Reclamações públicas
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Exposição/Reclamação Bosch Car Service FlyPremium
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação extremamente lamentável ocorrida numa oficina franchisada Bosch Car Service, concretamente Bosch Car Service Fly Premium, relacionada com a minha viatura Audi A4 (BM-02-TP), e solicitar a intervenção da Bosch Car Service a nível nacional para resolução definitiva do problema. 1. Enquadramento inicial No início do mês de dezembro solicitei um orçamento à referida oficina para a substituição da correia de distribuição, bomba de água e correia de acessórios da minha viatura. O orçamento apresentado, no valor de aproximadamente 900€, foi por mim aceite. No dia 22 de dezembro entreguei a viatura na oficina e no dia 23 de dezembro levantei-a após pagamento do serviço, aparentemente sem qualquer anomalia. 2. Primeira detecção de danos No dia 24 de dezembro, ao estacionar a viatura na minha garagem e observando-a de frente, verifiquei que o para-choques dianteiro se encontrava desalinhado e mal montado, situação que não existia aquando da entrega da viatura na oficina. Por se tratar de véspera de Natal e a oficina se encontrar encerrada, contactei a mesma no dia 26 de dezembro, tendo falado com o Sr. Tiago Miranda, a quem expus a situação e enviei fotografias comprovativas (que junto novamente a este e-mail). Foi-me pedido que levasse a viatura à oficina. 3. Tentativas de correção e agravamento dos danos Por me encontrar fora da cidade do Porto, a viatura foi entregue na oficina pela minha irmã. O Sr. Tiago Miranda reconheceu de imediato que o pára-choques estava mal montado, tendo a oficina ficado responsável pela correção. A viatura foi levantada no dia 28 de dezembro, porém, ao regressar e verificar pessoalmente, constatei que o problema persistia. No dia 30 de dezembro voltei a entregar a viatura. Nessa data, o Sr. Tiago Miranda voltou a reconhecer o erro, pediu desculpa e garantiu que a situação seria definitivamente corrigida, inclusive recorrendo a um chapeiro, de forma a deixar a viatura exatamente como se encontrava antes da entrada na oficina. 4. Novos danos provocados pela oficina Apenas no dia 6 de janeiro fui informado de que a viatura estaria pronta. Nessa data constatei que, apesar do alinhamento do para-choques estar corrigido: Os suportes laterais do para-choques estavam partidos, com fissuras evidentes, é de salientar que aquando da entrega da viatura na oficina a lateral estava com uma lacas inferior a 0,5cm, mas durante o seu levantamente na oficina verifiquei uma rachadela superior a 10cm; O plástico/verniz do para-choques apresentava danos visíveis, compatíveis com torção excessiva ou mau manuseamento. Estes danos não existiam anteriormente. A situação foi novamente reportada ao Sr. Tiago Miranda e ao Sr. Cardoso, que se apresentou como proprietário da Fly Premium Bosch Car Service. Ambos reconheceram o erro e garantiram nova retificação. 5. Danos adicionais – Óptica dianteira direita No dia 9 de janeiro, ao levantar novamente a viatura, verifiquei que: A pintura do para-choques estava mal polida, facto reconhecido pelo próprio Sr. Tiago Miranda(“não sei como o pintor não viu isto”); Os suportes do para-choques continuavam partidos; A óptica dianteira direita apresentava danos no plástico, claramente causados pelo processo de polimento (contacto da máquina com a óptica). Saliento que a óptica se encontrava em perfeitas condições quando a viatura deu entrada na oficina, sem qualquer marca, risco ou impacto, facto que consigo comprovar com registo fotográfico datado, igualmente em anexo. 6. Proposta apresentada pela oficina (inaceitável) O Sr. Cardoso propôs como “solução”: Oferecer um para-choques novo e pintado, mas recusando-se a montá-lo na viatura; Recusar qualquer responsabilidade pela óptica danificada. Esta proposta é manifestamente inaceitável, pois: Os danos causados não têm qualquer relação com o serviço contratado (correia de distribuição, bomba de água e correia de acessórios); Tratam-se de danos novos, provocados exclusivamente pela oficina; A viatura foi sucessivamente devolvida em pior estado do que aquele em que entrou. 7. Posição final Após contacto com a DECO, que me confirmou ter total razão, e após aconselhamento jurídico, informo que não aceito a entrega da viatura com danos causados pela oficina. A única solução aceitável é: Substituição do para-choques por um novo, corretamente pintado e alinhado; Substituição da óptica dianteira direita por uma óptica nova e original Audi, em perfeitas condições, tal como a existente aquando da entrada da viatura na oficina. Não se trata de um favor, mas sim da reposição integral do estado original da viatura, conforme obriga a lei e os princípios básicos de responsabilidade profissional. 8. Pedido de intervenção Na ausência de resolução, avançarei com os meios legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos, Luís Nuno Figueiredo 935762116 BM-02-TP Anexos: - Registo fotográfico antes e após intervenções; - Fotografias dos danos na óptica e para-choques; - Digitalização reclamação apresentada na Oficina; - Digitalização fatura ( Kit Distribuição).
Encomenda não entregue
Exmos. Senhores, Adquiri uma camisola no valor de 40 euros, no dia 11/12/25 (Pedido #70434). Conforme indicado no site, o prazo máximo de entrega é de 25 dias úteis. Já efetuei vários contactos e ainda não obtive nenhuma resposta concreta. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, que procedam à entrega do artigo, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Manutenção indevida de contrato e cobrança abusiva
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a EDP – Energias de Portugal, pela atuação manifestamente abusiva e negligente relativamente ao meu contrato de fornecimento de energia e gás. No mês de junho de 2025, mudei de apartamento e dirigi-me à EDP com o objetivo de solicitar a alteração de morada do meu contrato, uma vez que eu possuía um pack que, segundo a própria EDP, poderia ser portado para a nova habitação. Contudo, a EDP não efetuou a portabilidade do pack para a nova morada, optando, de forma unilateral e sem o meu consentimento informado, por manter dois packs ativos: – um referente à morada antiga, onde já não resido; – outro referente à nova morada. Desde então, tenho vindo a pagar dois packs, sendo um deles totalmente desnecessário e sem qualquer utilidade, uma vez que não habito a morada antiga. Esta situação resulta exclusivamente de falha da EDP, que não executou corretamente a simples alteração de morada que solicitei. Já fui a loja da EDP, para reclamar que não faz nenhum sentido eu estar a pagar duas vezes se podia ser feito a portabilidade, sem resolução do problema. Para agravar ainda mais a situação, no dia 19 de janeiro de 2026, foi enviado um técnico à morada antiga para proceder a uma revisão do gás, algo que considero completamente absurdo, tendo em conta que: – eu já não moro nessa casa; – o serviço nunca deveria ter sido mantido ativo nessa morada; – continuo a ser cobrada por um serviço que não utilizo. Adicionalmente, fui informada de que o pack referente à morada antiga foi automaticamente renovado até dezembro de 2026, sem o meu consentimento e sem qualquer fundamento legítimo, prolongando ainda mais uma cobrança que considero abusiva. Mais grave ainda, tenho sido alvo de pressões e comunicações coercivas por parte da EDP quando não efetuo o pagamento desse pack indevido, o que configura uma situação de coação económica por um serviço que não pedi, não uso e não deveria existir mas na morada anterior. Em suma, a EDP: – falhou na execução da portabilidade do serviço para a nova morada; – manteve indevidamente um contrato ativo numa morada onde já não resido; – cobrou e continua a cobrar valores por um serviço não prestado; – renovou automaticamente um pack sem o meu consentimento mesmo sabendo que eu já não morava nesta residência; – enviou um técnico para uma revisão absurda numa morada inativa; – exerce pressão indevida para pagamento de um valor injusto. Considero esta situação uma prática abusiva, lesiva dos meus direitos enquanto consumidora e eticamente inaceitável. Solicito, por isso, a intervenção da DECO para: 1. Cancelamento imediato do pack referente à morada antiga; 2. Anulação da renovação automática até dezembro de 2026; 3. Restituição de todos os valores indevidamente cobrados desde junho de 2025; 4. Cessação de qualquer tentativa de cobrança coerciva; Fico a aguardar a vossa análise e apoio nesta matéria, que considero de extrema gravidade. Com os melhores cumprimentos, Palmira José Da Silva Solochi
Encomenda nao recebida
Afquiri 3 camisolas dia 28 Dezembro foi logo descontado o valor ,no entanto a encomenda hoje a 22 janeiro ainda nao chegou nem o estado da encomenda modifica, o prazo de entrega de 25 dias ja passou, encomenda numero 72747
Pedido de reembolso – serviço não prestado (salto de paraquedas) Não resolvida Pública
Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Skydive Maia. Em 2024 adquiri um voucher para um salto de paraquedas, tendo efetuado o pagamento por transferência bancária. Apesar de várias tentativas de marcação, o salto nunca foi realizado, tendo havido sucessivos adiamentos e cancelamentos por parte da empresa. Desde então, tentei contactar a Skydive Maia por diversos meios (email e outros), sem qualquer resposta. A empresa encontra-se atualmente em silêncio total, não apresentando qualquer solução nem procedendo ao reembolso do valor pago. Trata-se de uma situação que configura incumprimento contratual, sendo que o serviço pago nunca foi prestado. Tenho conhecimento de que existem vários consumidores na mesma situação, o que agrava a gravidade do caso. Solicito o apoio da DECO Proteste no sentido de obter a resolução do contrato e o reembolso do montante pago, bem como orientação adicional quanto aos meus direitos enquanto consumidor, encontrando-me atualmente residente na Suíça. Disponibilizo-me para fornecer toda a documentação necessária que comprove o pagamento e as tentativas de contacto efetuadas.
Encomenda nao recebida
Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca ___game day__, pelo valor de __80___euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (INDICAR DATAS) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca Brico Casa, pelo valor de 59.81 €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (20/12/2025-27/12/2025-12/01/2026) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a resolução mais célere possível deste problema com uma possível solução a empresa Brico Casa faz devolução do dinheiro na sua totalidade, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização ou custo adicional. Cumprimentos.
Produto não conforme e práticas comerciais enganosa – Atelier do Douro
Venho comunicar uma situação suscetível de configurar práticas comerciais enganosas por parte do site “Atelier do Douro” (https://atelier-do-douro.pt), que se apresenta como empresa portuguesa de artesanato e anuncia produtos artesanais em vidro. O produto que adquiri não corresponde à descrição apresentada: trata-se de um objeto industrial em plástico/resina moldada, não artesanal nem em vidro, configurando produto não conforme e publicidade enganosa. Os Termos e Condições e a Política de Devolução indicam aplicação de legislação de Hong Kong, devolução para um armazém na China e recusa de reembolso pelo meio de pagamento original, propondo apenas trocas ou vouchers. Estas condições violam a legislação portuguesa e europeia de defesa do consumidor. Apesar de reclamações já efetuadas, a empresa continua a operar e a enviar emails promocionais a consumidores portugueses. Solicito a análise desta situação pela DECO e que este alerta seja considerado para proteção de outros consumidores. Estão disponíveis para consulta: fotografias do produto recebido, página do produto, Termos e Condições, Política de Devolução e comprovativo de pagamento.
Encomenda não recebida
Exmos senhores, venho apresentar a minha reclamação,no dia 9/12/2025 fiz uma compra online na Moviflor o qual paguei além do valor dos móveis+ 42,90€ para entrega á porta de casa, no dia 23/12/2025 ligam me da transportadora às 7:30h a dizer que vão entregar os móveis nesse dia da parte da manhã,passado 15 minutos voltam a ligar a dizer que a minha encomenda está danificada e vai ser devolvida, até dia 5 /01/2026 ninguém diz nada eu entro em contacto com a Moviflor e diz que estão a espera da reposição de um móvel que está previsto chegar em Março eu desisto da compra e peço anulação, fazem a devolução do valor dos móveis e não me devolvem os 42,90€ da entrega em casa dizem que não devolvem porque a encomenda saiu do armazém para a transportadora. Se eu nunca recebi nada eu obviamente quero a devolução do valor da entrega.
Material com defeito de fabrico
Exmos. Senhores Recorri á empresa Pedro Granito, de entre várias empresas indicadas pela marca Cosentino, fabricante do material que pretendia adquirir, um tampo e forra para cozinha em silestone. Após a colocação, verifiquei que a forra tinha um defeito de fabrico bastante visível. Informei o fabricante que enviou um técnico para confirmar o problema. Enviei vários mails e com alguma demora na resposta, informaram que o parceiro/marmorista iria contactar-me. Passaram alguns meses, sem o marmorista entrar em contacto comigo para resolução do problema. Após muita insistência da minha parte foi então proposto a substituição do material, mas declinando suportar os custos inerentes a essa substituição (que incluía trabalho de marcenaria) alegando que não trabalhava em madeira!!. A outra hipótese era dar uma compensação, que estava muitíssimo abaixo do valor pago pelo material, visto ser um artigo bastante caro, e que foi adquirido e pago como se estivesse em perfeitas condições. Como declinei qualquer das hipóteses, o gerente/dono da empresa Pedro Granito, foi bastante inconveniente e mal educado, acusando-me de só querer dinheiro e não ser honesta. Esta empresa devia ter visto que o material estava com defeito antes de o vender ao cliente, o que demonstra falta de ética e profissionalismo. Pretendo que o marmorista seja responsabilizada pelo facto de ter vendido o material com defeito, que nem devia ter passado no controle de qualidade e estava á venda como se estivesse em perfeitas condições. Não demonstra qualquer tipo de interesse em assumir a responsabilidade, pelo contrario, comporta-se como se a culpa não seja deles e eu como lesada não tenha razão. A Pedro Granito mostrou-se irredutível e nunca mais entrou em contacto comigo para tentar uma resolução que minimizasse o prejuízo causado. A minha comunicação do defeito foi feita nos prazos, por isso pretendo o reembolso do valor pago.
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