Reclamações públicas
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Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 22/08/2025adquiri um aspirador de pó robótico beatboop), pelo valor de 28€. O pagamento foi efetuado por referência multibanco . Na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuado no prazo de dois dias. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços ( contacto telefónico e mail)e não obtive qualquer resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Débito sem autorização
A Domestic and General insurance é mesmo uma empresa fraudulenta. Debitou 6,49€ da minha conta sem qualquer tipo de autorização. Não entendo como é que uma empresa com tantas reclamações exatamente sobre o mesmo assunto continua a ter o poder de enganar as pessoas e aproveitar-se do dinheiro das mesmas sem o seu consentimento sem que qualquer punição legal seja efetuada.
Cancelamento de plano de saúde impedido
Senhores, Liguei para a Medicare para cancelar o meu plano, pois não vi vantagem alguma em utilizá-lo. Durante a ligação a atendente falou que eu não poderia, que meu plano tinha, em agosto, renovado automaticamente e que só poderia fechar o plano daqui há um ano. Ficando eu na obrigatoriedade de estar neste plano durante mais 1 ano! Quero fechar o plano e não quero pagar mais 1 ano, isso é um absurdo!
Não aceitaram o cancelamento
Fui contactada à uns meses atrás que teria ganho um voucher para usufruir, fomos ao local receber uma coisa que disseram que seria rápido e eu e o meu namorado ficamos lá durante 3h e fizeram de tudo para assinarmos um contrato para sermos sócios mas não falaram que só poderíamos cancelar nos primeiros 14 dias Não autorizaram o cancelamento, simplesmente deixei de pagar, uma coisa que é farsa, prometem coisas que não são verdadeiras o voucher não deu para aproveitar porque nunca estavam disponíveis para esse assunto, os supostos cartões de sócios nunca vieram e agora dizem que vão mandar a dívida para a frente e que nos vão penhorar dos nossos ordenados Queria saber o que posso fazer Isto é tudo uma farsa só querem extorquir dinheiro
Banco
Venho por este meio apresentar reclamação relativa ao pedido de empréstimo pessoal submetido junto deste banco. fui contatado pelo Millennium BCP com uma proposta de crédito, que aceitei e para a qual enviei os documentos solicitados (contracheque e IRS). Porém, o banco indeferiu o pedido sem fornecer qualquer explicação. Solicitei então por escrito os seguintes documentos: Extrato detalhado da evolução da dívida (montante de capital amortizado, juros pagos e a pagar, comissões cobradas, penalizações/aplicação de multas e saldo devedor atualizado) Plano de amortização atualizado, com discriminação das prestações vincendas (capital, juros e outros encargos). Tais documentos foram negados, sob a alegação de que só poderiam ser obtidos presencialmente numa agência. Ressalto que, de acordo com a regulamentação aplicável, o cliente bancário tem direito a receber extratos regulares e completos sobre seu empréstimo. O Banco de Portugal exige que sejam enviados extratos com a evolução do contrato, incluindo exatamente as informações mencionadas acima (capital, juros, comissões e saldo) . Não faz sentido condicionar esse direito à presença física do cliente. Além disso, o próprio regulamento interno do Millennium BCP prevê que reclamações e pedidos formais sejam apresentados por escrito, o que indica que a comunicação eletrônica é aceitável. Com base nisso, solicito que o banco disponibilize imediatamente por escrito (por e-mail ou carta) o extrato detalhado da dívida e o plano de amortização atualizados, conforme requerido. Ademais, peço esclarecimentos sobre as razões da recusa do empréstimo. Na falta de resposta ou solução adequada em prazo razoável, informo que acionarei as vias de recurso previstas (Livro de Reclamações, Banco de Portugal, Provedor do Cliente, entre outras)
00-PO-46
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa a uma incorreção registada nos dados associados à matrícula automóvel 00-PO-46. Foi identificado que esta matrícula se encontra indevidamente associada ao NIF 157 144 976, o que não corresponde à realidade. A viatura em questão pertence, de facto, ao cidadão André Tiago Guimarães Miranda, solteiro, maior de idade, portador do Cartão de Cidadão n.º 11110805 5 ZX8, válido até 31/05/2031, com o NIF 217 729 932, residente na Rua da Paz, n.º 67, na freguesia de Santo Tirso, concelho de Santo Tirso. Solicito, com urgência, a correção desta informação nos registos oficiais, de forma a evitar quaisquer prejuízos legais ou fiscais para o legítimo proprietário da viatura. Esta situação poderá configurar uma violação dos direitos do cidadão e comprometer a integridade dos dados mantidos pelas entidades competentes. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta célere e eficaz.
Reclamação – Viatura Renault Grand Scénic 1.7 Blue dCi Limited
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativa à minha viatura Renault Grand Scénic 1.7 Blue dCi Limited (adquirida em julho de 2024 na Matrizauto, com cerca de 91.000 km), que apresenta problemas persistentes na embraiagem, mesmo após várias intervenções realizadas na oficina indicada pela garantia NSA. Um mês após a compra, a embraiagem ficou presa no fundo, tendo sido intervencionado na oficina da garantia. Após essa intervenção a embraiagem continuou a apresentar problemas, sendo que foi sempre intervencionada na oficina indicada pela garantia e sem custos. Já foram trocadas várias peças e apesar de a viatura circular, continuo a experienciar problemas: a embraiagem fica presa a meio, dificultando o engate das mudanças. A oficina, que realizou todas as intervenções na embraiagem, propôs a substituição do pedal, mas esta foi recusada pela garantia. Para além disso, já surgiram outros problemas entretanto resolvidos, como a dificuldade em abastecer AdBlue, falha no sensor, e desligamento do carro em andamento, que levou à substituição do sensor de rotações do motor. Na intervenção em que o carro se desligava, foi-me disponibilizada uma viatura de substituição. No momento do levantamento, foi-me proposto um seguro adicional para a viatura de substituição, que custou 170 € pelos 9 dias em que a utilizei. Aceitei o seguro para minha proteção, pois qualquer incidente poderia ter gerado custos elevados. A garantia afirma que o valor não é reembolsável por se tratar de opção voluntária, mas não concordo com essa posição, uma vez que a contratação do seguro só ocorreu devido à necessidade criada pela avaria e não por vontade ou conveniência minha. Apesar de já ter enviado emails à garantia, continuo sem resposta por parte da mesma. Desta forma, venho solicitar a intervenção da DECO para assegurar: Reparação integral do problema da embraiagem, sem custos para mim; Restituição do valor pago pelo seguro da viatura de substituição; Garantia de que qualquer intervenção futura será programada e comunicada, sem custos adicionais; Registro formal da situação, dada a gravidade e o risco de segurança do veículo. Saliento ainda que tenho dois filhos, um dos quais nasceu no dia 8 de agosto, e a necessidade de usar a viatura com segurança é extremamente importante para o meu dia a dia familiar. Com os melhores cumprimentos, David Lopes
Seguradora ignora cliente e não fornece explicação por recusar compensação
Exmos. Senhores, Após participação de um sinistro foi me pago um valor que corresponde a cerca de 10% do custo que incorri. O sinistro corresponde a danos ocorridos na clarabóia do meu prédio causados pela tempestade Martinho. Não me foi dada qualquer explicação do valor pago. Após 4 telefonemas, outros tantos emails, 1 mês e meio de espera, em que me prometeram que enviariam uma explicação, ainda não obtive qualquer resposta. Completamente inaceitável. A pior experiência de customer service que tive em qualquer seguradora ou instituição financeira.
cobrança indevida e conta negativa – Acordo já iniciado
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o Banco Santander Totta. No dia 02/09/2025 , foi realizado um acordo de pagamento com o banco relativamente ao saldo em dívida da minha conta. A primeira prestação deste acordo já foi devidamente paga conforme os termos estabelecidos. No entanto, continuo a receber chamadas frequentes de cobrança, o que tem causado grande desconforto e transtorno. Além disso, verifiquei que a minha conta continua com saldo negativo, mesmo após o início do pagamento do acordo. Solicito que esta situação seja regularizada com urgência, cessando as chamadas de cobrança e atualizando corretamente o estado da minha conta de acordo com o acordo firmado. Caso não seja resolvido, reservo-me ao direito de escalar esta situação às autoridades competentes, incluindo o Banco de Portugal e o Livro de Reclamações. Aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Fernando Freguglia
Wrong sized tyres
Tenho um Mitsubishi Colt que só conduzo uma vez por ano, quando venho a Portugal passar férias por volta de Agosto. O restante tempo está estacionado numa garagem. No dia 11 de Agosto de 2024, furei o pneu e necessitei de trocar dois pneus traseiros. Comprei os pneus na Roady, Caldas da Rainha, ao vendedor Sr Ricardo Viera. Quando regressei a Portugal este ano, levei o carro à inspeção anual a CIMA no dia 20 de Agosto de 2025, Informaram-me que os pneus que a Roady me vendeu não estão de acordo com as especificações do carro. Venderam-me a medida 195/55 R15, deveriam ser 195/50 R15, a mesma medida dos pneus dianteiros. No dia 29 de Agosto, dirigi-me à Roady e falei com o Sr Ricardo Viera, o vendedor que me vendeu os pneus. O Sr. Viera inspecionou os pneus e admitiu que ainda estavam novos. O Sr Viera não se responsabilizou pelo erro e alegou que os pneus de origem deviam ter o tamanho errado. Alegou que a Roady teria substituído os pneus existentes por pneus da mesma medida. Isto é um absurdo. O carro passou a inspeção anual todos os anos e os pneus teriam sido inspecionados 9 ou 10 vezes. Não é por acaso que, na primeira vez que o carro foi à inspeção com os pneus novos, a CIMA tenha dado o aviso que os pneus não estão certos. Embora o Sr. Viera tenha admitido que os pneus que instalaram ainda estavam novos, recusou-se a substituir os pneus, a reembolsar o valor pago e a aceitar qualquer acordo. Ele só disse "shit happens" e ofereceu-se para me vender mais dois pneus novos "ao preço de custo". Isto não é aceitável. Quero que a Roady troque os pneus ou, em alternativa, me reembolse 130€.
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