta e perante a ausência de uma resposta que efetivamente resolva o problema, deixei de confiar na capacidade da Generali para solucionar esta situação de forma adequada. Solicito, por isso, o apoio e a intervenção da DECO PROteste, designadamente no esclarecimento dos meus direitos enquanto consumidor e na apreciação da atuação da seguradora, tendo em conta a exigência reiterada de documentação já anteriormente entregue e a questão da cobrança que considero indevida. Junto a correspondência trocada com a Generali, bem como a documentação que considero relevante para a apreciação do caso. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação quanto aos próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Jorge Araújo

Em curso

Cobrança e Reporte incorreto e indevido na Central de Responsabilidades de Crédito

Venho por este meio contestar o reporte indevido do meu contribuinte efetuado pela Hefesto STC, S.A. / Whitestar Asset Solutions, S.A. junto da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. Ao consultar o meu Mapa de Responsabilidades de Crédito, verifiquei que me encontro registada de forma errónea como Devedora de um montante em incumprimento no valor de 119.235,19 €, associado a um Processo de Execução. Sobre esta situação, cumpre expor o seguinte: - Inexistência de Dívida Pessoal: Não sou devedora originária, co-devedora nem fiadora do contrato de crédito à habitação em causa. A minha intervenção no referido processo ocorreu única e exclusivamente na qualidade de herdeira habilitada por óbito do titular originário. - Limitação da Responsabilidade da Herança: Nos termos do artigo 2068.º do Código Civil, a responsabilidade dos herdeiros pelas dívidas do falecido está estritamente limitada às forças da herança. - Extinção da Execução: O Processo Executivo em causa foi julgado definitivamente extinto em 04/05/2023 por decisão do Agente de Execução, ao abrigo do artigo 750.º, n.ºs 2 e 3 do Código de Processo Civil, devido à inexistência de bens penhoráveis. - Ilegalidade do Reporte: Esgotados os bens da herança, não subsiste qualquer obrigação jurídica ou responsabilidade patrimonial da minha parte. A manutenção do meu NIF na CRC como "Devedora" viola o disposto na regulamentação do Banco de Portugal, lesando gravemente o meu bom nome e a minha capacidade financeira pessoal. Face ao exposto, solicito que, no prazo máximo de 10 dias úteis, a Hefesto STC, S.A. / Whitestar Asset Solutions, S.A. proceda: • À retificação da informação comunicada à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, removendo a associação do meu NIF ao referido crédito; • Ao envio de confirmação escrita do deferimento do presente pedido e da comunicação efetuada ao Banco de Portugal. Caso a situação não seja regularizada no prazo indicado, apresentarei reclamação formal junto do Banco de Portugal e da Comissão Nacional de Proteção de Dados, sem prejuízo do recurso às vias judiciais aplicáveis.

Em curso

Não assumiu acidente de trabalho

Exmos senhores, tive um acidente de trabalho no dia 15/07/2026, fui ao local que é indicado pela entidade patronal, em caso de acidente de trabalho, fui encaminhada para o ortopedista, que logo me marcou uma ressonância magnética à perna em questão, fui fazer essa ressonância e estive 5 dias pelo seguro, até saír o resultado da mesma. Fui novamente ao ortopedista, que me disse logo que entrei, que não havia motivo para não ir trabalhar, porque as minhas dores na perna, eram derivado à idade e também algo que já existia antes do acidente. Não fiquei muito convencida, porque estava com dores fortes na perna, depois do acidente, mas perguntei se me ia receitar algo para as dores? Logo respondeu que não, uma vez que isto solidificava sem medicação... Como fui trabalhar no dia seguinte, e ao fim de algumas horas, continuava com dores na perna, fui colocando gelo, e assim se foi passando o tempo. No dia seguinte, fui acomoanhar as crianças da escola a um passeio num parque , que haviam combinado, passeei com as crianças algum tempo no parque, mas logo fui me sentando, porque as dores eram cada vez mais fortes na perna. No final do passeio, comuniquei à entidade patronal que iría novamente ao hospital, porque não estava nada bem! Cheguei ao hospital em questão e, não havia qualquer tipo de médico para me atender, então resolvi recorrer a particular para me receitar algo para as dores, até pedir recaída ao seguro Lusítânia! No dia seguinte voltei a ir ao hospital, mas não havia ordem da seguradora, para recaída, dito pela entidade patronal! Como ninguém se disponibilizou para me ajudar, nem entidade patronal, nem seguradora, fui à médica de família entregar a carta que o ortopedista lhe mandou entregar, depois de me dar alta, SEM NEXO... A médica passou a baixa para ficar em repouso absoluto, até a seguradora, dar ordem de tratamento e solução ao problema. Isso nunca aconteceu, estavam em análise, mas não havia ordem para me tratarem depois de ter tantas dores na perna. Logo a entidade patronal, me contactou para dizer quw a seguradora, não assumia a recaída. Continuavam a dizer que não havia motivo para assumirem nada, uma vez que o médico tinha passado o relatório. SEM NEXO! Como ad dores continuavam e cada vez mais fortes, resolvi ir a particular, fazer novos exames, para ver o que se passava com a minha perna, uma vez que estava com dores fortes depois do acidente. Sabia que estava bem até aquilo acontecer, isso levava a crer que me estavam a negar o tratamento que merecia. Logo que fui à consulta de ortopedia, o médico, achou estranho, ter dores fortes na perna e, simplesmente o seguro não valorizar! Então, logo me mandou fazer uma ressonância à perna, que o resultado era: Perna PARTIDA... disse que me podia tratar, mas que devia ir para o seguro, uma vez que se tratava de um acidente de trabalho. Enviei logo o exame para a entidade patronal e seguradora Lusitânia, que respondeu que esse novo exame, não mudava em nada o que tinham dito em situação anterior. O médico também me mandou fazer um raio X, que se percebia o motivo das minhas queixas, uma vez que tinha uma fratura entre o perónio e a tíbia, RECENTE, e não algo já existente. Com tudo isto, pedi para ir à junta médica, para comparar os exames e ver quem tem razão... Estou à espera desde 29/07/2026, dia que pedi , via email para os recursos humanos, e ainda continu-o a aguardar, supostamente até dia 02/10/2026, dia que vou à junta médica, dito ao telefone, pelos recursos humanos... Enquanto tudo isto se está a passar, já comprei uma bota walker para estabilizar a perna, entretanto também estou a fazer fisioterapia. Tudo isto à minha custa, depois de existir um seguro de acidentes de trabalho. Estou à espera da junta médica, para ver o que vão fazer!

Em curso

Cobrança excessive - Doctor Lar

Examo senhores, Contactei a seguradora Fidelidade para solicitar a manutenção de um serviço no meu apartamento. Qual não foi a minha surpresa quando recebi uma fatura no valor de 162,36 € referente à substituição de uma torneira. A empresa responsável pela realização dos trabalhos para a Fidelidade é a Doctor Lar. Segundo a informação que me foi prestada pela Fidelidade, não é cobrada a deslocação do técnico. No entanto, considero totalmente desproporcional a cobrança de duas horas de serviço para uma tarefa que consistiu simplesmente na substituição de uma torneira. Sinto-me lesada com esta situação, uma vez que considero o valor cobrado manifestamente excessivo para o trabalho realizado. Aceitei efetuar o pagamento porque, no momento em que tomei conhecimento do valor, o técnico já se encontrava no meu apartamento e fui informada de que a visita seria cobrada de qualquer forma. No entanto, o facto de ter efetuado o pagamento não significa que concorde com o valor cobrado ou que considere a cobrança justa. Assim, solicito que a situação seja analisada e que me seja apresentada uma justificação detalhada para o valor de 162,36 €, nomeadamente quanto às duas horas de serviço faturadas e aos respetivos critérios de cálculo. Aguardo uma resposta e uma solução adequada para esta situação.

Em curso
J. T.
08/09/2026

Contatos abusivos e fraudulentos

Após ter apresentado uma reclamação sobre esta empresa (CREDIPOUPANÇA) no dia 29 de junho de 2026, devido a contatos abusivos relacionados com falsos pedidos de crédito atribuídos a alguém cuja identidade nem sequer conseguiram confirmar, fui hoje, 8 de setembro de 2026, novamente contactado pela mesma empresa. Desta vez já sabiam o meu nome, o que só aconteceu porque tomaram conhecimento dele através da queixa que apresentei anteriormente. Na primeira ocasião, nem sequer sabiam com quem estavam a falar, agora já sabem porque guardaram o meu registo! Mais uma vez, ligaram-me a afirmar que tinha feito um pedido de crédito online, algo que nunca aconteceu da minha parte. Continuam a inventar estes supostos "pedidos de crédito" e só me conseguiram identificar porque já fiz uma queixa contra eles. Atenção, considero esta situação muito grave e já apresentei várias queixas às autoridades competentes. Se continuarem com estes contatos, tomarei medidas mais drásticas. Numeros conhecidos pelos quais os mesmos tentam contactar e enganar as pessoas: - 916799122 - 910980078

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