Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. P.
03/10/2026

Fake campanha iphone

Exmos. Senhores, Relatando que Todo processo durou cerca de 30 dias, para simplismente após todos requisitos cumpridos, ser negado o Perdido. Ja começou com a dificuldade de abrir a conta, aceitam um doc nao aveita outro, ok, agendado video chamada, Tudo ok, informado que estava abrindo a conta Pela campanha, a analise ja devia começar Ali, mas ok. Perdido do cartao de credito, outro drama, varias tentativas, chegava no final, havia msg pra ligar para Numero X, ligava e nenhum atendente sabia sobre a campanha ou dar suporte, todos sem exceção pediam para ir ai balcao. 5 a 6 dias tentando ate que foi aprovado, 1 requisito da campanha concluido, ainda sem analise, proximo passo passar a receber ordenado acima de 1200 nessa mesma conta ordem, era dia 9, ai aguardar ate inicio do mes ate esse Perdido ser validando, ok 2 requisito e ultimo, concluido. Agora vai a escolhamdo iphone e Plano de pagamento, passar por tudo, leitura e aceite de termos, contratos, confirmações, ultimo passo, confirmar por sms, pronto trava, nao podemos seguir com pedido tentei mais tarde. Foi aprovado em Tudo, mas parou no erro do Sistema, ou hora chega no final e fala que foi feita analise e não foi aprovado, oi ? Nao foi aprovado, se cumpre os requisitos desde a abertura da conta? É um teste de resistencia isso ? Sem contar que nesse meio tempo ja cobrou taxa disso, taxa daqui, imposto de selo disso e daquilo. Ou seja, clinte nao esta satisfeito por cumprir os requisitos da campanha e nao ter sido aprovado, pode cancelar a conta e seguir a vida, ja tiramos uns euros dele. É uma loteria, pois desde o inicio esta sendo avaliando, mas como nao colocou euros la ainda, nada falam, agora cada etapa tem que aceitar termos e contratos onde Tudo é cobrado, independence, independente de ter os requisitos implicito na campanha, tem requisitos ocultos que so Vai descobrir ou não quando é tarde. Zero respeito com cliente. Cumprimentos.

Em curso
R. P.
02/10/2026

Burla e fraude

Assunto: Reclamação contra o Banco Santander Totta — operações não autorizadas na sequência de fraude Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à atuação do Banco Santander Totta na sequência de uma fraude bancária de que fui vítima e à recusa do banco em assumir/reembolsar as operações que contestei. No dia 27 de Agosto de 2026 fui contactado por uma pessoa que se fez passar por representante do Banco Santander, tendo-me transmitido informações e instruções que me levaram a acreditar que estava a falar com o próprio banco ( número de telefone era o da linha de apoio do Santander ) Na sequência desse contacto, e acreditando tratar-se de um procedimento legítimo de segurança bancária, foram-me solicitadas determinadas ações, incluindo dar acesso as mensagens que ia recebendo com o emissor Santander, entrega dos cartões para análise do banco de Portugal… Um aspeto que considero particularmente relevante é que, perante a situação, procurei confirmar a legitimidade do contacto através do número oficial do Banco Santander. Liguei para o número que consta como contacto oficial do banco do telefone da minha esposa ( outro número de telefone) e, acreditando estar a falar com o apoio ao cliente, prossegui de acordo com as instruções que me foram transmitidas. Assim que tive conhecimento da situação, comuniquei-a ao Banco Santander e procedi ao bloqueio/contestação dos meios de pagamento, tendo também apresentado participação à Polícia de Segurança Pública, juntando os elementos de que disponho. Contestei junto do banco as operações que não reconheço como tendo sido por mim autorizadas. Apesar disso, o Santander recusou o reembolso ( após mais de um mês de espera, com contas bloqueadas, sem cartões e acesso às plataformas digitais ) e mantém-me responsável por um montante de aproximadamente €4.000 relativo a operações efetuadas através do cartão de crédito, bem como pelos movimentos realizados através de pagamentos com cartão de débito que contesto. Não aceito que a mera circunstância de ter sido vítima de uma fraude determine automaticamente a minha responsabilidade integral pelas operações, sem que seja devidamente apreciado o contexto concreto em que os factos ocorreram. Solicito, por isso, a intervenção do Banco de Portugal para que seja analisado: 1. Se as operações contestadas devem ser consideradas operações de pagamento não autorizadas; 2. Se o Banco Santander cumpriu integralmente os deveres que lhe são impostos relativamente à comunicação, segurança e tratamento de operações contestadas; 3. Em que elementos concretos o banco fundamenta a atribuição de responsabilidade ao cliente; 4. Se o banco considera ter existido fraude ou negligência grave da minha parte e, em caso afirmativo, quais os factos concretos em que fundamenta essa conclusão; 5. Se foram devidamente analisadas as circunstâncias específicas da fraude, nomeadamente o facto de eu ter procurado confirmar a situação através do número oficial do próprio banco, acreditando estar a contactar o respetivo serviço de apoio ao cliente; 6. Se foram analisados individualmente todos os movimentos contestados, incluindo os pagamentos contactless; 7. Se, perante a participação criminal apresentada à PSP e os restantes elementos probatórios disponíveis, deve ser reapreciada a decisão de imputar ao cliente a totalidade dos prejuízos. Solicito ainda que o Banco de Portugal me esclareça sobre os mecanismos de resolução de litígios de que disponho para contestar a decisão do Banco Santander, caso a mesma se mantenha. Junto/posso juntar à presente reclamação: * participação apresentada à PSP; * resposta do Banco Santander; * listagem das operações contestadas; * extratos bancários/cartão; * comunicações recebidas do alegado representante do banco; * registo das chamadas efetuadas para o número oficial do Santander; * restantes documentos ou elementos relacionados com a fraude. Face ao exposto, solicito a análise da situação pelo Banco de Portugal e o esclarecimento sobre os direitos que me assistem enquanto cliente bancário perante as operações que não reconheço como autorizadas. Com os melhores cumprimentos, Rodrigo de Melo Carvalho Pires NIF: 220794928 Contacto: 966531578 Data: 02 outubro 2026

Encerrada
B. C.
02/10/2026

Apólice n.º AB60102669: Resolvam Celermente

Tenho uma apólice da Domestic & General (n.º AB60102669), contratada na Worten em fevereiro de 2023 para o meu iPhone 14 Pro Max (1599€). A 8 de setembro acionei o seguro e paguei 100€ de franquia. No levantamento, liguei o telemóvel na presença do técnico da Worten e vimos logo que a reparação foi mal feita: reinicia constantemente, o ecrã fica com várias cores, aparecem notificações constantes de que o ecrã e a bateria não são originais, os botões chocalham lá dentro e deixou de ser resistente à água. Desde então não consigo usá-lo. Reclamei por email e responderam apenas que a apólice permite peças não originais. Apresentei reclamação formal e recebi só um aviso de que têm até 20 dias úteis para responder. Já paguei cerca de 945€ de seguro mais 100€ de franquia, e continuo a pagar todos os meses por um telemóvel que não funciona. Estou há quase um mês sem ele e preciso dele para trabalhar. Receio ficar mais 20 dias úteis à espera para depois me pedirem o telemóvel para outra reparação: mais semanas sem ele, mais seguro pago e nenhuma garantia de que volte bom. Sinto que o processo está a ser arrastado até o cliente desistir. A apólice está perto do fim e tenho medo que isto se arraste até lá. Peço resolução urgente, com a substituição por um iPhone 14 Pro Max recondicionado ou superior, como prevê a alínea (ii) da cláusula "Reparação ou Substituição do Equipamento Segurado". A alínea (iii) prevê ainda a cobertura dos custos de substituição por equipamento igual. Era isto que devia ter sido feito quando perceberam que não conseguiam reparar corretamente, em vez de arrastar o processo às minhas custas. Já tive uma apólice convosco para o meu MacBook e nunca a acionei. Não sou um cliente abusivo. Ponderava renová-la, mas até agora não o farei. Ainda têm oportunidade de remediar a situação.

Em curso
F. M.
02/10/2026

Encomenda não recebida

Exmos. senhores, No dia 30 de setembro de 2026 efetuei um pagamento por Mbway para adquirir dois artigos online. O pagamento foi processado através da vossa empresa. Até ao momento, a Loja Fashion Outlet não enviou o artigo e não atende as chamadas, nem o e-mail está a funcionar. Sinto-me extremamente frustrada, pois parece-me que o sistema de pagamentos está a ser utilizado de forma injusta para os consumidores e não há qualquer apoio ou controlo por parte do intermediário financeiro a vossa empresa. Solicito o reembolso do valor pago.

Em curso
S. M.
01/10/2026

Pedido de Intervenção / Reclamação contra a Autoridade Tributária – Coima Indevida por Erro na Conta

Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio solicitar o vosso apoio e intervenção jurídica junto da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), face a uma coima de 37,50 € que me foi aplicada de forma totalmente indevida por manifesto erro informático do sistema central das Finanças. Enquadramento da Situação: Sou trabalhadora independente (recibos verdes) na área de prestação de serviços de limpeza, com rendimentos anuais muito baixos (inferiores a 5.000 €), estando isenta de IRS. Por motivos decorrentes do fluxo de trabalho, procedo à abertura e cessação de atividade sempre que necessário. O Erro da Autoridade Tributária: No passado dia 11/05/2026, submeti via Internet a Declaração de Cessação de Atividade, com efeitos retroativos definidos para o dia 04/04/2026. Perante o regime simplificado, o prazo legal para a entrega desta declaração é de 30 dias. Contudo, o sistema central emitiu de forma automática uma coima reduzida (PRC) de 37,50 €, alegando que a declaração deu entrada fora do prazo legal. Sucede que o algoritmo informático da AT falhou gravemente na contagem de prazos prevista na lei geral (Artigo 279.º do Código Civil e Artigo 57.º do CPPT): 1. O prazo de 30 dias terminaria formalmente a 04/05/2026. 2. No ano de 2026, o dia 02/05 foi Sábado e o dia 03/05 foi Domingo. 3. O dia 04/05/2026 foi Segunda-feira de Passos, Feriado Municipal oficial no Concelho de Gondomar, local do meu domicílio fiscal (Serviço de Finanças de Gondomar - 3468). Legalmente, quando o termo de um prazo cai num dia não útil ou feriado (nacional ou municipal do domicílio), o seu vencimento transfere-se automaticamente para o primeiro dia útil seguinte, que seria o dia 05/05/2026. Devido a uma interrupção e lentidão técnica geral no processamento do sistema do portal após esse período cumulativo de feriados, a submissão foi acolhida a 11/05, cumprindo os pressupostos de tempestividade e boa-fé, sem qualquer prejuízo para o Estado. Bloqueio no E-Balcão: Tentei expor esta situação no E-balcão, mas o sistema informático rejeitou a defesa indicando que nesta fase automatizada (PRC) não são aceites contestações, obrigando o contribuinte a pagar ou a arriscar que a coima suba para o patamar mínimo de 300,00 € em Processo de Contraordenação (PCO) para poder exercer o direito constitucional de defesa. Solicito o vosso auxílio para intermediar e interceder junto dos serviços centrais da AT ou da Direção de Finanças respetiva, no sentido de ver esta coima administrativamente revogada e anulada com a máxima urgência. Anexo os comprovativos oficiais de cessação emitidos pela própria AT que provam o meu domicílio em Gondomar e as datas mencionadas. Com os meus melhores cumprimentos me despeço.

Em curso
N. M.
01/10/2026

Reclamação contra JobLeads / PAIR Finance GmbH

Venho reportar uma prática comercial fraudulenta por parte da plataforma JobLeads GmbH (Brandstwiete 4, 20457 Hamburgo), que resultou na cobrança coerciva, através da empresa PAIR Finance GmbH, de um valor que não devia. Criei uma conta na plataforma JobLeads sem que me fosse apresentada, em momento algum, informação clara, expressa e inequívoca de que estaria a aderir a uma subscrição paga ("Adesão Premium") com renovação automática a cada 28 dias, no valor de 69,90 EUR. Nunca dei consentimento informado para qualquer cobrança recorrente nem para a sua renovação. Trata-se de uma subscrição criada à revelia da minha vontade, através de um processo de adesão deliberadamente pouco transparente. Nunca tendo reconhecido esta dívida, fui alvo de sucessivas comunicações de cobrança da PAIR Finance GmbH, com um tom progressivamente intimidatório, culminando na ameaça explícita de encaminhamento do processo (n.º 101000537080515, fatura IN-2531970-0, contrato datado de 19/07/2025) para o departamento jurídico e para ação judicial, com prazo-limite de pagamento imposto a 01/10/2026, no valor de 73,36 EUR, montante este já inflacionado com juros sobre uma dívida que nunca contraí conscientemente. Face à pressão exercida e ao receio fundado de consequências legais decorrentes das ameaças recebidas, vi-me coagido a efetuar o pagamento do valor exigido a 01/10/2026, no montante de 73,36 EUR, através da referência de pagamento indicada (101000537080515). Este pagamento foi efetuado sob coação psicológica e não constitui reconhecimento da validade da dívida. Confirmei ainda que existem inúmeras outras queixas públicas de consumidores com exatamente o mesmo relato: adesão a um período experimental ou conta gratuita na JobLeads, seguida de cobrança não autorizada de uma subscrição Premium, e posterior encaminhamento sistemático para a PAIR Finance, que recorre a táticas de pressão e ameaça de ação judicial para forçar o pagamento. Este padrão repetido demonstra que não se trata de casos isolados, mas de uma prática comercial estruturada para explorar a falta de informação e o receio dos consumidores, em violação do dever de informação pré-contratual exigido pelo Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos à distância) e das normas que proíbem práticas comerciais desleais e agressivas. Solicito: 1. A devolução integral e imediata do montante pago (73,36 EUR), por inexistir prova de consentimento expresso e informado à subscrição paga e à sua renovação automática; 2. A confirmação por escrito do cancelamento definitivo de qualquer subscrição ou conta associada ao meu nome na JobLeads; 3. A cessação imediata de qualquer diligência de cobrança relacionada com este processo; 4. Um esclarecimento sobre as práticas de informação pré-contratual utilizadas pela JobLeads, à luz do padrão de queixas semelhantes já documentado publicamente por outros consumidores; 5. A reavaliação, pelas entidades competentes, da conformidade legal do modelo de negócio da JobLeads e das práticas de cobrança da PAIR Finance, dado o volume de casos idênticos reportados.

Em curso
M. C.
01/10/2026

Cobrança indevida

Venho apresentar uma reclamação contra a JobLeads GmbH e contra a atuação da empresa de cobrança PAIR Finance GmbH, no âmbito do processo de cobrança n.º 101000546981257. DADOS DAS EMPRESAS Empresa credora: JobLeads GmbH Brandstwiete 4 20457 Hamburgo Alemanha E-mail: imprint@jobleads.com Registo comercial: HRB 101441 — Tribunal de Hamburgo N.º de IVA: DE814872355 Website: www.jobleads.com Empresa responsável pela cobrança: PAIR Finance GmbH Knesebeckstraße 62–63 10719 Berlim Alemanha E-mails: apoioaocliente@pairfinance.pt e servicosjuridicos@pairfinance.pt Registo comercial: HRB 167398B — Tribunal de Charlottenburg N.º de IVA: DE300657857 Website: www.pairfinance.com Número do processo de cobrança: 101000546981257 Data da alegada dívida/fatura: 14 de novembro de 2025 Valor inicialmente reclamado: 71,89 € Valor atualmente reclamado: 72,54 € DESCRIÇÃO DOS FACTOS Aderi a uma modalidade experimental da plataforma JobLeads, tendo sido efetuado um pagamento de 2,99 €. Não utilizei posteriormente o serviço e não reconheço ter contratado ou autorizado, de forma clara e informada, qualquer subscrição Premium adicional correspondente ao valor agora reclamado. Posteriormente, comecei a receber comunicações da PAIR Finance GmbH, empresa que afirma atuar em nome da JobLeads GmbH, exigindo o pagamento de uma alegada dívida de 71,89 €, associada a uma fatura com data de 14 de novembro de 2025. A PAIR Finance justificou a cobrança afirmando que, ao aderir ao período experimental da JobLeads, a minha conta teria sido automaticamente convertida numa subscrição Premium paga após 14 dias, caso não fosse cancelada. Contestei formalmente esta dívida e esclareci que não reconhecia ter contratado ou autorizado a referida subscrição. Solicitei expressamente: – Cópia do contrato e das condições alegadamente aceites no momento da adesão; – Prova do meu consentimento expresso para a subscrição Premium e respetiva renovação; – Prova de que o preço de 71,89 € me foi apresentado de forma clara antes da conclusão da adesão; – Fatura original e discriminação detalhada do valor exigido; – Registos de qualquer utilização do serviço após o período experimental. Na mesma comunicação, informei que, até à apresentação e análise desses elementos, considerava a dívida formalmente contestada e solicitava a suspensão de todas as diligências de cobrança relacionadas com o processo n.º 101000546981257. Apesar desta contestação, a PAIR Finance não apresentou qualquer contrato, prova de consentimento, fatura original, registo de utilização ou documentação que demonstrasse a legitimidade e exigibilidade da alegada dívida. Limitou-se a repetir genericamente que o período experimental teria sido automaticamente convertido numa subscrição Premium. Posteriormente, recebi uma nova comunicação, datada de 1 de outubro de 2026, emitida pelo denominado “Departamento Jurídico” da PAIR Finance GmbH. Nessa comunicação, a empresa afirma que o último prazo para a resolução extrajudicial terminou em 30 de setembro de 2026 e ameaça a adoção de medidas legais e a abertura de um processo judicial. Nesta nova comunicação, o valor exigido passou de 71,89 € para 72,54 €, sem que tenha sido apresentada qualquer explicação ou discriminação para o aumento de 0,65 €. Embora a dívida esteja formalmente contestada e a documentação solicitada nunca tenha sido apresentada, a PAIR Finance continua a enviar pedidos de pagamento e comunicações com ameaças de procedimentos judiciais. Considero particularmente grave que uma empresa de cobrança continue a pressionar o consumidor e a acrescentar encargos depois de ter sido informada de que a dívida não é reconhecida, sem responder concretamente à contestação e sem apresentar qualquer elemento documental que demonstre a existência de uma obrigação de pagamento. Acrescento que a atividade da JobLeads se dirige sobretudo a pessoas em situação de procura de emprego. Considero, por isso, especialmente censurável a utilização de períodos experimentais que alegadamente se transformam em subscrições pagas, seguida da intervenção de uma empresa de cobrança, quando o consumidor afirma não ter compreendido nem autorizado claramente essa renovação. PRETENSÃO Solicito a intervenção da DECO PROteste para: Analisar a legitimidade desta cobrança e das condições utilizadas pela JobLeads para converter o período experimental numa subscrição paga; Obter junto da JobLeads e da PAIR Finance a apresentação do contrato, das condições efetivamente aceites, da prova do consentimento informado para a subscrição e da fatura original; Determinar a suspensão das diligências de cobrança enquanto a dívida permanecer contestada; Impedir a aplicação de novos juros, taxas ou encargos a um valor cuja legitimidade não foi demonstrada; Garantir o cancelamento definitivo de qualquer subscrição que ainda possa estar associada à minha conta; Obter o encerramento do processo de cobrança n.º 101000546981257 e a confirmação escrita de que nada é devido, caso as empresas não consigam demonstrar documentalmente a validade da alegada subscrição; Avaliar se as práticas descritas, incluindo a renovação automática, a falta de resposta documental à contestação e as ameaças de procedimento judicial, respeitam os direitos dos consumidores. Miguel Costa

Em curso
C. C.
30/09/2026
Adminlux, Unipessoal Lda

Falta de livro de reclamações e de transparência

Sou condómino de um prédio em Lisboa administrado pela ADMINLUX, UNIPESSOAL, LDA. (NIF 518 696 766), empresa gerida pelo Sr. Tiago Alonso. Relato apenas factos que posso documentar. Não consigo apresentar reclamação visto que a empresa não aparece na Plataforma Digital do Livro de Reclamações. Na morada que publicita como sede (Rua Cidade de Tete, n.º 21, Lisboa), existe apenas uma porta de garagem, sem identificação nem atendimento. A empresa confirmou por escrito que não tem instalações para atendimento ao público. A AdminLux convocou às 23h57 do dia 1 de maio uma assembleia para o dia 12 de maio de 2026 com vista a “Análise e aprovação de orçamentos para obras urgentes” sem ter enviado os respectivos orçamentos para análise e sem especificar que tipo de obras seriam debatidas. No dia 2 questionei imediatamente quais os orçamentos a serem votados, e enviei um relatório técnico a comprovar a origem das infiltrações no telhado. O senhor Tiago Alonso respondeu que a assembleia teria “como objetivo avaliar outras obras de caráter urgente, tal como a porta de entrada”. Os orçamentos só chegaram depois da 01h00 do próprio dia da reunião, e alguns tinham datas de janeiro e abril. Nenhum dos orçamentos apresentados dizia respeito à reparação do telhado. Em vez disso, foram apresentados como obras urgentes a porta de entrada, a coluna elétrica e um videoporteiro, equipamento que o prédio nem tem. Durante a assembleia, o Sr. Tiago Alonso foi questionado várias vezes sobre quais os critérios utilizados para determinar a urgência das intervenções propostas, sem que o mesmo tenha respondido. Questionou–se ainda: - Quem definiu os trabalhos constantes dos orçamentos; - Porque motivo foi omitida referência ao relatório técnico anteriormente enviado à Administração relativamente às infiltrações; - Qual a fundamentação técnica para a priorização de intervenções como videoporteiro ou substituição da porta de entrada em detrimento da resolução das patologias associadas ao telhado e às infiltrações; - O enquadramento urbanístico de algumas das soluções propostas, sendo necessário especial cautela em intervenções com impacto exterior num imóvel situado em zona histórica protegida. Apesar de especificamente solicitado que estas questões fossem incluídas como declaração de voto, a acta não refletiu isso. Durante a assembleia, a administração mencionou que não tinha capacidade técnica para efectuar a gravação, tendo depois sido recusado que um dos condóminos o fizesse. Dias depois é apresentada a primeira versão da ata, constando como votante um condómino que ainda não estava presente na altura da votação e atribuiu votos errados a outros condóminos. Só foi corrigida depois de estes erros serem assinalados pelo secretário da mesa, e a acta colocada a assinatura foi a terceira versão da mesma, contudo as declarações de voto escritas, lidas durante a reunião, e enviadas por email na íntegra, foram excluídas da ata. Até hoje, a empresa recusa explicar porquê. Em junho, a empresa comunicou que a sua recondução seria votada na assembleia seguinte, no email que enviou esta semana afirma que afinal tal não irá acontecer. Comunicou também que a ata passaria a ser redigida durante a reunião. Peço à ADMINLUX que: - indique publicamente o link do seu Livro de Reclamações Eletrónico; - inclua na ata as declarações de voto ou explique por escrito porque se recusa a fazê-lo; - explique os critérios que usou para considerar urgente a instalação de um videoporteiro em detrimento da reparação da origem das infiltrações do telhado - passe a enviar os documentos das assembleias com antecedência; - cumpra os compromissos que assumiu por escrito.

Em curso
J. N.
30/09/2026

Sinistro Automóvel

Exmos. Senhores, No dia 24/08/2026, circulava com a minha viatura na numa autoestrada (entrada da A1, sentido N/S), dentro dos limites de velocidade aplicáveis àquela zona, quando, ao passar por uma zona que apresentava uma lomba/desnível do piso, situada numa curva, perdi o controlo da viatura, entrando em despiste e vindo posteriormente a colidir com o separador lateral. Saliento que nesse dia o piso não estava escorregadio, a visibilidade era boa e estava sol. Na sequência do acidente, foram recolhidos diversos elementos que considero relevantes para o apuramento das responsabilidades, nomeadamente registos fotográficos das condições do local e do próprio acidente. Estes elementos foram oportunamente disponibilizados à seguradora. Preenchi e enviei o documento para apresentar reclamação à brisa e até ao momento, não obtive nenhuma resposta. Foi igualmente elaborado um auto pela GNR, tendo eu fornecido à seguradora o respetivo número, precisamente para que o mesmo pudesse ser consultado e considerado na análise do processo. No entanto, fui informada de que a responsabilidade pelo acidente me foi atribuída, sem que, tanto quanto me foi possível verificar, tivesse sido realizada uma análise integral de todos os elementos disponíveis. Pedi o relatório do sinistro e em que é que se basearam para me atribuir a culpa e até hoje continuo à espera de uma resposta válida, com todo o desenrolar do processo. Entretanto a seguradora deixou de me responder aos emails. Não estou à espera da reparação dos danos do meu automóvel, uma vez que, o meu seguro é apenas contra "terceiros", mas quero ser ilibada de uma culpa, que sei que não tenho. Em quase 20 anos de carta é o primeiro sinistro com "culpa". Com os melhores cumprimentos, Joana Nunes

Em curso
V. S.
30/09/2026

DENÚNCIA DE FRAUDE / BURLA ONLINE

Exmos. Srs. da PPRO Payment Services S.A., Venho por este meio denunciar uma situação de burla informática e fraude comercial e solicitar a vossa imediata intervenção e retenção de fundos. No passado dia 17 de setembro de 2026, efetuei um pagamento por referência Multibanco no valor de €27,90 euros, utilizando a vossa Entidade 45648 e a Referência 365736539 (comprovativo anexo a este email). Este pagamento destinava-se à aquisição de um bem/serviço no website comercial BomSaldo (bomsaldo.pt, explorado por Frederico Leandro de Oliveira). No entanto, após a receção do pagamento, a referida empresa cortou todos os canais de comunicação, não entregou o produto e verifica-se tratar-se de um esquema de burla online que já afeta dezenas de outros consumidores em Portugal. Em anexo o email com o pedido e os emails enviados à BomSaldo sem resposta. Sendo a PPRO a entidade financeira intermediária que processou e canalizou este pagamento, solicito que: Procedam ao bloqueio/congelamento cautelar destes fundos na conta do destinatário fraudulento, caso ainda se encontrem no vosso sistema. Me informem sobre a possibilidade de devolução ou estorno do valor por motivos de burla comprovada. Colaborem ativamente com as autoridades policiais portuguesas na disponibilização dos dados de identificação do titular da conta de destino associada a esta referência. A queixa-crime junto das autoridades portuguesas já se encontra em vias de formalização (em anexo). Aguardo uma resposta célere com a vossa tomada de posição. Melhores cumprimentos, Vasco Nuno Ribeiro dos Santos Contacto Telefónico: +351 966790250

Encerrada

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