Reclamações públicas

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M. S.
25/02/2026
DPD

Recusa/omissão de entrega ao domicílio e conduta imprópria de estafeta

No dia 25/02/2026, recebi notificação por SMS da DPD a informar que a encomenda com o n.º 09868719031559H seria entregue " nos próximos minutos" na minha morada. Pelas 10:00, fui contactada telefonicamente pela estafeta, que afirmou estar “à porta” e perguntou se eu poderia subir para receber a encomenda. Informei que não podia e tentei explicar que a recepção é habitualmente feita por uma senhora de 86 anos, com dificuldades de mobilidade, precisamente por eu não estar normalmente em casa. Antes de eu conseguir concluir a explicação, a estafeta desligou a chamada. Tentei voltar a ligar por duas vezes, sem sucesso (não atendeu). Imediatamente depois, às 10:01, o tracking da DPD passou a indicar: “LOCAL DE ENTREGA NÃO ACESSÍVEL” com o comentário “RUA FECHADA”. Esta justificação não corresponde à realidade: o local é acessível. Importa esclarecer que, para aceder à minha residência, é necessário abrir o portão do n.º 48 e percorrer uma viela de alguns metros até à Casa B. Esta instrução é sempre deixada nas observações da entrega em compras online: “Abrir o portão do número 48, entrar e tocar à campainha da casa B.” A conduta descrita traduz-se numa recusa prática de entrega ao domicílio, agravada pelo facto de a destinatária habitual ser idosa e com mobilidade reduzida, sendo inaceitável exigir que percorra a viela para levantar a encomenda. Acresce que a DPD tem sido reincidente neste comportamento nesta morada, alegando frequentemente falta de estacionamento, quando outras transportadoras (incluindo CTT) realizam a entrega à porta sem qualquer problema. O apoio ao cliente limita-se a remarcar a entrega ou a indicar levantamento em ponto de recolha, o que não corresponde ao serviço pago, pois optei por entrega para não ter de me deslocar a um ponto.

Resolvida
B. C.
25/02/2026

Incumprimento contratual grave

Entidade visada: Medicare Venho por este meio apresentar queixa formal contra a Medicare, por prestação de informação incorreta e incumprimento contratual grave, com consequências clínicas e emocionais relevantes. No dia 02/02/2026, contactei a linha de apoio da Medicare informando expressamente que me encontrava grávida e que necessitava com urgência de indicação de uma unidade de saúde com serviço de urgência obstétrica ao abrigo do acordo existente. Foi-me indicada a unidade Unisana como sendo adequada à minha situação. Contudo, ao chegar à referida unidade, fui informada de que não existia urgência obstétrica, o que demonstra que a informação prestada pela Medicare foi incorreta, desadequada e negligente, face ao quadro clínico comunicado. Apenas no dia 19/02/2026 fui contactada pela Medicare, data em que me encontrava internada na sequência de um aborto retido, situação clinicamente grave e com elevado impacto físico e emocional. Entendo que, se tivesse sido corretamente encaminhada no momento em que solicitei apoio, poderia ter beneficiado de avaliação médica atempada, o que poderia ter alterado o desfecho clínico. A atuação da Medicare configura: Violação do dever de informação; Violação do dever de diligência e boa-fé; Incumprimento contratual; Prestação de informação clinicamente relevante errada; Falta de acompanhamento posterior adequado. Solicitei formalmente a resolução do contrato sem penalização e o acesso à gravação da chamada de 02/02/2026, mas considero essencial que esta situação seja tornada pública e avaliada pelas entidades competentes. Pretendo com esta queixa: Denunciar a gravidade da atuação da Medicare; Alertar outros consumidores; Exigir responsabilização pela prestação de informação incorreta em contexto clínico sensível; Reforçar a necessidade de procedimentos mais rigorosos na triagem e encaminhamento de utentes grávidas. Considero inadmissível que uma empresa que presta serviços na área da saúde forneça indicações erradas numa situação potencialmente urgente, colocando em risco a saúde e a vida de uma utente e do feto. Aguardo posicionamento da entidade visada.

Encerrada
R. R.
25/02/2026

Serviço de reparação em garantia falhado e pendente

Venho apresentar reclamação relativamente ao serviço prestado pela empresa Astecaldas – Reparação de Eletrodomésticos, no âmbito da reparação em garantia de uma máquina de lavar roupa marca Beko. No dia 12 de janeiro solicitei assistência técnica junto da Beko por a máquina ter deixado de funcionar, não ligando mesmo após teste em diferentes tomadas. No dia 16 de janeiro deslocou-se um técnico à minha habitação, tendo substituído uma peça que alegadamente resolveria a avaria, o que não aconteceu. Fui informado de que a máquina seria posteriormente recolhida. No dia 23 de janeiro dois técnicos deslocaram-se novamente à minha habitação e procederam ao levantamento da máquina para reparação em armazém. Posteriormente fui informado de que a peça necessária para a reparação já tinha chegado, indicando que a reparação estaria próxima da conclusão. No entanto, após contacto telefónico para o número 262 832 935, fui informado de que afinal ainda falta outra peça, não existindo qualquer previsão concreta para a conclusão da reparação. A reparação encontra-se pendente há cerca de mês e meio, tratando-se de um equipamento essencial. Durante este período tenho sido obrigado a recorrer a lavandarias, suportando custos elevados que poderiam ter sido evitados. O valor já gasto em lavagens é significativo e, ao fim deste tempo de espera, aproxima-se já de uma parte considerável do valor necessário para adquirir uma máquina nova. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, a reparação em garantia deve ser efetuada dentro de um prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, o que claramente não está a ser cumprido. Solicito resolução urgente da situação através da reparação definitiva num prazo muito curto ou substituição do equipamento. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes.

Encerrada
M. R.
25/02/2026

Encomenda não recebida

Boa tarde, No passado dia 13/02/2026 efetuei uma encomenda à Deporvillage, (Sapatilhas Vans Old Skool preto puro bebé, N.24). Pelas 11:20h efetuei o pagamento, via Mbway, conforme comprovado em anexo, no entanto, na página da loja aparece como anulado e nunca recebi qualquer encomenda nem qualquer reembolso do valor. Já solicitei via e-mail, várias vezes, a resolução desta situação e até à data dizem sempre a mesma coisa e não tratam da situação. Quero apresentar uma reclamação face a esta situação no qual farei questão que todos os meus conhecimentos estejam a par de modo a não comparem mais nada nesta empresa.

Encerrada
C. M.
25/02/2026

Venda de produto avariado

Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal relativa ao equipamento adquirido na vossa plataforma, conforme os factos descritos infra. 1. Enquadramento factual Adquiri uma máquina de lavar loiça “outlet”, cuja descrição indicava que o equipamento havia sido testado e que beneficiava de garantia. O equipamento foi entregue em minha residência em 24/02/2026. Para o transporte até ao interior da habitação e instalação, foi necessário contratar terceiros. Na primeira utilização, o equipamento apresentou defeito, vertendo água pela porta e provocando inundação da cozinha, o que demonstra a existência de avaria anterior à entrega. A ocorrência foi comunicada de imediato por correio eletrónico, tendo em conta que não existe atendimento telefónico disponível. A solução apresentada pela vossa empresa consiste na exigência de que o consumidor suporte novamente custos de transporte, colocando o equipamento à porta da habitação e sobre a palete inicial, que já não se encontra disponível. Foi igualmente sugerido que contactasse o fabricante, apesar de se tratar de um equipamento “outlet” com defeito estrutural, cuja responsabilidade recai sobre o vendedor e não sobre a marca. 2. Enquadramento legal e procedimental Nos termos do Decreto‑Lei n.º 84/2021, aplicável à venda de bens de consumo, o vendedor é responsável por assegurar a conformidade do bem entregue e por proceder, sem encargos adicionais para o consumidor, à reparação, substituição, recolha ou reembolso. Os custos de recolha, transporte ou reinstalação não podem ser imputados ao consumidor. A remissão para o fabricante não é aplicável neste contexto, uma vez que a garantia e a conformidade do bem são da responsabilidade do vendedor. 3. Pedido Solicito: A recolha do equipamento avariado no local onde se encontra, sem custos para o consumidor. Substituição por equipamento equivalente ou, em alternativa, reembolso integral imediato. Confirmação escrita da solução adotada e dos prazos de execução.

Encerrada
O. A.
25/02/2026

Crédito pessoal de qual não usufrui

Exmos. Senhores, (Boa tarde gostaria que fosse retirado o meu nome da lista negra do banco de Portugal , visto que nunca fiz crédito nesta empresa. Uma dívida de 2006 que neste momento já está prescrita. Mas da qual nunca foi pedida nem conheço a empresa em questão) Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
W. C.
25/02/2026

Varias cobranças indevidas aquém do contrato estipulado

Relativamente ao Aluguer de 12 a 18 Fevereiro 2026, no aeroporto do Porto, foi cobrado varias vezes valores não acordados, durante e após a reserva, a funcionária falou em valor um fixo (que foi cobrado na hora antes de levantar o carro, 383,07€) e desses cobrados, ainda devolviam uma caução de 100€ o que nao aconteceu! Além de ter pago, ainda cobraram durante o aluguer 66,27€ e também mais 397,63€ destes ultimos devolveram, mas retiraram novamente (tudo em saldo cativo) pelo que é uma barbaridade, mas agora deixou de estar cativo e foi oficial retirado e registado pela Europcar, e ninguem informou previamente do sucedido, informo que ja houve tentativa de reclamação a Europcar mas sem sucesso, foi participado a todas as entidades competentes por burla da Europcar, exigindo toda a devolução do dinheiro não acordado, e indemnização do sucedido!

Resolvida
L. B.
25/02/2026

Garantia recusada

Exmos. Senhores, Em 10/09/2024 adquiri um Termoacumulador edesa flat 80L no Leroy Merlin por 379€. O número do talão de compra é o 8271. Sucede que este apresenta defeito: No dia 24/01/2026 o Termoacumulador desligou-se e no dia 25/01/2026 fiz uma reclamação ao Leroy que após apenas 5 tickets nos enviou o técnico da groupe Atlantic a casa no dia 18/02/2026. O técnico disse que o aparelho estava com fuga e ia requisitar as peças à central para posteriormente proceder à reparação. No dia seguinte recebo a mensagem em anexo que não tem reparação e não tenho direito a garantia por falta de manutenção o que desrespeita a legislação aplicável. Perguntei onde estava a informação que tinha que fazer manutenção anual ao equipamento visto que não se encontra nem no site nem no manual do equipamento. A resposta foi igual á primeira. Tenho um filho com um ano e a minha esposa está grávida, e estou sem água quente há um mês. Tendo em conta todo este processo e a desconsideração pelo cliente, pretendo a resolução contratual e devolução do valor integral do produto, pago no acto da compra. Caso não me resolvam a situação nos próximos 2 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
E. C.
25/02/2026
MRW

Local de recolha de encomenda fechado

Assunto: Envio 00691I980396 Recebi ontem sms a comunicar que poderia levantar a minha encomenda no ponto MRW em Torres Vedras (Av. Carlos Lopes 42). Hoje fui ao local, mas estava fechado e parece abandonado. Ninguém atende o telefone. Também não atendem do número central de apoio ao cliente. Preciso de saber onde está a minha encomenda. Cumprimentos.

Resolvida
J. L.
25/02/2026

BURLA

EXMOS. SRS. NUNCA ABRAM CONTA NESTE BANCO. NUNCA ABRAM CONTA NESTE BANCO. OS MEUS PAIS COM CERCA DE 90 ANOS NÃO ESTÃO CAPACITADOS PARA RESOLVEREM AS SUA SITUAÇÕES E TÊM CONTA NESTE BANCO PRATICAMENTE DESDE QUE NASCERAM. PEDIRAM UM EMPRÉTIMO NA AMADORA EM 1988, E NO ANO 2000 A DÍVIDA AINDA ERA IGUAL AO EMPRÉSTIMO INICIAL, 12 ANOS DEPOIS. NA SUCURSAL DO CACÉM DE CIMA DESDE HÁ MAIS DE 20 ANOS QUE LÁ VOU, MAS NUNCA RESOLVI NADA LÁ, PORQUE CADA VEZ QUE LÁ VOU TRATAM-ME COMO O SALTEADOR. DEVE SER POR CAUSA DO RACISMO. INVENTAM TODO O TIPO DE BUROCRACIAS PARA NÃO RESOLVEREM NADA PREJUDICANDO GRAVEMENTE, REPITO, GRAVEMENTE, OS MEUS PAIS. ELES PENSAM QUE SOMOS TODOS DA MESMA LAIA QUE ELES. O BANCO GANHA POR DIA UM MILHÃO E QUINHENTOS MIL EUROS A ESCAMOTEAR E OS CLIENTES É QUE SÃO OS SALTEADORES??? QUEM ABRIR CONTA NESTE BANCO ESTÁ CONDENADO. DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!! DEUS NUNCA ESQUECE NEM NUNCA PERDOA!!!

Encerrada

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