Reclamações públicas

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T. A.
16/09/2026

Reclamação relativa ao tratamento de sinistro automóvel

No dia 3 de setembro de 2026, pelas 21:00, a minha viatura foi atingida enquanto se encontrava devidamente estacionada. O acidente envolveu várias viaturas, tendo a PSP estado no local e tomado conta da ocorrência. Na sequência do acidente, a minha viatura ficou imobilizada e encontra-se numa oficina desde 4 de setembro, sem poder ser utilizada. No dia 9 de setembro, após ser informado pela minha própria seguradora de que, por estarem envolvidas mais de duas viaturas, o processo não poderia ser regularizado através da convenção aplicável entre seguradoras, apresentei a participação diretamente à seguradora do outro veículo. A participação detalhada foi enviada nesse dia e a abertura do processo foi posteriormente confirmada por telefone. Foi-me inicialmente indicado que a peritagem seria realizada no dia 11 de setembro durante o período da tarde, sem indicação de uma hora concreta. No entanto, a peritagem acabou por ocorrer às 09:00, sem que eu tivesse sido previamente informado pela seguradora. Fui avisado pela própria oficina. Esta alteração teve consequências concretas para mim: tive de gastar um dia de férias e perder um dia de trabalho para conseguir acompanhar a situação. A peritagem foi entretanto realizada, tendo resultado num orçamento de reparação de aproximadamente 3.302 €, com uma previsão de 5 dias de trabalho. Relativamente ao veículo de substituição, foi-me indicado que a sua disponibilização dependeria da atribuição de responsabilidade e que, em princípio, poderia ocorrer no início da semana de 14 de setembro. Essa previsão não se concretizou e, no dia 15 de setembro, continuava sem veículo de substituição ou solução de mobilidade. Compreendo que uma seguradora tenha de realizar as diligências necessárias para apurar a responsabilidade, sobretudo num acidente que envolveu várias viaturas. O que considero problemático é a falta de clareza relativamente às diligências que estão efetivamente a ser realizadas e aos motivos da demora. No dia 15 de setembro, fui informado telefonicamente de que a responsabilidade ainda não tinha sido determinada porque a seguradora estaria a aguardar o auto das autoridades policiais. Foi-me transmitido que o auto ainda não estaria disponível e que o apuramento poderia eventualmente prolongar-se até ao final dessa semana. Perante essa informação, contactei diretamente a PSP, que me confirmou que o auto relativo à ocorrência já se encontrava disponível desde 4 de setembro. Voltei então a contactar a seguradora no dia 15 de setembro e questionei quando o auto tinha sido solicitado às autoridades. Nessa altura, foi-me respondido que essa informação seria “informação interna” e que não me poderia ser facultada. No dia 16 de setembro, voltei a contactar telefonicamente a seguradora para esclarecer a situação. Durante essa chamada, o colaborador que me atendeu informou espontaneamente que o auto tinha sido solicitado pela seguradora no dia 14 de setembro, sem que eu tivesse perguntado especificamente pela data nesse momento. Ou seja, segundo a informação que me foi prestada: • a PSP informou-me que o auto estava disponível desde 04/09; • no dia 15/09, a seguradora informou-me que ainda aguardava o auto; • quando questionei nessa mesma data quando o documento tinha sido solicitado, foi-me dito que essa informação era “interna”; • no dia 16/09, a própria seguradora informou-me que o auto tinha sido solicitado apenas em 14/09. Não afirmo que exista qualquer irregularidade sem conhecer os procedimentos internos da seguradora. No entanto, considero legítimo questionar por que razão, segundo estas informações, um documento que estava disponível desde 4 de setembro só terá sido solicitado no dia 14 de setembro e por que motivo essa informação não me foi inicialmente comunicada. O problema não se resume, portanto, ao tempo necessário para analisar um acidente. O que considero inaceitável é ter de contactar repetidamente a seguradora e até as próprias autoridades para conseguir perceber em que ponto está o processo, recebendo informações que posteriormente se revelam incompletas ou contraditórias. Já solicitei que as informações relevantes me sejam prestadas por escrito, precisamente para evitar este tipo de situação e para existir um registo claro do que é comunicado. A minha viatura continua imobilizada desde 4 de setembro, a reparação já foi peritada e existe uma estimativa de aproximadamente 3.302 € e 5 dias de trabalho, mas continuo sem uma decisão sobre a responsabilidade e sem uma solução de mobilidade. Não questiono que sejam necessárias diligências para apurar corretamente os factos. Questiono a falta de transparência, a comunicação deficiente e a aparente demora na realização de diligências que são apresentadas como indispensáveis para a conclusão do processo. Enquanto cliente/lesado, considero razoável esperar que uma situação destas seja acompanhada de forma transparente, que as informações prestadas sejam coerentes e que, quando uma previsão deixa de poder ser cumprida, o lesado seja devidamente informado. Espero que a situação seja esclarecida e que o processo seja tratado com a celeridade e transparência adequadas, permitindo finalmente resolver a situação e devolver-me uma solução de mobilidade.

Em curso
M. A.
16/09/2026

Impossível aceder

NO DIA 16 DE SET. RECEBI UM SMS COM A SEGUINTE MENSAGEM: “O seu cartão Caixa acabou de ser adicionado ao Apple-Pay. Não reconhece esta acão? Contacte-nos imediatamente 800 180 402” Tentei contacar mas: O número não está atribuído O remetente não pode aceitar respostas A CGD não permite o envio de e-mails; a CGD não permite o envio de mensagens porque a escolha dos assuntos, cuja lista indicam, não abrange assuntos desta natureza. Através do serviço Caixa Directa não consegui contacto Aceitei que fosse contactada, mas terei de esperar até 2.ª feira. A CGD está a funcionar pessimamente

Em curso
E. R.
16/09/2026

Recusa em me resgatarem a apólice

Exmos. Senhores, Possuo várias apólices da Generali Tranquilidade. Devido a pagamentos que tenho de efetuar, preciso de resgatar com a máxima urgência a apólice 5600013XXX do seguro de capitalização Generali + Poupança. Em 13/8/2026 enviaram por email a minuta de resgate em anexo para preenchimento. Em 13/8/2026 enviei por email os documentos para resgate da referida apólice. Em 14/8/2026 responderam “Não recebemos os anexos” Em 14/8/2026 tornei a enviar por email os anexos. Em 2/9/2026 protestei por não ter recebido o resgate da apólice. Em 3/9/2026 escreveram “Na sequência do seu email, informamos que no seu pedido, recebido por esta via, em 14.08.2026, às 09h34m não constava, qualquer anexo, o qual, solicitamos por aqui, na mesma data, às 11h38m. Assim solicitamos o reenvio da documentação, de modo a podermos prosseguir, com a maior brevidade possível, relativamente ao pedido em assunto.” Em 3/9/2026 respondi que enviei a documentação às 13h35 tal como solicitaram. Em 3/9/2026 responderam “Na sequência do seu email, solicitamos comprovativo do envio da documentação, por esta via, às 13h35m, de forma a podermos identificar a situação.” Em 3/9/2026 enviei Print Screen comprovativo do email e dos documentos que anexei às 13h35. Este Print Screen provava de forma convincente o envio. Em 9/9/2026 escreveram: “Na sequência deste pedido, informamos que o seu email não foi recebido, devido a um erro informático, pelo que solicitamos o reenvio da documentação.” Em 9/9/2026 enviei a minuta digitalizada. Em 10/9/2026 escreveram: “Na sequência do seu pedido, solicitamos nova digitalização completa, isto é, desde o topo até ao rodapé, das 4 páginas da minuta, uma vez que as mesmas, agora anexadas, encontram-se parcialmente cortadas.” Em 11/9/2026 enviei nova digitalização completa. Em 11/9/2026 responderam: “Na sequência do seu pedido, solicitamos o preenchimento de data atual, na minuta agora recebida, de modo a podermos dar seguimento, ao resgate em assunto, com a maior brevidade possível.” Em 11/9/2026 enviei a minuta preenchida com a data atual. Em 14/9/2026 respondera: “Na sequência do seu email, junto enviamos o impresso em vigor, o qual, deve preencher, datar, assinar e devolver, dado que a minuta anexada, está descontinuada (fevereiro 2022).” Em 13/8/2026 enviaram o impresso para preencher e em 14/9/2026 exigem que preencha outro impresso (uma vez que o que me tinham enviado não é válido desde fevereiro 2022)! Solicito que antes de mais nada me resgatem imediatamente a apólice pois preciso já do dinheiro. É totalmente ilegal o que está a suceder. Não sei se me vão apresentar um grande pedido de desculpas. Tenho várias apólices vossas. Depois de me transferirem o dinheiro que me pertence e para não perderem um cliente, gostaria que me indemnizassem por todos os prejuízos e incómodos que estou a ter. Cumprimentos.

Em curso
J. M.
16/09/2026

DEVOLUCAO DE MACBOOK SEM REEMBOLSO E COBRANCAS DA KLARNA

No dia 11/08/2026 efetuei a devolucao presencial de um MacBook Pro M3 Pro 14 polegadas adquirido atraves da Cash Converters e financiado atraves da Klarna. O valor total da compra foi de 1245,95 euros. O equipamento apresentava um defeito no ecra, concretamente pixels mortos, motivo pelo qual foi efetuada a devolucao. A Cash Converters registou a devolucao com o numero 14001211474-PT006_E345364_0. Tenho um comprovativo onde consta a data de 11/08/2026, o defeito identificado e o estado do processo como EM CURSO. Apesar de ja ter passado mais de um mes desde a devolucao, continuo sem receber o reembolso. A situacao tornou se ainda mais complicada porque a compra deixou de aparecer na minha aplicacao Klarna, assim como a referencia a Cash Converters, mas continuam a ser efetuadas cobrancas. Ja paguei uma primeira prestacao e entretanto foi efetuada uma segunda cobranca, apesar de o equipamento ter sido devolvido no dia 11/08/2026. Tenho tentado obter esclarecimentos junto da Cash Converters, mas nao obtive ate ao momento uma resposta ou uma resolucao concreta para o problema. Esta situacao esta a causar me dificuldades financeiras significativas, uma vez que o dinheiro das cobrancas estava reservado para outros pagamentos. Existe tambem um impacto profissional. O MacBook era uma ferramenta de trabalho necessaria para a minha atividade profissional e, devido a esta situacao, estou a perder trabalhos e oportunidades profissionais por nao ter o equipamento disponivel e por nao ter recebido o valor que ja paguei para poder adquirir uma alternativa. Pretendo o reembolso integral dos 1245,95 euros e nao pretendo a substituicao do equipamento. Gostaria de solicitar o apoio da DECO PROteste para perceber quais sao os meus direitos nesta situacao e quais os procedimentos que devo seguir para exigir a conclusao da devolucao, o reembolso do valor pago e a interrupcao das cobrancas da Klarna. Tenho disponiveis o comprovativo da devolucao, os comprovativos das cobrancas efetuadas pela Klarna e os contactos realizados com a Cash Converters. Solicito ajuda para resolver esta situacao com a maior brevidade possivel, uma vez que ja passou mais de um mes desde a devolucao e continuo a sofrer prejuizos financeiros e profissionais.

Em curso
I. S.
16/09/2026

Queixa contra a JobLeads por cobrança após cancelamento de subscrição

Venho apresentar uma reclamação relativamente à empresa JobLeads, devido a uma cobrança que considero indevida após o cancelamento da minha subscrição. Efetuei uma subscrição da plataforma JobLeads que incluía um período experimental. Dentro do prazo previsto para o período experimental, procedi ao cancelamento da subscrição, conforme demonstram os comprovativos e screenshots que disponho e que posso anexar à reclamação. Apesar de ter efetuado o cancelamento atempadamente, fui posteriormente informado(a) de que teria um valor a pagar relativamente à subscrição. Não reconheço esta cobrança como devida, uma vez que a subscrição foi cancelada dentro do período experimental. Acresce que, durante este período, não cheguei sequer a utilizar os benefícios ou serviços disponibilizados pela plataforma de forma que justificasse a cobrança que me está a ser exigida. Já contactei a empresa para contestar a cobrança e solicitei que verificassem os registos da minha conta e a data do cancelamento. Solicitei igualmente o cancelamento de qualquer cobrança e a eliminação dos meus dados pessoais, nos termos da legislação europeia de proteção de dados. Considero particularmente preocupante esta situação porque, através de uma pesquisa online, encontrei diversas reclamações de outros consumidores que relatam problemas semelhantes relacionados com cobranças após o cancelamento de subscrições da JobLeads. Pretendo, por isso, obter esclarecimento sobre a legitimidade desta cobrança e apoio na resolução do conflito com a empresa. Solicito à DECO PROteste que analise a situação e me informe sobre os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente relativamente à cobrança que está a ser exigida após o cancelamento da subscrição durante o período experimental. Disponho de screenshots e outros comprovativos que demonstram o cancelamento da subscrição dentro do prazo, bem como das comunicações trocadas com a empresa, que poderei disponibilizar para análise. O meu objetivo é que a cobrança seja anulada, que não sejam efetuadas novas tentativas de cobrança e que a empresa cumpra o meu pedido de eliminação dos dados pessoais, nos termos legalmente aplicáveis.

Em curso
B. P.
15/09/2026

Cobrança indevida, renovação automática não autorizada e reabertura irregular de processo – JobLeads

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a empresa JobLeads GmbH e a agência de cobrança PAIR Finance GmbH, por cobrança indevida, renovação automática não autorizada e reabertura irregular de processo de cobrança. Resumo dos factos: Subscrevi o plano básico da JobLeads a 20/09, sem qualquer intenção de aderir ao plano Premium. Sem aviso claro ou consentimento explícito, a subscrição foi convertida para Premium a 04/10, com custo de €69,90 por 28 dias. Nunca utilizei o serviço Premium, nunca autorizei a renovação e não recebi notificações claras sobre esta conversão. A PAIR Finance enviou‑me uma cobrança relativa a esta subscrição, com juros desde 2025, o que considero totalmente abusivo. No dia 20/07/2026, recebi da PAIR Finance uma mensagem formal a informar que o processo 110243499974 estava encerrado, não sendo necessária qualquer ação adicional. Só ao receber uma nova cobrança em setembro descobri que existia sequer um processo anterior, o que demonstra falta de comunicação adequada. A PAIR Finance reabriu o caso com um novo número (101000544593351) e continua a enviar mensagens intimidatórias, ignorando a minha contestação. A JobLeads respondeu apenas com textos genéricos, não apresentou prova de consentimento explícito e remeteu toda a responsabilidade para a PAIR Finance. Problemas identificados: Falta de transparência na conversão automática de plano. Ausência de consentimento informado. Cobrança de serviços não utilizados. Reabertura de processo após comunicação formal de encerramento. Comunicação intimidatória por parte da PAIR Finance. Ausência de resposta adequada às minhas contestações. Pedido: Solicito a intervenção da DECO para: Cancelar definitivamente qualquer cobrança associada a esta subscrição. Garantir que não serão feitas novas tentativas de cobrança. Avaliar a legalidade das práticas da JobLeads e da PAIR Finance. Assegurar que os meus dados não sejam utilizados para novos processos de cobrança. Dados relevantes: Valor reclamado: €72,71 Empresa: JobLeads GmbH Agência de cobrança: PAIR Finance GmbH Número do processo atual: 101000544593351 Número do processo encerrado: 110243499974 Agradeço a atenção. Bernardo Plantier Oeiras – Portugal

Em curso
L. M.
15/09/2026

Conta Restrita

Recebi fundos na minha conta Skrill que tenho há uns 3 anos e neste momento a conta está restrita com fundos lá. Não me respondem a emails, não fazem nada ao porquê da conta estar assim. Agradecia que se fizesse alguma coisa em relação a isto.

Em curso

Reparação do meu veículo

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar o vosso apoio jurídico e, se necessário, apoio para avançar judicialmente contra a seguradora, de forma a conseguir a reparação do meu veículo. Tive um acidente no dia 10/07/2026, estando o processo registado com o n.º 0030458531, e o veículo envolvido tem a matrícula 36-UG-75. Desde a data do acidente tenho contactado várias vezes a seguradora para que seja resolvida a situação e emitida a ordem de reparação. No entanto, até à presente data, continuo sem conseguir que o meu veículo seja reparado. Entretanto, fui informada telefonicamente por uma funcionária da seguradora de que terá existido um erro na peritagem. No relatório, os danos foram registados como “danos próprios”, situação que nunca autorizei nem solicitei. Perante esta informação, solicitei à seguradora uma nova peritagem, realizada por outro perito e na minha presença, tendo também pedido que a situação fosse corrigida e que fosse emitida a ordem de reparação. Apesar das várias tentativas de resolução, continuo sem uma solução concreta. Já apresentei igualmente uma reclamação formal junto da seguradora e contactei a Provedoria, tendo-me sido informado que deveria primeiro apresentar a reclamação à área de reclamações da seguradora, procedimento que já cumpri. Neste momento, encontro-me cansada de contactar repetidamente a seguradora sem que o problema seja resolvido e necessito de apoio jurídico para saber quais são os meus direitos e quais os passos que devo tomar para obrigar a seguradora a resolver o processo e proceder à reparação do meu veículo. Assim, solicito a intervenção e orientação da DECO PROteste, nomeadamente quanto à possibilidade de apoio jurídico e eventual recurso às vias judiciais, caso a seguradora continue sem resolver a situação. Posso disponibilizar toda a documentação relacionada com o acidente, o processo de sinistro, relatório de peritagem, comunicações trocadas com a seguradora e reclamações efetuadas. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo a vossa orientação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Vânia Teixeira Processo n.º 0030458531 Matrícula: 36-UG-75 Data do acidente: 10/07/2026

Em curso
A. R.
15/09/2026

Participação de sinistro - sem resposta há mais de 90 dias

Exmos Senhores, Sou cliente da OK seguros, tendo lá vários seguros, entre os quais casa e automóvel. O facto de haver um protocolo com a Deco também contribuiu, dando-me mais confiança na qualidade do serviço. Porém, no início do ano, aquando das tempestades e motivado por elas, houve uma infiltração de água no meu apartamento, situado em Lisboa, tendo feito a participação online em 30/03 e recebido a confirmação de que tinha sido aceite (Proc MR86073951). Foram-me pedidos elementos complementares, cujo último envio foi em 15/06. Desde então não tive qualquer retorno. Já telefonei várias vezes e quem me atende do call center responde que não compreende a falta de resposta, pois o processo está completo. Em 08/09 insisti, por e-mail enviado ao cuidado da pessoa que tem o processo (Sandra Moutinho, da Direção de Sinistros e Gestão de Prestadores) e até à data sem qualquer resultado. Creio que esta falta de respeito pelo cliente também afeta indiretamente a DECO, pois o acordo com esta seguradora foi um fator que ponderou bastante na minha contratação do seguro. Solicito, pois, a vossa ajuda na resolução deste assunto. Muito obrigado. Cumprimentos Joaquim do Rosário

Em curso
T. C.
14/09/2026

Conta restrita no Skrill

Boa tarde ao abrir a minha conta Skrill no sábado à noite deparei-me com um aviso ao qual dizia que a minha conta tinha sido restrita. Foi me dito na resposta automática que eu iria receber um e-mail para verificação de segurança da minha conta mas até agora nada...

Em curso

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