Reclamações públicas

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M. V.
09/02/2026

Discriminação entre clientes e limitações técnicas no serviço 1Gbps

Venho expor uma situação de desigualdade de tratamento por parte da operadora DIGI Portugal. Sou cliente do serviço de Internet Fibra com uma velocidade contratada de 1Gbps. No entanto, a operadora instalou na minha residência um router (modelo HUAWEI HG8147X6-10) que apresenta limitações técnicas significativas, impedindo configurações básicas e essenciais para a minha atividade profissional, como a gestão do protocolo DHCPv6. Tomei conhecimento de que a DIGI fornece atualmente a novos clientes — que contratam o exato mesmo pacote de 1Gbps e pagam a mesma mensalidade — um equipamento tecnicamente superior (ZTE F6600R). Este último permite as configurações que o modelo Huawei bloqueia. Ao solicitar a substituição por um equipamento equivalente ao que é fornecido a outros clientes do mesmo escalão, o apoio técnico da DIGI foi inflexível e recusou qualquer solução. Esta postura cria uma clara discriminação entre consumidores: pagamos o mesmo valor por um serviço de 1Gbps, mas recebemos hardware com capacidades de gestão totalmente distintas. Como consumidor, exijo o cumprimento do princípio da equidade e a substituição do equipamento limitado por um que esteja à altura da oferta comercial atual da empresa para esta velocidade. Melhores cumprimentos Matheus Valença

Resolvida
A. V.
09/02/2026
TopFit Fitness

Reclamação – Envio de cartão não solicitado, cancelamento não cumprido e cobranças indevidas pela Un

Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente à situação ocorrida com o ginásio Top Fit, situado na ilha da Madeira, no concelho de Machico. No mês de março do ano passado, desloquei-me às instalações deste ginásio exclusivamente com o objetivo de obter informações sobre os serviços disponibilizados. Nesse momento, foi-me solicitada a introdução dos meus dados pessoais numa alegada pré-inscrição, tendo sido claramente transmitido por mim que não existia qualquer garantia de adesão ao ginásio. Em momento algum me foi explicado, informado ou comunicado que essa pré-inscrição corresponderia à celebração de um contrato vinculativo, muito menos com uma fidelização de dois anos. Nunca assinei qualquer contrato, não me foi entregue qualquer documento contratual, nem me foram explicadas verbalmente as condições, valores, duração do vínculo ou penalizações associadas a um eventual cancelamento. Posteriormente, ao aperceber-me da existência de um alegado contrato com fidelização de dois anos através deum contacto telefônico dos mesmo,algo que nunca foi falado nem informado , dirigi-me pessoalmente ao ginásio com o intuito de resolver a situação de forma amigável. Fui então informada de que, para cancelar, teria de pagar um valor superior a 300€, o que considero inaceitável e abusivo, tendo em conta que nunca prestei um consentimento livre, esclarecido e informado. Importa ainda salientar que nunca me foi solicitado, comunicado ou acordado qualquer método de pagamento. Não forneci IBAN, dados bancários, cartão de débito/crédito, nem qualquer outra forma de pagamento, nem nunca foi sequer falado o valor de uma mensalidade. Assim, não consigo compreender como é possível a existência de uma alegada dívida, quando nunca existiu autorização para cobrança, nem qualquer meio válido para a mesma ser efetuada. Esta situação configura, no meu entender, uma grave falha de informação ao consumidor, violando o dever de transparência, o direito à informação e o princípio do consentimento informado previstos na legislação em vigor. Solicito, assim, apoio para que esta situação seja analisada e resolvida da forma mais justa e adequada, com a anulação de qualquer alegado contrato e de qualquer valor indevidamente exigido. Com os melhores cumprimentos, Ascensão Viveiros

Encerrada
F. A.
09/02/2026

Inexistência de prestação de serviço

Venho pelo presente apresentar queixa por suspeita de burla contra a empresa Skydive Maia, relativa à venda de vouchers para saltos de paraquedas. O voucher n. 241220489 foi adquirido em 31/12/2024. Apesar de sucessivos contactos (chamada, WhatsApp, email). nunca foi agendado o salto, porque alegadamente tiveram redução de voo e o clima atmosférico era muitas vezes desfavorável. O serviço não foi prestado nem devolvido o valor pago. Att F.A.

Encerrada
M. M.
09/02/2026

Encomenda não recebida e nem têm a minima noção para devolver o dinheiro depois de imensas tentativa

Isto realmente já é demais, metem se a contratar empresas de distribuição sem verem se são de confiança??? E depois ainda dizem que não têm nada que devolver o dinheiro que a culpa é dos outros? Epah vão se catar, devolvam a porcaria do dinheiro antes que tenhamos de vos meter todos um processo em cima. Nojo

Resolvida
M. M.
09/02/2026

Encomenda não recebida e nem têm a minima noção para devolver o dinheiro depois de imensas tentativa

Continuo à espera do dinheiro que disseram que iam devolver. Deve ser só para fazer figura de gente boa porque no fim não valem nada. Depois do dinheiro todo que roubaram faz vos assim tanta falta uns trocos? Nojo

Resolvida
P. G.
09/02/2026

Queixa formal – cobrança indevida e reiterada de serviço de nutrição não solicitado e correção de fa

Apresento reclamação por cobrança indevida, reiterada e automática do denominado “serviço de nutrição”, no valor de 5,80€, que tem vindo a ser incluído de forma sistemática nas faturas ao longo da vigência do meu contrato, sem que tal serviço tenha sido por mim solicitado, pedido, aceite, marcado ou efetivamente usufruído. A título exemplificativo, na Fatura/Recibo n.º 29/VD/230282577, datada de 26/01/2026, referente ao período de 23 de janeiro a 05 de fevereiro de 2026, surge faturado “Serviço de nutrição” no valor de 5,80€, isento de IVA ao abrigo do artigo 9.º do CIVA, a par do “UP Total (Plano anual)” no valor de 11,80€, totalizando 17,60€. Esta cobrança não é um caso isolado, ocorre de forma continuada nas faturas. No contrato de adesão está definido o plano UP Total (Plano anual) e o valor do serviço principal de ginásio, não constando de forma clara, expressa, autónoma e transparente qualquer preço adicional obrigatório relativo a serviços de nutrição, nem qualquer cláusula que permita a cobrança automática, periódica e separada desse serviço como suplemento regular. A referência genérica à possibilidade de consulta de nutrição enquanto serviço disponível não equivale, do ponto de vista jurídico, à aceitação de um custo adicional permanente, sobretudo quando esse custo não se encontra previamente quantificado, discriminado nem objeto de consentimento livre, específico e informado por parte do consumidor. Nunca solicitei qualquer serviço de nutrição, nunca marquei consultas, nunca usufruí desse serviço e nunca autorizei a cobrança autónoma do mesmo. Ainda assim, a cobrança tem ocorrido de forma automática e reiterada ao longo de todo o contrato, o que configura exigência de pagamento por serviço não solicitado e não prestado. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor, Lei n.º 24/96, de 31 de julho, artigo 9.º, n.º 4, o consumidor não fica obrigado a pagar bens ou serviços que não tenha solicitado previamente, sendo ilícita a exigência de pagamento por serviços não pedidos. Acresce ainda o regime das práticas comerciais desleais previsto no Decreto-Lei n.º 57/2008, que proíbe a cobrança de serviços não solicitados e práticas assentes em falta de transparência quanto ao preço e natureza dos serviços contratados. A legislação portuguesa exige igualmente transparência e boa fé na contratação e faturação, o que não se verifica quando são cobrados, de forma sistemática, valores por serviços não contratados nem utilizados. Face ao exposto, solicito a cessação imediata da cobrança do “serviço de nutrição”, a sua eliminação definitiva enquanto item faturado, a devolução integral de todos os montantes indevidamente cobrados a esse título desde o início da relação contratual e a correção da faturação futura, de modo a que seja cobrado exclusivamente o valor correspondente ao serviço de ginásio contratado, ou seja, 11,80€ por quinzena, conforme resulta do plano UP Total e das próprias faturas emitidas. Solicito ainda confirmação escrita da regularização e discriminação dos valores a devolver ou creditar.

Resolvida
M. L.
09/02/2026

Reclamação Avis Portugal: práticas comerciais abusivas e falta de transparência

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Avis Portugal relativamente a um aluguer efetuado no Aeroporto de Lisboa, de 15/01/2026 a 18/01/2026, contrato E545351321, viatura Hyundai Kauai, matrícula CA‑37‑TB, reservado através do Booking.com. Em síntese, os problemas principais são: 1) Venda agressiva de seguros locais desnecessários Informei o colaborador da Avis que já tinha um seguro “Full Protection” via Booking/Zurich (apólice 7812609872), que cobre danos e franquias até 20.000 euros, reembolsando os montantes que a Avis me viesse a cobrar por danos ao abrigo do contrato. Na própria documentação da reserva do Booking.com consta expressamente que: • a caução a bloquear no cartão ao levantar o carro seria de 200,00 euros; • as franquias de danos e roubo (3.151,26 euros com IVA) podem ser reduzidas através de uma “Franquia reduzida” ou outras coberturas adicionais, apresentadas como produtos facultativos. No balcão da Avis, contudo, a informação foi-me apresentada de forma muito mais alarmista: foi-me referida verbalmente uma alegada franquia de cerca de 2.000 euros em caso de danos, sem enquadrar devidamente a existência e o alcance do seguro Full Protection já contratado via Booking/Zurich, nem o facto de a caução prevista na reserva ser de 200 euros. Perante esta explicação e sob o impacto da referência a um valor de franquia muito elevado, bem como medo instigado pelo colaborador acabei por ser levado a contratar seguros locais adicionais (“Super Cobertura de Danos + CDW”, no valor de 32,48 euros, e “Cobertura de Vidros”, no valor de 22,28 euros), que se revelaram redundantes face à cobertura externa que já possuía. Considero que esta atuação constitui uma prática comercial agressiva e desleal, que explora o medo do consumidor no momento do check‑in e o leva a contratar produtos adicionais que, em condições de informação completa e equilibrada, não contrataria. 2) Política de combustível enganadora e pouco transparente No momento do levantamento, foi-me dito verbalmente que a Avis tinha um acordo com gasolineiras e que o combustível seria cobrado a 1,31 euros/litro + taxas, com a explicação concreta de que: • se eu devolvesse o carro com mais de meio depósito, compensava encher antes de entregar; • se devolvesse com cerca de 1/4 de depósito, compensava entregar assim porque o preço interno seria mais vantajoso. Confiando nesta explicação, devolvi o carro com cerca de 1/4 de depósito. Mais tarde, verifiquei que me foi cobrada a opção de “combustível simplificado” (EZ Fuel) no valor de 82,05 euros, que, com taxas, ascendeu a cerca de 88 euros. Este valor é superior ao que teria pago se tivesse abastecido o carro num posto de combustível de supermercado (Auchan/Intermarché), pelo preço de mercado (cerca de 1,65 euros/litro). Na resposta escrita à minha reclamação no Livro de Reclamações (ref. ROR00000000045486153), a Avis já nem refere os 1,31 euros/litro que me foram ditos no balcão, passando a mencionar 1,35 euros/litro + IVA. Esta discrepância mostra inconsistência entre a informação verbal prestada ao consumidor e a informação escrita invocada posteriormente, o que torna ainda mais evidente a falta de transparência da política de combustível. Em suma, fui levado a tomar uma decisão económica (não abastecer fora) com base numa informação incompleta e enganadora sobre o preço efetivo do combustível, o que me causou prejuízo direto. 3) Valores desproporcionais por danos ligeiros nas jantes e critério pouco razoável No final do aluguer, foram identificados riscos superficiais em duas jantes dianteiras. De acordo com a estimativa de custos enviada pela própria Avis (doc. 513319701), foram imputados: • 97,67 euros + IVA (120,13 euros) pela jante dianteira esquerda; • 109,89 euros + IVA (135,16 euros) pela jante dianteira direita; • 78,70 euros + IVA (96,80 euros) a título de “tempo de inatividade do veículo”; • 38,00 euros + IVA (46,74 euros) de “taxa de gestão por danos”; perfazendo um total de 398,83 euros por meras arranhadelas/raspagens nas jantes. Considero estes valores manifestamente desproporcionais para danos superficiais. Uma reparação de jante em oficina comum ronda, tipicamente, valores bastante inferiores por unidade, e não inclui este tipo de acréscimos (perda de uso e taxas administrativas) nestes montantes. Em anexo, a Avis enviou ainda fotografias que incluem, além das jantes, imagens do para‑choques com pequenos pontos escuros (mosquitos/insetos de autoestrada), que são claramente sinais normais de utilização e não danos. Isto reforça a perceção de que o critério de avaliação de “danos” é excessivamente gravoso para o cliente, podendo configurar uma prática sistemática de sobrecarga de custos de reparação. 4) Resposta insatisfatória à reclamação no Livro de Reclamações Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico (ref. ROR00000000045486153). A resposta da Avis limita‑se, em essência, a afirmar que, por eu ter assinado o contrato, se presume que li, compreendi e aceitei todas as condições, e que a empresa não pode corroborar aquilo que foi dito verbalmente no balcão. Não há qualquer esforço em confrontar a divergência entre a explicação verbal e os custos efetivamente cobrados, nem em ponderar a proporcionalidade dos valores aplicados pelas jantes e pelos serviços associados. Em particular, a empresa refugia‑se na assinatura do contrato para ignorar a forma como a informação foi transmitida ao consumidor no momento do atendimento. 5) Situação atual A Avis debitou‑me o valor total de 505,47 euros. O seguro Zurich/Booking aprovou entretanto um reembolso parcial relativo à componente de danos (franquia), o que mitiga o prejuízo direto nessa parte. No entanto, este reembolso externo não resolve: • a venda de seguros locais redundantes, • a política de combustível enganosa, • e a desproporção dos valores cobrados pelas jantes e respetivos suplementos (tempo de inatividade, taxa de gestão). Pedidos • Que seja analisada a existência de práticas comerciais agressivas e enganadoras na venda de seguros adicionais no balcão, bem como na explicação da política de combustível, à luz da legislação de defesa do consumidor. • Que se avalie a razoabilidade e proporcionalidade dos valores cobrados pelas jantes e pelos serviços associados (tempo de inatividade e taxa de gestão), face ao tipo de dano e aos preços praticados no mercado. • Que se recomende à Avis a devolução dos montantes cobrados a título de seguros locais redundantes e a eventual correção/redução dos valores imputados por danos e combustível. • Que, se for caso disso, o processo seja comunicado às autoridades competentes (ASAE, Direção‑Geral do Consumidor).

Encerrada
D. Q.
09/02/2026

Serviços não prestados

Exmos senhores Venho aqui reclamar sobre a aquisição de um salto de paraquedas em Dezembro de 2023,que nunca foi feito. Depois de inúmeras vezes ter sido marcado e desmarcado por vocês por várias razões por ex: restrições aéreas, ou por condições climáticas etc... Consegui voltar a marcar para este ano,mas agora tento contactar vos por vários meios desde telefone,e-mail, WhatsApp etc e não obtenho resposta, inclusive na vossa página da Internet diz que fecharam permanentemente, isto sem qualquer aviso ou contacto para o cliente. Venho pedir o total reembolso do valor que paguei na altura foram 139,99. Espero que está situação seja resolvida o mais brevemente possível Aguardo o vosso contacto para fornecer os dados.

Encerrada

Encomenda não recebida

Exmos senhores Na passada sexta-feira 30/01/2026, fiz uma encomenda online em ferramentas pro de 4 geradores com um valor total de 1436€. Só fiz a encomenda porque tinham a indicação: "DISPONÍVEL ONLINE". Não era "disponível por encomenda" nem "entrega prevista para ....". No sábado de manhã, liguei e fiquei surpreendido ao saber que não tinham atendimento telefónico ao sábado. Desloquei-me de Leiria a Odivelas para levantar a encomenda. E por minha surpresa, disseram me que não tinham os geradores, que deveria ter telefonado antes de vir e que a disponibilidade era "disponível por encomenda" o que não é verdade porque só fiz a encomenda porque tinha a indicação que os geradores estavam disponíveis. Tive uma despesa em portagens e gasolina. Já por não contar com o tempo perdido que eu poderia ter aproveitado para reparar o meu telhado. Tenho trocado mensagens com a Ferramentaspro através do portal da queixa Deixo aqui o link: https://portaldaqueixa.com/brands/ferramentas-pro/complaints/ferramentas-pro-disponibilidade-de-produto-enganadora-149708026 (A primeira mensagem é a mesma que eu escrevi acima) Por favor, leiam as restantes. Pretendo ser ressarcido das despesas da deslocação ocorrida por erro da ferramentaspro. Eles próprios assumem que foi uma "rutura inesperada de stock dos geradores". Deveriam me ter informado. E, se tivessem atendido o telefone, não me teria deslocado a Odivelas. Agradeço a vossa ajuda na resolução deste problema Cumprimentos Carlos Marques

Resolvida
J. P.
09/02/2026

Encomenda Trocada

Exmos. Senhores, Acabei de receber uma encomenda que não corresponde à encomenda por mim feita. Encomendei um conversor VHS-Digital Portta no valor de 69€ cujo pagamento foi efectuado no acto da entrega e ao abrir a encomenda deparei-me com 2 colunas multimedia Wooden Speaker. Agradeço a resolução da situação. Cumprimentos.

Encerrada

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