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ALTERAÇÃO DA TIPOLOGIA DA CONTA
Ex. Mos Senhores, A 18/03/2026, e na qualidade de Procurador de uma pessoa com deficiência motora, com 80% de incapacidade, que se desloca em cadeira de rodas, dirigi-me ao Balcão da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca de Xira, para alterar a tipologia da conta à ordem para uma conta de "Serviços Mínimos Bancários", e foi-me exigido, que deixasse o original da Procuração, ou em alternativa, que entregasse uma cópia autenticada da mesma pela Notária. Esta situação já se arrasta desde o ano passado, quando tentei fazer a mesma coisa, e com a Procuração que possuía, não aceitaram, porque a mesma não fazia menção ao nº da conta, e não dizia expressamente, que eu tinha poderes para alterar a tipologia da conta, razão pela qual, foi efetuada uma nova Procuração a semana passada, tendo os elementos que estavam em falta. A pessoa que represento, teve que se deslocar ao Cartório Notarial de Vila Franca de Xira, num transporte próprio dos Bombeiros de Azambuja, teve que se pagar 48€ do transporte, mais os 49,82€ da nova procuração. Falei com a gerente do balcão, e a mesma disse-me que era uma norma interna do banco. Não se percebe estas situações, também não se percebe qual é a atuação do Banco de Portugal nestes casos, a verdade é que, os consumidores estão a ser lesados, manipulados, e obrigados a despender mais dinheiro só porque as instituições têm normas internas que se sobrepõem às do regulador. Se para uma pessoa em condições normais, esta já era uma situação inaceitável, para uma pessoa com deficiência motora e reformada por invalidez é ainda mais grave. Peço a vossa ajuda.
Mau atendimento telefónico e dívida já liquidada em 2024
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à vossa atuação no processo de cobrança que me tem sido dirigido. Informo que a alegada dívida em causa foi integralmente liquidada no ano de 2024, tendo já enviado o respetivo comprovativo de pagamento em momento anterior. Apesar disso, continuo a ser contactado(a) de forma recorrente para proceder ao pagamento de um valor que não se encontra em dívida, o que configura uma situação de cobrança indevida. Adicionalmente, os contactos telefónicos (intrum de Lisboa) efetuados têm sido marcados por uma postura inadequada por parte dos vossos colaboradores(exceto o senhor Paulo Silva que foi excelente), nomeadamente: •Tom de voz pouco cordial •Pressa na comunicação •Interrupções constantes, sem permitir uma explicação completa da minha parte •Desligar a chamada enquanto eu ainda me encontrava a falar Esta situação é inaceitável e causa transtorno desnecessário. Face ao exposto, venho exigir: A imediata cessação de todos os contactos relacionados com esta alegada dívida A confirmação por escrito do encerramento definitivo do processo A correção dos vossos registos internos, de forma a refletir o pagamento já efetuado Informo ainda que, caso a situação persista, irei apresentar queixa junto das entidades competentes. Aguardo resolução célere desta situação.
Reclamação sobre multa indevida após sinistro em Melgaço
Exmos. Senhores, A presente reclamação não se limita à vertente financeira, incidindo também sobre a legalidade e proporcionalidade da contraordenação aplicada Chamo-me Ana Luísa Araújo Rodrigues, NIF 240599080, telefone 926348770. Venho expor uma situação ocorrida no dia 03-02-2026, pelas 12h05, na interseção da Rua da Praça da República com a Rua 1º de Maio, junto à Caixa Geral de Depósitos, Vila, Melgaço, envolvendo: Meu veículo: Nissan Micra 2015, matrícula 06-PQ-55 Outro veículo: Renault Laguna 2001, matrícula 19-BD-17 Relato dos factos: A outra condutora não respeitou o sinal de STOP, provocando um impacto lateral significativo que fez o meu carro rodopiar. O airbag lateral disparou, liberando fumo e partículas irritantes. Qualquer deslocação naquele momento representaria risco direto de queda ou agravamento das lesões, pois a minha perna direita estava parcialmente adormecida e o torso dolorido. O dia estava chuvoso. Contactei a GNR, que registou o acidente (NPAV: 00010/2026 22016045), mas não verificou meu estado físico. No final, aplicou uma contraordenação pelo não uso de triângulo e colete, mesmo com a situação de risco evidente. Responsabilidade: Exclusivamente da outra condutora, como comprovado por email da própria e confirmado pela seguradora (valor da reparação: 4.750€). Valor comercial do veículo: 7.300€. Pedidos: Apoio para reaver o montante pago indevidamente (120€). Avaliação da atuação da GNR, considerando proporcionalidade e proteção da integridade física. Anexos (prioritários): Carta da contraordenação + comprovativo de pagamento Email da condutora assumindo culpa Com os melhores cumprimentos, Ana Luísa Araújo Rodrigues
Fraude Bancária
Exmos. Senhores, Gostaria de expor uma situação em que fui vítima de fraude bancária em 04/11/2025, por meio da utilização abusiva dos dados do meu cartão bancário Visa Debit ****3100, do Banco CTT, para transações efetuadas a partir da minha conta (IBAN CONTA: PT50 0193 0000 11507000591 18), para as quais não efetuei qualquer tipo de validação e de solicitar a vossa ajuda e aconselhamento na resolução desta situação. Considero que as explicações dadas para o sucedido pelo Banco CTT não foram suficientes, assim como não foi disponibilizada pelo banco qualquer prova que evidencie a validação para as transações em causa, com os elementos de validação forte, efetuada por mim. A razão pela qual não vos enviei a reclamação mais cedo foi por desconhecimento da minha parte de que poderia reclamar também junto de vós e solicitar ajuda. Em anexo envio: - Declaração do registo na Polícia Judiciária; - Carta recebida pelo Banco CTT (de 17/11/2025) em resposta à reclamação efetuada ao balcão a 05/11/2026; - Carta enviada ao departamento de reclamações do BANCO CTT a 19/11/2025, com nova reclamação; - Email com confirmação de submissão de reclamação no Livro de Reclamações a 19/11/2025; - Resposta final do Banco CTT de 11/12/2025; Obrigada pela atenção. Cumprimentos, Inês Moço
Recusa de sinistro
Bom dia, Venho por este meio expor a minha reclamação pela recusa de sinistro (Seguro de conteúdo nºMR58243789) apresentada pela companhia de seguros Fidelidade. O meu apartamento (5º andar) foi assaltado no dia 16/12/25, foram roubadas todas as minhas peças de ouro (anéis, fios e brincos) e um par de sapatilhas Asics. A porta não foi arrombada, não houve entrada por escalamento (segundo a polícia) portanto a única forma de entrada foi pela porta principal (que esteva trançada com duas voltas). O desaparecimento dos objetos só foi detetado por nós (eu e o meu marido) no dia 18/12/25, quando foi chamada a polícia e trocado o canhão da porta de entrada. Fomos visitados pelo perito da companhia e fiz um apanhado dos objetos roubados. No dia 9/03/26 recebi um sms a dizer que o processo estava concluído, tentei tomar conhecimento da conclusão pela APP da Fidelidade e acabei por solicitar ser contactada pela companhia, contacto que aconteceu no dia 16/03/26, quando fui informada que a Fidelidade recusava o sinistro por não se verificarem os pressupostos que permitiriam acionar a referida cobertura (arrombamento, escalamento, uso de chave falsa, ameaça à integridade física) sem mais nenhum esclarecimento e que posteriormente confirmei com a receção, por acaso no mesmo dia, de uma carta da Fidelidade. Não percebo e não aceito a conclusão da Fidelidade, somos clientes da companhia desde 1999, foi a primeira vez que acionamos qualquer tipo de sinistro. Para pagar servimos, para usufruir do seguro já não servimos e nem temos o direito a uma esclarecimento detalhado para a recusa. Já apresentei no dia 17/03/26, por email, a minha reclamação à Fidelidade, mas insisto em apresentar também, a minha reclamação na Deco porque esta forma de agir da Fidelidade não é correta, se não cumprimos os pressupostos devem ser rigorosos e concretos e comunicar de uma forma clara e direta. Não cumprimos os pressupostos de roubo com utilização de chave falsa? Então quem cumpre? Como é possível provar que entraram na nossa casa, sem o nosso conhecimento, sem deixar qualquer tipo de rasto de entrada forçada, sem deixar a casa revirada, muito pelo contrário tentaram deixar tudo exatamente como estava. Temos dois filhos de 20 e 24 anos, que já não vivem connosco (estão a estudar em Paris e em Rio Maior) e na altura do assalto não estavam em Faro. O processo/queixa feita à polícia foi arquivado por falta de provas, apesar da polícia ter referido que não é invulgar a utilização de chaves mestras para entrar em apartamento e além disso, existirem provas físicas (deformação) na porta de entrada do prédio, que provam que houve utilização de força (com um ferro). Volto a questionar quais são os pressupostos que não cumprimos?? Agradeço a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos. Sónia Osório
Transferência fraudulenta
Exmos Srs No dia 2 de fevereiro de 2026 ás 22,41h, recebi um email do banco CTT com o comprovativo de uma transferência de 2900€ (em anexo), que não fiz, não autorizei nem tive qualquer ação que me levasse a facultar dados pessoais e bancários a terceiros. De imediato contactei a linha de apoio ao cliente a explicar a situação e foram cancelados cartões de débito e acesso aos canais digitais. No dia seguinte fiz a participação às autoridades cuja cópia (auto de denuncia em anexo) enviei para a gestora de conta do balcão da Praça do Município que emitiu o documento de reclamação em anexo. Até à data de hoje não tive da parte do Banco CTT qualquer resposta formal sobre o andamento do processo nem fui reembolsado do valor retirado da conta. No mesmo dia e sensivelmente à mesma hora houve uma tentativa de transferência no Millenniun BCP que não se consumou porque o BCP enviou-me uma mensagem a pedir a confirmação de uma transferência suspeita de 1990€, que obviamente não confirmei. Em face do exposto solicito a v/intervenção junto do Banco CTT para que procedam ao reembolso do valor de 2900€ uma vez que não me considero responsável pela transação fraudulenta e , atendendo ao comportamento do BCP, houve nítida falha de segurança por parte do Banco CTT. Obrigado Cumprimentos
E-mail de confirmação do NISS não recebida
Exmos Senhores, Fiz a solicitação do meu NISS dia 17/03/2026 pois estou em situação de oferta de trabalho, porém após finalização do pedido atualizei a página por engano e não consegui salvar o ID do processo e simplesmente não consigo mais saber o andamento do processo, liguei duas vezes na segurança social para ver se alguém podia consultar para mim e ninguém sabia ou não quis ajudar. Além disso o site fala que mandam email confirmando o processo e também mandam email caso o NISS seja atribuído, mas não recebi email nenhum de confirmação e minha esposa quando fez o dela também não recebeu email de que o NISS foi aceite. Deviam urgentemente atualizar o sistema de vocês pois não é bem realizado. E também, porque precisa ser obrigatório colocar ID, email e data de nascimento para verificar andamento do processo? Porque não coloca apenas nome, ou apenas email, ou apenas ID? Agora por conta disso sou obrigado a ficar indo todos os dias desta semana na loja do cidadão presencialmente só pra confirmar como ta o andamento do processo.
Falta de clareza e responsabilidade
Exmos senhores... Me chamo Willian Marcel Silveira e recentemente abri uma conta na sucursal de Mangualde, Zona de Viseu, para domicilio de ordenado, estou inscrito sob o NIF: *** para auxiliá-los a localizar minha conta que é gerenciada pelo Sr. Paulo Ferreira. Durante a abertura de conta fui informado pelo Senhor Paulo Ferreira de que o domicílio de meu ordenado me daria um valor de campanha para novos clientes de 350€, se cumprisse os requisitos, tais quais já foram confirmados pelo mesmo que os foram cumpridos, mas desde então nunca obtive o valor disponibilizado em minha conta como prometido. Já realizei diversas ligações e inclusive conversas em whatsapp (em anexo) onde o gerente de conta informa que já solicitou o crédito (350€ bônus) mas nunca há resultados. No último contacto, há uns 15 dias atrás, via ligação, o mesmo informou que seria necessário solicitar ao diretor em Lisboa (ou algo assim) para que o valor fosse disponibilizado, só que mais uma vez não obtive retorno. Desde o último contato, minhas ligações não são mais atendidas, seja no telemóvel do gerente de conta, seja no número da sucursal. Peço que isto seja resolvido de forma amigável, pois confiei na instituição e na pessoa que me abriu a conta, espero não ter que recorrer ao tribunal. Fico a disposição caso seja necessário mais alguma informação complementar para chegarmos a um consenso.
Falta de clareza e responsabilidade
Exmos senhores... Me chamo Willian Marcel Silveira e recentemente abri uma conta na sucursal de Mangualde, Zona de Viseu, para domicilio de ordenado, estou inscrito sob o NIF: 329632574 para auxiliá-los a localizar minha conta que é gerenciada pelo Sr. Paulo Ferreira. Durante a abertura de conta fui informado pelo Senhor Paulo Ferreira de que o domicílio de meu ordenado me daria um valor de campanha para novos clientes de 350€, se cumprisse os requisitos, tais quais já foram confirmados pelo mesmo que os foram cumpridos, mas desde então nunca obtive o valor disponibilizado em minha conta como prometido. Já realizei diversas ligações e inclusive conversas em whatsapp (em anexo) onde o gerente de conta informa que já solicitou o crédito (350€ bônus) mas nunca há resultados. No último contacto, há uns 15 dias atrás, via ligação, o mesmo informou que seria necessário solicitar ao diretor em Lisboa (ou algo assim) para que o valor fosse disponibilizado, só que mais uma vez não obtive retorno. Desde o último contato, minhas ligações não são mais atendidas, seja no telemóvel do gerente de conta, seja no número da sucursal. Peço que isto seja resolvido de forma amigável, pois confiei na instituição e na pessoa que me abriu a conta, espero não ter que recorrer ao tribunal. Fico a disposição caso seja necessário mais alguma informação complementar para chegarmos a um consenso.
Assunto: Reclamação formal – Irregularidades graves
Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal relativamente à minha conta no Millennium bcp. Fui notificado de incumprimento, encontrando-me atualmente desempregado, situação já anteriormente comunicada sem qualquer apoio ou solução apresentada. É-me ainda imputado um crédito que alegadamente solicitei, porém não existe qualquer prova documental, contrato ou registo válido, tendo inclusive colaboradores do banco demonstrado desconhecimento sobre o mesmo, o que levanta sérias dúvidas quanto à sua legalidade e admite eventual atuação dolosa. Verificaram-se também movimentos não autorizados, incluindo transações que não reconheço, evidenciando falhas graves de segurança, apesar de situações anteriores semelhantes. Exijo: - Prova documental do alegado crédito; - Investigação das irregularidades e transações não autorizadas; - Anulação de quaisquer valores não comprovados. Na ausência de resposta fundamentada, recorrerei ao Banco de Portugal e aos meios judiciais, incluindo pedido de indemnização. Com os melhores cumprimentos, Francisco Daniel Ornelas Martins
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