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Burla
Venho apresentar reclamação contra a Klarna relativamente a uma compra efetuada através da plataforma Wallapop, paga através do sistema de pagamento da Klarna. No dia 15 de novembro de 2025 adquiri um telemóvel através da Wallapop. Após receção do artigo, verifiquei que o mesmo é contrafeito/falsificado, situação extremamente grave e contrária aos direitos do consumidor. A situação foi comunicada imediatamente à Wallapop e à Klarna. No entanto, a minha conta na Wallapop foi suspensa sem qualquer explicação ou fundamento, impedindo-me de continuar a contactar a plataforma e acompanhar o processo. Relativamente à Klarna, foram enviados múltiplos contactos e reclamações ao longo dos últimos meses, incluindo mais de 20 emails com fotografias, prints, comprovativos e restantes provas da situação. Apesar disso, nunca obtive uma resposta efetiva nem qualquer resolução concreta do problema. No Portal da Queixa, a Klarna respondeu da seguinte forma: “Gostaríamos de salientar que, para garantir a melhor resolução possível, este tipo de situações deve idealmente ser reportado o mais próximo possível da data em que ocorrem (...)” Esta resposta é inaceitável e não corresponde à realidade dos factos, uma vez que existem diversos contactos anteriores efetuados por mim, todos ignorados ou sem resposta efetiva. Considero totalmente inaceitável a falta de apoio ao consumidor perante uma situação de venda de artigo contrafeito, bem como a ausência de resposta adequada após inúmeras tentativas de contacto documentadas. Solicito: Abertura imediata e formal da disputa; Análise completa da documentação já enviada; Reembolso do valor pago; Esclarecimento relativamente à ausência de resposta aos contactos efetuados; Resolução urgente da situação. Caso a situação continue sem resolução, irei avançar junto das entidades competentes de defesa do consumidor e demais meios legais aplicáveis.
Fechamento de conta na Caixa de Credito Agrícola sem motivo
Bom dia, eu chamo me Maria da Costa Lemos e tenho 79 anos e felizmente fui professora do ensino básico toda a minha vida. Hoje estou reformada e tenho uma conta na Caixa Agrícola no balcão de Penalves na Póvoa de Varzim. Como pensionista da Caixa Geral de aposentações no dia de hoje 19 de Maio é o dia de entrada da minha pensão de reforma e hoje de manhã o dinheiro não estava lá, entretanto ligaram me desse balcão em penalves, Póvoa de Varzim uma senhora que se Chama Camila Faria a dizer que a minha conta irá ser encerrada dentro de 1 mês. Eu tenho 79 anos de idade e nunca tal me aconteceu na minha vida, no entanto está me a acontecer esta situação que venho a denunciar. Maria da Costa Lemos.
Sinistro nao resolvido
Venho apresentar reclamação contra a Ocidental Seguros relativamente à gestão do processo de sinistro n.º 25MR818493. No dia 12 de janeiro de 2026 iniciei processo de sinistro no âmbito do Seguro Multirriscos da minha casa, devido a um problema de infiltração de água. No dia 13 de janeiro de 2026 veio um auditor a minha casa analisar a situação. No dia 14 de janeiro de 2026 foram-me solicitados documentos e no dia 10 de fevereiro de 2026 foram-me solicitados vários documentos adicionais, incluindo caderneta predial, orçamento detalhado e marcação dos trabalhos de pesquisa da origem do dano. Toda a documentação pedida foi enviada, tendo o orçamento sido remetido no dia 24 de fevereiro de 2026. Desde então, apesar de vários contactos efetuados por email e tentativa de contacto telefónico, nunca obtive qualquer resposta concreta sobre o estado do processo, validação dos documentos ou previsão de pagamento da indemnização. No dia 24 de março de 2026 voltei a contactar a seguradora a solicitar informações, sem qualquer resposta útil. Mais recentemente, em 15 de maio de 2026, enviei novo email a informar que avançaria para reclamação junto da DECO e outras entidades competentes caso continuasse sem resposta. Adicionalmente, tentei contactar telefonicamente a seguradora nos dias 12, 18 e 19 de maio de 2026. Em nenhuma das ocasiões as chamadas foram atendidas. Solicitei ainda contacto de retorno por parte da seguradora, mas até ao momento também não obtive qualquer resposta. Considero inadmissível a falta de acompanhamento e resposta por parte da seguradora, sobretudo tendo em conta que: * O seguro continua ativo e a ser pago regularmente; * Todos os elementos pedidos foram entregues; * Nunca foi solicitado qualquer documento adicional; * A seguradora não apresenta qualquer justificação para o atraso; * Não existe qualquer acompanhamento ou apoio ao cliente relativamente ao processo. Pretendo que a situação seja analisada e que a seguradora seja instada a: * Dar resposta formal ao processo; * Justificar o atraso verificado; * Proceder à regularização do pagamento devido no âmbito do sinistro. Em anexo poderei apresentar toda a troca de emails mantida com a seguradora.
Burla e extorsão
Boa noite, vi hoje ser me retirado um montante de 3219.00€ da minha conta bancária da CGD sem o meu consentimento. Fui inserida num grupo do Telegram sem o meu consentimento e sem qualquer vontade própria da minha parte para tal, não carreguei em link's, não forneci dados bancários nem qualquer informação, apenas abri uma conversação a qual ignorei. Após isso passado algum tempo vi através da APP Mbway duas notificações de pagamentos não autorizados, o primeiro no montante de 3.100 euros, após receber essa notificação abri a aplicação do banco a qual já continha uma segunda transferência no valor de 119.00 euros para outra entidade, sendo me deixado 1.81€ de saldo na minha conta. Procedi de imediato ao bloqueio do cartão, e foi apresentado reclamação por parte da entidade bancária e logo de seguida apresentei uma queixa nas autoridades competentes, bem como no livro de reclamações online. Peço por favor auxílio de forma urgente nesta situação uma vez que não me encontro na posse de qualquer rendimento monetário na minha posse neste momento.
Plano de prestações
Venho por este meio reclamar que tenho um plano de prestação com as finanças o qual eles é que escolheram o número de meses e não eu sendo que me enviaram e comecei a pagar nas devidas datas num desses meses mandei 100€ a mais para ir amortizando no mês de abril nunca mais me lembrei de ir ao site ver os pagamentos e era a dia 30 o pagamento é como n vi paguei passado 15 dias mas mandei várias mensagens pelo eclic e disseram me que o plano tinha sido anulado e que ia para execução após estas msgs recibo hoje carta em casa com essa informação uma verdadeira falta de respeito a uma pessoa que tem mostrado interesse em liquidar a dívida é feito um esforço para ir amortizando disseram ainda que vai para execução ou seja mais juros e coimas associados isto é não querer saber do contribuinte eu paguei mas esqueci-me mas paguei atrasado mas tá pago e para além disso enviei dinheiro de amortização
Coima Incorreta de Estacionamento
Boa noite, No passado dia 7 de maio tive uma multa de estacionamento no início da Rua Salvador da Baía em Almada. Referiram-me ter sido estacionamento na faixa de circulação. O lugar no qual estava o carro sempre foi um local de estacionamento. É também de referir que este lugar se encontra em linha com outros lugares, pelo que nunca seria um estacionamento indevido. Se é lugar interdito para estacionamento deveria estar sinalizado para tal. Ainda para mais, mesmo no caso de ser faixa de circulação, este tema, na eventualidade de fazer sentido, nunca seria um tema do domínio / responsabilidade WeMob.
Carro danificado não resolvido
Boa tarde,no mês de Dezembro aconteceu 1 acidente no qual envolveu 4 veículos e 1 ferido. O carro da vossa agência bateu numa mota que por sua vez foi bater em 2 carros que ESTAVAM ESTACIONADOS NO PARQUE EM FRENTE AO PRÉDIO ONDE MORAM. A vossa agência já para mandar arranjar um dos veículos estacionados tentou fazer e arranjar de tudo para não o fazer, comigo isso não aconteceu,o outro proprietário estava em casa e esteve presente no local,eu só ao final do dia dei pelo o estrago no meu carro MAS TENHO TESTEMUNHAS PARA DAREM O DEPOIMENTO A MEU FAVOR. Resumindo estamos a meio de maio e a agência de seguros continua a dizer que não vai para o estrago do meu carro que ESTAVA ESTACIONADO E LEVOU COM A MOTA DO ACIDENTE. Eu não concordo com esta decisão e quero que me arranje o que foi estragado
Recusa de reembolso de operações não autorizadas
Exmos Srs Venho apresentar reclamação formal relativamente à recusa de reembolso de operações não autorizadas realizadas com o cartão de débito da vossa instituição. No dia 02/05/2026, a titular foi vítima de utilização fraudulenta do seu cartão, tendo um terceiro conseguido adicionar o cartão à Apple Pay e realizar diversas compras na Ásia. Importa referir que não possuímos, nem nunca possuímos, qualquer dispositivo Apple, e nunca estivemos na Ásia na data das transações. As compras surgiram como “pendentes” na aplicação do banco, num total de -950,11 €, e ao detetar a fraude, a titular contactou imediatamente o banco para reportar a situação. Apesar disso, o banco recusou o reembolso, alegando que a adesão à Apple Pay teria sido realizada com “autenticação forte" (OTP). Contudo a titular não forneceu qualquer OTP voluntariamente, Como documentado na imagem das SMS recebidas, existiram múltiplas tentativas de adesão à Apple Pay, sendo o código enviado por SMS (método mais propenso a ser obtido ilegalmente) após 2 tentativas em que o código teria de ser consultado na APP do banco. As mensagens recebidas mostram tentativas repetidas de ativação, típicas de fraude digital, e não de comportamento negligente por parte da titular. As operações encontravam‑se em estado “pendente” no momento em que a titular comunicou a fraude ao banco. Nos termos do Decreto‑Lei 91/2018, o banco tinha o dever de bloquear imediatamente o instrumento de pagamento, impedir a execução de operações não autorizadas e evitar a liquidação de operações pendentes após a comunicação. Ao permitir que estas operações fossem posteriormente liquidadas, o banco incumpriu as suas obrigações legais e tornou‑se exclusivamente responsável pelos montantes debitados. Solicitámos ainda ao banco o Device ID do equipamento Apple onde o cartão foi adicionado, a geolocalização aproximada da ativação e os registos de autenticação associados ao processo. O banco não forneceu estes dados e manteve a recusa de reembolso, sem apresentar qualquer prova de negligência da titular. Importa também referir que esta situação não é isolada. No Portal da Queixa existe um caso praticamente idêntico (publicado no dia 25/04/2026), envolvendo o mesmo banco, com adesão fraudulenta a Apple Pay, compras na Ásia, operações pendentes e recusa de reembolso com base em OTP. Para além disso, a imprensa portuguesa noticiou recentemente um caso grave no Bankinter, onde uma cliente viu o seu cartão ser associado fraudulentamente ao Apple Pay, sofreu 46 movimentos não autorizados e perdeu 44.000 €, tendo o banco alegado que as operações estavam pendentes e “caíram no dia seguinte”. A DECO confirmou publicamente que recebe centenas de reclamações relacionadas com fraudes Apple Pay, operações internacionais e recusa de reembolso por parte de várias instituições bancárias. A cobertura mediática (CNN Portugal, Executive Digest, iFeed) confirma que este tipo de fraude está a aumentar em Portugal, afetando clientes que não possuem dispositivos Apple e que veem os seus cartões associados fraudulentamente a carteiras digitais. Do ponto de vista jurídico, o Decreto‑Lei 91/2018 é claro: o banco deve provar que a operação foi autorizada pelo utilizador (art. 114.º), o utilizador não é responsável por operações não autorizadas quando não houve negligência grave (art. 115.º), e o banco deve reembolsar imediatamente as operações não autorizadas (art. 116.º). A mera utilização de um OTP não constitui prova suficiente de autorização. Nos termos do decreto lei 91/2018, a falta de reembolso imediato constitui o banco em mora, sendo devidos juros moratórios à taxa legal supletiva, acrescida de 10%, desde a data em que o reembolso deveria ter sido efetuado. A jurisprudência do Supremo Tribunal de Justiça, no processo 25239/19.1T8LSB.L1.S1, reforça esta interpretação ao afirmar que a avaliação da negligência deve considerar todas as circunstâncias, que a negligência grosseira exige um grau significativo de imprudência e que cláusulas contratuais que agravem o ónus da prova do consumidor são nulas e sem efeito. No presente caso, o banco não avaliou todas as circunstâncias, não demonstrou qualquer imprudência significativa da titular e está a tentar inverter o ónus da prova, o que é juridicamente inadmissível. Face ao exposto, solicito a reavaliação imediata do processo, o envio dos dados técnicos relativos à adesão fraudulenta à Apple Pay, o reembolso integral das operações não autorizadas e o pagamento dos juros de mora previstos no Decreto‑Lei 91/2018. Caso o banco mantenha a recusa, solicito que a resposta seja fundamentada com base legal concreta e não apenas com referência genérica à utilização de OTP. Aguardo resposta.
Recusa de cancelamento de apólice após transf. de Crédito Habitação e extinção de interesse seguro
Venho por este meio apresentar queixa contra a Victoria Seguros (Apólice Multirriscos n.º 25070070), pela recusa abusiva em proceder ao cancelamento da minha apólice e pelo desrespeito à legislação em vigor (DL 72/2008). No passado dia 13 de maio de 2026, realizei a escritura de transferência do meu Crédito Habitação do Abanca para o BPI. Como é obrigatório por lei e exigência bancária, contratei um novo seguro multirriscos para o imóvel, ocorrendo assim a extinção do interesse seguro do beneficiário hipotecário da apólice da Victoria Seguros. A seguradora, através de comunicação por e-mail, recusa-se a cancelar a apólice, alegando que a transferência de crédito não é motivo para a denúncia do contrato fora da data de renovação anual (1 de maio). Esta posição é juridicamente insustentável pelos seguintes pontos: Extinção do Interesse Seguro (Artigo 135.º do DL 72/2008): Uma vez liquidada a dívida junto do beneficiário hipotecário da Victoria, o contrato perde o seu objeto e interesse, conferindo ao tomador o direito à resolução. Proibição de Seguro Duplo (Artigo 128.º do DL 72/2008): O imóvel já se encontra coberto por outra apólice. A insistência da Victoria na manutenção do contrato força-me a uma situação de sobre-seguro irregular. Má-fé Contratual: Foi aceite o pagamento "pro-rata" referente aos primeiros 12 dias de maio até à data da escritura, o que demonstra que a seguradora tinha plena consciência de que a cobertura cessaria com a mudança de banco. A Victoria Seguros pretende forçar o pagamento de uma anuidade inteira (até maio de 2027) de um serviço que já não é prestado e cujo risco já não suporta. Solicito que a seguradora proceda ao cancelamento imediato com efeitos a 13/05/2026, confirmando que nada mais é devido.
Resolução de dívida
Venho por este meio solicitar o reembolso das prestações que já foram pagas até à data pelo vosso serviço que não foi cumprido até a data. No total foram pagos 819,78€, fiquei em incumprimento no banco de Portugal o que não era de todo a intenção inicial nem foram claros sobre o assunto. Neste momento tenho todas as entidades a me contactar e a Go Bravo não me responde. Tenho a minha empresa a ser prejudicada visto que o meu incumprimento afeta também a viabilidade e credibilidade da mesma. Como não me respondem a menos que seja necessário pagar a mensalidade,, agradeço o meu reembolso e suspensão dos serviços ao qual subscrevi visto que não tenho qualquer interesse em continuar a ser prejudicado pela situação na qual me colocaram. Em caso de continuação de me ignorarem as comunicações ou resolverem o problema irei avançar com alguma entidade que possa responsabilizar a Go Bravo por esta situação. As prestações que me foram cobradas são valores que eu paguei assumindo a redução da dívida,, como não existiu essa redução parece-me que esta prestação é indevida.
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