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Nao verificam.os documentos para puder levantar os meus ganhos
Bom dia. O motivo que me levou a estar aqui, foi que a minha mae depositou 10eur na goldenpark, ate ai tudo ótimo.... Jogou ,jogou.. quando decidiu que estava bom parou e tentou efectuar o levantamento dos seus ganhos. Primeiro ate agora nem verificaram a conta com o cartao de cidadao. Pediram para confirmar iban, ja estava feito. Kkkk. Ou seja na altura de depositar nao houve qualquer entrave a que ela depositasse e jogasse. Mas na hora de ter acesso aos seus ganhos esta haver mul e um entraves.. a empresa nao me parece que esteja a agir em conformidades com as leias no nosso pais para jogos de azar... atendimento pessimo plataforma fraudulenta. Exijo o meus ganhos em numerario. Utilizador goldenpark : teresa1073 Nascimento:20_03_1973
Pedido de intervenção – Atraso prolongado na reparação e transferência do processo para oficina no d
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção dos juristas da DECO PROteste relativamente a um processo de sinistro automóvel que se encontra pendente desde maio de 2026 e cuja resolução tem sido sucessivamente adiada, sem que me seja apresentada uma solução concreta pela seguradora ou pela oficina. Sou proprietário de uma viatura BMW Série 3 330e, envolvida num sinistro automóvel, cujo processo se encontra a ser tratado pela Generali. Cronologia da situação No dia 20 de maio de 2026 foi realizada a primeira peritagem da viatura. Nessa altura, solicitei desde logo que fosse efetuada uma reserva de data para a reparação da viatura, tendo indicado como objetivo que a mesma fosse reparada até ao dia 28 de julho de 2026. No dia 27 de maio de 2026 foi realizada uma segunda peritagem, tendo sido novamente transmitido o pedido para que a reparação fosse realizada até ao dia 28 de julho de 2026. Durante este período foi-me repetidamente transmitido que não era possível efetuar uma reserva de data para a reparação. No final de junho, quando voltei a contactar a oficina para saber a situação, fui informado de que já não seria possível realizar a reparação durante o mês de julho, sendo apenas apontadas possibilidades para agosto ou setembro. Solicitei então que me fosse indicada uma data concreta para a reparação. No entanto, demoraram aproximadamente duas semanas a apresentar-me uma nova data. Perante esta sucessão de atrasos e a dificuldade em obter uma solução, apresentei uma reclamação à Generali e solicitei formalmente a transferência do processo de reparação para uma oficina situada no distrito de Coimbra, por ser uma solução muito mais adequada à minha situação. Posteriormente, fui informado de que, para proceder à alteração da oficina, a Generali necessitaria de uma declaração da oficina atual confirmando que não seria cobrado qualquer valor pela transferência do processo. A oficina, a Caetano Auto Barreiro, recusou-se, segundo me foi transmitido, a emitir essa declaração, alegando que já teria procedido à encomenda de peças destinadas à reparação da viatura e que, caso o processo fosse transferido para outra oficina, não pretendia ficar com o prejuízo dessas peças. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que uma eventual questão comercial ou financeira entre a seguradora e a oficina está, na prática, a impedir a resolução do meu processo e a transferência da reparação para outra oficina. Foi-me ainda apresentada a possibilidade de a viatura ser reparada no Montijo, mas nessa solução deparei-me novamente com dificuldades, tendo permanecido aproximadamente duas semanas à espera de uma resposta relativamente à garantia de uma viatura de substituição, situação que considero igualmente lamentável, sobretudo tendo em conta o tempo que já decorrera desde o sinistro. Desde o final de julho tenho enviado vários e-mails quer à Generali quer à Caetano Auto Barreiro, sem obter qualquer resposta. Só no passado dia 3 de setembro de 2026, após várias tentativas, consegui finalmente estabelecer contacto telefónico com a oficina. Nessa conversa foi-me transmitido que: a transferência do processo para uma oficina no distrito de Coimbra continua sem resposta; a oficina continua sem emitir a declaração necessária para a transferência; a justificação apresentada é novamente a existência de peças alegadamente já encomendadas; e a oficina não pretende assumir o eventual prejuízo relacionado com essas peças. Até à presente data continuo, portanto, sem uma decisão concreta da seguradora relativamente à alteração da oficina e sem uma data para o início da reparação. Situação atual O que considero particularmente grave é que estou desde maio de 2026 com a viatura sinistrada, continuando a aguardar uma solução. A viatura permanece com um farol traseiro partido e, entretanto, tenho ainda a necessidade de realizar a inspeção periódica obrigatória, cujo prazo termina no dia 11 de setembro de 2026. Esta situação coloca-me numa posição extremamente difícil, uma vez que continuo sem saber quando a viatura será reparada, qual será a oficina responsável pela reparação e como poderei resolver a questão da inspeção. Ao longo deste processo tenho procurado colaborar com todas as partes e encontrar uma solução, tendo contactado repetidamente a oficina, a seguradora e o meu mediador de seguros. Inclusivamente, o meu mediador foi contactado há cerca de uma semana, tendo também manifestado dificuldades em obter respostas concretas por parte da seguradora. Apesar de todos estes contactos, continuo sem uma resposta formal aos diversos e-mails que enviei. O que solicito à DECO PROteste Perante esta situação, solicito a intervenção dos vossos serviços jurídicos junto da Generali e da Caetano Auto Barreiro, no sentido de ser encontrada uma solução para o processo. Em concreto, gostaria de obter esclarecimento sobre: Se a seguradora pode condicionar a transferência do processo para outra oficina à apresentação de uma declaração que a oficina atual se recusa a emitir; Se a oficina pode recusar-se a emitir essa declaração com fundamento na existência de peças alegadamente encomendadas, especialmente quando não existe, da minha parte, qualquer intenção de cancelar a reparação, mas apenas de a realizar noutra oficina; Quem deve assumir o eventual custo de peças que tenham sido encomendadas pela oficina e se essas peças foram efetivamente autorizadas pela seguradora; Se é legalmente admissível que esta situação entre seguradora e oficina permaneça a impedir a reparação da minha viatura durante um período tão prolongado; Quais são os meus direitos relativamente ao atraso na reparação e à ausência de resposta da seguradora; Que mecanismos posso utilizar para exigir uma decisão concreta e uma data para o início da reparação; E se tenho direito a reclamar eventuais prejuízos decorrentes deste atraso, nomeadamente despesas de deslocação, impossibilidade de utilização normal da viatura e outros prejuízos que possam ser devidamente comprovados. Solicito ainda que, caso considerem adequado, intervenham diretamente em meu nome junto da seguradora e da oficina, procurando obter uma resposta formal e uma solução concreta para este processo. Estou disponível para fornecer todos os documentos necessários, incluindo as peritagens, comunicações por e-mail, reclamações apresentadas, contactos efetuados, documentação relativa ao processo de sinistro e restantes elementos que possam ser relevantes. Considero que, depois de mais de três meses desde a primeira peritagem e de sucessivos atrasos e períodos sem qualquer resposta, esta situação ultrapassou já aquilo que considero razoável, encontrando-me atualmente sem uma solução concreta e com a viatura ainda por reparar. Agradeço desde já a vossa análise e intervenção.
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, No passado ano, enquanto me encontrava em procura de trabalho utilizei varias plataformas para procurar trabalho, como o caso da job leads. Utilizei o serviço em modo trial e com um custo de 2,99 e nunca mais utilizei a plataforma. Para meu espanto no mes seguinte comecei a receber varias faturas de 69,99 e emails de incumprimento ameaçando medidas legais e cobrando juros quando a minha subscrição ja se encontra mais que cancelada e completamente inativa sem qualquer tipo de login. Nesse sentido peço com extrema urgência a dissolução desde processo Obrigado Cumprimentos.
Falta de conformidade, atraso na reparação e ausência de viatura de substituição
O Peugeot 3008, matrícula CH-26-CJ, apresentou problemas mecânicos desde os primeiros dias após a compra, incluindo alertas no painel, funcionamento em modo de segurança, perda de líquido de refrigeração e sobreaquecimento. (maiores detalhes do cronograma no anexo) Cronograma do problema atual: A retirada para reparação estava agendada para 03/08/2026, mas só ocorreu em 12/08/2026. Desde então, o veículo permanece indisponível. Apesar dos contactos realizados em 17/08, 19/08 e 26/08, não foi disponibilizada viatura de substituição. Em 19/08, fui orientado a acionar o meu seguro, mas este não inclui carro de substituição. No dia 26/08, expliquei que precisava da viatura a partir de 01/09 para transportar diariamente a minha filha, de 1 ano e 5 meses, para a creche. A entrega foi sucessivamente prevista para 03/09 e 04/09, mas não aconteceu. No dia 04/09, às 12h43, contactei o pós-venda por WhatsApp e não obtive resposta. Tive de contactar diretamente a mecânica, onde fui informado de que provavelmente o veículo não estaria pronto. Hoje, 05/09, continuo sem carro, há 25 dias, pagando uma prestação mensal de 255,16 €. Sou obrigado a utilizar Uber, com carrinho e bolsas, inclusive para transportar a minha filha e repor os seus consumos semanais. Considero inaceitável a falta de comunicação, os prazos não cumpridos e principamente a ausência de uma solução de mobilidade segura. Solicito informação formal sobre a reparação, uma data definitiva de entrega, viatura de substituição, reembolso das despesas comprovadas e compensação pelos prejuízos, incluindo a análise da prestação suportada durante o período de indisponibilidade. Caso o problema não seja definitivamente resolvido, solicito a substituição da viatura ou outra solução legalmente admissível. O stand alega estar a cumprir o seu dever de procurar uma solução. No entanto, enquanto a solução concreta não for apresentada e concretizada, continuam a existir outras questões importantes que precisam de ser tratadas.
Cobrança de dívida inexistente
Exmos. Senhores, Desde o dia 13/08 que a Intrum Portugal vem, atraves do cliente MEO S.A., informar e cobrar ao meu companheiro, uma suposta dívida no valor de 21,89 €, no âmbito do contrato celebrado com a referida entidade. Esta "dívida" seria datada de 2011, altura em que o meu companheiro cessou o contrato que tinha na altura com essa empresa de comunicações. Desconhecendo por completo a existência de tal dívida, o meio companheiro resolveu entrar em contacto com a própria MEO. Esta acabou por confirmar não existir qualquer dívida para com a MEO, A única que houve, já havia há muito sido devidamente regularizada como ela própria nos garantiu. Perante isto, solicitou-se que a Intrum enviasse uma prova da existência dessa "dívida", o que, até à data, não se concretizou. Em vez disso, a resposta tem passado pelo envio constante de mensagens, em tom mais ou menos intimidatório. Tendo havido confirmação por parte da MEO que não existe qualquer dívida imputável ao meu companheiro, solicito a intervenção da DECO para que a Intrum Portugal encerre imediatamente o processo de cobrança e cesse todos os contactos relacionados com uma dívida que já não existe. Com os melhores cumprimentos.
Reclamação – Falha na reparação e incumprimento de prazos (Apólice KHD0000184)
Venho apresentar reclamação formal contra a seguradora Domestic & General, responsável pela apólice KHD0000184, referente à avaria da minha máquina de lavar loiça. Desde o primeiro pedido de assistência, já decorreram quase dois meses, durante os quais foram realizadas múltiplas intervenções técnicas, incluindo a substituição de duas peças, sem que o problema tenha sido resolvido. O equipamento continua a apresentar exatamente o mesmo defeito. Foi retirado na terça-feira pela assistência técnica e quando entrei em contato, não há prazo de resolução. Adicionalmente, a Domestic & General comprometeu-se a que um supervisor entraria em contacto comigo no prazo máximo de 72 horas, o que não aconteceu. Hoje voltei a ligar para obter esclarecimentos, mas o atendimento limitou-se a “anotar os pontos”, sem apresentar qualquer solução concreta, sem previsão de resolução e sem qualquer responsabilidade assumida pelo incumprimento do contacto prometido. Considero que existe: Incumprimento claro do prazo razoável de reparação, conforme previsto no DL 84/2021 (Regime Jurídico da Garantia dos Bens de Consumo). Falha na obrigação de restabelecer a conformidade do bem. Falha no atendimento, na comunicação e no cumprimento de prazos informados ao consumidor. Dado que a reparação já demonstrou ser ineficaz e que o prazo razoável foi ultrapassado, solicito a intervenção da DECO PROteste para garantir o cumprimento dos meus direitos, nomeadamente: Substituição imediata do equipamento por um novo. Agradeço o acompanhamento deste processo, uma vez que a situação já ultrapassou todos os limites aceitáveis de tempo, eficácia e qualidade de atendimento. Com os melhores cumprimentos, Alex de Siqueira Dias
Prática de Cobrança
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente à atuação do CREDIBOM, no âmbito de um contrato de crédito automóvel que se encontra atualmente em situação de incumprimento. Reconheço a existência de valores vencidos e a necessidade de regularização da situação contratual. Tenho, contudo, vindo a receber contactos telefónicos e comunicações por correio eletrónico de forma reiterada, com conteúdo que considero intimidatório, coercivo e desproporcional, designadamente através de referências insistentes à possibilidade de recurso imediato aos tribunais e de outras consequências associadas à minha situação financeira. A existência de uma dívida não confere à instituição credora um direito ilimitado de cobrança, devendo os contactos realizados no âmbito do incumprimento respeitar os deveres de boa-fé, proporcionalidade, transparência e respeito pelos direitos do consumidor. O próprio Banco de Portugal estabelece que os contactos realizados com clientes bancários em incumprimento, quer pela instituição de crédito quer por entidades contratadas para efetuar a cobrança, não podem ser desleais, excessivos ou desproporcionados, sendo expressamente considerados inadequados os contactos de teor agressivo ou intimidatório, bem como aqueles que transmitam informação errada, pouco rigorosa ou enganosa. Neste contexto, considero particularmente preocupante a forma como me têm sido dirigidas comunicações relativas à eventual instauração de processos judiciais, criando uma pressão que ultrapassa, no meu entendimento, uma legítima comunicação para regularização de uma dívida, com a imposição de regularização em imediato. Não contesto o direito do credor de exigir o cumprimento das obrigações contratualmente assumidas e de recorrer aos meios legalmente previstos para cobrança de uma dívida. Contesto, porém, a forma e a intensidade dos contactos efetuados, quando estes assumem caráter intimidatório ou coercivo. O incumprimento de um contrato de crédito pode efetivamente produzir consequências legais, incluindo a possibilidade de recurso à via judicial. Contudo, uma eventual ação judicial deve ser promovida pelos meios legalmente previstos, não podendo a mera ameaça reiterada de tribunal ser utilizada como instrumento de pressão abusiva sobre o consumidor. Os pagamentos estão em atrasos, mas estão sendo efetuados de acordo com minha capacidade financeira nesse período, não ignorando a responsabilidade que cabe ao contrato firmado. Por esse motivo, considero especialmente inadequado que os contactos de cobrança assumam uma natureza de pressão ou intimidação relativamente à minha capacidade financeira. Cumprimentos, Bruna Alves
Persiguição Incessante e Fraude
Exmos. senhores da Deco, Pedimos o vosso auxílio para solucionar uma situação que tem causado stress extremo na nossa família. Há uma empresa chamada Iberex Markets que conseguiu o número de telefone do meu pai e que liga incessantemente, todos os dias, em várias horas e com vários números de telefone. Apresentam-se como oportunidades de investimentos, que é algo em que o meu pai não está interessado, e cada vez que ele não atende ou desliga a chamada, voltam a ligar logo de seguida umas 3 ou 4 vezes. O meu pai está inscrito na Lista da Oposição, que proíbe qualquer contacto para vendas, etc., e já lhes enviou um email, à pessoa que o anda a contactar e que lhe enviou informações por email, uma tal Manuela Sobral, informando que não está interessado, que está inscrito na lista da oposição e expressou em letras maiúsculas que revogava toda e qualquer permissão que pudesse ter dado no passado para lhe contactarem. Mais, exigiu que os seus dados fossem apagados, segundo a lei de proteção de dados. Isto tudo consta no email. Pois hoje ligaram outra vez, eu apanhei no telefone do meu pai e expliquei-lhes tudo isto e exigi que apagassem os dados. A mulher disse que não podia fazer isso porque ele tinha pedido informação e eu respondi que já revogou tudo por email. Ela disse que isso não importava. Pedi para falar com um supervisor e ela disse que não. Vão continuar a ligar, tenho a certeza. O que posso fazer para parar este inferno? Obrigada!
RE: CONTESTAÇÃO DEFINITIVA E JUNÇÃO DE PROVA | Proc. Sinistro 26MR056940 (1º Dto) e 26MR056928 (2º D
RE: CONTESTAÇÃO DEFINITIVA E JUNÇÃO DE PROVA | Proc. Sinistro 26MR056940 (1º Dto) e 26MR056928 (2º Dto) À Direção de Gestão de Sinistros da Fidelidade / Provedoria do Cliente, Face à vossa recusa, cumpre-me habilitar a Fidelidade com os elementos probatórios definitivos para a reabertura imediata do processo, demonstrando de forma inequívoca o nexo de causalidade. Em anexo, junto a declaração e participação de sinistro assinada pelo proprietário da fração superior (2º Dto), Sr. Guilherme Pichambert da Mota. Neste documento, o vosso próprio segurado testemunha e declara formalmente que se deslocou à minha fração e verificou visualmente a água a sair diretamente do teto do meu WC (proveniente da fração dele). Relativamente aos vossos argumentos de recusa: 1.Sobre o RGPD: Este argumento fica totalmente superado. O titular dos dados do 2º Dto facultou-me voluntariamente estes documentos e autoriza expressamente o cruzamento processual para a resolução do sinistro. 2.Sobre a "ausência de anomalia" / Origem desconhecida: O facto de o proprietário desconhecer a causa técnica exata da fuga e de a vossa peritagem tardia (feita mais de dois meses após o sinistro) não ter detetado uma rotura ativa não exime o segurado do 2º Dto de responsabilidade, nem desobriga a Fidelidade. Nos termos do Código Civil português, o proprietário de uma fração responde objetivamente pelos danos que a sua propriedade causar a terceiros (presunção de culpa na custódia do imóvel). Se está provado por peritagem e testemunho que a água proveio do 2º Dto, o sinistro tem enquadramento obrigatório na cobertura de Responsabilidade Civil da apólice MR66253203. Subsidiariamente, se persistirem na negação de responsabilidade do vizinho, exijo a regularização por via da minha apólice (MR50287398) na cobertura de Danos por Água / Infiltrações de Frações Superiores. Face à junção destas provas irrefutáveis, solicito a reabertura do processo e a autorização das obras de reparação no prazo de 5 dias úteis. Findo este prazo sem resposta favorável, a presente exposição será submetida como queixa formal à ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros) e o processo avançará para os Julgados de Paz por litigância de má-fé e agravamento de danos patrimoniais. Com os meus cumprimentos, Luis Filipe Gaboleiro dos Santos Texugo Contacto: 965634607
Conta de Herança Indivisa
O Queixoso foi nomeado cabeça de casal da Herança com o NIF 900063084 conforme certidão e despacho judicial de 30.04.2026 que se junta, e pretende ter acesso a conta bancária neste banco afim de gerir a herança mas continua até hoje a ser negada essa faculdade. Mais, foi solicitado ao Cabeça de casal e Queixoso pelo banco BCP, uma NOVA certidão específica com os termos pedidos pelo Banco BCP junto do processo de inventário para o efeito e mesmo assim não aceitam agora a nova certidão. Surreal. A situação está insustentável e configura perante o despacho saneador do STJ sobre este assunto, um grave incumprimento da atividade bancária pela instituição. fazem o querem e bricam com avida das pessoas e nem sequer faça cumprem a legislação. As regras são para cumprir e não podem variar de banco para banco.
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