Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

cobrança intimidatória, pressão contratual e recusa de solução por desemprego

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a CEAC / PPT4U – Professional Personal Teacher, Lda., pela forma como tem sido conduzida a relação contratual comigo enquanto consumidora, nomeadamente através de práticas de cobrança intimidatórias, pressão psicológica, recusa absoluta de diálogo e desconsideração da minha atual situação económica. Inscrevi-me num curso da CEAC em 2022/2023, tendo realizado apenas duas ou três aulas. Solicitei o cancelamento numa fase inicial, o qual não foi aceite. Apesar de não estar a utilizar o serviço há cerca de dois anos, continuei a efetuar os pagamentos durante um período prolongado. No início de 2024, devido a dificuldades financeiras, fiquei pontualmente em atraso num valor aproximado de 90 euros. Após vários contactos, fui informada de que, caso não procedesse ao pagamento do valor total do curso (cerca de 700 euros na altura), o processo avançaria para ação judicial. Perante esta informação, senti-me pressionada e assinei um acordo de regularização, não por vontade livre, mas por receio das consequências legais que me foram transmitidas, não tendo sido apresentada qualquer alternativa ou solução razoável. Desde então, ao longo de 2024 e 2025, sempre efetuei os pagamentos, embora em várias ocasiões com atraso. Importa esclarecer que nunca me recusei a pagar. A cobrança era efetuada no início do mês e, quando não tinha possibilidade de regularizar nessa data, informava telefonicamente que apenas conseguiria pagar no final do mês. Nessas chamadas, foi-me sempre indicado que “não havia problema”, que a situação ficaria registada, e procedia posteriormente ao pagamento, enviando o respetivo comprovativo por email. Em 2025, fiquei desempregada(novembro) situação que constitui uma alteração grave e superveniente da minha condição económica. Perante essa realidade, enviei email a informar que não tinha possibilidade de continuar a efetuar os pagamentos naquele momento e a questionar se existia alguma solução ou suspensão temporária. Esse email não obteve resposta imediata. Apenas após novo contacto da minha parte é que recebi resposta por escrito, na qual a empresa se limitou a invocar o acordo anteriormente assinado, afirmando que me comprometi a pagar todas as prestações mensalmente e sem atrasos, recusando qualquer solução ou pausa, apesar da situação de desemprego. No contacto telefónico realizado no dia 21/01/2026, foi-me ainda dito que a empresa “estava a fechar os olhos” à minha situação por não cobrar juros de mora quando os pagamentos eram efetuados com atraso. Considero esta afirmação inadequada e intimidatória, uma vez que o facto de não serem cobrados juros não constitui uma solução nem um apoio, mas sim o cumprimento mínimo do contrato, sendo usado como argumento para recusar qualquer forma de suspensão ou renegociação perante desemprego. Reitero que nunca me recusei a pagar, apenas efetuei pagamentos em atraso quando não tive possibilidade de pagar na data inicial, situação que sempre comuniquei e regularizei. O que considero desproporcional e injusto é a exigência de pagamento integral de um serviço que não utilizo há cerca de dois anos, sem qualquer abertura para suspensão temporária ou solução ajustada à minha realidade atual. Para além disso, foi-me transmitido que, estando desempregada, “tenho mais tempo para estudar”, argumento que considero abusivo e desadequado. O desemprego não implica qualquer obrigação de frequentar formação nem pode ser utilizado para desvalorizar a minha impossibilidade financeira. Acresce que, entretanto, concluí o meu curso universitário, encontrando-me licenciada, pelo que esta formação deixou de se enquadrar no meu percurso académico e profissional. O atendimento prestado pelo departamento de recuperação de crédito tem sido reiteradamente arrogante, intimidatório e desprovido de empatia, sendo-me dito que “o problema é meu”, que “faça o que quiser” e que, caso não pague, avançarão para tribunal, ignorando o meu histórico de pagamentos, a minha boa-fé e a minha situação social atual. Face ao exposto, considero que a atuação da empresa pode configurar práticas de cobrança desproporcionais, pressão psicológica, desequilíbrio contratual e falta de boa-fé na relação com o consumidor. Solicito a análise desta situação pela entidade competente e uma resposta formal da empresa.

Em curso

Seguro iPhone

O serviço que e vendido não corresponde ao que acontece na realidade! Precisei de por o meu telemóvel iPhone 13 no seguro no qual não teve arranjo e me foi enviado um valor para "compensar" mas a realidade e que a fnac quando fez a venda prometeu um serviço que a spb não está a realizar, quando fiz o seguro garantiram que davam o valor real do telemóvel 769,99€ e agora o valor que me estão a dar e de 449,99€ o que não corresponde ao serviço que foi vendido! Depois de contactar a fnac diz que o problema tem que ser resolvido com a spb e ao contactar a spb diz que tem que ser resolvido com a fnac! Ao fim ao cabo ninguém resolve nada vendem um serviço e não o cumprem ! Nunca mais fazei um seguro com esta seguradora! Muito desiludida com a situação!! Não recomendo a ninguém.

Em curso
M. A.
21/01/2026

Encomenda não entregue

Exmos. Senhores, Em (30/09/25DATA) adquiri um/uma (BEM ténisADQUIRIDO), da marca ____adidas_, pelo valor de __81,90___ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO29/10/2025). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (INDICAR1/10,31/10,7/11,25/11,19/12,2/01 DATAS) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Encerrada
T. S.
21/01/2026

Encomenda nunca recebida

Exmos. Senhores, Em 29 de novembro de 2025 adquiri, no vosso site Dressinn, dois pares de calçado VANS Ténis Old Skool / EU 45, pelo valor total de 112,89 €, tendo o pagamento sido efetuado de imediato através de Visa (Apple Pay). Conforme indicado na confirmação da encomenda e na fatura-recibo, foi acordado que a entrega seria efetuada entre terça-feira, 02 de dezembro, e quarta-feira, 03 de dezembro de 2025. Contudo, até à presente data, a encomenda nº 64138752 não foi entregue. Efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, nomeadamente nos dias 12/12/2025, 13/12/2025, 14/12/2025, 20/12/2025, 22/12/2025, 30/12/2025 e 11/01/2026, tendo obtido apenas respostas genéricas, sem qualquer resolução concreta, indicando que a encomenda estaria “a caminho” ou “para entrega”. Assim sendo, aguardo a imediata devolução do valor. Aguardo a regularização imediata da situação. Cumprimentos, Tiago

Em curso
S. C.
21/01/2026

Conta bloqueada injustamente

Boa tarde, Bloquearam permanentemente a minha conta por supostamente ter insultado ou ofendido alguém. Não enviei qualquer tipo de mensagem insultuosa, nem fiz qualquer tipo de avaliação desse género, portanto a vossa acusação é COMPLETAMENTE FALSA. Já por várias vezes que eliminaram artigos injustamente, que mais tarde voltaram a publicar por não ir de facto contra as regras! Dado que não infringi as regras, e estão a retirar o meu direito à livre utilização da app, queria que me indicassem os meios de contacto ao dispor para avançar com uma ação judicial. Utilizador: sofias_closet Agradecia uma resposta o mais breve possível, Bibianna Sofia Cardoso Rosa

Em curso
P. S.
21/01/2026

material entregue já danificado

Exmos. Senhores Ontem dia 20/01/2026 adquiri na Vossa loja do Rio Sul um Micro Ondas com entrega no meu domicilio uma vez que não tenho automóvel nem posso carregar pesos por motivos de saúde. De referir que a loja não tinha nenhum exemplar para entrega pelo que ficou a expedição agendada até ao dia 26/01. No entanto hoje dia 21/01 foi me entregue o Micro-Ondas pelos CTT. Ao abrir a Caixa verifico que o aparelho não está em condições, tem uma mossa na traseira do lado direito. Fui à Worten de Almada (Praça S. João Batista) de imediato (17,20). Fui atendido por uma funcionária que não sei o nome porque não estava identificada e depois de lhe ter explicado a situação informou que teria de ser eu a devolver na loja o aparelho danificado. Apos ter tornado a referir que não tinha viatura própria e que por motivos de saúde não podia levantar pesos a resposta foi a mesma com a agravante de que tinha 15 dias para efetuar a devolução, não tendo demonstrado qualquer interesse em arranjar uma solução mais consentânea com a situação apresentada. Ainda lhe disse que se a worten tivesse entregue a mercadoria em bom estado nada disto estava a acontecer. Agora por incompetência da worten em não cumprir as suas obrigações para com os seus clientes, não podem nem devem prejudicar a sua saúde nem ficarem prejudicados por uma situação de que não tem culpa. À Worten só resta cumprir com honestidade as obrigações que lhe estão atribuídas no desempenho da sua atividade. Atendendo ao exposto aguardo uma resposta consentânea com a situação descrita de modo a que não seja prejudicada a minha saúde nem que tenha prejuízos monetários.

Em curso
R. O.
21/01/2026

falha na prestação de serviços / cancelamento unilaterais de agendamentos

A quem constar: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à condução do meu tratamento ortodôntico na Impress, cuja fase final se encontra atualmente comprometida por falhas reiteradas de comunicação, cancelamentos unilaterais de consultas e indisponibilidade injustificada de agenda, apesar de o tratamento se encontrar integralmente pago. Encontro-me na reta final do tratamento e considero que a atenção e diligência prestadas pela clínica foram manifestamente insuficientes e incompatíveis com as legítimas expectativas criadas no momento da contratação. Desde o início do serviço, deixei expressamente claro que deixaria de residir em Portugal a partir de 01/11/2025, e que poderia regressar caso fosse necessário para finalizar o tratamento se houvesse algum atraso (o que final se comprovou com a necessidade de adicionar a etapa de refinamento ao meu tratamento). Tal informação foi reiterada em diferentes momentos e, ainda assim, foi-me assegurado que: * o acompanhamento remoto seria viável, * os agendamentos presenciais não representariam qualquer entrave, * e que o processo seria simples e compatível com a minha situação. Essas garantias foram determinantes para a minha decisão de adesão ao tratamento - garantias que não se confirmaram na prática. Ao longo do mês de janeiro de 2026, período em que organizei uma estadia prolongada em Portugal especificamente para concluir o tratamento, tive dois agendamentos cancelados unilateralmente, sem aviso prévio adequado, sem proposta de alternativa e sem qualquer consideração pelos constrangimentos pessoais, profissionais e financeiros envolvidos. Destaco, em particular, os seguintes fatos graves: 1. Falta de dever de informação
na consulta de colocação dos alinhadores de refinamento, no final de outubro de 2025, não fui previamente informada sobre a necessidade de instalação de botões e elásticos - apesar de ter comunicado que sairia de Portugal no dia seguinte. Apenas uma semana depois, já fora do país, fui contactada para realizar um procedimento que deveria ter sido planeado e comunicado atempadamente. Esta falha teve impacto direto no planeamento e execução do meu tratamento. 2. Cancelamento unilateral de consulta sem aviso A consulta inicialmente agendada para 05/01/2026, marcada com grande dificuldade e alinhada com a minha estadia em Portugal, simplesmente desapareceu da aplicação, sem qualquer comunicação prévia. Posteriormente fui informada de que a consulta havia sido cancelada unilateralmente, sem qualquer tentativa de contacto comigo ou proposta de remarcação, tendo sido colocada numa genérica “lista de espera”, apesar de eu já ter organizado viagem para o efeito - informação essa que inclusive comprovei mediante envio do bilhete aéreo. Ressalto que apenas após múltiplas tentativas de contato por diferentes meios (telefone e aplicação), consegui um encaixe excepcional para o dia seguinte, 06/01/2026. Tal solução só foi possível mediante insistência contínua da minha parte, o que demonstra que a resolução do problema não foi espontânea nem proativa por parte da Impress, mas sim fruto de esforços reiterados da minha iniciativa. 3. Reincidência de cancelamentos e falhas operacionais na fase final do tratamento Resolvida a questão relativa à colocação dos attachers e botões, tornou-se necessário agendar a consulta de encerramento do tratamento para o período entre 27 e 30 de janeiro de 2026, de forma a coincidir com o término do meu plano de alinhadores (13/13) e aproveitar a minha estadia já programada em Portugal, uma vez que regressarei de forma definitiva ao Brasil em 30/01/2026, sem qualquer previsão de retorno a Portugal. Apesar de ter comunicado de forma clara e reiterada esta limitação temporal, voltei a enfrentar dificuldades injustificadas de agendamento e cancelamentos unilaterais, tendo sido obrigada a acompanhar diariamente a aplicação e a contactar a clínica por quase duas semanas. Apenas após esse esforço contínuo consegui um agendamento para 27/01/2026, que posteriormente me foi comunicado tratar-se de um “erro”, sendo cancelado mais uma vez de forma unilateral, sem qualquer alternativa apresentada para a mesma data ou para datas próximas. Eu tinha conseguido realizar esse agendamento dia 14/01/2026 e estava tudo confirmado na aplicação até a notificação de cancelamento ter sido enviada hoje (21/01/2026), uma semana após estar tudo confirmado. A minha situação pessoal e profissional atual não me permite estar telefonando para a Impress e monitorando a aplicação entre 10 - 20 vezes ao dia para exigir um tratamento digno e razoável para um serviço já pago e contratado.. Este novo cancelamento colocou-me numa situação de extrema insegurança e stress, pois, até ao momento, não existe qualquer garantia de que conseguirei encerrar um tratamento integralmente pago antes da minha saída definitiva de Portugal, situação essa criada exclusivamente por falhas operacionais e de gestão da Impress. Isso sem falar na constante reorganização dos meus compromissos de trabalho para conseguir assistir às consultas com a impress, que acabam por ser canceladas. Encontro-me, neste momento, numa situação de stress injustificado, resultante de sucessivas falhas operacionais da clínica, tendo sido obrigada a despender tempo excessivo em chamadas telefónicas, monitorização constante da aplicação e reorganização da minha agenda pessoal e profissional - o que é manifestamente inaceitável. Face ao exposto, exijo que a Impress: 1) assuma a responsabilidade pelos cancelamentos unilaterais, e 2) garanta, com carácter urgente, um agendamento entre 27 e 29 de janeiro de 2026 para encerramento definitivo do meu tratamento. Caso tal não seja assegurado de forma imediata e concreta, informo que recorrerei às vias legais ao meu dispor em Portugal, incluindo eventual ação judicial por incumprimento contratual e falha na prestação de serviços, com pedido de indemnização pelos prejuízos causados. Registo, por fim, o meu profundo desapontamento com a Impress. Se tivesse conhecimento prévio das dificuldades sistemáticas de agendamento, da extensão injustificada do tratamento e da fragilidade do acompanhamento, não teria contratado os vossos serviços. Aguardo resposta urgente e uma solução concreta.

Em curso
M. B.
21/01/2026

Desvalorização do Estado de Saúde

Entidade reclamada: Instituto da Segurança Social, I.P. Serviço: Junta Médica / Verificação de Incapacidade para o Trabalho Local: Sede Segurança Social de Setúbal Data: 21/01/2026 No dia 21 de Janeiro do presente ano de 2026, fui submetido a uma segunda junta médica para verificação de incapacidade temporária para o trabalho, no âmbito do meu processo na Segurança Social. Sou portador de Tiroidite de Hashimoto com sintomas agravados, depressão crónica e insónias, condições clinicamente documentadas, sendo acompanhado por médico psiquiatra, com relatórios médicos, análises, medicação e restantes comprovativos entregues no dia da junta. Durante o atendimento, senti que os médicos presentes desvalorizaram e menosprezaram a minha condição física e mental, ignorando a documentação clínica apresentada e o parecer do médico assistente. O tratamento foi feito como se eu não apresentasse qualquer limitação, apesar de me encontrar inapto para exercer a minha atividade profissional (cozinheiro), que é de elevado nível de stress, incompatível com o meu estado de saúde atual. Após a verificação, foi ainda anulado o meu subsídio por Situação de Incapacidade Temporária para o Trabalho, decisão que considero injusta, desproporcionada e tomada sem a devida consideração do meu quadro clínico real. Esta situação causou-me grande impacto emocional e agravamento do meu estado de saúde, sentindo-me desrespeitado enquanto utente do Serviço Nacional de Segurança Social.

Em curso
F. C.
21/01/2026

Resolução de contrato -Samsung s24 (IMEI:350176954735522)

Exmos. Srs, Venho, na qualidade de socio da DECO Proteste, apresentar queixa relativa ao meu equipamento Samsung S24. O aparelho apresenta um ruido persistente no auricular que impede a sua normal utilização em chamadas. O equipamento já foi submetido a duas intervenções técnicas oficiais para a resolução deste exato problema, sem que o mesmo tenha sido resolvido. De acordo com o decreto-lei n.84/2021, o vendedor deve assegurar a conformidade do bem. Uma vez que as tentativas de reparação falharam, a lei confere ao consumidor o direito de optar pela substituição do bem ou pela resolução do contrato (reembolso total), não sendo o consumidor obrigado a aceitar sucessivas reparações. Face ao exposto, e dada a perda de confiança no equipamento, venho solicitar a devolução do valor integral pago. Aguardo uma solução definitiva no prazo de 5 dias uteis, findo o qual solicitarei a intervenção direta do departamento jurídico da DECO para mediação do litigio. Com os melhores cumprimentos, Fabio Costa Socio DECO n: 4569523-47

Em curso
A. A.
21/01/2026

Garantia

Eu, Marco Carvalho, venho apresentar reclamação contra a empresa HOMMY CASA, relativa à compra online de mobília completa, efetuada em 30/04/2024, referente à encomenda nº 119655, a qual se encontra dentro do período de garantia (3 anos). Com menos de 1 ano desde a compra, a mobília começou a apresentar defeitos recorrentes, nomeadamente: Gavetas a descolar repetidamente, tendo sido necessário colar várias vezes e voltando a descolar; Cama a fazer ruído/ranger com utilização normal; Costas do roupeiro/guarda-vestidos a desmontarem-se, comprometendo a estabilidade e segurança do móvel. Contactei a empresa para acionar a garantia e foi enviada uma equipa técnica ao local, que apenas realizou verificação visual e registos fotográficos, não tendo efetuado qualquer reparação. E ainda me foi informado pela boca do próprio que a equipa técnica não trabalhava directamente para para a hommy casa sendo uma equipa autónoma,no qual depois foi dito ao telefone o contrário Posteriormente, a empresa recusou o acionamento da garantia, alegando “mau uso” e “má montagem”, referindo ainda: Roupeiro: costas montadas no sentido invertido; Cama: ausência de pés de apoio; Cómoda: danos provocados por excesso de peso; Alegação de “excesso de humidade no local”. Contestação da recusa de garantia Não concordo com a recusa, porque: A montagem do mobiliário foi feita de acordo com as instruções fornecidas, não sendo aceitável imputar automaticamente ao consumidor a responsabilidade, ainda mais sem prova técnica objetiva. Relativamente à cama, os pés de apoio não foram entregues com a encomenda, e a indicação no site surge como sugestão, não sendo referido como item obrigatório, nem pode servir para excluir garantia. A alegação de “excesso de peso” e “humidade” não foi demonstrada com medições ou prova objetiva, e a utilização do mobiliário foi sempre normal. Assim, considero que se trata de defeitos do artigo e/ou falta de conformidade, dentro do prazo de garantia. Pretensão / Pedido Solicito a intervenção do Centro de Arbitragem para que a empresa seja responsabilizada a: ✅ efetuar a substituição do mobiliário por outro em conformidade, ou em alternativa, ✅ a resolução do contrato com devolução do valor pago, conforme aplicável

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