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Venho idicar queno site casino 22bet, roubam os clientes em jogos de casino. Onde estava a jogar o jogo Holiday Carol e saiu 3 sacater e o mesmo nao deu as jogadas de bonus. Falei com o assistente onde o mesmo disse que naonhavia nenhuma erragularidade, mesmo com os print enviados. Nao jogem nesse site 22bet
Moey - Montante penhorado acima do previsto na lei e não levantamento da penhora
Moey! retém dinheiro indevidamente deixando cliente abaixo do Salário Mínimo e ignora pedido da segurança social para levantamento da penhora O Salário Mínimo Nacional em 2026 é de 920,00 €. Venho tornar pública a conduta ilegal do banco moey! (Grupo Crédito Agrícola) relativamente à minha conta. No âmbito de um processo de penhora da segurança social, o banco Moey cativou 674,43€ e deixou-me com um saldo disponível de apenas 269,68 €. O moey! está a violar o Artigo 738.º, n.º 5 do CPC, que obriga os bancos a garantir a disponibilidade de um Salário Mínimo Nacional (920,00 € em 2026). Estão a reter ilegalmente valores que garantem a minha subsistência. O suporte do banco responde com frases feitas, ignorando o erro matemático de me deixarem com menos de 920 €. Entretanto já entrei em acordo prestacional com a segurança social e a primeira prestação já foi paga. A segurança social diz ter enviado ao banco o pedido do levantamento da penhora no passado dia 22 de janeiro. Para tentar acelerar o processo, já comuniquei este facto à Moey, que entretanto /passados 6 dias úteis), me responde apenas, que estão analisar a minha situação.
Cancelamento de adesão
Para : UNIBANCO 30/01/2026 Exmos senhores... Hoje, dia 30-01-2026, fui abordado por um comercial da Unibanco. O comercial explicou-me que o intuito da conversa era me dar a conhecer o banco e as suas ofertas. Desde início, deixei claro que queria apenas informações .No entanto, e depois de muita explicação, o rapaz convenceu-me a que fosse preenchido um formulário para que o ajudasse em comissões. E assim, na minha boa fé e sem necessidade, forneci alguns dados sem pensar e sem ser avisado que estava a aderir a um cartão de crédito. Quando me deparei com as críticas, mandei de imediato um email para o apoio ao cliente a pedir a anulação da adesão, antes mesmo de esta ser aceite. Deste modo, peço que me anulem urgentemente o meu pedido de adesão sem consentimento ( visto que utilizam o fornecimento do cartão de cidadão como assinatura de documentos). Destaco que ainda NÃO RECEBI NENHUM EMAIL DE CONFIRMAÇÃO DE ADESÃO E NEM 250€. NÃO RECEBI E NÃO QUERO. Resumidamente, peço que esta situação se resolva o mais rápido possível, pois sendo que está em análise ainda estou a tempo de resolver a situação... sempre destacando que NÃO ACEITEI NADA, NÃO ASSINEI NADA E NÃO FIZ NENHUM CRÉDITO. Aguardo resposta urgente. Cumprimentos.
Burla Cartão Universo
Exmos. Senhores, Através de várias tentativas de resolução do estorno do valor indevido no meu Cartão Universo, me vejo novamente a vir fazer mais uma reclamação. Além da queixa crime. A burla foi realizada em outro país, sendo informada pelo apoio ao cliente que foi através da Google Pay, de segurança muito forte. O fato é que essa tal “segurança muito forte” não existe, uma vez que, permitiu a compra indevida sem eu ter recebido nem sequer uma notificação e nem um aviso, atribuindo ainda o direito de estourarem o plafond. Outro fato é que eu não autorizei nenhuma adição de cartão a Wallet, pois se tivesse feito iria para o meu telemóvel e não pro telemóvel do infeliz que realizou a burla, e pra constar meu telemóvel não se trata de Android e portanto, jamais seria atribuído a Google Pay. A questão é que com essa situação toda estão me atribuindo ainda a uma dívida que não é minha no valor de 791€. Enfatizo ainda que eu nunca utilizei o cartão desde quando o aderi no dia 11/12/2025 e a compra foi feita dia 10/01/2026. Não vejo mais nenhuma outra alternativa a não ser os meios Judiciais, já que todas as tentativas incansáveis de solução de forma amigável é se abstendo da responsabilidade e dizendo que o caso está encerrado. Me custa acreditar que o Direito do Consumidor não existe e que exista ainda esse tipo de empresa de cartão de crédito que não tem qualquer condições de operar em um mundo que cada vez mais há burlas eletrônicas, já que a mesma só causa danos aos seus próprios clientes.
Suspensão de conta
Exmos Senhores, Venho por este meio reclamar da empresa Betclic, que me suspendeu a conta depois de eu ter feito vários depósitos, nomeadamente o último de 30€ onde acabei por ganhar 40€, e do nada começaram a pedir documentação de um depósito que tinha feito à umas semanas atras. Eu enviei a documentação pedida mais de 10 vezes, ao qual a resposta deles é sempre a mesma, pois voltam a pedir a mesma documentação. Já enviei em formato jpg, em pdf e nunca é aceite, para manter a minha conta suspensa e nao conseguir levantar os 40€ que tenho lá. Nao vale apena mandar mais documentação que sei que eles vão continuar sem aceitar os documentos e nem uma linha de apoio direta tem sem ser e-mail visto que não consigo entrar na conta para ir falar no chat. É uma vergonha uma empresa que fatura milhões ao ano não ter um contacto disponível ou um chat para quem tem a conta suspensa poder falar. Tenho contas noutros lugares e nenhuma outra empresa me fez o que a Betclic fez. Só quero que me deixem levantar o que por direito é meu e até pode ficar a conta suspensa que nunca mais irei usar. Empresas como a betclic deveriam perder a licença, pois não são honestos e a sua forma de trabalhar e tratar os clientes é do pior que pode existir. Cumprimentos José Monteiro
Impedimento de Saque
Olá pessoal, Estou farto disto e preciso de desabafar + pedir ajuda para pressionar esta malta. Tenho conta na Capital.com (a entidade de Chipre, CySEC 319/17) e estou a tentar retirar TODO o meu dinheiro (capital + lucros que consegui) para fechar a conta de vez. Mas é um pesadelo total. Resumo rápido do que aconteceu: Abri a conta em setembro 2025, quando estava na Sérvia (fora da UE), e na altura era regulado pelas Bahamas (SCB). Depositei várias vezes com MB WAY virtual, tudo liso, sem problemas de verificação. Agora vendi posições, tenho saldo positivo e quero sacar tudo e fechar. Desde dia 23 de janeiro (há mais de uma semana) que tento fazer o withdrawal. A plataforma rejeita SEMPRE a prova da minha conta bancária. Já mandei foto do cartão (com números escondidos), várias versões, e pediram para mudar para a entidade CySEC (que supostamente cobre Portugal na UE). Fiz a transferência da conta, concluída, e... continua exatamente igual! Rejeitam tudo. Para ver se destravava, até fiz um depósito novo diretamente da minha conta (ao meu risco), mas nada. Continua a dizer que a prova bancária não serve. Anexei o extrato oficial em PDF que baixei do meu banco (bem atualizado, com IBAN, meu nome, tudo visível), mas nem olham para isso direito. Isto está a causar-me stress brutal e prejuízo real — preciso do dinheiro AGORA e eles estão a segurar sem motivo aparente. Já mandei dois emails formais (um em PT, outro em EN) para complaint@capital.com, mas zero resposta útil até agora (30 de janeiro 2026).
Não negociou com as entidades, até ir para contencioso com risco de penhora.
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Go Bravo – Intermediários de Crédito, por incumprimento contratual grave e falta de resposta a pedido formal de rescisão. Celebrei contrato com a referida empresa com base na promessa de uma prestação fixa e acompanhamento eficaz na negociação das minhas dívidas, o que não se verificou. Foram impostas alterações unilaterais às condições inicialmente acordadas e a falta de atuação atempada levou um dos créditos (Cofidis) a situação de contencioso, com risco de penhora. Entre abril e novembro efetuei pagamentos no montante total aproximado de 3.496 €, sempre com o meu próprio dinheiro, tendo sido realizados apenas pagamentos pontuais a credores, não existindo qualquer adiantamento por parte da Go Bravo. Em 6 de Janeiro do corrente ano, enviei email formal a solicitar a rescisão do contrato por justa causa, a suspensão de pagamentos e a restituição de valores pagos e não aplicados. Decorridos mais de 10 dias úteis, não obtive qualquer resposta. Acresce que nunca me foi disponibilizada cópia válida, completa e legível do contrato, apenas links expirados ou ficheiros em branco. Solicito o cancelamento definitivo do contrato, cessação de quaisquer cobranças e a restituição dos valores pagos e não devidamente aplicados. Tenho documentação que comprova.
Fornecimento de informações
Eu Bruno miguel gomes Teixeira venho por este meio informar que ja a mais de 3 meses que não acedia a app oney devido a problemas pessoais este mes liguei para o apoio ao cliente perguntado se tinha montantes em divida me foi respondido que não que tinha efetuado o pagamnto das mensalidades em atraso . Ontem la me lembrei de entrar na app e consultar o saldo para o saldo maximo que tenho para transferência é de 50 euros e tenho 19.00 positivos mas em saldo negativo tenho divida tenho 540 . Hoje acordo com uma sms da oney a dizer que tenho a conta bloqueada por risco de incumprimento apartir de dia 30 janeiro , então liguei para o apoio ao cliente e depois de mais de 6 chamadas sem ser atendido deixei o meu número para ser contactado e não fui ,por isso liguei agora ao fim da tarde depois de mais de 10 minutos de espera la fui atendido para minha supreso me fizeram tantas perguntas nome, morada ,número contribuinte, numero telemóvel, email , banco associado ao contrato, iban achei estranho e desliguei queriam os meus dados todos so para receber uma informação eu desliguei a chamada que não acho normal tantas questões eu gravo sempre as chamadas . Gostaria de saber o que se passa com o meu cartão leroy e reparei que tenho notificações de alterações para o cartão leroy + se eu nunca o fiz e como é possivel eu ter máximo saldo de 50 euros para transferências e estar negativo 545euros . Visto que nao vou fornecer os meus dados todos que dão para fazer um cartão ou crédito em meu nome por telemóvel.
DUA
Venho por este meio mostrar o meu desagrado. Comprei um carro dia 11 dezembro de 2025. Desde o dia 6 de janeiro de 2026, que tenho contactado a vendedora Teresa Carvalho relativamente ao Documento Único Automóvel, uma vez que a declaração aduaneira tinha validade até 25 de janeiro. Foi-me dito que a situação seria verificada junto da secretaria, mas até à data de 14 janeiro não obtive qualquer resposta, apesar dos vários emails enviados. Perante a ausência de informação, contactei a Linha do Automóvel Online, onde fui informado de que não existe qualquer registo iniciado associado à matrícula, o que demonstra que, passados mais de um mês, o processo nem sequer foi iniciado. Fui a concessionaria em que foi me dito pela responsável de vendas Patrícia Villas-Boas que estavam em contacto com a financeira, e que no dia a seguir me dava informações de como estaria o processo. Só dia 19 janeiro é que recebi uma chamada por parte do Gestor de Negócios, José André, em que me foi transmitido que existiu um erro por parte da financeira Cetelem relativamente a um dos documentos. Foi ainda referido que, nos dias 22 ou 23, alguém da concessionaria se deslocaria pessoalmente à financeira, em Lisboa, para levantar a documentação, seguindo posteriormente o processo para a Casa da Moeda. Solicitei que já que foi um erro por parte da financeira, que assumissem a mensalidade do mês de fevereiro e/ou a taxa de urgência, uma vez que se trata de um carro de trabalho (TDVE) e que sem documentos não consigo trabalhar, e tenho prejuízos, de realçar que a mensalidade de janeiro já foi paga. Foi me informado que como se encontra no prazo de 60 dias para concluir o processo, que não podiam assumir nem a mensalidade nem a taxa de urgência, no entanto, esta justificação não me parece razoável, pois, caso decidam apenas iniciar o processo no penúltimo dia desse prazo, eu ficaria impedido de trabalhar durante cerca de um mês ou mais, apesar de, formalmente, se encontrarem “dentro do prazo”. Hoje dia 29 janeiro recebi uma chamada por parte da vendedora Teresa Carvalho a dizer que os documentos já tinham vindo da financeira, e que nesse seguimento, colocaram a questão sobre a submissão do pedido com taxa de urgência ou pelas vias normais. Pelas vias normais, não existe qualquer previsão de prazo, o que prolongaria ainda mais a minha situação de inatividade profissional, e pela via da taxa de urgência demoraria 2 semanas a vir, como me encontro sem trabalhar desde o dia 26 janeiro, e continuarei sem trabalhar, irei optar pela taxa de urgência. No entanto, sem estar a trabalhar, não tenho qualquer fonte de rendimento que me permita suportar os encargos associados a uma empresa (Segurança Social, mensalidade do carro, seguros, entre outros), e se o procedimento tivesse sido realizado de forma adequada, não teria agora que pagar a taxa de urgência, devido a um erro que foi da financeira. Encontro-me profundamente desiludido e insatisfeito com toda esta situação, que me tem causado sérios prejuízos pessoais e financeiros. Estou sem trabalhar, sem qualquer fonte de rendimento, e continuo a suportar encargos fixos, o que agrava ainda mais um problema que não foi causado por mim. Esta situação está a ser tratada, mas fá-lo de forma lenta e ineficaz, prolongando desnecessariamente um processo que já deveria estar resolvido. O impacto desta falha tem sido significativo, colocando-me numa posição de grande instabilidade e frustração, pelo que considero inaceitável a forma como todo este assunto tem sido conduzido.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu desagrado relativamente ao contacto efetuado por esta empresa, no qual é alegada a existência de uma dívida para com a Medicare, a qual considero ilegal e infundada. Esclareço que nunca usufruí de quaisquer serviços associados ao alegado contrato e que nunca existiu da minha parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço. Nestes termos, invoco o disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente o artigo 5.º, n.º 7, que transpõe a Diretiva n.º 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores, o qual estabelece que: “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços.” Não tendo sido prestado qualquer consentimento escrito da minha parte, não existe vínculo contratual válido, sendo juridicamente irrelevante a mera recepção do cartão, ainda para mais quando não houve qualquer utilização dos serviços. Assim, exijo que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação imediata de quaisquer contatos futuros relacionados com este assunto. Com os melhores cumprimentos,
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