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Pedido nunca recebido
No dia 07/02/2026 às 18:15 efetuei um pedido através da aplicação da Glovo, no Pingo Doce, no valor de aproximadamente 46€. Achei estranho porque as 21h00 o pedido ainda não tinha sido recebido, pedi ajuda através do chat da aplicação. E entretanto o estafeta deu o meu pedido como entregue, referi logo no chat que não tinha recebido nada, que estava em casa desde a hora do pedido e ninguem me bateu à porta. A assistente tentou contactar o estafeta mas sem sucesso, pois o mesmo não atendeu, tenho prova disso. Resumindo, não recebi as minhas compras e a Glovo não me quer reembolsar o dinheiro que gastei. Agradecia ajuda, pois não sei mais o que fazer. Eu nem queria o reembolso, queria mesmo era ter recebido as compras, porque me fazem realmente falta.
Devolução sem reembolso
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativa a uma situação ocorrida na vossa loja da Alta de Lisboa. No dia 11 de outubro de 2024, efetuei uma encomenda online que devolvi na loja mencionada, no dia 29 de outubro de 2024. Tratando-se de uma devolução, solicitei o reembolso do valor pago pelo artigo. No entanto, a funcionária da loja informou-me que, devido a um erro interno, me seria atribuída uma nota de crédito no valor do artigo (€34,99). Não sendo uma cliente recorrente, guardei a referida nota de crédito até necessitar novamente de utilizar a loja. Contudo, no dia 8 de fevereiro de 2026, ao tentar utilizar a nota, fui informada de que a mesma tinha validade apenas até ao final de janeiro de 2025. Reconheço que a data estava indicada na nota, mas não estava ciente no momento da emissão, e, acima de tudo, nunca solicitei a nota de crédito, pretendendo sim o reembolso do valor pago, que não me foi concedido devido a erro da loja. Considero esta situação inaceitável e claramente um esquema que se aproveita dos clientes, que naturalmente não têm obrigação de acompanhar os prazos internos da empresa, nem de voltar a pedir um reembolso que já deveria ter sido processado, tendo eu cumprido todos os prazos inicialmente estabelecidos para a devolução. Ao solicitar novamente o reembolso, fui informada de que não havia nada a fazer, situação que considero injusta, prejudicial e uma violação dos direitos do consumidor.
Recusa de sinistro com cobertura de Multirriscos Habitação contra Tempestades.
Exmos Senhores, A companhia Ok Seguros recusou o sinistro que lhe reportei dos danos causados no telhado do edificio causados pela tempestade Katrin no passado dia 28 de janeiro. A minha apólice de seguro Multirriscos Habitação MR86064605 inclui nas coberturas e garantias essa cobertura com uma franquia de 250€. Enviaram-me no passado dia 7 de feveriro um email a recusar o sinistro baseado na não existencia de cobertura coontra tempestades que efetivamente esta incluida na Cobertura Base Imovel que comercializam. Agradeço ajuda para resolver esta situação. Atentamente, Luis Miguel Carreira Magalhaes
Validação por 2 factores | impossibilidade de aceder à conta
Exmos Senhores, Perdi o acesso à app que fazia a validação de 2 factores no Facebook. Por essa razão, fiquei sem acesso ao Facebook. Não me são dadas quaisquer alternativas para alterar a situação. Tudo o que tento fazer solicita o acesso ao código que é gerado pela app ( Google authenticator ). Não tenho forma de aceder à conta sem esse código. O contacto com a META não é eficaz e não obtenho qualquer resposta aos meus pedidos de ajuda
Devolução de encomenda sem resposta
Boa tarde, pretendo reembolso da minha encomenda nr #13133! Já enviei email para o indicado no site mas este vem sempre para trás, dá falha na entrega! Pretendo devolver o antigo e ter o meu dinheiro de volta ! O artigo que recebi não tem nada a ver com as fotos , na imagem parece uma gabardine comprida e não realidade não é , mesmo os cortes não são iguais nem o tecido! Fico a aguardar informações sobre o resto do processo! Grata, Rafaela Mateus .
sms e cobrancas indevidas
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra a MEO – Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., devido a várias situações graves que configuram práticas abusivas, cobranças indevidas e tratamento incorreto dos meus dados pessoais. 1. Atribuição de dívida inexistente Fui contactada pela empresa Intrum, alegadamente em representação da MEO, relativamente ao processo nº 24938039, exigindo o pagamento de uma suposta dívida de 37,60 €. Declaro de forma inequívoca que: Nunca tive qualquer dívida com a MEO. Nunca tive valores em atraso. A minha ficha de cliente sempre esteve totalmente regularizada. Esta cobrança é totalmente infundada e resulta de um erro da MEO. Esta situação constitui assédio de cobrança, má prática comercial e tratamento indevido de dados. 2. Cobranças indevidas de “SMS Flash” sem qualquer utilização Adicionalmente, estou a ser confrontada com mensagens de cobrança de serviços que não utilizei, nomeadamente “SMS Flash” no valor de 1,62 € + IVA, apesar de: Não estar a fazer chamadas. Não estar a enviar SMS. Não estar sequer a utilizar o telemóvel no momento. Recebo estas notificações de forma aleatória, sem qualquer ação da minha parte, o que demonstra um problema grave no serviço da MEO ou uma cobrança automática indevida. Tenho registos que comprovam estas mensagens, incluindo notificações de cobrança que surgem sem que eu tenha realizado qualquer comunicação. Esta situação é inaceitável e configura: Cobrança indevida de serviços não prestados. Falha técnica grave imputável à MEO. Potencial fraude de faturação. Violação dos direitos do consumidor. 3. O que solicito Peço a intervenção da DECO para que a MEO: Elimine imediatamente a suposta dívida e confirme por escrito que não existe qualquer valor em aberto. Cesse o envio de cobranças indevidas, incluindo as “SMS Flash” que não foram realizadas por mim. Reveja e corrija qualquer erro técnico que esteja a originar estas comunicações falsas. Garanta que os meus dados não são novamente enviados para empresas de cobrança sem fundamento. Assuma responsabilidade pelos transtornos causados, incluindo o desgaste emocional e a perda de tempo. Estas situações são extremamente perturbadoras e demonstram uma falta de rigor e responsabilidade por parte da MEO, que está a prejudicar-me injustamente. Aguardo a vossa intervenção urgente. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
Senhores, No dia 23/11/2025 eu fiz um plano promocional, de forma experimental, no valor de 2.45€, por 1 semana. Em momento algum eu autorizei a renovação e nem o uso dos meus dados bancários para comprar nenhuma outra modalidade de plano. Em 06/02/2026, um nova compra foi feita em meu cartão, sem aviso prévio, de um plano o qual eu não escolhi e não quero! Não foi me enviado nenhuma notificação de compra ou fatura, ou pedido de renovação. E no próprio app diz que o plano está cancelado. E outra coisa grave, no app não há qualquer campo em que eu possa excluir o meu cartão de crédito, apenas mostra que a compra foi processada, o que é um abuso.
Venda forçada
Exmos Senhores, No dia 29/01/2026, o meu pai, Adelino Marques dos Santos, pessoa idosa, nascido a 14/10/1946, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa em Viseu, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa. Durante cerca de 2h30, o meu pai foi mantido nas instalações (andar inferior) para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva no futuro, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O contrato não lhe foi previamente mostrado nem explicado, tendo sido apenas solicitado que assinasse digitalmente, sem lhe ser dada oportunidade real de leitura ou esclarecimento. Apenas após chegar a casa, ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, sem tempo razoável de reflexão, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade do consumidor. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (PSEV_AA6626_743) e o reembolso integral do valor pago. Atentamente, Marco Santos
PROBLEMA COM DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO
Exmos. Senhores, No dia 16 de Janeiro de 2026 foi efectuado a recolha de 3 Janelas, 1 Porta e insumos para a instalações dos itens citados pelo colaboradores da Leroy Merlin (Anderson e João) devido ao cancelamento dos serviços juntamente com a empresa. Recebemos no dia 05 de Fevereiro de 2026, apenas 2 depósitos no valor total de 695,95€ sendo que o valor do investimento foi de 3 635,75€, ligamos para a responsável do setor de devolução que iria fazer a transferência para a nossa conta bancaria e a mesma informou que pela assinatura do papel de recolha só foi entregue 1 janela, sendo que os mesmos não fazem registos no próprio sistema e muito menos fazem a devida conferencia da devolução dos produtos. A empresa está desde Setembro agido de má fé connosco e queremos apenas que sejamos ressarcidos conforme foi combinado junto a empresa. Uma das responsáveis do caso se chama Carolina. Cumprimentos.
Devolução Desaparecida
No dia 23/01/2026 devolvi dois telemóveis através da transportadora indicada pela Amazon, com recolha ao domicílio. O tracking apenas confirma a recolha, não existindo prova de entrega no armazém da Amazon. Apesar disso, a Amazon recusa o reembolso alegando receção de produto incorreto, sem apresentar qualquer prova documental de receção nem de integridade da encomenda. Após a entrega à transportadora escolhida pelo vendedor, o risco deixa de ser do consumidor (DL 24/2014). O transporte foi internacional (Portugal–Espanha), sem qualquer controlo da minha parte. Solicito o reembolso imediato, por inexistência de prova válida que sustente a recusa.
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